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[en] BUILD THE WALL!: POLICYMAKING THROUGH AFFECT IN THE TRUMP ERA / [pt] CONSTRUA O MURO!: FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS ATRAVÉS DO AFETO NA ERA TRUMP

BRUNA BANDEIRA SOARES 29 January 2024 (has links)
[pt] A dissertação de mestrado busca explorar a proposta do ex-presidente dos Estados Unidos Donald J. Trump de construir uma barreira física ao longo de toda a fronteira sul durante os anos de sua campanha eleitoral e posterior presidência (2015 - 2020). Mais especificamente, busca-se questionar o papel desempenhado pelo muro fronteiriço, construído apenas parcialmente em termos físicos, mas amplamente fortificado em termos discursivos e simbólicos, considerando a retórica afetivamente carregada de Trump que narrou um cenário de crise existencial nos Estados Unidos, apelando para sentimentos de insegurança ontológica entre seu eleitorado. Enquanto o projeto para construir o muro físico na fronteira encontrava-se cheio de inconsistências e desafios técnicos, o muro simbólico evocado por Trump repetidamente através do discurso parecia desempenhar um papel mais abrangente que ia além da barreira física, tornando-se elemento central na agenda política de Trump ao longo toda a sua presidência no que diz respeito à política de imigração. Quais são, então, os caminhos possíveis para entender como e por que o muro resiste discursiva e politicamente, mesmo quando parece falhar na prática? Para esta tarefa, o trabalho de pesquisa emprega uma abordagem dupla, primeiro sugerindo pensar criticamente sobre os enquadramentos discursivos de Trump sobre o muro de fronteira por meio de uma abordagem lacaniana à segurança ontológica e, em segundo lugar, adotando um olhar mais atento ao contexto sócio-econômico ao qual o muro responde, e que permite que este ressoe tão amplamente através do discurso, explorando as experiências vividas pela parcela dos apoiadores de Trump que encontravam-se empobrecidos e muitas vezes raivosamente ressentidos sob décadas de hegemonia neoliberal progressista. / [en] This Master s dissertation seeks to explore former US president Donald J. Trump s proposal to build a physical barrier along the entire Southern border throughout the years of his campaign and presidency (2015 - 2020). More specifically, it seeks to question the role played by the border wall, built only partially in physical terms but extensively fortified in discursive and symbolic ones, considering Trump’s affectively charged rhetoric which narrated a scenario of existential crisis in America, appealing to feelings of ontological insecurity among his constituency. While the project to construct the physical border wall itself was filled with inconsistencies and technical challenges, the symbolic wall evoked by Trump repeatedly through discourse seemed to play an overarching role which went beyond the physical barrier, and was a core element in Trump’s political agenda throughout his entire presidency wherever immigration policy was concerned. What, then, are the possible pathways for understanding how and why the wall withstands discursively and politically even as it seems to fail practically? For this task, this work of research employs a two-fold approach by first suggesting thinking about Trump s discursive framings of the border wall critically through a Lacanian approach to ontological security and, secondly, by arguing for a more attentive look towards the social and economic contexts to which the symbolic wall responds and which enables it to resonate so widely through discourse, exploring the lived experiences of impoverished and often angrily resentful Trump supporters under decades of progressive-neoliberal hegemony.
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[en] THIRTEEN STEPS TO JUDGMENT DAY: THE STRATEGIC FLEXIBILITY AND THE NEW ERA OF U.S.-RUSSIAN NUCLEAR DISARMAMENT (2000 - 2005) / [pt] TREZE PASSOS PARA O JUÍZO FINAL: A FLEXIBILIDADE ESTRATÉGICA E A NOVA ERA DO DESARMAMENTO NUCLEAR DOS EUA E DA RÚSSIA (2000-2005)

DIEGO SANTOS VIEIRA DE JESUS 13 April 2010 (has links)
[pt] A partir da interação da perspectiva analítica dos jogos de níveis com o Modelo da Política Burocrática e a abordagem neo-institucionalista sobre idéias, o objetivo desta tese é explicar por que os EUA e a Rússia decidiram não cumprir total e efetivamente o plano de ação de 13 pontos práticos sobre desarmamento nuclear, estabelecido na Conferência de Revisão do Tratado de Não-Proliferação Nuclear em 2000. A hipótese indica que as mudanças das decisões político-estratégicas de grandes potências atômicas quanto à cooperação internacional na área de controle de armas e desarmamento nucleares foram causadas pelas alterações das preferências dos membros do Executivo para um maior papel dos sistemas ofensivos nucleares e defensivos na política de segurança, o uso de instrumentos mais flexíveis para a administração dos recursos de violência e a possibilidade de utilização das armas atômicas em campos de batalha. Tais transformações ocorreram em face da interação entre a possibilidade de reversão da cooperação com potências atômicas tradicionais e o fortalecimento de Estados-pária e organizações terroristas no nível internacional e a necessidade de atender às preferências da maioria do Legislativo e dos grupos de interesse em relação à política de segurança no nível doméstico. Elas também resultam das mudanças da ocupação dos principais cargos voltados para a formulação das políticas externa e de segurança, cujas competências são distribuídas pelas instituições domésticas. A alteração das crenças dos principais atores políticos - maiores assertividade e conservadorismo nas idéias - dificultou a cooperação internacional quanto aos passos do plano de ação. / [en] In the light of the interaction of the perspective of two-level games with the model of bureaucratic politics and the neo-institutionalist perspective on ideas, the main purpose of this research is to explain why the U.S. and Russia decided not to comply fully and effectively with the action plan of 13 practical steps on nuclear disarmament, agreed at the Review Conference of the Non-Proliferation Treaty in 2000. The hypothesis indicates that changes of political and strategic decisions of major nuclear powers in relation to international cooperation in the area of arms control and nuclear disarmament were motivated by changes of the preferences of members of the Executive for a greater role of nuclear offensive arms and defensive systems in security policy, the use of more flexible instruments for managing violence and the possible use of nuclear weapons on the battlefield. Such changes occur in the light of the interaction between the possibility of reversion of cooperation with traditional nuclear powers and the strengthening of rogue states and terrorist organizations at the international level and the need to meet the preferences of Legislature majority and interest groups on strategic security issues at the domestic level. It is also necessary to consider changes in the occupation of key positions in foreign and security policy formulation. Those powers are distributed by domestic institutions. Changes in the beliefs of the main political actors - with more assertive and conservative ideas - hampered international cooperation on the steps of the action plan.
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[en] JACKSON POLLOCK: DAEDALUS S WAY / [pt] JACKSON POLLOCK: O PERCURSO DE DÉDALO

KADIANA MENDES DE MEDEIROS RAPOSO 14 March 2011 (has links)
[pt] A obra pictórica de Jackson Pollock está geralmente associada à invenção do all over e das drip paintings na segunda metade da década de quarenta em Nova Iorque. De fato, tal é o momento de maestria da força poética de Pollock que, depois de anos de insistente busca da sua verdade, finalmente dá o salto que irá repotencializar toda a aventura plástica moderna, que naquele momento vivia um impasse. Esta dissertação propõe repensar o estudo da pintura de Pollock, seguindo pari passu o desenvolvimento do artista, desde o início nos anos trinta até as black paintings, último grande momento, buscando ver o que está sendo dito na obra e também o seu silêncio. O que torna-se realmente estimulante tendo-se em vista a musicalidade latente das pinturas. A pintura de Pollock deixa-se apresentar como um todo complexo, e à primeira vista contraditório, sobretudo pela diferença que marcam as fases de sua carreira. Entretanto, e aqui concentrou-se o meu esforço, visualizamos por entre o convulsivo das linhas labirinto, uma coerência na busca essencial do artista, qual seja, dar ritmo e vida à pintura. No caso de Pollock, isso tem um peso excepcional, uma vez que diz respeito a aspectos fundamentais da linguagem pictórica moderna. Jackson Pollock faz a maxima afirmação da pintura moderna no pós-guerra, e paradoxalmente, assinala um impasse que sua própria radicalidade acabou por gerar. / [en] Jackson Pollock’s paintings are usually associated with the all over and drip paintings’ inventions during the mid-forties in New York. In fact, that’s the moment where his genius came to the most exciting period of his career. After years of struggling within, he finally “broke the ice” and started to reevaluate the plastic modern adventure. This dissertation is about Pollock’s paths, since the beginnings of the thirties until the black paintings, his last big period. At first, Pollock’s work seems complex and very contradictory, however, and that’s my point, if we see through this labyrinth a very coherent line lies underneath the appearance, in search for life and rhytms to his paintings. In Pollock’s case, it gains a special flavour for it deals with fundamental aspects of the modern alphabet. Jackson Pollock makes an assertion of the painting and paradoxically reveals an impasse that his own radical art generated.
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[pt] AS RELAÇÕES ENTRE ESTADOS UNIDOS E CUBA NO PRIMEIRO MANDATO DE BILL CLINTON: A INFLUÊNCIA DA COMUNIDADE CUBANO-AMERICANA / [en] THE UNITED STATES-CUBA RELATIONS IN THE FIRST ADMINISTRATION OF BILL CLINTON: THE INFLUENCE OF THE CUBAN-AMERICFAN COMUNITY

LAURO PARENTE RODRIGUES DE ALMEIDA 28 June 2002 (has links)
[pt] Esta dissertação tem como foco principal a investigação das variáveis domésticas que contribuíram para conformar a política externa dos Estados Unidos em relação a Cuba no primeiro mandato do presidente Bill Clinton, entre os anos de 1993 e 1996. O argumento apresentado aqui é que a continuidade do padrão de hostilidades que caracterizou o relacionamento entre Washington e Havana durante os anos da guerra fria se deveu, principalmente, à mobilização política de uma influente parcela da comunidade cubano- americana. Este segmento, que está concentrado em sua maior parte no estado da Flórida, soube aproveitar o acesso que o sistema americano garante aos grupos que visam a influenciar as políticas públicas naquele país. Por meio de uma análise que combina a observação da ação política dos atores sociais envolvidos com a questão cubana nos Estados Unidos e dos mecanismos institucionais que os traduzem em estímulos para a formulação da política externa americana, este trabalho procura estabelecer a relação entre dinâmica política doméstica e a diplomacia dos Estados Unidos para Cuba. / [en] This dissertation has its focus in the investigation of the domestic variables that contributed to shape the american foreign policy towards Cuba in the first term of Cintons administration, from 1993 to 1996. The argument presented here is that the continuity of the animosity pattern that distinguished the relationship between Washington and Havana during the Cold War, is due to the political mobilization of a powerful portion of the cuban-american community. That segment, wich its major part is established in Florida, knew how to deal with the opportunities that the american political system grant to social groups that try to influence the policy-making process in the United States. This analysis combines the observation of the political action of social agents involved with the cuban politcs and the institutional machinery that translates it into stimuli to the american policy-making process, and try to establish the relation between the domestic policy and the american diplomacy to Cuba.
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[pt] SOBREVIVENDO AO TESTE DO TEMPO: INTERPRETAÇÕES DA HISTÓRIA EM SID MEIER S CIVILIZATION / [en] TO STAND THE TEST OF TIME: INTERPRETATIONS OF HISTORY IN SID MEIER S CIVILIZATION

MARCO DE ALMEIDA FORNACIARI 11 November 2021 (has links)
[pt] Esta pesquisa se propõe a analisar as formas através das quais a franquia de videogames Sid Meier s Civilization (1991-) lida com a História. Trabalhando com referenciais do campo dos game studies em perspectiva interdisciplinar, tentei construir uma compreensão da História encontrada nos jogos, concentrada, principalmente, em permanências identificáveis ao longo de seus 30 anos de existência. Meus três principais objetivos foram: propor a compreensão dos jogos da franquia como histórias – isto é, como obras que apresentam teses acerca da experiência humana em perspectiva diacrônica; questionar abordagens que limitam a interpretação desses jogos à sua natureza enquanto obras especificamente estadunidenses; e posicioná-los como herdeiros de uma tradição de pensamento histórico que remonta pelo menos ao Iluminismo. / [en] This research aims to analyze the ways through which the Sid Meier s Civilization videogame franchise deals with History. Drawing from the field of game studies in an interdisciplinary manner, I have tried to build an understanding of the History found in the games, focusing mainly in constants found throughout it s 30 years of existence. My three main objectives were: to propose the understanding of the franchise s titles as histories – that is, as works that present theses about the human experience in diachronic perspective; to question approaches that limit the interpretation of these games to their nature as specifically U.S. American works; and to position them as heirs to a tradition of historical thinking that goes back at least to the Enlightenment.
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[en] DO MANDATORY DIVIDEND RULES PROTECT MINORITY SHAREDHOLDERS? / [pt] LEIS DE DIVIDENDO MÍNIMO OBRIGATÓRIO PROTEGEM ACIONISTAS MINORITÁRIOS?

THEO COTRIM MARTINS 15 September 2010 (has links)
[pt] Este trabalho mostra que as regras brasileiras de dividendos mínimos fazem com que a distribuição de proventos no Brasil seja alta relativamente aos Estados Unidos, apesar da fraca proteção oferecida pela lei das S.A. aos acionistas minoritários no Brasil. Ainda assim, subterfúgios legais permitem que 42% de uma ampla amostra de empresas não financeiras com ações listadas na Bovespa distribuem menos dividendos do que o previsto em estatuto. Tal retenção de ganhos poderia ser benéfica aos acionistas, visto que garante financiamento a novos projetos. Entretanto, dados de investimentos das empresas listadas na Bovespa mostram que este não parece ser o caso: à exceção de períodos com forte restrição ao crédito, a regra brasileira de dividendos mínimos protege os acionistas minoritários sem prejudicar a capacidade das firmas financiarem oportunidades de investimento. / [en] This paper shows that Brazil s mandatory dividend rules partly explain why its average dividend yield is higher than in the U.S. And yet, several Brazilian firms bypass the mandatory dividend rules. We show that 42% of a broad sample of nonfinancial firms with shares listed at Bovespa use legal loopholes to pay fewer dividends than the amount that their statutes call for. The data suggest that the main reason for these firms to bypass the dividend rules is not to ensure financing for new projects. Instead, lower dividend payments seem to pave the way for the controlling shareholders to dilute the cash-flow rights of minority shareholders. Thus, short of credit crunch, the Brazilian mandatory dividend rules do protect minority shareholders, without making harder for firms to finance investment opportunities.
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[en] ELUDING SECURITY: THE UNITED STATES FOREIGN POLICY AND THE PERSISTENCE OF WARS ON TERRORS / [pt] ESCAPANDO (D)A SEGURANÇA: A POLÍTICA EXTERNA DOS ESTADOS UNIDOS E A PERSISTÊNCIA DE GUERRAS AOS TERRORES

YESA PORTELA ORMOND 22 August 2024 (has links)
[pt] Esta dissertação tem como ponto de partida a pergunta: O que proporciona à Guerra ao Terror uma narrativa persistente que continua a influenciar os termos da política externa dos Estados Unidos ao longo do século XXI? Em relação ao problema de pesquisa, elabora-se um duplo argumento: o primeiro é o de que a Guerra ao Terror é uma figura opaca e borrada na política externa dos Estados Unidos; uma estrutura com um centro que não tem um local natural e que continua sendo (re)preenchida, (re)escrita e (re)significada; um terreno sem fundamento; um espectro-a-vir que assombra e escapa das categorias de política externa e segurança dos EUA. A partir deste argumento, insisto que esta figura opaca e borrada se beneficia de imagens de inimigos cujos rostos, características e territórios são apenas provisoriamente identificados. Mais que isso, insisto que essasituação é facilitada pela impossibilidade de definir definitivamente o que significam e são terror e terroristas; e do entrelaçamento desses significantes– i.e., destes espectros – ao longo da história dos EUA, com aqueles dos povos Indígenas, da população negra escravizada, dos servos brancos pobres (irlandeses, escoceses, alemães), das sufragistas, dos imigrantes latinos, dos traficantes de drogas, dos muçulmanos, dos árabes, dos antifascistas, dos supremacistas brancos, e assim por diante. Em segundo lugar, argumento que a Guerra ao Terror dos Estados Unidos tem escapado (d)a segurança não apenas porque o terrorismo e os terroristas são elusivos, mas também porque a noção de segurança, em si, é elusiva na política externa dos EUA. Desse modo, nesta tese proponho que a ideia de Guerra ao Terror seja deslocada e que falemos, ainda que provisoriamente, em Guerras aos Terrores – Guerras aos Terrores estas que indefinidamente escampam (d)a segurança dos Estados Unidos. Para ilustrar esse argumento conto com a ajuda da leitura desconstrucionista Derridiana, associada às contribuições de Reinhart Koselleck. Assim, realizo uma análise voltada para a política externa dos Estados Unidos e para o modo como Guerras aos Terroressão travadas contra múltiplos foras(teiros) constitutivos dos Estados Unidos. Nesse sentido, meu olhar se direciona, ainda que não exclusivamente, às Guerras aos Terrores do século XXI – mais especificamente às imagens de árabes, pessoas do Oriente Médio e muçulmanos como essencialmente terroristas; de imigrantes, requerentes de asilo e refugiados como terroristas em construção; e para o entrelaçamento de antifascistas e adeptos da supremacia branca como terroristas domésticos. Realizada essa extensiva análise, sugiro, em primeiro lugar, a importância de interpretar interpretações mais do que interpretar coisas e de, assim, não tomar abstrações como certas, senão como produtivas e violentas. Em segundo lugar, sugiro que (in)segurança, terrorismo e terroristas são foras(teiros) constitutivos das Guerras aos Terrores e que, por isso, há impossibilidade de encerramento deste persistente e elusivo cenário sem que os Estados Unidos também tenham seus fundamentos – apenas aparentemente bem fundamentados– abalados. / [en] The starting point of this dissertation lies in the question: What is it about the War on Terror that provides a persistent narrative that remains structuring the terms of the U.S. foreign policy during the 21st century? Regarding this research problem, a twofold argument is formulated: First, I argue that the War on Terror is an opaque, blurred figure in the U.S. foreign policy; a structure with a center that has no natural site and that keeps being re-fulfilled, re-written and re-signified; a groundless ground; a specter-to-come that haunts and eludes US foreign policy and security. I insist that this opaque, blurred figure benefits from the images of enemies whose faces, characteristics, and territories are only provisionally identified; from the impossibility of indefinitely defining what terror and terrorists mean and are; and from the entanglement of these signifiers – i.e., these specters –, over the U.S. history, with those of Indigenous Peoples, the Black enslaved population, the poor white servants (Irish, Scottish, Germans), Suffragists, Latin immigrants, drug dealers, Muslims, Arabs, antifascists, white supremacists, and so on. Second, I argue that the U.S. War on Terror has been eluding security not only because terrorism and terrorists are elusive, but because security is, itself, elusive. This way, this dissertation proposes that instead of a War on Terror, we must, even if provisionally, refer to Wars on Terrors that have been eluding U.S. security. To illustrate this argument, I undertake an extensive analysis of the U.S. Wars on Terrors, with help of the Derridean deconstructive reading, associated with the contributions of Reinhart Koselleck. This way, I pay special attention to the U.S. foreign policy and to how its Wars on Terrors have been continuously waged against multiple constitutive outside(r)s of the USA. Also, I direct special –but not exclusive – focus to the Wars on Terrors of the 21st century and to the images of Arabs, Middle Easterners, and Muslims as essentially terrorists; im/migrants, asylum seekers, and refugees as ‘terrorists in the making’; and the entanglement of “antifascists and white supremacists as domestic terrorists. After this extensive work, I make two suggestions: first, I insist on the importance of interpreting interpretations more than we interpret things and that instead taking abstractions for granted we must be attentive to how they are both productive and violent. Second, I suggest that (in)security, terrorism, and terrorists are constitutive outside(r)s of the U.S. Wars on Terrors, and that, in so being, closure of this persistent, elusive scenario becomes impossible without shaking the apparently well built, tenacious grounds of the United States itself.
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[en] EXCEPTIONAL ORDER: THE EFFECTS OF AMERICAN EXCEPTIONALISM ON THE RELATIONSHIP BETWEEN THE UNITED STATES AND INTERNATIONAL LAW / [pt] ORDEM EXCEPCIONAL: OS EFEITOS DO EXCEPCIONALISMO ESTADUNIDENSE NA RELAÇÃO ENTRE OS OS ESTADOS UNIDOS E O DIREITO INTERNACION

MYLENA SILVA LUCCIOLA GUEDES 11 April 2024 (has links)
[pt] O conceito de excepcionalismo americano permeou a história dos EUA e criou uma imagem de um país com um sistema e uma sociedade democráticos superior, capaz de promover a democracia, os direitos humanos e o Estado de Direito em nível nacional e internacional. Essa ideia legitimou a liderança dos EUA na construção de uma ordem liberal internacional. A ascensão ao poder do Presidente Donald Trump e a atual crise da ordem global contribuíram para questionar essa ideia e seus pressupostos. Esta dissertação tem dois objetivos principais: em primeiro lugar, discutir o conceito de excepcionalismo americano e, em segundo lugar, analisar como o conceito de excepcionalismo americano afeta a relação entre os Estados Unidos e o Direito Internacional. Será argumentado que o excepcionalismo pode ser definido como um conceito e analisado com as lentes teóricas e metodológicas da História Conceitual. Sem um significado definitivo, o excepcionalismo americano é composto de diferentes interpretações que variam de acordo com o contexto em que o autor se situa. Ainda assim, sua importância na história e na identidade americanas é inquestionável, tornando necessário levar em conta o excepcionalismo ao tentar entender as ações dos Estados Unidos. Para analisar a relação entre o excepcionalismo americano e o Direito Internacional, a dissertação se envolverá com a literatura sobre a Ordem Liberal Internacional, a hegemonia dos EUA e o multilateralismo. Além disso, será perguntado se a ascensão de Donald Trump pode ser considerada uma ruptura em duas tradições americanas: a relação dos Estados Unidos com o Direito Internacional e o uso político do excepcionalismo. Argumenta-se que, apesar de se distanciar claramente da tradição excepcionalista, Trump não se desviou da tradição do Direito Internacional como é comumente percebido. Essa percepção é derivada de seus discursos radicais, de sua personalidade estrondosa e de seus vínculos com a extrema direita, mas não se traduz na maioria de suas políticas. / [en] The concept of American exceptionalism has permeated U.S. history and created an image of a country with better democratic system and society, able to promote domestically and internationally the democracy, human rights and the rule of law. This idea has legitimatized U.S. leadership in the construction of a liberal international order. The rise to power of President Donald Trump and the current crisis of the global order have contributed to question this idea and assumptions. This dissertation has two main aims, firstly, to discuss the concept of American exceptionalism, and secondly to analyse how the concept of American exceptionalism affects the relationship between the United States and International Law. It will be argued that exceptionalism can be defined as a concept and analysed with the theoretical and methodological lenses of Conceptual History. With no definitive meaning, American exceptionalism is made of different interpretations that vary across the context the author was situated in. Still, its importance in American history and identity is unquestionable, making it necessary to take exceptionalism into account when trying to understand the United States actions. In order to analyse the relation of American exceptionalism and International Law, the dissertation will engage with the literature of International Liberal Order, U.S. hegemony and multilateralism. Furthermore, it will inquire if the rise of Donald Trump can be considered a rupture in two American traditions: the United States relationship with International Law and the political use of exceptionalism. It is argued that, although clearly distancing himself from the exceptionalist tradition, Trump did not deviate from International Law tradition as it is commonly perceived. This perception is derived from his radical speeches, loud personna and ties to the Far-Right, but do not translate into most of his policies.
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[pt] ESCRAVIDÃO MODERNA, COMÉRCIO E GEOPOLÍTICA: A DISPUTA CHINA X ESTADOS UNIDOS, O TRABALHO ESCRAVO E A CARNE BOVINA BRASILEIRA NO MERCADO INTERNACIONAL / [en] MODERN SLAVERY, TRADE AND GEOPOLITICS: THE CHINA-UNITED STATES CONTEST, SLAVE LABOUR AND BRAZILIAN BEEF ON THE INTERNATIONAL MARKET

ALEXANDRE MATA TORTORIELLO 20 August 2024 (has links)
[pt] Esta dissertação tem como objetivo examinar a relação entre denúncias de trabalho análogo à escravidão na cadeia da carne bovina brasileira e o acesso do produto nacional a mercados externos. Para tal, se faz necessário entender o atual momento histórico de transição nas Relações Internacionais, sobretudo nos aspectos comerciais e políticos. A partir de revisão bibliográfica e análise de dados, o trabalho explora a dinâmica e possíveis consequências da disputa geopolítica entre China e Estados Unidos para o mundo, o comércio e a carne bovina brasileira. Num segundo momento, a dissertação analisa o acesso do produto nacional a mercados específicos na Europa e à China. Em diferentes países, sobretudo naqueles com regras mais rígidas em relação à exploração da mão de obra e do meio ambiente, observa-se uma crescente redução da participação de mercado da carne bovina brasileira. O trabalho apresenta ainda uma discussão sobre a falta de padronização internacional de leis relativas à exploração de trabalhadores e como essa questão pode afetar a competitividade no mercado global. / [en] This dissertation aims to analyse the relation between reports of modern slavery in the Brazilian beef supply chain and access of the national product to overseas markets. This analysis requires the understanding of the current historical transitional moment in International Relations, particularly in commercial and political aspects. This work relies on a literature review and data analysis. It examines the dynamics and possible consequences of the China-United States geopolitical conflict to the world, to international trade and to Brazil’s beef exports. Secondly, the research investigates the access of the national product to specific markets in Europe and China. In different countries, specifically those with stricter rules regarding labour and environment exploitation, one notes a continuing decrease of the Brazilian beef market share. The work also presents a brief discussion on the lack of legal international standards regarding labour-force exploitation and how this issue can affect competitiveness in the global market
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[pt] A AMEAÇA IRANIANA EM XEQUE: UMA LEITURA PÓS-COLONIAL SOBRE O IRÃ / [en] THE IRANIAN THREAT IN CHECK: A POSTCOLONIAL READING ABOUT IRAN

TAMIRES MARIA ALVES 26 November 2021 (has links)
[pt] Este trabalho procura entender o que levou o Irã a passar de um papel de aliado ao de um inimigo dos Estados Unidos. Busca compreender como as hostilidades que passaram a existir somente entre Irã e Estados Unidos foram produzidas como uma ameaça para toda comunidade internacional. Na medida em que os Estados Unidos desempenham um papel de liderança nesta, um país que representa uma ameaça para os Estados Unidos passa a representar uma ameaça pública. O nacionalismo político Islâmico será apresentado como uma forma de resistência à lógica da modernidade. O ponto de ruptura entre estas nações ocorreu, segundo a visão norte-americana, no ano de 1979 com a chamada Revolução Iraniana – e, por conseguinte, com o sequestro da embaixada americana no Irã-, em contrapartida o momento de ruptura desta relação na visão iraniana se deu em 1953 com o Golpe de Estado que depôs o Primeiro-Ministro Muhammad Mossadeq. Também deve se levar em consideração que essa caracterização de um país como um todo, ou seja, sua política, religião, seus programas de desenvolvimento, etc como ameaçadores são um processo construtivo de valores. Este trabalho tenta desnaturalizar essa imagem ameaçadora que o Irã tem na comunidade internacional, que, cria as condições de possibilidade para práticas violentas dirigidas a esse Estado. Para isso, será utilizada a teoria pós-colonial, uma vez que os autores pós-coloniais acreditam que a dominação econômica do Ocidente sobre o Oriente, viabilizada principalmente pelo colonialismo, foi capaz de abarcar também a dominação cultural destes povos. / [en] This work seeks to understand what led Iran to move from a role of an ally to an enemy of the United States. Seeks to understand how the hostilities which now exist only between Iran and the United States were produced as a threat to all international community. To the extent that the United States play a leading role in this, a country that is a threat to the United States happens to represent a public menace. The Islamic political nationalism will be presented as a form of resistance to the logic of modernity. The breaking point occurred between these nations, according to the American view, in 1979 with the so-called Iranian Revolution - and therefore with the kidnapping of the American embassy in Iran , in return the time to break this relationship in Iranian view was in 1953 with the coup d état that deposed Prime Minister Muhammad Mossadeq. Should also take into consideration that this characterization of a country as a whole, their politics, religion, development programs, etc as threatening is a process of constructive values. This paper attempts to denaturalize this image "threatening" Iran has in the international community, which creates the conditions of possibility for violent actions directed to that State. This will be used to post-colonial theory, since postcolonial authors believe that the economic dominance of the West over the East, made possible mainly by colonialism, was able to encompass also the cultural domination of these peoples.

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