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Hemograma e dosagens séricas de alguns eletrólitos, hormônios e proteínas cabras parda alpinas e mestiças parda alpinas x boer submetidas ao estresse pelo calor /

Rodrigues, Rodrigo Gonzales. January 2003 (has links)
Orientador : Raimundo Souza Lopes / Resumo: A capacidade de adaptação do caprino é determinada por sua habilidade em dissipar calor pela elevação da temperatura da pele e aumento da freqüência respiratória e em elevar a temperatura corporal sem inibir a atividade do animal. Os caprinos são animais homeotérmicos e, portanto, capazes de manter constante a temperatura corporal mesmo em variações amplas de temperatura, o que é necessário para a homeostase. Quando animais homeotérmicos são expostos a temperaturas ambientais acima de sua zona de conforto térmico, acontecem várias mudanças fisiológicas e bioquímicas que constituem o assim chamado estresse térmico. A maioria das mudanças endócrinas iniciam-se com relativo atraso numa série de defesas corporais ativadas em resposta a vários estressores ambientais. Mudanças no equilíbrio hormonal pela variação da temperatura ambiente são responsáveis em grande parte pela diminuição do crescimento, reprodução e produção de leite e interferem na viabilidade técnica da exploração de uma espécie em uma dada região. Este trabalho teve por finalidade avaliar as possíveis alterações provocadas pelo estresse térmico comparando cabras jovens puras da raça Parda Alpina e mestiças Parda Alpina X Boer, através da realização do hemograma completo e determinações bioquímicas séricas de T3 e T4, cortisol, proteínas séricas totais, albumina e globulinas, cálcio, fósforo e magnésio, sódio e potássio e AST.Oito caprinos divididos em dois grupos, 4 fêmeas Parda Alpinas e 4 mestiças Parda Alpinas X Boer, com cinco meses de idade, foram mantidas em câmara bioclimática a uma temperatura... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo). / Abstract: The capacity of adaptation of caprine is determined by its ability in dissipating heat by the temperature increasing of the skin and rising of the breathing frequency and in increasing the corporal temperature without inhibiting the animal's activity. The caprine are homeothermal, so, they are capable to keep a constant corporal temperature even in an wide temperature variation, what is necessary for the homeostasis. When homeothermal animals are exposed to environmental temperatures above its zone of thermal comfort, many physiological and biochemical changes happen that constitute the term thermal stress. Most of the endocrine changes begin with a relative delay in a series of corporal defenses activated in response to various environmental stress. Changes in the hormonal equilibrium by the environmental temperature are responsible in great part for decrease in growing, reproduction and milk production and interfere in the technical viability of the exploration of a specie in a certain region. This research had for purpose to evaluate the possible alterations caused by the thermal stress comparing pure young goats of the Alpine race and Alpine X Boer, through the accomplishment of the complete hemogram and serum biochemical levels of T3 and T4, cortisol, total serum proteins, albumin and globulin, calcium, phosphorus and magnesium, sodium and potassium and AST. Eight caprine divided into two groups, 4 Alpine goats and 4 Boer X Alpine goats, five months of age, were kept in a bioclimate chamber at the temperature of 35 to 40º C, during 5 hours a day during fourteen days with food and water "ad libitum". Watching the highest the average values of hematocrite and hemoglobin from the total plasmatic proteins were observed in the Alpine goats. It was attested the race effect on the serum levels of cortisol, being those smaller in the Boer X Alpine goats. Finally it was... (Complete abstract, click electronic address below). / Mestre
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Hemograma e dosagens séricas de alguns eletrólitos, hormônios e proteínas cabras parda alpinas e mestiças parda alpinas x boer submetidas ao estresse pelo calor

Rodrigues, Rodrigo Gonzales [UNESP] January 2003 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:24:00Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2003Bitstream added on 2014-06-13T18:51:24Z : No. of bitstreams: 1 rodrigues_rg_me_botfmvz.pdf: 469686 bytes, checksum: 534892dca9ab9c8684bb2fd40082efc6 (MD5) / A capacidade de adaptação do caprino é determinada por sua habilidade em dissipar calor pela elevação da temperatura da pele e aumento da freqüência respiratória e em elevar a temperatura corporal sem inibir a atividade do animal. Os caprinos são animais homeotérmicos e, portanto, capazes de manter constante a temperatura corporal mesmo em variações amplas de temperatura, o que é necessário para a homeostase. Quando animais homeotérmicos são expostos a temperaturas ambientais acima de sua zona de conforto térmico, acontecem várias mudanças fisiológicas e bioquímicas que constituem o assim chamado estresse térmico. A maioria das mudanças endócrinas iniciam-se com relativo atraso numa série de defesas corporais ativadas em resposta a vários estressores ambientais. Mudanças no equilíbrio hormonal pela variação da temperatura ambiente são responsáveis em grande parte pela diminuição do crescimento, reprodução e produção de leite e interferem na viabilidade técnica da exploração de uma espécie em uma dada região. Este trabalho teve por finalidade avaliar as possíveis alterações provocadas pelo estresse térmico comparando cabras jovens puras da raça Parda Alpina e mestiças Parda Alpina X Boer, através da realização do hemograma completo e determinações bioquímicas séricas de T3 e T4, cortisol, proteínas séricas totais, albumina e globulinas, cálcio, fósforo e magnésio, sódio e potássio e AST.Oito caprinos divididos em dois grupos, 4 fêmeas Parda Alpinas e 4 mestiças Parda Alpinas X Boer, com cinco meses de idade, foram mantidas em câmara bioclimática a uma temperatura... . / The capacity of adaptation of caprine is determined by its ability in dissipating heat by the temperature increasing of the skin and rising of the breathing frequency and in increasing the corporal temperature without inhibiting the animal’s activity. The caprine are homeothermal, so, they are capable to keep a constant corporal temperature even in an wide temperature variation, what is necessary for the homeostasis. When homeothermal animals are exposed to environmental temperatures above its zone of thermal comfort, many physiological and biochemical changes happen that constitute the term thermal stress. Most of the endocrine changes begin with a relative delay in a series of corporal defenses activated in response to various environmental stress. Changes in the hormonal equilibrium by the environmental temperature are responsible in great part for decrease in growing, reproduction and milk production and interfere in the technical viability of the exploration of a specie in a certain region. This research had for purpose to evaluate the possible alterations caused by the thermal stress comparing pure young goats of the Alpine race and Alpine X Boer, through the accomplishment of the complete hemogram and serum biochemical levels of T3 and T4, cortisol, total serum proteins, albumin and globulin, calcium, phosphorus and magnesium, sodium and potassium and AST. Eight caprine divided into two groups, 4 Alpine goats and 4 Boer X Alpine goats, five months of age, were kept in a bioclimate chamber at the temperature of 35 to 40º C, during 5 hours a day during fourteen days with food and water “ad libitum”. Watching the highest the average values of hematocrite and hemoglobin from the total plasmatic proteins were observed in the Alpine goats. It was attested the race effect on the serum levels of cortisol, being those smaller in the Boer X Alpine goats. Finally it was... (Complete abstract, click electronic address below).
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Avaliação do perfil antiinflamatório e analgésico, e dos efeitos colaterais da administração oral de meloxicam em equinos: avaliação física, laboratorial e gastroscópica /

Veronezi, Regina de Cássia. January 2007 (has links)
Orientador: Armen Thomassian / Banca: Carla Alberto Amani / Banca: Regina Kiomi Takahira / Banca: Luis Claudio Lopes Correia da Silva / Banca: Guilhermo G. Laguna Legorreta / Resumo: Os antiinflamatórios não esteroidais (AINEs) são rotineiramente usados na medicina eqüina como analgésicos e antiinflamatórios, sendo potentes controladores da dor. Entretanto, estes fármacos provocam alguns efeitos indesejáveis, como por exemplo, lesões renais e gastrointestinais. Os efeitos adversos dos AINEs ocorrem com a inibição da COX-1, enquanto os efeitos benéficos são observados com a inibição da enzima COX-2. Com o surgimento dos AINEs seletivos para COX-2, os efeitos adversos são controlados ou abolidos. Contudo, existem poucos relatos sobre a ação destes fármacos na espécie eqüina. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia antiinflamatória e analgésica, e os possíveis efeitos colaterais do antiinflamatório não esteroidal meloxicam em eqüinos sadios e portadores de enfermidades ortopédicas e/ou de tecidos moles, através de avaliação física, laboratorial e gastroscópica. Foram utilizados 28 eqüinos adultos, de diferentes raças, machos ou fêmeas e com peso corpóreo variando entre 300 e 600 kg, divididos em três grupos. Grupo 1: 5 eqüinos sadios, submetidos a administração de placebo, uma vez ao dia por 14 dias; grupo 2: 5 eqüinos sadios submetidos à administração de meloxicam, na dose de 0,6mg/kg, uma vez ao dia por 14 dias, e grupo 3: 18 eqüinos portadores de enfermidades ortopédicas e/ou de tecidos moles tratados com meloxicam na dose de 0,6mg/kg, uma vez ao dia por 14 dias. Todos os animais foram submetidos a exame clínico completo, incluindo anamnese e 24 exame físico, exames laboratoriais (hemograma, bioquímico e agregação plaquetária), tempo de sangramento e gastroscopia. O exame físico foi realizado diariamente e os exames laboratoriais e gastroscópicos foram realizados em três momentos, sendo M0: início do estudo; M1: 7o dia do estudo e M2: 14o dia do estudo. / Abstract: Nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs) are routinely used in equine medicine, due to their analgesic and anti-inflammatory effects, having potent pain control properties. However, these drugs evoke some adverse effects, like renal and gastrointestinal damage. NSAIDs's adverse effects occur because of COX-1 inhibition, while beneficial effects are observed after COX-2 inhibition. After the development of selective to COX-2 NSAIDs, the adverse effects became controlled or abolished. Nevertheless, there are few studies about the action of these drugs on equines. The purpose of this study was to evaluate the anti-inflammatory and analgesic efficacy and the possible adverse effects of a NSAID meloxican on healthy horses, and also on those suffering from orthopedics or soft tissue diseases, by physical, laboratorial and gastroscopic evaluation. Twenty-eigtht adult horses were used, from different breeds, males or females, with body weight ranging from 300 to 600 kilograms, divided into three groups. Group 1: 5 healthy horses, submitted to placebo's administration, once a day for 14 days; group 2: 5 healthy horses, submitted to meloxicam administration, at a dose of 0,6 mg/kg, once a day for 14 days, and group 3: eigthteen horses suffering of orthopedics or soft tissue diseases, treated with meloxicam at a dose of 0,6 mg/kg, once a day for 14 days. Every animal had a complete clinical exam, includind historical and physical evaluation, and laboratorial exams (hemogram, serum biochemistry, platelets aggregation), bleeding time and gastroscopy. The physical exam was daily performed, while laboratorial and 26 gastroscopic exams were performed at three moments: M0 - at the beginning of the study; M1 - 7th day of the study and M2 - 14th day of the study. The statistical analysis to the laboratorial exams was Tukey test, in 5% of significance (P<0,05). There was no statistical difference for laboratorial exams. / Mestre
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Avaliação do perfil antiinflamatório e analgésico, e dos efeitos colaterais da administração oral de meloxicam em equinos: avaliação física, laboratorial e gastroscópica

Veronezi, Regina de Cássia [UNESP] 01 August 2007 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:23:44Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2007-08-01Bitstream added on 2014-06-13T20:11:30Z : No. of bitstreams: 1 veronezi_rc_dr_botfmvz.pdf: 630912 bytes, checksum: 2f77334d90dd41172f3c50102c8e64d9 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Os antiinflamatórios não esteroidais (AINEs) são rotineiramente usados na medicina eqüina como analgésicos e antiinflamatórios, sendo potentes controladores da dor. Entretanto, estes fármacos provocam alguns efeitos indesejáveis, como por exemplo, lesões renais e gastrointestinais. Os efeitos adversos dos AINEs ocorrem com a inibição da COX-1, enquanto os efeitos benéficos são observados com a inibição da enzima COX-2. Com o surgimento dos AINEs seletivos para COX-2, os efeitos adversos são controlados ou abolidos. Contudo, existem poucos relatos sobre a ação destes fármacos na espécie eqüina. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia antiinflamatória e analgésica, e os possíveis efeitos colaterais do antiinflamatório não esteroidal meloxicam em eqüinos sadios e portadores de enfermidades ortopédicas e/ou de tecidos moles, através de avaliação física, laboratorial e gastroscópica. Foram utilizados 28 eqüinos adultos, de diferentes raças, machos ou fêmeas e com peso corpóreo variando entre 300 e 600 kg, divididos em três grupos. Grupo 1: 5 eqüinos sadios, submetidos a administração de placebo, uma vez ao dia por 14 dias; grupo 2: 5 eqüinos sadios submetidos à administração de meloxicam, na dose de 0,6mg/kg, uma vez ao dia por 14 dias, e grupo 3: 18 eqüinos portadores de enfermidades ortopédicas e/ou de tecidos moles tratados com meloxicam na dose de 0,6mg/kg, uma vez ao dia por 14 dias. Todos os animais foram submetidos a exame clínico completo, incluindo anamnese e 24 exame físico, exames laboratoriais (hemograma, bioquímico e agregação plaquetária), tempo de sangramento e gastroscopia. O exame físico foi realizado diariamente e os exames laboratoriais e gastroscópicos foram realizados em três momentos, sendo M0: início do estudo; M1: 7o dia do estudo e M2: 14o dia do estudo. / Nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs) are routinely used in equine medicine, due to their analgesic and anti-inflammatory effects, having potent pain control properties. However, these drugs evoke some adverse effects, like renal and gastrointestinal damage. NSAIDs’s adverse effects occur because of COX-1 inhibition, while beneficial effects are observed after COX-2 inhibition. After the development of selective to COX-2 NSAIDs, the adverse effects became controlled or abolished. Nevertheless, there are few studies about the action of these drugs on equines. The purpose of this study was to evaluate the anti-inflammatory and analgesic efficacy and the possible adverse effects of a NSAID meloxican on healthy horses, and also on those suffering from orthopedics or soft tissue diseases, by physical, laboratorial and gastroscopic evaluation. Twenty-eigtht adult horses were used, from different breeds, males or females, with body weight ranging from 300 to 600 kilograms, divided into three groups. Group 1: 5 healthy horses, submitted to placebo’s administration, once a day for 14 days; group 2: 5 healthy horses, submitted to meloxicam administration, at a dose of 0,6 mg/kg, once a day for 14 days, and group 3: eigthteen horses suffering of orthopedics or soft tissue diseases, treated with meloxicam at a dose of 0,6 mg/kg, once a day for 14 days. Every animal had a complete clinical exam, includind historical and physical evaluation, and laboratorial exams (hemogram, serum biochemistry, platelets aggregation), bleeding time and gastroscopy. The physical exam was daily performed, while laboratorial and 26 gastroscopic exams were performed at three moments: M0 – at the beginning of the study; M1 – 7th day of the study and M2 – 14th day of the study. The statistical analysis to the laboratorial exams was Tukey test, in 5% of significance (P<0,05). There was no statistical difference for laboratorial exams.
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Perfis hematológico, hepático, lipídico e lipoprotéico de cães (Canis familiaris) com doença hepática

Kitamura, Eunice Akemi [UNESP] 14 October 2008 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:31:24Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2008-10-14Bitstream added on 2014-06-13T20:01:50Z : No. of bitstreams: 1 kitamura_ea_dr_botfmvz.pdf: 1163240 bytes, checksum: 063c9a70fba787cbee7cf61f87e5e0f9 (MD5) / Universidade Estadual Paulista (UNESP) / A doença hepática é frequentemente incluída como diagnóstico diferencial dos casos atendidos na clínica médica de pequenos animais. Os cães com suspeita de doença hepática podem apresentar sinais clínicos específicos e/ou inespecíficos e possuir característica de doença aguda ou crônica. Os exames laboratoriais auxiliam na identificação de lesão dos hepatócitos, colestase ou perda da função hepática, o perfil hepático pode ser avaliado por meio de diversos testes, inclusive avaliando o metabolismo de lipídeos e lipoproteínas, pois uma das funções do fígado é o metabolismo de lipídeos. O presente trabalho teve por objetivo avaliar os perfis hematológico, hepático, lipídico e lipoprotéico de cães com doença hepática e também comparar diferentes técnicas de análise. Foram utilizados 34 cães, adultos, machos e fêmeas, divididos em dois grupos, sendo: Grupo I (controle) e Grupo II (hepatopatia), e submetidos a jejum alimentar superior a 12 horas para a realização dos exames do perfil lipídico e lipoprotéico. Na avaliação hematológica do Grupo II (hepatopatia) observou-se anemia e discreta trombocitopenia e neutrofilia; o perfil hepático demonstrou presença de lesão ativa em hepatócitos, associado a colestase e ausência de insuficiência hepática; o perfil lipídico revelou colesterol sérico normal e aumento do valor de triglicerídeos e no perfil lipoprotéico observou-se diminuição de HDL e aumento de Lp(a), VLDL e LDL. A avaliação do perfil lipoprotéico é mais sensível, que o perfil lipídico na detecção de alterações no metabolismo de lipídeos e também é mais precoce que a albumina na detecção da disfunção hepática em cães. Para a química seca com sangue total fresco, existe a necessidade de valores de referência específicos, e não possui a sensibilidade adequada na mensuração do nível sérico... / Liver disease is frequently included as a differential diagnosis of clinical cases attended at small animals clinics. Dogs presenting a suspected case of liver disease can show specific and/or unspecific clinical signs and reveal characteristics of acute or chronic disease. The laboratory profile is useful in the identification of hepatocelular lesions, colestasis or loss of the hepatic function; the hepatic profile can be composed by several tests, including the evaluation of the metabolism of lipids and lipoproteins, since one of the liver functions is the metabolism of lipids. The objective of the present work was to evaluate the lipids and lipoproteins profile of dogs with liver disease and also to compare different techniques of analysis. Thirty-four adult dogs, males and females were divided in two groups: Group I (control) and Group II (liver disease), and were submitted to a 12 hours fasting period previously to the lipid and lipoprotein profiles. In the Group II (liver disease) hematological evaluation revealed anemia, mild thrombocytopenia and neutrophilia; the hepatic profile demonstrated lesion in hepatocytes, associated with colestasis and absence of hepatic insufficiency; the profile lipid revealed cholesterol normal and increase of the triglycerides value and in the profile lipoprotein, it was observed decrease of HDL and increase of Lp(a), VLDL and LDL. The evaluation of the lipoprotein profile is more sensitive, that the lipid profile in the detection of alterations in the lipids metabolism and it is also more precocious than the albumin in the detection of the hepatic dysfunction in dogs. For the chemistry dry with fresh total blood, the need of specific reference values exists, and it doesn't possess the appropriate sensibility in the measurable of the level serum triglycerides. The lipoproteins electrophoresis in agarose gel is more sensitive than the serum biochemistry.
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Perfil hematológico, hemostático e terapêutico da intoxicação experimental

Kitamura, Eunice Akemi [UNESP] January 2005 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:24:00Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2005Bitstream added on 2014-06-13T20:51:08Z : No. of bitstreams: 1 kitamura_ea_me_botfmvz.pdf: 643374 bytes, checksum: acf4c3d1531bf42eaabaf871100eca42 (MD5) / Na clínica de pequenos animais, rotineiramente, observam-se casos de intoxicações de cães por rodenticidas anticoagulantes. Isto é conseqüência da grande utilização deste pesticida, que é de fácil aquisição para o uso doméstico no controle de roedores. Estes animais comumente apresentam distúrbios de hemostasia secundária com quadro hemorrágico. O presente trabalho teve por objetivo avaliar as alterações hematológicas, hemostáticas e a resposta terapêutica de cães intoxicados experimentalmente por varfarina. Foram utilizados 28 cães, adultos, machos e fêmeas, que foram divididos em 2 grupos de 14 animais, sendo: Grupo I (varfarina + vitamina K1) e Grupo II (varfarina + vitamina K1 e plasma fresco congelado). Os cães foram intoxicados com a varfarina sódica (30mg/kg) por via oral e foram tratados com vitamina K1 (1mg/kg) por via subcutânea e a transfusão do plasma fresco congelado (PFC) na dose de 10mL/kg por via intravenosa. Os exames laboratoriais como hemograma, plaquetas, fibrinogênio, tempo de sangramento em mucosa oral (TSMO), tempo de coagulação (TC), tempo de protrombina (TP), tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPA) e tempo de trombina (TT) foram realizados em sete momentos: M0 (controle), M1 (48 horas), M2 (72 horas), M3 (78 horas), M4 (96 horas), M5 (120 horas) e M6 (168 horas) após a intoxicação. O tratamento com a vitamina K1 foi iniciado após o M2, continuando a cada 24 horas até o último momento, e a transfusão de PFC foi realizada somente uma vez imediatamente após o M2. Os resultados laboratoriais demonstraram que o TP é o mais sensível para o monitoramento da intoxicação por varfarina. TTPA e o TC também se apresentam prolongados pelo efeito anticoagulante do veneno, sendo que estes três testes devem ser utilizados conjuntamente no diagnóstico diferencial da intoxicação por varfarina. O tratamento com o PFC associado... / Anticoagulant rodenticide intoxication is very common in the small animal practice. This is due to the high prevalence of its use as a domestic pesticide and its purchase availability. These animals usually present secondary hemostatic defects, with a hemorrhage. The aim of this work was to evaluate the hematological and hemostatic changes and the therapeutic response of dogs experimentally intoxicated by warfarin. Twenty eight adult dogs, males and females, were divided in two groups of 14 dogs: Group I (warfarin + vitamin K1) and Group II (warfarin + vitamin K1 and fresh frozen plasma). Dogs were intoxicated with sodium warfarin (30mg/kg) by the oral route and treated with vitamin K1 (1mg/kg) by the subcutaneous route. Fresh frozen plasma (FFP) was administrated intravenously (10mL/kg). The CBC, platelet count, fibrinogen, bucal mucosa bleeding time (BMBT), clotting time (CT), prothrombin time (PT), activated partial prothrombin time (APPT) and thrombin time (TT) were evaluated at seven moments: M0 (control), M1 (48h), M2 (72h), M3 (78h), M4 (96h), M5 (120h) and M6 (168h) pos-intoxication. Vitamina K1 administration was initiated immediately after M2 and repeated each 24 hours until the end of the experiment and the fresh frozen plasma was given only after M2. The results demonstrated that PT is the most sensible test for the follow up of warfarin toxicosis. APPT and CT also had been presented prolonged by the anticoagulation effect of the venom; therefore these three tests should be used together in the differential diagnosis of warfarin intoxication. Treatment with FFP associated to vitamin K1 promoted a considerable shortening on the time of coagulation tests, earlier than the treatment with the vitamin K1 alone.
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Intoxicação experimental por Dodonea viscosa (Sapindaceae) em bovinos

Cattani, Cristhiane Stecanella de Oliveira January 2003 (has links)
Para verificar a toxidez e o quadro clínico e patológico da intoxicação por Dodonea viscosa em bovinos, a planta foi administrada para cinco bovinos onde quatro receberam folhas verdes e um recebeu folhas secas. Quatro dos bovinos que receberam as folhas verdes e seca apresentaram sinais clínicos e morreram. Um bovino não adoeceu e nem morreu. A planta mostrou-se tóxica a partir de 25g/kg de peso vivo. As folhas secas fornecidas na dose de 30g/kg mantiveram a toxidez. O menor período de evolução clínica nos que morreram foi de 3 horas e o maior foi de 19 horas.A evolução clínica foi cerca de 8,5h até a morte. O início dos sinais clínicos variou de 13 horas e 30 minutos a 45 horas. Os animais manifestaram apatia, anorexia, leve tenesmo, dificuldade para se manter em estação apoiando-se contra obstáculos, tremores musculares, decúbito esternal, movimentos de pedalagem, coma e morte. A alteração macroscópica mais significativa foi observada no fígado, que apresentava padrão lobular acentuado caracterizada por alternação de áreas vermelho-escuras,com o centro mais deprimido, intercaladas com áreas amarelo-claras conferindo ao órgão o aspecto de noz–moscada. Hemorragias petequiais foram encontradas em serosas de órgãos da cavidade abdominal e torácica e no intestino. A principal alteração microscópica foi observada no fígado que apresentou necrose coagulativa centrolobular ou massiva, associada à congestão e hemorragia.
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Intoxicação experimental por Dodonea viscosa (Sapindaceae) em bovinos

Cattani, Cristhiane Stecanella de Oliveira January 2003 (has links)
Para verificar a toxidez e o quadro clínico e patológico da intoxicação por Dodonea viscosa em bovinos, a planta foi administrada para cinco bovinos onde quatro receberam folhas verdes e um recebeu folhas secas. Quatro dos bovinos que receberam as folhas verdes e seca apresentaram sinais clínicos e morreram. Um bovino não adoeceu e nem morreu. A planta mostrou-se tóxica a partir de 25g/kg de peso vivo. As folhas secas fornecidas na dose de 30g/kg mantiveram a toxidez. O menor período de evolução clínica nos que morreram foi de 3 horas e o maior foi de 19 horas.A evolução clínica foi cerca de 8,5h até a morte. O início dos sinais clínicos variou de 13 horas e 30 minutos a 45 horas. Os animais manifestaram apatia, anorexia, leve tenesmo, dificuldade para se manter em estação apoiando-se contra obstáculos, tremores musculares, decúbito esternal, movimentos de pedalagem, coma e morte. A alteração macroscópica mais significativa foi observada no fígado, que apresentava padrão lobular acentuado caracterizada por alternação de áreas vermelho-escuras,com o centro mais deprimido, intercaladas com áreas amarelo-claras conferindo ao órgão o aspecto de noz–moscada. Hemorragias petequiais foram encontradas em serosas de órgãos da cavidade abdominal e torácica e no intestino. A principal alteração microscópica foi observada no fígado que apresentou necrose coagulativa centrolobular ou massiva, associada à congestão e hemorragia.
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Intoxicação experimental por Dodonea viscosa (Sapindaceae) em bovinos

Cattani, Cristhiane Stecanella de Oliveira January 2003 (has links)
Para verificar a toxidez e o quadro clínico e patológico da intoxicação por Dodonea viscosa em bovinos, a planta foi administrada para cinco bovinos onde quatro receberam folhas verdes e um recebeu folhas secas. Quatro dos bovinos que receberam as folhas verdes e seca apresentaram sinais clínicos e morreram. Um bovino não adoeceu e nem morreu. A planta mostrou-se tóxica a partir de 25g/kg de peso vivo. As folhas secas fornecidas na dose de 30g/kg mantiveram a toxidez. O menor período de evolução clínica nos que morreram foi de 3 horas e o maior foi de 19 horas.A evolução clínica foi cerca de 8,5h até a morte. O início dos sinais clínicos variou de 13 horas e 30 minutos a 45 horas. Os animais manifestaram apatia, anorexia, leve tenesmo, dificuldade para se manter em estação apoiando-se contra obstáculos, tremores musculares, decúbito esternal, movimentos de pedalagem, coma e morte. A alteração macroscópica mais significativa foi observada no fígado, que apresentava padrão lobular acentuado caracterizada por alternação de áreas vermelho-escuras,com o centro mais deprimido, intercaladas com áreas amarelo-claras conferindo ao órgão o aspecto de noz–moscada. Hemorragias petequiais foram encontradas em serosas de órgãos da cavidade abdominal e torácica e no intestino. A principal alteração microscópica foi observada no fígado que apresentou necrose coagulativa centrolobular ou massiva, associada à congestão e hemorragia.
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Eletroforetograma de proteínas séricas na avaliação da imunidade de leitões na fase de maternidade

Onida, Paula Tussini [UNESP] 30 April 2013 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-08-13T14:50:44Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2013-04-30Bitstream added on 2014-08-13T18:00:49Z : No. of bitstreams: 1 000753316_20150528.pdf: 135217 bytes, checksum: d5accb7c87a51fed57e247032aad1a19 (MD5) Bitstreams deleted on 2015-05-28T14:24:56Z: 000753316_20150528.pdf,. Added 1 bitstream(s) on 2015-05-28T14:26:05Z : No. of bitstreams: 1 000753316.pdf: 545934 bytes, checksum: 5a7b9aa71501eaee22ef80bbb61aa5fe (MD5) / Neste estudo foi avaliado o proteinograma sérico de leitões neonatos pela eletroforese em gel de poliacrilamida contendo dodecil sulfato de sódio (SDS-PAGE) em amostras de soro obtidas ao nascimento, antes da ingestão do colostro, e 48 horas após o nascimento. Foi também avaliada a eficácia da imunização passiva, após a ingestão do colostro, pela determinação da atividade sérica da enzima gama glutamiltransferase (GGT) no soro desses animais. Amostras de 1,0mL de sangue foram coletadas por venopunção da jugular de 40 leitões, nestes dois momentos. Houve aumento significativo (p<0,05) para as concentrações das proteínas séricas totais após a ingestão do colostro devido o aumento significativo (p<0,05) das concentrações séricas de IgG de cadeia pesada e leve nos leitões após a ingestão do colostro. As concentrações séricas da enzima GGT apresentaram diminuição significativa (p<0,05) após a ingestão do colostro. Foi observada a presença da fração ceruloplasmina no traçado eletroforétrico, antes e após a ingestão do colostro. Além disso, uma proteína de 23kDa, não-identificada nominalmente, foi observada no traçado eletroforético dos leitões e apresentou aumento significativo (p<0,05) após a ingestão do colostro

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