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Participação do fator de liberação de corticotrofina (CRF) no Locus coeruleus na resposta respiratória à hipercapnia

Miranda, Jolene Matos Incheglu de 04 September 2015 (has links)
Submitted by Bruna Rodrigues (bruna92rodrigues@yahoo.com.br) on 2016-09-23T12:35:49Z No. of bitstreams: 1 DissJMIM.pdf: 1160970 bytes, checksum: 5d770f3bd6013be1ec19d00de0a6da90 (MD5) / Approved for entry into archive by Marina Freitas (marinapf@ufscar.br) on 2016-10-04T17:59:57Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DissJMIM.pdf: 1160970 bytes, checksum: 5d770f3bd6013be1ec19d00de0a6da90 (MD5) / Approved for entry into archive by Marina Freitas (marinapf@ufscar.br) on 2016-10-04T18:00:03Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DissJMIM.pdf: 1160970 bytes, checksum: 5d770f3bd6013be1ec19d00de0a6da90 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-10-04T18:00:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DissJMIM.pdf: 1160970 bytes, checksum: 5d770f3bd6013be1ec19d00de0a6da90 (MD5) Previous issue date: 2015-09-04 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Locus coeruleus (LC) is a pontine noradrenergic group that acts as a central chemoreceptor to CO2/pH and it is involved in the cognitive aspects of stress response and it is associated with a large number of physiological and behavioral processes, including sleepwake cycle, feeding, cardiovascular and respiratory control, nociception, thermoregulation and learning. The LC has also been implicated in the cognitive aspects of stress responses, in part through the action of corticotropin releasing factor (CRF), which when released in these situations increases the firing frequency of LC noradrenergic neurons. CRF is the largest stimulator of the pituitary secretion of ACTH (adrenocorticotropic hormone) and their receptors (types 1 and 2) are widely distributed in the central nervous system, including the LC. Thus, we tested the involvement of CRF1 receptors (CRF1) located in the LC in the ventilatory and thermal responses induced by hypercapnia (7%CO2) in rats. To this end, we injected antalarmin (a CRF1 antagonist, 0.05 and 0,1 μg/0.1 μL) into the LC of male Wistar rats. Pulmonary ventilation (VE) and body temperature (Tb, dataloggers) were measured in air and followed by 7% CO2 in unanesthetized rats. There were no differences in body temperature between groups under normocapnia and hypercapnia. We observed an increased ventilation in normocapnia, at 5 to 15 minutes after microinjection of antalarmin (dose 0.1 μg / 0.1 μL) compared to the control, due to an increase in tidal volume. The hypercapnic response in antalarmine treated animals was higher compared to control groups. The dose of 0.05 μg / 0.1 μL caused an increase in ventilation 15 min after CO2 exposure and this response increased further with the dose of 0.1 μg / 0.1 μL at 30 minutes after hypercapnia, due to an increased tidal volume. Our results suggest that CRF1 receptors in the LC exert a tonic inhibitory role in the ventilation and the inhibitory modulation of the respiratory response to CO2. / O locus coeruleus (LC) é um grupamento noradrenérgico pontino que atua como um quimiorreceptor central a CO2/pH e está associado a um grande número de processos fisiológicos e comportamentais, entre eles, ciclo sono-vigília, alimentação, controle respiratório e cardiovascular, nocicepção, termorregulação e aprendizado. O LC tem sido também implicado nos aspectos cognitivos na resposta ao stress, em parte por meio da ação do fator liberador de corticotrofina (CRF) que, ao ser liberado nessas situações, aumenta a frequência de disparo dos neurônios noradrenérgicos do LC. O CRF é o maior estimulador da secreção hipofisária de ACTH (hormônio adrenocorticotrófico), sendo que seus receptores (tipos 1 e 2) estão difusamente distribuídos no sistema nervoso central (SNC), incluindo o LC. Neste contexto, nós testamos o envolvimento dos receptores CRF1 no LC na resposta respiratória ao CO2 em ratos adultos não anestesiados, por meio da microinjeção de antalarmina (antagonista de CRF1) no LC (0,05 e 0,1 μg / 0,1 μL). A ventilação pulmonar (VE) e a temperatura corporal (Tc, dataloggers) foram medidas no ar e seguido de 7% CO2 em ratos não anestesiados. Não houve alteração na Tc entre os grupos em normocapnia e hipercapnia. Observamos aumento da ventilação em normocapnia, nos tempos de 5 a 15 minutos após a microinjeção de antalarmina (dose 0,1 μg / 0,1 μL) em comparação ao controle, devido a um aumento do volume corrente. A resposta hipercápnica de animais tratados com o antagonista de CRF1 foi maior em ambas as doses administradas, a dose de 0,05 μg / 0,1 μL provocou um aumento da ventilação em 15 min após a exposição CO2, e essa resposta aumentou ainda mais na dose de 0,1 μg / 0,1 μL em 30 minutos após a exposição CO2 em comparação com animais tratados com veículos, devido a um aumento do volume corrente. Nossos resultados sugerem que os receptores CRF1 no LC exercem um papel inibitório tônico na ventilação e a modulação inibitória na resposta respiratória ao CO2.
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Participação dos neurônios noradrenérgicos da região A5 no controle cardiorrespiratório durante a hipercapnia e hipóxia em ratos

Taxini, Camila Linhares 04 June 2012 (has links)
Submitted by Livia Mello (liviacmello@yahoo.com.br) on 2016-10-10T12:33:58Z No. of bitstreams: 1 DissCLT.pdf: 2731687 bytes, checksum: cf87ca5f5acf4b4eae6316a5a028b147 (MD5) / Approved for entry into archive by Marina Freitas (marinapf@ufscar.br) on 2016-10-20T19:58:37Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DissCLT.pdf: 2731687 bytes, checksum: cf87ca5f5acf4b4eae6316a5a028b147 (MD5) / Approved for entry into archive by Marina Freitas (marinapf@ufscar.br) on 2016-10-20T19:58:44Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DissCLT.pdf: 2731687 bytes, checksum: cf87ca5f5acf4b4eae6316a5a028b147 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-10-20T19:58:50Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DissCLT.pdf: 2731687 bytes, checksum: cf87ca5f5acf4b4eae6316a5a028b147 (MD5) Previous issue date: 2012-06-04 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / The noradrenergic A5 group is an important group of neurons located in the ventrolateral pons and receives projections from several medullar areas related to cardiorespiratory regulation. The A5 region contributes to the maturation of the respiratory system before birth and in adult rats these neurons are connected with the neural network responsible for respiratory rhythmogenesis. The A5 neurons have an important involvement in autonomic control, these neurons send and receive projections from various regions involved in cardiovascular control, and send projections directly to the intermidial column lateral. Thus, we tested the hypothesis that noradrenergic neurons of A5 region participate in cardiorespiratory responses produced by hypercapnia or hypoxia in anesthetized and ananesthetized rats. In ananesthetized animals without and sino-aortic denervation, the lesion of the noradrenergic neurons in the A5 region with anti-dopamine β-hydroxylase-saporin (anti-DβH-SAP, 4.2 ng) promoted a decrease of tidal volume response to acute hypercapnia (7% CO2, 30 minutes) and acute hypoxia (7% O2, 30 minutes), but did not alter the cardiovascular response. In anesthetized animals during the acute hypercapnia (5% to 10% CO2, 5 minutes), the bilateral microinjection of muscimol (GABA-A agonist; 2 mM) and the chemical injury with anti-DβH-SAP on the A5 region reduced the increase of mean arterial pressure (MAP), splanchnic sympathetic activity (sSNA), frequency and amplitude of phrenic nerve produced by hypercapnia. During acute hypoxia (8-10% O2, 30 seconds) the bilateral microinjection of muscimol in the A5 region attenuated the increase in MAP and sSNA promoted by hypoxia without affecting the activity of the phrenic nerve, but the chemical injury of A5 region not altered responses promoted by hypoxia. The results of this study show that the participation of the A5 region in cardiorespiratory response depends on the animal's condition, anesthetized or not, as well as CO2 and O2 levels. In animals ananesthetized, the noradrenergic neurons of A5 region exert an excitatory modulation in control of tidal volume in response to hypercapnia and hypoxia. While in anesthetized animals, this region stimulates the cardiorespiratory response to hypercapnia, increasing the amplitude and frequency of the phrenic nerve, and sympathetic activity. / O grupamento noradrenérgico A5 representa um importante conjunto de neurônios localizado na ponte ventrolateral e recebe projeções de várias áreas do bulbo relacionadas com a regulação cardiorrespiratória. A região A5 contribui para a maturação do sistema respiratório antes do nascimento e em ratos adultos esses neurônios estão conectados com a rede neural responsável pela ritmogênese respiratória. Os neurônios da região A5 apresentam um importante envolvimento no controle autonômico, pois envia e recebe projeções de várias regiões envolvidas no controle cardiovascular, além de enviar projeções diretamente para a coluna intermédio lateral. Assim, testamos a hipótese de que os neurônios noradrenérgicos da região A5 participam das respostas cardiorrespiratórias produzidas pela hipercapnia ou hipóxia, em ratos anestesiados e não anestesiados. Em animais não anestesiados, sem e com desnervação sino-aórtica, a lesão dos neurônios noradrenérgicos da região A5 com anti- dopamina β-hidroxilase-saporina (anti-DβH-SAP; 4,2 ng) promoveu uma redução do volume corrente da resposta ventilatória à hipercapnia (7% CO2, 30 minutos) e hipóxia aguda (7% O2, 30 minutos), mas não alterou a resposta cardiovascular. Em animais anestesiados, durante a hipercapnia aguda (5% a 10% CO2, 5 minutos), a microinjeção bilateral de muscimol (agonista GABA-A; 2 mM) e a lesão química com anti-DβH-SAP na região A5 reduziram o aumento da pressão arterial média (PAM), atividade simpática esplâncnica (sSNA), frequência e amplitude do nervo frênico produzidas por hipercapnia. Durante a hipóxia aguda (8-10% O2, 30 segundos) a microinjeção bilateral de muscimol na região A5 atenuou o aumento da PAM e da sSNA promovido pela hipóxia, sem afetar a atividade do nervo frênico, porém a lesão química da região A5 não alterou as respostas promovidas pela hipóxia. Os resultados do presente trabalho demonstram que a participação da região A5 na resposta cardiorrespiratória depende do estado do animal, anestesiado ou não, bem como os níveis de CO2 e O2. Em animais não anestesiados, os neurônios noradrenérgicos da região A5 exercem uma modulação excitatória no controle do volume corrente em resposta à hipercapnia e hipóxia. Enquanto em animais anestesiados, essa região estimula a resposta cardiorrespiratória à hipercapnia, aumentando a amplitude e frequência do nervo frênico, e atividade simpática.
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O uso do olfato nos opiliões Neosadocus maximus e Mischonyx cuspidatus (Arachnida: Opiliones: Laniatores) / The use of olfaction in the harvestmen Neosodocus maximus e Mischonyx cuspidatus (Arachnida: Opiliones: Laniatores)

Jéssica Morais Dias 11 December 2017 (has links)
O comportamento gregário é comum em algumas espécies de Opiliones. No período noturno indivíduos gregários saem do abrigo para forragear e ao amanhecer retornam ao ambiente de repouso. Químicos de coespecíficos têm sido discutidos como mediadores do retorno ao abrigo nos indivíduos da subordem Eupnoi, mas até o momento nada se sabe sobre as pistas que os indivíduos da subordem Laniatores utilizam para retornar ao abrigo. Recentemente, uma grande diversidade de receptores olfativos foi descrita nessa subordem e o uso do olfato à curta distância (< 2 cm) já foi documentado em agregados. Testamos as hipóteses do uso do olfato à longa distância (50 cm) na atração por (1) químicos voláteis emitidos diretamente de coespecíficos e (2) químicos voláteis próprios e de coespecíficos deixados previamente nos abrigos. Utilizamos um olfatômetro em formato de Y. Usamos como estímulos fêmeas e machos coespecíficos para (1) e abrigos dos sujeitos experimentais, de coespecífico do mesmo sexo e controle para (2). Para (1) machos de M. cuspidatus escolheram significativamente o lado do olfatômetro com machos coespecíficos. Fêmeas de M. cuspidatus não mostraram preferência por nenhum dos estímulos. Para (2) machos e fêmeas de M. cuspidatus não escolheram significativamente nenhum estímulo do olfatômetro. Esses resultados nos mostram que talvez machos de M. cuspidatus tenham maior sensibilidade olfativa comparada ao das fêmeas coespecíficas. Os machos de M. cuspidatus não mostraram preferência por fêmeas coespecíficas talvez porque no momento do experimento as fêmeas não estivessem liberando voláteis. Nossos resultados também mostram que indivíduos de M. cuspidatus não são atraídos à distância por químicos deixados no abrigo, talvez porque esses químicos sejam pouco voláteis ou porque os indivíduos detectaram o odor, mas optaram por não escolher o braço com odor próprio e nem de coespecífico. O olfato parece ser mais importante do que anteriormente mencionado em Opiliones / Gregarious behavior is common in some species of Opiliones. At night, gregarious individuals leave their shelter to forage and at dawn return to the original spot. Chemicals of conspecifics have been suggested to be mediators of homing in individuals of the suborder Eupnoi, but so far nothing is known about the cues used in the suborder Laniatores. Recently, a large diversity of olfactory receptors has been described in this suborder and the use of olfaction at close range (<2 cm) has already been documented in aggregations. We tested the hypotheses of the use of olfaction at long range (50 cm) in the attraction by (1) volatile chemicals emitted directly from conspecifics and (2) volatiles (own chemicals and conspecific chemicals) previously left in shelters. We used a Y-shaped olfactometer. We used conspecific females and males as stimuli for (1) and shelters of the experimental subjects and of conspecifics of the same sex for (2). For (1) males of M. cuspidatus chose significantly the side of the olfactometer with conspecifics males. Females did not choose any stimuli. For (2) males and females of M. cuspidatus did not choose any of the stimuli. Males may therefore be more sensitive than females. Males of M. cuspidatus did not show preference for conspecific females, perhaps because at the time of the experiment females were not releasing volatiles. Individuals of M. cuspidatus are not attracted at a distance by chemicals left in the shelter, perhaps because these chemicals are not volatile or because the individuals detected the odor, but chose not to walk towards it. Olfaction seems to be more important than previously mentioned in Opiliones
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Participação de áreas do tronco encefálico na resposta respiratória ao CO2

Lopes, Luana Tenório 06 September 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2016-06-02T19:22:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Retido.pdf: 19733 bytes, checksum: 6aad255badc436a06364517de2344ab6 (MD5) Previous issue date: 2013-09-06 / Universidade Federal de Minas Gerais / The periaqueductal gray (PAG), a midbrain structure, is directly related to the modulation of survival behaviors and has direct projections to several central nuclei that are involved in breathing control, including the A5 cell group, nucleus of the solitary tract, rostral ventrolateral medulla, raphe nuclei among others. It also receives afferents from areas involved in the control of body temperature such as dorsal medial hypothalamus. Although it is already known that the PAG elicits ventilatory responses when stimulated, the neural circuits involved in this response are not fully elucidated. Therefore, this study explored the involvement of dorsal and ventral PAG on cardiorespiratory and thermal responses to normocapnia, hypercapnia and hypoxia. Thus, ibotenic acid (IBO) or vehicle (PBS, Sham group) was injected into the dPAG (dorsomedial/dorsolateral) or vPAG (lateral/ventrolateral) of male Wistar rats. Pulmonary ventilation (VE), mean arterial pressure (MAP), heart rate (HR) and body temperature (Tb) were measured in unanaesthetized rats during normocapnia normoxic, hypercapnic and hypoxic exposure (5, 15, 30 min, 7% CO2). The first set of experiments with hypercapnic challenge, IBO lesioning of the dPAG caused reduction of 31% of the respiratory response to CO2 (1094.3 ± 115 mL/Kg/min) compared with Sham (1589.5 ± 88.1 mL/Kg/min), whereas lesion of vPAG caused a decrease in 26% of hypercapnic hyperpnoea (1215.3 ± 108.6 mL/Kg/min) compared with Sham (1657.3 ± 173.9 mL/Kg/min). Basal VE, MAP, HR and Tb were not affected by dPAG or vPAG lesion. These results suggest that dPAG and vPAG exert an excitatory modulation of hypercapnic ventilatory response in rats but do not affect MAP, HR or Tb regulation in resting conditions or during hypercapnia. As to hypoxic challenge, lesions of 3.9 e 2.8% of dPAG and vPAG, respectivally, promoted by microinjection of 0.5 &#956;L of IBO in dPAG and vPAG, did not change the cardioventilatory and thermal responses to hypoxia. The increase of the volume of injection of IBO to 1 &#956;L caused 9.8% and 6.7% of dPAG and vPAG lesion, respectivally. Lesion of dPAG increased 67% the hypoxic ventilatory response (1730 ± 282.5 mL/Kg/min) compared to Shamp group (991.4 ± 194 mL/Kg/min), but lesion of vPAG did not change the cardiorespiratory and thermal responses to hypoxia. As observed with 0.5 &#956;L of IBO, the increase of the size of dPAG and vPAG lesion did not affesct MAP, HR and Tb. In conclusion, dPAG neurons exert an inhibitory modulation of hypoxic respiratory. Additionally, the PAG does not appear to exert a tonic role on cardiovascular and thermal parameters during normoxia and hypoxic conditions. / A substância cinzenta periaquedutal (SCP), uma estrutura mesencefálica, está diretamente relacionada com a modulação de comportamentos de sobrevivência e possui projeções diretas para vários núcleos centrais que estão envolvidos no controle respiratório, dentre eles, o grupo celular A5, núcleo do trato solitário, bulbo ventrolateral rostral e núcleo da rafe entre outros. Também recebe aferências do hipotálamo dorso medial, região esta envolvida no controle da temperatura corporal. Embora, já seja conhecido que a SCP elicia respostas cardiorrespiratórias quando estimulada, os mecanismos modulatórios envolvidos ainda não estão totalmente elucidados. Sendo assim, o presente projeto teve como objetivos verificar a participação da SCP dorsal (dorsomedial/dorsolateral) e SCP ventral (lateral/ventrolateral) nas respostas cardiorrespiratórias e termorreguladoras frente à normocapnia normóxica, hipercapnia e hipóxia por meio da lesão química com ácido ibotênico. Assim, ácido ibotênico (IBO 0,5 &#956;L) ou veículo (PBS 0,5 &#956;L; Grupo Sham) foram injetados na SCP dorsal e ventral de ratos Wistar. Ventilação pulmonar (VE), pressão arterial média (PAM), frequência cardíaca (FC) e temperatura corporal (Tc) foram medidas em ratos não anestesiados durante normocapnia, hipercapnia e hipóxia aos 5, 15, 30 min. após exposição (7% CO2 ou 7% O2). A lesão na SCPd causou redução de 31% na resposta respiratória ao CO2 (1094,3 ± 115 mL/Kg/min) comparada ao grupo Sham (1589,5 ± 88,1 mL/Kg/min). Nos animais com lesão da SCPv ocorreu uma redução de 26% na resposta ventilatória ao CO2 (1215,3 ± 108,6 mL/Kg/min) comparada ao grupo Sham (1657,3 ± 173,9 mL/Kg/min). A ventilação basal, PAM, FC e Tc não foram afetadas pelas lesões na SCPd/SCPv. Os resultados sugerem que SCPd e SCPv exercem um papel excitatório na resposta ventilatória à hipercapnia em ratos, mas não afetam a PAM, FC e Tc em condições basais ou durante a hipercapnia. Em relação à hipóxia, lesões de 3,9 e 2,8% da SCPd e SCPv, respectivamente, promovidas pela injeção de 0,5 &#956;L de ácido ibotênico não alteraram os parâmetros cardioventilatórios comparados aos controles. O aumento do volume de injeção de ácido ibotênico para 1 &#956;L, promoveu lesão de 9,8% da SCPd e 6,7% da SCPv. O aumento da área lesada na SCPd promoveu um aumento de 67% (1730 ± 282,5 mL/Kg/min) na resposta ventilatória à hipóxia comparado ao grupo Sham (991,4 ± 194 mL/Kg/min) após 15 minutos de exposição. As lesões na SCPv não promoveram mudanças significativas na ventilação comparado ao controle. A ventilação basal, PAM, FC e Tc também não foram afetadas pelas lesões na SCPd/SCPv independente dos volumes testados. Estes resultados sugerem que apenas SCPd modula a resposta ventilatória exercendo um efeito inibitório durante a hipóxia. Adicionalmente, SCP não afeta a PAM, FC e Tc em condições basais ou durante a hipóxia.

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