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Clinical trial and controlled randomized in session with group mothers for promotion of breastfeeding in self-efficacy / Ensaio clÃnico controlado e randomizado em sessÃo grupal com puÃrperas para promoÃÃo da autoeficÃcia em amamentar

Andressa Peripolli Rodrigues 09 December 2015 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeiÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / The aim of this study was to evaluating the effectiveness of educational strategy in group session from the use of the flipchart "I can feed my child" in the promotion of self-efficacy in breastfeeding and exclusive breastfeeding. It is a controlled, randomized clinical trial, with 104 mothers in the intervention group (IG) and 104 in the control group (CG). The intervention was characterized by the use of the flipchart "I can feed my child" in GI, applied in group session. Data collection was carried out in the rooming and by telephone accommodation in six times to 15 days after birth and monthly until 120 days. The place of recruitment of participants was the Toco-gynecological Unit of a referral hospital for the Midwest region of Rio Grande do Sul in labor and birth attendance. It used the Breastfeeding Self-Efficacy Scale - Short Form (BSES-SF) to measure the scores of self-efficacy in nursing, as well as forms with sociodemographic, obstetric history, current pregnancy, parturition, and birth and child data to 120 days of life. It was assured the blinding of the four research assistants in data collection. There was compared to the average range by Student t test, Mann-Whitney and ANOVA. The associations between self-efficacy and categorical variables were analyzed by odds ratios and the test XÂ, likelihood ratio and of X for linear trend in proportions. There was found a higher percentage of women with high self-efficacy during follow-up period in the intervention group (p = 0.002) and an increase in average self-efficacy scores in that group at follow-up (p <0.05). The practice of exclusive breastfeeding at 120 days after birth was higher in the intervention group, with chance to exclusively breastfeed 1.75 (0.75 to 4.04) times in the postpartum group who received the educational intervention. There were observed higher offer breastfeeding rates in the intervention group and remained above 52% throughout the monitoring. The change of exclusive breastfeeding for other foods in the intervention group was 1.8 (0.3 to 9.7) times higher in the age group up to 19 years old and 1.3 (0.5 to 3.7) times for primiparous women; in the control group the chance to offer other food was of 1.4 (0.5 to 3.8) times higher in primiparous. In the intervention group, the average self-efficacy in nursing was higher when associated with exclusive breastfeeding at 30 and 90 days of follow-up. We conclude that the scores of self-efficacy in nursing were higher in the GI from the rooming until 120 days after birth. Thus, there was modification or enhancement of maternal self-efficacy in nursing using the flipchart "I can feed my child" in group session, reflecting the offer of exclusive breastfeeding during the study period. / O objetivo do estudo foi avaliar a eficÃcia da estratÃgia educativa em sessÃo grupal a partir da utilizaÃÃo do Ãlbum seriado âEu posso amamentar o meu filhoâ na promoÃÃo da autoeficÃcia em amamentar e do aleitamento materno exclusivo. Trata-se de um ensaio clÃnico controlado e randomizado, com 104 puÃrperas no grupo intervenÃÃo (GI) e 104 no controle (GC). A intervenÃÃo caracterizou-se pela utilizaÃÃo do Ãlbum seriado âEu posso amamentar o meu filhoâ no GI, aplicado em sessÃo grupal. A coleta de dados foi realizada no alojamento conjunto e por contato telefÃnico em seis momentos, aos 15 dias apÃs o parto e mensalmente atà os 120 dias. O local de recrutamento das participantes foi a Unidade Toco-GinecolÃgica de um hospital de referÃncia para a regiÃo centro-oeste do Rio Grande do Sul no atendimento ao parto e nascimento. Foi utilizada a Breastfeeding Self-Efficacy Scale â Short Form (BSES-SF) para mensurar os escores de autoeficÃcia em amamentar, alÃm de formulÃrios com dados sociodemogrÃficos, antecedentes obstÃtricos, gestaÃÃo atual, parto, nascimento e dados da crianÃa atà os 120 dias de vida. Garantiu-se o cegamento dos quatro auxiliares de pesquisa na coleta dos dados. Compararam-se as mÃdias da escala pelos testes t de Student, Mann-Whitney e ANOVA. As associaÃÃes entre a autoeficÃcia e as variÃveis categÃricas foram analisadas pelas razÃes de chances e pelos testes de &#61539;2, razÃo de verossimilhanÃa e de &#61539;2 para tendÃncia linear em proporÃÃes. Encontrou-se maior percentual de mulheres com autoeficÃcia alta ao longo do perÃodo de acompanhamento no grupo intervenÃÃo (p=0,002) e um aumento da mÃdia dos escores de autoeficÃcia nesse grupo no perÃodo de acompanhamento (p<0,05). A prÃtica do aleitamento materno exclusivo aos 120 dias apÃs o parto foi superior no grupo intervenÃÃo, com chance de amamentar exclusivamente de 1,75 (0,75 - 4,04) vezes no grupo de puÃrperas que receberam a intervenÃÃo educativa. Observaram-se maiores Ãndices de oferta do aleitamento materno no grupo intervenÃÃo, mantendo-se acima dos 52% em todo o acompanhamento. A mudanÃa do aleitamento materno exclusivo para outros alimentos no grupo intervenÃÃo foi 1,8 (0,3 - 9,7) vezes mais elevada na faixa etÃria atà 19 anos e 1,3 (0,5 - 3,7) vezes para as primÃparas; no grupo controle a chance de oferecer outro alimento foi 1,4 (0,5 - 3,8) vezes superior nas primÃparas. No grupo intervenÃÃo, a mÃdia de autoeficÃcia em amamentar foi superior quando associada ao aleitamento materno exclusivo aos 30 e 90 dias de acompanhamento. Conclui-se que os escores de autoeficÃcia em amamentar foram mais elevados no GI, desde o alojamento conjunto atà os 120 dias apÃs o parto. Assim, houve modificaÃÃo ou reforÃo da autoeficÃcia materna em amamentar com a utilizaÃÃo do Ãlbum seriado âEu posso amamentar o meu filhoâ em sessÃo grupal, repercutindo na oferta de aleitamento materno exclusivo ao longo do perÃodo de estudo.
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Evaluation of gastroesophageal reflux and antireflux barrier at rest and after standard inspiratory maneuvers in patients with controlled asthma / AvaliaÃÃo do refluxo gastroesofÃgico e da barreira antirrefluxo em repouso e apÃs manobras inspiratÃrias padronizadas em pacientes com asma controlada

Esther Cristina Arruda Oliveira 30 April 2015 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / Background: The antireflux barrier, located in the gastroesophageal junction (EGJ), is primarily responsible for preventing the development of GERD. It is an anatomically complex area where the antireflux function depends on the intrinsic pressure of the lower esophageal sphincter (LES) and extrinsic compression of the crural diaphragm, besides the integrity of phreno-esophageal ligament and maintaining the angle of His. The GERD can induce symptoms in patients with asthma using proximal GERD causing bronchoconstriction and vagal reflexes. Objective: To evaluate gastroesophageal reflux and the antireflux barrier at rest and after standard inspiratory maneuvers in patients with controlled asthma. Methods: This was a quantitative, descriptive study in 15 volunteers with controlled asthma presenting symptoms of GERD and 10 clinically asymptomatic volunteers without symptoms of GERD and asthma. All patients underwent clinical evaluation (questionnaire), spirometry, high resolution manometry (HRM), manovacuometry (IPmax) and pH monitoring. Results: The sample consisted of 25 female volunteers divided into 2 groups: Group A, consisting of 15 patients with asthma controlled with a mean age of 46.1 and standard deviation(SD) 8.41; and group C, Control, composed of 10 healthy volunteers with a mean age of 36.2 and standard deviation 12.61. Patients undergoing high-resolution manometry at rest and during sinus arrhythmia maneuvers had mean baseline pressures in group A was 19.58; standard deviation 6.87 and group C basal medium pressure 30.61; standard deviation of 8.01 (p = 0.001). The contractility index in group A had a mean of 49.58; standard deviation 63.50 and average group C 121.58; standard deviation of 95.40 (p = 0.021) which was statistically significant. Baseline mean pressures before sinus arrhythmia maneuver and resistive loads through threeshold 12 and 48 in controlled asthma were ASR: 19.58; SD: 6.87 (p = 0.001); Th 12: 23.273; SD: 7.41 (p = 0.028); Th 24: 26.78; SD: 14.50 (p: 0.267); Th 48: 24.773; SD: 5.94 (p = 0.009). The results were statistically significant lower than the control group. Mean baseline pressures before performing the ASR and resistive loads maneuvers in controlled group of asthmatic patients showed significant statistical increase between the basal medium pressure before performing ASR maneuver and the mean baseline pressure prior to TH 24 (p <0.001). Conclusion: The mean baseline pressure within the gastroesophageal junction and contractility index were significantly lower, as well as before performing respiratory sinus arrhythmia maneuver and resistive loads of threshould 12 and 48 in controlled asthmatic volunteers compared with control group. The mean baseline pressure before performing ASR maneuver and the mean baseline pressure before performing TH 24 observed in the study in controlled asthma had a statistically significant increase. / ContextualizaÃÃo: A barreira anti-refluxo, localizada na junÃÃo esofagogÃstrica (JEG), à a principal responsÃvel para impedir o desenvolvimento da DRGE. à uma zona anatomicamente complexa cuja funÃÃo antirrefluxo depende da pressÃo intrÃnseca do esfÃncter esofagiano inferior (EEI) e compressÃo extrÃnseca do diafragma crural, alÃm da integridade do ligamento freno-esofÃgico e manutenÃÃo do Ãngulo de His. A DRGE pode induzir sintomas em pacientes com asma atravÃs RGE proximal provocando broncoconstriÃÃo e reflexos vagais. Objetivo: Avaliar o refluxo gastroesofÃgico e a barreira anti-refluxo em repouso e apÃs manobras inspiratÃrias padronizadas em pacientes com asma controlada. MÃtodos: Tratou-se de um estudo quantitativo, transversal e descritivo em 15 voluntÃrios com diagnÃstico de asma controlada que apresentaram sintomas de DRGE e 10 voluntÃrios assintomÃticos clinicamente sem sintomas de DRGE e asma. Todos foram submetidos à avaliaÃÃo clÃnica (questionÃrio), espirometria, manometria alta resoluÃÃo (MAR), manovacuometria (PImÃx) e pHmetria 24h. Resultados: A amostra foi constituÃda por 25 voluntÃrios do sexo feminino divididos em 2 grupos: o grupo A, composto por 15 portadores de asma controlada com idade mÃdia de 46,1 e desvio padrÃo 8,41; e o grupo C, Controle, composto por 10 voluntÃrios saudÃveis com idade mÃdia de 36,2 e desvio padrÃo 12,61. Os pacientes submetidos à manometria de alta resoluÃÃo em repouso e durante manobras de arritmia sinusal apresentaram pressÃes mÃdia basal no grupo A foi de 19,58; desvio padrÃo 6,87 e grupo C pressÃo mÃdia basal de 30,61; desvio padrÃo 8,01 (p= 0,001). O Ãndice de contratilidade no grupo A apresentou mÃdia de 49,58; desvio padrÃo 63,50 e grupo C mÃdia 121,58; desvio padrÃo 95,40, (p=0,021) significante estatisticamente. As pressÃes mÃdia basais antes de manobra de arritmia sinusal e com cargas resistivas atravÃs de threeshold 12 e 48 em asmÃticos controlados foram ASR: 19,58; desvio padrÃo: 6,87 (p=0,001); Th 12: 23,273; desvio padrÃo: 7,41 (p=0,028); Th 24: 26,78; desvio padrÃo: 14,50 (p:0,267); Th 48:24,773; desvio padrÃo: 5,94 (p=0,009). Os resultados apresentados foram menores estatisticamente significantes em relaÃÃo ao grupo controle. As pressÃes mÃdias basais antes da realizaÃÃo das manobras de ASR e com cargas resistivas no grupo de pacientes asmÃticos controlados apresentou aumento significante estatÃstico entre a pressÃo mÃdia basal antes da realizaÃÃo da manobra de ASR e a pressÃo mÃdia basal antes da realizaÃÃo de TH 24 (p< 0,001). ConclusÃo: A pressÃo mÃdia basal a nÃvel da junÃÃo esofagogÃstrica e Ãndice de contratilidade foram significantemente menores, assim como antes da realizaÃÃo de manobras respiratÃrias de arritmia sinusal e com cargas resistivas de threshould 12 e 48 em voluntÃrios asmÃticos controlados comparados com grupo controle. A pressÃo mÃdia basal antes da realizaÃÃo da manobra de ASR e a pressÃo mÃdia basal antes da realizaÃÃo de TH 24 observado no estudo em asmÃticos controlados teve aumento estatisticamente significante.
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ConstruÃÃo de protocolo sobre transporte inter-hospitalar de recÃm-nascido em estado crÃtico de saÃde / CONSTRUCTION TRANSPORT PROTOCOL ON INTER-HOSPITAL OF NEWBORN IN STATE HEALTH CRITIC

AldiÃnia Carlos Balbino 10 September 2015 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / A remoÃÃo rÃpida e segura de recÃm-nascidos crÃticos, nascidos em centros sem recursos, para Unidades de Terapia Intensiva Neonatal por meio de transporte inter-hospitalar à uma das recomendaÃÃes do MinistÃrio da SaÃde para reduÃÃo da mortalidade neonatal por causas evitÃveis. Para isso, faz-se necessÃrio definir estratÃgias e condutas para a execuÃÃo de transporte de qualidade. Teve-se por objetivo construir um protocolo para o transporte inter-hospitalar de recÃm-nascido (RN) em estado crÃtico de saÃde. Estudo metodolÃgico, desenvolvido em duas fases. A primeira constituiu-se de revisÃo integrativa guiada pela pergunta norteadora: âQuais as condutas realizadas para o transporte do RN em estado crÃtico de saÃde, a ser transportado por ambulÃncia, descritas nas publicaÃÃes cientÃficas?â A coleta de dados dessa fase ocorreu no perÃodo de maio a outubro de 2014 nas bases de dados LILACS, CINAHL, Web of Science, SCOPUS e portal PubMED por meio do cruzamento dos descritores nÃo controlados newborn transport, neonatal transport, newborn infants, training for newborn transfer nas bases de dados de lÃngua inglesa e os controlados: transporte de pacientes, recÃm-nascido, unidades de terapia intensiva neonatal e ambulÃncia, nas de lÃngua portuguesa, resultando em 28 artigos apÃs a aplicaÃÃo dos critÃrios de inclusÃo e exclusÃo. Na segunda fase, realizaram-se entrevistas com 37 profissionais de saÃde, entre mÃdicos, enfermeiros, tÃcnicos de enfermagem e condutores socorristas atuantes em trÃs instituiÃÃes de saÃde conveniadas ao Sistema Ãnico de SaÃde, sendo uma maternidade de Fortaleza/CearÃ, um hospital da zona norte do Estado e ServiÃo de Atendimento MÃvel de UrgÃncia-SAMU desta regiÃo. Os dados das entrevistas foram analisados por meio da anÃlise de conteÃdo, emergindo as seguintes categorias: planejamento do transporte inter-hospitalar de recÃm-nascido crÃtico; equipe para transporte neonatal; preparaÃÃo para o transporte; trajetÃria seguida pela equipe do hospital do RN para a solicitaÃÃo da vaga em outra unidade hospitalar; condutas a serem realizadas para o transporte do RN; realizaÃÃo do transporte pelo SAMU. O estudo respeitou os princÃpios Ãticos e recebeu a aprovaÃÃo do Comità de Ãtica em Pesquisa da Universidade Federal do Cearà sob nÃmero 797.222. O protocolo foi composto por recomendaÃÃes a serem seguidas pela equipe do hospital de origem, de destino e pela equipe de transporte, visando a seguranÃa e qualidade do transporte. Foram contempladas orientaÃÃes para o planejamento do transporte, envolvendo: equipes de transporte; veÃculo; equipamentos e materiais; comunicaÃÃo efetiva e preparo do RN. AlÃm disso, procedimentos a serem seguidos para a solicitaÃÃo de vaga em outra unidade hospitalar; condutas a serem executadas antes da chegada da equipe de transporte; passo a passo para o envio de equipe de transporte seguido pela Central de RegulaÃÃo MÃdica do SAMU; preparaÃÃo da equipe de transporte do SAMU e execuÃÃo do transporte em ambulÃncia de suporte avanÃado. AtravÃs das fases seguidas para a construÃÃo do protocolo, observou-se que o transporte neonatal vem sendo amplamente investigado no cenÃrio internacional e que hà carÃncia de estudos no contexto brasileiro. O protocolo construÃdo, apesar de seguir os princÃpios universalmente aceitos para o sucesso do transporte, necessita ser validado para implementÃ-lo na rotina dos serviÃos que executam transportes neonatais. / A quick and safe removal of critical newborns, born in centers without resources, is one of the Ministry of Health recommendations to reduce neonatal mortality from preventable causes. For this, it is necessary to define strategies and approaches towards the execution of a quality transportation. The objective was to build a protocol for inter-hospital transport of newborn (NB) in a critical state of health. It is a methodological study, divided in two phases. The first consisted of integrative review guided by the guiding question: âWhat are the conducts performed to transport health critically ill NB, to be transported by ambulance, described in scientific publications? âA this stage data collection took place from May to October 2014 in the databases LILACS, CINAHL, Web of Science and Scopus and PubMED portal by crossing the uncontrolled descriptors newborn transport, neonatal transport, newborn infants, training for newborn transfer in English language databases and controlled: patientsâ transport, newborn, neonatal intensive care units and ambulance, in the Portuguese, resulting in 27 articles after applying the inclusion and exclusion criteria. In the second phase, interviews were conducted with 37 health professionals, including physicians, nurses, licensed practice nurses and rescuers drivers active in three health institutions of the National Health System, one maternity in Fortaleza/Ceara, one hospital of the Northern area of the State and Emergency Mobile Service -SAMU in this region. Interview data were analyzed using content analysis, emerging the following categories: planning inter-hospital transport of critical newborn; team for neonatal transportation; preparation for transportation; trajectory followed by NB hospital staff to request the vacancy in another hospital; conducts to be held for transportation of NB; realization of the transport by SAMU. The study respected the ethical principles and was approved by the Ethics Committee of the Federal University of Cearà under number 797 222. The protocol consisted of recommendations to be followed by the hospital staff of origin, destination and the transportation team, seeking the safety and quality of transportation. Guidelines for transportation planning were contemplated, involving: Transportation teams; vehicle; equipment and materials; effective communication and preparation of the NB. Additionally, procedures to be followed for the vacancy request in another hospital; the procedure to be performed before the arrival of the transport team; step by step to send transportation team followed by the Medical Regulation Center of SAMU; preparation of SAMU transport staff and implementing the ambulance transport of advanced support. Through the steps followed to build the protocol, it was observed that the neonatal transportation has been widely investigated in the international arena and that there is a lack of studies in Brazilian context. The protocol built, despite following the universally accepted principles for the success of transportation, needs to be validated for implementation in routine services that execute neonatal transport.
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Manual of validation sexual and reproductive health: behavior contraceptive methods for blind / ValidaÃÃo do manual saÃde sexual e reprodutiva: mÃtodos anticoncepcionais comportamentais para cegas

Mariana GonÃalves de Oliveira 19 February 2016 (has links)
nÃo hà / Mulheres cegas tem baixa oferta de material educativo em saÃde. Manual educativo acessÃvel à possibilidade de ensino-aprendizado fornecendo informaÃÃo sobre saÃde sexual e reprodutiva com enfoque nos mÃtodos anticoncepcionais comportamentais. Este estudo teve como objetivos: Validar Tecnologia Assistiva para cegas na modalidade de Manual sobre mÃtodos anticoncepcionais comportamentais para promoÃÃo da saÃde. Trata-se de pesquisa quase experimental, desenvolvida na cidade de Fortaleza no Estado do Cearà no perÃodo de fevereiro 2014 a setembro 2015. Utilizou amostra nÃo-probabilÃstica de conveniÃncia, especialistas em conteÃdo e mulheres cegas. A coleta de dados foi dividida em duas fases: ValidaÃÃo do Instrumento de AvaliaÃÃo de Aprendizagem com especialistas e ValidaÃÃo do Manual com mulheres cegas. Foi construÃdo pela autora e depois validado por especialistas um Instrumento de AvaliaÃÃo do Conhecimento (prà e pÃs teste). Na segunda etapa, aplicou-se o instrumento (prà teste) e entrega do Manual para leitura, em seguida agendado um outro encontro para aplicaÃÃo do mesmo instrumento (pÃs teste) e devoluÃÃo do Manual. Os dados foram organizados em tabelas e grÃficos com frequÃncias absolutas e relativas. Utilizou-se o coeficiente de Alfa Cronbach, o teste estatÃstico de McNemar, bem como a odds ratio de McNemar e o teste dos postos assinalados de Wilcoxon. Foram respeitando os preceitos Ãtico-legais. Participaram do estudo cinco especialistas e 48 mulheres cegas. Observa-se que todos os itens do instrumento foram considerados bem redigidos e de fÃcil compreensÃo; e relevantes pelas especialistas. Houve concordÃncia excelente entre as especialistas que apÃs anÃlise foi considerado extremamente significante (p<0,001), logo, adequado para coleta de dados. A maioria das participantes (52%) tinha cegueira congÃnita. A idade variou de 18 a 66 anos, com mÃdia de 35  14 anos, predominando a faixa de 18 a 29 anos (42%). Predominaram mulheres com nÃvel superior (40%) e o estado civil solteiro (56%). A mÃdia de acertos no prà teste e pÃs teste em mulheres cegas com relaÃÃo ao tipo de cegueira evidenciou significÃncia estatÃstica nas com cegueira adquirida (<0,001) e congÃnita (<0,001). Em relaÃÃo a faixa etÃria evidenciou-se significÃncia estatÃstica nas mÃdias de acertos do prà e pÃs teste nas mulheres cegas com 18 a 29 anos (p=0,002), 30 a 39 anos (p=0,001) e 40 ou mais anos (p=0,002). No tocante a escolaridade observou-se que as mÃdias de acertos no prà e pÃs teste apresentou significÃncia estatÃstica nas mulheres cegas com ensino mÃdio (p<0,001) e ensino superior (p<0,001). Ainda, verificou-se que as mÃdias entre as mulheres com ensino fundamental foi inferior aos valores da mediana do grupo (p=0,056). A mÃdia de acertos no prà e pÃs teste em mulheres cegas com relaÃÃo ao estado civil evidenciou significÃncia estatÃstica nas mulheres solteiras (p<0,001) e casadas/uniÃo estÃvel (p<0,001). Dessa forma, foi possÃvel mensurar o aprendizado e confirmaram-se boas mÃdias de acertos pÃs-leitura do Manual, reforÃando que o mesmo representa excelente estratÃgia de aprendizagem, assim o Manual foi validado. / Mulheres cegas tem baixa oferta de material educativo em saÃde. Manual educativo acessÃvel à possibilidade de ensino-aprendizado fornecendo informaÃÃo sobre saÃde sexual e reprodutiva com enfoque nos mÃtodos anticoncepcionais comportamentais. Este estudo teve como objetivos: Validar Tecnologia Assistiva para cegas na modalidade de Manual sobre mÃtodos anticoncepcionais comportamentais para promoÃÃo da saÃde. Trata-se de pesquisa quase experimental, desenvolvida na cidade de Fortaleza no Estado do Cearà no perÃodo de fevereiro 2014 a setembro 2015. Utilizou amostra nÃo-probabilÃstica de conveniÃncia, especialistas em conteÃdo e mulheres cegas. A coleta de dados foi dividida em duas fases: ValidaÃÃo do Instrumento de AvaliaÃÃo de Aprendizagem com especialistas e ValidaÃÃo do Manual com mulheres cegas. Foi construÃdo pela autora e depois validado por especialistas um Instrumento de AvaliaÃÃo do Conhecimento (prà e pÃs teste). Na segunda etapa, aplicou-se o instrumento (prà teste) e entrega do Manual para leitura, em seguida agendado um outro encontro para aplicaÃÃo do mesmo instrumento (pÃs teste) e devoluÃÃo do Manual. Os dados foram organizados em tabelas e grÃficos com frequÃncias absolutas e relativas. Utilizou-se o coeficiente de Alfa Cronbach, o teste estatÃstico de McNemar, bem como a odds ratio de McNemar e o teste dos postos assinalados de Wilcoxon. Foram respeitando os preceitos Ãtico-legais. Participaram do estudo cinco especialistas e 48 mulheres cegas. Observa-se que todos os itens do instrumento foram considerados bem redigidos e de fÃcil compreensÃo; e relevantes pelas especialistas. Houve concordÃncia excelente entre as especialistas que apÃs anÃlise foi considerado extremamente significante (p<0,001), logo, adequado para coleta de dados. A maioria das participantes (52%) tinha cegueira congÃnita. A idade variou de 18 a 66 anos, com mÃdia de 35  14 anos, predominando a faixa de 18 a 29 anos (42%). Predominaram mulheres com nÃvel superior (40%) e o estado civil solteiro (56%). A mÃdia de acertos no prà teste e pÃs teste em mulheres cegas com relaÃÃo ao tipo de cegueira evidenciou significÃncia estatÃstica nas com cegueira adquirida (<0,001) e congÃnita (<0,001). Em relaÃÃo a faixa etÃria evidenciou-se significÃncia estatÃstica nas mÃdias de acertos do prà e pÃs teste nas mulheres cegas com 18 a 29 anos (p=0,002), 30 a 39 anos (p=0,001) e 40 ou mais anos (p=0,002). No tocante a escolaridade observou-se que as mÃdias de acertos no prà e pÃs teste apresentou significÃncia estatÃstica nas mulheres cegas com ensino mÃdio (p<0,001) e ensino superior (p<0,001). Ainda, verificou-se que as mÃdias entre as mulheres com ensino fundamental foi inferior aos valores da mediana do grupo (p=0,056). A mÃdia de acertos no prà e pÃs teste em mulheres cegas com relaÃÃo ao estado civil evidenciou significÃncia estatÃstica nas mulheres solteiras (p<0,001) e casadas/uniÃo estÃvel (p<0,001). Dessa forma, foi possÃvel mensurar o aprendizado e confirmaram-se boas mÃdias de acertos pÃs-leitura do Manual, reforÃando que o mesmo representa excelente estratÃgia de aprendizagem, assim o Manual foi validado.
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Nursing consultation to person with hypertension: possibility of substantiation in Theory of Goal Attainment / Consulta de enfermagem ao paciente com hipertensÃo: fundamentaÃÃo na teoria do Alcance de Metas

Sara Taciana Firmino Bezerra 27 February 2015 (has links)
Defendeu-se o pressuposto de que a Teoria Imogene King favorece a interaÃÃo enfermeiro-paciente para o estabelecimento mÃtuo de metas de saÃde. Os objetivos foram: proporcionar reflexÃo coletiva sobre o contexto da Consulta de Enfermagem ao paciente com hipertensÃo, discutir o Modelo Conceitual de Sistemas Abertos e a Teoria do Alcance de Metas com enfermeiros, relacionar a Teoria com o Cuidado ao paciente com hipertensÃo e investigar a percepÃÃo de enfermeiros acerca da Teoria do Alcance de Metas para implementaÃÃo da Consulta de Enfermagem ao paciente com hipertensÃo. A teoria pode viabilizar a interaÃÃo efetiva do enfermeiro com o paciente para conduzir à identificaÃÃo de problemas de saÃde, elaboraÃÃo de metas, alÃm da discussÃo sobre os meios e estratÃgias para o alcance dessas metas com acompanhamento contÃnuo para reformulÃ-las, quando necessÃrio. Por isso, desenvolveu-se pesquisa qualitativa e intervencionista, junto a sete enfermeiras atuantes na EstratÃgia SaÃde da FamÃlia, que atendem pacientes com hipertensÃo, na atenÃÃo primÃria em SaÃde do MunicÃpio de MaracanaÃ-CE. Os dados foram produzidos de fevereiro a agosto de 2014, por meio da realizaÃÃo da tÃcnica de Grupo Focal, audiogravados e transcritos, para anÃlise da produÃÃo de sentidos com base nas prÃticas discursivas, como proposto por Spink. Realizaram-se cinco encontros cujos resultados produziram 17 categorias e sete subcategorias. Acerca da reflexÃo da conjuntura da Consulta de Enfermagem, emergiram seis categorias: visÃo do atendimento com as subcategorias acolhimento, ambulatÃrio e descriÃÃo da consulta; percepÃÃo da enfermeira sobre o paciente; sobrecarga da enfermeira na ESF; elementos cientÃficos; relaÃÃo com o profissional mÃdico; e relaÃÃo com outros setores. Sobre as percepÃÃes, opiniÃes e conhecimento das enfermeiras sobre os conceitos propostos por King, cinco categorias foram elaboradas: sÃntese do encontro anterior; conhecimento dos conceitos propostos pela teÃrica, cujas subcategorias sÃo sistema pessoal, sistema interpessoal, sistema social e trÃs sistemas; demanda; participaÃÃo da famÃlia; e experiÃncias de cuidado. No que diz respeito à Teoria do Alcance de Metas, formaram-se as categorias: percepÃÃo da interaÃÃo com o paciente; e percepÃÃo do registro de Enfermagem metaorientado. A avaliaÃÃo do grupo resultou nas categorias: percepÃÃo do instrumento; enfrentamentos do cotidiano; o problema para implementaÃÃo; finalizaÃÃo do estudo. Esses resultados descrevem a experiÃncia de avaliar uma realidade, refletindo sobre suas dificuldades e potencialidades, o desafio de conhecer o novo, a Teoria do Alcance de Metas e de vivenciar sua utilizaÃÃo na prÃtica clÃnica de Enfermagem com o paciente com hipertensÃo, para tomada de decisÃo de aderir à mudanÃa. Conclui-se que a tese se confirmou, jà que o enfermeiro utilizou a Teoria do Alcance de Metas para fundamentar a Consulta de Enfermagem ao paciente com hipertensÃo, mas que a rotina, a sobrecarga e as demandas do serviÃo dificultam a adesÃo à sua implementaÃÃo efetiva na ESF.
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ValidaÃÃo de tecnologia assistiva sobre o preservativo feminino para a mulher com deficiÃncia visual / Validation of the Assistive Technology about the female condom for visual impaired women

Luana Duarte Wanderley Cavalcante 22 March 2016 (has links)
FundaÃÃo Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Cientifico e TecnolÃgico / Na Ãrea da saÃde sexual e reprodutiva, a falta de informaÃÃes adequadas e adaptadas contribui para o aumento da vulnerabilidade da pessoa com deficiÃncia visual em relaÃÃo Ãs doenÃas sexualmente transmissÃveis. Alerta-se para a urgÃncia em desenvolver mÃtodos e materiais acessÃveis a esta clientela. A tecnologia assistiva à um elemento facilitador, que pode auxiliar a pessoa com deficiÃncia na realizaÃÃo de atividades, proporcionando maior independÃncia. Objetivou-se validar a tecnologia assistiva Construir para aprender a usar o preservativo feminino para mulheres com deficiÃncia visual. Estudo de desenvolvimento metodolÃgico, desenvolvido em cinco instituiÃÃes, localizadas em Fortaleza e Recife. Utilizou-se Pasquali como referencial metodolÃgico. A coleta de dados foi realizada entre os meses de dezembro de 2014 a setembro de 2015. Participaram 100 mulheres com deficiÃncia visual acima de 18 anos. A tecnologia assistiva à composta pelo Modelo do canal vaginal e as instruÃÃes de montagem e utilizaÃÃo do preservativo feminino em Ãudio. O teste piloto foi realizado antes da tecnologia ser aplicada em amostra estatisticamente significante. As participantes foram convidadas presencialmente atravÃs de visitas Ãs instituiÃÃes. ApÃs o aceite, receberam o material necessÃrio para construÃÃo e utilizaÃÃo da tecnologia. Em seguida, montaram e utilizaram a tecnologia de acordo com as instruÃÃes e responderam individualmente aos instrumentos. Os dados foram organizados em tabelas. As associaÃÃes entre a escala de AvaliaÃÃo de Tecnologia Assistiva e as variÃveis faixa etÃria, tipo de deficiÃncia, estado conjugal, escolaridade, iniciou vida sexual e uso do preservativo feminino foram analisadas pela RazÃo de Chances e seus IC 95% e pelos testes de Qui-Quadrado e RazÃo de verossimilhanÃa. A validaÃÃo da tecnologia foi realizada pelo teste binomial. As sugestÃes e contribuiÃÃes consideradas coerentes foram acatadas e incorporadas à tecnologia. Os aspectos Ãticos foram respeitados conforme a ResoluÃÃo 466/12, aprovado sob nÃmero 851.469. As idades das mulheres variaram de 18 a 75 anos, com 54% atà 40 anos e maioria com cegueira (55%), causa da deficiÃncia glaucoma (29%), nÃo casada (62%), cursou ensino mÃdio (64%) e tÃm renda familiar de atà dois salÃrios mÃnimos (58%). A maioria das mulheres iniciou vida sexual (81%), fez exame ginecolÃgico nos Ãltimos trÃs anos (83%) e relatou jà ter apresentado corrimento vaginal (49%). A totalidade das mulheres jà conhece o preservativo feminino mesmo que sà de ouvir falar, entretanto apenas 11% jà o utilizou em relaÃÃes sexuais. Todos os itens apresentaram concordÃncia adequada &#8805; 72% (p<0,0001). A maioria das mulheres (81%) conseguiu montar e utilizar a tecnologia de forma independente. As principais melhorias realizadas na tecnologia foram: acrescentar metade de uma folha de papel ofÃcio para substituir o saco plÃstico; colocar as ligas nas esponjas antes de formar o tubo; substituir o tamanho 15x15cm, pelo tamanho de uma mÃo aberta, pois nem todas tem acesso a uma rÃgua adaptada para saber os centÃmetros; alterar a instruÃÃo que pede para formar um oito com o anel menor, visto que muitas nÃo conhecem o oito, devido em Braille ser diferente; e substituir algumas palavras/expressÃes. Conclui-se que a tecnologia assistiva Construir para aprender a usar o preservativo feminino para mulheres com deficiÃncia visual foi validada e à uma estratÃgia vÃlida de promoÃÃo e educaÃÃo em saÃde sexual para a mulher com deficiÃncia visual.
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AvaliaÃÃo da ansiedade de mÃes de recÃm-nascidos com malformaÃÃes congÃnitas internados na Unidade Neonatal / Evaluation of anxiety in mothers of newborns with congenital malformations in a neonatal unit

FabÃola Chaves Fontoura 29 December 2015 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / A notÃcia de uma malformaÃÃo congÃnita (MC) fetal à um fato que desencadeia na gestante um perÃodo de grande estresse fÃsico e emocional, que poderà gerar reaÃÃes emocionais e psÃquicas como depressÃo, estresse, rompimento do apego, ansiedade, dentre outros, podendo ser transitÃria ou permanente. Objetivou-se avaliar os nÃveis de ansiedade de mÃes de recÃm-nascidos com malformaÃÃes congÃnitas internados em Unidade Neonatal (UN). Estudo transversal, quantitativo conduzido em trÃs hospitais com maternidade em Fortaleza/CE/ Brasil, com coleta de dados de maio/2014 a abril/2015. A amostra constou de 115 mÃes e 117 recÃm-nascidos, devido duas gravidezes gemelares. Aplicado questionÃrio previamente elaborado para investigar variÃveis sociodemogrÃficas, psicossociais, perinatais e neonatais e InventÃrio de Ansiedade TraÃo â Estado (IDATE) Ãs mÃes em Ãnico momento, atà o sÃtimo dia de pÃs-parto. Para anÃlise dos dados considerou-se o intervalo de confianÃa de 95% (p<0,05) para todos os testes. Pesquisa aprovada por comità de Ãtica das instituiÃÃes investigadas. Prevaleceram mÃes com idade entre 19 e 29 anos (50%), procedentes de Fortaleza (47%), casadas (36%), com 6 a 10 anos de estudo (52%), pardas/negras (93%) e com renda de um a dois salÃrios mÃnimos (48%). Identificou-se que as mÃes participantes apresentaram escores compreendidos entre o percentil 25 e 75, indicativos de ansiedade moderada ao IDATE â TraÃo (53,9%) e ao IDATE â Estado (47%). Somente as mÃdias da escala IDATE â TraÃo apresentaram diferenÃas estatisticamente significantes (p=0,026), quando comparada a mÃdia do nÃvel de ansiedade das mÃes que receberam diagnÃstico da MC no prÃ-natal (37,4) com as do pÃs-natal (41,2). Mostraram diferenÃas estatisticamente significantes entre as variÃveis maternas e neonatais e a escala: IDATE â TraÃo versus nÃvel de escolaridade (p<0,001), uso de drogas (p=0,007); IDATE â TraÃo versus sexo do recÃm-nascido (p=0,021); IDATE â TraÃo versus recebeu apoio da famÃlia (p=0,039) e do profissional (p=0,012); IDATE â TraÃo versus categoria MC dos ÃrgÃos genitais (p=0,041); e IDATE â Estado versus escolaridade (0,024) e nÃmero de consultas prÃ-natal (p=0,040). Concluiu-se que fatores pregressos da vida dessas mÃes interferiram no nÃvel de ansiedade diante do nascimento do recÃm-nascido com MC, entretanto foram mais significantes as relaÃÃes entre as variÃveis maternas e neonatais com a escala IDATE â TraÃo, que trata de assuntos relacionados aos traÃos da personalidade das pessoas. Contudo, as malformaÃÃes, em geral, nÃo desencadearam Ãndices mais elevados de ansiedade, rejeitando a primeira hipÃtese, mas apresentaram-se mais acentuados ao receber o diagnÃstico da MC no pÃs-parto. Ademais, evidenciou-se relaÃÃo entre a ansiedade e variÃveis maternas e neonatais, e entre as categorias de malformaÃÃes congÃnitas, confirmando as hipÃteses de que a ansiedade pode ser interferida por fatores pregressos da vida das mÃes, como tambÃm por outras caracterÃsticas maternas e neonatais.
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AnÃlise da capacidade funcional de idosos com hansenÃase atravÃs de trÃs instrumentos / Analysis of the functional capacity of older people with leprosy through three instruments

Paula Sacha Frota Nogueira 17 December 2015 (has links)
nÃo hà / O envelhecimento populacional à um fenÃmeno de grande impacto nas polÃticas econÃmica e sanitÃria mundiais, desafiando a manutenÃÃo da funcionalidade, autonomia, independÃncia e participaÃÃo social do idoso. Assim, doenÃas com desfecho incapacitante e crÃnico, como a hansenÃase, merecem destaque. Objetivou-se analisar a capacidade funcional de idosos com hansenÃase. Estudo descritivo, transversal, desenvolvido com 77 idosos com hansenÃase acompanhados em centro de Dermatologia de Fortaleza, CearÃ. Foi realizada entrevista, consulta ao prontuÃrio e aferiÃÃo de peso, altura e pressÃo arterial sistÃmica. Os documentos utilizados na coleta de dados, foram o FormulÃrio de entrevista; a Escala de Lawton e Brody, o Ãndice de Katz e a Escala SALSA. Realizou-se anÃlise estatÃstica descritiva e inferencial. Os aspectos Ãticos da resoluÃÃo nÂ466/12 foram respeitados em todas as fases do estudo. Os resultados revelaram uma mÃdia de idade de 68,23 Â6,11 anos, com maioria do sexo masculino (63,6%), em uniÃo estÃvel/casado (66,2%), procedente de Fortaleza (59,7%), coabitante com cÃnjuge e filho(s) (53,2%), com escolaridade mÃdia de 4,14 Â4,01 anos de estudo e renda familiar mensal mÃdia de 2,04  1,71 salÃrios mÃnimos. O valor glicÃmico mÃdio foi de 108,14 mg/dL Â49,39, com 64,9% idosos com glicemia normal, 28,6% com pressÃo arterial limÃtrofe e 48,1% com Ãndice de massa corporal normal. As caracterÃsticas clÃnicas predominantes relacionadas a hansenÃase foram: positividade no Ãndice baciloscÃpico (51,9%), forma clÃnica dimorfa (51,9%), esquema de tratamento multibacilar (68,8%) e Grau de Incapacidade FÃsica (GIF) zero (59,7%). Os participantes obtiveram uma mÃdia de 22,34 Â4,77 pontos na escala de Lawton e Brody, prevalecendo a classificaÃÃo independente (58,5%). As variÃveis associadas a escala de Lawton e Brody foram idade (p=0,012), com quem reside (p=0,031) e escolaridade (p=0,041). A pontuaÃÃo mÃdia para o Ãndice de Katz foi de 5,75 (Â0,74) pontos pontos, destacando-se a classificaÃÃo indenpendÃncia total (87,0%). A variÃvel renda familiar mensal foi a Ãnica a associar-se com o Ãndice de Katz (p=0,011). A escala SALSA obteve uma mÃdia de 31,56 Â11,67 pontos, com concentraÃÃo da categoria leve limitaÃÃo (49,4%). As variÃveis associadas a escala SALSA foram condiÃÃo de uniÃo (p=0,044) e tipo de reaÃÃo hansÃnica (p=0,041). A escala SALSA mostrou-se associada tanto com a escala de Lawton e Brody (p= 0,000), quanto com o Ãndice de Katz (p=0,000). As variÃveis que mais estiveram associadas as atividades da escala de Lawton e Brody foram idade e com quem reside. No Ãndice de Katz, apenas a atividade continÃncia apresentou associaÃÃo com o GIF (p=0,003). Na escala SALSA, idade e sexo apresentaram maior nÃmero de associaÃÃes com as atividades avaliadas, sendo sete e cinco, respectivamente, enquanto nas variÃveis clÃnicas relacionadas a hansenÃase, apenas o GIF apresentou relaÃÃo com mais de duas atividades. A maioria dos idosos com hansenÃase se mostrou independente na escala de Lawton e Brody (58,5%), totalmente independente no Ãndice de Katz (87,0%), e com leve limitaÃÃo na escala SALSA (49,4%), porÃm ressalta-se que a escala SALSA se mostrou associada à idade em muitos itens, o que sugere que esta pode ser aplicada na populaÃÃo idosa sem hansenÃase. / Population aging is a phenomenon of great impact on economic policies and global health, challenging the maintenance of functionality, autonomy, independence and social participation of the elderly. Thus, diseases with disabling and chronic outcomes should be highlighted, such as leprosy. Aimed to analyze the functional capacity in elderly patients with leprosy according to the SALSA scale, Katz index and Lawton and Brody scale. Descriptive, cross-sectional study, developed with 77 elderly leprosy followed in Dermatology Center of Fortaleza, CearÃ. Interview, consultation of medical records and measurement of weight, height and blood pressure was performed. The documents used in data collection were the interview form, Lawton and Brody Scale, the Katz Index and the SALSA Scale. Descriptive and inferential statistical analysis was performed. The ethical aspects of Resolution 466/12 were respected at all stages of the study. The results revealed an average age of 68.23 ( 6.11) years, with most males (63.6%) in stable union/ married (66.2%), coming from Fortaleza (59.7 %), cohabiting with a spouse and son (53.2%), with average schooling of 4.14 ( 4.01) years and average monthly family income of 2.04 ( 1.71) minimum wages. The average blood glucose value was 108.14 mg / dL ( 49.39), with 64.9% older people with normal blood glucose, 28.6% with borderline blood pressure, and 48.1% with normal body mass index. The predominant clinical features related to leprosy were bacterial index positive (51.9%), borderline clinical form (51.9%), multibacillary treatment (68.8%), and no disability (59.7%). Participants had an average of 22.34 ( 4.77) points in the scale Lawton and Brody, prevailed independent classification (58.5%). The variables associated with the Lawton and Brody scale were, age (p = 0.012), with whom resides (p = 0.031), and education (p = 0.041). The average score for the Katz index was 1.03 ( 0.16) points, highlighting the full independence rating (87.0%). The variable monthly family income was the only one to be associated with the Katz index (p = 0.011). SALSA scale showed an average of 31.56 ( 11.67) points, with concentration of light limitation category (49.4%). Variables statistically associated with SALSA scale were condition of union (p = 0.044) and type of leprosy reaction (p = 0.041). SALSA scale was associated with both Lawton and Brody scale (p = 0.000), and with the Katz Index (p = 0.000). The variables that were more associated with the activities of the Lawton and Brody scale were age and who reside. Already in the Katz Index, only continence activity was associated with the disability (p = 0.003). The SALSA scale, the socio-demographic variables as age and sex showed a higher number of associations with the activities evaluated, seven and five respectively, while the clinical variables related to leprosy, only the disabilities were related to more than two activities. The functional capacity of the elderly with leprosy was preserved, however it should be noted that the SALSA scale was associated with age in many items, suggesting that this may be applied in the elderly population without leprosy.
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Construction and validation of online course: the nursing care to newborn with hypothermia / ConstruÃÃo e validaÃÃo do curso online: cuidados de enfermagem ao recÃm-nascido com hipotermia

Fernanda Cavalcante Braga 22 March 2016 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / Hypothermia is a nursing diagnosis defined as a body temperature below the normal range. Observe and evaluate the thermal instability of newborns, and the relevant nursing interventions to temperature disturbances, it is essential for the survival of the newborn. This study aimed to construct and validate online course on nursing care for newborn infants with hypothermia. Study of methodological type, in which data collection was performed with seven content experts and three of appearance, from November 2015 to February 2016. For the construction process, we used the Digital Educational Material Development Model proposed by Falkembach (2005), composed of five phases: Planning Phase, Modeling Phase, Implementation Phase, Evaluation Phase and distribution phase. The data were analyzed according to the Content Validity Index (CVI) from considerations of experts and discussed according to the literature. The study followed the ethical aspects required by Resolution 466/12 and was approved by Protocol 983,137. The course content has been converted into 8 HTML pages, which were divided into three classes. The class 1 addressed the adaptation of the newborn to extra-uterine life, physiology and definition and types of Hypothermia, check local body temperature, forms of heat loss or transfer and risk factors. Class 2, the defining characteristics and related factors of hypothermia. Lesson 3, the nursing interventions for Hypothermia, care during intra-hospital transport and extra and the "10 steps from the warm current" proposed by the Ministry of Health in order to prevent and combat neonatal hypothermia. The course was validated content with 78% agreement among experts and final general CVI of 1.00, and was validated in appearance with 88% agreement among experts and final general CVI 1.00. It is concluded that the course is a valuable tool for training neonatal care nurses in the care of hypothermic newborn. It will contribute to the area of Distance Education, for Neonatal Nursing and health promotion. / Hipotermia à um diagnÃstico de enfermagem definido como temperatura corporal abaixo dos parÃmetros normais. Observar e avaliar a instabilidade tÃrmica dos recÃm-nascidos (RN), bem como as intervenÃÃes de enfermagem pertinentes aos distÃrbios de temperatura, à fundamental para a sobrevida do RN. Objetivou-se construir e validar curso online sobre os cuidados de enfermagem para recÃm-nascidos com Hipotermia. Estudo do tipo metodolÃgico, no qual foi realizada coleta de dados com sete especialistas de conteÃdo e trÃs de aparÃncia, no perÃodo de novembro de 2015 a fevereiro de 2016. Para o processo de construÃÃo, foi utilizado o Modelo de Desenvolvimento de Material Educativo Digital proposto por Falkembach (2005), composto por cinco fases: Fase de Planejamento, Fase de Modelagem, Fase de ImplementaÃÃo, Fase de AvaliaÃÃo e Fase de DistribuiÃÃo. Os dados foram avaliados de acordo com o Ãndice de Validade de ConteÃdo (IVC) a partir das consideraÃÃes dos especialistas e discutidos de acordo com a literatura. O estudo seguiu os aspectos Ãticos exigidos na ResoluÃÃo 466/12, sendo aprovado sob Protocolo n 983.137. O conteÃdo do curso foi transformado em 8 pÃginas HTML, que foram divididas em trÃs aulas. A aula 1 abordou a adaptaÃÃo do recÃm-nascido à vida extrauterina, fisiologia e definiÃÃo e tipos da Hipotermia, locais de verificaÃÃo da temperatura corporal, formas de perda ou transferÃncia de calor e fatores de risco. Aula 2, as caracterÃsticas definidoras e fatores relacionados da Hipotermia. Aula 3, as intervenÃÃes de enfermagem para Hipotermia, os cuidados durante o transporte intra e extra-hospitalar e os "10 passos da corrente quente" propostos pelo MinistÃrio da SaÃde como forma de prevenir e combater a Hipotermia neonatal. O curso foi validado no conteÃdo com 78% de concordÃncia entre os especialistas e IVC geral final de 1,00, bem como foi validado em aparÃncia com 88% de concordÃncia entre os especialistas e IVC geral final de 1,00. Conclui-se que o curso representa uma ferramenta vÃlida para capacitaÃÃo de enfermeiros assistenciais neonatais no cuidado ao recÃm-nascido hipotÃrmico. Este contribuirà para a Ãrea de EducaÃÃo a DistÃncia, para a Enfermagem Neonatal e para a promoÃÃo da saÃde.
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ConstruÃÃo e validaÃÃo de Ãlbum seriado para a educaÃÃo de crianÃas sobre o controle do peso corporal / Construction and validation of flipchart for children education about the weight control body

Nathalia Costa Gonzaga Saraiva 22 March 2016 (has links)
nÃo hà / Este estudo teve como objetivo construir e validar um Ãlbum seriado sobre prevenÃÃo e controle do peso corporal infantil, a ser utilizado para a compreensÃo de crianÃas de 7 a 10 anos. Estudo metodolÃgico, que ocorreu entre abril/2014 e agosto/2015, e seguiu trÃs etapas: 1) construÃÃo do Ãlbum seriado; 2) validaÃÃo da tecnologia educativa por especialistas; e 3) validaÃÃo por crianÃas de 7 a 10 anos. Na primeira etapa, foi elaborado o texto das fichas-roteiro e, para a elaboraÃÃo das imagens e diagramaÃÃo, foi contratado um ilustrador. Ao final, obteve-se a primeira versÃo do Ãlbum seriado, intitulada âExcesso de Peso em CrianÃasâ, redigida de acordo com a estÃria da famÃlia Silva, acompanhada por uma enfermeira, e constituÃda por nove figuras e nove fichas-roteiro. Na segunda etapa, 33 especialistas em tecnologias educativas e/ou em excesso de peso infantil avaliaram a primeira versÃo do material. Os dados da apreciaÃÃo foram compilados e analisados no programa Excel. Foi utilizado o Ãndice de Validade de ConteÃdo (CVI), sendo considerado validado o item com CVI &#8805; 0,80. Dentre os especialistas, a maioria tinha doutorado e era graduado em enfermagem. Sobre as figuras e fichas, apenas a ficha-roteiro 3 nÃo atingiu o ponto de corte do CVI. Quanto ao conteÃdo, ilustraÃÃes, layout e relevÃncia, todos os itens foram validados. 69,7% dos especialistas consideraram Ãtimo o Ãlbum. O CVI Global da tecnologia educativa foi 0,88. De acordo com as sugestÃes dos especialistas, foram realizadas alteraÃÃes no material, obtendo-se a segunda versÃo do Ãlbum, que passou a intitular-se âDe Olho no Pesoâ. Incluiu-se o contexto escolar, uma nutricionista e um educador fÃsico, e foram excluÃdos os pais e a avà das crianÃas; buscou-se enfocar o controle do peso corporal e nÃo a obesidade. Prosseguindo-se o estudo, na terceira etapa, a segunda versÃo da tecnologia educativa foi apreciada por 42 crianÃas, com idade entre 7 e 10 anos, estudantes de uma escola pÃblica de Santa Cruz/Rio Grande do Norte (RN). Foi aplicado o Ãlbum seriado de modo grupal pela pesquisadora responsÃvel e feitas entrevistas individuais para avaliaÃÃo do material por colaboradores. A figura 4 foi a Ãnica que apresentou CVI menor que 0,80. O Ãlbum apresentou CVI Global igual a 0,89. Foi alterada a idade dos personagens principais e feitas adequaÃÃes na linguagem e no conteÃdo sobre ingestÃo de Ãgua e prÃtica de atividade fÃsica. Diante disso, considera-se o Ãlbum seriado âDe Olho no Pesoâ validado por especialistas e pelo pÃblico-alvo quanto ao conteÃdo e aparÃncia.

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