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Sofrimento psíquico de mulheres em fase de climatério usuárias da estratégia saúde da família em Teresina-PI

Cavalcante, Ana Celia Sousa 14 December 2007 (has links)
Made available in DSpace on 2018-09-21T23:16:16Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2007-12-14 The climacteric is a phase that can be experienced with suffering, depending on individual sensitivity or psychological profile and ability to adapt to changes caused by hormonal changes. This study aims to understand the mental suffering of women in the climacteric stage while they are taken care by the professionals on the Strategy of Family Health (SFH) in Teresina - PI; understand the experience of the climacteric stage by those women, in its emotional, social, familiar, sexual and work related aspects; describe the SFH program as it is seen by the women in the climacteric stage. The study was conducted from May to September 2007, in the Health Unit of São João in Teresina PI. Ten women, users of SFH, who were experiencing hormonal changes due to climacteric, participated in the study. Data for this study were collected by direct observation and semi-structured interviews. It was based on Symbolic Interactionism, in the socio-historical and constructivist view of the subject. Interactionism relates to the action of the human being in relation to the world and the social dynamics between people. The socio-historical and constructivist vision designs the human being as active, social and protagonist of his own story. The women were identified with different marital situations, with the number of children ranging between three and five, low level of education, different occupational jobs, and family income of minimum wage or less to keep up a family of at least 4 members. The results revealed that the meaning of mental suffering is tied to the everyday experiences of these women in its emotional, social, familiar, sexual and work related aspects. Betrayal, separation and domestic violence mean mental suffering. By interacting with health professionals these women hope to give a new meaning to their suffering due to alcohol and other drugs, domestic violence, unemployment, depression, reduced self-esteem and sexual desire. Women who participated in this study give a new meaning to their experiences of mental suffering through attachment to religious practices as a way of making their pain more bearable and understandable. In the hope of integral health, the users of SFH need a careful look from the basic health care system and humanized interaction with health professionals. We know, however, that, for effectiveness of the new paradigm of health, there are still many challenges, contradictions and weaknesses to overcome. The big challenge is still to produce a different way of "doing health" and to produce "social subjects" committed to different perspectives. O climatério é uma fase que pode ser vivenciada com sofrimento, dependendo da sensibilidade individual ou perfil psicológico e capacidade de adaptação às mudanças provocadas pelas alterações hormonais. O presente estudo tem como objetivos compreender o sofrimento psíquico de mulheres na fase do climatério as quais estiveram sob os cuidados realizados pela equipe Saúde da Família em Teresina PI; compreender a vivência da fase do climatério por mulheres usuárias de uma USF, em seus aspectos emocionais, sociais, familiares, sexuais e de trabalho; descrever como se processam os cuidados na Saúde da Família sob a ótica da mulher na fase do climatério. A pesquisa foi desenvolvida no período de maio a setembro de 2007, na Unidade de Saúde São João, em Teresina PI com dez mulheres usuárias da SF vivenciando alterações decorrentes do climatério. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas e observações diretas. Utilizou-se como referencial teórico o Interacionismo Simbólico, bem como a visão sociohistórica e construtivista do sujeito. O interacionismo aborda a ação do ser humano na relação com o mundo e a dinâmica social. A visão sociohistórica e construtivista concebe o homem como ativo, social e protagonista de sua própria história. As mulheres foram identificadas com diferentes situações maritais, com o número de filhos variando entre três e cinco, baixo nível de escolaridade, ocupações variadas e renda familiar em torno de um ou meio salário mínimo para o sustento, em média, de até quatro pessoas. Os resultados revelaram que o significado de sofrimento psíquico está atrelado às vivências cotidianas das mulheres em seus aspectos emocionais, sociais, familiares, sexuais e ocupacionais os quais estão relacionados com a traição, separação e violência doméstica. Na interação com os profissionais da saúde da família, essas mulheres buscam ressignificar sofrimentos relacionados ao alcoolismo e outras drogas, desemprego de familiares, depressão, isolamento, diminuição da auto-estima e do desejo sexual. Também ressignificam o sofrimento através da religiosidade, na qual buscam tornar suas dores mais suportáveis ou compreensíveis em relação à finitude e as dificuldades nas relações sociais, familiares e consigo mesma. As usuárias da SF solicitam um olhar cuidadoso para a atenção básica, interações humanizadas e acolhimento na perspectiva da saúde integral. Sabemos, no entanto, que, para a efetivação do novo paradigma de saúde, ainda existem inúmeras contradições e fragilidades. O grande desafio é, pois, adotar um modo diferente de fazer saúde , produzir sujeitos sociais comprometidos com outras perspectivas.
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Síndrome metabólica e função sexual em mulheres climatéricas = Metabolic syndrome and sexual function in climacteric women Metabolic syndrome and sexual function in climacteric women

Politano, Carlos Alberto, 1952- 2014 (has links)
Orientadores: Lucia Helena Simões da Costa Paiva, Ana Lucia Ribeiro Valadares Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas Made available in DSpace on 2018-08-26T04:19:52Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Politano_CarlosAlberto_M.pdf: 1829653 bytes, checksum: 34141a8e9529dcb0ce0a53a5f5733b67 (MD5) Previous issue date: 2014 Resumo: Introdução: A Síndrome Metabólica é uma condição bastante frequente na população e em especial em mulheres climatéricas. Alguns estudos associam a SM com baixa função sexual, porém com resultados ainda controversos. Objetivo: Avaliar se existe associação entre síndrome metabólica e função sexual e os fatores associados à baixa função sexual em mulheres climatéricas. Sujeitos e métodos: Realizou-se uma análise secundária de um estudo maior de corte transversal sendo que o grupo controle constituiu a presente amostra onde foram incluídas 256 mulheres climatéricas com idade variando entre 40 a 60 anos, acompanhadas nos Ambulatórios de Planejamento Familiar e Menopausa da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. As mulheres responderam a um questionário realizado em ambiente confidencial, contendo dados sócio-demográficos, comportamentais e a avaliação da função sexual através do Short Personal Experience Questionnaire (SPEQ) que avalia 9 domínios da função sexual considerando-se baixa função sexual um escore ?7. Foram feitas mensurações antropométricas, de pressão arterial e dosagens séricas de glicemia em jejum, colesterol HDL, triglicérides, FSH e TSH. Resultados: A prevalência de Síndrome Metabólica, considerando-se o critério adotado pelo International Diabetes Federation (IDF)-2005, foi de 62,1% e de baixa função sexual de 31,4%. O único fator relativo à função sexual feminina que se associou à síndrome metabólica foi a disfunção sexual do parceiro. Os fatores associados à baixa função sexual foram idade > 50 anos (p=0,003), não ter companheiro (p<0,001), estar na pós menopausa (p=0,046), presença de fogachos (p=0,02), pior auto-percepção de saúde (p=0,04), idade do parceiro ? a 50 anos e tempo que vive com parceiro ? 21 anos. O relato de relação oral ativa (p=0,02) e oral passiva (p=0,01) foram associados a ausência de disfunção sexual. Na analise de regressão múltipla o único fator que se associou a baixa função sexual foi ter cinquenta anos ou mais. Conclusões: A prevalência de Síndrome Metabólica foi alta e não se associou com a baixa função sexual em mulheres climatéricas. O único fator associado a baixa função sexual foi a idade acima de 50 anos Abstract: Introduction: Metabolic syndrome is a fairly common condition in the population and especially in perimenopausal women. Some studies associate SM with low sexual function, but with still controversial results. Objective: To evaluate whether there is an association between metabolic syndrome and sexual function and the factors associated with low sexual function in menopausal women. Subjects and methods: We performed a secondary analysis of a larger cross-sectional study and the control group comprised the sample where this 256 menopausal women were included age between 40 to 60 years, accompanied in Ambulatory Family Planning and Menopause Faculty of Medical Sciences, UNICAMP. The women answered a questionnaire conducted in a confidential environment, including socio-demographic, behavioral data and the evaluation of sexual function using the Short Personal Experience Questionnaire (SPEQ) that assesses nine domains of function sexual considerando low sexual function is a score ? 7. Anthropometric measurements, blood pressure, serum fasting glucose, HDL cholesterol, triglycerides, FSH and TSH were made. Results: The prevalence of metabolic syndrome, considering the criterion adopted by the International Diabetes Federation (IDF) -2005, was 62.1% and low sexual function of 31.4%. The only on female sexual function factor associated with metabolic syndrome was sexual dysfunction partner. Factors associated with low sexual function factors were age> 50 years (p = 0.003), not having a partner (p <0.001), being postmenopausal (p = 0.046), presence of hot flushes (p = 0.02), worse self- perception of health (p = 0.04), age of partner ? 50 years and while living with partner ? 21 years. Active oral sex (p = 0.02) and passive oral sex (p = 0.01) were associated with absence of sexual dysfunction. In multivariate regression analysis the only factor associated with low sexual function was age >50 years. Conclusions: The prevalence of metabolic syndrome was high and was not associated with low sexual function in menopausal women. The only factor associated with low sexual function was the age of 50 years Mestrado Fisiopatologia Ginecológica Mestre em Ciências da Saúde
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Abordagem da menopausa em textos jornalisticos veiculados em revistas de atualidades

Amaral, Isabel Cristina Gardenal de Arruda, 1967- 2005 (has links)
Orientadores : Aarão Mendes Pinto-Neto, Maria Jose Duarte Osis Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas Made available in DSpace on 2018-08-04T02:15:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Amaral_IsabelCristinaGardenaldeArruda_M.pdf: 1174027 bytes, checksum: 364a3fb5436f50f60d8c3ee2cab97de1 (MD5) Previous issue date: 2005 Resumo: INTRODUÇÃO: Os textos jornalísticos que abordam temas científicos veiculados por revistas de atualidades em geral representam fontes de informação e de esclarecimento à população. OBJETIVO: Avaliar a abordagem sobre a menopausa nos textos que se referirem exclusivamente a ela e comparar a sua quantidade em relação aos textos sobre saúde da mulher e saúde em geral, nas revistas Veja, Claudia e Metrópole. MÉTODO: O desenho do estudo foi descritivo. Foram selecionados textos de junho de 2002 a maio de 2003, coletados semanalmente e transferidos para fichas. Dada a natureza do estudo, a análise foi realizada em quatro etapas. Na primeira, quantificaram-se os textos sobre menopausa nas revistas em relação aos textos que envolveram a saúde da mulher e a saúde em geral. Na segunda, foram classificados segundo os gêneros jornalísticos informativo (nota, notícia, reportagem e entrevista) e opinativo (coluna, comentário, editorial, artigo, carta e caricatura). Na terceira etapa, realizou-se uma análise temática dos textos sobre menopausa, quando foram transcritos literalmente e inseridos no programa The Ethnograph v 5.0. Os textos foram reformatados e, cada linha, numerada. A análise das transcrições baseou-se na leitura dos textos em busca de temas significativos e identificação das unidades de significado, que permitiu propor nove categorias de análise: terapia de reposição hormonal (TRH), câncer de mama, doença cardíaca, envelhecimento, osteoporose, sintomas, depressão, pele e sexo-libido. Os textos foram relidos, sendo assinaladas as linhas que correspondiam a cada categoria de análise. A marcação foi transferida para os arquivos de texto. Com os procedimentos de busca do programa, foram xxi reunidas as porções de texto de cada categoria de análise. Estes conjuntos de texto foram lidos e avaliados quanto ao seu conteúdo temático. Na quarta etapa, os textos foram classificados de acordo com os aspectos predominantes, em biológicos, socioculturais e psicológicos. RESULTADOS: A saúde em geral prevaleceu nos textos estudados, com 312 (81%) citações. A saúde da mulher e a menopausa apareceram respectivamente em 52 (13,5%) e em 20 (5,2%) citações, sendo que a revista Veja citou sozinha a menopausa em 17 textos. O gênero informativo esteve em praticamente todos os textos selecionados, exceto em um, de caráter opinativo. As notas constituíram-se a maioria (201), seguidas pelas notícias (109), reportagens (63) e entrevistas (dez). Os aspectos biológicos (36) da menopausa foram os conteúdos mais abordados nas revistas. A seguir, vieram os socioculturais (cinco) e os psicológicos (três). A categoria temática que predominou nos textos sobre a menopausa foi a TRH (34), seguida de câncer de mama (24), doença cardíaca (17), envelhecimento (cinco), osteoporose (cinco), sintomas (quatro), depressão (três), pele (uma) e sexo-libido (uma). CONCLUSÕES: A menopausa foi pouco difundida em relação aos conteúdos de saúde em geral, mas mostrou-se significativa em relação aos conteúdos sobre saúde da mulher. Os textos se revestiram de um caráter quase exclusivamente informativo. Os conteúdos enfatizaram mais os aspectos biológicos da menopausa. A categoria de análise temática mais freqüente foi a TRH. Há necessidade de abordagens mais profundas acerca do assunto, com informações sobre todos os aspectos importantes à compreensão do leitor Abstract: INTRODUCTION: Journalistic texts that cover scientific topics published in news magazines usually represent sources of information and clarification for the population. OBJECTIVE: To evaluate the approach to menopause in texts exclusively concerning the subject and compare its amount in relation to texts published on women¿s health and general health in the following magazines: Veja, Claudia and Metrópole. METHODS: A descriptive study design was used. Texts were selected from June 2002 to May 2003, collected weekly and transferred to records. Given the nature of the study, analysis of the data was performed in four stages. In the first stage, texts about menopause written in magazines were quantified in relation to texts on women¿s health and general health. In the second stage, the texts were classified according to their journalistic genre as informative (note, news, reporting and interview) and opinionated (column, comments, editorial, article, letter and caricature). In the third stage, a thematic analysis of menopause was performed, literally transcribing these texts and importing them into the The Ethnograph v 5.0 program. The texts were reformatted and each line was numbered. Analyses of the transcriptions were based on reading the text in search of significant topics and identifying units of meaning, allowing the proposal of nine categories of analysis: hormone replacement therapy (HRT), breast cancer, heart disease, ageing, osteoporosis, symptoms, depression, skin and sex-libido. Texts were reread, marking the lines corresponding to each category of analysis. The marked lines were transferred to text files. With search program procedures, parts of texts were gathered from each category of analysis. These groups of xxiii texts were read and evaluated regarding their thematic content. In the fourth stage, the texts were classified according to predominant aspects: biological, sociocultural and psychological. RESULTS: General health was prevalent in the texts studied, with 312 (81%) citations. Women¿s health and menopause appeared respectively in 52 (13.5%) and 20 (5.2%) citations, and Veja magazine alone cited menopause in 17 texts. The informative genre was present in practically every text selected, except one, which was of an opionionated nature. Notes made up the majority (201), followed by the news (109), reporting (63) and interviews (ten). The biological aspects (36) of menopause were the most discussed contents in magazines. These were followed by sociocultural (five) and psychological (three) aspects. The thematic category that predominated in the texts about menopause was HRT (34), followed by breast cancer (24), heart disease (17), ageing (5), osteoporosis (five), symptoms (four), depression (three), skin (one) and sex-libido (one). CONCLUSION: In comparison to general health issues, menopause was less published, but proved to be significant when compared to women¿s health issues. Texts assumed an almost exclusive informative character. The issues highlighted the biological aspects of menopause. The most frequent category of thematic analysis was HRT. We need to adopt an in-depth approach to the subject, with information on all important aspects to facilitate reader comprehension Mestrado Ciencias Biomedicas Mestre em Tocoginecologia
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Tradução, adaptação cultural e validação da versão em português brasileiro da Escala Cervantes de qualidade de vida relacionada com a saúde da mulher durante a perimenopausa e na pós-menopausa

Lima, José Emilio Mendes 2009 (has links)
INTRODUÇÃO: A avaliação da Qualidade de Vida (QV) tem sido cada vez mais reconhecida e utilizada na área da saúde nos últimos anos. Existem inúmeras e complementares definições de QV, o Grupo de Estudo da Qualidade de Vida da Organização Mundial da Saúde (OMS) (WHOQOL Group, 1994) definiu como "a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação a seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações", portanto, um conceito multidimensional. Foram desenvolvidos instrumentos de medida de QV, genéricos e específicos, estes últimos com a finalidade de avaliar grupos com determinados diagnósticos ou amostras específicas de pessoas; em nosso estudo, mulheres no climatério, que é um período em que ocorrem muitas mudanças biológicas, físicas, psicológicas e sociais na vida das mulheres. OBJETIVO: Traduzir, adaptar culturalmente e validar para o português brasileiro (PB) a Escala Cervantes (EC), instrumento de avaliação da qualidade de vida relacionada com a saúde da mulher durante a perimenopausa e na pós-menopausa, desenvolvida e validada na Espanha. MATERIAL E MÉTODOS: Estudo transversal, com seleção consecutiva composto por 180 mulheres entre 45 a 64 anos que compareceram à 3 ambulatórios da Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo (UPF) e a 1 clínica privada desta cidade. Exclui-se mulheres analfabetas ou com déficit visual importante por ser um questionário tipo auto-administrado e também as portadoras de doenças graves e/ou descompensadas clinicamente e usuárias de antidepressivos. A tradução e a adaptação cultural da EC para o PB foi realizada por metodologia proposta pela OMS. Foram coletadas as características sociodemográficas, clínicas e comportamentais da amostra e aplicados os questionários: a EC em PB, o Questionário da Saúde da Mulher (QSM) ou Women’s Health Questionnaire (WHQ) e o Instrumento abreviado de avaliação da qualidade de vida da OMS (abbreviated for the assessment of the Quality of Life of the World Health Organization) (WHOQOL-bref); os 2 últimos citados são utilizados como padrão de referência e já estão validados no Brasil. A validação se deu através da avaliação das propriedades psicométricas, avaliando a consistência interna pelo coeficiente alfa de Cronbach, a reprodutibilidade através do coeficiente de correlação intraclasse e da análise das validades construtiva, convergente, de critério e concorrente através da correlação com as escalas de referência pelo coeficiente de correlação de Pearson e da validade discriminante através da comparação com as característica da população em estudo pelo teste t de Studend e ANOVA. O reteste foi realizado com intervalo de 2 a 4 semanas em 66 (36,6%) mulheres. RESULTADOS: Na fase de adaptação cultural, não foi necessário realizar nenhuma alteração na primeira e única versão para o PB da EC. A amostra para a validação está composta por 180 mulheres, sendo 123 (68,3%) mulheres provenientes do Ambulatório da Faculdade de Medicina da UPF e 57 (31,7%) da clínica privada. Apresentam média de idade de 52,3 ± 5 anos. Se definem como brancas 162 (90,0%) delas. O nível de escolaridade agrupado em nível fundamental, médio e superior, incompleto ou completo, corresponde respectivamente 94 (52,2%), 40 (22,2%) e 46 (25,6%). Em relação a renda familiar agrupados por número de salários mínimos (SM) por mês, assinalaram um a dois SM 28 (15,6%) mulheres, três a quatro SM 57 (31,7%) mulheres, cinco a sete SM 52 (28,9%) mulheres, oito a dez SM 15 (8,3%) mulheres e mais de onze SM 28 (15,6%) mulheres. Não tratam nenhuma doença crônica 96 (53,3%) mulheres, tratam hipertensão arterial sistêmica 56 (31,1%) mulheres (66,6% das que tratam alguma doença). Não são tabagistas 153 (85%) mulheres. Não ingerem bebida alcoólica 129 (71,7%) mulheres. Realizam atividade física no mínimo 30 minutos por dia 3 vezes por semana 49 (27,2%) mulheres e não realizam nenhuma atividade física 89 (49,4%) mulheres. Realizaram ooforectomia bilateral 8 (4,4%) mulheres. Ainda menstruam sem qualquer tratamento 61 (33,9%) mulheres, apresentam sangramento uterino de privação hormonal com anticoncepção hormonal 8 (4,4%) mulheres e com tratamento hormonal (TH) 16 (8,9%) mulheres. Nunca fizeram TH 111 (61,7%) mulheres, fizeram e interromperam a TH 23 (13,3%) mulheres e estão fazendo TH 46 (25,6%) mulheres (47,4% das pós-menopausa). Caracterizaram menopausa natural 47 (26,1%) mulheres, cuja a idade média da menopausa espontânea foi aos 48,1 ± 4,1 anos; menopausa cirúrgica (histerectomia) 40 (22,2%) mulheres e destas considerando o ponto de corte de 50 anos para a menopausa, 13 (7,2%) mulheres tinham menos e 27 (15%) tinham mais de 50 anos no momento em que foram pesquisadas; não conseguiram caracterizar quando ocorreu a menopausa 23 (12,8%) mulheres e ainda não tiveram a menopausa 70 (38,9%) mulheres. Assinalaram apresentar algum dos sintomas da planilha de sintomas do climatério 153 (85,0%) mulheres, ondas de calor (fogachos) foi assinalado por 78 (43,3%) mulheres (51% das que assinalaram sintomas). O coeficiente alfa de Cronbach da EC em PB global foi de 0,83, e dos diferentes domínios foram: menopausa e saúde (0,81), domínio psíquico (0,84), sexualidade (0,79) e relação de casal (0,73). O coeficiente de correlação intraclasse do teste-reteste para a escala global foi de r = 0,94; IC 95%: 089 - 0,96 (p < 0,001). O coeficiente de correlação de Pearson obtido na comparação da EC em PB com o QSM e o WHOQOL-bref foram respectivamente r = 0,79 e r = - 0,71, (p < 0,001) para ambos. Foram observadas as validades construtiva, convergente, de critério, concorrente e discriminante. CONCLUSÕES: O estudo da tradução e adaptação cultural mostrou que a versão em PB da EC tem forte semelhança com o questionário original e é de fácil compreensão pelas mulheres pesquisadas. Considerando as variações sócio-culturais do Brasil, e a metodologia de adaptação transcultural, é essencial propor seu teste de campo em diferentes regiões do País. A EC é um instrumento capaz de avaliar a QV relacionada com a saúde da mulher durante o climatério e apresenta adequadas propriedades psicométricas (consistência interna, reprodutibilidade e validade). É uma escala sensível capaz de avaliar o efeito de outras dimensões que podem estar interferindo na QV que não sejam as alterações decorrentes do climatério. A escala também é capaz de discriminar mulheres com diferentes níveis de QV conforme as diferentes condições sociodemográficas, clínicas e comportamentais.
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Relação entre transtornos psiquiátricos menores e sintomas do climatério em mulheres atendidas em um ambulatório do sul do Brasil

Barazzetti, Lidiane 2013 (has links)
Submitted by William Justo Figueiro (williamjf) on 2015-07-18T12:01:27Z No. of bitstreams: 1 39c.pdf: 875476 bytes, checksum: 8a8b6c4934cfff87a473a3b3a24ea27c (MD5) Made available in DSpace on 2015-07-18T12:01:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 39c.pdf: 875476 bytes, checksum: 8a8b6c4934cfff87a473a3b3a24ea27c (MD5) Previous issue date: 2013 UNISINOS - Universidade do Vale do Rio dos Sinos Trata-se de um estudo transversal para investigar a relação entre transtornos psiquiátricos menores e sintomas do climatério, bem como os fatores associados, em 615 mulheres, de 40 aos 65 anos, atendidas em um ambulatório de climatério e cirurgia ginecológica do sistema público de saúde no sul do Brasil. Avaliou-se Transtornos Psiquiátricos Menores (TPM) pelo Self Reporting Questionnaire (SRQ-20) e Sintomas do climatério pelo Menopause Rating Scale (MRS). Criou-se um escore para sintomas do climatério e categorizado em 3 níveis de sintomas: nenhum/leves; moderados; e altos/muito altos. Foram calculadas as razões de chances brutas e ajustadas, com seus respectivos intervalos de confiança de 95%, utilizandose Regressão Logística Ordinal. A prevalência de sintomas do climatério nenhum/ leves foi de 34,1% (IC 95% 30,3-37,9); moderados 29,6% (IC 95% 25,8-33,1) e altos/ muito altos 36,3% (IC 95% 32,4-40,0). A prevalência de TPM foi de 66,6% (IC 95% 62,8-70,3). Após ajuste, mulheres acima de 50 anos, com companheiro, de menor escolaridade, fumantes, com maior número de gestações durante a vida reprodutiva, obesas, em uso de medicação psicotrópica e que estavam na pós-menopausa apresentaram maior chance de ter sintomas do climatério. Apresentar TPM esteve associado a uma chance cerca de 8 vezes maior para sintomas do climatério, quando comparadas com aquelas mulheres sem estes transtornos. Os TPM estão fortemente associados à presença de sintomas do climatério, independente de fatores sociodemográficos, comportamentais, reprodutivos e uso de medicação psicotrópica. This paper is about a cross-sectional study which aimed to investigate the relationship between minor psychiatric disorders and climacteric symptoms as well as the associated factors in 615 women, aged from 40 to 65 years, assisted at an outpatient climacterium and gynecological surgery clinic of the public health system in the south of Brazil. Minor Psychiatric Disorders were evaluated by Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20) and the symptoms of menopause by Menopause Rating Scale (MRS). A score for climacteric symptoms was created and categorized in 3 levels of symptoms: none / mild, moderate, and high / very high. The unadjusted and adjusted hazard ratios were calculated with their respective confidence intervals of 95%, using Ordinal Logistic Regression. The prevalence of climacteric symptoms none / mild was 34.1% (95% CI 30.3 to 37.9), moderate 29.6% (95% CI 25.8 to 33.1) and high / very high 36.3% (95% CI 32.4 to 40.0). The prevalence of minor psychiatric disorders was 66.6% (95% CI 62.8 to 70.3). After adjustment, women over 50 years old with a partner, less educated, smokers, with more pregnancies during reproductive life, overweight, on medication for nerves and who were in their postmenopausal had a higher occurrence of climacteric symptoms. Minor psychiatric disorders led to 8 times higher chance for climacteric symptoms compared with those without these disorders. The minor psychiatric disorders are strongly associated with the presence of climacteric symptoms, independent of sociodemographic, behavioral, reproductive factors, and the use of psychotropic medication.
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Níveis séricos de vitamina D e câncer de mama no climatério: um estudo caso-controle

Souza e Silva, Melissa Quirino 2012 (has links)
Submitted by Luis Guilherme Macena (guilhermelg2004@gmail.com) on 2013-04-08T12:33:46Z No. of bitstreams: 1 Melissa_Dissertação.pdf: 389612 bytes, checksum: ab23a920bbb76b9e01c6b056791e7adb (MD5) Made available in DSpace on 2013-04-08T12:33:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Melissa_Dissertação.pdf: 389612 bytes, checksum: ab23a920bbb76b9e01c6b056791e7adb (MD5) Previous issue date: 2012 Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Fernandes Figueira. Departamento de Ensino. Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e da Mulher. Rio de Janeiro, RJ, Brasil Objetivo: avaliar a associação entre os níveis séricos de 25-hidroxivitamina D (25 OHD) e câncer de mama no climatério. Métodos: trata-se de um estudo do tipo casocontrole com mulheres de 45 a 70 anos atendidas nos ambulatórios de mastologia e ginecologia geral do hospital materno-infantil Instituto Fernandes Figueira, localizado no município do Rio de Janeiro. Foram selecionados 39 casos incidentes de câncer de mama e 60 controles. As participantes foram submetidas à entrevista para o preenchimento de um questionário estruturado e em seguida foi realizado a coleta de sangue para a dosagem de 25 OHD. Resultados: foi observada uma prevalência de 80,8% de hipovitaminose D (< 30ng/mL) entre as participantes do estudo. Em relação à estimativa de risco para carcinoma mamário, o grupo com níveis suficientes de 25 OHD não apresentou diferença com significância estatística do grupo com hipovitaminose D. Porém, na análise das estimativas de risco conforme o status menopausal, houve menor chance de exposição e desenvolvimento de câncer de mama nas mulheres pósmenopausadas com níveis suficientes de 25 OHD (OR* 0.53; IC 95%, 0.12-2.41) que as na pré-menopausa com níveis normais de vitamina D (OR* 0.97; IC 95%, 0.13-8.35) quando comparadas ao grupo com hipovitaminose D. Conclusão: Os resultados desse estudo sugerem que a hipovitaminose D entre mulheres pós-menopausadas seja um fator de risco para o câncer de mama durante o climatério. Todavia, ainda são necessários mais estudos que também confirmem essa associação. Purpose: to evaluate the association between the plasma levels of 25-hydroxyvitamin D and the breast cancer in the climacteric. Methods: it is a kind of case-control study with women between 45 until 70 years old attended in clinics of mastology and ginecology of the maternal-infantile hospital Fernandes Figueira, localized in Rio de Janeiro city. Thirdy-nine incident cases of breast cancer and 60 controls were selected. The participants were submitted to an interview for filling out of a structured questionnaire and forthwith it was made the swab blood for the dosage of 25 OHD. Results: a prevalence of 80,8% of vitamin D deficiency was spotted among the participants of the study. In relation to the estimate of risk for breast cancer, the group with sufficient levels of 25 OHD did not present difference with significance statistic of the group with vitamin D deficiency. Nevertheless, during the analysis of the estimate of risk according to menopausal status, there were less chance of exposition and development of the breast cancer in postmenopaused women with sufficient levels of 25 OHD (OR* 0.53; IC 95%, 0.12-2.41) than the premenopaused women with normal levels of vitamin D (OR* 0.97; IC 95%, 0.13-8.35) when compared to the group with vitamin D deficiency. Conclusion: the results of this study suggests that the vitamin D deficiency among postmenopaused women is a factor of risk for the breast cancer during the climacteric. However, more studies are still necessary to confirm this association.
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Papel da síndrome metabólica no desenvolvimento do câncer de mama em mulheres no climatério

Mattos, Viviane Ferreira Esteves de 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2014-07-22T13:16:46Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Viviane_Mattos_iff_dou_2013.pdf: 2452540 bytes, checksum: f878315b979ccf6d606322b38567d1c8 (MD5) license.txt: 1914 bytes, checksum: 7d48279ffeed55da8dfe2f8e81f3b81f (MD5) Previous issue date: 2013 Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. O câncer de mama tem sido motivo de constante e crescente preocupação, visto que, no mundo, é o segundo tipo de câncer mais frequente e o primeiro entre as mulheres. A síndrome metabólica é definida por vários distúrbios, dentre eles a resistência insulínica, a dislipidemia e a hipertensão arterial. Recentemente, estudos apontaram para uma associação entre essa síndrome e o aumento de risco para desenvolver câncer de mama. O objetivo geral deste estudo foi identificar a relação entre a síndrome metabólica e o câncer de mama e seus objetivos específicos foram pesquisar o papel da síndrome metabólica na gênese do câncer de mama, pesquisar o papel da história familiar, história reprodutiva, tabagismo, alcoolismo, exposições profissionais e outros fatores de risco do câncer de mama e identificar entre os diferentes marcadores de risco da síndrome metabólica aqueles associados ao risco de desenvolver câncer de mama, que podem ser alvo de políticas de prevenção primária. Para tal, foi realizado um estudo epidemiológico do tipo caso-controle de base hospitalar, com casos incidentes de câncer de mama, em mulheres atendidas nos ambulatórios de mastologia e ginecologia do Instituto Fernandes Figueira (IFF/FIOCRUZ), no Rio de Janeiro, no período de abril de 2011 a fevereiro de 2013. Participaram do estudo 218 pacientes, entre 45 e 69 anos, 68 casos e 150 controles. A diferença entre as proporções da distribuição de frequências das variáveis de interesse em casos e controles foi calculada utilizando o teste de qui-quadrado e teste exato de Fisher (two-sided). Odds Ratio (OR) com intervalo de confiança de 95% (IC 95%) foi a medida utilizada para avaliar a magnitude de associação. A Síndrome metabólica pode estar associada ao aumento do risco câncer de mama, porém não houve significância estatística, enquanto que a atividade física se apresentou como fator de proteção. Com relação aos componentes da síndrome metabólica, os níveis pressóricos e o aumento da glicemia se apresentaram como fatores de risco para o desenvolvimento de câncer. A resistência à insulina mostrou-se um fator de risco importante e a leptina um fator protetor. Vida saudável, juntamente com a oferta da prevenção secundária do câncer de mama, evitaria muitos adoecimentos e mortes decorrentes de diagnóstico tardio do câncer de mama. Breast cancer has been the subject of constant and growing concern because is the most common cancer in women in the world and is the second most common type of cancer. The metabolic syndrome is characterized by abdominal obesity, high blood glucose levels, impaired glucose tolerance, dyslipidemia, and hypertension. Recently, several studies have examined the association of the metabolic syndrome with breast cancer. The aim of this study was to identify the relationship between metabolic syndrome and breast cancer, study the role of metabolic syndrome in the genesis of breast cancer, examine the role of family history, reproductive history, smoking, alcohol and other risk factors for breast cancer and to research association of the individual components of the metabolic syndrome with breast cancer, which may be the focus for primary prevention. A case-control study of postmenopausal women was conducted in women of gynecology and mastology sectors in Fernandes Figueira Institute (IFF / FIOCRUZ) from april 2011 to February 2013. The study included 218 patients between 45 and 69 years, 68 breast cancer cases and 150 controls. To compare case and control groups, according to frequency distribution was used chi-square test or Fisher's exact test (two-sided). Odds Ratio (OR) with a confidence interval of 95% (95% CI) was used to assess the magnitude of association. The metabolic syndrome may be associated with increased risk of breast cancer, but there was no statistical significance, while physical activity is presented as a protective factor. With respect to the individual components of the metabolic syndrome, increased blood pressure and high levels of blood glucose were presented as risk factors for the development of cancer. Insulin resistance proved to be an important risk factor and leptin a protective factor. Healthy living, along with the supply of secondary prevention of breast cancer, prevent many illnesses and deaths caused by late diagnosis of breast cancer.
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VIVÊNCIA DO CLIMATÉRIO EM UM GRUPO DE MULHERES DE UMA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA CLIMATERIUM EXPERIENCE IN A WOMEN GROUP OF A FAMILY HEALTH UNIT

Zanotelli, Silvana dos Santos 13 August 2010 (has links)
This study investigated the climaterium experience in a women group linked to a Family Health Strategy Unit in Brazil. The general objective was: Understanding how women linked to the Family Health Strategy Unit in a town of the South of Brazil experience climaterium. The approach used was based in a descriptive qualitative field study. The data were collected by means of semi-structured interview, between March and August 2009 and had the participation of 13 women aging from 45 to 60 years old, climacteric period, according to the Health World Organization. The thematic analysis suggested by Minayo was used for the data analysis, generating two categories: women s perception on climaterium; Perceptions on sexuality in climaterium; Perceptions of self-image in climaterium; Knowledge construction on climaterium; Religious support and climaterium; Health service and the woman in climaterium. The findings of this study allow asserting that, currently, women experience climaterium in many different ways, and that the period experience is shaped by biological, social and cultural characteristics. Therefore, it is necessary that multiple factors which permeate women s life can be observed when assistance is provided to them, that women can be serviced in group, thus this way, through knowledge socialization and together with the health team support they have the possibility of experiencing climaterium in a more natural and calmer manner. It is important to (re) think the care nursing practice, articulated with other health professionals, so that they can implement strategic measures of assistance to women in climaterium, meeting their needs and leading them to an active and healthy life, with well-being and quality in this period as well. Este estudo investigou a vivência do climatério em um grupo de mulheres vinculadas a uma Unidade da Estratégia de Saúde da Família em um município do sul do Brasil. O objetivo geral foi: Compreender como as mulheres vinculadas a Unidade da Estratégia Saúde da Família em um município do sul do Brasil vivenciam o climatério. A metodologia utilizada foi pautada em um estudo de campo, descritivo, de abordagem qualitativa. Os dados foram coletados por meio de entrevista semi-estruturada, entre março e agosto de 2009 e teve a participação de 13 mulheres com idade entre 45 e 60 anos, período climatérico, segundo a Organização Mundial de Saúde. Para a análise dos dados foi utilizada a análise temática sugerida por Minayo, dando origem a seis categorias: A percepção das mulheres sobre do climatério; Percepções da sexualidade no climatério; Percepções da auto-imagem no climatério; Construção de saberes sobre o climatério; O suporte religioso e o climatério; O Serviço de Saúde e a mulher no climatério. Os achados deste estudo permitem afirmar que as mulheres vivenciam atualmente o climatério de formas diversas e que o período vivido é moldado pelas características biológicas, sociais e culturais das mesmas. Porém, é necessário que os múltiplos fatores que permeiam a vida das mulheres possam ser observados quando se presta assistência a elas, e, que as mulheres possam ser assistidas em grupo, pois desta forma, por meio da socialização de saberes e com apoio da equipe de saúde, tenham a possibilidade de viver o climatério de uma forma mais natural e tranquila. Há que se (re)pensar a prática assistencial da enfermagem, articulada com os demais profissionais de saúde, para que possam implementar medidas estratégicas de atenção à mulher no climatério atendendo suas necessidades e encaminhando-as para uma vida ativa, saudável, proveitosa, com bem-estar e qualidade também neste período.
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Prevalência de síndrome metabólica e seus componentes em mulheres climatéricas Prevalence of metabolic syndrome and its components in women climacteric

LINHARES, Naine dos Santos 30 September 2016 (has links)
Submitted by Rosivalda Pereira (mrs.pereira@ufma.br) on 2017-09-04T19:14:43Z No. of bitstreams: 1 NaineLinhares.pdf: 1959096 bytes, checksum: 70c3a3e71cd261754aee39ee11844fb7 (MD5) Made available in DSpace on 2017-09-04T19:14:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 NaineLinhares.pdf: 1959096 bytes, checksum: 70c3a3e71cd261754aee39ee11844fb7 (MD5) Previous issue date: 2016-09-30 Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Introduction: With a broaden life expectancy, women experience perimenopause longer, under the influence of hormonal changes, which favor the development of several cardiovascular risk factors, including those that make up the Metabolic Syndrome. It is a complex disorder characterized by a range of lipid and non-lipid factors which predispose individuals to risk of developing cardiovascular disease and type 2 diabetes. Objective: Determine the prevalence of metabolic syndrome and its components grouping in climacteric women. Methodology: Analytical cross-sectional study, conducted from November 2012 to September 2013, at the Serviço Ambulatorial de Ginecologia do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão. The sample consisted of 277 women between 40 and 65 years who agreed to participate. Data collection was performed through a questionnaire on the day of a medical appointment previously scheduled by the patient. Biochemical tests were performed at the Hospital Universitário Unidade Presidente Dutra. For the diagnosis of the syndrome, we used the criteria of the International Diabetes Federation. Data were tabulated in Microsoft Excel 2013, and the statistical analysis was proceeded using Stata 14.0. Results: We evaluated 109 (39,3%) premenopausal and 168 (60,7%) postmenopausal women. The average age was 46.2±3.9 years for premenopausal women and 54.6±5.4 years for postmenopausal women. There was a predominance of brown women, completed high school, married and with income up to 1 minimum wage. Metabolic Syndrome was observed in 62 (22.4%) patients, 29 (46,8%) premenopausal and 33 (53,2%) postmenopausal. The prevalence of syndrome components was higher in postmenopausal women. Among carriers, 44 (71%) presented waist circumference plus 2 factors. The most common factors combination was waist circumference, blood glucose and triglycerides, found in 14 women (31,8%). Conclusion: The high prevalence of metabolic syndrome in postmenopausal women reinforces the need to develop and implement public politics to offer orientation and an integral therapy approach for this population at risk. Introdução: Com a ampliação da expectativa de vida, as mulheres vivem no climatério por mais tempo, sob a influência de alterações hormonais que propiciam o desenvolvimento de diversos fatores de risco cardiovascular, dentre eles os que compõem a Síndrome Metabólica. Trata-se de um transtorno complexo, caracterizado por um conjunto de fatores lipídicos e não-lipídicos que predispõe indivíduos ao risco de desenvolver doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2. Objetivo: Determinar a prevalência da síndrome metabólica e o agrupamento dos seus componentes em mulheres climatéricas. Metodologia: Estudo transversal analítico, realizado entre novembro de 2012 e setembro de 2013, no Serviço Ambulatorial de Ginecologia do Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão. A amostra foi composta por 277 mulheres entre 40 e 65 anos de idade que concordaram em participar. A coleta de dados foi feita por meio de Ficha Protocolo no dia da consulta previamente agendada pela paciente. Os exames bioquímicos foram realizados no Hospital Universitário Unidade Presidente Dutra. Para o diagnóstico de Síndrome Metabólica, foram utilizados os critérios da International Diabetes Federation. Os dados foram tabulados no Microsoft Excel 2013 e a análise estatística dos resultados foi procedida no programa estatístico Stata 14.0. Resultados: Foram avaliadas 109 (39,3%) mulheres na pré-menopausa e 168 (60,7%) na menopausa. A idade média das mulheres na pré-menopausa foi 46,2±3,9 anos e das mulheres na menopausa foi 54,6±5,4 anos. Houve predomínio de mulheres pardas, com Ensino Médio completo, casadas e com renda de até 1 salário mínimo. A Síndrome Metabólica foi observada em 62 (22,4%) pacientes, sendo 29 (46,8%) na pré-menopausa e 33 (53,2%) na menopausa. A prevalência dos componentes da síndrome foi maior no grupo da menopausa. Dentre as portadoras, 44 (71%) apresentaram circunferência abdominal alterada mais 2 componentes. A combinação mais frequente foi circunferência abdominal, glicemia e triglicérides presente em 14 mulheres (31,8%). Conclusão: A prevalência elevada de síndrome metabólica nas mulheres menopausadas reforça a necessidade de desenvolver e implementar políticas públicas para oferecer orientação e uma abordagem terapêutica integral para essa população de risco.
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Análise do perfil lipidômico e do risco cardiovascular na pré e pós menopausa Analysis of lipid profile and cardiovascular risk in pre and post menopause

NOGUEIRA, Iara Antonia Lustosa 25 May 2017 (has links)
Submitted by Rosivalda Pereira (mrs.pereira@ufma.br) on 2017-09-29T17:19:20Z No. of bitstreams: 1 IaraNogueira.pdf: 92869 bytes, checksum: 5e68638ca4fbe0f7a83413724c91dec2 (MD5) Made available in DSpace on 2017-09-29T17:19:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 IaraNogueira.pdf: 92869 bytes, checksum: 5e68638ca4fbe0f7a83413724c91dec2 (MD5) Previous issue date: 2017-05-25 Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Menopause is a physiological process that affects women during their late 40s or early 50s, but it has substantial health consequences, varying from disturbances in the lipid and glucose metabolism to changes in sleep, increasing exposure to cardiovascular disease. The aim of this study was to analyze the lipid profile and cardiovascular risk in pre and post menopause, in order to better understand the possible mechanisms that increase cardiovascular risks after menopause. It was a cross-sectional analytical study, including evaluated 184 women aged to 40 to 65 years. Socio-demographic, clinical, anthropometric and laboratory data were obtained as well as comorbidities, such as diabetes, dyslipidemia, hypertension and metabolic syndrome. The stratification of cardiovascular risk in 10 years was performed using the Framingham equation and the overall risk score. A total of 40 participants blood samples of this total were randomly selected for serum lipidic analysis, using mass spectrometry. Participants mean aged of 50 (SD 6.8) years and 54.8% were defined as postmenopausal. From the Framingham score, most women were classified as low risk, with 95.1% frequency for cardiovascular disease in 10 years in premenopausal women and 74.5% in those postmenopausal, despite the high percentage of risk factors, such dyslipidemia (72.6%), metabolic syndrome (50%), insulin resistance (50.9%) and diabetes (16.7%) in postmenopausal. Stratification by the global risk score was more adequate, that is, 64.6% of premenopausal women and 29.4% of postmenopausal women were classified as low risk, whereas 22% and 62.8% were in the high risk category, respectively. In lipidic analysis, lipid species were found to have increased concentrations in postmenopausal women, with the most notable being ceramides (N.C23: 0.Cer; N.C23:0(OH).Cer and N.C24:0(OH).Cer) with Fold Change of 1.68, 1.59 and 1.58, respectively. It was also observed that 14 metabolites showed a significant difference between pre and post menopause, mainly ceramide species. Strong and positive correlations were identified between several metabolites with fasting glucose, glycated hemoglobin, total cholesterol, LDL and triglycerides. Highlight the associations between the species ceramides (N.C10:0.Cer) and lysophosphatidylethanolamine (LPE.a.C18:0) with fasting glucose (r = 0.83 and r = 0.73, p< 0.05 , respectively) and with glycated hemoglobin (r = 0.81 and r = 0.75, p <0.05, respectively). The data obtained allowed us to conclude that postmenopausal women h, ad a CVD risk that was approximately three times higher than in premenopausal women, and that the Framingham score seemed to underestimate cardiovascular risk in the climacteric, whereas the overall score stratified more adequately once which was consistent with the CVD risk factors observed in this population. However, the main findings of this study were the important lipid changes detected in postmenopausal women, especially in the class ceramides, as well as correlations with classical glycolic and lipid markers that may be useful to investigate diseases associated with this phase. A menopausa constitui um processo fisiológico que acomete as mulheres entre 40 e 50 anos, porém traz consequências substanciais para a saúde, que variam de distúrbios no metabolismo lipídico e glicídico a alterações no sono, aumentando a exposição para as doenças cardiovasculares. Esta pesquisa teve como objetivo analisar o perfil lipidômico e o risco cardiovascular na pré e pós menopausa, para melhor entender os possíveis mecanismos que aumentam os riscos cardiovasculares após a menopausa. Foi uma pesquisa transversal analítica, que foram avaliadas 184 mulheres, com idade entre 40 e 65 anos. Dados sociodemográficos, clínicos, antropométricos e exames laboratoriais foram obtidos, bem como informações sobre comorbidades, como diabetes, dislipidemia, hipertensão e síndrome metabólica. A estratificação do risco cardiovascular em 10 anos foi realizada utilizando a equação de Framingham e o escore global de risco. Do total das participantes, foram selecionadas aleatoriamente, 40 amostras sanguíneas, para a análise lipidômica, utilizando a técnica de espectrometria de massa. As participantes tinham uma média de idade de 50 anos (DP 6,8), na qual 55% delas estavam na pós-menopausa. Pelo escore de Framingham, a maioria das mulheres foram classificadas em baixo risco, sendo que na pré menopausa a frequência foi de 95,1% e na pós menopausa de 74,5% para doença cardiovascular em 10 anos, apesar do percentual elevado dos fatores de risco, como dislipidemia (72,6%), síndrome metabólica (50%), resistência insulínica (50,9%) e diabetes (16,7%), na pós menopausa. Já a estratificação pelo escore global de risco mostrou que 64,6% das mulheres na pré-menopausa e 29,4% na pós-menopausa foram classificadas como baixo risco, enquanto que 22% e 62,8% estavam na categoria de alto risco, respectivamente. Na análise lipidômica, verificou-se que espécies lipídicas apresentavam concentrações aumentadas na pós menopausa, destacando-se as ceramidas (N.C23:0.Cer; N.C23:0(OH).Cer e N.C24:0(OH).Cer) com Fold Change de 1,68, 1,59 e 1,58, respectivamente. Observou-se também que 14 metabólitos apresentaram diferença significativa entre pré e pós menopausa, principalmente espécies de ceramidas. Foram identificadas correlações fortes e positivas entre vários metabólitos com glicemia em jejum, hemoglobina glicada, colesterol total, LDL e triglicerídeos. Destacamse as associações entre as espécies de ceramidas (N.C10:0.Cer) e lisofosfatidiletanolamina (LPE.a.C18:0) com a glicemia em jejum (r=0,83 e r=0,73; p< 0,05, respectivamente) e com a hemoglobina glicada (r=0,81 e r=0,75; p< 0,05, respectivamente). Os dados obtidos nos permitiram concluir que as mulheres na pós menopausa apresentavam um risco para DCV aproximadamente três vezes maior que na pré menopausa e que o escore de Framingham parece subestimar o risco cardiovascular no climatério, enquanto que o escore global estratifica mais adequadamente, uma vez que foi condizente com os fatores de risco para DCV observados nesta população. Mas, o principal achado deste estudo foram as importantes alterações nos lipídeos detectadas na pós menopausa, especialmente na classe das ceramidas, além das correlações com marcadores glicídicos e lipídicos clássicos que poderão ser úteis para investigar doenças associadas a esta fase.

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