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Padrões espaciais na biodiversidade de morcegos do novo mundo

Silva, Luciana Zago da January 2017 (has links)
Orientador : Prof. Dr. Fernando C. Passos / Coorientador : Prof. Dr. Mauricio O. Moura / Texto em português e inglês / Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação. Defesa: Curitiba, 07/08/2017 / Inclui referências : f. 30-5 ; 55-63 / Área de concentração : Ecologia e conservação / Resumo: A compreensão dos padrões espaciais da biodiversidade e os processos que os modulam estão entre os objetivos mais antigos dos estudos ecológicos. Entretanto, a maioria dos estudos que tentam compreender estes padrões e processos são feitos apenas com uma medida de diversidade: a riqueza de espécies. A riqueza de espécies representa apenas uma dimensão da biodiversidade, sendo uma abordagem incompleta para se compreender os processos evolutivos e ecológicos que modulam esses padrões. O presente trabalho tem o objetivo de elucidar os possíveis processos envolvidos na determinação dos padrões espaciais da diversidade de morcegos do Novo Mundo sob abordagens com diferentes dimensões da biodiversidade. No primeiro capítulo, as dimensões taxonômica, filogenética e funcional da biodiversidade são abordadas simultaneamente. Com essa abordagem, nossos resultados apontaram a existência de regiões com diversidade funcional abaixo e acima do esperado pela diversidade filogenética e apresentaram padrões diferentes para as diferentes famílias de morcegos. Esses resultados estão relacionados principalmente a fatores espaciais e à variável ambiental temperatura média anual. Assim, estruturas geográficas, filtros ambientais e a conservação ou evolução de nicho parecem modelar sinergicamente os padrões de diversidade encontrados. No segundo capítulo abordamos a partição da beta diversidade filogenética em componentes de aninhamento e substituição de linhagens para os diferentes biomas do Novo Mundo. Essa abordagem apontou o aninhamento filogenético como principal fenômeno modelador da betadiversidade filogenética de morcegos do Novo Mundo. O agrupamento de biomas de acordo com suas dissimilaridades filogenéticas apontou a existência de três grandes grupos com mais de 50% de dissimilaridade. Um dos grupos é composto por biomas tropicais e subtropicais, um segundo grupo é composto por biomas temperados e mediterrâneos e um terceiro grupo é formado pelos biomas temperados mais frios. Assim, filtros ambientais parecem ser as principais forças atuantes na modulação das assembleias destes biomas. Além disso, esses resultados reforçam que limitações fisiológicas provavelmente são mais importantes que a habilidade de dispersão para a formação de assembleias de morcegos. Palavras-chave: Chiroptera; Macroecologia; Diversidade Funcional; Diversidade Filogenética; Betadiversidade. / Abstract: The understanding of spatial patterns of biodiversity and the process that module this patterns are between the oldest goals of ecological studies. However, most studies that try to understand these patterns and process are made only with one metric of diversity: the species richness. The species richness presents only one dimension of biodiversity and is an incomplete approach to the understand of evolutionary and ecological process that module these patterns. The present study aims to elucidate the possible patterns involved in the spatial patterns of New World bat diversity with different biodiversity dimensions approaches. At the first chapter the taxonomic, phylogenetic and functional biodiversity dimensions are addressed simultaneously. With this approach, our results pointed to the existence of regions with functional diversity lower and above the expected by phylogenetic diversity and the different bat families present different patterns. These results are related mainly to spatial factors and to the environmental variable annual mean temperature. Therefore, geographical structures, environmental filtering and the niche conservation or evolution seems to drive synergistically the diversity patterns we found. At the second chapter we addressed the phylogenetic beta diversity partition in nestedness and turnover components to the different New World biomes. This approach pointed the phylogenetic nestedness as the mainly driver of New World phylobetadiversity. The grouping of biomes according to their phylogenetic dissimilarities pointed the existence of three large groups with more than 50% dissimilarity. One of the groups is composed by tropical and subtropical biomes, a second group is composed by temperate and mediterranean biomes, and a third group is composed by the coldest temperate biomes. Therefore, environmental filters seem to be the mainly forces driving these biomes assemblages. Besides, these results reinforce that physiological constraint probably are more important than the dispersion ability to bat community assembly. Keywords: Chiroptera; Macroecology; Functional Diversity; Phylogenetic Diversity; Beta diversity.
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Ecologia molecular de Desmodus rotundus (Chiroptera : Phyllostomidae) no Parque Estadual de Campinhos, Paraná, Brasil

Costa, Pollyana Patrício 11 May 2011 (has links)
Resumo: Dentre mais de mil espécies de morcegos registradas mundialmente, a Subfamília Desmodontinae (Chiroptera, Phyllostomidae), endêmica da região Neotropical, contempla as três espécies de morcegos hematófagos conhecidas: Diaemus youngi, Diphylla ecaudata e Desmodus rotundus. Assim, este capítulo tem como objetivo descrever as características gerais, ecologia, comportamento alimentar e reprodutivo de D. rotundus já descritos na literatura. O morcego-vampiro-comum (D. rotundus) é a espécie de morcego cuja biologia é mais bem conhecida uma vez que causa prejuízos à agroeconomia (por causar anemia, baixo peso e até mesmo a morte da presa) e à saúde pública (pela transmissão de diversas doenças, principalmente a raiva). É abundante e distribui-se desde o sul do México até o Uruguai e norte da Argentina. Possui pelagem acinzentada, folha nasal em ferradura, lábio inferior sulcado, porte médio e polegar longo e com calosidades. A especialização alimentar acarretou numa peculiar modificação anatômica, fisiológica e comportamental. Apresenta também uma grande capacidade cognitiva e órgãos dos sentidos eficientes, os quais lhe permitem um comportamento ágil e versátil, sendo capaz de andar, saltar e correr com facilidade quando comparados a outros morcegos. É capturado durante todo o ano, sendo comumente encontrados em ambientes cavernícolas, no Brasil, em colônias de dez a quinze indivíduos. A organização social é do tipo hierarquia de dominância, com a formação de pequenos haréns. A poliestria assazonal maximiza o sucesso reprodutivo da espécie. Mesmo sendo alvo de muitos estudos, ainda há uma lacuna importante no que tange aspectos genéticos da espécie, principalmente quanto à Ecologia Molecular.
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Influência de aves e morcegos insetívoros no controle da herbivoria em sistemas agroflorestais de café

Breviglieri, Crasso Paulo Bosco [UNESP] 22 February 2013 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:30:55Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2013-02-22Bitstream added on 2014-06-13T20:01:06Z : No. of bitstreams: 1 breviglieri_cpb_dr_sjrp_parcial.pdf: 89180 bytes, checksum: d4ddff8f00f05dcd39e9e673f34ea2a9 (MD5) Bitstreams deleted on 2015-04-01T12:51:14Z: breviglieri_cpb_dr_sjrp_parcial.pdf,Bitstream added on 2015-04-01T12:51:48Z : No. of bitstreams: 1 000713722.pdf: 431097 bytes, checksum: 1b83bec32a38144bd98e338db7830d93 (MD5) / Vários estudos relacionam o efeito das aves e morcegos no controle da herbivoria foliar em florestas, monoculturas e sistemas agroflorestais (SAFs). Contudo, este é o primeiro que analisa o efeito da proximidade de fragmentos florestais no controle da herbivoria foliar exercido por aves e morcegos insetívoros, bem como o efeito da exclusão de aves insetívoras na produção deste commodity em SAFs. Embora tenha se observado que as aves contribuem mais do que os morcegos no controle da herbivoria foliar nos SAFs de café, ambos os grupos de predadores são mais eficientes em SAFs situados próximos a fragmentos florestais do que em SAFs distantes destes, provavelmente devido à heterogeneidade ambiental dos primeiros, que proporciona mais alimentos e abrigos aos predadores. Também constatamos uma diminuição de 48% na produção de grãos nos dois SAFs em resposta ao aumento de aproximadamente 300% na taxa de herbivoria foliar quando da exclusão do acesso das aves aos pés de café. Adicionalmente, no SAF próximo ao fragmento florestal as plantas sem acesso de aves insetívoras produziram frutos com maior massa quando comparadas a plantas onde as aves forrageavam. Estes resultados indicam uma relação tritrófica entre aves insetívoras, insetos herbívoros e cafezais. Diante destas informações podemos inferir que aves insetívoras são essenciais no controle de pragas agrícolas em SAFs de café, de tal forma que arranjos produtivos que conservem a biodiversidade devem ser favorecidos. Portanto, este estudo comprova que a presença de fragmentos florestais adjacentes a SAFs de café colaboram significativamente no controle de herbivoria foliar em função da maior presença de predadores, fato que pode influenciar na produção agregando mais valor ao produto e na utilização de agrotóxicos, além de contribuir para a conservação da biodiversidade / Several studies relate the role birds and bats in controlling leaf herbivory in forests, monocultures, and agroforestry systems (AFS). This study analyzes for the first time how the distance between forest fragments and the plantation affect this interaction. We also analyzed the effect of insectivorous birds exclusion on this ecosystem service. Although birds contributed more than bats for the control of leaf herbivory in coffee agroforestry systems, both groups are more efficient in AFS which had forest fragments nearby. This is probably due to the higher environmental heterogeneity of the latter, which provides more food and shelter from predators. Additionally, when birds were excluded from coffee plantation, grain production decreased by 48% in both AFS. This fact was accompanied by an increase of approximately 300% in leaf herbivory rate. Furthermore, plants in AFS near forest fragments in which insectivorous birds were excluded produced fruits with higher mass, compared to plants where birds foraged freely. These results indicate a tritrophic relationship between insectivorous birds, herbivores insects, and coffee plantations. Therefore, we suggest that insectivorous birds are essential in controlling agricultural pests in coffee agroforestry systems. As a result, plantations that conserve biodiversity tend to be more productive. Consequently, forest fragments near coffee plantations significantly contribute to the decrease of leaf herbivory by favoring predators. This not only influences production, adding more value to the product and reducing the use of pesticides, but also contribute to biodiversity conservation
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Comunidade de morcegos, interações com flores e estratificação vertical em Mata Atlântica do Sul do Brasil / Bat assemblage, interactions with flowers and vertical stratification in the Atlantic Forest, Southern Brazil

Scultori, Hedda Carolina Schmidt 16 August 2018 (has links)
Orientador: Marilies Sazima / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Caimpinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-16T01:40:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Scultori_HeddaCarolinaSchmidt_M.pdf: 2997447 bytes, checksum: 55687d0ecdbb611a3dde172c15080a59 (MD5) Previous issue date: 2010 / Resumo: Morcegos formam um grupo diverso, abundante e de grande importância ecológica devido às suas interações com outros organismos e com o ambiente. As interações de morcegos com flores podem resultar em polinização, que, embora rara quando comparada às realizadas por outros grupos animais, tem grande importância na reprodução de várias espécies de plantas. Essas plantas e outros recursos utilizados pelos morcegos ocorrem em diferentes alturas da floresta, onde também variam as características ambientais, podendo influenciar na utilização do espaço vertical por esses mamíferos. O presente estudo buscou descrever a comunidade de morcegos de uma área de Floresta Atlântica no Estado do Paraná, aspectos das interações de espécies antófilas com flores e investigar a ocorrência de estratificação vertical nestas espécies de animais e plantas. De maio de 2008 a abril de 2009 foi realizada captura de morcegos com redes de neblina abertas do solo ao dossel (25 m), em clareiras em área de floresta submontana, para verificar diversidade de espécies, sazonalidade, horário de atividade e estratificação vertical. No primeiro capítulo são apresentados os resultados sobre a estrutura da comunidade de morcegos. Foram capturados 679 morcegos, pertencentes a três famílias e 20 espécies. Na classificação funcional, foram observadas espécies pertencentes a sete guildas. A diversidade não variou entre as estações chuvosa e seca. Atividade de morcegos ocorreu ao longo de toda a noite, sendo as maiores abundâncias e riquezas registradas entre a segunda e quarta hora após o anoitecer, e, as menores na quinta e depois da décima hora após o ocaso. O padrão geral encontrado de estratificação vertical mostra que a maioria das espécies utiliza toda a amplitude de alturas da floresta com algumas espécies utilizando principalmente alturas mais baixas. As características da comunidade foram similares às de outros locais com fisionomia semelhante e os dados de estratificação vertical devem ser reflexos da estrutura da vegetação da Mata Atlântica. No segundo capítulo são apresentados os dados de interação dos morcegos antófilos com as flores. Foi realizado acompanhamento fenológico das espécies de plantas visitadas por morcegos, coleta de néctar, observações de comportamento de visitas e captura de visitantes com redes de neblina abertas em frente às flores. Foram acompanhadas oito espécies de plantas visitadas por morcegos, cujo padrão de floração é anual e seqüencial. As formas de vida foram árvores, epífitas e lianas, ocorrendo em alturas entre 0,5 m e 34 m. Flores de formas tubulares e do tipo pincel, cores esbranquiçadas e esverdeadas foram maioria nestas espécies, sendo visitadas por morcegos glossofagíneos, que atuaram como polinizadores. Morcegos não-glossofagíneos foram considerados polinizadores ocasionais. Dentre as 20 espécies de morcegos capturados em redes de neblina, três são nectarívoras, cinco frugívoras e uma onívora, que podem utilizar recursos florais. Estes recursos estão disponíveis e são utilizados por morcegos ao longo do ano em diferentes alturas, porém, não houve correlação entre as alturas de ocorrência e de vôo registradas. Os resultados são semelhantes aos de outras pesquisas em Mata Atlântica, porém, acrescentam novas perspectivas ao estudo de comunidades de morcegos e interações com flores / Abstract: Bats form a diverse group. They are abundant and of great ecological importance, due to various interactions with other organisms in their environment. The interactions of bats with flowers may result in pollination. While these interactions may be relatively rare when compared with other types of pollinators, they are of great importance to the reproduction in various plant species where they occur. These plants and the rewards utilized by bats occur at differing levels of the forest, wherein environmental conditions vary with height, thus influencing the use of vertical space by these mammals. The present study looks to describe a community of bats in an area of Atlantic Rainforest in the state of Paraná, aspects of the interactions of anthophilous species and to investigate the occurrence of vertical stratification of these species of animals and plants. From May 2008 to April 2009, bats were captured in mist nets opened from the ground to the canopy (25 m), in gaps in an area of submontane forest, in order to verify the diversity of species, seasonality, time of activity and vertical stratification. In the first chapter, results on community structure of bats are presented. Six hundred seventy-nine bats were captured, belonging to three families and 20 species. In the functional classification, species belonging to seven guilds were observed. The diversity did not vary between wet and dry seasons. Bat activity occurred throughout night-hours, with the highest abundance and richness occurring between two and four hours after sunset, and the lowest abundance and richness occurring between the fifth and tenth hour after sunset. The general pattern found in the vertical stratification indicates that the majority of species utilize the full amplitude of forest heights with some species using principally the lower forest levels. The characteristics of the community were similar to other localities with similar topography, and data on the vertical stratification likely reflects the vegetative structure of the Atlantic Rainforest. In the second chapter, data on bat interactions with flowers are presented. Phenology of the species of plants visited by bats was studied. Nectar of these flowers was collected. Visiting behavior of the bats was observed, followed by capture with open mist nets placed in front of the flowers. Eight species of plants visited by bats were studied. These plants presented either an annual or sequential pattern of flowering. Among these species are trees, epiphytes and lianas, occurring between 0,5 m and 34 m. Whitish to greenish-white tubular and pincel flowers made up the majority of these species' flowers, which are visited by glossophagines acting as pollinators. Non-glossophagine bats were considered occasional pollinators to these species. Among the 20 species of bats captured by mist nets, three species were glossophagines, five were frugivorous and one was omnivorous, which may consume floral rewards. These rewards are available and are used by bats throughout the year at differing heights, although there was no correlation among heights of occurrence and registered flights. While the results of this study are similar to other bat studies in the Atlantic Rainforest, they serve to highlight new perspectives on the study of bat communities and floral interactions / Mestrado / Ecologia / Mestre em Ecologia
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Biologia da polinização de especies da tribo Sinningieae (Gesneriaceae) no sudeste do Brasil

San Martin-Gajardo, Ivonne 18 February 2004 (has links)
Orientador: Marlies Sazima / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-03T21:22:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SanMartin-Gajardo_Ivonne_D.pdf: 3436187 bytes, checksum: 2aa80b9aee3a0ce67354aa7b8e79bf68 (MD5) Previous issue date: 2004 / Resumo: A tribo Sinningieae (Gesneriaceae) apresenta três gêneros, Sinningia, Paliavana e Vanhouttea que reúnem aproximadamente 85 espécies, as quais abrangem diversas síndromes de polinização inferidas a partir da morfologia floral. Em 18 espécies de Sinningia, três de Vanhouttea e três de Paliavana foram estudados aspectos relacionados à fenologia de floração, à morfologia e biologia floral e. aos agentes polinizadores. Este estudo apresenta três capítulos que abrangem os principais sistemas de polinização e um último, no qual os dados sobre a biologia da polinização foram analisados em um contexto filogenético da tribo, com o objetivo de elucidar os processos evolutivos destes sistemas. No primeiro capítulo, foram estudadas quatro espécies de Sinningia que apresentam flores com diferentes formas, tamanhos, cores e características do néctar e que são polinizadas por abelhas de grupos diferentes. Este resultado corrobora com a idéia de que sistemas de polinização envolvendo abelhas se originaram diversas vezes em Sinningieae. No segundo capítulo são apresentados resultados sobre três espécies Vanhouttea e três de Sinningia polinizadas por beija-flores. As flores destas espécies são tubulares, avermelhadas e inodoras. Os nectários diferem entre Vanhouttea e Sinningia, o que pode estar relacionado com diferenças na produção de néctar. A polinização por Trochilinae ou Phaethornithinae parece ser determinada pelo hábitat de cada espécie de planta, enquanto que a frequência de visitas dos beija-flores a cada espécie aparentemente é determinada pelas características do néctar. O terceiro capítulo trata de três espécies apontadas como quiropterófilas. De fato, Sinningia brasiliensis e Paliavana prasinata apresentam flores infundibiliformes, verdes, com néctar abundante durante a noite e odor forte e são efetivamente polinizadas por morcegos. Entretanto, P. sericiflora apresenta características florais intermediárias entre ornitofilia e quiropterofilia, porém épolinizada exclusivamente por beijaflores. Ausência de odor forte parece determinar a não atratibilidade de morcegos às flores de P. sericiflora. Por último, caracteres florais e os principais grupos polinizadores de 23 espécies da tribo são analisados em um contexto filogenético. A forma floral e o tamanho das estruturas reprodutivas foram significativamente associados à mudança do tipo de polinizador. O mapeamento dos polinizadores sobre a árvore filogenética indicou evolução paralela dos sistemas de polinização nos diferentes clado da tribo Sinningieae / Abstract: The pollination biology of species from the tribe Sinningieae (Gesneriaeeae) was studied in southeastern Brazil. This tribe is eomposed by three genera (Sinningia, Paliavana and Vanhouttea) and about 85 speeies, whieh display diverse pollination syndromes. Flowering phenology, flower morphology, floral biology and pollination agents were studied in 18 species of Sinningia, three of Vanhouttea and three of Paliavana. The first three ehapters eoneern the main pollination systems in the tribe, and in the fourth ehapter, data on pollination biology are analyzed on a phylogenetie eontext for understanding the shifts in pollination systems within the tribe. The first ehapter deseribes the pollination by bees, belonging to different groups, of four Sinningia speeies, whieh bear flowers with different shape, dimensions, colors and neetar features. Sueh results corroborate the idea that bee pollination arose several times in Sinningieae. Three species of Vanhouttea and three of Sinningia bearing tubular, reddish and scentless flowers and pollinated by hummingbirds are studied in the second chapter. Floral nectaries diverge between Vanhouttea and Sinningia, and such a trait seems to be related to differenees in nectar production between species of both genera. Pollination by either Troehilinae or Phaethornithinae seems to be linked to the habitat of each speeies, and the frequency of floral visits seems to be related to nectar features. The next ehapter deals with the chiropterophilous speeies. Both Sinningia brasi/iensis and Paliavana prasinata bear funnelshaped, greenish, nocturnal flowers with abundant neetar and strong odour, and are pollinated by bats. However, P. sericiflora displays intermediate floral traits between ornithophily and chiropterophily, and are exc1usively pollinated by hummjngbirds. The non-attraction of bats to the flowers eould be caused by the absence of anY strong odour in this speeies. At last, a comparative phylogenetic analysis is carried out covering the flower traits and the main pollinator groups of 23 species of the tribe. Floral shape and the size of reproductive structures are significantly linked to shifts in pollinator groups. The parallel evolution of the pollination systems in the different c1ades of Sinningieae is evidenced through mapping pollinators on the phylogenetie tree of the tribe / Doutorado / Doutor em Biologia Vegetal
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Influência de aves e morcegos insetívoros no controle da herbivoria em sistemas agroflorestais de café /

Breviglieri, Crasso Paulo Bosco. January 2013 (has links)
Orientador: Sandra Bos Mikich / Banca: Deborah Faria / Banca: Gledson Vigiano Bianconi / Banca: Wagner André Pedro / Banca: Denise de Cerqueira Rossa-Feres / Resumo: Vários estudos relacionam o efeito das aves e morcegos no controle da herbivoria foliar em florestas, monoculturas e sistemas agroflorestais (SAFs). Contudo, este é o primeiro que analisa o efeito da proximidade de fragmentos florestais no controle da herbivoria foliar exercido por aves e morcegos insetívoros, bem como o efeito da exclusão de aves insetívoras na produção deste commodity em SAFs. Embora tenha se observado que as aves contribuem mais do que os morcegos no controle da herbivoria foliar nos SAFs de café, ambos os grupos de predadores são mais eficientes em SAFs situados próximos a fragmentos florestais do que em SAFs distantes destes, provavelmente devido à heterogeneidade ambiental dos primeiros, que proporciona mais alimentos e abrigos aos predadores. Também constatamos uma diminuição de 48% na produção de grãos nos dois SAFs em resposta ao aumento de aproximadamente 300% na taxa de herbivoria foliar quando da exclusão do acesso das aves aos pés de café. Adicionalmente, no SAF próximo ao fragmento florestal as plantas sem acesso de aves insetívoras produziram frutos com maior massa quando comparadas a plantas onde as aves forrageavam. Estes resultados indicam uma relação tritrófica entre aves insetívoras, insetos herbívoros e cafezais. Diante destas informações podemos inferir que aves insetívoras são essenciais no controle de pragas agrícolas em SAFs de café, de tal forma que arranjos produtivos que conservem a biodiversidade devem ser favorecidos. Portanto, este estudo comprova que a presença de fragmentos florestais adjacentes a SAFs de café colaboram significativamente no controle de herbivoria foliar em função da maior presença de predadores, fato que pode influenciar na produção agregando mais valor ao produto e na utilização de agrotóxicos, além de contribuir para a conservação da biodiversidade / Abstract: Several studies relate the role birds and bats in controlling leaf herbivory in forests, monocultures, and agroforestry systems (AFS). This study analyzes for the first time how the distance between forest fragments and the plantation affect this interaction. We also analyzed the effect of insectivorous birds exclusion on this ecosystem service. Although birds contributed more than bats for the control of leaf herbivory in coffee agroforestry systems, both groups are more efficient in AFS which had forest fragments nearby. This is probably due to the higher environmental heterogeneity of the latter, which provides more food and shelter from predators. Additionally, when birds were excluded from coffee plantation, grain production decreased by 48% in both AFS. This fact was accompanied by an increase of approximately 300% in leaf herbivory rate. Furthermore, plants in AFS near forest fragments in which insectivorous birds were excluded produced fruits with higher mass, compared to plants where birds foraged freely. These results indicate a tritrophic relationship between insectivorous birds, herbivores insects, and coffee plantations. Therefore, we suggest that insectivorous birds are essential in controlling agricultural pests in coffee agroforestry systems. As a result, plantations that conserve biodiversity tend to be more productive. Consequently, forest fragments near coffee plantations significantly contribute to the decrease of leaf herbivory by favoring predators. This not only influences production, adding more value to the product and reducing the use of pesticides, but also contribute to biodiversity conservation / Doutor
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Redes de interação entre morcegos frugívoros e plantas = variação geográfica e conservação de nicho / Interaction networks between frugivorous bats and plants : geographical variation and niche conservatism

Marquitti, Flávia Maria Darcie 18 August 2018 (has links)
Orientador: Paulo Roberto Guimarães Júnior / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-18T07:48:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Marquitti_FlaviaMariaDarcie_M.pdf: 1225354 bytes, checksum: 120811efd17809715c9eb6454a6b9c34 (MD5) Previous issue date: 2011 / Resumo: Os mutualismos são interações importantes do ponto de vista ecológico e evolutivo, uma vez que influenciam a sobrevivência de diversos organismos, podendo determinar a organização da comunidade. Dada a importância ecológica e evolutiva das interações mutualísticas, é importante estudar quais fatores influenciam a sua organização. Como organismos aparentados compartilham características fenotípicas similares, é comum que espécies filogeneticamente próximas interajam com um conjunto de espécies similar, levando a um padrão conhecido por conservação filogenética do nicho. Apesar de este padrão ocorrer com frequencia, condições bióticas e abióticas locais podem levar à variação geográfica nas interações. A presença ou ausência de potenciais parceiros mutualísticos também podem alterar o padrão local de interações de uma espécie. Estudando interações entre morcegos frugívoros e plantas, investiguei como os padrões de interação de espécies em dez redes mutualísticas variavam conforme a distribuição geográfica. Nesse sentido, duas hipóteses principais guiaram este trabalho: a hipótese da conservação de nicho das interações e a hipótese da variação geográfica das interações. Caracterizei o padrão de interação das espécies de morcegos nas redes por meio de diferentes métricas usadas no estudo de redes ecológicas. Analisei a conservação de nicho das interações e a variação geográfica de espécies de morcego que ocorreram em um maior número de redes. Espécies filogeneticamente próximas não tenderam a apresentar padrões de interação mais parecidos entre si. Algumas das espécies mais frequentes apresentaram características dos padrões de interação em gradiente ou mosaico ao longo de sua distribuição geográfica. Estes resultados evidenciam que algumas características do padrão de interação de morcegos frugívoros, como grau de generalismo e o grau padronizado dentro do módulo são conservadas pela filogenia. No entanto algumas espécies apresentaram o grau de generalismo e o papel em relação aos módulos da rede variando ao longo da geografia, seguindo previsões da teoria do mosaico geográfico coevolutivo / Abstract: Mutualisms are important interactions to ecology and evolution because they affect the survivorship of many organisms and may shape community organization. Therefore, it is important to study which factors affect their organization. As related organisms share similar phenotypic traits, it is common that close phylogenetic species interact with a similar set of species, resulting in a pattern known as phylogenetic niche conservatism. Although this pattern frequently occurs, biotic and abiotic local conditions may lead to geographic variation of the interactions. The presence or absence of potential mutualistic partners may also change local interactions of a species. I studied interactions between frugivorous bats and plants and I investigated how species interactions patterns varied geographically across ten mutualistic networks. Two main hypotheses guided this work: the interaction niche conservatism hypothesis and the geographical variation hypothesis. I delineated the interaction patterns of bat species in the networks through different metrics used in ecological network studies. I analyzed the niche conservatism and geographical variation of bat species which occurred frequently in the networks. Related species did not tend to have similar patterns of interaction. Within their geographical range, some species vary markedly in their patterns of interaction and this variation often occurs as mosaics or, less frequently, as gradients. These results point out that some patterns of interaction of frugivorous bats, as the specialization degree and the standardized within-module degree, are conserved by phylogeny. However, some species showed variations through geography both in the specialization degree and in their role regarding the network modules, leading to a geographic mosaic of coevolution with potential implications to ecology and coevolution / Mestrado / Ecologia / Mestre em Ecologia

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