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[en] IS SECRECY STILL THE SOUL OF BUSINESS?: A DISCOURSE ANALYSIS OF NATIONAL INTELLIGENCE SERVICES' HOME PAGES / [pt] O SEGREDO AINDA É A ALMA DO NEGÓCIO?: UMA ANÁLISE DO DISCURSO DE HOME PAGES DE SERVIÇOS NACIONAIS DE INTELIGÊNCIASANDRA MARA SANTA BARBA MIRANDA 01 March 2007 (has links)
[pt] Os serviços nacionais de inteligência são instituições que,
tradicionalmente, têm se fechado ao escrutínio público e
cujas atividades são
cercadas por certo mistério. Este trabalho investiga a
página inicial (home page)
na internet de três serviços nacionais de inteligência: o
turco, o italiano e o
australiano. A análise das páginas discute o discurso
institucional dos serviços em
duas esferas: a verbal e a visual. A análise verbal
focaliza a declaração de
missão/lema dessas instituições e a análise visual
contempla as imagens e o layout
das páginas como um todo. Como suporte teórico para a
análise verbal, utiliza-se
a gramática funcional de Halliday (1994). Já a análise
visual se fundamenta na
teoria da multimodalidade de Kress e van Leeuwen (1996). O
estudo sugere que,
embora a presença dos serviços nacionais de inteligência
na internet possa
parecer, à primeira vista, uma mudança de postura de
relacionamento para com o
público em geral, muito pouco é dito acerca de princípios,
objetivos específicos
ou métodos de atuação pelos quais se pautam essas
instituições. / [en] National intelligence services are institutions which have
traditionally
avoided public scrutiny and whose activities have been
clothed in some mistery.
This study investigates the home page of three national
intelligence services: the
Turkish, the Italian and the Australian. The analysis
examines two aspects of the
institutional discourse of the services: the verbal and
the visual. The verbal
analysis centers on the institutional mission
statement/motto and the visual
analysis focuses on images and layout of the pages as a
whole. The verbal
analysis is based on Halliday's functional grammar (1994)
and critical discourse
analysis. The verbal analysis draws on Kress and van
Leeuwen's theory of
multimodality (1996). The results suggest that, although
the presence of national
intelligence services on the internet may seem to be a
step forward toward a more
transparent relationship with the general public, very
little is actually said about
specific principles, objectives and modus operandi these
institutions guide
themselves.
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[en] CONVERSATIONAL STYLE IN FAMILY THERAPY / [pt] ESTILO CONVERSACIONAL NA TERAPIA DE FAMÍLIATHIAGO ANDRADE PINTO HIME 09 July 2003 (has links)
[pt] O estudo focaliza os estilos conversacionais emergentes da
interação entre terapeutas e clientes no contexto de uma
primeira sessão de terapia de família a partir de uma
perspectiva teórica de integração entre as ordens
institucionais e interacionais do discurso.
A partir da análise dos dados, percebemos que a sessão de
terapia apresenta uma configuração discursiva híbrida,
demonstrando características de discurso institucional e de
conversa espontânea, evidenciadas pela natureza do piso
conversacional - ora configurando-se como típico da fala do
especialista, ora apresentando-se colaborativo,
característico de uma fala mais livre - observado no
decorrer da interação entre terapeutas e clientes.
Argumentamos, então, ao articular os conceitos de ordem
institucional e ordem interacional, que essas instâncias de
fala-em-interação com características de conversa cotidiana
são contextualmente relevantes para a realização do mandato
institucional peculiar à terapia de família e não desvios
da organização institucional. / [en] This study focuses on the emergent conversational styles in
the interaction between therapists and clients in a context
of a first session of family therapy from a theoretical
point-of-view which aims at integrating the institutional
and interactional orders of discourse.
It was possible to observe that the therapy session
presents a hybrid discursive configuration, displaying the
characteristics from both institutional and ordinary talk,
which is evidenced by the nature of the conversational
floor - at times configuring itself as expert talk, at
times structuring itself as spontaneous talk -observed
throughout the interaction between therapists and clients.
Therefore, by articulating the concepts of institutional
order and interactional order, we argue that these
instances of talk-in-interaction, characterized as ordinary
talk, are contextually relevant for the accomplishment of
the institutional mandate peculiar to family therapy and
not deviations from the institutional organization.
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