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[en] EXPATRIATES: A CRITICAL SUCCESS FACTOR IN MANAGING INTERNATIONAL NETWORKS OF RELATIONSHIPS A CASE STUDY ON CVRD, FOCUSED ON CORPORATE GOVERNANCE / [pt] EXPATRIADOS: FATOR CRÍTICO DE SUCESSO NA GESTÃO DE REDES DE RELACIONAMENTO INTERNACIONAIS ESTUDO DE CASO DA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE, COM FOCO NA GOVERNANÇA CORPORATIVAADRIANA MARIA GUTIERREZ SCHUBSKY 20 December 2007 (has links)
[pt] No Brasil, as empresas líderes respondem à globalização,
formando alianças
e redes de relacionamento internacionais. Esta pesquisa
pretende verificar se a
participação de expatriados na administração de
subsidiárias internacionais da
Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) constitui um fator
crítico de sucesso para a
gestão efetiva das redes de relacionamento entre a
controladora brasileira e suas
controladas internacionais, ao contribuir para uma
governança corporativa efetiva
dessas redes. Com esse objetivo, um conceito menos
tradicional de governança
corporativa foi adotado, considerando a existência de
mecanismos sociais,
complementares aos mecanismos formais de governança.
Variáveis pertinentes a
tais mecanismos e respectivos indicadores e sub-
indicadores foram propostos. Os
sub-indicadores permitiram identificar as implicações
positivas e negativas de
cada variável. Esta pesquisa ampliou o conceito de redes
estratégicas, adicionando
a perspectiva intra-organizacional, exclusivamente para o
relacionamento entre
controladora e subsidiárias. Esta quebra de paradigma
científico gerou uma nova
abordagem para o modelo Strategic Network Analysis de
Macedo-Soares,
utilizado como ferramental de análise estratégica. O
estudo de caso se valeu da
triangulação de métodos: pesquisa documental/telematizada,
levantamento de
percepções com auxílio de questionário e entrevistas. 30
executivos expatriados e
24 executivos das controladas internacionais (respectivas
taxas de resposta: 61% e
57%) responderam ao questionário. Os resultados sugerem
que a participação de
expatriados na administração de subsidiárias
internacionais da CVRD contribui
para uma governança corporativa efetiva das redes de
relacionamento com a
controladora. Concluiu-se que os expatriados agregam meios
informais
(pertinentes aos mecanismos sociais) de governança, com
implicações positivas.
Este benefício é percebido mais intensamente pela
controladora. / [en] In Brazil, leading companies respond to globalization by
forming
international alliances and networks of relationships.
This research aims to verify
whether expatriate participation in the administration of
Companhia Vale do Rio
Doce (CVRD) international subsidiaries constitutes a
critical success factor for the
effective management of the networks of relationships
between the Brazilian
parent company and its international subsidiaries by
contributing to an effective
corporate governance of these networks. In order to do
this, a less traditional
concept of corporate governance was adopted, taking into
consideration the
existence of social mechanisms complementary to formal
governance
mechanisms. Variables pertinent to such mechanisms and
respective indicators
and sub-indicators were proposed. The sub-indicators
enabled the identification of
the positive and negative implications of each variable.
This research amplified
the concept of strategic networks, adding the intra-
organizational perspective,
exclusively for the relationship between the parent
company and subsidiaries. This
rupture in scientific paradigm generated a new approach
for the Macedo-Soares
Strategic Network Analysis model, used as a tool for
strategic analysis. The case
study utilized triangulation of methods:
documentary/telematics (online) research,
surveying perceptions via questionnaire and interviews. 30
expatriate executives
and 24 executives of the international subsidiaries
responded to the questionnaire
(response rates of 61% and 57% respectively). The results
suggest that expatriate
participation in the administration of CRVD`s
international subsidiaries
contributes towards an effective corporate governance of
networks of
relationships with the parent company. It was concluded
that the expatriates add
informal means of governance (pertinent to the social
mechanisms), with positive
implications. Perception of this benefit is more intense
in the parent company.
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[en] BRINGING HUMILITY TO GLOBAL MOBILITY / [pt] TRAZENDO HUMILDADE PARA A MOBILIDADE GLOBALSYLVIA FREITAS MELLO 26 April 2023 (has links)
[pt] A economia global está promovendo um ambiente cada vez mais ambíguo e
competitivo para empresas que operam além-fronteiras. Para suportar a demanda
dessa globalização, as empresas multinacionais precisam de expatriados
competentes para o sucesso de suas operações no exterior. Essas designações
internacionais podem oferecer oportunidades únicas de crescimento e
desenvolvimento, mas também exigem que os expatriados se adaptem efetivamente
a novos ambientes. O objetivo deste estudo foi descrever como o comportamento
humilde do expatriado opera em designações internacionais corporativas. Foram
realizadas entrevistas semiestruturadas com 19 gerentes, incluindo expatriados
sênior (Assigned Expatriates - AEs) e gerentes de Recursos Humanos /Mobilidade
Global. As questões que compuseram o roteiro de entrevista foram divididas nas
seguintes categorias: 1. Comportamentos humildes expressos, 2. Relevância do
comportamento humilde, 3. Contexto em que comportamentos humildes de
expatriados são mais exigidos em designações internacionais; e 4. Efeitos:
humildade contribuindo para a adaptação do expatriado. O processo de análise foi
baseado na análise de conteúdo, para extrair as percepções dos expatriados e do
RHs sobre as categorias abordadas. Os resultados sugerem que a humildade é
importante para todos, mas a falta de humildade na Mobilidade Global pode ser um
obstáculo. A humildade constrói conexões, confiança e relacionamentos confiáveis
e de longo prazo, e contribui muito para a adaptação do expatriado em designações
internacionais. O estudo também mostra que a humildade precisa de condições
favoráveis para florescer, podendo estar associada à fraqueza, em determinados
contextos, como aqueles em que o líder é visto como um herói, ou em culturas que
valorizam a competição, o individualismo, a alta distância do poder, o confronto e
em momentos que exigem agência. A pesquisa destaca que a humildade cultural é
fundamental para expatriados, que lideram com uma mentalidade global. Portanto,
as organizações devem aprimorar o processo de seleção, enfatizando a contribuição
de um comportamento humilde para os candidatos a uma designação internacional,
e oferecer programas de treinamento intercultural que incluam o aspecto
comportamental, com foco nas três dimensões da humildade expressa:
autoconsciência; valorização dos outros e capacidade de aprendizado. / [en] The global economy is promoting an increasingly ambiguous and competitive
environment for companies operating across borders. To support the demand for
this globalization, multinational companies need competent expatriates for the
success of their operations abroad. These international assignments can provide
unique opportunities for growth and development, but they also require expatriates
to adapt effectively to new environments. The purpose of this study was to describe
how expatriate humble behavior operates in corporate international assignments.
Semi structured interviews were conducted with 19 managers, being senior
assigned expatriates (AEs) and Human Resources/Global Mobility experts. The
questions that made up the interview script were divided into the following
categories: 1. Expressed humble behaviors, 2. Relevance of humble behavior, 3.
Context in which expatriate humble behaviors are more required in international
assignments; and 4. Outcomes: humility infusing expatriate adaptation. The
analysis process was based on content analysis, to extract expatriate and HR
perceptions about the categories covered. Results suggest that humility is important
to all, but lack of humility in Global Mobility can be a road blocker. Humility builds
connections, trust and reliable and long-term relationships, and highly contributes
to expatriates´ adaptation on international assignments. The study also shows that
humility needs favorable conditions to flourish, and it may be associated with
weakness, in certain contexts, such as those where the leader is seen as a hero, or in
cultures that value competition, individualism, high power distance, confrontation
and in moments that require agency. The research highlights that cultural humility
is fundamental to assigned expatriates, who lead with a global mindset. Therefore,
organizations should improve the selection procedure, emphasizing the
contribution of a humble behavior to candidates for an international assignment,
and offer Cross-cultural training programs that include the behavioral aspect, with
a focus on the three dimensions of expressed humility: self-awareness; appreciation
of others and teachability.
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