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[en] GOSSET POLYTOPES AND THE COXETER GROUPS E(N) / [pt] POLITOPOS DE GOSSET E OS GRUPOS DE COXETER E(N)CAMILLA NERES PEIXOTO 06 October 2010 (has links)
[pt] Um politopo convexo é semiregular se todas as suas faces forem
regulares e o grupo de isometrias agir transitivamente sobre os vértices.
A classificação dos politopos semiregulares inclui algumas famílias infinitas,
algumas exceções em dimensão baixa e uma família, os politopos de Gosset,
que está definida para dimensão entre 3 e 8. Certos grupos de isometrias de
R(n) gerados por reflexões são chamados grupos de Coxeter. A classificação
dos grupos de Coxeter inclui três famílias infinitas, algumas exceções em
dimensão menor ou igual a 4 e os grupos excepcionais E(6), E(7) e E(8). O grupo
E(n) é o grupo das isometrias do politopo de Gosset em dimensao n. Nesta
dissertação construiremos os grupos de Coxeter En, os politopos de Gosset
e indicaremos a relação destes objetos com os reticulados e as álgebras de
Lie também conhecidos como E(n). / [en] A convex polytope is semiregular if all its faces are regular and the
group of isometries acts transitively over vertices. The classification of
semiregular polytopes includes a few infinite families, some low dimensional
exceptions and a family, the Gosset polytopes, which is defined for dimension
3 to 8. Certain groups of isometries of R(n) generated by reflections are
called Coxeter groups. The classification of finite Coxeter groups includes
three infinite families, some exceptions in dimension 4 or lower and the
exceptional groups E(6), E(7) and E(8). The group En is the group of isometries
of the Gosset polytope in dimension n. In this dissertation we construct the
Coxeter groups En, the Gosset polytopes and indicate the relationship of
these objects with the lattices and Lie algebras which are also known as E(n).
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[en] DOMINO TILINGS OF THE TORUS / [pt] COBERTURAS DO TORO POR DOMINÓSFILLIPO DE SOUZA LIMA IMPELLIZIERI 10 May 2016 (has links)
[pt] Consideramos o problema de contar e classificar coberturas por dominós
de toros quadriculados. O problema de contagem para retângulos foi estudado por Kasteleyn e usamos muitas de suas ideias. Coberturas por dominós de regiões planares podem ser representadas por funções altura; para um toro dado por um reticulado L, estas funções exibem L-quasiperiodicidade aritmética. As constantes aditivas determinam o fluxo da cobertura, que pode ser interpretado como um vetor no reticulado dual (2L) asterisco. Damos uma caracterização dos valores de fluxo efetivamente realizados e de como coberturas correspondentes se comportam. Também consideramos coberturas por dominós do reticulado
quadrado infinito; coberturas de toros podem ser vistas como um caso particular
destas. Descrevemos a construção e uso de matrizes de Kasteleyn no
problema de contagem, e como elas podem ser aplicadas para contar coberturas
com valores de fluxo prescritos. Finalmente, estudamos a distribuição limite
do número de coberturas com um dado valor de fluxo quando o reticulado L sofre uma dilatação uniforme. / [en] We consider the problem of counting and classifying domino tilings of
a quadriculated torus. The counting problem for rectangles was studied by
Kasteleyn and we use many of his ideas. Domino tilings of planar regions
can be represented by height functions; for a torus given by a lattice L,
these functions exhibit arithmetic L-quasiperiodicity. The additive constants
determine the flux of the tiling, which can be interpreted as a vector in the
dual lattice (2L) asterisk. We give a characterization of the actual
flux values, and of how corresponding tilings behave. We also consider domino tilings of the
infinite square lattice; tilings of tori can be seen as a particular case of those.
We describe the construction and usage of Kasteleyn matrices in the counting
problem, and how they can be applied to count tilings with prescribed
flux values. Finally, we study the limit distribution of the number of tilings with a
given flux value as a uniform scaling dilates the lattice L.
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[en] VIRTUAL ORGANIZATIONAL NETWORKS: CHARACTERIZATION, FORMATION AND MANAGEMENT / [pt] REDES ORGANIZACIONAIS VIRTUAIS: CARACTERIZAÇÃO, FORMAÇÃO E GERENCIAMENTOALEXANDRE SHEREMETIEFF JUNIOR 22 December 2003 (has links)
[pt] Uma Rede Organizacional Virtual é uma organização de
cooperação interorganizacional, com uso intenso de
Tecnologia de Informação e Comunicação, típica do
ambiente
globalizado. Nesta dissertação, busca-se caracterizar esse
padrão de rede e propor instrumentos para seu
gerenciamento. O termo Redes Organizacionais Virtuais é
introduzido, a partir da caracterização e da
classificação
das Redes de Cooperação e das Organizações Virtuais.
Propõe-
se a Metodologia de Reticulação para o planejamento e
formação dessas redes e explicita-se a necessidade de
instrumentos de coordenação, controle e avaliação para
assegurar o seu melhor desempenho. Com essa
fundamentação,
analisa-se a Rede de Projeto e Desenvolvimento de
Turbinas
a Gás - RTG, determinando-se suas características e
propondo-se metodologias de planejamento, coordenação e
controle para sua administração. Recomenda-se, ainda, a
implementação de um sistema de informações como
instrumento
reticulador. / [en] A Virtual Organizational Network is an inter-organizational
cooperation organization, based in Communication and
Information Technology, typical of the global environment.
The objective of this dissertation is to characterize this
network and propose appropriate management tools for its
adequate functioning. The term Virtual Organizational
Network is introduced based on the characteristics and
taxonomy of Cooperation Networks and Virtual Organizations.
To form, consolidate and plan this network, the
Reticulation Methodology is proposed. The necessity of
coordination, governance and performance evaluation
tools for these networks is made explicit. This constitutes
the basis for the analysis of the Gas Turbine Development
and Project Network- RTG. Its characteristics are identified
and methodologies for its planning, coordination and
governance are proposed, as well as an Information System,
as instrument for reticulation.
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