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Alimentação infantil: representações sociais de mães e avós

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Previous issue date: 2014-07-27 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES / Healthy eating in childhood is important not only for intellectual development and for growth, but in the prevention of chronic diseases in adults and pediatric patients. The study has the objective to analyze the social representations of infant feeding, built by mothers and grandmothers, Roma and non-Roma; ascertain whether or not the differentiation of social representations between mothers and Roma and non-Roma grandmothers on infant feeding and identify the influences of social representations of grandmothers on infant feeding practices. Methodology. This is an exploratory research on a qualitative approach, based on the theoretical framework of social representations. Data collection was performed using the focus group technique, corresponding of ten focus, composed of 56 subjects, groups such as mothers and grandmothers Roma and non-Roma. The data collected were processed by software Iramuteq and subsidized by the theory of social representations. Results and Comments. These research three articles presented in the results and comments were originated. Among these, the first was published; submitted for publication the second and the third was the object of defense. Through this research, it was possible to detect favorable and unfavorable points in relation to infant feeding in both groups of mothers and grandmothers Roma and non-Roma. Regarding breastfeeding Roma has the practice of exclusive breastfeeding until six months of life and keeps for a long time usually up to five to seven years. The complementary diet starts lazily with significant restrictions on infant feeding in food, according to their beliefs and myths. A positive fact is that the son of gypsy does not use a pacifier or bottle and, unlike observed in children of mothers and grandmothers non-Gypsy. The group of mothers and grandmothers did not breastfeed their children for Roma shorter period, with early introduction of other foods. Final Thoughts: In both groups, it was observed that mothers have great difficulty starting new foods, especially if they suck up more than a year to live. The intergenerational connection is very strong in Roma mothers and cultural aspects are still evident even in power. / Introdução.Alimentação saudável na infância é importante não só para o desenvolvimento intelectual e crescimento, como também, na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis do adulto e faixa etária pediátrica. O estudo tem osobjetivosde analisar as representações sociais sobre a alimentação infantil, construídas por mães e avós,ciganas e não ciganas;verificar a existência ou não de diferenciação de representações sociais entre mães e avós ciganas e não ciganas sobre alimentação infantile identificar a influencias das representações sociais das avós sobre a prática alimentar infantil. Metodologia. Trata-se de uma pesquisa exploratória em uma abordagem qualitativa, fundamentada no aporte teórico das representações sociais. A coleta de dados foi realizada utilizando-se a técnica do grupo focal, correspondendo dez grupos focais, compostos por 56 sujeitos, como mães e avós ciganas e não ciganas. Os dados coletados foram processados pelo software Iramuteq e subsidiado pela teoria das representações sociais. Resultados e Comentários.Desta pesquisa foram originados três artigos apresentados nos resultados e comentários. Entre estes, o primeiro foi publicado; o segundo encaminhado para publicação e o terceiro foi objeto de defesa. Através destapesquisa foi possível detectar pontos favoráveis e desfavoráveis em à relação alimentação infantil nos dois grupos de mães e avós ciganas e não ciganas. Em relação à amamentação as ciganas têma prática do aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida e mantem por tempo prolongado geralmente até os cinco aos sete anos. A dieta complementar é iniciada de forma tardia com restrições de alimentos importantes na alimentação infantil, de acordo com suas crenças e mitos. Um fato positivo é que o filho de cigano não usa mamadeira e nem chupeta, ao contrário do observado nos filhos de mães e avós não ciganas. O grupo das mães e avós não ciganas amamentam seus filhos por período mais curto, com introdução precoce de outros alimentos. Considerações finais: Em ambos os gruposobservou-se queas mães têmmuita dificuldade de iniciar novos alimentos, principalmente, se amamentarem até mais de um ano de vida. A ligação intergeracional é muito forte nas mães ciganase os aspectos culturais ainda são evidenciados mesmo na alimentação.

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:tede.biblioteca.ufpb.br:tede/5167
Date27 July 2014
CreatorsGuerra, Adriana Queiroga Sarmento
ContributorsSilva, Antonia Oliveira
PublisherUniversidade Federal da Paraí­ba, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, UFPB, BR, Enfermagem
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguageEnglish
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
Formatapplication/pdf
Sourcereponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFPB, instname:Universidade Federal da Paraíba, instacron:UFPB
Rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
Relation-250134144350760386, 600, 600, 600, 600, -98518507176350428, -7702826533010964327, 3590462550136975366

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