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Estudo do efeito da terapia de reposição hormonal no potencial evocado auditivo de mulheres na pós-menopausa

Oliveira, Taciana Sarmento Cardoso de 28 June 2012 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2012. Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2012-10-25T13:56:37Z No. of bitstreams: 1 2012_TacianaSarmentoCardosoOliveira.pdf: 1076358 bytes, checksum: 76f3083051be752ab0f420fa32892d6c (MD5) Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2012-10-29T10:12:57Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2012_TacianaSarmentoCardosoOliveira.pdf: 1076358 bytes, checksum: 76f3083051be752ab0f420fa32892d6c (MD5) Made available in DSpace on 2012-10-29T10:12:57Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2012_TacianaSarmentoCardosoOliveira.pdf: 1076358 bytes, checksum: 76f3083051be752ab0f420fa32892d6c (MD5) Introdução: No climatério, as mudanças no sistema auditivo têm sido atribuídas, em parte, aos baixos níveis de hormônio ovariano. Teoricamente, o estrógeno e, em menor escala, a progesterona, podem influenciar a função auditiva em diferentes níveis do sistema nervoso central (SNC) através da sua ação em receptores específicos existentes em vários órgãos e sistemas, incluindo a orelha interna. Há vários estudos que correlacionam as alterações da orelha interna com a ação de hormônios. Todavia, os resultados são controversos e contraditórios. Alguns estudos relatam efeitos positivos, outros, efeitos negativos ou nulos. Objetivo: Investigar a influência da terapia de reposição hormonal no potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE) em mulheres na pós-menopausa. Métodos: Trata-se de um estudo clínico prospectivo com 19 mulheres na pós-menopausa que utilizaram terapia de reposição hormonal (Grupo de Estudo - GE) e 25 mulheres na pós- menopausa que não utilizaram terapia de reposição hormonal ou placebo (Grupo Controle - GC), com idades entre 45 a 60 anos e limiar auditivo tonal maior ou igual a 25 dB nas frequências de 500 e 2.000 Hz, e até 40 dB nas frequências de 3.000 a 8.000 Hz. O PEATE foi avaliado antes e depois de três meses, em ambos os grupos. Foram comparadas as latências das ondas I, III, V, os interpicos I-III, III-V, I-V, as diferenças interaurais da onda V e do interpico I-V entre os dois grupos. Resultados: A média de idade não foi diferente entre os grupos (GE: 51,5 ± 0,7; GC: 52,9 ± 0,6). Não houve diferença significativa dos resultados entre os dois grupos (GE e GC) em termos das latências das ondas, interpicos ou diferenças interaurais (p>0,05), exceto em relação ao interpico III-V, que apresentou latências maiores no GC tanto no início quanto no final do estudo (p=0.003). Conclusão: Concluímos que a terapia de reposição hormonal oral combinada (acetato de noretisterona com estradiol) não modificou o PEATE de mulheres na pós-menopausa após três meses de uso contínuo. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT Introduction: In menopause, changes in the auditory system have been attributed in part to low levels of ovarian hormone. Estrogen and to a lesser extent, progesterone, can influence auditory function at different levels of the central nervous system (CNS) through its action on specific receptors in various organs and systems, including the inner ear. There are several studies that correlate changes in the inner ear with the action of hormones. However, the results of these studies are controversial and contradictory. Some reported positive effects, other, null or negative effects. Objective: To investigate the influence of hormone replacement therapy in modifying the auditory brainstem response (ABR) in postmenopausal women. Methods: This is a clinical prospective study with 19 postmenopausal women using hormone replacement therapy (study group – SG) and 25 postmenopausal women who did not use either hormone replacement treatment or placebo (control group – CG), with ages ranging from 45 to 60 years and pure-tone thresholds of 25 dB or better at frequencies between 500 and 2.000 Hz and of 40 dB or better at frequencies between 3.000 and 8.000 Hz. The auditory brainstem response was evaluated before and after three months in both groups. We compared the latencies of the waves I, III, V; the interpeak intervals I-III, III-V, I-V; interaural differences of wave V latency and interpeak interval I-V between the two groups. Results: The mean ages was not different between groups (SG: 51.5±0.7; CG: 52.9±0.6). There were no significant differences on the results between the two groups (SG and CG) in terms of the latencies of the waves, interpeak intervals or interaural differences (p>0.05), except for the interpeak III-V in the CG that showed longer latencies at the beginning and at the end of the study (p=0.003). Conclusion: We concluded that combined oral hormone replacement therapy (estradiol plus northisterone acetate) had no effect over scores of ABR after three months of continuous use in postmenopausal women.
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Eficácia da tibolona no tratamento de mulheres climatéricas pós-menopáusicas : ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado com placebo da tibolona durante um ano e estudo nao comparado da tibolona por dois anos

Wender, Maria Celeste Osório 1997 (has links)
Resumo não disponível
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Saúde física e mental de mulheres no climatério : análise sob o modelo de crenças em saúde

Cunha, Francisca Maria Aleudinelia Monte 17 December 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2018-10-05T23:21:46Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2008-12-17 Among the women's life phases, the climacterium is a reality in the households and it does not depend on social status, sex, creeds and religious beliefs. The vulgarization of the circumstances of the women health experienced along the history have seemed to contribute for the naturalization of this phenomenon, because although the official discourses and public policies proclaim the idea that women should break the silence of domination and subordination to the health services, the realness in the consecution of this process is a contradiction. This study had as objective to analyze the physical and mental health of climateric women assisted at Health Basic Unit based on the Health Belief Model; to verify closer to these women, the susceptibility of the problems related to physical and mental health; to identify the seriousness of alterations experienced and the actions carried out by the women in the climacterium; to analyze the benefits or barriers perceived by the women about the preventive practices in health. It is a descriptive research with qualitative approaching, developed with 25 climateric women in the period of December 2007 through February 2008, at Nucleo of Integrated Medical Attention - NAMI and at Center of Health of the Family Matos Dourado. For data collection it was used a semi-structured interview and free observation. The interview was recorded and held at a place offered by the service and the observations were registered in a camp journal. The results were grouped in four categories from the objectives and the proportions of the health belief model: physical and mental susceptibility to the disease; woman's perception for severity of complaints; benefits joined to overcome the complaints and the barriers to the complaints' confrontation. These categories were organized based on the content analysis and well-founded in the concepts of the Health Belief Model. The results evidenced that physical difficulties are related to the incapacity to deal with the domestics activities, pain in different body parts and hardness with the sexuality. The susceptibility also emerged with the possibility to always get sick. The women talked about their problems in many ways and looked for help to change the situation. The fear, the lack of support, the financial dependence, the shame, the motherhood and the culture aroused as perception of susceptibility and at the same time were identified as barriers by the women. The risk of death was the main factor perceived as severity. The family and friends support, the services and the protection of God were the benefits mentioned, configured as a confrontation manner. For them, the climacterium surpass the limits of physical nature, because it involved physical, psychological, emotional, economic and social suffering. In this research was observed that women are susceptible to disease, they keep a severity level with little expectation of improvement, even though they look for resources that improve the graveness of the disease. The benefits aroused as protection to minimize the barriers, these women searched for answers in the family support and in the sites of social support. Dentre as fases de vida da mulher, o climatério é uma realidade nos lares e independe de classe social, sexo, crenças e preceitos religiosos. A banalização de situações da saúde da mulher vivenciadas ao longo da história parece ter contribuído para a naturalização desse fenômeno, pois, apesar dos discursos oficiais e das políticas públicas preconizarem a noção de que as mulheres rompam o silêncio da dominação e da submissão aos serviços de saúde, a realidade na consecução desse processo é contraditória. Este estudo teve como objetivo analisar a saúde física e mental de mulheres no climatério atendidas na Unidade Básica de Saúde à luz do Modelo de Crenças em Saúde; verificar, junto a estas mulheres, a susceptibilidade dos problemas em relação à saúde física e mental; identificar a seriedade das alterações vivenciadas e as práticas realizadas por elas no climatério; analisar os benefícios ou barreiras percebidas pelas mulheres sobre as práticas preventivas em saúde. Trata-se de uma pesquisa descritiva com abordagem qualitativa desenvolvida com 25 sujeitos que estavam no climatério no período de dezembro de 2007 a fevereiro de 2008, no Núcleo de Atenção Médica Integrada - NAMI e no Centro de Saúde da Família Matos Dourado. Para a coleta de dados, foi empregadas a entrevista semi-estruturada e observação livre. A entrevista foi gravada e realizada no local disponibilizado pelo serviço e as observações registradas no diário de campo. Os resultados foram agrupados em quatro categorias com base nos objetivos e dimensões do modelo de crença em saúde: susceptibilidade física e mental à doença; percepção da mulher quanto à severidade das queixas; benefícios encontrados para superar as queixas e barreiras no enfrentamento das queixas. Essas categorias foram organizadas de acordo com análise de conteúdo e fundamentadas nos conceitos do Modelo de Crença em Saúde. Os resultados evidenciaram que as dificuldades físicas estão relacionadas com a incapacidade de lidar com os afazeres domésticos, dor em diferentes locais do corpo e dificuldades com a sexualidade. A susceptibilidade também emergiu na possibilidade e ficar sempre doente. As mulheres falaram de seus problemas de forma variada e procuraram ajuda para transformar a situação. O medo, a falta de apoio, a dependência financeira, a vergonha, a maternidade e a cultura surgiram como percepção da suscetibilidade e ao mesmo tempo foram identificados como barreiras pelas mulheres. O risco de morte foi o principal fator percebido como severidade. O apoio da família, de amigos, os serviços e a proteção de Deus foram os benefícios relatados, configurando-se como formas de enfrentamento. Para elas, o climatério ultrapassou os limites da natureza física, pois envolveu sofrimento físico, psicológico, emocional, econômico e social. Nesta pesquisa, foi observado que as mulheres são susceptíveis à doença, mantêm um nível de severidade com pouca expectativa de melhora, mas, mesmo assim, buscam recursos que beneficiem a situação de gravidade da doença. Os benefícios surgiram na forma de apoio, e para minimizar as barreiras, buscaram respostas no suporte familiar e nos locais de apoio social.
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Inquerito populacional domiciliar sobre o climaterio e a menopausa em mulheres do municipio de Campinas

Pedro, Adriana Orcesi, 1966- 1999 (has links)
Orientadores: Aarão Mendes Pinto Neto, Ellen Hardy Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas Made available in DSpace on 2018-07-25T10:38:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Pedro_AdrianaOrcesi_D.pdf: 1213225 bytes, checksum: 9ff41e82989a1850499025a7d3f72d81 (MD5) Previous issue date: 1999 Doutorado
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Sexualidade em mulheres entre 40 e 65 anos e com onze anos ou mais de escolaridade : estudo de base populacional Sexuality in women aged 40 to 65 years with or more of education : population based study

Fernandes, Ana Lucia Ribeiro Valadares 2007 (has links)
Orientador: Aarão Mendes Pinto-Neto, Delio Marques Conde Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas Made available in DSpace on 2018-08-10T01:32:05Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Fernandes_AnaLuciaRibeiroValadares_D.pdf: 906029 bytes, checksum: 11e5aaa84cce63b6482eb194df48b4a1 (MD5) Previous issue date: 2007 Resumo: Objetivos: Avaliar aspectos da sexualidade e seus fatores associados em mulheres de meia-idade, com 11 anos ou mais de escolaridade. Métodos: Estudo populacional de corte transversal, com questionário anônimo auto-respondido por 378 mulheres brasileiras residentes em Belo Horizonte, Minas Gerais, entre 40 e 65 anos, com 11 anos ou mais de escolaridade, no período de maio a setembro de 2005. o instrumento de avaliação baseou-se no Short Personal Experiences Questionnaire (SPEQ). O escore de sexualidade foi calculado através da análise multivariada de sete componentes: presença de fantasias sexuais, grau de desejo, freqüência de atividade sexual, satisfação nas atividades sexuais, freqüência de excitação, orgasmo e a autoclassificação da vida sexual. Considerou-se escore de sexualidade abaixo da mediana como sexualidade ruim e maior ou igual à mediana como sexualidade boa. Para se investigar os fatores associados, os dados foram analisados usando-se a análise bivariada, com aplicação dos testes qui-quadrado e exato de Fisher. Por último, a análise por regressão múltipla de Poisson foi realizada. A razão de prevalência (RP) e o respectivo intervalo de confiança de 95% (IC 95%) foram calculados. Resultados: 276 questionários foram avaliados e, destes, 219 mulheres relataram ter parceiro sexual. A mediana do escore de sexualidade foi 9,0 (variação: 2,45-13,77). A análise de regressão múltipla mostrou que a prevalência de escore de sexualidade abaixo da mediana foi maior nas mulheres com mais idade e naquelas com insônia. Ter parceiro sexual e sentir-se bem indicaram efeito protetor contra baixo escore de sexualidade. Em mulheres com parceiro sexual, a prevalência de escore abaixo da mediana foi maior nas que moravam com o parceiro, que estavam na transição menopausal ou na pós menopausa e nas hipertensas. Ter relações sexuais com penetração e satisfação com o parceiro como amante indicaram efeito protetor contra escore de sexualidade abaixo da mediana. Conclusões: Mulheres com mais idade e que relataram insônia tiveram maior chance de ter sexualidade ruim, enquanto as com parceiro sexual e que se sentiram bem tiveram maior probabilidade de apresentar sexualidade boa. No grupo de mulheres que tinham parceiro sexual, a sexualidade foi negativamente associada ao fato de residir com o parceiro, estar na transição menopausal ou pós-menopausa e ser hipertensa. A satisfação com o parceiro como amante e ter relações sexuais com penetração diminuíram a probabilidade de apresentar sexualidade baixa Abstract: Objectives: To evaluate aspects of sexuality and associated factors in middle aged women with 11 or more years of formal education. Methods: with living in Belo Horizonte (Minas Gerais), between 4, in the period between May and September 2005. The evaluation instrument was based on the Short Personal Experíences Questíonnaíre (SPEQ). Sexuality score was calculated from the multivariate analysis of the seven components: presence of sexual fantasies, intensity of desire, frequency of sexual activities, satisfaction in sexual activities, frequency of arousal, orgasm and self-classification of sexual life. The sexuality score below the median was considered bad sexuality and equal or higher than median as good sexuality. To investigate associated factors, data were analyzed using bivariate analysis and chi-squared and Fisher's exact tests were applied. Finally, Poisson multiple regression analysis was performed. The software used was Stata 7.0. Prevalence ratios (PR) and their 95% confidence intervals (95% CI) were calculated. Results: 276 questionnaires were evaluated and from these 219 women reported having sexual partners. The median sexuality score was 9.0 (range: 2.45-13.77). Multiple regression analysis showed that the prevalence of below median scores was higher in older women and in those with insomnia. Having a sexual partner and feeling well was associated with a protective effect against a below median sexuality score. In women with sexual partner, the prevalence of below median scores was higher in women who lived with their sexual partner, were in the menopausal transition or postmenopausal and in hypertensive women. Sexual activities involving penetration and a score of 6 for satisfaction with partner as a lover were indicative of a protective effect against below median sexuality score. Conclusions: Older women and those with insomnia were more likely to have a bad sexuality, whereas the ones with a sexual partner and who felt well were more likely to have a good sexuality. In the group which had sexual partner, the sexuality of women in midlife was negatively associated with the fact of living with a sexual partner, being in the menopausal transition or postmenopausal and being hypertensive. Satisfaction with the sexual partner as a lover and having sexual activities with penetration decreased the chance of poor sexuality Doutorado Tocoginecologia Mestre em Tocoginecologia
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Prevalencia e fatores associados a constipação intestinal e incontinencia fecal em mulheres na pos-menopausa

Oliveira, Simone Caetano Morale de 2004 (has links)
Orientador : Aarão Mendes Pinto-Neto Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas Made available in DSpace on 2018-08-04T02:16:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Oliveira_SimoneCaetanoMoralede_M.pdf: 196229 bytes, checksum: 6eda2caf8034dda68440b8daf5af77cf (MD5) Previous issue date: 2004 Resumo: Introdução: A constipação intestinal e a incontinência fecal e/ou anal são condições patológicas freqüentes e aumentam com o avançar da idade; no entanto, suas prevalências em mulheres na pós-menopausa são desconhecidas nacionalmente e pouco avaliadas em publicações internacionais. Possíveis fatores associados têm sido estudados, com resultados muitas vezes controversos. Não há uniformidade no uso de critérios diagnósticos para a constipação intestinal. Objetivos: Avaliar as prevalências de constipação intestinal, incontinência fecal e incontinência anal em mulheres na pós-menopausa e identificar fatores associados. Estudar a concordância entre três diferentes critérios diagnósticos para constipação intestinal. Avaliar a severidade das incontinências fecal e anal. Sujeitos e métodos: Estudo de corte transversal com 100 mulheres na pósmenopausa e idade superior a 45 anos. Foram descritas as características sociodemográficas e clínicas da amostra. Avaliaram-se as prevalências de constipação intestinal, incontinências fecal e anal. A constipação intestinal foi avaliada através de três critérios: freqüência de evacuações por semana, autoavaliação e Roma II. A seguir estudou-se a concordância entre os critérios através do coeficiente Kappa. Para se estudar a severidade dos sintomas associados à incontinência fecal e/ou anal aplicou-se o escore de St Mark. A incontinência foi categorizada de acordo com o tercil do escore em graus leve, moderado ou grave. Análises bivariada e multivariada foram utilizadas para estudar a associação entre as variáveis dependentes (incontinência fecal, incontinência anal e constipação intestinal) e seus possíveis determinantes, empregando-se a razão de prevalência (RP). O intervalo de confiança foi fixado em 95% (IC 95%). Resultados: A média de idade foi de 58,9 ±5,9 anos (variação: 46-76 anos). As prevalências de constipação intestinal foram de 47%, 37% e 26%, segundo os critérios de auto-avaliação, Roma II e freqüência de evacuações menor que três vezes por semana, respectivamente. O melhor grau de concordância foi observado entre auto-avaliação e Roma II (k: 0,63; IC 95%: 0,48-0,78). Após análise multivariada, o antecedente de cirurgia perianal (RP: 2,69; IC 95%: 1,03-7,01) segundo Roma II e a presença de hemorróidas, segundo os critérios de freqüência (RP: 2,53; IC 95%: 1,16-5,51) e de auto-avaliação (RP: 1,78; IC 95%: 1,01-3,15) associaram-se à constipação intestinal. A prevalência de incontinência fecal foi de 15% e a de incontinência anal de 27%. Das pacientes incontinentes, 80% apresentaram incontinência leve. Após análise multivariada, observaram-se como fatores associados à incontinência fecal o antecedente de cirurgia para correção de incontinência urinária (RP: 3,31; IC 95%:1,04-10,54) e partos fórcipes (RP: 3,33; IC 95%:1,11-9,94) e à incontinência anal, a cor não branca (RP: 2,75, IC95%:1,20-6,29) e o tônus do esfíncter anal aumentado (RP:3,43, IC95%:1,58- 7,47). Conclusões: As prevalências de constipação intestinal, incontinência fecal e incontinência anal em mulheres na pós-menopausa foram elevadas. Para diagnóstico de constipação intestinal, a melhor concordância foi encontrada entre os critérios de auto-avaliação e Roma II. Os antecedentes de cirurgia perianal e a presença de hemorróidas associaram-se à constipação. Os antecedentes de parto fórcipes e de cirurgia para correção de incontinência urinária associaramse à incontinência fecal, enquanto a cor não branca e o tônus do esfíncter anal aumentado associaram-se à incontinência anal. Os dados sugerem que a maioria das mulheres apresentou incontinência leve Abstract: Introduction: Constipation and fecal incontinence are common gastrointestinal disorders, whose frequency increases with age. However, their prevalence rates in postmenopausal women are unknown in our country and few evaluations have been made in international publications. Factors possibly associated with these disorders have been studied, often with controversial results. No uniformity has been achieved in the use of diagnostic criteria for constipation. Objectives: a)To evaluate the prevalence of constipation, fecal and anal incontinence in postmenopausal women, identifying associated factors. b)To study the agreement between three different diagnostic criteria for constipation. c)To evaluate the severity of fecal and anal incontinence. Subjects and Methods: A cross-sectional study was conducted of 100 postmenopausal women over the age of 45. Sociodemographic and clinical characteristics of the sample were described. The prevalence rates of constipation and fecal and anal incontinence were estimated. Constipation was evaluated according to three criteria: stool frequency per week, patient self-evaluation and Rome II. The agreement between the criteria was studied using the Kappa coefficient. To study the severity of symptoms associated with fecal and/or anal incontinence, St. Mark¿s incontinence score was applied. Incontinence was classified according to the tertile and symptoms were classified as mild, moderate and severe. Bivariate and multivariate analyses were used to study the association between dependent variables (fecal incontinence, anal incontinence and constipation) and their possible determinants, using the prevalence ratio (PR). The confidence interval was set at 95% (95% CI). Results: The mean age of the patients was 58.9 ± 5.9 years (range, 46-76 years). The prevalence rates for constipation were 47%, 37% and 26%, according to self-evaluation, Rome II and stool frequency less than three times a week, respectively. The best degree of agreement was observed between self-evaluation and Rome II (k: 0.63; 95% CI: 0.48-0.78). After multivariate analysis, a history of perianal surgery (PR: 2.69; 95% CI: 1.03-7.01), according to Rome II, and the presence of hemorrhoids, according to stool frequency (PR: 2.53; 95% CI: 1.16- 5.51) and self-evaluation (PR: 1.78; 95% CI: 1.01-3.15) were associated with constipation. The prevalence rate was 15% for fecal incontinence and 27% for anal incontinence. Of the incontinent patients, 80% had mild incontinence. After multivariate analysis, factors associated with fecal incontinence were history of corrective surgery for urinary incontinence (PR: 3.31; 95% CI: 1.04-10.54) and forceps delivery (PR: 3.33; 95% CI: 1.11-9.94). Factors associated with anal incontinence were non-white color (PR: 2.75; 95% CI: 1.20-6.29) and increased anal sphincter tone (PR: 3.43; 95% CI: 1.58-7.47). Conclusions: The prevalence rates of constipation, fecal and anal incontinence were high in postmenopausal women. For diagnosis of constipation, the best agreement was found between self-evaluation and the Rome II criteria. History of perianal surgery and the presence of hemorrhoids were associated with constipation. History of forceps delivery and corrective surgery for urinary incontinence were associated with fecal incontinence, while non-white color and increased anal sphincter tone were associated with anal incontinence. Data suggests that most women presented mild incontinence Mestrado Tocoginecologia Mestre em Tocoginecologia
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Eficácia da tibolona no tratamento de mulheres climatéricas pós-menopáusicas : ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado com placebo da tibolona durante um ano e estudo nao comparado da tibolona por dois anos

Wender, Maria Celeste Osório 1997 (has links)
Resumo não disponível
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Medicina tradicional chinesa: acupuntura e tratamento da síndrome climatérica Traditional chinese medicine: acupuncture and climateric syndrome treatment

Alexandre Castelo Branco de Luca 24 November 2008 (has links)
O objetivo do estudo foi avaliar em mulheres com sintomas menopáusicos, os efeitos da acupuntura ou da eletroacupuntura-placebo no Índice Menopausal de Kupperman (IMK) e na intensidade de fogachos e secundariamente avaliar se a ordem de execução desses tratamentos interfere nos resultados dessas medidas e se há alteração nos parâmetros laboratoriais. Foi realizado estudo prospectivo randomizado com 122 pacientes divididas em: Grupo 1 Acupuntura com 88 pacientes (período de um ano 10 sessões semanais e quinzenalmente até completar um ano, seguida de 6 meses de eletroacupuntura-placebo) e Grupo 2 Eletroacupuntura-placebo com 34 pacientes (6 meses 10 sessões semanais e quinzenalmente até completar 6 meses, seguida de um ano de acupuntura). Resultado: As pacientes tratadas com acupuntura e eletroacupuntura-placebo tiveram alívio das ondas de calor em 86,8% e 90,4% respectivamente, entretanto quando realizado quinzenalmente houve aumento das ondas de calor no Grupo 2. As pacientes tratadas com acupuntura apresentaram redução acentuada do IMK de 93,7% em relação ao Grupo 2 de 15,1%. O grupo que inicia com eletroacupunturaplacebo possui redução média na glicemia de 8,8%. Os valores médios de hemoglobina, triglicérides e HDL das pacientes aumentaram durante o estudo independente do grupo em 2,4%, 13,2% e 4,2%, respectivamente, enquanto os níveis de colesterol não modificaram. Nas pacientes tratadas com acupuntura observou-se redução do LDL em 9,1%, aumento do VLDL em 10,5% e redução do número de plaquetas em 5,0%. Houve redução significante do conteúdo mineral ósseo da coluna e do colo do fêmur em ambos os grupos em 1,4%. Conclusão: O uso da acupuntura para o alívio dos sintomas das pacientes climatéricas foi eficaz, sem apresentar efeitos colaterais. This study aimed at evaluating the effects of acupuncture and placebo electroacupuncture on the Kupperman Menopausal Index (KMI) and on the intensity of hot flashes in women with menopausal symptoms. A secondary objective was to check whether the order in which these two treatments were carried out interfered in the measurement results and laboratory tests. A prospective randomized study was conducted with 122 patients assigned to two groups: Group 1: Acupuncture on 88 patients (one session a week for ten weeks and then one session every other week throughout one year followed by six months of placebo electroacupuncture) and Group 2: Placebo electroacupuncture on 34 patients (one session a week for ten weeks and then one session every other week throughout six months followed by one year of acupuncture). Results: : Hot flashes decreased by 86.8% and 90.4% in Group 1 and Group 2, respectively, during the one-year acupuncture treatments, but they increased in Group 2 during the biweekly placebo electroacupuncture treatment. In the acupuncture phase, the KMI had a 93.7% drop in Group 1 in sharp contrast with the 15.1% decline in Group 2. The glucose decreased 8,8% in group 2. The hemoglobin, triglycerides and HDL increased during this study in 2,4%, 13,2% and 4,2%, respectively, in group 1. The leucocytes and total cholesterol dont change during this study. The LDL decreased 9,1%, VLDL increased 10,5% and platelet decreased 5% in group 1. The mineral bone in lumbar spine L1-L4 and neck of femur decreased 1,4% in both groups. Conclusions: The use of alternative therapy such as acupuncture for menopause symptoms is beneficial and relief almost all symptoms without any side effects.
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Sexualidade feminina: a temporalidade e a singularidade da mulher no climatério Not available

Patrícia Lopes Salzedas 3 December 2001 (has links)
Esta pesquisa buscou ampliar os horizontes de compreensão acerca da vivência da sexualidade de mulheres no climatério atendidas em ambulatório de Ginecologia na cidade de Campinas/SP, buscando compreender quais significados mulheres inseridas no presente momento histórico-cultural atribuem a sua vida durante a referida fase do ciclo vital, visto que se trata de um período marcado por mitos e preconceitos construídos historicamente. Utilizou-se a metodologia qualitativa fenomenológica e as idéias de Martin Heidegger para a compreensão dos discursos. Por intermédio de entrevistas individuais com cinco mulheres, com idade variando entre 46 e 54 anos, buscou-se apreender o significado por elas atribuído a esta vivência, a partir da questão norteadora: \"Fale para mim como você está vivenciando o seu momento de vida atual, no climatério, em especial no que diz respeito à sexualidade, relacionando com a história de sua vida.\" As entrevistas foram gravadas com a anuência das participantes, que assinaram um termo de consentimento informado antes da realização da entrevista. Constatou-se que, nas relações afetivo-sexuais com um parceiro (marido, em geral) as entrevistadas relacionam-se com escassez de diálogo e dificuldades na vivência sexual compartilhada, o que é relatado como motivo de insatisfação e pede por mudança. No relacionamento com os filhos está uma realização importante em suas vidas, embora também com estes não tenham um diálogo autêntico. O trabalho aparece como uma forma de realização pessoal e preenchimento de uma necessidade, o que possibilita que se sintam independentes Not available
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Fatores de risco para a depressão em mulheres no climatério

Rocha, Lorena Priscila Oliveira 24 February 2017 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade em Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2017. Submitted by Raquel Almeida (raquel.df13@gmail.com) on 2017-05-17T21:30:24Z No. of bitstreams: 1 2017_LorenaPriscilaOliveiraRocha.pdf: 874699 bytes, checksum: dfcabe122fa8161e796fd5bd844f593c (MD5) Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline (jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2017-05-18T14:46:07Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_LorenaPriscilaOliveiraRocha.pdf: 874699 bytes, checksum: dfcabe122fa8161e796fd5bd844f593c (MD5) Made available in DSpace on 2017-05-18T14:46:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_LorenaPriscilaOliveiraRocha.pdf: 874699 bytes, checksum: dfcabe122fa8161e796fd5bd844f593c (MD5) Na fase de climatério as mulheres apresentam alguns sintomas psicológicos que vêm sendo estudados desde o século XIX, e pesquisadores vêm dando uma maior atenção para a presença dos sintomas depressivos e no que isso implica na qualidade de vida dessas mulheres durante esse período e após a menopausa e os fatores que acarretam até as mesmas, e também os protetivos. Para melhor entendimento desse processo e contexto foi proposto esse estudo. Objetivos: Identificar fatores etiológicos que acarretariam aumento do risco de sintomas depressivos e/ou depressão no climatério e apresentar as principais implicações sociodemográficas, apontando a prevalência da patologia nas mesmas. Metodologia: A pesquisa foi realizada com 247 mulheres na fase do climatério entre 40-55 anos de idade no Ambulatório de Climatério do Hospital Universitário de Brasília – HUB no primeiro semestre de 2016. Foram aplicados a Anamnese como instrumento de coleta de dados pessoais e o Inventário de Depressão de Beck, o último aplicado e depois relacionado a uma escala numérica que sugere um grau de diagnóstico para depressão de acordo com a sintomatologia. Foi feita uma análise descritiva dos dados e considerado um nível de significância no Intervalo de Confiança (IC) de 95%. Resultados: Foi observado no estudo uma presença significante de sintomas depressivos e transtorno de depressão maior na população estudada, é possível ver a influência na predisposição da patologia no estado civil, classe econômica, atividade profissional e física, histórico familiar abordando a genética e luto, sono e história pregressa. As variáveis como a renda mensal, dores, insônia, obesidade e uso abusivo de álcool tiveram um maior valor de significância quando relacionado ao instrumento de pesquisa BDI enfatizando um maior índice de depressão ligado a essas variáveis com p-valor <0,20. Os fatores protetivos das entrevistadas foram o não uso de drogas, menor número de gestações e não residir sozinha. A idade, não obteve resultados significativos. In the climacteric phase, women present some psychological symptoms that have been studied since the 19th century, and researchers have been giving more attention to the presence of depressive symptoms and what this implies in the quality of life of these women during this period and after menopause And the factors that lead to them, and also the protective ones. To better understand this process and context, this study was proposed. Objectives: To identify etiological factors that would increase the risk of depressive symptoms and / or depression in the climacteric period and present the main sociodemographic implications, pointing out the prevalence of the pathology in them. Methodology: The study was conducted with 247 women in the climacteric phase between 40-55 years of age at the Climatério Outpatient Clinic of the University Hospital of Brasília - HUB in the first half of 2016. Anamnesis was applied as an instrument for collecting personal data and the Beck Depression Inventory, the latter applied and then related to a numerical scale that suggests a degree of diagnosis for depression according to symptomatology. A descriptive analysis of the data was made and a level of significance in the Confidence Interval (CI) of 95% was considered. Results: A significant presence of depressive symptoms and major depression disorder was observed in the study population. It is possible to see the influence on the predisposition of the pathology in the marital status, economic class, professional and physical activity, family history addressing genetics and mourning, Sleep and previous history. Variables such as monthly income, pain, insomnia, obesity and alcohol abuse had a higher value of significance when compared to the BDI research instrument emphasizing a higher depression index linked to these variables with p-value <0.20. The protective factors of the interviewees were the non-use of drugs, fewer pregnancies and not residing alone. Age, did not get significant results.

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