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Comparaçao de métodos de estimativa de volume em diferentes idades em plantaçoes de Eucalyptus grandis Hill Ex-MaidenConceiçao, Marcio Barbosa da 26 June 2013 (has links)
Esta pesquisa visa comparar os volumes obtidos pelos métodos de Smalian, fator de forma, equação de volume e função de afilamento. Os dados usados compõem-se de 589 árvores distribuídas em 6 diferentes idades (Tratamentos), pertencentes a Duraflora S. A. de Agudos - SP. As árvores foram cubadas e calculados os seus respectivos volumes reais com e sem casca, através do método de Smalian. Baseando-se nos fatores de forma médios obtidos (Capítulo 1), foram estimados os volumes individuais e posteriormente as médias por tratamento com e sem casca. Através de equações volumétricas, previamente ajustadas (Capítulo 2), foram estimados os volumes individuais e posteriormente calculadas as médias por tratamento com e sem casca. Também baseando-se na melhor equação de afilamento (Capítulo 3), foram calculados os volumes médios por tratamento. Depois de calculados e estimados os volumes individuais pelos diferentes métodos e obtidas as respectivas médias por tratamento com e sem casca, foram utilizados o Teste de Bartlett, Análise de Variância e Teste de Tukey para realizar a comparação de médias volumétricas por classe de idade, tendo os volumes médios obtidos através do método de Smalian como testemunha (Capítulo 4). A análise de variância mostrou a inexistência de diferenças significativas entre os métodos para os 6 tratamentos com e sem casca, ao nível de 95% de probabilidade, não sendo necessária à realização do teste de comparação de médias de Tukey, ou seja, os diferentes métodos utilizados apresentaram volumes estimados estatisticamente iguais ao volume real
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Caracterização estrutural de uma floresta estacional semidecidual localizada no Municipio de Cassia-MGCoraiola, Márcio 25 June 2013 (has links)
O presente trabalho de pesquisa teve como principal objetivo, a caracterização estrutural de uma Floresta Estacional Semidecidual, localizada no Município de Cássia - MG. Foram analisados os principais parâmetros da estrutura horizontal (abundância, dominância e freqüência), vertical (posição sociológica e regeneração natural), diamétrica, hipsométrica e volumétrica da floresta. Foram utilizadas 12 unidades amostrais de 1 hectare (100 m x 100 m) distribuídas sistematicamente na área, nas quais foram medidas todas as árvores com DAP> 10 cm. A regeneração natural da floresta foi amostrada através da metodologia de Strand, com 48 unidades amostrais distribuídas aleatoriamente na população, onde foram medidos todos os indivíduos com DAP < 10 cm. A floresta estudada apresenta uma composição florística heterogênea, com 124 espécies distribuídas em 99 gêneros e 46 famílias botânicas. A regeneração natural, cuja composição florística difere em relação à floresta, apresenta apenas 69 espécies distribuídas em 58 gêneros e 33 famílias botânicas. Na análise da estrutura horizontal da floresta, destacou-se o capixingui (Croton floribundus), espécie mais abundante e dominante, além do guaritá (Astronium graveolens), jambreiro (Clusiaceae 1), três folhas (Esenbeckia grandiflora), jequetibá rosa (Cariniana Iegalis) e ingá graúdo (Inga sp.), espécies com 100% de freqüência absoluta na floresta. Na análise da estrutura vertical destacam-se, o capixingui (maior valor de posição sociológica da floresta), e as seguintes espécies: três folhas(Esenbeckia grandiflora), pau viola (Alchornea triplinervia), quatiguá ( Trichihla sp.), bálsamo (Myrocarpus frondosus) e o orvalho (Trichillia pallens), que apresentaram regeneração natural extremamente abundante. Muitas espécies apresentam regeneração natural nula ou insignificante. Para estimativa das alturas (total e comercial) das árvores, foram desenvolvidas equações hipsométricas por estrato, considerando a relação altura/diâmetro (h/d) das árvores como base da estratificação. Em todos os casos, os resultados encontrados (Sxy%, R² e F) superaram os valores obtidos nas equações tradicionais desenvolvidas para a floresta como um todo. Foram testadas três metodologias para estratificação da floresta com base na altura total das árvores, O diagrama h-M, que determinou a presença de três estratos na floresta, a metodologia de CALEGARIO et al. (1994), cujos resultados indicaram a inexistência de estratos bem definidos na floresta, e a metodologia de PELLICO NETTO et aI. (1997a), que determinou o limite superior e inferior de quatro estratos, previamente estabelecidos. Através da análise da estrutura diamétrica, concluui-se que a floresta estudada apresenta a curva característica das florestas naturais ("J 'invertido), com grande concentração de indivíduos nas classes inferiores. Com relação à distribuição de freqüências das alturas totais das árvores, concluiu-se também, que esta apresenta a curva característica das florestas naturais, com maior número de indivíduos nas classes inferiores. Conclui-se também que, cerca de 78% das árvores, apresentam qualidade de fuste ruim (tipos 3 e 4), reduzindo assim o seu valor comercial. A espécie que apresentou o maior valor de qualidade de fuste foi o capixingui, representando cerca de 10% do total. A estrutura volumétrica foi analisada com base no ajuste de uma equação de volume para floresta como um todo. Os resultados demonstraram que o jequetibá rosa apresentou o maior volume individual (cerca de 14% do total), e que as 10 espécies de maior volume representam cerca de 50% do volume total. Destaca-se também que as classes de qualidade de fuste 1 e 2 contribuem com aproximadamente 56% do volume total. Na análise do sortimento da floresta, através da metodologia desenvolvida por PREUSSNER, constatou-se que 82,59% do volume total das árvores com qualidade de fuste 1 e 2 foi destinado para laminação, 5,94% para serraria e 11,39% para resíduo. As espécies que mais se destacaram foram: o jequetibá rosa (representando cerca de 26% do volume total para laminação e 11% do volume total do resíduo) e o guaritá (com 31% do volume total para serraria).
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Utilização do Sistema Indonesio de Corte Seletivo para simular a produção continua de Araucaria angustifolia (Bert.) O. Ktze em floresta primariaNakajima, Nelson Yoshihiro 11 June 2013 (has links)
O objetivo deste estudo foi o de simular um manejo em regime de rendimento sustentado, com base no Sistema Indonésio de Corte Seletivo, visando somente as araucárias. Foram definidos previamente três níveis de corte. No nível 1 simulou-se o corte dos DAPcc = 40 cm, no nível 2, simulou-se o corte dos DAPcc = 50 cm e no nível 3 os DAPcc = 60 cm. Para estimativa do incremento dismétrico das araucárias, foram utilizadas amostras de rolos de incremento. Após a medição dos anéis anuais de crescimento, ajustou-se a equação de crescimento de Prodan. Para estimativa do incremento em diâmetro sem casca foi realizada a derivada primeira da equação de crescimento, em relação á variável idade. Na estimativa do incremento em volume sem casca, além da derivada primeira da equação de crescimento, foram necessárias os ajustes das equações: estimativa do diâmetro com e sem casca, relação hipsométrica e a equação de volume sem casca para árvore individual obtida do INVENTARIO (1990). A estimativa do incremento anual em volume sem casca foi realizada através de dois métodos: uma com base na araucária de diâmetro médio de todas as classes (geral) e outra com base no diâmetro médio de cada classe diamétrica. O ciclo de corte foi estimado para os três niveis de exploração, adicionando-se o incremento diamétrico anual á árvore média da última classe remanescente, até atingir o diâmetro médio da última classe diamétrica antes da exploração. Os resultados dos ajustes para a estimativa do crescimento diamétrico apresentaram coeficientes de determinação superiores a 75 % com erro padrão da estimativa entre 22,26 % a 29,65 %. A melhor equação hipsométrica ajustada (Hc=b1*LnD) apresentou o ajuste de 98,19 % e erro de 13,24 %. O incremento anual em volume sem casca com base na araucária média de todas as classes diamétricas foi de 2,68 m3/ha e o incremento com base na araucária média de cada classe diamétrica foi de 2,62 m3/ha. O volume de corte do nível 1 foi de 60,90 m3/ha; nível 2 foi de 33,00 m3/ha e o nível 3 de 14,41 m3/ha, para a exploração em 1993. O ciclo de corte estimado para o nível 1 foi de 206 anos, para o nível 2, 108 anos e para o nível 3 foi de 57 anos. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: apesar de tratar-se de araucária nativa com diferentes idades e posição sociológica, a equação de crescimento de Prodan ajustou-se satisfatoriamente. A equação hipsométrica utilizada ajustou-se bem. A diferença da estimativa do incremento anual em volume entre o 1º e o 2º método foi de 2,24 %, sendo considerado melhor o segundo método.
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