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Malinche no espelho das traduções de Xicoténcatl (1826): [1999 – 2013] / Malinche’s mirror image on translations of the novel Xicotécatl (1826): [1999 – 2013] / Las imágenes de Malinche en el espejo de las traducciones de Xicoténcatl (1826): [1999 – 2013]

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Previous issue date: 2017-02-20 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES / This study shows the first literary portray of Malinche and makes a comparison between the original image in Xicoténcatl (1826) and those present in the only two known translations of the earliest Latin-American Historical Novel up to this moment: the American (1999) and the Brazilian one (2013). The Latin-American Historical Novel’s first manifestation and the Literary Translation Field limit this research. In the corpus, we look at the study of the portrayal of historical characters integrated in the narrative. Our aim is to study more specifically the fictional configuration of the historical character Malinche, who was first fictionalized in the anonymous novel of 1826. We pretend to verify if such images contributed or not to the reputation acquired by this Native American on the collective memory of the Mexican people. We take Malinche’s first image as the basis for this study, and make a comparison between the ones present in the above mentioned translations: in English by Guillermo Castillo-Feliú (1999), and, in Portuguese by Anthoni Cley Sobierai and Gilmei Francisco Fleck (2013). Thus we intend to show the first literary configuration given to this character that is also considered the Mexican nation’s symbolic mother. This first image given in Literature differs significantly from the one given to her by the Mexican Indigenous movement (MARTIN, 2007) of early 1900’s. The methodology used in the study counts with a bibliographic review on the Historical Novel – with focus on the Traditional Historical Novel genre, according to studies of Lukács (1966) Uslar Pietri (1990), Márquez Rodríguez (1996), Ureña (1994), Grillo (2004), Fleck (2005, 2008, 2014a). This is to analyze Malinche’s images integrated in the anonymous novel’s outcome context, corpus of the research. In these terms, we present our considerations about the relations between Literature, History and Memory, according to Ricoeur (2014), Candau (2016), Albuquerque and Fleck (2015) and their effects in the Historical Novel from the readings of Xicoténcatl and its translations. Therefore, we isolated the existing images of Malinche in the original. Thus, we bring together 15 emblematic excerpts in which this character is mentioned in the narrative. These passages are analyzed, also, under the perspective of the Translation Theory, in which we call the attention to studies by Rodrigues (1999), Pagano (2000), Bassnett (2003) and Arrojo (2007), in order to compare if the essence of the first literary configuration given to the fictional character of Malinche in Xicoténcatl (1826) appears in its two translations known up to the moment, and if the relations between these images mirrored by its translations corroborate with Historiography, according to Castro Leal (1964), Herren (1993), Grillo (2011), Pulido Herráez (2011), and the Mexican collective imagination, according to researches of Karttunen (1997), González (2002), Townsend (2006), Martin (2007) and Wood (2007). / Esta pesquisa apresenta um estudo da primeira imagem literária de Malinche e compara essa configuração, efetuada na obra Xicoténcatl (1826), com aquelas presentes nas duas versões que o romance histórico latino-americano inaugural possui até o momento: a estadunidense (1999) e a brasileira (2013). O tema encontra-se, pois, circunscrito aos estudos do romance histórico latino-americano em sua primeira manifestação e ao campo da tradução literária. Neste corpus, voltamo-nos ao estudo da configuração de personagens históricas inseridas na narrativa romanesca. Mais especificamente, objetivamos analisar as configurações da personagem histórica Malinche, ficcionalizada pela primeira vez no romance anônimo de 1826, a fim de verificar se essas imagens contribuíram ou não para a reputação que tal autóctone adquiriu na memória coletiva do povo mexicano. Ao tomarmos como base essas primeiras imagens de Malinche, buscamos compará-las também com aquelas resultantes nas duas únicas versões da obra a outros idiomas: para o inglês, feita por Guillermo Castillo-Feliú (1999), e para o português, por Anthoni Cley Sobierai e Gilmei Francisco Fleck (2013). Buscamos, assim, mostrar a configuração inicial dada na literatura a essa personagem considerada a mãe simbólica da pátria mexicana – uma imagem que destoa profundamente daquela que lhe é conferida pelo movimento indigenista mexicano, no início do século XX, conforme os estudos de Martin (2007). A metodologia aplicada ao estudo proposto inicia-se por uma revisão bibliográfica sobre o romance histórico – com foco teórico na modalidade do romance histórico tradicional, de acordo com os estudos de Lukács (1966), Uslar Pietri (1990), Márquez Rodríguez (1996), Ureña (1994), Grillo (2004), Fleck (2005, 2008, 2014a) – para efetuar uma análise das imagens de Malinche, inseridas no contexto de produção do romance anônimo, corpus dessa pesquisa. Nesse sentido, apresentamos reflexões sobre as relações entre literatura, história e memória, ancorados nos pressupostos de Ricoeur (2014), Candau (2016), Albuquerque e Fleck (2015) e sua materialização no romance histórico a partir das leituras elencadas de Xicoténcatl e suas respectivas traduções. Para tanto, isolamos as imagens de Malinche presentes no romance original e, desse modo, separamos 15 trechos representativos nos quais ela é mencionada. Esses fragmentos do romance são estudados, também, sob a perspectiva da teoria de tradução, âmbito no qual destacamos os estudos de Rodrigues (1999), Pagano (2000), Bassnett (2003) e Arrojo (2007), a fim de comparar se a essência primeira da configuração literária da personagem Malinche, dada em Xicoténcatl (1826), estende-se às duas versões que o romance possui até o momento e a relação dessas imagens espelhadas pela tradução com as existentes na historiografia, segundo Castro Leal (1964), Herren (1993), Grillo (2011), Pulido Herráez (2011) e no imaginário coletivo mexicano, de acordo com os estudos de Karttunen (1997), González (2002), Townsend (2006), Martin (2007) e Wood (2007).

Identiferoai:union.ndltd.org:IBICT/oai:tede.unioeste.br:tede/3452
Date20 February 2017
CreatorsDel Pozo González, Leila Shaí
ContributorsFleck, Gilmei Francisco, Seide, Márcia Sipavicius, Botoso, Altamir
PublisherUniversidade Estadual do Oeste do Paraná, Cascavel, 6588633818200016417, 500, Programa de Pós-Graduação em Letras, UNIOESTE, Brasil, Centro de Educação, Comunicação e Artes
Source SetsIBICT Brazilian ETDs
LanguagePortuguese
Detected LanguagePortuguese
Typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion, info:eu-repo/semantics/masterThesis
Formatapplication/pdf
Sourcereponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do UNIOESTE, instname:Universidade Estadual do Oeste do Paraná, instacron:UNIOESTE
Rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/, info:eu-repo/semantics/openAccess
Relation8447345070736321569, 600, 600, 600, 600, 6678066452762177366, -341977223020123161, 2075167498588264571

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