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O papel da microbiota intestinal na competência vetorial do Lutzomyia longipalpis para a Leishmania (Leishmnia) infantum chagasi e a transmissão do parasito ao vertebrado pela da picada.Monteiro, Carolina Cunha January 2012 (has links)
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Dissertação Carolina Cunha Monteiro.pdf: 2690341 bytes, checksum: c13f5fff0318498b18aff1d8e3e2f76e (MD5) / FAPEMIG CNPq CAPES Fundação Oswaldo Cruz / As Leishmanioses são doenças causadas por protozoários do gênero Leishmania e
transmitidas pela picada dos flebotomíneos. A doença apresenta diferentes manifestações
clínicas, como a leishmaniose visceral (LV). No Brasil a LV é causada pela subespécie
Leishmania (L.) infantum chagasi e transmitida principalmente pelo vetor Lutzomyia longipalpis e nos últimos dez anos, a média anual de novos casos foi de 3.379. O flebotomíneo, durante o repasto sanguíneo, pode ingerir o parasito que é direcionado ao intestino médio do inseto, onde entra em contato com a microbiota. In vitro a ação dessa microbiota sobre o parasito foi avaliada demonstrando a lise na parede celular de Leishmania (L.)infantum chagasi e Leishmania (V.) braziliensis causada por Serratia marcescens, porém
ainda não esta claro o seu papel no vetor. Neste trabalho foi feita a identificação por
sequenciamento de DNA de isolados bacterianos do intestino médio de L. longipalpis de duas localidades brasileiras. Nas fêmeas de flebotomíeneos da Gruta da Lapinha foi encontrada pela primeira vez a bactéria da família Enterobactereaceae, Providencia sp. Nas fêmeas de Jacobina a bactéria encontrada foi a espécie Acinetobacter soli. As duas localidades
apresentaram maior número de bactérias do tipo bacilos Gram negativos. Os machos de
Jacobina não apresentaram crescimento bacteriano, diferentemente dos machos da Gruta da Lapinha. Para análise da influência das bactérias no desenvolvimento do parasito, Fêmeas de L. longipalpis foram infectadas com Leishmania (L.) infantum chagasi e tratadas com dois antibióticos de ação principal sobre bactérias Gram negativas, carbenicilina e gentamicina. Os
parasitos do grupo tratado com carbenicilina, além de serem capazes de se estabelecer no flebotomíneos após a digestão, tiveram um aumento no seu número. O grupo tratado com gentamicina apresentou uma queda já no segundo dia pós-infecção, tendo um aumento no quinto dia. Ao incubar as bactérias identificadas no intestino médio com L. (L.) infantum chagasi in vitro, foi possível ver que as bactérias interferem no crescimento do parasito.
Analisamos também a expressão de peptídeos antimicrobianos. Gambicina e defensina
apresentaram diferença de expressão entre os grupos Não alimentados e Pós Digestão, sendo
que a expressão foi maior em Não alimentados. No processo de interação, estabelecemos no laboratório a transmissão de L.(L.) infantum chagasi diretamente via picada do flebotomíneo a hamsters e camundongos. Os dois modelos apresentaram uma variação de 4 a 15 mil parasitos
inoculados na orelha dos vertebrados. / Leishmaniasis are diseases caused by protozoa of the genus Leishmania and they are
transmitted by the bite of sandflies. The disease presents different clinical manifestations, such as visceral leishmaniasis (VL). In Brazil, VL is caused by Leishmania (L.) infantum chagasi and it is transmitted by the vector bite Lutzomyia longipalpis and during the last ten
years the annual new cases average of VL was 3.379. The sandfly is able to ingest the parasite during the blood meal which is directed to the insect midgut where it gets in contacts with the microbiota. The microbiota activity over the parasite was evaluated in vitro demonstrating cell
walls lysis of Leishmania (L.) infantum chagasi and L. braziliensis caused by Serratia marcescens but their role in the vector is not clear yet. This work identified bacterial isolates from the L. longipalpis midgut from two deferent places in Brazil by sequencing DNA.
Lapinha Cave females showed for the first time in sandflies a bacteria from the
Enterobactereaceae family, Providence sp. Jacobina females’ insects presented Acinetobacter soli as a midgut bacteria. The insects from both sites showed a majority of Gram negative rods. Males from Jacobina showed no bacterial growth, unlike the Lapinha Cave ones. In order to analyze the influence of bacteria on the development of the parasite, L. longipalpis females were infected with L. (L.) infantum chagasi and treated with two difenrets antibiotics
for Gram negative bacterias, carbenicillin and gentamicin. Carbenicillin treated group
parasites were able to establish infection in sand flies after digestion increasing the number of parasites. The gentamicin treated group featured a parasite drop since the second day postinfection, having an increasing on the fifth day. Incubating in vitro those bacterias identified in the midgut with L. (L.) infantum chagasi, could be seen that bacteria interfere on parasite
growth. We also analyzed the antimicrobial peptides expression in the insects. Gambicina and defensin expression differ between groups; Not Fed and Post Digestion. The expression was higher in Not Fed one. In the interaction process, we established the laboratory transmission of L. (L.) infantum chagasi directly by the sandfly bite on hamsters and mice. Both models showed a range 4 to 15 million parasites inoculated into the vertebrates’ ear.
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Análise Funcional Comparativa do Relógio Circadiano de Drosophila melanogaster e insetos vetoresMeireles Filho, Antonio Carlos Alves January 2008 (has links)
Submitted by Anderson Silva (avargas@icict.fiocruz.br) on 2012-10-19T19:07:47Z
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Previous issue date: 2008 / Research Institute Of Molecular Pathology Dr. Bohr-Gasse 7. Vienna, VIE, Austria / Diversos organismos apresentam variações no comportamento e
na fisiologia que são controladas por um relógio biológico interno. O
flebotomíneo Lutzomyia longipalpis (Diptera: Psychodidae), o principal
vetor da leishmaniose visceral nas Américas, é um inseto hematófago
com atividade crepuscular/noturna. A hematofagia, crítica na
transmissão da doença, está restrita a uma determinada hora do dia,
certamente conseqüência do controle do marcapasso circadiano.
Apesar da importância dos ritmos circadianos na dinâmica da
transmissão da doença, pouco se sabe sobre seu controle molecular em
insetos vetores. Neste trabalho descrevemos algumas propriedades do
relógio circadiano de L. longipalpis. Comparado a Drosophila
melanogaster, os genes period (per) e timeless (tim), dois elementos
negativos da retroalimentação negativa, apresentam padrão similar de
expressao de RNAm. Por outro lado, a expressão de Clock (Clk) e cycle
(cyc), dois elemetos positivos, diferem entre as duas espécies, sugerindo
que as diferenças de fase de suas expressões possam estar associadas
às diferenças observadas no ritmo de atividade circadiana. Além disso,
nós observamos uma redução da atividade locomotora após o repasto
sanguíneo, que é correlacionada com uma diminuição dos níveis de
expressão de per and tim.
Apesar de muitos aspectos do marcapasso molecular serem
conservados em animais, algumas diferencas entre L. longipalpis e D.
melanogaster sugeriram que o relógio circadiano de moscas de fruta
divergiu bastante durante a evolução. Por exemplo, enquanto em
moscas o domínio de transativação do elemento positivo reside em CLK,
em L. longipalpis e todos outros animais analisados até o momento ele
fica em CYC. Dessa forma, parece que durante o processo evolutivo
houve uma transferência funcional do domínio de transativação de CLK
para CYC na linhagem de Drosophila.
Para elucidar a evolução funcional do relógio circadiano de
Drosophila nós testamos a hipótese de que CLK e CYC tenham trocado o
domínio de transativação durante a evolução. Nossos estudos revelaram
que o relógio de Drosophila pode funcionar da mesma maneira que o de
mamíferos e que CRYPTOCHROME, além do seu papel bem descrito na
fotorecepção, pode ter tido um papel ancestral no mecanismo molecular
do marcapasso de Drosophila. / A diversity of organisms has circadian variations of behavior and
physiology that are controlled by an internal biological clock. The sand
fly
Lutzomyia
longipalpis
(Diptera:
Psychodidae)
is
a
crepuscular/nocturnal blood-sucking insect that is the main vector of
visceral leishmaniasis in the Americas. Blood feeding, which is critical
to disease transmission, is tightly adjusted to a specific time of day and
it is therefore certainly controlled by the circadian pacemaker.
Despite the importance of circadian rhythms in the dynamics of
disease transmission, very little is known about its molecular control in
insect vectors. In this work we describe some features of the circadian
clock of L. longipalpis. Compared to Drosophila melanogaster, sandfly
period (per) and timeless (tim), two negative elements of the feedback
loop, show similar peaks of mRNA abundance. On the other hand, the
expression of Clock (Clk) and cycle (cyc), two positive elements, differs
between the two species, raising the possibility that the different phases
of their expression could be associated with the observed differences in
circadian activity rhythms. In addition, we show a reduction in
locomotor activity after a blood meal, which is correlated with
downregulation of per and tim expression levels.
Although many aspects of the molecular pacemaker are
conserved in animals, some differences among L. longipalpis and D.
melanogaster suggested that the fruit fly circadian clock have strongly
diversified during the course of evolution. For example, while in flies the
transactivation domain of the positive element resides in CLK, in L.
longipalpis and all other animals analyzed so far it is in CYC. Therefore,
it seems that during the course of evolution a functional transference of
the transactivation domain from CYC to CLK occurred in the Drosophila
lineage.
To shed light into the functional evolution of the Drosophila
circadian clock we tested the hypothesis that CLK and CYC have
swapped the transactivation domain during the course of evolution.
Our studies revealed that Drosophila can sustain a mammalian-like
pacemaker and that CRYPTOCHROME, besides its well described role in
Drosophila photoreception, might have had an ancient role in the fruit
fly clockwork mechanism.
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Análise comparativa do teste imunocromatográfico DPP-Biomanguinhos com ELISA e RIFI no diagnóstico da leishmaniose visceral canina / Comparative analysis of DPP-Biomanguinhos immunoassay with ELISA and IFAT for the diagnosis of canine visceral leishmaniasisLeandro Junior, Marcos Vinicius de Santana 26 May 2014 (has links)
Com o objetivo de avaliar o desempenho do teste rápido DPP® LVC comparando com os testes de ELISA e RIFI (Bio-Manguinhos, Br), assim como ELISA e RIFI in-house, empregando como antígeno formas promastigotas de L. (L.) infantum chagasi, com ênfase a reatividade cruzada com outros agentes infecciosos, soros de cães infectados por L. (L.) infantum chagasi, clinicamente sintomáticos (n=48) e assintomáticos (n=39), assim como soros de cães sadios e não infectados (n=18), e soros de cães infectados por Babesia canis (n=9), Dirofilaria immitis (n=4), Trypanosoma cruzi (n=6), Ehrlichia canis (n=17), Neospora caninum (n=6), Toxoplasma gondii (n=9), Neospora/Toxoplasma coinfecção (n=4) e Toxocara canis (n=9) foram avaliados pelas diferentes técnicas de diagnóstico. DPP e ELISA in-house mostraram alta sensitividade (90.81% e 94.25%) e especificidade (95.06% e 97.53%), respectivamente para o diagnóstico de LVC sintomática e assintomática, mas apresentaram reação cruzada com Babesia canis, 44% para DPP e 22% para ELISA in-house. Os dois testes mostraram uma excelente concordância de resultados (kappa=0.9405, p < 0.0001). ELISA Bio-Manguinhos assim como o RIFI Bio-Manguinhos e RIFI in-house mostraram boa sensitividade (90.81%, 96.47% e 89.41%), mas baixa especificidade (77.78%, 69.14% e 65.82%), respectivamente; e mostraram reação cruzada com soros de animais infectados com Babesia canis, Dirofilaria immitis, Trypanosoma cruzi, Ehrlichia canis, Neospora caninum, Toxoplasma gondii. Os resultados mostraram que o DPP® CVL apresentou um bom desempenho para o diagnóstico da leishmaniose visceral canina sintomática e assintomática / In order to investigate the performance of the DPP® CVL rapid test comparing with ELISA and IFA (Bio-Manguinhos, Br), as well as ELISA and IFAT in house using L. (L.) infantum chagasi promastigotes as antigen with emphasis in the cross-reactivity with others infectious agents, sera from clinically symptomatic (n=48) and asymptomatic (n=39) L. (L.) infantum chagasi infected dogs, as well as from healthy non-infected (n=18) dogs and from Babesia canis (n=9), Dirofilaria immitis (n=4), Trypanosoma cruzi (n=6), Ehrlichia canis (n=17), Neospora caninum (n=6), Toxoplasma gondii (n=9), Neospora/Toxoplasma co-infection (n=4) and Toxocara canis (n=9) infected dogs were tested for different diagnosis techniques. DPP and ELISA in-house showed high sensitivity (90.81% and 94.25%) and specificity (95.06% and 97.53%), respectively for symptomatic and asymptomatic CVL diagnosis, but presented cross-reactivity with Babesia canis, 44% for DPP and 22% for ELISA in-house. Both test showed an excellent agreement (kappa=0.9405, p < 0.0001). ELISA Bio-Manguinhos as well as IFA Bio-Manguinhos and IFA in-house showed good sensitivity 90.81%, 96.47% and 89.41%) but low specificity (77.78%, 69.14% and 65.82%), respectively; and showed cross-reactivity with sera from animals infected with Babesia canis, Dirofilaria immitis, Trypanosoma cruzi, Ehrlichia canis, Neospora caninum, Toxoplasma gondii. The results showed that DPP® CVL had a good performance for the diagnosis of of both symptomatic and asymptomatic canine visceral leishmaniasis
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Análise comparativa do teste imunocromatográfico DPP-Biomanguinhos com ELISA e RIFI no diagnóstico da leishmaniose visceral canina / Comparative analysis of DPP-Biomanguinhos immunoassay with ELISA and IFAT for the diagnosis of canine visceral leishmaniasisMarcos Vinicius de Santana Leandro Junior 26 May 2014 (has links)
Com o objetivo de avaliar o desempenho do teste rápido DPP® LVC comparando com os testes de ELISA e RIFI (Bio-Manguinhos, Br), assim como ELISA e RIFI in-house, empregando como antígeno formas promastigotas de L. (L.) infantum chagasi, com ênfase a reatividade cruzada com outros agentes infecciosos, soros de cães infectados por L. (L.) infantum chagasi, clinicamente sintomáticos (n=48) e assintomáticos (n=39), assim como soros de cães sadios e não infectados (n=18), e soros de cães infectados por Babesia canis (n=9), Dirofilaria immitis (n=4), Trypanosoma cruzi (n=6), Ehrlichia canis (n=17), Neospora caninum (n=6), Toxoplasma gondii (n=9), Neospora/Toxoplasma coinfecção (n=4) e Toxocara canis (n=9) foram avaliados pelas diferentes técnicas de diagnóstico. DPP e ELISA in-house mostraram alta sensitividade (90.81% e 94.25%) e especificidade (95.06% e 97.53%), respectivamente para o diagnóstico de LVC sintomática e assintomática, mas apresentaram reação cruzada com Babesia canis, 44% para DPP e 22% para ELISA in-house. Os dois testes mostraram uma excelente concordância de resultados (kappa=0.9405, p < 0.0001). ELISA Bio-Manguinhos assim como o RIFI Bio-Manguinhos e RIFI in-house mostraram boa sensitividade (90.81%, 96.47% e 89.41%), mas baixa especificidade (77.78%, 69.14% e 65.82%), respectivamente; e mostraram reação cruzada com soros de animais infectados com Babesia canis, Dirofilaria immitis, Trypanosoma cruzi, Ehrlichia canis, Neospora caninum, Toxoplasma gondii. Os resultados mostraram que o DPP® CVL apresentou um bom desempenho para o diagnóstico da leishmaniose visceral canina sintomática e assintomática / In order to investigate the performance of the DPP® CVL rapid test comparing with ELISA and IFA (Bio-Manguinhos, Br), as well as ELISA and IFAT in house using L. (L.) infantum chagasi promastigotes as antigen with emphasis in the cross-reactivity with others infectious agents, sera from clinically symptomatic (n=48) and asymptomatic (n=39) L. (L.) infantum chagasi infected dogs, as well as from healthy non-infected (n=18) dogs and from Babesia canis (n=9), Dirofilaria immitis (n=4), Trypanosoma cruzi (n=6), Ehrlichia canis (n=17), Neospora caninum (n=6), Toxoplasma gondii (n=9), Neospora/Toxoplasma co-infection (n=4) and Toxocara canis (n=9) infected dogs were tested for different diagnosis techniques. DPP and ELISA in-house showed high sensitivity (90.81% and 94.25%) and specificity (95.06% and 97.53%), respectively for symptomatic and asymptomatic CVL diagnosis, but presented cross-reactivity with Babesia canis, 44% for DPP and 22% for ELISA in-house. Both test showed an excellent agreement (kappa=0.9405, p < 0.0001). ELISA Bio-Manguinhos as well as IFA Bio-Manguinhos and IFA in-house showed good sensitivity 90.81%, 96.47% and 89.41%) but low specificity (77.78%, 69.14% and 65.82%), respectively; and showed cross-reactivity with sera from animals infected with Babesia canis, Dirofilaria immitis, Trypanosoma cruzi, Ehrlichia canis, Neospora caninum, Toxoplasma gondii. The results showed that DPP® CVL had a good performance for the diagnosis of of both symptomatic and asymptomatic canine visceral leishmaniasis
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