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Relações familiares e integralidade da saúde da mulher no climatério: significações construídas por usuárias e profissionais de saúde

Pires, Vilara Maria Mesquita Mendes 3 February 2015 (has links)
Submitted by Ana Carla Almeida (ana.almeida@ucsal.br) on 2016-09-28T18:32:16Z No. of bitstreams: 1 PIRES VMMM-2015.pdf: 2395791 bytes, checksum: bd475cde65665485256b2deda7d8cb48 (MD5) Approved for entry into archive by Rosemary Magalhães (rosemary.magalhaes@ucsal.br) on 2016-10-06T18:06:18Z (GMT) No. of bitstreams: 1 PIRES VMMM-2015.pdf: 2395791 bytes, checksum: bd475cde65665485256b2deda7d8cb48 (MD5) Made available in DSpace on 2016-10-06T18:06:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 PIRES VMMM-2015.pdf: 2395791 bytes, checksum: bd475cde65665485256b2deda7d8cb48 (MD5) Previous issue date: 2015-02-03 Os contornos demográficos da população brasileira revelam que as mulheres tendem a superar o contingente populacional masculino em breve espaço de tempo em virtude da maior expectativa de vida, o que traz consequências aos modos de vida em família e impulsiona o desenvolvimento de pesquisas voltadas para questões vivenciadas pelas mulheres nesse contexto. Um número crescente de mulheres ingressa no climatério, período de transição feminina entre as fases reprodutiva e não reprodutiva, privilegiado pela política nacional de saúde integral da mulher. O objetivo geral da pesquisa é analisar o climatério sob a égide da integralidade na percepção de mulheres atendidas em Unidades de Saúde da Família. Os objetivos específicos constituíram-se em compreender o significado do climatério, os fatores biopsicossociais vivenciados pelas mulheres durante esta fase do ciclo vital e identificar as ações desenvolvidas pelos profissionais de saúde das Equipes de Saúde da Família às mulheres que vivenciam o climatério. A ética da pesquisa com seres humanos foi respeitada, tendo o projeto de pesquisa sido aprovado pelo CEP. Trata-se de um estudo qualitativo fundamentado pela Hermenêutica Filosófica que a orientou, fornecendo pressupostos que permitiram uma abordagem interpretativa ao corpus empírico. A pesquisa de campo foi realizada em Unidades de Saúde da Família e no domicílio das usuárias residentes no município de Jequié-BA. Participaram da investigação sete profissionais de saúde e dez mulheres climatéricas. Os dados foram coletados com base na entrevista semiestruturada registrada em áudio em caderno de campo. A análise das entrevistas contemplou um Mapa Conceitual que revelou relação entre os núcleos de sentido e permitiu identificar categorias e subcategorias. Os resultados são apresentados a partir das categorias - a mulher diante do estranho (significando o climatério); o climatério e os contextos femininos (percepções da sexualidade no climatério; meu corpo mudou: e agora?; família: um lócus para transformar); o serviço de saúde e a mulher no climatério: com a palavra as usuárias (quem cuida de mim?); atenção à saúde da mulher no climatério: com a palavra o profissional de saúde (significado do climatério; significando integralidade; e o serviço de saúde e a mulher no climatério: o olhar do profissional de saúde). A discussão mostra que o climatério é um assunto pouco discutido na saúde, mas para as mulheres significa mudança no corpo, na família, na sexualidade, aceleração do envelhecimento; elas não se sentem assistidas em suas queixas. Para os profissionais de saúde, o climatério ainda é um assunto pouco visto o que atribuem à deficiência na formação que os indispõem a desenvolver ações de saúde à mulher climatérica bem como ao desempenho do cuidado integral. Destaca-se a necessidade se reconstruir o conceito de climatério, reconhecendo a subjetividade, sentimentos e emoções que movem a mulher. A formação de Grupos de Convivência deve ser considerada e deve-se intensificar o olhar para o climatério na PNAISM. Exige-se uma mudança de perfil na estrutura de organização da atenção à saúde, concretizando a integralidade como ação articulada a uma política de formação profissional, com respostas às necessidades da mulher climatérica. Brazilian population demographics outlines reveal that women tend to overcome men population contingent shortly, due to the higher lifespan, which brings consequences to the family ways of life and drives the development of researches towards to issues experienced by women in such context. A crescent number of women enter in climacteric, a female transition period between the reproductive and the non reproductive phase, privileged by the national policy for women integral healthcare. The general objective of this research is to analyze the climacteric phase under the aegis of integrality according to women attended in Family Health Unities. The specific objectives constituted in understanding the meaning of climacteric, the biopsychosocial factors experienced by women during this phase of their vital cycle and to identify the actions developed by health professionals from Family Health Teams to the women that experience the climacteric. The ethics of the research with human beings was respected, and the research project was approved by CEP. This is a qualitative study based on the Philosophical Hermeneutics, which has guided it, providing assumptions that allowed an interpretative approach to the empirical corpus. The field research was performed in Family Health Unities and at the homes of users living in the city of Jequié-BA. Seven health professionals and 10 climacteric women participated in this study. Data was collected based on the semi structured interview registered in audio and in field diary. Interviews analysis contemplated a Conceptual Map, which revealed relationships between the meaning nuclei that allowed the identification of the categories and subcategories. The results are presented from the categories - the woman facing the strange (giving a meaning to the climacteric); the climacteric towards the female contexts (perceptions of sexuality in climacteric; my body changed: and so what?; family: a locus to change); the health service and the climacteric woman: the users’ speech (who takes care of me?); woman health attention in climacteric: the health professional speech (the meaning of climacteric; giving a meaning to integrality; and the health service and the climacteric woman: the health professional look). The discussion shows that climacteric is still a little discussed subject in health area, but for women it means changes in their bodies, families, sexuality, acceleration of aging and they do not feel assisted in their complaints. For health professionals, climacteric is still a subject little studied by them, and they attribute it to deficiencies in their college education, which make them not feel prepared to develop health actions to the climacteric women and also to provide an integrative attention. It is highlighted the need of rebuilding the concept of climacteric, recognizing its subjectivity, feelings and emotions that are moving the women. The formation of Acquaintance Groups must be considered and it must be intensified the attention to the climacteric in PNAISM. It is required a profile change in the organization structure of the health attention, making real the integrality as an action articulated to a professional education policy, answering the needs of the climacteric women.
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A imagem da mulher de meia-idade nos meios de comunicação social

Ferreira, Maria Francisca Theresa Pinto 18 September 1981 (has links)
Submitted by Kelly Ayala (kelly.ayala@fgv.br) on 2016-06-16T20:00:21Z No. of bitstreams: 1 000019012.pdf: 4267242 bytes, checksum: 0305542bba2a2e15de13a331a403f9ee (MD5) Made available in DSpace on 2016-06-16T20:02:15Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000019012.pdf: 4267242 bytes, checksum: 0305542bba2a2e15de13a331a403f9ee (MD5) Previous issue date: 1981-09-18 The objective of this work was to study the degree of participation of the middle age woman in the media of social communication in Brazil. About 15 magazines, published by 'Bloch' and 'Abril Cultural', have been selected for ''this study. The readers basic characteristics and profiles have been obtained, from the publishers, for each one of the above mentioned magazines. The photographs and illustrations in the magazines were submitted to 'Content Analysis', being classified in three different groups - ' the young woman', 'the middle age woman', and 'the old woman' - by 14 randomly selected judges. After the classification the results were submitted to a logical and statistical analysis. It was also investigated the condition of the woman. considering the dimension of the biological, social and psychological level, and some aspects related to the mythicism of the feminine being. A short historical review about the woman situation in the social environment of Brazil is also presented, as some data about the Consumer's Psychology. From the gathered data it became clear that the incidence in the class 'middle age woman' is not significative, being almost all stimule in the class 'young woman', even in the media said to be directed to middle age women. The study shows that, independent of published matter and magazine, almost the totality of obtained stimuli is concentrated in the class 'The young woman'. 1- I t is presented, in the conclusion', that 'the middle age woman' does not exist as a form of social appeal, whit must contribute to maintain conflictive such a period as the climacteric. O presente trabalho teve por finalidade investigar a posição ocupada pela mulher dita de meia-idade nos meios de comunicação social. Para tanto, foram selecionadas cerca de quinze Revistas Femininas, editadas pela Bloch e Abril Cultural, tendo sido as fotos e ilustrações apresentadas em tais veículos de comunicação, submetidas ã Análise de Conteúdo, para a qual se contou com uma equipe formada por quatorze juízes, selecionados aleatoriamente. Os estímulos apresentados foram classificados em três categorias, quais sejam, 'mulher jovem', 'mulher de meia-idade' e 'mulher idosa', e os resultados obtidos submetidos a uma análise lógica e estatística. Efetuou-se um estudo sobre a condição da mulher, segundo as dimensões biológica, social e psicológica, considerados aspectos relativos à mítica feminina, além de um-breve histórico sobre a situação da mulher no contexto social do País. Foram, também, observados dados referentes ã Psicologia do Consumidor. A partir dos resultados obtidos constatou-se que a incidência de estímulos classificados como sendo mulheres de meia-idade não foi significativa, alcançando, a figura da mulher jovem, a quase totalidade dos estímulos apresentados em todas as revistas examinadas, mantendo-se elevada mesmo naquelas dirigidas, segundo as Editoras, primordialmente, às mulheres de mais idade. Observou-se, também, uma tendência acentuada a se classificar na categoria 'jovem' figuras femininas que se apresentassem como sexualmente atraentes, fisicamente belas e, ainda, a de artistas populares - esta, mesmo naqueles casos em que, reconhecidamente, se sabia possuidoras de idade superior aos 43 anos. Desse modo, concluiu-se que a figura feminina correspondente à mulher considerada de meia-idade, inexiste como forma de apelo social, o que contribuiu, sobremaneira, para tornar ainda mais conflitivo um período já crítico em si mesmo, como o é o climatério.
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Avaliação da qualidade de vida de mulheres na pós-menopausa praticantes de corrida de rua

Rühl, Carlos Eduardo do Carmo 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2015-06-26T13:08:44Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license.txt: 1914 bytes, checksum: 7d48279ffeed55da8dfe2f8e81f3b81f (MD5) carlos_ruhl_iff_mest_2013.pdf: 537586 bytes, checksum: 16c2d96aa1422f8fe3dda762472daa9c (MD5) Previous issue date: 2013 Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. Departamento de Ensino. Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e da Mulher. Rio de Janeiro, RJ, Brasil. INTRODUÇÃO: Com o aumento da população e da expectativa de vida e, consequentemente o aumento do número de mulheres, a menopausa tornou-se um fenômeno mais comum e mais duradouro. A diminuição da produção hormonal e o cessar do funcionamento do ovário levam a uma série de alterações fisiológicas que comprometem, dentre outras coisas, o desempenho de atividades motoras e provocam modificações psicológicas e sociais que afetam a qualidade de vida e a saúde. Apesar dos benefícios comprovados da prática de atividades físicas regulares para a saúde nesse momento na vida da mulher, no Brasil, pouco se tem pesquisado sobre os desdobramentos na qualidade de vida das mesmas. OBJETIVO: Descrever as características sociodemográficas, aspectos físicos e de treinamento das mulheres envolvidas no estudo e avaliar a associação destas variáveis com as dimensões da qualidade de vida propostas pelo Medical Outcome Study 36-item Short Form Health Surve (SF-36). METODOLOGIA: Trata-se de um estudo observacional, descritivo, transversal, onde foram entrevistadas 95 mulheres praticantes de corrida de rua e 53 não praticantes, com idade entre 45 e 60 anos, sem comprometimento relatado de saúde e com ausência de menstruação nos últimos 12 meses. As praticantes apresentaram experiência de pelo menos 3 meses na atividade e frequência semanal de treinamento mínima de 2 vezes. Foi pedido às entrevistadas que indicassem outras mulheres não praticante da atividade, que tivessem perfil semelhante às mesmas, para a participação na pesquisa. Os dados sociodemográficos, antropométricos e os dados relacionados ao treinamento foram obtidos através da aplicação de um questionário semi-estruturado. A qualidade de vida foi avaliada através da aplicação do questionário SF-36, o nível de aptidão física foi avaliado pelo IPAQ. Os dados foram analisados pelo teste U de Mann-Whitney, Qui Quadrado, Kruskal-Wallis e regressão linear multivariada, através do software SPSS, versão 17.0. RESULTADOS: A prática de corrida de rua mostrou forte associação com todas as dimensões da qualidade de vida, exceto Aspectos Emocionais, mostrando resultados significativamente mais altos (p < 0,05) nas corredoras, independente das outras variáveis. CONCLUSÃO: Mulheres na pós-menopausa que praticam corrida de rua, tem uma melhor percepção da vida quando comparadas às não praticantes, independente de seu nível de atividade física. INTRODUCTION: With the increase in life expectancy and the increasing number of women, menopause has become a phenomenon more common and longer-lasting. The decrease in hormone production and the cessation of ovary function leads to a series of physiological changes that compromise the performance of motor activities and cause psychological and social changes that affect the quality of life and health. Despite the proven benefits of regular physical activity for health at that moment, in the life of the woman, little has researched on the developments in quality of life in Brazil. OBJECTIVE: To describe the socio-demographic characteristics, physical and training aspects of women involved in the study and evaluate the association of these variables with the dimensions of quality of life proposed by the Medical Outcome Study 36-item Short Form Health Surve (SF-36). METHODOLOGY: This is an observational, descriptive, transversal study, where were interviewed 95 women practitioners of outdoor running and 53 non-practitioners, aged between 45 and 60 years, without compromising health reported and with the absence of menstruation in the last 12 months. The practitioners have presented at least 3 months experience in the activity and minimum training week 2 times. Respondents were asked to indicate which other women not practitioner of activity, which had a similar profile to the same, for participation in research. The socio-demographic, anthropometric and training-related data were obtained through the application of a semi-structured questionnaire. Quality of life was assessed by applying the questionnaire SF-36, the level of physical fitness was assessed by IPAQ. The data were analysed by Mann-Whitney U test, Chi square, Kruskal-Wallis or multivariate linear regression, on SPSS software, version 17.0. RESULTS: The practice of outdoor running showed strong association with all dimensions of quality of life, except emotional aspects, showing results significantly higher (p < 0.05) in runners, independent of other variables. CONCLUSION: Postmenopausal women who engage in outdoor running, have a better perception of life when compared to non-practitioners, regardless of their level of physical activity.
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É tempo de se cuidar mais\": pesquisa-ação para promover a saúde da mulher no climatério Its time to pay close attention to self-care: an action-research to promote womans health in the climacteric period

Juliana Reale Caçapava Rodolpho 19 August 2015 (has links)
Introdução: O climatério marca a passagem do período reprodutivo das mulheres para o período não reprodutivo, e é influenciado pelos aspectos biológicos e psicossociais prevalentes nos diferentes contextos culturais. A literatura científica aponta a escassez de informações e orientações para as mulheres sobre o tema pelos serviços de saúde, embora esteja evidenciado que a experiência do climatério pode trazer sofrimento físico e emocional às mulheres, em decorrência das intensas mudanças que elas vivenciam neste período. Objetivos: Explorar as experiências vividas pelas mulheres no período do climatério; identificar as dúvidas e necessidades das mulheres relacionadas à experiência do climatério; identificar as dificuldades e potencialidades que as mulheres possuem para o enfrentamento dos problemas relacionados à experiência do climatério; e produzir um material educativo destinado à promoção da saúde das mulheres que vivenciam a experiência do climatério. Metodologia: O método de pesquisa foi a pesquisa-ação (PA), embasada pelo referencial pedagógico de Paulo Freire. A população do estudo foi constituída por mulheres usuárias de um serviço de atenção básica do Município de São Paulo. Participaram da PA nove mulheres entre 45 e 65 anos de idade. Foram realizados grupos focais e oficinais educativas durante os nove encontros da PA, cujo processo foi constituído das etapas de diagnóstico situacional da realidade, planejamento e execução das ações executivas e avaliação. Todos estes encontros foram gravados em áudio e transcritos integralmente, e este conjunto de dados foi submetido à análise temática. Resultados: As assertivas O espelho fala a verdade: as mudanças corporais interferindo na autoestima das mulheres no climatério; A vida gira como um carrossel: altos e baixos nas condições emocionais e no convívio com os membros da família; O tempo agora é outro: mudanças na sexualidade e relacionamento amoroso/conjugal no climatério; e É tempo de se cuidar mais: em busca do autocuidado no climatério sintetizam as experiências das mulheres que vivenciam o climatério. Discussão: O climatério desencadeia alterações no corpo e na mente das mulheres, que repercutem nos relacionamentos familiar, conjugal e social, na vivência da sexualidade e nas percepções a respeito da saúde. Durante o processo de PA, as mulheres fizeram reflexões que ajudaram a identificar a necessidade de ajustes na forma de lidar com as novas situações e de confrontá-las, reorganizando a sua vida cotidiana. Conclusões: Por meio da PA foi possível promover a aprendizagem emancipatória, a aquisição de uma perspectiva ampliada do climatério, a ampliação da rede de apoio social a partir dos vínculos construídos, o despertar da consciência sobre o cuidar de si, o autoconhecimento, e o resgate da autoestima. O material educativo, produto do processo de PA, foi elaborado a partir do diagnóstico sobre os problemas, potencialidades, necessidades e demandas relativas à experiência do climatério. Ele foi validado por um perito no assunto e pelas mulheres participantes da PA. Introduction: The Climacteric period marks the transition between the reproductive and non-reproductive phase of women, and it is influenced by biological and psychosocial aspects in a range of different cultural contexts. The literature reveals a lack of information and healthcare guidance supported by health services, although the experience of physical and emotional suffering has been well documented in the climacteric, as a result of stressful womens life changes. Objectives: The aims of this study were to explore womens experiences regarding the climacteric period; to identify womens questions and needs concerning the climacteric; to raise womens difficulties and approaches to manage the problems regarding the climacteric; and to elaborate an educational material dedicated to womens health promotion, focused on the climacteric period. Method: Action-research (AR) was the method used, enhanced through the pedagogical reference of Paulo Freire. The study population comprised a group of nine women between 45 and 65 years old users of a primary healthcare facility of São Paulo city. Focal groups and educational workshops were both organized and applied to the nine ARs group meetings, which were developed through the phases of realitys situational diagnostic, action planning and execution, and evaluation. All these meetings were recorded, the information was integrally transcribed verbatim, and the data were submitted to thematic analysis. Results: Four major thematic findings highlight the experience lived by women during the climacteric: The mirror tells the truth: bodily changes perception affecting the womens self-esteem in the climacteric; Life twists and turns like a carousel: ups and downs regarding emotional conditions and family relationship; Now, the time is changed: changes regarding sexuality and affective/marital relationship in the climacteric; and Its time to pay close attention to self-care: searching for self-care in the climacteric. Discussion: The climacteric period brings changes regarding body and mind, which affect familiar, marital, and social relationships, as well as womens experience of sexuality and perception of health and self-care. In the action-research process, women could reflect on these issues, which helped them to identify the need of adjustments concerning the copying of new situations, and the ways of re-organizing their daily life. Conclusions: The AR promoted the development of an emancipatory learning process, the achieving of an enlarged perspective about the climacteric, the increase of a social network by means of the groups bond, the awareness of consciousness to self-care, the self-knowledge, and the self-esteems recovery. The educational material, which was considered a product of the AR, was elaborated by means of the diagnosis of problems, potentialities, needs and demands related to womens experience regarding the climacteric period. The educational booklet was validated by an expert and by the women who participated of this study.
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"Vivenciando o climatério: o corpo em seu percurso existencial à luz da fenomenologia" Experiencing the climacteric: the body in its existential course under the light of the phenomenology.

Roselane Gonçalves 25 August 2005 (has links)
Buscando compreender a vivência do climatério realizei pesquisa qualitativa de abordagem fenomenológica. As entrevistas foram realizadas com sete mulheres, entre 48 e 55 anos de idade, que apresentaram menopausa espontânea. Para desvelar a essência do fenômeno ser mulher vivenciando o climatério elaborei a questão norteadora: Fale-me, como é para você estar vivenciando o climatério? Dos depoimentos emergiram as Unificações Ontológicas: percebendo mudanças no seu corpo, vivenciando sentimentos de ambigüidade, conscientizando-se do mundo por meio do corpo no tempo e no espaço, refletindo sobre a sexualidade e reconhecendo novas maneiras de co-existir no mundo, que foram analisadas e interpretadas à luz do referencial teórico filosófico de Maurice Merleau-Ponty. Os resultados do estudo culminaram na elaboração de pressupostos para a pesquisa, o ensino e a assistência à mulher climatérica, que vão além do biológico, contemplando a dimensão humana existencial. UNITERMOS:Assistência de enfermagem. Climatério. Menopausa. Meia-idade. Saúde da mulher. Fenomenologia. Trying to understand the climacteric experience, I have accomplished qualitative survey of phenomenological approach. The interviews were accomplished with seven women, aged between 48 and 55, who have presented spontaneous menopause. In order to unveil the essence of the phenomenon "being woman experiencing the climacteric", I have prepared the guiding question: Tell me, how it sounds to you to be living the climacteric? Ontological Unifications arose from the testimonies: realizing changes in her body, experiencing feelings of ambiguity, becoming aware of the body in space and time, bethinking about the sexuality and recognizing new ways to co-exist in the world, which were analyzed and interpreted under the light of Maurice Merleau-Ponty's philosophical theoretical referential. The results of the study have culminated in the elaboration of presuppositions for the survey, the teaching and support to the climacteric woman, that go beyond the biological, contemplating the existential human dimension.
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Capacidade funcional, atividade física e risco de quedas em mulheres sambistas de São Paulo Functional Capacity, Physical Activity and Risk of Falls in Samba Dancers from Sao Paulo

Solange Convento Silveira 30 November 2010 (has links)
A prática de atividade física tem demonstrado confirmada eficácia na proteção contra doenças crônico-degenerativas e quedas com suas sérias consequências, bem como na preservação do equilíbrio e de outros componentes relacionados à manutenção da capacidade funcional e independência. Todavia, em razão de fatores biológicos, socieconômicos e culturais é pouco praticada por adultos e idosos, especialmente, do sexo feminino, sob alegação de falta de tempo, estrutura, saúde, ou mesmo, interesse. Faz-se necessário investigar possibilidades e opções que estimulem estilos de vida mais ativos, como a participação em escolas de samba. Objetivo. Caracterizar as mulheres que compõem a ala de baianas de escolas de samba do grupo especial na cidade de São Paulo quanto à idade, tempo que desfila, história pregressa de quedas e fraturas, comorbidades declaradas, queixas álgicas, uso de medicamentos; avaliar nível de atividade e equilíbrio funcional. Método. Trata-se de um estudo exploratório, descritivo, longitudinal, comparativo aplicado de campo com amostra de 47 mulheres da ala das baianas de escolas de samba de São Paulo, com idade média de 62,04 anos. Os dados pessoais e de saúde foram coletados e aplicados testes e avaliações durante os ensaios para o carnaval. O nível de atividade física foi avaliado pelo Questionário Internacional do nível de Atividade Física (IPAQ) e o equilíbrio funcional ou risco de quedas foi avaliado em dois momentos pela Escala de Equilíbrio de Berg (BBS). Resultados. Houve associações significativas entre a pontuação total de BBS e idade (p=0,017), número de doenças (0,008), número de medicamentos e relatos prévios de quedas (p=0,001). História de quedas demonstrou-se associado à faixa etária e ao número de doenças. Na comparação entre os Momentos I e II, ocorreu pequena diminuição em relação ao IMC e a pontuação BBS demonstrou aumento pequeno, porém significativo do ponto de vista estatístico (p= 0,025). Conclusão. O risco de quedas apresenta-se maior ao se associar com faixa etária mais avançada, doenças crônicas, medicamentos e, especialmente, com relato prévio de quedas. Com relação à comparação da capacidade funcional entre os dois momentos, houve pouca diminuição, mas, significativa em relação à pontuação da BBS. The practice of physical activity has confirmed efficacy in preventing chronic-degenerative diseases and falls with their severe consequences, as well as in preserving balance and other components related to the maintenance of functional capacity and independence. However, due to biological, socioeconomic and cultural factors, the practice of physical activities is rare among adult and elderly individuals, mainly females, who claim lack of time, structure, health status and even interest in practicing them. It is necessary to investigate the possibilities and options that can stimulate more active lifestyles, such as the participation in samba schools. Objective. To characterize the women that constitute the baiana party in samba schools from the Special Groups in the city of Sao Paulo regarding age, samba school participation duration, previous history of falls and fractures, declared comorbidities, pain complaints, medication use; and evaluate the level of activity and functional balance. Method. This is an exploratory, descriptive, longitudinal, comparative, applied field study of 47 female samba school dancers (baianas) from Sao Paulo, with a mean age of 62.04 years. Personal and health data were collected and tests and assessments were applied during Carnival rehearsals. The level of physical activity was evaluated through the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) and functional balance or risk of falls was assessed at two distinct moments through the Berg Balance Scale (BBS). Results. There were significant associations between the total BBS score and age (p=0.017), number of diseases (0.008), number of medications and reports of previous falls (p=0.001). A history of falls showed to be associated with the age range and the number of diseases. When comparing the two assessed Moments, I and II, there was a slight decrease regarding the body mass index (BMI) and the BBS score showed a slight increase, albeit statistically significant (p= 0.025). Conclusion. The risk of falls is higher when associated with older age range, chronic diseases, use of medications and mainly, a previous history of falls. Regarding the comparison of functional capacity between the two moments, there was a slight decrease, albeit significant, regarding the BBS score
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ESTUDO DO RISCO CORONARIANO EM MULHERES NO PERIODO DO CLIMATÉRIO STUDY OF CORONARY RISK IN WOMEN IN THE CLIMACTERIC PERIOD

Dallazen, Fernanda 27 July 2016 (has links)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Introduction: With the female aging process, the climacteric is a key stage in the women s lives, in which there is a decrease in sex hormones, a change of distribution in body fat and changes in lipid profile involving the increase of coronary risk in women. Objective: To evaluate the coronary risk in women in the climacteric period using the Conicity Index. Methods: A cross-sectional study, not probabilistic, linked to the research "Female Aging Study" from the Regional University of the Northwest of Rio Grande do Sul State - UNIJUI approved by the Research Ethics Committee of UNIJUI under opinion No. 864,988 / 2014 and CAAE 37096614.0 .0000.5350. The study consists of women between 35-65 years of age enrolled in the Family Health Strategy in the urban area of the city of Ijuí, RS (Brazil). Data collection was conducted from 2014 to 2016 and the variables of interest were sociodemographic and health conditions; assessment of nutritional status; clinical evaluation with measurement of blood pressure; and biochemical evaluation; coronary risk was assessed using the C-Index. The women were divided into two groups considering the phase of the climacteric, G1: premenopausal women and G2: postmenopausal women. Results: Comprising 102 women, mean age 51.5 ± 7.9 years old, 40.2% of these (41) belonging to G1 and 59.8% (61) to G2. It was observed a statistical difference between G1 and G2 in relation to waist circumference, body fat%, LDL-cholesterol, total cholesterol, fasting glucose, systolic blood pressure and Conicity Index. In addition, the G2 has higher averages in most variables compared to G1. The average taper Index in both groups showed a high coronary risk in women in the study. By analyzing the variables G1 considering coronary risk low and high is observed statistically significant differences for: body weight, waist circumference, body mass index, triglycerides, diastolic blood pressure and Conicity Index; in G2 for waist circumference, body mass index, body fat percentage, glucose and Conicity Index. In the analysis of coronary risk between G1 and G2 it was found p≤0,05 value for coronary risk, low waist circumference, percentage of body fat and taper index; already with high coronary risk was observed between the percentage of body fat, LDL-cholesterol, total cholesterol, fasting glucose and Conicity Index. Conclusion: Women in G2 showed the highest coronary risk when compared to the women in G1, although these ones already show high coronary risk. In addition, women showed changes in anthropometric, lipid and glycemic profile with the arrival of the climacteric period, being the taper index a good predictor of coronary risk. This way, it is necessary the expansion of targeted assistance for women in climacteric period with a view to support therapeutic decision making in primary health care. Introdução: Com o processo de envelhecimento feminino o climatério é uma etapa marcante na vida das mulheres, no qual ocorre a diminuição dos hormônios sexuais, modificação da distribuição da gordura corporal e alterações no perfil lipídico que implicam no aumento de risco coronariano em mulheres. Objetivo: Avaliar o risco coronariano em mulheres no período do climatério utilizando o Índice de Conicidade. Métodos: Estudo transversal analítico, não probabilístico, vinculado à pesquisa Envelhecimento Feminino da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - UNIJUI, aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da UNIJUI sob o parecer nº 864.988/2014 e CAAE 37096614.0.0000.5350. Estudo composto por mulheres de 35 a 65 anos de idade cadastradas na Estratégia Saúde da Família da área urbana do município de Ijuí, RS (Brasil). A coleta de dados foi realizada no período de 2014 à 2016 e as variáveis de interesse foram dados sociodemográficos e condições de saúde; avaliação do estado nutricional; avaliação clínica com a aferição da pressão arterial; e avaliação bioquímica; o risco coronariano foi avaliado através do Índice de Conicidade. As mulheres foram divididas em dois grupos considerando a fase do climatério, G1: mulheres pré-menopausa e G2: mulheres pós-menopausa. Resultados Composto por 102 mulheres com idade média de 51,5±7,9 anos; destas 40,2% (41) pertencentes ao G1 e 59,8% (61) ao G2. Observa-se diferença estatística entre G1 e G2 em relação a circunferência da cintura, % gordura corporal, LDL-Colesterol, colesterol total, glicose em jejum, pressão arterial sistólica e índice de conicidade. Além disso, o G2 apresenta médias maiores em grande parte das variáveis analisadas quando comparadas ao G1. A média do Índice de conicidade em ambos os grupos apresenta risco coronariano elevado nas mulheres do estudo. Ao analisar as variáveis do grupo G1 considerando risco coronariano baixo e risco coronariano elevado constata-se diferença estatística significativa para: peso corporal, circunferência da cintura, índice de massa corporal, triglicerídeos, pressão arterial diastólica e Índice de conicidade; já no G2 para a circunferência da cintura, índice de massa corporal, percentual de gordura corporal, glicose e Índice de conicidade. Na análise do risco coronariano entre os grupos G1 e G2 constatou-se valor de p≤0,05 para risco coronariano baixo a circunferência da cintura, o percentual de gordura corporal e Índice de conicidade; já com risco coronariano elevado observaram-se entre o percentual de gordura corporal, LDL-Colesterol, colesterol total, glicose em jejum e Índice de conicidade. Conclusão: As mulheres no G2 apresentam maior risco coronariano quando comparadas as do G1, embora estas, já apresentarem risco coronariano elevado. Além disso, as mulheres apresentaram alterações no perfil antropométrico, lipídico e glicêmico com a chegada do climatério, o que representa que o Índice de conicidade é um bom preditor de risco coronariano. Desta forma, faz-se necessário a ampliação da assistência direcionada nas mulheres no período do climatério na perspectiva de apoiar a tomada de decisão terapêutica na atenção primária de saúde.
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HUMOR, ATENÇÃO CONCENTRADA E QUALIDADE DE VIDA EM MULHERES CLIMATÉRICAS Humor, concentrated attention and quality of life in climacteric women.

Moraes, Valdeilma Maria 10 December 2004
Made available in DSpace on 2016-08-10T10:55:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Valdeilma Maria Moraes.pdf: 1593030 bytes, checksum: 1b6738ceefeb17401c92da066ffc0764 (MD5) Previous issue date: 2004-12-10 Every year we have a global increase in life expectancy and consequently, a constellation of repercussions on health, principally in what refers to chronic-degenerative diseases. Women at present are estimated to pass one third of their lives after menopause, a troublesome phase that begins normally at forty years of age and ends around sixty-six. In this period, women present various characteristic signs and symptoms that compromise quality of life, like for example vascular-motor changes, genital-urinary atrophy, and disturbance of humor and sleep and on the long-term osteoporosis. Since more or less forty years ago, the signs and symptoms of climacteric have been treated with reposition of estrogen and progesterone. The results of hormonal therapy have been subject to discussion throughout the world, with certain studies showing favorable results and others showing unfavorable ones concerning health, humor and cognitive functioning. The present study evaluated two groups with eight menopausal women; the experimental group had hormonal therapy while the control group had no treatment. Both were evaluated on humor and concentration before and after a six-month interval, and participated in an interview on daily life activities, with the intention to seek a relation between biological, psychological and social factors that in interaction may influence the quality of life of women in this phase of life. The results suggest that the women that had hormonal therapy reported an improvement in climacteric symptoms, principally the vasomotor symptoms, libido, disposition and humor. The participants that did not have hormonal therapy worsened on scores of humor during the studied interval and neither group presented changes on test-scores of attention. The information on the daily life activities, suggests that work is an important factor in social inclusion that should be recognized as an instrument in the maintenance of self-esteem of aging persons who could feel excluded from activities that before had characterized their social position. A cada ano, estamos tendo um aumento mundial na expectativa de vida humana e conseqüentemente, uma constelação de repercussões na saúde, principalmente no que se refere às doenças crônicas-degenerativas. As mulheres possuem atualmente uma estimativa de passar um terço de suas vidas após a menopausa, fase conturbada que começa normalmente aos quarenta anos de idade e termina aos sessenta e cinco. Neste período, a mulher apresenta vários sinais e sintomas característicos que comprometem a qualidade de vida como, por exemplo, alterações vasomotoras, atrofia geniturinária, distúrbios do humor e do sono, osteoporose, entre outros. Há aproximadamente quarenta anos, os sinais e sintomas do climatério têm sido tratados com a reposição hormonal. A terapêutica hormonal e os resultados dos tratamentos têm sido motivo de discussão em todo o mundo, com alguns estudos apresentando resultados favoráveis no que diz respeito à saúde, humor e funcionamento cognitivo e outros apresentando resultados desfavoráveis. Este estudo avaliou dois grupos com oito mulheres menopausadas; um grupo fazendo uso da terapêutica hormonal e o outro sem a terapêutica hormonal. Os dois grupos foram avaliados e reavaliados em um intervalo de seis meses, quanto ao humor e atenção concentrada e ambos foram avaliados ao final do estudo quanto às atividades da vida diária, com o intuito de buscar uma relação entre os fatores biológicos, psicológicos e sociais que interagindo, apresentam um resultado na qualidade de vida das mulheres nesta fase da vida. Como resultado, as mulheres com a terapêutica hormonal referiram uma melhoria dos sintomas climatéricos, principalmente dos sintomas vasomotores, da libido, do estado de ânimo e do humor. As participantes sem uso da terapêutica hormonal pioraram os escores do humor no intervalo do estudo e ambos os grupos não apresentaram modificações nos escores do teste de atenção aplicado. A observação das atividades diárias demonstra que o trabalho é uma atividade de inclusão social importante e que deve ser valorizado como instrumento de manutenção da auto-estima das pessoas que envelhecem e se sentem excluídas das atividades que anteriormente caracterizavam a sua posição social.
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Avaliação da qualidade de vida no climatério entre usuárias e não usuárias de terapia hormonal Assessment of quality of life in menopausal users and non-users of hormonal therapy Evaluaciónde la calidadde vida en el climaterio entre usuarias y no usuarias de terapia hormonal

Pinto, Rosaura Elisabeth Monteiro 2006 (has links)
Dissertação(mestrado) - Universidade Federal do Rio Grande, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, Escola de Enfermagem, 2006. Submitted by eloisa silva (eloisa1_silva@yahoo.com.br) on 2012-11-19T17:15:08Z No. of bitstreams: 1 rosaurapinto.pdf: 928121 bytes, checksum: 7c54a392f96fa8daa07d4f0d24204fa9 (MD5) Approved for entry into archive by Bruna Vieira(bruninha_vieira@ibest.com.br) on 2012-11-30T15:10:19Z (GMT) No. of bitstreams: 1 rosaurapinto.pdf: 928121 bytes, checksum: 7c54a392f96fa8daa07d4f0d24204fa9 (MD5) Made available in DSpace on 2012-11-30T15:10:19Z (GMT). No. of bitstreams: 1 rosaurapinto.pdf: 928121 bytes, checksum: 7c54a392f96fa8daa07d4f0d24204fa9 (MD5) Previous issue date: 2006 O objetivo desta pesquisa foi avaliar a influência da terapia hormonal (TH) na qualidade de vida das mulheres no climatério. Realizou-se um estudo de corte transversal com mulheres entre 40 e 65 anos atendidas no Ambulatório de Climatério do Hospital Universitário da Fundação Universidade Federal do Rio Grande (HU-FURG) e em clínica privada, nos meses de junho, julho e agosto de 2005. Foram consideradas como usuárias aquelas que usavam TH há pelo menos 6 meses no momento da coleta de dados. Foram excluídas usuárias de anticoncepcional hormonal e usuárias de qualquer tipo de medicação, não hormonal, para alívio dos sintomas climatéricos nos últimos 6 meses. Participaram do estudo 229 mulheres, 61 usuárias de TH e 168 não usuárias. Avaliaram-se características sócio demográficas e biológicas. O instrumento utilizado para a avaliação da qualidade de vida no climatério foi o Questionário de Saúde da Mulher (QSM). A análise dos dados foi realizada através dos testes do Qui-quadrado (exato de Fisher), teste “t” de student, teste de tendência linear, teste de análise de variância fatorial 2 x 2 e teste post-hoc de Tukey. A idade média (49,2 ± 5,2 anos) e idade média da menopausa (44,5 ± 5,2 anos) das usuárias de TH foram menores do que as das não usuárias (50,9 ± 6,8 anos e 47,11± 4,8 anos respectivamente) (p=0,04 e p=0,02). Ocorreu aumento do uso de TH com o aumento da renda (p<0,05). Não ocorreu interação entre renda e TH, quando se procurou identificar se as maiores rendas e não a TH melhoravam a qualidade de vida. Dos 9 domínios de qualidade de vida avaliados pelo QSM, em 6 os escores foram melhores para as usuárias de TH (sintomas vasomotores, ansiedade e temores, memória e concentração,comportamento sexual, sintomas somáticos e sintomas depressivos). Independente do uso ou não de TH as mulheres com renda familiar maior do que 5 salários apresentaram melhores escores para qualidade de vida nos domínios sintomas vasomotores (p<0,05), ansiedade e temores (p<0,01), memória e concentração (p<0,05), comportamento sexual (p<0,05), sintomas depressivos (p<0,01) e problemas do sono (p<0,05) do que as mulheres com menor renda familiar. Os sintomas vasomotores foram os referidos como sendo os mais difíceis de conviver (p<0,01). A usuárias de TH apresentaram melhor qualidade de vida. This research aims at assessing the influence of hormonal therapy (HT) on climacteric women’s quality of life. A cross-sectional study was carried out with women between 40 and 65 years old who sought for assistance at the Ambulatório de Climatério, a health center that focus on climacterics, in the university hospital that belongs to the Fundação Universidade do Rio Grande (HU-FURG), and at a private office, in June, July, and August 2005. Women who had already used HT for at least 6 months when the data was collected were considered users of the therapy. Women who had used hormonal birth control or any kind of non-hormonal treatment to relieve climacteric symptoms in the previous 6 months were excluded. The study was carried out with 229 women; 61 were users of HT, whereas 168 were non-users. Sociodemographic and biological features were assessed. The instrument chosen to assess climacteric women’s quality of life was the Women’s Health Questionnaire (WHQ). Data analysis used Chi-square tests (Fisher), student’s “t” test, linear tendency test, analysis of factorial variance 2x2, and Tukey’s post-hoc test. The average age of the users of HT (49.2 ± 5.2 years old) and the average age in which their menopause started (44.5 ± 5.2 years old) are under those of the non-users (50.9 ± 6.8 and 47.11 ± 4.8 years old, respectively)(p = 0.04 and p = 0.02). Higher income (p < 0,05) increased use of HT. No interaction was found between income and HT when I tried to identify if higher income, rather than HT, had improved their quality of life. Taking into consideration the nine dimensions of quality of life assessed by the WHQ, six of them presented better scores for users of HT (vasomotor symptoms, anxiety and fears, memory and concentration, sexual behavior, somatic symptoms, and depressive symptoms). Regardless of the use of HT, women with a family income above five minimum salaries (when compared to women with lower family income) presented better scores for quality of life in the following dimensions: vasomotor symptoms (p < 0.05), anxiety and fears (p < 0.01), memory and concentration (p < 0.05), sexual behavior (p < 0.05), depressive symptoms (p < 0.01), and sleep problems (p < 0.05). The vasomotor symptoms were considered the hardest to live with (p < 0.01). HT users had better quality of life. El objetivo de esta pesquisa fue evaluar la influencia de la terapia hormonal (TH) en la calidad de vida de las mujeres en el climaterio. Se realizó un estudio de corte transversal con mujeres entre 40 y 65 años atendidas en el Ambulatorio de Climaterio del Hospital Universitario de la Fundação Universidade Federal do Rio Grande (HU-FURG) y en clínica privada, en los meses de junio, julio y agosto de 2005. Fueron consideradas como usuarias aquellas que utilizaban TH hace 6 meses en el momento de la colecta de datos. Fueron excluidas usuarias de anticonceptivo hormonal y usuarias de cualquier tipo de medicación, no hormonal, para el alivio de los síntomas climatéricos en los últimos 6 meses. Participaron del estudio 229 mujeres, 61 usuarias de TH y 168 no usuarias. Fueron evaluadas características sócio demográficas y biológicas. El instrumento utilizado para la evaluación de la calidad de vida en el climaterio fue el Cuestionario de Salud de la Mujer (QSM). El análisis de los datos fue realizado a través de los testes del Qui-quadrado (exacto de Fisher), test “t” de student, test de tendencia linear, test de análisis de la variancia factorial 2 x 2 y el test post-hoc de Tukey. La edad media (49,2 ± 5,2 años) y la edad media de la menopausia (44,5 ± 5,2 años) de las usuarias de TH fueron menores de lo que de las no usuarias (50,9 ± 6,8 anos e 47,11± 4,8 años respectivamente)(p=0,04 y p=0,02). Ocurrió aumento del uso de TH con el aumento de la renta (p<0,05). No ocurrió interacción entre la renta y TH, cuando se buscó identificar si las mayores rentas y no la TH mejoraban la calidad de vida. De los 9 dominios de calidad de vida evaluados por QSM, en 6 los escores fueron mejores para las usuarias de TH (síntomas vasomotores, ansiedad y temores, memoria y concentración, comportamiento sexual, síntomas somáticos y síntomas depresivos). Independiente del uso o no de TH las mujeres con renta familiar mayor de 5 salarios presentaron mejores escores para calidad de vida en los dominios síntomas vasomotores (p<0,05), ansiedad y temores (p<0,01), memoria y concentración (p<0,05), comportamiento sexual (p<0,05), síntomas depresivos (p<0,01) y problemas del sueño (p<0,05) de lo que las mujeres con menor renta familiar. Los síntomas vasomotores fueron los referidos como siendo los más difíciles de convivir (p<0,01). Las usuarias de TH presentaron mejor calidad de vida.
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Valores e atitudes de médicos e pacientes sobre o processo de decisão clínica: o caso da terapêutica hormonal no climatério Values and attitudes of physicians and patients about decision-making: the case of post-menopause hormonal therapy

Ana Tereza Cavalcanti de Miranda 29 March 2005 (has links)
Situado no contexto da qualidade em saúde, este estudo versa sobre a decisão clínica e autonomia do paciente. Parte-se da premissa que, demais da competência técnica profissional e utilização de tecnologia adequada, o respeito aos direitos dos pacientes é atributo essencial à boa qualidade do atendimento médico. Tomando como exemplo a abordagem terapêutica do climatério, foi feita análise qualitativa do processo de decisão clínica, com base nas informações obtidas através de entrevistas semi-estruturadas com médico ginecologistas e com pacientes em fase de climatério. O propósito foi buscar apreender os valores dos médicos e dos pacientes e tentar compreender a lógica de seus comportamentos e atitudes, no que se refere especificamente aos papéis desempenhados por eles nesse processo. Com base nos resultados da análise, discute-se a complexidade da aplicação do princípio da autonomia na prática clínica e apresenta-se uma reflexão sobre a acreditação, como estratégia possível de contribuição a esse processo e à melhoria da qualidade do atendimento médico, por sua grande identificação como os aspectos relativos aos direitos dos pacientes, aos processos de educação permanente e à melhoria contínua da qualidade. This research is set in the context of quality in health care. The object of the study was the patients role in clinical decision-making, considering that assuring good quality of clinical care requires respect to patients rights, as much as good technology. In order to study the decision process, we chose hormonal replacement therapy in the climacteric through qualitative analysis, based on non-structured interviews with gynecologists and postmenopausal women. The main purpose was the understanding of the values, attitudes and the reasoning employed by physicians and patients. The complexity of application of the bioethical principal of autonomy in daily clinical practice is discussed. The contribution of accreditation to these processes is examined, stressing the relevance of the functions related to patients rights, continuous education and continuous quality improvement.

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