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Nanopartículas lipídicas como sistemas carreadores para ivermectina e metopreno visando aplicações em veterinária /Cola, Diego Faria. January 2016 (has links)
Orientador: Leonardo Fernandes Fraceto / Resumo: O estudo de características e aplicações de estruturas em escala nanométrica passou a ter um grande interesse de pesquisadores das áreas médicas (humana e animal), ambiental e agrícola. Entre essas estruturas, destacam-se os nanocarreadores, que permitiram a melhoraria da biodisponibilidade de muitos compostos bioativos e a diminuição de possíveis efeitos toxicológicos. Além disso, evitar a ocorrência de altos prejuízos na agropecuária com o desenvolvimento de novos nanocarreadores voltados ao combate de endo e ectoparasitas causadores de grandes prejuízos aos pecuaristas. Fármacos como a Ivermectina e o Metopreno são utilizados no combate de ectoparasitas, no entanto, estes compostos possuem problemas relacionados à biodisponibilidade. Este trabalho teve como objetivo preparar e caracterizar sistemas carreadores lipídicos, como as Nanopartículas Lipídicas Sólidas e os Carreadores Lipídicos Nanoestruturados a fim de melhorar e produzir alternativas para o uso destes compostos visando aplicações em veterinária. Na primeira etapa do trabalho foram preparadas e caracterizadas as nanopartículas lipídicas sólidas e os carreadores lipídicos nanoestruturados contendo os fármacos ivermectina e metopreno. As propriedades físico-químicas das suspensões coloidais, como, diâmetro, polidispersão, potencial zeta, pH e eficiência de encapsulação foram avaliadas em função do tempo. A eficiência de encapsulação alcançada foi acima de 99% para ambos os fármacos, sendo que as suspensões coloidais apresentaram estabilidade durante o período investigado. Os resultados do ensaio de citotoxicidade e genotoxicidade demonstram que as nanopartículas testadas para a encapsulação possibilitaram um aumento na viabilidade celular das células testadas, onde as nanopartículas lipídicas sólidas apresentaram menor toxicidade do que os carreadores lipídicos nanoestruturados ... (Resumo completo,clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The study characteristics and structures of applications in nanoscale have a great interest of researchers in medical areas (human and animal), environment and agriculture. Among these, the nanocarriers stand out, that allowed improve the bioavailability of many bioactive compounds and the reduction of potential toxicological effects, and prevent the occurrence of high losses in agriculture with the development of new nanocarriers aimed at fighting and endo ectoparasites causing great harm to farmers. Drugs such as Ivermectin and Methoprene are used to combat ectoparasites, however, these compounds possess bioavailability problems related. This study aimed to prepare and characterize lipid carrier systems, such as Solid Lipid Nanoparticles and Nanostructured Lipid carriers to improve and produce alternatives to the use of these compounds targeting applications in veterinary. In the first stage of the work we have been prepared and characterized the solid lipid nanoparticles and nanostructured lipid carriers containing the drug ivermectin or methoprene. The physico-chemical properties of colloidal suspensions such as, diameter, polydispersity, Zeta potential, pH and encapsulation efficiency were measured as a function of time. The encapsulation efficiency was achieved above 99% for both drugs, and colloidal suspensions were stable during the period investigated. The results of the cytotoxicity and genotoxicity test demonstrate that the tested nanoparticles for encapsulating allowed an increase in cell viability of test cells, where the solid lipid nanoparticles had lower toxicity than the nanostructured lipid carriers. The solid lipid nanoparticles have an average size of 285,6 ± 15,8 nm and nanostructured lipid carriers 257,5 ± 7,4 nm. All the carriers had spherical morphology without forming aggregates and without morphological changes after encapsulation ... (Complete abstract electronic access below) / Mestre
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Tratamento da dioctofimose em quatis (Nasua nasua) com Ivermectina / Ivermectin treatment of dioctophymosis in coatis (Nasua nasua)Cruz, Aparecida de Cássia dos Santos da [UNIFESP] 31 March 2010 (has links) (PDF)
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Previous issue date: 2010-03-31 / Objetivos: Descrever a imagem sonográfica do Dioctophyma renale, antes e durante o tratamento com Ivermectina; a imagem sonográfica do parênquima renal, hepático e da cavidade abdominal, durante o desenvolvimento do estudo; estudar o hemograma, a função renal pelas dosagens de creatinina e uréia, a função hepática pelas dosagens de ALT (alanina aminotransferase) e fosfatase alcalina; verificar a presença ou ausência de ovos no exame parasitológico de urina. Métodos: Foram avaliados 68 quatis, da espécie Nasua nasua, machos e fêmeas adultos, criados no sistema de semicativeiro do Parque Ecológico do Tietê. Todos os animais foram pesados, anestesiados, microchipados e submetidos aos seguintes procedimentos: ultrassonografia abdominal, coleta de urina por cistocentese para o exame parasitológico e venopunção da jugular externa para análises bioquímicas (creatinina, uréia, ALT e fosfatase alcalina) e hemograma. Após os resultados da ultrassonografia e do parasitológico de urina, os animais foram distribuídos em três grupos. Os animais não parasitados foram encaminhados ao grupo SHAM (n=20) e os parasitados, randomizados entre os grupos: PLACEBO (n=24) e IVERMECTINA (n=24). Os três grupos foram estudados nos tempos 7, 14, 21 e 28 dias. Os animais do grupo PLACEBO foram tratados com solução fisiológica a 0,9% e os do grupo IVERMECTINA tratados com Ivermectina. O tratamento foi realizado no tempo zero, com repique no décimo quarto dia. Ao término de cada período, os animais anestesiados foram submetidos à laparotomia exploratória, para a avaliação da cavidade abdominal, comprovando a presença ou ausência de parasitas, sua viabilidade e possíveis lesões nos demais órgãos. Resultados: Foram encontrados 70,6% de animais parasitados. O grupo SHAM apresentou rins e cavidade abdominal normais, assim como os exames laboratoriais, com exceção de discreta anemia e eosinofilia. O grupo PLACEBO não denotou diferenças nas imagens sonográficas do parasita, confirmando sua vitalidade pela laparotomia. Foram observadas: hipertrofia renal esquerda e alterações na cavidade abdominal. Os exames laboratoriais indicaram eosinofilia, valores discretamente abaixo do limite normal de hemoglobina e ALT. O grupo IVERMECTINA 14, 21 e 28 dias apresentou diferenças nas imagens sonográficas dos parasitas que se encontravam no rim direito, sugerindo morte parasitária confirmada pela laparotomia. Foram observadas: alterações na cavidade abdominal e hipertrofia renal esquerda. Os exames laboratoriais indicaram linfocitose, valores discretamente abaixo do limite normal de hemoglobina, creatinina e ALT. Conclusões: Observaram-se diferenças nas imagens sonográficas dos parasitas, antes e durante o tratamento com Ivermectina. A ultrassonografia do parênquima renal, hepático e da cavidade abdominal evidenciou alterações nos dois grupos de animais parasitados. O hemograma dos animais tratados com Ivermectina demonstrou resultados satisfatórios em relação à eosinofilia e à linfocitose. Ocorreu discreta alteração nos valores de creatinina nos animais tratados com Ivermectina. O exame parasitológico de urina sugeriu que a positividade podia estar relacionada com o local parasitado e com a presença de parasitas fêmeas. Os grupos PLACEBO e IVERMECTINA manifestaram discretas alterações na função hepática. Os animais tratados com Ivermectina apresentaram respostas satisfatórias em relação à fosfatase alcalina. Observou-se morte dos parasitas localizados nos rins dos animais tratados com Ivermectina. / Objectives: To describe Dioctophyma renale sonographic image prior to and during Ivermectin treatment, kidney and liver parenchyma and abdominal cavity sonographic image during the study’s development, to study the red blood cell count, the kidney function by means of creatinine and urea dosing, the liver function by means of ALT (alanine aminotransferase) and alkaline phosphatase dosing, to verify the presence or absence of eggs in the urine parasitology test. Methods: 68 coatis of the Nasua nasua species, adult males and females, raised in the Parque Ecológico do Tietê semi-captivity system were assessed. All animals were weighed, anaesthetized, had a microchip inserted and underwent the following procedures: abdominal ultrasound, urine collection by cystocentesis for the parasitology test and external jugular venipuncture for biochemical analyses (creatinine, urea, ALT and alkaline phosphatase) and red blood cell count. Following ultrasound and urine parasitology test results, the animals were distributed into three groups. Non-parasitized animals were assigned to the SHAM group (n=20) and those parasitized were randomized between PLACEBO (n=24) and IVERMECTIN (n=24) groups. The three groups were randomized for the study time points (7, 14, 21 and 28 days). PLACEBO group animals were treated with 0.9% saline and those of the IVERMECTIN group were treated with Ivermectin. The treatment was performed at zero time point, with repetition on day fourteen. At the end of each period, anaesthetized animals underwent exploratory laparotomy for assessing the abdominal cavity, evidencing the presence or absence of parasites, viability thereof and possible injuries to other organs. Results: 70.6% of the animals were found parasitized. The SHAM group showed normal kidneys and abdominal cavity, as well as laboratory tests, except for slight anemia and eosinophilia. The PLACEBO group showed no difference in the parasite’s sonographic images, confirming vitality thereof by laparotomy. Left kidney hypertrophy and changes in the abdominal cavity were noticed. Laboratory tests showed eosinophilia and hemoglobin and ALT values slightly below the normal limits. On days 14, 21 and 28, the IVERMECTIN group showed differences in sonographic images of parasites located in the right kidney suggesting parasite death, confirmed by laparotomy. Changes in the abdominal cavity and left kidney hypertrophy were noticed. Laboratory tests showed lymphocytosis and hemoglobin, creatinine and ALT values slightly below the normal limits. Conclusions: Differences in sonographic images of parasites were noticed prior to and during Ivermectin treatment. Kidney and liver parenchyma and abdominal cavity ultrasounds evidenced changes in both groups of parasitized animals. Ivermectin-treated animals’ red blood cell count revealed satisfactory results with regard to eosinophilia and lymphocytosis. A slight change in creatinine values of Ivermectin-treated animals was noticed. The urine parasitology test suggested that the positivity may be related to the parasitized location and to the presence of female parasites. PLACEBO and IVERMECTIN groups showed slight changes in the liver function. Ivermectin-treated animals showed satisfactory responses with regard to alkaline phosphatase. Death of parasites located in the kidneys of Ivermectin-treated animals was noticed / TEDE
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Obtenção tecnológica de forma farmacêutica associação em dose fixa para o tratamento da filariose linfática e estudo de estabilidade forçada dos fármacosRolim, Larissa Araújo 07 December 2012 (has links)
Submitted by Heitor Rapela Medeiros (heitor.rapela@ufpe.br) on 2015-03-04T11:55:09Z
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Previous issue date: 2012-12-07 / O citrato de dietilcarbamazina (DEC) é o fármaco de primeira escolha para o tratamento da filariose linfática, uma doença endêmica, considerada potencialmente erradicável pela Organização Mundial de Saúde. Apesar disso, o índice de resistência ao tratamento individual é grande, sendo recomendado um tratamento em massa da população em áreas endêmicas com doses individuais ou combinadas do citrato de DEC com a ivermectina (IVC), com o objetivo interromper a transmissão do parasito e erradicar as microfilárias. Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi realizar o desenvolvimento de uma forma farmacêutica dose fixa combinada dos fármacos citrato de DEC e IVC, bem como a avaliação da estabilidade dos mesmos. Apesar dos usos consagrados no tratamento da filariose linfática, pouco se sabe a respeito de suas propriedades físico-químicas destes fármacos. Dessa forma, o primeiro passo foi obter perfis térmicos, difratométricos, morfológicos e reológicos, através de técnicas específicas para o citrato de DEC e IVC, bem como avaliar a compatibilidade destes em misturas binárias com excipientes foi avaliada por meio de calorimetria exploratória diferencial (DSC) como critério de exclusão, e posteriormente, outras análises complementares para confirmação de resultados como termogravimetria, espectroscopia na região do infravermelho, difração de raios-X, entre outras. Os resultados mostraram que os excipientes estearato de Mg e polivinilpirrolidona devem ser evitados na formulação de formas farmacêuticas contendo citrato de DEC e a lactose e o amido para formulações de IVC, uma vez que apresentaram sinais de interação. Para o delineamento da estabilidade dos fármacos foram realizados estudos de estabilidade forçada do citrato de DEC e IVC, isoladamente, utilizando condições de estresse hidrolítico básico (NaOH) ácido (HCl), neutro (H2O), oxidativo (H2O2) e fotolítico as quais foram avaliadas por CLAE. A partir dos ensaios, puderam ser obtidos produtos de degradação oxidativa, hidrolítica e fotolítica das amostras analisadas com citrato de DEC, o que permitiu que o desenvolvimento e validação de um método indicativo de estabilidade para detecção e quantificação do fármaco e seus produtos de degradação. Porém o método para avaliação da IVC ainda esta em desenvolvimento devido as dificuldades inerentes a este fármaco, o grande número de produtos de degradação gerados nos estudos de degradação forçada. Neste sentido, a etapa final foi o desenvolvimento de forma farmacêutica dose fixa combinada dos fármacos citrato de DEC e IVC, com seus respectivos controles de qualidade e estabilidades, garantindo a qualidade, segurnaça e eficácia da nova forma farmacêutica desenvolvida.
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Efeitos da ivermectina em larvas de Culex quinquefasciatus (Say, 1823) / Effects of the ivermectin on Culex quinquefasciatus (Say, 1823) larvaeAlves, Stênio Nunes 29 September 2000 (has links)
Submitted by Reginaldo Soares de Freitas (reginaldo.freitas@ufv.br) on 2017-03-08T11:46:19Z
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Previous issue date: 2000-09-29 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / O presente trabalho tem por objetivo verificar, nos parâmetros morfológicos e biológicos, após a exposição das larvas de Culex. quinquefasciatus à concentração de 1,5 ppb de ivermectina, o comportamento e a sobrevivência de C. quinquefasciatus, as possíveis alterações morfológicas no corpo gorduroso das larvas, as possíveis alterações no número de ínstares, número médio de ovos por postura da fêmea, duração do período larval e a assimetria flutuante nos adultos. Na sua execução foram utilizadas 601 larvas de 3o e 4o ínstar do mosquito como material biológico, que foram obtidas de criação semi natural. As larvas foram colocadas em recipientes plásticos num período de 30 minutos de exposição à droga. Após a exposição à solução do fármaco, foram lavadas em água desclorada e colocadas em gaiolas teladas para acompanhamento do desenvolvimento. Após a postura, os ovos foram separados e as larvas eclodidas, contadas. Algumas larvas submetidas a 1,5 ppb de ivermectina, foram utilizadas para o preparo de amostras para estudos em histologia. Para a análise de assimetria flutuante, 40 machos e 43 fêmeas adultas do grupo controle e 39 machos e 40 fêmeas adultas, sobreviventes das larvas expostas à concentração de 1,5 ppb de ivermectina, foram selecionados e destes, retiradas suas asas para posterior observação através do microscópio estereoscópico com câmera de vídeo acoplada. Foram realizadas medidas de comprimento das nervuras R3, R4+5, M1, M2, M3+4 e do perímetro das nervuras M1 e M2. Os resultados obtidos neste trabalho mostraram que a ivermectina na concentração de 1,5 ppb causou paralisia nas larvas com 73,38% de mortalidade, aumento das gotículas de lipídios no corpo gorduroso larval e uma diminuição do número de posturas. Foi verificado também, alteração na assimetria flutuante (AF), sendo maior no grupo controle e nas fêmeas. / The present work aims to investigate the behavior and the survival rate of Culex. quinquefasciatus, and to determine the lethal effect of ivermectin based on morphologic and biologic parameters of a 1.5 ppb concentration of C. quinquefasciatus larvae, and possible alterations of their fat body. Larvae of mosquito were obtained from semi-natural breeding as biologic material. Changes in the number of instars, average number of eggs per laying, length of the larval stage and fluctuating asymmetry (FA) were studied in adults. For this experiment, 601 larvae of 3rd and 4th instars of the mosquito were obtained and placed in plastic containers and exposed for 30 minutes. The laid eggs were separated and the hatched larvae were counted. Some larvae submitted to 1.5 ppb of ivermectin were used to prepare samples for histologic study. For asymmetry analyses, 40 floating males and 43 adult females of the control group which survived exposure to 1.5 ppb of ivermectin were selected and from them, the posterior observation through stereoscopic microscope with video camera mounting. R3, R4+5, M1, M2, M3+4 nervures and the perimeter of M1 and M2 nervures were measured. The results obtained show that ivermectin in a concentration of 1.5 ppb caused paralysis to the larvae with a mortality rate of 73.38%, an increase in the number of lipid droplets in the fat body and an reduction of the number of egg layings in the adult. It was also observed that the FA is larger in females than in males and also larger in the treated group than in the control one.
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Estudo de Pré-formulação da Ivermectina: Caracterização e Estabilidade do FármacoSANTOS, Flávia Cássia Maria dos 31 January 2013 (has links)
Submitted by Ramon Santana (ramon.souza@ufpe.br) on 2015-03-05T13:49:51Z
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Previous issue date: 2013 / A ivermectina (IVC) é um fármaco utilizado com objetivo de interromper a transmissão do parasito e erradicar as microfilárias. A filariose é uma doença endêmica, considerada potencialmente erradicável pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar disso, o índice de resistência ao tratamento individual é grande, sendo recomendado um tratamento em massa da população em áreas endêmicas com doses individuais de IVC. Na terapia em massa, a ingestão prolongada deste fármaco pode levar ao seu acúmulo no organismo, podendo esse sofrer uma série de reações inesperadas em condições orgânicas como oxidações, hidrólises ácidas, básicas ou neutras, podendo ainda em condições de armazenamento e estocagem, sofrer termo e fotodegradação. Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi realizar o estudo de caracterização e estudo de degradação da IVC. Apesar do seu uso consagrado no tratamento da filariose linfática, pouco se sabe a respeito de sua estabilidade. Inicialmente obtiveram-se vários perfis analíticos como: perfis térmicos, difratométricos, morfológicos e reológicos, através de técnicas específicas e o estudo de degradação. Utilizando as técnicas supracitadas foi possível realizar um estudo de compatibilidade IVC: excipientes (utilizados em formas farmacêuticas sólidas), que demonstrou uma incompatibilidade da IVC com lactose e amido. Com base nesses resultados o desenvolvimento de novas formas farmacêuticas, bem como o controle de qualidade das formas já existentes no mercado pode ser realizado de forma mais racional, com um melhor entendimento das características da IVC. O estudo de degradação foi realizado pela aceleração das reações de degradação do fármaco IVC utilizando condições de estresse hidrolítico básico (NaOH 1M) ácido (HCl 1M), neutro (H2O), oxidativo (H2O2 3%) e fotolítico (com associação de lâmpadas ultravioleta e branca fria) as quais foram avaliadas por CLAE-DAD Não foi possível calcular as cinéticas de degradação da IVC sob condições hidrolíticas, devido ao período de tempo avaliado, mas, como houve decaimento expressivo da IVC quando submetida a fotodegradação pode-se calcular a cinética de primeira ordem para esta condição. Comprimidos de IVC e uma formulação líquida (solução oral manipulada) foram submetidos a estudos de estabilidade acelerada por 3 meses e apresentaram decaimento significativo com o aparecimento de PDs, sem a possibilidade de quantificação relativa devido a co-eluição dos PDs da IVC no método desenvolvido.
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Estudio de nuevos protocolos para analizar los efectos de la ivermectina en la ecofisiología y diversidad de los coleópteros coprófagos (Coleoptera: Scarabaeoidea: Aphodiidae, Geotrupidae, Scarabaeidae)Urrutia, Miguel A. 13 September 2024 (has links)
Esta tesis doctoral tuvo como objetivo principal diseñar nuevos protocolos estandarizados para la implementación de pruebas que analicen los efectos ecotoxicológicos sub-letales, pre-letales y letales de la ivermectina en coleópteros coprófagos. Este grupo de insectos coleópteros coprófagos ha sido objeto de muchos estudios desde hace varios años debido a los servicios ecosistémicos que benefician a la actividad ganadera. Estos servicios incluyen el enterramiento del excremento vacuno, la bioturbación, el secuestro de nitrógeno y carbono al suelo, la reducción del deterioro del forraje y una disminución en la proliferación de plagas como moscas y parásitos gastrointestinales. Sin embargo, en las últimas décadas, se ha observado un importante declive en las poblaciones de coleópteros coprófagos debido al uso de antiparasitarios ecotóxicos aplicados de una manera no racional en la ganadería. Esto se debe a que la ivermectina se excreta mayormente sin metabolizar en las heces de los animales tratados. Al consumir estos excrementos, los coleópteros quedan intoxicados y posteriormente mueren por inanición al perder la capacidad para alimentarse, reduciendo la población local en las zonas de ganadería bajo tratamiento. A pesar de los avances realizados en analizar como la ivermectina afecta el sistema motriz y reproductivo, cómo se bioacumula en diferentes tejidos, los impactos a nivel ecológico y de diversidad de los coleópteros, aún quedan muchos temas por estudiar. Estos incluyen el sistema olfativo, el comportamiento, la termorregulación y la tasa metabólica. Por lo tanto, cada uno de estos componentes fue abordado en los diferentes capítulos de este trabajo de investigación. El efecto del uso de antiparasitarios ecotóxicos en la ganadería ha sido el propósito fundamental de esta tesis con el desarrollo de una serie de protocolos estandarizados para la implementación de pruebas que analicen los efectos ecotoxicológicos sub-letales, pre-letales y letales de la ivermectina en coleópteros coprófagos. Como punto de partida, en el capítulo I se analizó el sistema olfativo de los coleópteros coprófagos mediante técnicas de electroantenografía (EAG) y olfatometría. De esta forma se logró analizar la relación que existe entre los compuestos orgánicos volátiles (COVs) de diferentes excrementos y las preferencias tróficas que presentan varias especies de coleópteros pertenecientes a las familias Aphodiidae, Geotrupidae y Scarabaeidae. En este trabajo, se caracterizó el perfil de COVs que emiten los excrementos de vaca, caballo y conejo. A pesar de que algunos compuestos son compartidos entre estos distintos recursos, los perfiles fueron lo suficientemente distintos para explicar las diferencias en la atracción que se observó en los ensayos de olfatometría con las especies estudiadas. Estas preferencias tróficas lograron explicar las diferencias significativas en las respuestas electroantenográficas obtenidas de las mismas especies de coleópteros coprófagos asociadas a los perfiles químicos de los tres tipos de excremento. Con estos resultados, se confirmó que los coleópteros coprófagos muestran preferencias tróficas utilizando un perfil complejo de COVs de cada recurso como información química para identificar y llegar hasta el alimento que más les atrae. La atracción a los excrementos no se produce de una manera específica hacia un solo compuesto, sino que existe un “bouquet” de compuestos compartido en todos los tipos de excremento y que actúa como atrayente generalizado para la mayoría de las especies estudiadas. Este resultado refuerza la hipótesis del generalismo selectivo planteado en diversos estudios, donde se argumenta que los coleópteros coprófagos no se limitan a un solo tipo de excremento. Para alcanzar con éxito la fuente de alimento estos insectos utilizan los olores de los distintos recursos y solo ciertos compuestos volátiles, característicos de cada excremento, sirven como componentes claves para que las especies seleccionen preferentemente un recurso trófico concreto. A partir de los resultados obtenidos en este primer estudio, en el capítulo II se diseñó un experimento para analizar si la ivermectina altera, de manera directa, el perfil químico volátil del excremento y, por consiguiente, altera la atracción de los coleópteros coprófagos hacia este recurso trófico. Esta capacidad de atracción de los excrementos con residuos de ivermectina ha sido evaluada en diversos estudios con diferentes metodologías y considerando la vía de administración del antiparasitario al ganado (vía subcutánea, oral, bolo, tópica, etc.), pero los resultados no son concluyentes. En este trabajo, se analizó la composición de los COVs de excremento vacuno que provenía de distintos tratamientos: a) de animales control sin ivermectina; b) de animales tratados con ivermectina y; c) con ivermectina añadida directamente al excremento. Estos análisis se realizaron con excrementos recogidos en dos tiempos, a los 7 y 14 días post tratamiento. Posteriormente, se llevó a cabo ensayos de olfatometría con la especie Ateuchetus cicatricosus (Lucas, 1846) utilizando los excrementos de los diferentes tratamientos para evaluar si existen diferencias en la atracción. Los resultados mostraron que no existen diferencias significativas en el perfil químico volátil de los excrementos con todos los tratamientos y en los dos tiempos. La similitud entre los perfiles químicos explicó que no se observaran diferencias significativas en la atracción a los distintos tratamientos en las pruebas de olfatometría realizadas. Estos resultados demuestran que no existe un efecto directo en los COVs que emiten los excrementos sin o con ivermectina. Por lo que se sugiere que en aquellos estudios en los que se observó una mayor o menor atracción del excremento la causa se puede deber a un posible efecto indirecto del fármaco. En el capítulo III se abordó el uso de mecanismos o variables ecofisiológicas que pudieran ser utilizadas como parámetros para evaluar el estado de salud de coleópteros coprófagos potencialmente afectados por la toxicidad de la ivermectina, o de otros antiparasitarios. Los mecanismos ecofisiológicos evaluados fueron la termorregulación y la tasa metabólica. En ambos casos, se partió de la hipótesis que la ivermectina al afectar el funcionamiento de las células musculares podría alterar la termorregulación y la tasa metabólica, ya que para su correcto funcionamiento requieren de dicha actividad muscular, tanto para el bombeo abdominal, que ayuda a la respiración y eliminación del exceso de calor, como para controlar el sistema de apertura/cierre de los espiráculos respiratorios responsables del ritmo respiratorio característico de cada especie. Para evaluar como la ivermectina afecta estos mecanismos ecofisiológicos se utilizó el método de termolímite-respirometría con termografía infrarroja (TLR-IR) utilizando a A. cicatricosus como especie modelo. Para este estudio se seleccionaron cuatro tratamientos con diferentes concentraciones de ivermectina (1, 10, 100 y 1000 µg kg-1) y un control (excremento sin antiparasitario). Los resultados de este estudio mostraron que la ivermectina tiene un efecto directo sobre la termorregulación y la tasa metabólica, produciendo una reducción notable en ambos parámetros conforme aumenta la cantidad del endectocida ingerida. Además se pudo conocer la concentración de inhibición al 50 % (CI50) para ambos parámetros ecofisiológicos. Para la termorregulación se obtuvo una CI50 de 0.39 µg g-1 mientras que para la tasa metabólica fue de 0.24 µg g-1. Ambas CI50 fueron concentraciones extremadamente bajas considerando las cantidades de ivermectina que suelen aparecer en la naturaleza en los excrementos de animales tratados. Por lo tanto, ambos parámetros obtenidos medidos mediante el método de TLR-IR resultaron de gran fiabilidad para conocer el estado de salud de individuos potencialmente afectados por la ivermectina. Así mismo, los resultados obtenidos demuestran que el método de TLR-IR puede ser considerada como una herramienta de gran valor en futuros estudios. En el capítulo IV se diseñó un estudio adaptado a condiciones de campo con el fin de desarrollar un método de análisis, que en ausencia de las técnicas ecofisiológicas (EAG y TLR-IR) anteriormente citadas, se pudiera implementar con éxito como una prueba para evaluar la ecotoxicidad de la ivermectina en coleópteros coprófagos. Para este fin, se eligió la olfatometría por tratarse de una técnica que ha sido utilizada con éxito en otros trabajos previos (capítulo I y II), ya que se considera relativamente de fácil aplicación en condiciones de campo. El estudio se realizó en el Centro de Estudios del Bosque Seco Tropical (CEBST) Alta Vista (Santa Cruz, Bolivia). Para dicho protocolo se llevaron a cabo ensayos de olfatometría con individuos de Dichotomius anaglypticus .(Mannerheim, 1829) como especie modelo, usando una curva con cinco concentraciones de ivermectina (1, 10, 100, 500 y 1000 µg kg-1) más un control (excremento sin ivermectina). Además, se midió la tasa de mortalidad acumulada durante la etapa de alimentación según el tratamiento. Como se observó en el capítulo III con A. cicatricosus, los síntomas de intoxicación en D. anaglypticus comenzaron a manifestarse primero con la concentración más alta (1000 µg kg-1), además se observó una acelerada tasa de mortalidad a partir del segundo día de ingesta. Los ensayos de olfatometría resaltaron estas diferencias en los grados de intoxicación al observar una reducción significativa en la cantidad promedio de individuos que lograron detectar y llegar hasta la fuente de alimento conforme aumentó la ingesta de ivermectina. Los resultados obtenidos demuestran que el uso de la olfatometría, utilizando una curva de concentración, es una herramienta viable y fiable en condiciones limitadas de laboratorio. En el capítulo V se realizó un estudio experimental de campo para evaluar el efecto de la ivermectina a nivel de ecosistema. Para ello, se llevó a cabo un estudio de campo en la ecorregión del Bosque Seco Chiquitano (Santa Cruz, Bolivia). El objetivo fue evaluar algunos parámetros ecológicos y de diversidad en el ensamble de coleópteros coprófagos, y las tasas de enterramiento de excremento vacuno en ocho propiedades ganaderas en función del tiempo transcurrido desde la última aplicación de ivermectina. Con la metodología empleada se obtuvo una eficiencia de muestreo del 98 % y se identificó un total de 26 especies y morfoespecies. Al evaluar el efecto del tiempo sin uso de ivermectina, los análisis de diversidad alfa mostraron una relación positiva en la abundancia relativa de coleópteros coprófagos. En cuanto a los resultados de diversidad beta, para los valores de disimilitud composicional entre los ensambles de especies y las abundancias relativas, se observó una clara separación entre las propiedades con cuatro o más años sin uso del antiparasitario de aquellas con menos tiempo. Por otro lado, el grado de cobertura forestal tuvo una menor capacidad para explicar los parámetros de riqueza y abundancia de coleópteros. Esto se podría explicar porque las especies que componen el ensamble del Bosque Seco Chiquitano tienen una mayor afinidad por espacios abiertos, lo que limitaría la influencia de la cobertura forestal sobre el grupo de especies encontradas. En los análisis entre el tiempo sin aplicación de ivermectina y la tasa de enterramiento de las boñigas experimentales se observó un efecto significativo en siete de las ocho propiedades. Así mismo, se observó que a mayor tiempo sin el uso de este fármaco aumentó significativamente la tasa de enterramiento. Por otro lado, de todos los parámetros de diversidad y ecológicos analizados, la biomasa y la abundancia fueron los más apropiados para explicar las tasas de enterramiento observadas. En efecto, las propiedades con los mayores valores de biomasa y abundancia tenían precisamente las tasas de enterramiento más elevadas. Además, los resultados muestran que el tiempo sin uso de ivermectina tiene un efecto significativo en la recuperación del ensamble de coleópteros coprófagos en ambientes con ganadería extensiva. Si bien la riqueza de especies aún no se ha recuperado al mismo ritmo que la abundancia y biomasa, incluso con el tiempo máximo registrado de cinco años de abandono de la ivermectina, los resultados claramente apuntan a una tendencia a la recuperación de este grupo de insectos y a una mejora en los servicios ecosistémicos que aportan a la ganadería extensiva y sostenible. / GRISOLIAP/2021/185 (Dirección General de Ciencia e Investigación, Consellería de Innovación, Universidades, Ciencia y Sociedad Digital, Generalitat Valenciana). Project PID2019-105418RB-I00 (MCIN/AEI/10.13039/501100011033). Project AICO-2020-031 (Dirección General de Ciencia e Investigación. Consellería de Innovación, Universidades, Ciencia y Sociedad Digital, Generalitat Valenciana). Project TED2021-130304B-I00 (MCIN/AEI/10.13039/501100011033 and European Union NextGenerationEU/PRTR). Convenio de colaboración técnico-académico entre Urrutia M.A. y la Fundación para la Conservación del Bosque Chiquitano (FCBC) del 21 de diciembre de 2023.
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Obtenção de uma cepa de Rhipicephalus (Boophilus) microplus (ACARI:IXODIDAE) resistente à ivermectina / Obtention of a Rhipicephalus (Boophilus) microplus (ACARI:IXODIDAE) ivermectin-resistant strain.Albuquerque, Thais Aguiar de 29 June 2007 (has links)
O estabelecimento de isolados de Rhipicephalus (B.) microplus resistentes a drogas é um passo fundamental para pesquisas sobre mecanismos de ação das drogas e desenvolvimento de novos acaricidas. Diferentes tratamentos de pressão de seleção foram efetuados sobre uma população de campo com fator de resistência (FR) à ivermectina (IVM) 1,37 visando obter experimentalmente uma cepa resistente. O tratamento das larvas com IVM não resultou em infestações de bezerros. O tratamento das adultas, por duas gerações consecutivas não alterou o valor do FR da população. A este último procedimento foi associado o tratamento do hospedeiro com IVM, resultando em aumento significativo do FR. Infestações utilizando larvas provenientes de posturas de alta eclodibilidade parece ter contribuído ainda mais para o aumento do FR observado na última geração. Em resumo, foi possível estabelecer pela primeira vez, em laboratório, uma cepa resistente à IVM que apresentou um aumento estatisticamente significante do valor do FR da última geração analisada (F10) em relação à inicial (F1). / The establishment of drug resistant Rhipicephalus (B.) microplus isolates is a fundamental step on researches about drugs mechanisms of action and on the development of new acaricides. Different selection treatments were effectuated upon a field population with an ivermectin (IVM) resistant ratio (RR) 1,37 aiming to obtain experimentally a resistant strain. The larval treatments with IVM do not reach calf infestations. The adult treatments, in two consecutive generations do not changed the population RR. To this last protocol was added the IVM host treatment, increasing significantly the RR. Infestations using larvae obtained from the high-eclodibility oviposition seemed to have contributed much more to the RR increase observed on the last generation. Finally, it was possible to establish for the first time, on laboratory, an IVM resistant strain that showed a significantly higher RR value from the last generation (F10) in relation to the first one analyzed (F1).
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Obtenção de uma cepa de Rhipicephalus (Boophilus) microplus (ACARI:IXODIDAE) resistente à ivermectina / Obtention of a Rhipicephalus (Boophilus) microplus (ACARI:IXODIDAE) ivermectin-resistant strain.Thais Aguiar de Albuquerque 29 June 2007 (has links)
O estabelecimento de isolados de Rhipicephalus (B.) microplus resistentes a drogas é um passo fundamental para pesquisas sobre mecanismos de ação das drogas e desenvolvimento de novos acaricidas. Diferentes tratamentos de pressão de seleção foram efetuados sobre uma população de campo com fator de resistência (FR) à ivermectina (IVM) 1,37 visando obter experimentalmente uma cepa resistente. O tratamento das larvas com IVM não resultou em infestações de bezerros. O tratamento das adultas, por duas gerações consecutivas não alterou o valor do FR da população. A este último procedimento foi associado o tratamento do hospedeiro com IVM, resultando em aumento significativo do FR. Infestações utilizando larvas provenientes de posturas de alta eclodibilidade parece ter contribuído ainda mais para o aumento do FR observado na última geração. Em resumo, foi possível estabelecer pela primeira vez, em laboratório, uma cepa resistente à IVM que apresentou um aumento estatisticamente significante do valor do FR da última geração analisada (F10) em relação à inicial (F1). / The establishment of drug resistant Rhipicephalus (B.) microplus isolates is a fundamental step on researches about drugs mechanisms of action and on the development of new acaricides. Different selection treatments were effectuated upon a field population with an ivermectin (IVM) resistant ratio (RR) 1,37 aiming to obtain experimentally a resistant strain. The larval treatments with IVM do not reach calf infestations. The adult treatments, in two consecutive generations do not changed the population RR. To this last protocol was added the IVM host treatment, increasing significantly the RR. Infestations using larvae obtained from the high-eclodibility oviposition seemed to have contributed much more to the RR increase observed on the last generation. Finally, it was possible to establish for the first time, on laboratory, an IVM resistant strain that showed a significantly higher RR value from the last generation (F10) in relation to the first one analyzed (F1).
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Bioequivalencia de tres formas farmacéuticas comerciales de ivermectina oral para equinosToro Campos, Rosario Alicia January 2010 (has links)
Memoria para optar al Título Profesional de Médico Veterinario / La Ivermectina (IVM) es un antiparasitario utilizado en medicina equina, existiendo a nivel nacional múltiples formulaciones disponibles en el mercado. Este estudio describe el comportamiento farmacocinético de tres formas farmacéuticas comerciales de IVM para uso oral en equinos y las compara con el fármaco innovador y de referencia Eqvalan® (Merial Saude Animal Ltda., Brasil). Se utilizaron 40 equinos clínicamente sanos asignados a cuatro grupos experimentales a los que se les administró una única dosis (200 µg/Kg p.v.) de una de las siguientes formas farmacéuticas: IVM 1,87% pasta oral (grupo I; GI), IVM 1% gel oral (grupo II; GII), IVM 1,4% gel oral (grupo III; GIII) y el fármaco innovador Eqvalan® (grupo IV; GIV). Posteriormente, se recolectaron 20 muestras de sangre a partir de 1 hora posterior al tratamiento en intervalos crecientes de tiempo hasta el día cuarenta. El plasma fue sometido a una extracción en fase sólida y analizado por cromatografía líquida de alto rendimiento con detección de fluorescencia (HPLC-Flúor) para la cuantificación de IVM. Se calculó los parámetros farmacocinéticos concentración máxima (Cmáx), área bajo la curva final (AUCfinal) y extrapolada al infinito (AUC∞), vida media de eliminación (T½), clearence (CL), constante de eliminación (Kel), volumen de distribución aparente (Vda), biodisponibilidad (F) y tiempo de concentración máxima (Tmáx) para cada formulación y se compararon con la de referencia mediante análisis de varianza
(ANDEVA). Se encontró diferencias significativas (p<0,05) en los parámetros obtenidos para el GI en los parámetros Cmáx (GI: 27,4±7,62; GIV: 58,64±24,55), AUCfinal (GI: 70,85±32,68; GIV: 177,19±36,36), AUC∞
(GI: 72,11±33,47; GIV: 181,44±36,34), T½ (GI: 3,03±0,96; GIV: 3,92±0,72), CL (GI: 3459±1969,35; GIV:
1143,69±234,5), Vda (GI: 16,07±12,26; GIV: 6,36±1,31) y F (GI: 36,05±16,74; GIV: 90,72±18,17). No hubo
diferencias estadísticamente significativas (p>0,05) para Kel y Tmáx. Para GII y GIII no se encontraron diferencias estadísticamente significativas. Sólo las formas farmacéuticas utilizadas en GII y GIII resultaron bioequivalentes (BE) con la fórmula innovadora, por lo que son intercambiables. La pasta oral utilizada en el GI no es BE con Eqvalan®. Este estudio sugiere la importancia de estudios futuros en BE de medicamentos de uso veterinario cuando se encuentran disponibles diferentes formulaciones comerciales de un mismo principio activo
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Evaluación de la eficacia del tratamiento con ivermectina oral en pacientes caninos afectados por dermodicosis generalizadaMoreno Vásquez, Carolina de Lourdes January 2009 (has links)
Memoria para optar al Título Profesional de Médico Veterinario / La demodicosis generalizada canina es provocada por un ácaro habitante de la fauna normal de la piel, Demodex canis. Esta enfermedad puede ser clasificada en juvenil o adulta, dependiendo de la edad de presentación y generalmente cursa con alopecia, eritema, linfoadenopatía, hiperpigmentación, pododermatitis, pioderma y prurito. Algunas de las razas predispuestas a desarrollar demodicosis generalizada corresponden a Old English Sheep Dog, Collie, Pitbull Terrier, Dálmata, Gran Danés, Bulldog Inglés, Dachshund, Chiguagua, Boxer, Pug, Shar Pei y Beagle.
El diagnóstico confirmatorio para la demodicosis es el examen parasitológico, que consiste en el masajeo y raspado de la piel, profundo y extenso. La muestra se observa en el microscopio y se da por positivo si se aprecia al menos un huevo, un parásito adulto o uno juvenil.
Actualmente existen diversas alternativas de tratamiento para la demodicosis generalizada, siendo los más utilizados el amitraz en baños y la ivermectina subcutánea semanal, sin embargo, se ha documentado que sus eficacias son limitadas. Por ejemplo, el amitraz tiene una efectividad que varía entre 0 y 99%, mientras que la ivermectina administrada por vía oral puede llegar a ser 100% efectiva. Por este motivo, el objetivo de esta investigación consistió en evaluar la eficacia de la ivermectina administrada por vía oral en dosis de 0,6 mg/kg/día para el tratamiento de demodicosis generalizada canina. La investigación inicialmente estuvo conformada por 28 pacientes que en su mayoría corrrespondió a perros hembra de raza pura, de pelo corto, menorres de 24 meses y con una historia de fracaso terapéutico. De los 28 pacientes iniciales, sólo 10 siguieron el estudio, logrando la remisión clínica de las lesiones y el alta parasitológica. Un paciente fue eliminado de la investigación por presentar sintomatología compatible con una sobredosis de ivermectina.
Todos los pacientes que recibieron ivermectina de acuerdo al esquema terapéutico aplicado presentaron mejoría clínica entre las 4 y 32 semnas y cura parasitológica entre las 16 y 36 semanas. En general se observó que la mayoría de los signos dermatológicos ocurrió antes que el alta parasitológica, esta situación constituye una limitante para el estudio ya que los dueños dejan de llevar a sus mascotas a los controles en las fechas indicadas.
La ivermectina administrada vía oral en dosis de 0,6 mg/kg/día, es una buena alternativa terapéutica para tratar la demodicosis generalizada canina. Sin embargo, la presentación de reacciones adversas exige un monitoreo frecuente de los pacientes al ser un esquema terapéutico "extra - etiqueta", constituyendo también una fuente de riesgo para los pacientes.
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