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Experiência e política no pensamento de Michel Foucault

Galantin, Daniel Verginelli January 2017 (has links)
Orientador: Prof. Dr. André de Macedo Duarte / Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 04/10/2017 / Inclui referências / Resumo: Nesta tese fazemos um amplo percurso que cruza distintos momentos do pensamento foucaultiano, tendo como recorte a articulação entre experiência e política. Ainda que a noção de experiência não seja um tema reiterado literalmente em todos os momentos do pensamento foucaultiano, mostramos como em torno a ela parecem articular-se algumas de suas considerações e temas fundamentais. Para compreendermos essas considerações, faz-se necessário investigar a apropriação foucaultiana dos pensamentos de Georges Bataille e Maurice Blanchot. Assim, mostramos inicialmente como a noção de ausência de obra, em diálogo com Blanchot, é usada para indicar um pensamento que rompe com o círculo antropológico. Em seguida, investigamos o artigo de Foucault sobre Bataille, de 1963, para mostrar como nele estão presentes elementos que formam uma noção de experiência e de transgressão que diz respeito a um pensamento que pensaria o ser do limite, e que estabelece uma relação não fundacional com a finitude. Defendemos que esse desenvolvimento foi incorporado por Foucault no papel da filosofia como diagnóstico do presente, assim como em sua relação com a história. Em seguida mostramos como, embora na década de 1970 haja um deslocamento do pensamento foucaultiano em direção a uma análise mais minuciosa das relações de poder, o procedimento genealógico incorpora, por termos análogos, a mesma capacidade de abalo de uma ordem discursivo-política que fora destacado no pensamento sobre o ser da linguagem moderna. Posteriormente, mostramos como, em 1978, com o deslocamento de sua abordagem das relações de poder para o plano da governamentalidade, e oínicio de um conjunto de considerações sobre a crítica, a noção de experiência é novamentetrazida à tona quando Foucault pensa seu próprio pensamento. Contudo, é seu viés ético-político que ganha destaque, ao mesmo tempo em que a temática da relação entre crítica e limites é posta novamente. Ao definir a atitude crítica como prática de desassujeitamento, e a espiritualidade segundo a experiência batailliana, Foucault traça evidentes vínculos entre crítica, experiência e espiritualidade. Finalmente, mostramos como essas considerações se desenvolvem, tanto nos trabalhos derradeiros sobre a crítica, quanto em A coragem da verdade. Defendemos que os temas do mundo outro e da vida outra no cinismo dizem respeito a uma alteridade imanente que deve ser pensada nos termos de uma alteração, e que seria o sentido principal da noção foucaultiana de experiência. Palavras-chave: Experiência; política; ética; Foucault; Bataille; Blanchot / Résumé: Dans cette thèse on propose un parcours qui entrecroise des distincts moments de la pensée de Foucault, en ayant comme guide l?articulation entre expérience et politique. Bien que la notion d?expérience ne soit pas un thème repris exaustivement dans la pensée foucauldienne, autour d?elle s?articulent quelques unes de ses considérations fondamentales. Pour comprendre ces considérations, il faut examiner l?appropriation des pensées de Georges Bataille et de Maurice Blanchot par Foucault. Donc, au début on montre que la notion d?absence d?oeuvre, en dialogue avec Blanchot, est utilisée pour indiquer une pensée qui rompt avec le cèrcle anthropologique. Après, on examine l?article de Foucault sur Bataille, de 1963, pour montrer comment on y trouve des elements qui forment une notion d?expérience et de transgression rapportées à une pensée qui penserait l?être et la limite, et qui établit un rapport non fondational avec la finitude. Nous défendons que ce développement a été incorporé par Foucault dans ses considérations sur le rôle de la philosophie en tant que diagnostique du présent, aussi que dans son rapport à l?histoire. En suite on montre que, même si dans la décennie de 1970 il y a un déplacement de la pensée de Foucault vers une analyse plus minutieuse des rapports de pouvoir, la procédure généalogique incorpore, par des termes analogues, la même capacité de troubler un ordre discoursif-politique tel comme les écrits sur l?être du langage moderne avaient souligné. Aprés, on montre comment, en 1978, suivant le déplacement de l?approche do pouvoir vers la gouvernementalité, et le débout d?une série de considérations sur la critique, la notion d?expérience est, une autre fois, reprise lorsque Foucault pense sa propre pensée. Cependant, c?est son côté éthique-politique qui est souligné, en même temps que la thématique du rapport entre cririque et limites est reprise. En définissant la critique comme une pratique de désassujetissement, et la spiritualité selon l?expérience bataillienne, Foucault fait des evidentes liens entre critique, expérience et spiritualité. Finalement, on montre comment ces considérations se développent, tant dans les derniers écrits sur la critique, quant dans Le courage de la vérité. On défend que les thèmes cyniques du monde autre et de la vie autre font référence à une altérité imanente, qui doit être pensée dans le termes d?une altération, et qui serait le principal sens de la notion foucauldienne d?expérience. Mots-clés: Expérience; politique; éthique; Foucault; Bataille; Blanchot
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Configuring crisis : writing, madness, and the middle voice

Katz, Yael 11 1900 (has links)
By investigating the discursive rules of hermeneutics and diagnosis, this study seeks to problematize particular presuppositions—most notably the presupposition of sense—of the modern disciplinary hermeneutic context. Following Barthes's consideration of the Greek modus of the middle voice as a useful notion in conceptualizing the modern scene of writing, the study advances itself toward conceptualizing a configuration of the modern reading scene in its middle-voiced permutation. In such a scene, the moment a reading attempts to read itself from without its parameters, it arrives at a spatial and temporal crisis (from the Greek krin-ein; to decide) between its action and the place (of not sense and not not sense) which exceeds the parameters delimiting the action of reading itself, but which nevertheless conditions its possibility. The grammar of this crisis is the middle voice; its condition, in the context of this study, is configured as madness. Madness is thus configured as a function of interrogation, reading and diagnosis. At the nucleus of the modem reading scene itself, this thesis opens with an introduction of the terms middle voice, crisis and madness, and then offers a consideration of three permutations of reading: Chapter Two, Chapter Three and the space between. Chapter Two considers a fictional representation of writing in the middle voice through a reading of Nabokov's Lolita, a text of fiction in the form of a "mad writer's" diary, whose historical reception has been marked by acts of appropriative censorship and clinical diagnosis. Chapter Three considers a permutation of the middlevoiced reading through a reading of Gertrude Stein's lectures on writing. This consideration is framed by fragments from the writing of Maurice Blanchot, connecting reading (as conceived by Stein) to madness, figuring the convergence of reading and madness in writing. The Interchapter, between chapters Two and Three, is an aporetic space entitled "Madness Itself." By allowing a brief and partial view of the modem clinical psychiatric setting, and by calling into question the parameters of the surrounding "chapters" themselves, this section seeks to perform, structurally and thematically, a moment of crisis recalling the middle voice.
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A interminabilidade e a incomunicabilidade da escrita: confluências entre Herberto Helder e Maurice Blanchot

Menezes, Roberto Bezerra de January 2012 (has links)
MENEZES, Roberto Bezerra de. A interminabilidade e a incomunicabilidade da escrita: confluências entre Herberto Helder e Maurice Blanchot. 2012. 98f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Letras, Fortaleza (CE), 2012. / Submitted by Márcia Araújo (marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2014-05-19T16:07:50Z No. of bitstreams: 1 2012_dis_rbmenezes.pdf: 822091 bytes, checksum: 58410749014cb549e859dff646308f7c (MD5) / Approved for entry into archive by Márcia Araújo(marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2014-05-19T17:16:25Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2012_dis_rbmenezes.pdf: 822091 bytes, checksum: 58410749014cb549e859dff646308f7c (MD5) / Made available in DSpace on 2014-05-19T17:16:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2012_dis_rbmenezes.pdf: 822091 bytes, checksum: 58410749014cb549e859dff646308f7c (MD5) Previous issue date: 2012 / O tema da criação literária percorre há muito a literatura, em especial a poesia. A valorização da escritura em detrimento do Humanismo e da História, ambos detentores de um saber teleológico, permite-nos hoje percebê-la por si e numa busca de si. Em nossa contemporaneidade, a noção de unidade não permanece em sua essência primária, o que nos permite pensar na idéia de fragmentação. Tencionamos apresentar uma leitura da poética de Herberto Helder atentando para as figurações da imagem do corpo e mostrar a relação entre criação literária, origem da voz poética e corporificação/fragmentação do discurso. Dedicaremos ainda parte de nossos escritos a elaborar uma reflexão sobre a leitura de poesia e sobre a situação da linguagem poética a partir de críticos pós-estruturalistas, mas sempre pensando o texto literário de Herberto Helder. Concentrar-nos-emos em alguns poemas da edição brasileira de Ou o poema contínuo. Fundamentamo-nos em concepções teórico-filosóficas de Maurice Blanchot, nas obras L’espace littéraire, La part du feu, L’entretien infini et Le livre à venir, por exemplo, e ainda levamos em conta leituras de Roland Barthes, Gilles Deleuze, Giorgio Agamben, Antoine Compagnon, Jacques Rancière e Leyla Perrone-Moisés.
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Configuring crisis : writing, madness, and the middle voice

Katz, Yael 11 1900 (has links)
By investigating the discursive rules of hermeneutics and diagnosis, this study seeks to problematize particular presuppositions—most notably the presupposition of sense—of the modern disciplinary hermeneutic context. Following Barthes's consideration of the Greek modus of the middle voice as a useful notion in conceptualizing the modern scene of writing, the study advances itself toward conceptualizing a configuration of the modern reading scene in its middle-voiced permutation. In such a scene, the moment a reading attempts to read itself from without its parameters, it arrives at a spatial and temporal crisis (from the Greek krin-ein; to decide) between its action and the place (of not sense and not not sense) which exceeds the parameters delimiting the action of reading itself, but which nevertheless conditions its possibility. The grammar of this crisis is the middle voice; its condition, in the context of this study, is configured as madness. Madness is thus configured as a function of interrogation, reading and diagnosis. At the nucleus of the modem reading scene itself, this thesis opens with an introduction of the terms middle voice, crisis and madness, and then offers a consideration of three permutations of reading: Chapter Two, Chapter Three and the space between. Chapter Two considers a fictional representation of writing in the middle voice through a reading of Nabokov's Lolita, a text of fiction in the form of a "mad writer's" diary, whose historical reception has been marked by acts of appropriative censorship and clinical diagnosis. Chapter Three considers a permutation of the middlevoiced reading through a reading of Gertrude Stein's lectures on writing. This consideration is framed by fragments from the writing of Maurice Blanchot, connecting reading (as conceived by Stein) to madness, figuring the convergence of reading and madness in writing. The Interchapter, between chapters Two and Three, is an aporetic space entitled "Madness Itself." By allowing a brief and partial view of the modem clinical psychiatric setting, and by calling into question the parameters of the surrounding "chapters" themselves, this section seeks to perform, structurally and thematically, a moment of crisis recalling the middle voice. / Arts, Faculty of / English, Department of / Graduate
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A Literatura de Hilda Hilst na perspectiva de Maurice Blanchot / La littérature de Hilda Hilst par Maurice Blanchot

Pimentel, Davi Andrade January 2009 (has links)
PIMENTEL, Davi Andrade. A Literatura de Hilda Hilst na perspectiva de Maurice Blanchot. 2009. 322 f. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Federal do Ceará, Departamento de Literatura, Programa de Pós-Graduação em Letras, Fortaleza-CE, 2009. / Submitted by Liliane oliveira (morena.liliane@hotmail.com) on 2012-06-25T15:27:01Z No. of bitstreams: 1 2009_DIS_DAPIMENTEL.pdf: 2005479 bytes, checksum: 5f704f5c33a4884ec9d76db5006a2f0a (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Josineide Góis(josineide@ufc.br) on 2012-06-28T12:56:39Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2009_DIS_DAPIMENTEL.pdf: 2005479 bytes, checksum: 5f704f5c33a4884ec9d76db5006a2f0a (MD5) / Made available in DSpace on 2012-06-28T12:56:39Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2009_DIS_DAPIMENTEL.pdf: 2005479 bytes, checksum: 5f704f5c33a4884ec9d76db5006a2f0a (MD5) Previous issue date: 2009 / Esta dissertação analisa os processos da escrita literária de oito obras em prosa da escritora Hilda Hilst – A obscena senhora D; Kadosh; Rútilos; Fluxo-Floema; Tu não te moves de ti; O caderno rosa de Lori Lamby; Com os meus olhos de cão e Estar Sendo. Ter Sido – a partir do pensamento do filósofo-teórico Maurice Blanchot sobre literatura, como, por exemplo: a fragmentação do discurso, a instabilidade da narrativa, a errância dos personagens, a não-verdade e o não-poder, decorrentes da impossibilidade da morte no texto literário. A ideia de literatura presente nesta dissertação refere-se à ideia de literatura como autossuficiente, uma literatura que se basta, que não precisa da relação mundo real – literatura – mundo real para existir. Desse modo, não fazemos nenhuma relação das obras hilstianas com a contemporaneidade em que foram publicadas, nem com a contemporaneidade atual desta dissertação. Ao abdicarmos do mundo prático em favor do mundo literário, pretendemos observar a arquitetura de escombros da linguagem hilstiana sem as implicações de fatores extraliterários, o que nos proporciona uma investigação mais depurada do texto literário.
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Cruel razão poética : um estudo sobre a escrita do neutro em Maurice Blanchot / The cruel poetic reason : a study of the writing of the neutral in Maurice Blanchot

Smanioto Macedo, Sheyla Cristina, 1990- 27 August 2018 (has links)
Orientador: Marcos Antonio Siscar / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem / Made available in DSpace on 2018-08-27T13:27:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SmaniotoMacedo_SheylaCristina_M.pdf: 1236721 bytes, checksum: e115db0fa0dd4d1c7365e06e80540dba (MD5) Previous issue date: 2015 / Resumo: A presente dissertação propõe-se a um estudo sobre a escrita do neutro em Maurice Blanchot. Começamos com a proposição do que seria uma possível poética do neutro, na introdução. No capítulo um, abordamos o neutro em sua relação com o dehors, a partir da História da loucura (1961) de Foucault e da leitura desta obra feita por Pélbart (1989). A preocupação é contextualizar o neutro para, no capítulo seguinte, trazê-lo em relação com as exigências da "cruel razão poética", abordada por Blanchot (1969) a partir da leitura de Artaud, aproximando as poéticas desses dois autores. Em seguida, no capítulo três, com o apoio de Dubreuil (2003), partiremos da análise de dois textos ¿ Thomas L'Obscur de Blanchot e "Carta à vidente" de Artaud ¿ a propósito da ideia de possessão, tal como esta encontra espaço em suas concepções sobre a criação poética. O objetivo é, depois de aproximar Artaud e Blanchot, situar onde a escrita deles é diferente, muito embora partam de questões semelhantes. Isto feito, tornamo-nos capazes de afirmar, com o auxílio do mito das sereias, a escrita do neutro como a articulação de uma "metalinguagem dramática" que permite a Blanchot, ao aproveitar-se das estruturas do pensamento mítico, realizar seu pensamento em um terreno provisório / Abstract: This dissertation proposes a study on the writing of the neutral in Maurice Blanchot. We start with the proposition of a possible poetic of the neutral. In chapter one, we approach the neutral by its relationship with the dehors from Madness and Civilization (Foucault, 1961) and the reading of this work done by Pelbart (1989). The concern is to contextualize the neutral and bring it in relation to the demands of the "cruel poetic reason", addressed by Blanchot (1969) from reading Artaud. Then, in chapter three, with the support of Dubreuil (2003), we will base the analysis of two texts - Thomas L'Obscur (Blanchot, 1950) and "Letter to the clairvoyant" (Artaud, 1929) - in connection with the idea of possession, as this finds room in their conceptions of poetic creation. The objective is, after approaching Artaud and Blanchot, place them where their writing is different, even though departing from similar issues. This done, we become able to claim, with the aid of the myth of mermaids, the writing of the neutral as the articulation of a "dramatic meta-language" that allows Blanchot to perform his own thinking on a temporary ground by availing the mythical thought structures / Mestrado / Teoria e Critica Literaria / Mestra em Teoria e História Literária

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