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The validity of swimming rubrics for children with and without a physical disability /

Jin, Tae-Sang, 1974- January 2006 (has links)
The purpose of this study was to investigate the psychometric properties of swimming rubrics. The 10-level rubrics were designed to assess the front crawl. Participants were children, aged 8 to 13 years, with and without a physical disability (n=19) from a "reverse integration" school in Montreal. Participants swam 20 meters with each deciding if a floatation device was necessary. They evaluated themselves as well as peers using the rubric format. The physical education teacher and two teaching assistants participated as teacher assessors. Teacher, peer, and self assessments produced similar scores. In peer assessment, students with disability produced lower scores than students without disability. Boys did not differ from girls. In self assessment, students with and without a disability showed similar competence in comparison to teachers. Also, boys and girls produced similar competence in comparison to their teacher as well. Finally, video assessment was significantly correlated with assessment done immediately after performance.
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The effects of stroke rate and stroke length on upper quadrant stroke patterns in competitive swimming

Upshaw, Kris January 1995 (has links)
The purpose of this study was to describe women collegiate swimmers' armstroke sequence at selected velocities. In addition, this study was designed to determine the timing angle during the course of a stroke cycle. Seven members of the Ball State University Women's Swim Team were asked to participate in this study. The test consisted of the subject swimming approximately fifteen meters freestyle (front crawl) at stroke rates of 24, 30, 40, 48, 60 strokes per minute. The subjects attempted three trials at each stroke rate, on a continuum from slow to fast. The following parameters were determined from video analysis: stroke length (SL), velocity (m/s), time of one complete stroke cycle (SCT), timing between the arm cycles (RAE), recovery arm entry as a percentage of SCT (RAE%) and the timing angle. A correlation between the timing angle and V of r = 0.48 was found to be significant at the 0.05 level. A correlation between the SCT and the timing angle of r = -0.62 was found to be significant at the 0.05 level. A correlation of r = -0.43 between SL and the timing angle of less than 90 degrees is believed to benefit theangle was found to be significant at the 0.05 level. This indicates that as the swimmers' SCT decreased, the timing angle increased. And, as the swimmers' SL decreased the timing angle increased. It appears that timing angles increase with increasing V. The mean timing angle for ninety trials was 66.03 degrees with a SD of 17.68. This study indicates that women collegiate swimmers use a timing angle of less than 90 degrees. A timing swimmers' body position, balance and SL. / School of Physical Education
103

Hydrodynamics of the human body during the freestyle tumble turn

Lyttle, Andrew January 2000 (has links)
This thesis contains three cross-sectional studies and an equipment development study, presented in the form of journal submissions, regarding the hydrodynamics experienced by swimmers during the various phases of the freestyle tumble turn.
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Development and validity assessment of the Max Power Model for the detection, separation, and quantification of differences in resistive and propulsive forces in swimming

White, Joshua Childs. January 2006 (has links)
Thesis (Ph.D.)--Indiana University, School of Health, Physical Education and Recreation, 2006. / Includes bibliographical references (leaves 196-206).
105

An aquatic leisure centre

Tho, Hong-nin, Stanley. January 1997 (has links)
Thesis (M.Arch.)--University of Hong Kong, 1997. / Includes special report entitled :Water and architecture. Includes bibliographical references. Also available in print.
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Forças propulsivas durante o movimento de palmateio : contribuições para a natação / Propulsive forces during sculling motion : contributions for swimming

Gomes, Lara Elena January 2015 (has links)
Apesar da propulsão na natação não ser ainda completamente compreendida, as forças propulsivas efetivas podem ser verificadas, por exemplo, por meio do modelo de Sanders ou pelo teste de nado atado. Esse modelo vem sendo aplicado, embora sem ter sido avaliado de forma aprofundada. Assim, o objetivo geral do presente trabalho foi comparar as forças propulsivas efetivas calculadas com o modelo de Sanders e medidas ao longo de um teste de nado atado. Os objetivos específicos foram: revisar os efeitos das condições instáveis na propulsão na natação a partir de estudos que compararam as condições estáveis e instáveis; comparar a força propulsiva efetiva obtida usando duas áreas, a área projetada da mão e a área da superfície da palma da mão; e comparar a frequência de ciclos, a velocidade, a aceleração, o ângulo de ataque e a amplitude de movimento de ambas as mãos entre as condições atada e livre. Para cada objetivo, geral e específico, foi desenvolvido um estudo. Desse modo, o primeiro compreendeu a revisão sistemática, em que uma busca em bases de dados foi realizada, e somente aqueles que atingissem todos os critérios de elegibilidade foram incluídos. Seis trabalhos que compararam condições estáveis e instáveis usando experimentos físicos ou simulações numéricas foram selecionados. Estes verificaram os efeitos nas forças propulsivas de um ou mais fatores que caracterizam uma condição como instável. Logo, mais pesquisas são necessárias para entender o efeito de cada fator, assim como os efeitos da combinação dos fatores na propulsão. Para o segundo estudo, 13 nadadores executaram um teste de esforço máximo de 30 segundos realizando palmateio, enquanto atados à parede da piscina. A partir dos dados cinemáticos obtidos pela técnica de videogrametria, a força propulsiva efetiva foi estimada com o modelo de Sanders utilizando duas áreas de referência: a área projetada da mão e a área da superfície da palma da mão. A força estimada usando a área da superfície da palma da mão foi aproximadamente 21% maior do que a força estimada usando a área projetada. Considerando esse resultado, associado à literatura, recomenda-se usar a área da superfície da palma da mão no cálculo das forças. No terceiro estudo, a amostra e o teste foram os mesmos do anterior, porém a força propulsiva efetiva, além de ser calculada com o modelo de Sanders usando a área da superfície da palma da mão, também foi medida utilizando uma célula de carga ao longo do teste. Os resultados indicaram que o modelo de Sanders não é adequado para estimar as forças propulsivas, uma vez que a força medida foi 807,7% maior do que a força calculada. Para o último estudo, a amostra foi composta por oito nadadores que executaram o mesmo teste já descrito e um teste de esforço máximo de 25 metros realizando palmateio. Foi notado que há diferenças importantes na velocidade da mão e na amplitude de movimento da mão na direção lateral entre as condições atada e livre e que a condição atada intensifica as assimetrias cinemáticas. / Despite swimming propulsion is still not completely understood, the effective propulsive forces may be verified, for instance, through Sanders’ model or through tethered swimming. This model has been applied, although without being evaluated deeply. Thus the main purpose of the present work was to compare the effective propulsive force calculated with Sanders’ model with the effective propulsive force measured during tethered swimming. The other purposes were: to review the effects of unsteady conditions on swimming propulsion based on studies that have compared steady and unsteady conditions; to compare the effective propulsive force obtained using two areas: the palmar surface area of the hand and the projected area of the hand; and compare the cycle rate, speed, acceleration, attack angle and range of motion of both hands between tethered and free conditions. For each purpose was developed one study. Therefore, the first one was a systematic review, in which a multiple database search was performed, and only those studies that met all eligibility criteria were included. Six studies that compared steady and unsteady conditions using physical experiments or numerical simulations were selected. These works verified the effects of one or more factors that characterise a condition as unsteady on the propulsive forces. Thus much research is necessary to understand the effect of each individual factor, as well as the effects of the combination of factors on swimming propulsion. For the second study, 13 swimmers performed one all-out 30-second sculling motion trial while the participant was tethered. Based on the kinematic data obtained through videography technique, the effective propulsive force was estimated with Sanders’ model using two reference areas: the palmar surface area of the hand and the projected area of the hand. The estimated force with the palmar surface area of the hand was approximately 21% higher than that one estimated with the projected area. According to this result and based on the literature, it is recommended to use the palmar surface area of the hand when calculating the forces. In the third study, the sample and the test were the same of the previous study, but the effective propulsive force, besides being calculated with Sanders’ model using the palmar surface area of the hand, was measured with a load cell during the test. The results indicate that Sanders’ model is not suitable for estimating propulsive forces, because the measured force was 807.7% higher than the calculated force. For the last study, the sample consisted of eight swimmers, who performed the same test described previously and one all-out 25-meter sculling motion trial. Important differences were found in hand’s speed and range of motion in the lateral direction between tethered and free conditions and that the tethered condition intensifies kinematic asymmetries.
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Análise da assimetria da braçada do nado crawl através do nado atado / Analysis of asymmetry the arm stroke the font crawl through of tethered swimming

Correia, Regiane Diniz [UNESP] 23 August 2016 (has links)
Submitted by REGIANE DINIZ CORREIA null (diniz.regiane@gmail.com) on 2016-09-27T16:56:36Z No. of bitstreams: 1 Dissertação - Regiane Diniz Correia.pdf: 3349193 bytes, checksum: 314e0aca0c7995e475619de15b537662 (MD5) / Rejected by Juliano Benedito Ferreira (julianoferreira@reitoria.unesp.br), reason: Solicitamos que realize uma nova submissão seguindo a orientação abaixo: O arquivo submetido está sem a ficha catalográfica. A versão submetida por você é considerada a versão final da dissertação/tese, portanto não poderá ocorrer qualquer alteração em seu conteúdo após a aprovação. Corrija esta informação e realize uma nova submissão contendo o arquivo correto. Agradecemos a compreensão. on 2016-09-28T20:06:07Z (GMT) / Submitted by REGIANE DINIZ CORREIA null (diniz.regiane@gmail.com) on 2016-10-07T02:59:14Z No. of bitstreams: 1 Dissertação Versão Final - Regiane.pdf: 3351008 bytes, checksum: afd6335faa05021a17ebfc70c45010bd (MD5) / Approved for entry into archive by Juliano Benedito Ferreira (julianoferreira@reitoria.unesp.br) on 2016-10-10T20:44:38Z (GMT) No. of bitstreams: 1 correia_rd_me_guara.pdf: 3351008 bytes, checksum: afd6335faa05021a17ebfc70c45010bd (MD5) / Made available in DSpace on 2016-10-10T20:44:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 correia_rd_me_guara.pdf: 3351008 bytes, checksum: afd6335faa05021a17ebfc70c45010bd (MD5) Previous issue date: 2016-08-23 / Atualmente, a natação é praticada em diversos níveis, desde o terapêutico até o competitivo. Fatores biomecânicos que interferem no desenvolvimento da força propulsiva influenciam mais no desempenho do que na capacidade de produzir energia. Visando o alto rendimento, o objetivo deste trabalho foi detectar a assimetria da braçada do nado crawl através do nado atado e verificar a sua possível relação com a queda de desempenho. Com a utilização da dinamometria foi possível descrever as variáveis dinâmicas da força da braçada através de célula de carga, e com o auxílio da cinemetria comparar as variáveis da assimetria entre os braços e a frequência média de ciclos de braçadas. O método do nado atado foi empregado para avaliar 8 nadadores competitivos, com o mínimo de 2 anos de treinamento, de ambos os sexos, com idade entre 11 e 20 anos. Os dados de força obtidos foram coletados durante o nado crawl em um protocolo de 30 segundos, sendo 10 segundos iniciais de nado moderado, e 20 segundos de nado em intensidade máxima. As médias dos picos de força, frequência e ciclos foram descritas e comparadas entre as braçadas direita e esquerda. Os resultados da comparação entre a braçada direita e esquerda não diferiram estatisticamente: FM NA (80,28N ± 16,48); e FM NA (87,48 ±29,77) respectivamente. Quando comparados individualmente apenas, dois dos oito sujeitos apresentaram diferença entre as braçadas (p<0,05). Os resultados sugerem que os nadadores que apresentam assimetria significativa podem estar relacionado com o estilo do nado, técnica e treinamento específico. O índice de assimetria encontrado nos outros nadadores não é considerado fator crítico. Assim, o nado atado continua sendo uma das melhores formas de mensuração da força, e pode ser utilizado como prognóstico de treinamento, em provas de curta distância. / Currently, swimming is practiced at various levels, from the therapeutic to the competitive. Biomechanical factors that affect the development of the propulsive force, influence on performance more than the ability to produce energy. Aiming high performance , the aim of this study was to detect the asymmetry of the front crawl stroke by tethered swimming and check their possible relationship with the performance drop. With the use of grip strength was possible to describe the dynamic variables of the stroke force by load cell, and with the help of kinematics compare the variables of the asymmetry between the arms and the mean frequency of strokes cycles. The tethered swimming method was used to evaluate 8 competitive swimmers, with a minimum of two years of training, of both sexes, aged 11 and 20 years. The strength data were collected during the crawl in a 30-second protocol, 10 seconds of moderate swimming, and 20 seconds of swimming at maximum intensity. The average of the force peaks, frequency and cycles were described and compared between the right and left strokes. The results of the comparison between the right and left stroke were not statistically different: FM NA (80,28N ± 16.48); and FM NA (87.48 ± 29.77) respectively. When compared individually only two of the eight subjects showed difference between the lengths (p <0.05). The results suggest that the swimmers have significant asymmetry may be related to the style of swimming, technical and specific training. The asymmetry index found in other swimmers is not considered critical. Thus, the tethered swimming remains one of the best ways to measure the strength, and can be used as a prognostic training in evidence walking distance.
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Forças propulsivas durante o movimento de palmateio : contribuições para a natação / Propulsive forces during sculling motion : contributions for swimming

Gomes, Lara Elena January 2015 (has links)
Apesar da propulsão na natação não ser ainda completamente compreendida, as forças propulsivas efetivas podem ser verificadas, por exemplo, por meio do modelo de Sanders ou pelo teste de nado atado. Esse modelo vem sendo aplicado, embora sem ter sido avaliado de forma aprofundada. Assim, o objetivo geral do presente trabalho foi comparar as forças propulsivas efetivas calculadas com o modelo de Sanders e medidas ao longo de um teste de nado atado. Os objetivos específicos foram: revisar os efeitos das condições instáveis na propulsão na natação a partir de estudos que compararam as condições estáveis e instáveis; comparar a força propulsiva efetiva obtida usando duas áreas, a área projetada da mão e a área da superfície da palma da mão; e comparar a frequência de ciclos, a velocidade, a aceleração, o ângulo de ataque e a amplitude de movimento de ambas as mãos entre as condições atada e livre. Para cada objetivo, geral e específico, foi desenvolvido um estudo. Desse modo, o primeiro compreendeu a revisão sistemática, em que uma busca em bases de dados foi realizada, e somente aqueles que atingissem todos os critérios de elegibilidade foram incluídos. Seis trabalhos que compararam condições estáveis e instáveis usando experimentos físicos ou simulações numéricas foram selecionados. Estes verificaram os efeitos nas forças propulsivas de um ou mais fatores que caracterizam uma condição como instável. Logo, mais pesquisas são necessárias para entender o efeito de cada fator, assim como os efeitos da combinação dos fatores na propulsão. Para o segundo estudo, 13 nadadores executaram um teste de esforço máximo de 30 segundos realizando palmateio, enquanto atados à parede da piscina. A partir dos dados cinemáticos obtidos pela técnica de videogrametria, a força propulsiva efetiva foi estimada com o modelo de Sanders utilizando duas áreas de referência: a área projetada da mão e a área da superfície da palma da mão. A força estimada usando a área da superfície da palma da mão foi aproximadamente 21% maior do que a força estimada usando a área projetada. Considerando esse resultado, associado à literatura, recomenda-se usar a área da superfície da palma da mão no cálculo das forças. No terceiro estudo, a amostra e o teste foram os mesmos do anterior, porém a força propulsiva efetiva, além de ser calculada com o modelo de Sanders usando a área da superfície da palma da mão, também foi medida utilizando uma célula de carga ao longo do teste. Os resultados indicaram que o modelo de Sanders não é adequado para estimar as forças propulsivas, uma vez que a força medida foi 807,7% maior do que a força calculada. Para o último estudo, a amostra foi composta por oito nadadores que executaram o mesmo teste já descrito e um teste de esforço máximo de 25 metros realizando palmateio. Foi notado que há diferenças importantes na velocidade da mão e na amplitude de movimento da mão na direção lateral entre as condições atada e livre e que a condição atada intensifica as assimetrias cinemáticas. / Despite swimming propulsion is still not completely understood, the effective propulsive forces may be verified, for instance, through Sanders’ model or through tethered swimming. This model has been applied, although without being evaluated deeply. Thus the main purpose of the present work was to compare the effective propulsive force calculated with Sanders’ model with the effective propulsive force measured during tethered swimming. The other purposes were: to review the effects of unsteady conditions on swimming propulsion based on studies that have compared steady and unsteady conditions; to compare the effective propulsive force obtained using two areas: the palmar surface area of the hand and the projected area of the hand; and compare the cycle rate, speed, acceleration, attack angle and range of motion of both hands between tethered and free conditions. For each purpose was developed one study. Therefore, the first one was a systematic review, in which a multiple database search was performed, and only those studies that met all eligibility criteria were included. Six studies that compared steady and unsteady conditions using physical experiments or numerical simulations were selected. These works verified the effects of one or more factors that characterise a condition as unsteady on the propulsive forces. Thus much research is necessary to understand the effect of each individual factor, as well as the effects of the combination of factors on swimming propulsion. For the second study, 13 swimmers performed one all-out 30-second sculling motion trial while the participant was tethered. Based on the kinematic data obtained through videography technique, the effective propulsive force was estimated with Sanders’ model using two reference areas: the palmar surface area of the hand and the projected area of the hand. The estimated force with the palmar surface area of the hand was approximately 21% higher than that one estimated with the projected area. According to this result and based on the literature, it is recommended to use the palmar surface area of the hand when calculating the forces. In the third study, the sample and the test were the same of the previous study, but the effective propulsive force, besides being calculated with Sanders’ model using the palmar surface area of the hand, was measured with a load cell during the test. The results indicate that Sanders’ model is not suitable for estimating propulsive forces, because the measured force was 807.7% higher than the calculated force. For the last study, the sample consisted of eight swimmers, who performed the same test described previously and one all-out 25-meter sculling motion trial. Important differences were found in hand’s speed and range of motion in the lateral direction between tethered and free conditions and that the tethered condition intensifies kinematic asymmetries.
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Forças propulsivas durante o movimento de palmateio : contribuições para a natação / Propulsive forces during sculling motion : contributions for swimming

Gomes, Lara Elena January 2015 (has links)
Apesar da propulsão na natação não ser ainda completamente compreendida, as forças propulsivas efetivas podem ser verificadas, por exemplo, por meio do modelo de Sanders ou pelo teste de nado atado. Esse modelo vem sendo aplicado, embora sem ter sido avaliado de forma aprofundada. Assim, o objetivo geral do presente trabalho foi comparar as forças propulsivas efetivas calculadas com o modelo de Sanders e medidas ao longo de um teste de nado atado. Os objetivos específicos foram: revisar os efeitos das condições instáveis na propulsão na natação a partir de estudos que compararam as condições estáveis e instáveis; comparar a força propulsiva efetiva obtida usando duas áreas, a área projetada da mão e a área da superfície da palma da mão; e comparar a frequência de ciclos, a velocidade, a aceleração, o ângulo de ataque e a amplitude de movimento de ambas as mãos entre as condições atada e livre. Para cada objetivo, geral e específico, foi desenvolvido um estudo. Desse modo, o primeiro compreendeu a revisão sistemática, em que uma busca em bases de dados foi realizada, e somente aqueles que atingissem todos os critérios de elegibilidade foram incluídos. Seis trabalhos que compararam condições estáveis e instáveis usando experimentos físicos ou simulações numéricas foram selecionados. Estes verificaram os efeitos nas forças propulsivas de um ou mais fatores que caracterizam uma condição como instável. Logo, mais pesquisas são necessárias para entender o efeito de cada fator, assim como os efeitos da combinação dos fatores na propulsão. Para o segundo estudo, 13 nadadores executaram um teste de esforço máximo de 30 segundos realizando palmateio, enquanto atados à parede da piscina. A partir dos dados cinemáticos obtidos pela técnica de videogrametria, a força propulsiva efetiva foi estimada com o modelo de Sanders utilizando duas áreas de referência: a área projetada da mão e a área da superfície da palma da mão. A força estimada usando a área da superfície da palma da mão foi aproximadamente 21% maior do que a força estimada usando a área projetada. Considerando esse resultado, associado à literatura, recomenda-se usar a área da superfície da palma da mão no cálculo das forças. No terceiro estudo, a amostra e o teste foram os mesmos do anterior, porém a força propulsiva efetiva, além de ser calculada com o modelo de Sanders usando a área da superfície da palma da mão, também foi medida utilizando uma célula de carga ao longo do teste. Os resultados indicaram que o modelo de Sanders não é adequado para estimar as forças propulsivas, uma vez que a força medida foi 807,7% maior do que a força calculada. Para o último estudo, a amostra foi composta por oito nadadores que executaram o mesmo teste já descrito e um teste de esforço máximo de 25 metros realizando palmateio. Foi notado que há diferenças importantes na velocidade da mão e na amplitude de movimento da mão na direção lateral entre as condições atada e livre e que a condição atada intensifica as assimetrias cinemáticas. / Despite swimming propulsion is still not completely understood, the effective propulsive forces may be verified, for instance, through Sanders’ model or through tethered swimming. This model has been applied, although without being evaluated deeply. Thus the main purpose of the present work was to compare the effective propulsive force calculated with Sanders’ model with the effective propulsive force measured during tethered swimming. The other purposes were: to review the effects of unsteady conditions on swimming propulsion based on studies that have compared steady and unsteady conditions; to compare the effective propulsive force obtained using two areas: the palmar surface area of the hand and the projected area of the hand; and compare the cycle rate, speed, acceleration, attack angle and range of motion of both hands between tethered and free conditions. For each purpose was developed one study. Therefore, the first one was a systematic review, in which a multiple database search was performed, and only those studies that met all eligibility criteria were included. Six studies that compared steady and unsteady conditions using physical experiments or numerical simulations were selected. These works verified the effects of one or more factors that characterise a condition as unsteady on the propulsive forces. Thus much research is necessary to understand the effect of each individual factor, as well as the effects of the combination of factors on swimming propulsion. For the second study, 13 swimmers performed one all-out 30-second sculling motion trial while the participant was tethered. Based on the kinematic data obtained through videography technique, the effective propulsive force was estimated with Sanders’ model using two reference areas: the palmar surface area of the hand and the projected area of the hand. The estimated force with the palmar surface area of the hand was approximately 21% higher than that one estimated with the projected area. According to this result and based on the literature, it is recommended to use the palmar surface area of the hand when calculating the forces. In the third study, the sample and the test were the same of the previous study, but the effective propulsive force, besides being calculated with Sanders’ model using the palmar surface area of the hand, was measured with a load cell during the test. The results indicate that Sanders’ model is not suitable for estimating propulsive forces, because the measured force was 807.7% higher than the calculated force. For the last study, the sample consisted of eight swimmers, who performed the same test described previously and one all-out 25-meter sculling motion trial. Important differences were found in hand’s speed and range of motion in the lateral direction between tethered and free conditions and that the tethered condition intensifies kinematic asymmetries.
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Relação entre a força propulsora e a velocidade nos quatro estilos competitivos da natação / Relationship between the propulsive force and speed in the four competitive strokes in swimming

Joel Moraes Santos Junior 29 January 2013 (has links)
Embora muitos estudos tenham investigado a contribuição da força propulsora na velocidade de nadadores, a maioria das pesquisas se restringiu ao estilo crawl e no nado como um todo. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi mensurar e comparar a força propulsora e o desempenho de velocidade nos quatro estilos competitivos e verificar a relação entre elas durante o nado completo, o nado somente de pernas e o nado somente de braços em nadadores competitivos. Participaram do estudo 37 nadadores do sexo masculino com experiência competitiva de no mínimo dois anos, com idade entre 15 e 19 anos. A amostra foi dividida pelos estilos borboleta (n=9), costas (n=7), peito (n=9) e crawl (n=12). Foram medida as variáveis de força propulsora (VFP) no nado atado (NA) nas seguintes situações; força propulsora máxima de nado em 10 segundos (FPM10), força propulsora máxima de pernas em 10 segundos (FPMp), força propulsora máxima de braços em 10 segundos (FPMb), força propulsora máxima de nado em 25 segundos (FPM25) força propulsora média de nado em 25 segundos (FPm25). Também foi mensurada a velocidade nas metragens de 15 e 50 metros (V15 e V50). Cada nadador realizou os testes de força e velocidade nos principais estilos de competição. Os resultados demonstraram correlações entre as VFP com a velocidade para os quatro estilos competitivos no nado completo (entre r=0,62 e 0,97), na força propulsora de pernas nos estilos costas e crawl (r=, 0,77, 0,73 e 0,72) e para a força propulsora de braços no estilo crawl (r=0,73). O estilo peito se correlacionou de maneira moderada negativamente (r=, -0,69, -0,75, -0,76 e -0,77) com a FPM10, FPM25, FPM25 e FPm25. Conclui-se que a força propulsiva apresentou relação com a velocidade nos quatro estilos competitivos e que tal relação é melhor no nado completo quando comparada aos membros inferiores e superiores / Although many studies have investigated the contribution of propulsive force in speed of swimmers, most studies has been restricted to crawl and complete swimming. So, the objective of this study was to measure and compare the propulsive force and speed performance on all four competitive strokes and the relation between them during complete swimming, propulsive force of the legs and of the arms. The study included 37 male swimmers competitive with at least two years, with ages between 15 and 19 years old. The sample was divided by styles butterfly (n = 9), back (n = 7), breast (n = 9) and crawl (n = 12). We analyze the propulsive force variables (VFP) in tethered swimming (NA) in situations: maximum propulsive force of swimming in 10 seconds (FPM10) maximum propulsive force of legs in 10 seconds (FPMp), maximum propulsive force of arms in 10 seconds (FPMb), maximum propulsive force of swimming in 25 seconds (FPM25) mean propulsive force of swimming in 25 seconds (FPm25). Also the speed was measured at distances of 15 and 50 meters (V15 and V50). Each swimmer performed the tests of strength and speed in the main styles of competition. The results showed correlations between VFP with speed for the four competitive swimming in complete swimming (between r = 0.62 and 0.97), in the propulsive force of legs in the back and crawl styles (r = 0.77, 0.73 and 0.72) and the propulsive force of arms in the crawl (r = 0.73). The breaststroke showed moderate negative correlation (r = -0.69, -0.75, -0.76 and -0.77) with FPM10, FPM25, and FPM25 FPm25. It is concluded that the propulsive force was related to the speed in four competitive and that this relationship is better in comparison to the complete swimming upper and lower limbs

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