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A função social como agente limitador-conformativo da propriedadeLupo, Rogerio Russo 17 December 2007 (has links)
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Previous issue date: 2007-12-17 / This essay aims at illustrating the evolution of the legal concept of
Property, from Ancient times to present. To demonstrate this, it analyzes the chronology and the
historical evolution of Property until the contemporary concept of social function of Property.
The study of the social function of Property consists of its concept,
historical and constitutional evolution, limitations, beneficiaries and regulation upon the enactment
of the 2002 Brazilian Civil Code.
The legal institute of the social function of Property is based on the right
to freedom, as it is normally interpreted, and focuses on the purpose of allowing access to the use of
property, concerning not only the development of a person s welfare but also her human dignity.
Thus, it will be demonstrate that the absolutism prevailing in ancient
Property laws, which has been losing ground and nowadays has a different meaning, now focuses on
the objective to be given to Property. Certainly, the applicable laws, specially the 2002 Brazilian
Civil Code and the 1988 Federal Constitution of 1988, established hypothesis and limits to the
applicability of the social function of Property, which precluded both a chaotic situation and an
absolute anarchic state.
Finally, it is worth pointing out that the 2002 Brazilian Civil Code has
incorporated the new concept of property, which represents a complex legal relationship, full of
rights and duties, and which focuses primarily on the fulfillment of its social function. Several
innovations, such as the loss of Property upon the indemnification to third persons, who, by taking
possession of the land, end up granting a social function to such property, the abandonment and the
seizing of the res by the State, the new statute of limitations and forms of ownership resulting from
adverse possession, as well as the new rules regarding easements ensure a new form of Property law,
which complies with the prevailing constitutional principles / Este trabalho procura demonstrar a evolução do conceito de Propriedade no
Direito, desde a Antigüidade até os dias de hoje. Para tanto, estuda a cronologia e a evolução
histórica da Propriedade até chegar ao conceito contemporâneo de função social de propriedade.
O estudo da função social da propriedade abrange sua conceituação, evolução
histórica e constitucional, suas limitações, seus beneficiários e sua normatização em face do
advento do Código Civil de 2002.
O instituto da função social da propriedade fundamenta-se no direito à
liberdade, entendido no sentido livre e objetivando propiciar o justo acesso à utilização dos bens,
tanto no desenvolvimento da pessoa como na sua dignidade humana.
Assim, será demonstrado a seguir que o absolutismo , antes preponderante
nas legislações reguladoras da Propriedade e que foram perdendo espaço, hoje se preocupa e
muito com a destinação a ser dada à Propriedade. Certamente que as legislações aplicáveis,
especificamente o Código Civil de 2002 e a Constituição Federal de 1988, estipulam hipóteses e
limites para a aplicabilidade da função social da propriedade, não permitindo a criação de uma
situação caótica e muito menos um estado de anarquia absoluta.
Finalmente, cumpre-se ressaltar que o Código Civil de 2002 abraçou o novo
conceito de propriedade como relação jurídica complexa, carregada de direitos e deveres e
voltada à vocação primordial de atender à função social. Diversas inovações, como a perda da
propriedade mediante indenização para terceiros possuidores que lhe confiram função social, o
abandono e a arrecadação da res pelo Estado, os novos prazos e modalidades de usucapião, as
novas regras de direito de vizinhança dão nova feição ao direito das coisas, afinado com os
princípios constitucionais vigentes
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O direito real de habitação na sucessão hereditáriaBlikstein, Daniel 23 October 2009 (has links)
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Previous issue date: 2009-10-23 / The present paper is purposed to analyze and discuss the
real right to habitation and its application in hereditary succession, such as
established in our current legal system, by means of analysis of the legal rules
on the subject.
Inserted in such purpose, the present discussion will
explore the subject with an analysis of the Brazilian and foreign legislation,
aimed to address the utility and the limits of the real right to habitation applied to
the successional law, specially after modifications brought up by the current
Brazilian Code of Civil Procedure. In addition to the doctrinal analysis, this
paper will bring to light the most recent decisions from our courts of law,
challenging the subject from its various facets.
The proposed subject is approached in five chapters: the
formation and evolution of the Brazilian family; general aspects of real rights;
the real right to habitation, its concept and legislative evolution, as well as its
view under the foreign law; overview of the current Brazilian successional law;
and, finally, a contention with the relevant themes involving the real right to
habitation in the hereditary succession.
This way, this paper will aim to challenge the main points
of the theme, which generate innumerous judicial conflicts, always taking into
consideration that, observing the legal form, the formation and maintenance of
the family must be the most important and protected social institutions / O presente trabalho tem por finalidade analisar e discutir o
direito real de habitação e sua aplicação na sucessão hereditária, tal como se
coloca em nosso ordenamento jurídico atual, por intermédio da análise dos
ditames legais previstos sobre o tema.
Inserida em tal objetivo, a presente discussão reside na
exploração do tema por meio da análise da legislação brasileira e estrangeira a
ele concernente, visando discutir a utilidade e os limites do direito real de
habitação aplicado ao direito sucessório, principalmente, após as alterações
trazidas pelo atual Código Civil Brasileiro. Além da análise doutrinária, buscouse
trazer as mais atuais decisões de nossos tribunais, enfrentando o tema em
seus vários aspectos.
O tema proposto é desenvolvido em cinco capítulos:
formação e evolução da família brasileira; aspectos gerais dos direitos reais;
direito real de habitação, seu conceito e evolução legislativa, bem como visão
no direito estrangeiro; uma visão geral do atual direito sucessório brasileiro e,
por fim, o enfrentamento dos temas relevantes que envolvem o direito real de
habitação na sucessão hereditária.
Dessa forma, procura-se abarcar, aqui, o enfrentamento
dos principais pontos controversos do tema, que geram inúmeros conflitos
judiciais, considerando sempre que, respeitada a forma legal, a formação e a
manutenção da família devem ser os mais importantes e protegidos institutos
sociais
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