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Moral aus Interesse Metaethik der Vertragstheorie

Grundherr, Michael von January 2006 (has links)
Zugl.: München, Univ., Diss., 2006
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Breves considerações sobre noções morais

Guimarães, João Alberto Correia January 1920 (has links)
No description available.
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Moral cognition : individual differences, intuition and reasoning in moral judgement /

Björklund, Fredrik, January 1900 (has links)
Diss. (sammanfattning) Lund : Univ. / Härtill 3 appendix. Finns även på Internet med adressen: http://www.lub.lu.se/luft/diss/soc231t̲ransit.html.
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La protection des intérêts incorporels en droit de la réparation des dommages : essai d'une théorie en droit français et allemand /

Berg, Oliver. January 2006 (has links)
Texte remanié de: Thèse de doctorat--Droit privé--Strasbourg 3, 2003. / Bibliogr. 345-371. Index. Résumé en allemand.
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Moralidade e Trapaça: Um Estudo com Crianças de 5 e 10 Anos

PESSOTTI, A. M. 26 August 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T14:10:09Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_3215_Dissertação Pessotti (2010).pdf: 1400740 bytes, checksum: 000bdd766ee936c402071160445ae497 (MD5) Previous issue date: 2010-08-26 / Este estudo tem por objetivo investigar, em uma perspectiva psicogenética, a trapaça no que diz respeito à relação entre o juízo hipotético, a observação da ação e o juízo da própria ação de crianças em uma situação de jogos de regras, com base na teoria piagetiana. Participaram desta, 40 crianças de duas escolas particulares do município de Linhares ES, com idades de 5 e 10 anos, distribuídas igualmente de acordo com a idade e o sexo. Realizamos esta pesquisa utilizando os seguintes instrumentos: uma história e um roteiro de entrevista envolvendo a trapaça no Jogo da Velha; o jogo Cara a Cara e um roteiro de entrevista pós jogo Cara a Cara. A pesquisa foi realizada em três fases: (a) juízo hipotético sobre a trapaça, (b) observação da ação da trapaça e (c) juízo a respeito da ação da trapaça. Os resultados nos permitiram observar, quanto ao juízo hipotético sobre trapaça, que ao serem solicitadas a estabelecerem um juízo a respeito da atitude narrada, a totalidade dos participantes disse que o ato de trapacear estava errado, sendo que o maior número de justificativas mencionadas entre as crianças de 5 anos foi argumentos circulares. Em contrapartida, a categoria citada mais vezes pelos participantes de 10 anos foi desobedeceu à regra do jogo. No que concerne à observação, foi possível notar que, na ausência da experimentadora, a trapaça ocorreu mais entre as crianças de 5 anos que entre as de 10 anos. Contrariamente, na presença da experimentadora, não foi verificada diferença relevante na freqüência de trapaça entre as duas idades. Além disso, constatamos uma variedade de comportamentos para trapacear. Em relação ao juízo a respeito da ação da trapaça, notamos que, quando perguntados indiretamente sobre a ação, as crianças de 5 anos fazem menção mais freqüentemente a respeito da trapaça. Do mesmo modo, ao perguntarmos diretamente sobre a atitude mantida durante o experimento, mais crianças de 5 anos dizem ter trapaceado que de 10 anos. Por meio destes resultados, foi possível notar que as crianças sabem que trapacear não é correto, mas muitas trapaceiam e poucas admitem, principalmente entre os mais velhos. Dessa maneira, este trabalho contribui para o estudo da moralidade porque, ao demonstrar a importância da dimensão da ação, pode oferecer subsídios para um trabalho de educação moral.
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Values education--theoretical notions and some practical applications

Wagschal, Harry George. January 1975 (has links)
No description available.
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Max Frisch: moral og hermeneutikk : En komparativ studie av Biedermann und die Brandstifter og Andorra

Engi, Maria Therese January 2014 (has links)
No description available.
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Hume's sentimentalism and moral motivation

Zhou, Yuqing, 周玉清 January 2013 (has links)
Why should I be moral? My thesis is dedicated to exploring how David Hume’s moral theory may answer this question. According to Hume’s psychology of action, only passions, desires and dispositions have motivational force, but reason alone has not. As Hume believes that morality is action-guided, he bases his moral theory on sentiments. The advantage of a sentiment-based theory is that it easily explains why we follow morality: as we have moral sentiments, we already have a motive to follow morality. However, it seems that a moral theory based on sentiments hardly explains why we follow impartial judgments, for original sentiments arising from sympathy are always partial. proposes a general point of view to correct unregulated sympathy. Adopting a general point of view, we leave aside personal interest and view a person through the eyes of those who are in his narrow circle according to the effects his character tends to cause. However, there seems be tension between sentimentalism and Hume’s general point of view. It is doubtful whether the judgments made from a general point of view are still sentiment-based and how we are moved to leave our personal standpoint to take up a general point of view when we are naturally more concerned with our own self-interest. Hence, the main difficulty for Hume’s moral theory is to explain what causes us to adopt a general point of view and act morally in a sentimentalist framework. I suggest that to get rid of the contradiction in the soul caused by our sympathy with others’ sentiments is the primary motive for us to adopt a general point of view. Moreover, understanding the limitations of human nature, we do not have overly high expectation of people; hence, we are satisfied with a person if he benefits his narrow circle and therefore limit ourselves to a general point view. / published_or_final_version / Philosophy / Master / Master of Philosophy
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Moral education: a philosophical investigation

容樂, Yung, Lock, Betty. January 1993 (has links)
published_or_final_version / Philosophy / Master / Master of Philosophy
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A Critical study of current theories of moral education

Hart, Joseph K. January 1910 (has links)
Thesis (PH. D)--University of Chicago. / Includes bibliographical references.

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