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Obtenção de extrato de inulina de chicoria (Cichorium intybus) por abaixamento de temperatura e secagem por spray dryer.

Leite, Juliana Tofano de Campos 31 July 2018 (has links)
Orientador : Kil Jin Park / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia Agricola / Made available in DSpace on 2018-07-31T16:41:17Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Leite_JulianaPiresdeArruda_M.pdf: 2345729 bytes, checksum: a3bd853bbf7cdea9b85070edadc10cec (MD5) Previous issue date: 2001 / Mestrado
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Microencapsulation of perfumes for application in textile industry

Teixeira, Carla Sofia Nogueira Rodrigues January 2010 (has links)
Tese de doutoramento. Engenharia Química. Faculdade de Engenharia. Universidade do Porto. 2010
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Otimização da liberação e captação de enzimas lisossômicas superexpressas por células recombinantes microencapsuladas

Lagranha, Valeska Lizzi January 2012 (has links)
As doenças lisossômicas (DL) são um grupo de doenças herdadas geneticamente e que são causadas por um defeito parcial ou total de enzimas envolvidas na degradação de macromoléculas dentro dos lisossomos. Terapias para aumentar os níveis de enzima nas DL incluem o transplante de célulastronco hematopoiéticas (TCTH) e terapia de reposição enzimática (TRE). Esses tratamentos são todos baseados na propriedade das enzimas lisossomais de serem secretadas e captadas pelas células vizinhas através do receptor de manose-6-fosfato (M6PR). Novas abordagens terapêuticas vêm sendo investigadas, uma vez que as terapias atuais possuem limitações. A microencapsulação de células geneticamente modificadas superexpressando um produto terapêutico e o aperfeiçoamento na captação de enzimas lisossomais, via M6PR, parecem ser estratégias promissoras. Neste trabalho objetivamos aperfeiçoar o sistema de liberação de enzimas lisossomais superexpressas por células recombinantes microencapsuladas para o tratamento das DL. Para isso, estudos de biocompatibilidade in vivo foram avaliados com distintos tipos celulares (BHK e HepG2), concentrações de alginato (1 e 1,5%), tempos (7 e 21 dias) e sítios de implante (cavidade peritoneal, tecido subcutâneo e músculo vasto-medial) em ratos Wistar. A resposta inflamatória foi caracterizada e células-tronco mesenquimais (CTM) foram encapsuladas e implantadas em ratos para avaliar se o seu efeito imunomodulador poderia diminuí-la. Posteriormente o efeito antiinflamatório da prednisolona foi avaliado em camundongos normais e MPS I tratados com células BHK superexpressando IDUA (BHKIDUA) encapsuladas e implantadas na cavidade intraperitoneal por 15 dias. A liberação da enzima após implante foi avaliada por meio da recuperação das cápsulas e cultivo das mesmas por 24h e medida de IDUA no meio. Observamos que as microcapsulas in vivo provocam uma reação do tipo corpo estranho, em todos os parâmetros avaliados. Essa reação se dá por presença de fibrose e infiltrado inflamatório e diminui aos 21 dias. O uso de CTM encapsuladas melhorou esse aspecto, uma vez que a resposta foi menor em ratos nos quais esse tipo celular foi implantado, devido ao efeito imunomodulador dessas células. O tratamento com antiinflamatório prednisolona também diminuiu a resposta inflamatória gerada contra as microcápsulas implantadas na cavidade peritoneal de camundongos normais e MPS I. As células encapsuladas permaneceram viáveis após os 15 dias de implante. A liberação de enzima para o meio extracapsular é maior nas cápsulas recuperadas de animais tratados com prednisolona. Níveis de atividade de IDUA circulante passaram de indetectáveis para 2,4 nmol/h/mL de soro nos animais MPS I tratados. Outra estratégia utilizada foi a superexpressão de M6PR para melhorar a captação enzimática. Avaliamos os níveis de M6PR em fibroblastos de pacientes com Leucodistrofia Metacromática (LDM) e normais após o tratamento com o sobrenadante de células BHK superexpressando ARSA (BHKARSA), por imunocitoquímica e PCR em Tempo Real. Finalmente foi avaliado se o pré-tratamento de fibroblastos MPS I com o sobranadante de BHKARSA e posterior tratamento com o sobrenadante de BHKIDUA melhorava a captação de IDUA nessas células devido ao aumento na expressão dos M6PR. O tratamento com o sobrenadante de células BHKARSA levou a um aumento na expressão, em cerca de 2 vezes, dos M6PR em fibroblastos de pacientes com LDM e de indivíduos normais. O pré-tratamento com o sobrenadante de células BHKARSA também levou a um aumento de 2 vezes na expressão dos M6PR e aumentou a captação de IDUA por fibroblastos de pacientes com MPS I. Juntos esses resultados sugerem que as células microencapsuladas podem ser uma boa estratégia para a entrega de produtos terapêuticos desde que sua biocompatibilidade seja melhorada e que a partir da descoberta dos mecanismos que levam à superxpressão dos M6PR, o sobrenadante de BHKARSA poderá ser usado como adjuvante no tratamento com TRE ou células encapsuladas. / Lysosomal Diseases (LD) are a group of genetically inherited diseases, caused by total or partial failure of enzymes involved in the degradation of macromolecules in lysosomes. Therapies to increase enzyme levels in LD include transplantation of hematopoietic stem cells (THSC) and enzyme replacement therapy (ERT). These treatments are based on the properties of lysosomal enzymes to be secreted and uptaken by neighboring cells through the mannose 6-phosphate receptor (M6PR). Since current therapies have limitations, new therapeutic approaches are under investigation. Microencapsulation of genetically modified cells overexpressing therapeutic products and the improvement in the uptake of lysosomal enzymes via M6PR seem to be promising strategies. In this work, we aimed to improve the delivery system of lysosomal enzymes overexpressed by microencapsulated recombinant cells for LD treatment. In vivo biocompatibility was evaluated using distinct cell lines (BHK and HepG2), alginate concentrations (1 and 1.5%), duration (7 and 21 days), and implant sites (peritoneal, subcutaneous and in the vastus medialis muscle) in Wistar rats. Inflammatory response was observed and characterized. Then we used encapsulated mesenchymal stem cells (MSC) to evaluate whether their immunomodulatory effect could decrease this response in rats. Subsequently, the anti-inflammatory effect of prednisolone was evaluated in normal and MPSI mice, both treated with encapsulated BHK cells overexpressing IDUA (BHKIDUA) and implanted in intraperitoneal cavity for 15 days. The enzyme release to the extra-capsular medium was measured in recovered capsules after 24h culture. The in vivo biocompatibility of microcapsules is a typical foreign body reaction in all parameters evaluated. This reaction occurs due to fibrosis and inflammatory infiltrate formation, but decreases after 21 days. The use of encapsulated MSC improved this aspect, since the response was milder in rats that received this cell type, due to the immonomodulatory effect of MSC. Treatment with prednisolone also decreased the response generated against alginate microcapsules implanted in the peritoneal cavity of both normal and MPS I mice. The encapsulated cells remained viable 15 days after the implant. The enzyme release to the extracapsular medium was higher in capsules recovered from prednisolone treated animals. Circulating levels of IDUA increased from undetectable to 2.4 nmol/h/mL of serum. Another strategy evaluated by our group was the up regulation of M6PR to enhance enzyme uptake. We evaluated M6PR levels in MLD and normal fibroblasts after treatment with the conditionated medium from cells overexpressing ARSA (BHKARSA), by immunocytochemistry and real time PCR. Finally we verified if pre-treatment of MPS I fibroblasts with BHKARSA followed by treatment with conditionated medium of BHKIDUA improved IDUA uptake. MLD and normal fibroblasts treated with BHKARSA had a 2-fold increase in M6PR expression. Pre-treatment with BHKARSA and after with BHKIDUA also led to a 2-fold increase in the expression of M6PR, and IDUA uptake was improved in these cells. Together these results suggest that microencapsulated cells may be an interesting strategy for delivery of therapeutic products as long as its biocompatibility is improved. Once the mechanism leading to M6PR over expression is defined, the conditionated medium of BHKARSA could be used as an adjuvant in ERT or with encapsulated cells.
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Otimização da liberação e captação de enzimas lisossômicas superexpressas por células recombinantes microencapsuladas

Lagranha, Valeska Lizzi January 2012 (has links)
As doenças lisossômicas (DL) são um grupo de doenças herdadas geneticamente e que são causadas por um defeito parcial ou total de enzimas envolvidas na degradação de macromoléculas dentro dos lisossomos. Terapias para aumentar os níveis de enzima nas DL incluem o transplante de célulastronco hematopoiéticas (TCTH) e terapia de reposição enzimática (TRE). Esses tratamentos são todos baseados na propriedade das enzimas lisossomais de serem secretadas e captadas pelas células vizinhas através do receptor de manose-6-fosfato (M6PR). Novas abordagens terapêuticas vêm sendo investigadas, uma vez que as terapias atuais possuem limitações. A microencapsulação de células geneticamente modificadas superexpressando um produto terapêutico e o aperfeiçoamento na captação de enzimas lisossomais, via M6PR, parecem ser estratégias promissoras. Neste trabalho objetivamos aperfeiçoar o sistema de liberação de enzimas lisossomais superexpressas por células recombinantes microencapsuladas para o tratamento das DL. Para isso, estudos de biocompatibilidade in vivo foram avaliados com distintos tipos celulares (BHK e HepG2), concentrações de alginato (1 e 1,5%), tempos (7 e 21 dias) e sítios de implante (cavidade peritoneal, tecido subcutâneo e músculo vasto-medial) em ratos Wistar. A resposta inflamatória foi caracterizada e células-tronco mesenquimais (CTM) foram encapsuladas e implantadas em ratos para avaliar se o seu efeito imunomodulador poderia diminuí-la. Posteriormente o efeito antiinflamatório da prednisolona foi avaliado em camundongos normais e MPS I tratados com células BHK superexpressando IDUA (BHKIDUA) encapsuladas e implantadas na cavidade intraperitoneal por 15 dias. A liberação da enzima após implante foi avaliada por meio da recuperação das cápsulas e cultivo das mesmas por 24h e medida de IDUA no meio. Observamos que as microcapsulas in vivo provocam uma reação do tipo corpo estranho, em todos os parâmetros avaliados. Essa reação se dá por presença de fibrose e infiltrado inflamatório e diminui aos 21 dias. O uso de CTM encapsuladas melhorou esse aspecto, uma vez que a resposta foi menor em ratos nos quais esse tipo celular foi implantado, devido ao efeito imunomodulador dessas células. O tratamento com antiinflamatório prednisolona também diminuiu a resposta inflamatória gerada contra as microcápsulas implantadas na cavidade peritoneal de camundongos normais e MPS I. As células encapsuladas permaneceram viáveis após os 15 dias de implante. A liberação de enzima para o meio extracapsular é maior nas cápsulas recuperadas de animais tratados com prednisolona. Níveis de atividade de IDUA circulante passaram de indetectáveis para 2,4 nmol/h/mL de soro nos animais MPS I tratados. Outra estratégia utilizada foi a superexpressão de M6PR para melhorar a captação enzimática. Avaliamos os níveis de M6PR em fibroblastos de pacientes com Leucodistrofia Metacromática (LDM) e normais após o tratamento com o sobrenadante de células BHK superexpressando ARSA (BHKARSA), por imunocitoquímica e PCR em Tempo Real. Finalmente foi avaliado se o pré-tratamento de fibroblastos MPS I com o sobranadante de BHKARSA e posterior tratamento com o sobrenadante de BHKIDUA melhorava a captação de IDUA nessas células devido ao aumento na expressão dos M6PR. O tratamento com o sobrenadante de células BHKARSA levou a um aumento na expressão, em cerca de 2 vezes, dos M6PR em fibroblastos de pacientes com LDM e de indivíduos normais. O pré-tratamento com o sobrenadante de células BHKARSA também levou a um aumento de 2 vezes na expressão dos M6PR e aumentou a captação de IDUA por fibroblastos de pacientes com MPS I. Juntos esses resultados sugerem que as células microencapsuladas podem ser uma boa estratégia para a entrega de produtos terapêuticos desde que sua biocompatibilidade seja melhorada e que a partir da descoberta dos mecanismos que levam à superxpressão dos M6PR, o sobrenadante de BHKARSA poderá ser usado como adjuvante no tratamento com TRE ou células encapsuladas. / Lysosomal Diseases (LD) are a group of genetically inherited diseases, caused by total or partial failure of enzymes involved in the degradation of macromolecules in lysosomes. Therapies to increase enzyme levels in LD include transplantation of hematopoietic stem cells (THSC) and enzyme replacement therapy (ERT). These treatments are based on the properties of lysosomal enzymes to be secreted and uptaken by neighboring cells through the mannose 6-phosphate receptor (M6PR). Since current therapies have limitations, new therapeutic approaches are under investigation. Microencapsulation of genetically modified cells overexpressing therapeutic products and the improvement in the uptake of lysosomal enzymes via M6PR seem to be promising strategies. In this work, we aimed to improve the delivery system of lysosomal enzymes overexpressed by microencapsulated recombinant cells for LD treatment. In vivo biocompatibility was evaluated using distinct cell lines (BHK and HepG2), alginate concentrations (1 and 1.5%), duration (7 and 21 days), and implant sites (peritoneal, subcutaneous and in the vastus medialis muscle) in Wistar rats. Inflammatory response was observed and characterized. Then we used encapsulated mesenchymal stem cells (MSC) to evaluate whether their immunomodulatory effect could decrease this response in rats. Subsequently, the anti-inflammatory effect of prednisolone was evaluated in normal and MPSI mice, both treated with encapsulated BHK cells overexpressing IDUA (BHKIDUA) and implanted in intraperitoneal cavity for 15 days. The enzyme release to the extra-capsular medium was measured in recovered capsules after 24h culture. The in vivo biocompatibility of microcapsules is a typical foreign body reaction in all parameters evaluated. This reaction occurs due to fibrosis and inflammatory infiltrate formation, but decreases after 21 days. The use of encapsulated MSC improved this aspect, since the response was milder in rats that received this cell type, due to the immonomodulatory effect of MSC. Treatment with prednisolone also decreased the response generated against alginate microcapsules implanted in the peritoneal cavity of both normal and MPS I mice. The encapsulated cells remained viable 15 days after the implant. The enzyme release to the extracapsular medium was higher in capsules recovered from prednisolone treated animals. Circulating levels of IDUA increased from undetectable to 2.4 nmol/h/mL of serum. Another strategy evaluated by our group was the up regulation of M6PR to enhance enzyme uptake. We evaluated M6PR levels in MLD and normal fibroblasts after treatment with the conditionated medium from cells overexpressing ARSA (BHKARSA), by immunocytochemistry and real time PCR. Finally we verified if pre-treatment of MPS I fibroblasts with BHKARSA followed by treatment with conditionated medium of BHKIDUA improved IDUA uptake. MLD and normal fibroblasts treated with BHKARSA had a 2-fold increase in M6PR expression. Pre-treatment with BHKARSA and after with BHKIDUA also led to a 2-fold increase in the expression of M6PR, and IDUA uptake was improved in these cells. Together these results suggest that microencapsulated cells may be an interesting strategy for delivery of therapeutic products as long as its biocompatibility is improved. Once the mechanism leading to M6PR over expression is defined, the conditionated medium of BHKARSA could be used as an adjuvant in ERT or with encapsulated cells.
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Otimização da liberação e captação de enzimas lisossômicas superexpressas por células recombinantes microencapsuladas

Lagranha, Valeska Lizzi January 2012 (has links)
As doenças lisossômicas (DL) são um grupo de doenças herdadas geneticamente e que são causadas por um defeito parcial ou total de enzimas envolvidas na degradação de macromoléculas dentro dos lisossomos. Terapias para aumentar os níveis de enzima nas DL incluem o transplante de célulastronco hematopoiéticas (TCTH) e terapia de reposição enzimática (TRE). Esses tratamentos são todos baseados na propriedade das enzimas lisossomais de serem secretadas e captadas pelas células vizinhas através do receptor de manose-6-fosfato (M6PR). Novas abordagens terapêuticas vêm sendo investigadas, uma vez que as terapias atuais possuem limitações. A microencapsulação de células geneticamente modificadas superexpressando um produto terapêutico e o aperfeiçoamento na captação de enzimas lisossomais, via M6PR, parecem ser estratégias promissoras. Neste trabalho objetivamos aperfeiçoar o sistema de liberação de enzimas lisossomais superexpressas por células recombinantes microencapsuladas para o tratamento das DL. Para isso, estudos de biocompatibilidade in vivo foram avaliados com distintos tipos celulares (BHK e HepG2), concentrações de alginato (1 e 1,5%), tempos (7 e 21 dias) e sítios de implante (cavidade peritoneal, tecido subcutâneo e músculo vasto-medial) em ratos Wistar. A resposta inflamatória foi caracterizada e células-tronco mesenquimais (CTM) foram encapsuladas e implantadas em ratos para avaliar se o seu efeito imunomodulador poderia diminuí-la. Posteriormente o efeito antiinflamatório da prednisolona foi avaliado em camundongos normais e MPS I tratados com células BHK superexpressando IDUA (BHKIDUA) encapsuladas e implantadas na cavidade intraperitoneal por 15 dias. A liberação da enzima após implante foi avaliada por meio da recuperação das cápsulas e cultivo das mesmas por 24h e medida de IDUA no meio. Observamos que as microcapsulas in vivo provocam uma reação do tipo corpo estranho, em todos os parâmetros avaliados. Essa reação se dá por presença de fibrose e infiltrado inflamatório e diminui aos 21 dias. O uso de CTM encapsuladas melhorou esse aspecto, uma vez que a resposta foi menor em ratos nos quais esse tipo celular foi implantado, devido ao efeito imunomodulador dessas células. O tratamento com antiinflamatório prednisolona também diminuiu a resposta inflamatória gerada contra as microcápsulas implantadas na cavidade peritoneal de camundongos normais e MPS I. As células encapsuladas permaneceram viáveis após os 15 dias de implante. A liberação de enzima para o meio extracapsular é maior nas cápsulas recuperadas de animais tratados com prednisolona. Níveis de atividade de IDUA circulante passaram de indetectáveis para 2,4 nmol/h/mL de soro nos animais MPS I tratados. Outra estratégia utilizada foi a superexpressão de M6PR para melhorar a captação enzimática. Avaliamos os níveis de M6PR em fibroblastos de pacientes com Leucodistrofia Metacromática (LDM) e normais após o tratamento com o sobrenadante de células BHK superexpressando ARSA (BHKARSA), por imunocitoquímica e PCR em Tempo Real. Finalmente foi avaliado se o pré-tratamento de fibroblastos MPS I com o sobranadante de BHKARSA e posterior tratamento com o sobrenadante de BHKIDUA melhorava a captação de IDUA nessas células devido ao aumento na expressão dos M6PR. O tratamento com o sobrenadante de células BHKARSA levou a um aumento na expressão, em cerca de 2 vezes, dos M6PR em fibroblastos de pacientes com LDM e de indivíduos normais. O pré-tratamento com o sobrenadante de células BHKARSA também levou a um aumento de 2 vezes na expressão dos M6PR e aumentou a captação de IDUA por fibroblastos de pacientes com MPS I. Juntos esses resultados sugerem que as células microencapsuladas podem ser uma boa estratégia para a entrega de produtos terapêuticos desde que sua biocompatibilidade seja melhorada e que a partir da descoberta dos mecanismos que levam à superxpressão dos M6PR, o sobrenadante de BHKARSA poderá ser usado como adjuvante no tratamento com TRE ou células encapsuladas. / Lysosomal Diseases (LD) are a group of genetically inherited diseases, caused by total or partial failure of enzymes involved in the degradation of macromolecules in lysosomes. Therapies to increase enzyme levels in LD include transplantation of hematopoietic stem cells (THSC) and enzyme replacement therapy (ERT). These treatments are based on the properties of lysosomal enzymes to be secreted and uptaken by neighboring cells through the mannose 6-phosphate receptor (M6PR). Since current therapies have limitations, new therapeutic approaches are under investigation. Microencapsulation of genetically modified cells overexpressing therapeutic products and the improvement in the uptake of lysosomal enzymes via M6PR seem to be promising strategies. In this work, we aimed to improve the delivery system of lysosomal enzymes overexpressed by microencapsulated recombinant cells for LD treatment. In vivo biocompatibility was evaluated using distinct cell lines (BHK and HepG2), alginate concentrations (1 and 1.5%), duration (7 and 21 days), and implant sites (peritoneal, subcutaneous and in the vastus medialis muscle) in Wistar rats. Inflammatory response was observed and characterized. Then we used encapsulated mesenchymal stem cells (MSC) to evaluate whether their immunomodulatory effect could decrease this response in rats. Subsequently, the anti-inflammatory effect of prednisolone was evaluated in normal and MPSI mice, both treated with encapsulated BHK cells overexpressing IDUA (BHKIDUA) and implanted in intraperitoneal cavity for 15 days. The enzyme release to the extra-capsular medium was measured in recovered capsules after 24h culture. The in vivo biocompatibility of microcapsules is a typical foreign body reaction in all parameters evaluated. This reaction occurs due to fibrosis and inflammatory infiltrate formation, but decreases after 21 days. The use of encapsulated MSC improved this aspect, since the response was milder in rats that received this cell type, due to the immonomodulatory effect of MSC. Treatment with prednisolone also decreased the response generated against alginate microcapsules implanted in the peritoneal cavity of both normal and MPS I mice. The encapsulated cells remained viable 15 days after the implant. The enzyme release to the extracapsular medium was higher in capsules recovered from prednisolone treated animals. Circulating levels of IDUA increased from undetectable to 2.4 nmol/h/mL of serum. Another strategy evaluated by our group was the up regulation of M6PR to enhance enzyme uptake. We evaluated M6PR levels in MLD and normal fibroblasts after treatment with the conditionated medium from cells overexpressing ARSA (BHKARSA), by immunocytochemistry and real time PCR. Finally we verified if pre-treatment of MPS I fibroblasts with BHKARSA followed by treatment with conditionated medium of BHKIDUA improved IDUA uptake. MLD and normal fibroblasts treated with BHKARSA had a 2-fold increase in M6PR expression. Pre-treatment with BHKARSA and after with BHKIDUA also led to a 2-fold increase in the expression of M6PR, and IDUA uptake was improved in these cells. Together these results suggest that microencapsulated cells may be an interesting strategy for delivery of therapeutic products as long as its biocompatibility is improved. Once the mechanism leading to M6PR over expression is defined, the conditionated medium of BHKARSA could be used as an adjuvant in ERT or with encapsulated cells.
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Bioacessibilidade in vitro de compostos fenólicos microencapsulados do fruto Jussara (Euterpe edulis Martius) e aplicação em sistema-modelo de gelatina.

BERNARDES, A. L. 20 July 2017 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-01T22:35:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_10117_Resumo Final de Dissertação - Andressa ladeira Bernardes..pdf: 74780 bytes, checksum: d6516f40a1f79517a2fd5ca1a6a09837 (MD5) Previous issue date: 2017-07-20 / O fruto jussara (Euterpe edulis Martius) é rico em compostos fenólicos e antocianinas, que são potentes antioxidantes com efeitos benéficos na saúde. As antocianinas são pigmentos solúveis, sendo utilizadas como corantes naturais pela indústria de alimentos, em substituição aos corantes artificiais. As antocianinas são instáveis em pH acima de 4,0, podendo ser mais degradadas, o que reduz sua bioacessibilidade. A tecnologia de microencapsulamento pode ser uma ferramenta útil para melhorar a estabilidade de polifenois e antocianinas, proporcionando uma maior bioacessibilidade. O objetivo deste estudo foi analisar a bioacessibilidade de compostos fenólicos e antocianinas microencapsuladas do fruto jussara, por meio de digestão in vitro e posterior aplicação em sistema-modelo de gelatina. Foi realizada análise de composição centesimal da polpa do fruto. Os compostos fenólicos e antocianinas da polpa do fruto jussara (PO) foram extraídos e microencapsulados com maltodextrina (MD), inulina (IN) e goma arábica (GA). Realizou-se a digestão in vitro da polpa de jussara e dos microencapsulados, e posterior aplicação dos microencapsulados em sistema-modelo de gelatina. Foram realizadas análises físico-quimicas (atividade de água - aw, solubilidade, pH, polifenois e antocianinas totais, capacidade antioxidante e diferença global de cor). Aplicou-se análise de variância (ANOVA), complementada com teste de Dunnet, para comparar os microencapsulados com a polpa (p<0,05). O teste de Tukey foi utilizado para comparação entre as microcápsulas (p<0,05). A constante de degração (k) e o tempo de meia-vida (t ½) foram obtidos a partir da análise de regressão, assumindose como modelo de primeira ordem. As microcápsulas apresentaram aw de 0,35 - 0,57, solubilidade de 99% e pH<4,0. A bioacessibilidade de antocianinas entre os tratamentos foi maior para PO (24,90%), sendo seguida por GA (24,67%), IN (19,28%) e MD (18,71%), porém não diferindo entre si. No entanto, para o conteúdo fenólico, a GA (44,65%) apresentou um maior percentual de recuperaçãocomparada à PO (30,32%; p<0,05). No sistema-modelo de gelatina o valor de k das antocianinas foi maior para GA (0,0047), sendo seguido por MD (0,0043) e IN (0,0039). Para os compostos fenólicos a constante de degradação seguiu a ordem: MD (0,0153) > IN (0,0114) > GA (0,0052). Os parâmetros de cor (L*, a*, b*, C*, hº e &#916;E*) mostraram tendência de cor do vermelho ao azul, exceto para GA que exibiu tonalidade mais amarela (hº). Ao longo de 72 horas não foi observada diferença de cor nos tratamentos. A bioacessibilidade in vitro de antocianinas, compostos fenólicos foi semelhante em todas as amostras microencapsuladas. A incorporação de microencapsulados com inulina é promissora, pois conferiu proteção ao pigmento e cor característica ao longo do armazenamento.
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Seleção de material de parede para a microencapsulação de oleo essencial de laranja (citrus sinensis) atraves da secagem por atomização

Ramirez Ascheri, Diego Palmiro 07 July 1997 (has links)
Orientador: Enny Therezinha Martucci / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia de Alimentos / Made available in DSpace on 2018-07-22T15:21:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 RamirezAscheri_DiegoPalmiro_D.pdf: 2821999 bytes, checksum: 25df79e58c478abaa5937d2453fee8c8 (MD5) Previous issue date: 1997 / Resumo: No presente trabalho procedeu-se as comparações de agentes microencapsulantes, material de parede (mp), na microencapsulação de óleo essencial de laranja (material ativo) através do processo de secagem por atomização. Foram preparadas três amostras de emulsão pela adição de óleo essencial de laranja a uma solução aquosa do mp composta de capsul (5,0, 0,0 e 10,0%), goma arábica (5,0, 10,0 e 0,0%) sendo constante para as três amostras maltodextrina (36,0%), água (44,0%) e óleo essencial (10,0%). A seleção do mp foi feita comparando as características físicas das emulsões (densidade, viscosidade e tensão superficial), com as características físicas densidade, teor de umidade, sólidos totais, conteúdo de óleo e tamanho de partícula) das microcápsulas produzidas. Foram avaliadas as curvas de secagem das emulsOes, as características de adsorção de água a diferentes temperaturas 30, 40 e 50°C e a estabilidade e estrutura superficial das microcápsulas frente a retenção do óleo essencial de laranja. A microencapsulação foi obtida pela secagem por atomização, com temperaturas de 220°C e 110°C do ar de entrada e de saída da câmara de secagem, respectivamente, e com atomizador rotativo (20.000 rpm). A comparação das microcápsulas obtidas a partir das três amostras de emulsão mostrou que aquela preparada com 10,0% de capsul e 0,0% de goma arábica apresentou o melhor resultado. A viscosidade desta mistura de mp foi menos afetada pelas variações de temperatura, diminuindo o período de taxa constante de secagem com maior umidade após a secagem. As microcápsulas obtidas apresentaram maior retenção de óleo essencial, menor higroscopicidade e dobras superficiais menos pronunciadas decorrentes do menor entumescimento das gotículas durante a secagem. / Abstract: The present work is an experimental development to study the performance of the encapsulating agents for essential oil of orange in a spray dryer. The dried emulsion was prepared by adding the oil to an aqueous solution of the wall material. Three different cases were studied having capsul (5,0%, 0,0% and 10,0%) and arabic gum (5,0%, 10,0% anâ 0,0%) with 36.0% maltodextrin, 44,0% water and 10,0% essential oil. Retention of active material (assential oil) was the key to evaluate drying curves, water adsorption (at 30, 40 and 50°C) and stability of structural surface of microcapsules. The choice of wall material made by physical properties of emulsions (density, viscosity and surface tension) as they related to physical characteristics of the microcapsules produced (density, moisture content, oil content, total solids content and particle size). The spray drying process used 220 °C at the inlet and the exit air temperature out of the drying chamber was observed at 100°C while rotation of atomizer was 20.000 r.p.m. Best results were for microcapsules obtained trom the emulsion with 10,0% capsul and 0,0% arabic gum. Viscosity of these samples was the one least affected by temperature thus diminishing the drying at constant rate with higher moisture etention. These I microcapsules showed higher essential oil retention, lower hygroscopicity and less folds on the surface due to drop in swelling effect during drying. / Doutorado / Doutor em Engenharia de Alimentos
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Preparação e caracterização de lipossomas para a administração por inalação de compostos terapeuticos utilizados na terapia da tuberculose

Rodriguez Justo, Oselys 19 August 1999 (has links)
Orientador: Angela Maria Moraes / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia Quimica / Made available in DSpace on 2018-07-25T20:30:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 RodriguezJusto_Oselys_M.pdf: 4157935 bytes, checksum: 4fde7dd0dec878ad702a23294c474aef (MD5) Previous issue date: 1999 / Resumo: A tuberculose, atualmente, é um dos mais sérios problemas de saúde pública mundiais, especialmente em países em desenvolvimento, estando associada à morte de pelo menos três milhões de pessoas por ano. Dentro deste contexto, o presente trabalho visou a preparação e caracterização de lipossomas (vesículas lipídicas) destinados ao aumento da eficácia de drogas freqüentemente utilizadas nas terapias primária e secundária da Tuberculose, para a liberação controlada por inalação das mesmas. Lipossomas unilamelares foram preparadas a partir de 60 mol % de Distearoilfosfatidilcolina e 40 mol % de Colesterol. As drogas Isoniazida, Pirazinamida, Rifampicina e Etionamida, foram incorporadas nos lipossomas por encapsulamento passivo no cerne aquoso ou na bicamada lipídica das vesículas. As preparações, foram caracterizadas quanto às concentrações finais de lipídios e de drogas, ao diâmetro médio dos lipossomas, e à estabilidade de estocagem na forma de suspensão a '5 GRAUS¿C. Para as amostras com melhores desempenhos quanto ao encapsulamento e à estabilidade de estocagem, foram realizados ensaios complementares de avaliação da estabilidade das vesículas quando em presença do tensoativo não-iônico 'C IND. 12¿¿E IND. 5¿. Ensaios similares foram também realizados para as mesmas drogas, além da Estreptomicina, empregando-se a técnica de incorporação ativa estabelecendo-se um gradiente de pH na bicamada lipídica de 3,4 unidades... Observação: O resumo, na íntegra, poderá ser visualizado no texto completo da tese digital / Abstract: Nowadays, Tuberculosis, is one of the most serious problems of public helth worldwide, specially in development countries, being associated to the death of at least three million people yearly. In this context, the present work aimed the preparation nd characterization of liposomes (lipid vesicles) designed to increase the effectiveness of drugs frequently used in Tuberculosis primary and secondary therapy, through the controlled release of these drugs by inhalation. Unilamellar liposomes were prepared with 60% mol of distearoylpHosHatidylcoline and 40% mol of cholesterol. The drugs Isoniazid, Pyrazinamide, Rifampin and Ethionamide were incorporated in the liposomes by passive loading in vesicle aqueous core or in its lipid bilayer. The formulations obtained were characterized in terms of their final lipid and drug concentrations, vesicle mean diameter, and stability during storage at '5 DEGREES¿C as an aqueous suspension. The sample presenting the best encapsulation efficiencies and storage stability were also characterized concerning to their stability when in contact with the non-ionic surfactant 'C IND. 12¿¿E IND. 5¿. Similar encapsulation studies were also accomplished for the same drugs, besides Streptomycin, using the active loading technique based on imposing a transmembrane pH gradient of 3.4 units. The results indicated a strong association among the experimental protocols, the trapping efficiency and the stability of the obtained systems... Note: The complete abstract is available with the full electronic digital thesis or dissertations / Mestrado / Desenvolvimento de Processos Biotecnologicos / Mestre em Engenharia Química
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Encapsulação de isoniazida, pirazinamida e estreptomicina em lipossomas para a administração por inalação

Calheiros, Chrissana Santos 31 July 2018 (has links)
Orientador : Angela Maria Moraes / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia Quimica / Made available in DSpace on 2018-07-31T21:18:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Calheiros_ChrissanaSantos_M.pdf: 4024292 bytes, checksum: 1f9dc656d3d3e52a327088c21ffcf36a (MD5) Previous issue date: 2001 / Mestrado
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Microencapsulação de acido ascorbico e avaliação de sua funcionalidade na estabilidade da cor em produtos carneos curados

Trindade, Marco Antonio 02 July 1998 (has links)
Orientador: Carlos Raimundo Ferreira Grosso / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia de Alimentos / Made available in DSpace on 2018-07-23T21:33:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Trindade_MarcoAntonio_M.pdf: 13723051 bytes, checksum: 61e965b17afd4eedcf541ac7b341adcc (MD5) Previous issue date: 1998 / Resumo: Neste trabalho foi realizada a microencapsulação de ácido ascórbico através da secagem por atomização em spray-dryer. Os materiais de cobertura utilizados foram goma arábica e aglomerados porosos de grânulos de amido de arroz. Este último material utilizou gelatina ou pectina como agentes ligantes, sendo que os aglomerados porosos obtidos no processo com 1% de gelatina como agente ligante, foram recobertos com pectato de cálcio (soluções a 3% de pectina e 10% de cloreto de cálcio). O ácido ascórbico microencapsulado em goma arábica apresentou-se tão estável (com relação à degradação para compostos sem poder redutor, como ácido dehidroascórbico e ácido dicetogulônico) quanto o ácido ascórbico na forma cristalina, quando ambos foram estocados em temperatura e umidade relativa controladas. Já o material encapsulado em amido de arroz, teve a estabilidade, nos mesmos parâmetros citados anteriormente, inferior à da forma cristalina. O recobrimento com pectato de cálcio melhorou sensivelmente a estabilidade do ácido ascórbico microencapsulado com amido de arroz. As microcápsulas obtidas com goma arábica e com amido de arroz (com e sem cobertura de pectato de cálcio), foram aplicadas em presunto de peru e em bolo de carne de peru, para avaliação do efeito do ácido ascórbico microencapsulado na estabilidade da cor característica de produtos cárneos curados. Os produtos cárneos processados com ácido ascórbico microencapsulado em diferentes materiais de cobertura, não apresentaram diferença significativa na estabilidade da cor curada, em relação ao produto com ácido ascórbico não encapsulado, quando estes produtos foram expostos em condições similares (luz e temperatura) às encontradas comercialmente / Abstract: In this project the microencapsulation of ascorbic acid was done through the use of spray-dryer. The covering materials used were arabic gum and porous agglomerates of rice starch granules. The last material mentioned used gelatin or pectin as binding agents. The rice starch that used 1% of gelatin as a binding agent was later covered with calcium pectate (3% of pectin and 10% calcium chloride solutions). The materials covered with rice starch was not nearly as stable as the materials which was covered in arabic gum, that showed itself as stable as the crystalline form of ascorbic acid. The covering of the material microencapsulated with rice starch with calcium pectate sensibly improved the stability of the acid. The microcapsules obtained with rice starch (with and without calcium pectate covering) and arabic gum were used in turkey ham and in turkey meatloaf so the effect of the ascorbic acid microencapsulated could be observed in the level of stability of the characteristic color of cured meat products. The difference between the materials processed with microencapsulated ascorbic acid and the materials processed with non encapsulated ascorbic acid was not observed when the products were exposed to similar conditions (light and temperature) as the ones found commercially / Mestrado / Mestre em Ciência da Nutrição

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