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Live Cinema : práticas expandidas do cinema experimental / Live Cinema : expanded practices of experimental cinema

Gontijo, Rodrigo Corrêa, 1974 23 August 2018 (has links)
Orientador: Francisco Elinaldo Teixeira / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Artes / Made available in DSpace on 2018-08-23T16:52:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Gontijo_RodrigoCorrea_M.pdf: 5812359 bytes, checksum: cd7a7f5f45e32b02c16bbe3c8ff67565 (MD5) Previous issue date: 2013 / Resumo: Com mais de dez anos de existência, as performances de Live Cinema apontam para diversos caminhos com o surgimento de novas ideias e experimentações que foram impulsionadas pelo resgate de propostas desenvolvidas ao longo da história do audiovisual. A primeira parte desta pesquisa propõe um retorno às origens do cinema para mapear as produções que se aproximaram do campo de outras artes e desenvolveram narrativas desviantes, herdadas pelo Live Cinema. A segunda parte realiza um levantamento das características das manipulações de imagem em tempo real. Partindo de um foco nos processos fílmicos, aponta os traços recorrentes e padrões repetitivos que procedem de genealogias distintas, oriundas de pensamentos anteriormente experimentados nos campos das artes visuais, artes performáticas, cinema experimental, música e redes telemáticas que, ao se juntar com o Live Cinema, geraram três tendências: Cinema do Banco de Dados, Cinema em Circuito Fechado e Cinema Generativo / Abstract: With over ten years of existence, the performances of Live Cinema indicate different ways with the emergence of new ideas and experiments that were driven by the recurrence of proposals developed over the history of audiovisual. The first part of this research returns to the origins of cinema to bring up the productions that approached to the field of arts, and developed different kinds of narratives, inherited by Live Cinema. The second part conducts a research about the characteristics of image manipulations in real time, and starting from a filmic focus on processes, points out the recurrent and repetitive patterns, that come from different genealogies, thoughts coming from previously experienced in the fields of visual arts, performing arts, experimental film, music and telematic networks. All of them, together with Live Cinema, developed three trends: Database Cinema, Close Circuit Cinema and Generative Cinema / Mestrado / Multimeios / Mestre em Multimeios
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Sync Event : The Ethnographic Allegory of Unsere Afrikareise

Erik, Rosshagen January 2016 (has links)
The thesis aims at a critical reflexion on experimental ethnography with a special focus on the role of sound. A reassessment of its predominant discourse, as conceptualized by Cathrine Russell, is paired with a conceptual approach to film sound and audio-vision. By reactivating experimental filmmaker Peter Kubelka’s concept sync event and its aesthetic realisation in Unsere Afrikareise (Our Trip to Africa, Peter Kubelka, 1966) the thesis provide a themed reflection on the materiality of film as audiovisual relation. Sync event is a concept focused on the separation and meeting of image and sound to create new meanings, or metaphors. By reintroducing the concept and discussing its implication in relation to Michel Chion’s audio-vision, the thesis theorizes the audiovisual relation in ethnographic/documentary film more broadly. Through examples from the Russian avant-garde and Surrealism the sync event is connected to a historical genealogy of audiovisual experiments. With James Clifford’s notion ethnographic allegory Unsere Afrikareise becomes a case in point of experimental ethnography at work. The sync event is comprehended as an ethnographic allegory with the audience at its focal point; a colonial critique performed in the active process of audio-viewing film.
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Representações estéticas da metrópole no cinema de autor dos anos 1920 / Esthetics representations of the metropolis in movies of authors of the 1920 decade

Correia, Donny 27 August 2014 (has links)
O cinema é um meio de reprodução mecânica da imagem surgido no final do século XIX, na Europa, numa época em que a sociedade e a cultura experimentavam a chegada da modernidade. Sua presença corroborou para a crise da arte pictórica e seu mecanismo de apreensão da realidade foi apropriado pelos artistas das vanguardas de ruptura, em especial os dadaístas, que passaram a utilizar o filme experimental para refletirem e criticarem seu tempo. Muitos dos artistas envolvidos com as vanguardas voltaram-se para a realização de filmes que enfocavam a metrópole e suas contradições na vida e nos costumes de seus habitantes. Este trabalho pretende partir deste ponto, quando o cinema de vanguarda se torna uma ferramenta de documentação histórica e social, procurando, como objetivo, observar a presença da metrópole nos filmes autorais realizados no início do século XX, bem como a presença de seus habitantes, buscando compreender quais procedimentos estéticos e ideológicos permeiam tais obras a partir do uso inventivo da câmera, num momento em que o cinema demonstra clara diferenciação entre a mera narração de entretenimento, e a arte como crítica e reflexão. Neste trabalho serão analisados os filmes Rien que les heures (1926), de Alberto Cavalcanti; e Berlim, sinfonia da grande cidade (1928), de Walter Ruttmann, e comparados com as produções brasileiras São Paulo, a sinfonia da metrópole (1929), de Rudolf Rex Lustig e Adalberto Kemeny; e Fragmentos da vida (1929), de José Medina. A intenção é compreender suas realizações dentro da realidade social, poética e estética de seu tempo, observar a presença da figura do flâneur em contraponto com o homem-da-multidão, e estabelecer paralelos entre os filmes europeus e os brasileiros, aqui abordados. / The cinema is a means of mechanical reproduction of image emerged in the late nineteenth century in Europe, a time when society and culture experienced the arrival of modernity. Its presence corroborated to the crisis of pictorial art and its mechanism of apprehending reality was appropriated by artists of the vanguards of rupture, especially the Dadaists, who started using the experimental film to reflect and criticize their time. Many of the artists involved with the avant-garde turned to the production of films that focused on the metropolis and its contradictions in the life and habits of its inhabitants. This work intends to start from this point, when the avant-garde cinema becomes a tool of social and historical documentation, and seeks to observe the presence of the metropolis in films made in the early twentieth century, as well as the presence of its inhabitants, so to understand what aesthetic and ideological procedures permeate these inventive works, at a time when film shows clear differentiation between mere narration for entertainment, and art criticism and reflection. This reseach will analyze the films Rien que les heures (1926), by Alberto Cavalcanti; and Berlin, symphony of the great city (1928), by Walter Ruttmann, and will compare them with Brazilian productions São Paulo, sinfonia da metrópole (1929), by Rudolf Rex Lustig and Adalberto Kemeny; and Fragmentos da vida (1929), by José Medina. The intention is to understand their accomplishments within the social, aesthetic and poetic reality of their time, observe the presence of the figure of the flâneur as opposed to the manof- the-crowd, and draw parallels between European and Brazilian addressed movies here.
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Máquina, corpo e erotismo nos filmes de Andy Warhol / -

Neves, Calac Nogueira Salgado 09 October 2017 (has links)
O trabalho tem como objeto os filmes realizados por Andy Warhol entre 1963 e 1969. No primeiro capítulo, \"A máquina\", discutimos algumas questões mais gerais e teóricas sobre a passagem de Warhol pelo cinema, em especial a constituição de um estilo impessoal e maquínico, que o artista parece trazer diretamente de sua prática anterior na pintura. No segundo capítulo, \"Corpo, superfície e erotismo\", observaremos como essa máquina atua na prática, submetendo os corpos filmados a um rígido dispositivo, trazendo à tona reflexões sobre temas como a performance e o erotismo nesses filmes. / The present work is focused on the films directed by Andy Warhol between 1963 and 1969. On the Chapter 1, \"The machine\", we\'ll deal with more wide and theoretical questions concerning Warhol\'s itinerary through cinema, in particular the setting up of an impersonal and machinic style brought to cinema by the artist from his previous practice on painting. On the Chapter 2, \"Body, surface and eroticism\", we\'ll see how this machine works in practical terms by subduing the bodies to its rigid apparatus, bringing out issues such as the performance and the eroticism in those films.
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Filmes arruinados: a corrosão de imagens no cinema na era de sua transição analógico-digital / -

Santos, Rodrigo Faustini dos 06 November 2018 (has links)
A recorrência, no cinema experimental contemporâneo, de obras que enfatizam a instabilidade material da película - tal como Decasia, de Bill Morrison e Materia Obscura, de Jürgen Reble e Thomas Köner - vem sendo apontada por alguns autores como um retorno às questões da materialidade cinematográfica (outrora empregada pelo Cinema Estrutural) na era da passagem do analógico ao digital. Tal ênfase material se dá, em obras como essas, através do emprego de imagens degradadas, por vezes permeado de um caráter nostálgico e mórbido, que põe em cena a perda do corpo orgânico da película a partir de sua obsolescência. Ao se voltarem ao corpo analógico na era digital, essas obras tensionam, assim, imaginários associados a ambas tecnologias, criando cruzamentos que ultrapassam a mera associação do digital com o imaterial e com a película enquanto fixadora do real, numa \"alquimia de mídias\" como caracteriza Giuliana Bruno (2014). Cruzando noções de \"velho\" e \"novo\", num engajamento direto com o aparato e suporte das imagens, aproximamos essas obras das discussões de arqueologia das mídias em Thomas Elsaesser (2016) e Jussi Parikka (2015), bem como avaliamos seus procedimentos estéticos e investimento sensorial nas imagens, a partir de suas afinidades com a questão do informe nas artes e na visualidade háptica, como propõe Laura U. Marks (2002). Assim, esta pesquisa abordará a passagem, por esses trabalhos, da materialidade da película à materialidade do digital, a partir da análise de obras-chave do cinema experimental contemporâneo, de forma a destacar os fenômenos sensíveis de \"tensão superficial\" evocados nas texturas ruidosas dessas obras, que, em suas existências híbridas e fragmentadas, surgem como ruínas, entre obsolescência e renovação. Buscamos, enfim, atribuir à passagem do cinema analógico para o digital esse lugar paradoxal da ruína que, em sua complexa materialidade, oscila entre o material e o imaterial - e que, tal como dessas imagens em dissolução, instiga considerações acerca de um reconhecimento da efemeridade do mundo (e cultura), seja em modo melancólico ou afirmativo (como observaremos em Buci-Glucksmann), permitindo observar as mudanças tecnológicas do cinema sob um eixo de transmutações e passagens. / The recurrence, in contemporary experimental cinema, of works that emphasize the material instability of film - such as Decasia, by Bill Morrison, and Materia Obscura by Jürgen Reble and Thomas Köner - has been pointed by certain authors as a return to issues regarding the materiality of cinema (once a resource of Structural Film) in an era of passages between analog and digital media. Such material emphasis occurs, in these works, through the use of degraded images, often marked by a morbid and nostalgic character, that sets in scene the loss of the organic body of analog film in its obsolescence. By turning to this analog body in the digital age, these works put into friction the imaginary associated with each set of technologies, establishing intersections that go beyond the mere association of digital with the imaterial and film as \"fixer of the real\", in a form of \"media alchemy\", as put forth by Giuliana Bruno (2014). Crossing over notions of \"old\" and \"new\", in direct engagement with the apparatuses and the physical substrata of images, we relate these works through discussions of media archeology of Thomas Elsaesser (2016) and Jussi Parikka (2015) and approach their aesthetic processes and sensorial engagement through their affinities with the question of the formless and of haptic visuality in art, as discussed by Laura U. Marks (2002). This research, then, observes the passage from the materiality of film to the materiality of digital, through the analysis of key works in recent experimental cinema, highlighting the sensible phenomena of \"surface tension\" evoked in the noisy textures of these works, which, in their hybrid and fragmented existences, emerge as ruins between obsolescence and renovation. We search, finally, to attribute to this passing of film to digital media this paradoxical space of the ruin, which, in its complex materiality, oscillates between the material and the virtual - such as these images in dissolution, it instigates reflections on the ephemerality of the world (and our culture), be it in a melancholic or affirmative mode (as we learn from Buci-Glucksmann), allowing for a particular way of observing the technological change in cinema, in this axis of transmutation and transit.
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Filmes arruinados: a corrosão de imagens no cinema na era de sua transição analógico-digital / -

Rodrigo Faustini dos Santos 06 November 2018 (has links)
A recorrência, no cinema experimental contemporâneo, de obras que enfatizam a instabilidade material da película - tal como Decasia, de Bill Morrison e Materia Obscura, de Jürgen Reble e Thomas Köner - vem sendo apontada por alguns autores como um retorno às questões da materialidade cinematográfica (outrora empregada pelo Cinema Estrutural) na era da passagem do analógico ao digital. Tal ênfase material se dá, em obras como essas, através do emprego de imagens degradadas, por vezes permeado de um caráter nostálgico e mórbido, que põe em cena a perda do corpo orgânico da película a partir de sua obsolescência. Ao se voltarem ao corpo analógico na era digital, essas obras tensionam, assim, imaginários associados a ambas tecnologias, criando cruzamentos que ultrapassam a mera associação do digital com o imaterial e com a película enquanto fixadora do real, numa \"alquimia de mídias\" como caracteriza Giuliana Bruno (2014). Cruzando noções de \"velho\" e \"novo\", num engajamento direto com o aparato e suporte das imagens, aproximamos essas obras das discussões de arqueologia das mídias em Thomas Elsaesser (2016) e Jussi Parikka (2015), bem como avaliamos seus procedimentos estéticos e investimento sensorial nas imagens, a partir de suas afinidades com a questão do informe nas artes e na visualidade háptica, como propõe Laura U. Marks (2002). Assim, esta pesquisa abordará a passagem, por esses trabalhos, da materialidade da película à materialidade do digital, a partir da análise de obras-chave do cinema experimental contemporâneo, de forma a destacar os fenômenos sensíveis de \"tensão superficial\" evocados nas texturas ruidosas dessas obras, que, em suas existências híbridas e fragmentadas, surgem como ruínas, entre obsolescência e renovação. Buscamos, enfim, atribuir à passagem do cinema analógico para o digital esse lugar paradoxal da ruína que, em sua complexa materialidade, oscila entre o material e o imaterial - e que, tal como dessas imagens em dissolução, instiga considerações acerca de um reconhecimento da efemeridade do mundo (e cultura), seja em modo melancólico ou afirmativo (como observaremos em Buci-Glucksmann), permitindo observar as mudanças tecnológicas do cinema sob um eixo de transmutações e passagens. / The recurrence, in contemporary experimental cinema, of works that emphasize the material instability of film - such as Decasia, by Bill Morrison, and Materia Obscura by Jürgen Reble and Thomas Köner - has been pointed by certain authors as a return to issues regarding the materiality of cinema (once a resource of Structural Film) in an era of passages between analog and digital media. Such material emphasis occurs, in these works, through the use of degraded images, often marked by a morbid and nostalgic character, that sets in scene the loss of the organic body of analog film in its obsolescence. By turning to this analog body in the digital age, these works put into friction the imaginary associated with each set of technologies, establishing intersections that go beyond the mere association of digital with the imaterial and film as \"fixer of the real\", in a form of \"media alchemy\", as put forth by Giuliana Bruno (2014). Crossing over notions of \"old\" and \"new\", in direct engagement with the apparatuses and the physical substrata of images, we relate these works through discussions of media archeology of Thomas Elsaesser (2016) and Jussi Parikka (2015) and approach their aesthetic processes and sensorial engagement through their affinities with the question of the formless and of haptic visuality in art, as discussed by Laura U. Marks (2002). This research, then, observes the passage from the materiality of film to the materiality of digital, through the analysis of key works in recent experimental cinema, highlighting the sensible phenomena of \"surface tension\" evoked in the noisy textures of these works, which, in their hybrid and fragmented existences, emerge as ruins between obsolescence and renovation. We search, finally, to attribute to this passing of film to digital media this paradoxical space of the ruin, which, in its complex materiality, oscillates between the material and the virtual - such as these images in dissolution, it instigates reflections on the ephemerality of the world (and our culture), be it in a melancholic or affirmative mode (as we learn from Buci-Glucksmann), allowing for a particular way of observing the technological change in cinema, in this axis of transmutation and transit.
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Cinema estrutura: estudo genealógico do cinema estrutural

Stutz, Fernando Henrique Lacerda 21 July 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-26T18:15:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Fernando Henrique Lacerda Stutz.pdf: 1850440 bytes, checksum: 6bf9163a71562438af833a79cb8fc8c4 (MD5) Previous issue date: 2015-07-21 / In 1969 the film critic P.A.Sitney said that, suddenly, a cinema structure "had emerged." Although imprecise, his observations were responsible for triggering a long process of discussions about a kind of cinema that, in general, was characterized by self-reflectiveness and antiillusionist processes. The exploration of the filmstrip's materiality, of the alternative projection and camera-capture methods, of the different editing processes and articulation between sound and image, as well as a number of other procedures that called attention to the cinematic structure, were taken as central features of those "structural films." In the search of a genealogical approach of the facts and building on key authors of the genealogical method, especially Nietzsche and Benjamin, alongside with the help of historicaldocumentary data, this research has made clear that the emergence of a dedicated cinematography to its own structure, had derived from a historical development marked by the emancipation of cinema as art, as well as from the development for developing alternatives to the set of cinematic codes agreed by the film industry. From the avant-garde of the 1920s to the artistic movements of the postwar 1950s, the will to acquire an "essential cinematic language have mobilized artists and filmmakers to produce experimental works that questioned such codes, giving rise to the structural films. New York, London and Vienna, altogether saw the development of a filmic production that prioritized to discuss the structural basis of cinematic experience and cinematic discourse from the visual perception phenomena, to cognitive processes during the view. Heterogeneously, the so-called structural works not only cast new light on the film practice itself, expanding its limits; but also demonstrated the possibility of using cinema as an useful instrument for philosophical speculation. Making "films about films", the structural filmmakers completed the avant-garde project of employing film as an autonomous art-form, turning its attention to its own structure, and thereby making the structure of things, the man and his thought more and more visible / Em 1969 o critico de cinema P.A.Sitney alertou para o fato de que, de súbito, um cinema da estrutura havia emergido . Apesar de imprecisas, suas observacões foram responsáveis por desencadear um longo processo de discussões acerca de um tipo de cinema que, em sintese, caracterizava-se por ser auto-reflexivo e anti-ilusionista. A exploracao da materialidade da pelicula fotoquimica, dos métodos alternativos de projecao e captacao, dos sistemas matemáticos de montagem e articulacao entre som e imagem, bem como de uma série de outros procedimentos que chamavam a atencao para a estrutura do cinematografo, foram tomados como caracteristicas centrais daqueles filmes estruturais . Buscando uma visao genealogica dos fatos e tomando como base autores fundamentais do método genealogico, especialmente Nietzsche e Benjamin, aliados a investigacao de dados historico-documentais, esta pesquisa tornou explicito que a emergencia de uma cinematografia voltada para sua propria estrutura derivou do desdobramento historico de um processo marcado pela emancipacao do cinema como arte e, consequentemente, pela elaboracao de alternativas ao conjunto de codigos convencionados pela indústria cinematográfica. Das vanguardas da década de 1920 aos movimentos artisticos do pos-guerra dos anos 1950, a vontade pela aquisicao de uma linguagem essencialmente cinematográfica mobilizou artistas e cineastas a produzirem obras experimentais que problematizaram tais codigos, fazendo emergir o cinema estrutural. A partir de Nova Iorque, Londres e Viena, desenvolveu-se um tipo de producao que priorizou discutir as bases constituintes da experiencia e do discurso cinematográfico - da percepcao visual aos processos cognitivos. De modo heterogeneo, as chamadas obras estruturais nao apenas lancaram novas luzes sobre o proprio fazer-cinema, expandindo seus limites; mas também demonstraram a possibilidade de utilizá-lo como um meio útil para a especulacao filosofica. Fazendo filmes sobre filmes , os realizadores estruturais completaram o projeto vanguardista de encarar o cinema como arte autônoma que, voltando-se para sua propria estrutura, também tornou visiveis a estrutura das coisas, do homem, e de seu pensamento
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Um estudo sobre limite / Um estudo sobre limite

Yamaji, Joel 23 April 2007 (has links)
Objeto: estudo do filme Limite, de Mário Peixoto, Brasil, 1930, tendo, como eixo norteador, suas estruturas narrativas. Metas: averiguar, no corpo-texto do filme, seus mecanismos de fatura e as questões estéticas e de linguagem decorrentes. Resultados: multiplicidade de questões do cinema, da ordem da articulação dos modos de tempo e ambigüidade da natureza da imagem, onde os sistemas narrativos, engendrados pela montagem, determinam alterações no gênero de representação e na própria qualidade dessa imagem. Desdobramento em pesquisa sobre o cinema experimental no Brasil e suas formas de elaboração de sentidos. / Subject: Study of the film Limite by Mario Peixoto, Brasil, 1930, focusing on its narrative structures. Aims: To check, the verbal expressions of the film, its mechanisms and aesthetic form and use of language. Results: the variety of facets of the cinema, the order of representations of time and the ambiguity of the nature of the image, its narrative systems, put together by the assembly, will determine the differences in the type of the image representation and also the quality of this image. A development in the research of experimental cinema in Brasil and the elaboration of senses.
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Marie Menken: presença e artifício como matéria do movimento / -

Reis, Ivan Amaral dos 08 October 2018 (has links)
A obra fílmica da artista plástica e cineasta Marie Menken (1909-1970) é contemplada, quase em sua totalidade, no presente trabalho, por meio de análises fílmicas que compreendem alguns aspectos da poética da realizadora norte-americana que consideramos relevantes para os estudos sobre o cinema experimental, de modo geral, e sobre a vanguarda norte-americana. Os aspectos aqui estudados correspondem aos das experimentações com a montagem cinematográfica e com a direção de fotografia, no ato de filmar, seja permeando os elementos físicos diante da câmera, seja contornando um discurso sobre a prática do cinema amador. São também investigados, por meio de aproximações com teorias sobre a arte moderna e a arte contemporânea, os aspectos formais de uma obra fílmica que pretende romper as possíveis fronteiras entre o cinema, as artes plásticas e a performance. / The film work of visual artist and filmmaker Marie Menken (1910-1970) is almost entirely contemplated in the present work, through film analysis which comprise some aspects of her poetics we consider relevant to the studies on experimental cinema, in general, as well on the American Avant-Garde. The aspects studied here correspond to the experiments with cinematographic editing and cinematography, during the act of filming, either bypassing the physical elements in front the camera, or building a discourse on amateur film practice. It\'s also engaged the investigation of the formal aspects of a filmic oeuvre which intends to surpass the possible frontiers between cinema, visual arts and performance dialoging with contemporary and modern art theories.
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Um estudo sobre limite / Um estudo sobre limite

Joel Yamaji 23 April 2007 (has links)
Objeto: estudo do filme Limite, de Mário Peixoto, Brasil, 1930, tendo, como eixo norteador, suas estruturas narrativas. Metas: averiguar, no corpo-texto do filme, seus mecanismos de fatura e as questões estéticas e de linguagem decorrentes. Resultados: multiplicidade de questões do cinema, da ordem da articulação dos modos de tempo e ambigüidade da natureza da imagem, onde os sistemas narrativos, engendrados pela montagem, determinam alterações no gênero de representação e na própria qualidade dessa imagem. Desdobramento em pesquisa sobre o cinema experimental no Brasil e suas formas de elaboração de sentidos. / Subject: Study of the film Limite by Mario Peixoto, Brasil, 1930, focusing on its narrative structures. Aims: To check, the verbal expressions of the film, its mechanisms and aesthetic form and use of language. Results: the variety of facets of the cinema, the order of representations of time and the ambiguity of the nature of the image, its narrative systems, put together by the assembly, will determine the differences in the type of the image representation and also the quality of this image. A development in the research of experimental cinema in Brasil and the elaboration of senses.

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