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[en] BUILD THE WALL!: POLICYMAKING THROUGH AFFECT IN THE TRUMP ERA / [pt] CONSTRUA O MURO!: FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS ATRAVÉS DO AFETO NA ERA TRUMP

BRUNA BANDEIRA SOARES 29 January 2024 (has links)
[pt] A dissertação de mestrado busca explorar a proposta do ex-presidente dos Estados Unidos Donald J. Trump de construir uma barreira física ao longo de toda a fronteira sul durante os anos de sua campanha eleitoral e posterior presidência (2015 - 2020). Mais especificamente, busca-se questionar o papel desempenhado pelo muro fronteiriço, construído apenas parcialmente em termos físicos, mas amplamente fortificado em termos discursivos e simbólicos, considerando a retórica afetivamente carregada de Trump que narrou um cenário de crise existencial nos Estados Unidos, apelando para sentimentos de insegurança ontológica entre seu eleitorado. Enquanto o projeto para construir o muro físico na fronteira encontrava-se cheio de inconsistências e desafios técnicos, o muro simbólico evocado por Trump repetidamente através do discurso parecia desempenhar um papel mais abrangente que ia além da barreira física, tornando-se elemento central na agenda política de Trump ao longo toda a sua presidência no que diz respeito à política de imigração. Quais são, então, os caminhos possíveis para entender como e por que o muro resiste discursiva e politicamente, mesmo quando parece falhar na prática? Para esta tarefa, o trabalho de pesquisa emprega uma abordagem dupla, primeiro sugerindo pensar criticamente sobre os enquadramentos discursivos de Trump sobre o muro de fronteira por meio de uma abordagem lacaniana à segurança ontológica e, em segundo lugar, adotando um olhar mais atento ao contexto sócio-econômico ao qual o muro responde, e que permite que este ressoe tão amplamente através do discurso, explorando as experiências vividas pela parcela dos apoiadores de Trump que encontravam-se empobrecidos e muitas vezes raivosamente ressentidos sob décadas de hegemonia neoliberal progressista. / [en] This Master s dissertation seeks to explore former US president Donald J. Trump s proposal to build a physical barrier along the entire Southern border throughout the years of his campaign and presidency (2015 - 2020). More specifically, it seeks to question the role played by the border wall, built only partially in physical terms but extensively fortified in discursive and symbolic ones, considering Trump’s affectively charged rhetoric which narrated a scenario of existential crisis in America, appealing to feelings of ontological insecurity among his constituency. While the project to construct the physical border wall itself was filled with inconsistencies and technical challenges, the symbolic wall evoked by Trump repeatedly through discourse seemed to play an overarching role which went beyond the physical barrier, and was a core element in Trump’s political agenda throughout his entire presidency wherever immigration policy was concerned. What, then, are the possible pathways for understanding how and why the wall withstands discursively and politically even as it seems to fail practically? For this task, this work of research employs a two-fold approach by first suggesting thinking about Trump s discursive framings of the border wall critically through a Lacanian approach to ontological security and, secondly, by arguing for a more attentive look towards the social and economic contexts to which the symbolic wall responds and which enables it to resonate so widely through discourse, exploring the lived experiences of impoverished and often angrily resentful Trump supporters under decades of progressive-neoliberal hegemony.
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[en] CLIMATE CHANGE AND ONTOLOGICAL (IN)SECURITY IN THE MARSHALL ISLANDS / [pt] MUDANÇA CLIMÁTICA E (IN)SEGURANÇA ONTOLÓGICA NAS ILHAS MARSHALL

BEATRIZ RODRIGUES BESSA MATTOS 06 August 2020 (has links)
[pt] A presente tese visa analisar como questões relacionadas ao meio ambiente - em especial, às mudanças climáticas - interagem com os entendimentos locais acerca da segurança, em comunidades que se mostram profundamente afetadas por esses problemas e que, ao mesmo tempo, encontram-se profundamente excluídas dos debates teóricos de segurança. Em meio aos Estudos de Segurança Internacional (ESI), a crise climática persiste em ser analisada a partir de uma dinâmica estadocêntrica, militarizada e de nós x outros. Quando não é esse o caso, os desafios ambientais são enquadrados a partir de uma lógica de segurança humana, animada por um entendimento moderno e liberal acerca do que a segurança deveria ser e, portanto, desconsiderando entendimentos e necessidades locais. (Shani, 2017). Ao focar em narrativas não-científicas sobre segurança, esta tese visa expor as contingências dos discursos hegemônicos verificados em meios aos ESI que, longe de se mostrarem racionais e fundamentados em uma descrição autêntica da realidade, contribuem para agravar os desafios enfrentados por alguns indivíduos, como os Marshalleses. Animados pelos discursos racionais promovidos por pensadores realistas e dos estudos estratégicos, durante a Guerra Fria, as Ilhas Marshall se tornaram palco de testes de 67 armas termonucleares. Tais armas – consideradas pelos teóricos e pelos policy-makers como fonte de poder e como meio legítimo de se obter segurança – vaporizaram ilhas, forçaram a evacuação permanente de comunidades, romperam com a organização social matriarcal e baseada na posse de terras característica das Ilhas Marshall e com os laços ancestrais entre indivíduos e seus atóis. Mais recentemente, o arquipélago e seus habitantes se mostram novamente em risco, dessa vez, não pelas práticas de segurança das superpotências, mas por uma ameaça não intencional e despersonalizada. As mudanças climáticas se caracterizam como a mais recente forma de intervenção, sendo precedidas por uma longa lista de práticas coloniais e violentas direcionadas ao arquipélago. Como uma nação constituída por atóis, é muito provável que, como resultado dos efeitos climáticos, as Ilhas Marshall se tornem inabitáveis ainda ao longo deste século. Para os Marshalleses, tal cenário significaria uma perda incomensurável em termos territoriais, espirituais e culturais. Ao analisar casos como o das Ilhas Marshall, a tese busca explorar quais novos significados e racionalidades de segurança podem emergir, ou se tornar mais proeminentes, face aos desafios trazidos pela mudança do clima. Desta forma, a teoria da segurança ontológica é apresentada como um marco teórico fértil para analisar casos em que o que parece em risco não é apenas a segurança física de estados nacionais, indivíduos e ecossistemas, mas também a preservação de espaços sociais e materiais e de um senso de continuidade biográfica. (Giddens, 1990) A partir deste movimento crítico, busca-se enfatizar outros modos de se refletir e de se vivenciar a (in)segurança, de modo a lançar luzes sobre como o significado deste conceito mostra-se indissociável dos contextos políticos, culturais e emocionais em meio aos quais os discursos de segurança emergem. / [en] This thesis seeks to analyze the ways through which issues related to the environment, especially climate change, interact with local conceptualizations of security in communities which are severely threatened by these problems and, at the same time, profoundly excluded from security studies debates. Within International Security Studies (ISS), the climate crisis persists in being analyzed through state-centered, militarized and us x others dynamics. When this is not the case, environmental challenges are placed within a human security logics, animated by a modern and liberal understanding of what is supposed to be secure and thus, disregarding the role of local understandings and needs. (Shani, 2017) By focusing on non-scientific security narratives, I expect to unveil the contingencies of the hegemonic discourses within ISS that, rather than being rational and based on an authentic description of reality, contribute to aggravating the security challenges faced by some individuals, such as the Marshallese. Animated by rational security discourses promoted by realist and strategist thinkers, during the Cold War, the Marshall Islands was turned into a testing ground for 67 thermonuclear weapons. The bombs - considered by security theorists and policy-makers both as a source of power and as a legitimate way to obtain security – vaporized islands, forced the permanent evacuation of entire communities, disrupted the Marshallese land-based matrilineal organization and their ancestral ties to their atolls. Nowadays, the Marshallese archipelago and its inhabitants are once again being challenged: not by the military security goals of superpowers, but by an unintended and depersonalized threat. Climate change is the latest form of intervention, being preceded by a long list of other colonial and violent practices. As a low-lying atoll nation, it is very likely that the Marshall Islands will become inhospitable until the middle of the century as a result of the deteriorating climate effects. For the islanders, it will represent an immeasurable loss of territorial, spiritual and cultural references. In relying on cases such as the Marshallese, I aim to explore what new meanings and rationalities of security can emerge, or become more prominent, in the face of the challenges brought on by climate change. With this aim, the ontological security theory is presented as an insightful framework for the analysis of these cases where, what seams at risk is not only a physical survival of states, individuals and ecosystems, but also the preservation of a stable social and material environment of action and a sense of biographical continuity. (Giddens, 1990) With this critical move, I seek to emphasize other ways of thinking and experiencing (in)security; thus, enlightening how the meaning of this concept is undissociated from the political, cultural and emotional contexts from which security discourses emerge.

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