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Suplementação com Pfaffia glomerata(Sprengel) Pedersen e parâmetros androgênico-anabólicos em ratos machos em declínio reprodutivo

Fernandes, Ney Felipe 06 August 2013 (has links)
Resumo: A utilização de plantas medicinais visando atenuar o comprometimento da androgênese masculina faz parte da medicina tradicional e pode substituir as terapias com hormônios sintéticos. .A literatura já dispõe de estudos, tanto em modelo animal quanto humanos, demonstrando que determinadas drogas vegetais podem elevar os níveis de testosterona. O presente estudo avaliou os efeitos (anti) androgênicos e anabólicos da suplementação com o extrato de Pfaffia glomerata em ratos machos intactos e castrados. No experimento crônico, os animais intactos com oito meses de idade receberam três doses diferentes do extrato seco da planta: 8,5mg/kg, 30mg/kg e 85 mg/kg - além do grupo controle tratado com veículo (água destilada). Ao final do experimento foram avaliados parâmetros específicos do sistema reprodutivo masculino: peso de órgãos sexuais, androgênios fecais, testosterona plasmática, produção espermática diária e histologia testicular. Para identificar um possível efeito anabólico foi realizada histologia músculo-esquelética. Adicionalmente, foi realizado o teste de Hershberger com animais de 90 dias, visando identificar uma resposta (anti) androgênica direta do extrato. Ao final do experimento, não foram observadas diferenças significativas nos pesos dos órgãos andrógeno-dependentes (próstata, vesícula seminal, epidídimos, testículos, rins, fígado e músculo levantador do ânus), os níveis de androgênios fecais e séricos não diferiram significativamente entre os grupos (P>0,05). Após a análise de 20 túbulos e 100 fibras musculares por animal, tanto a histologia testicular quanto a músculo-esquelética não revelaram diferenças no diâmetro dos túbulos seminíferos entre os grupos (P = 0,96) e na área total das fibras musculares do músculo sóleo de pata direita dos animais (P = 0,44). Os resultados do teste de Hershberger indicam que a suplementação com o extrato de Pfaffia glomerata não possui efeito androgênico ou anti-androgênico no teste de Hershberger com animais in vivo. Desta forma, esses achados demonstram que o extrato de Pfaffia glomerata não apresenta efeitos estimulantes androgênicos e/ou anabólico muscular, nem tem ações androgênicas e/ou anti-androgênicas diretas.
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Avaliação da função endotelial e associação com androgênios endógenos em pacientes pós-menopáusicas

Maturana, Maria Augusta January 2006 (has links)
Resumo não disponível.
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Impacto do uso de análogos de GnRH sobre o tecido e metabolismo ósseo de pacientes endometríoticas / Analogous impact of the use of de gnrh on the fabric and metabolism ósseos of patients endometrióticas

Aquino, Danyelle Craveiro de January 2005 (has links)
AQUINO, Danyelle Craveiro de. Impacto do uso de análogos de GnRH sobre o tecido e metabolismo ósseos de pacientes endometrióticas. 2005. 131 f. Dissertação (Mestrado em Tocoginecologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2005. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-10-22T12:08:09Z No. of bitstreams: 1 2005_dis_dcaquino.pdf: 1654445 bytes, checksum: 420d3fbdcd6bb0ee9fca232d32a118a4 (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes(erikaleitefernandes@gmail.com) on 2012-10-22T12:10:34Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2005_dis_dcaquino.pdf: 1654445 bytes, checksum: 420d3fbdcd6bb0ee9fca232d32a118a4 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-10-22T12:10:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2005_dis_dcaquino.pdf: 1654445 bytes, checksum: 420d3fbdcd6bb0ee9fca232d32a118a4 (MD5) Previous issue date: 2005 / This research had as an objective of evaluate endometriotic women treated with GnRH analogues by investigating their bone turnover and bone structure using serum bone turnover markers and calcaneous ultrasonometry, respectively. This is a transversal, observational, prospective case–control study. It was developed at Maternidade-Escola Assis Chateaubriand (MEAC) – UFC. Ninety nine women, divided into three groups were analyzed. Thirty two endometriotic women were treated with goserelin 3,6mg SC 28/28d (4 doses) – Endometriotic group. Their disease had been confirmed by surgery. The second group had twenty five non endometriotic women and having menses (control group). The third group had 42 not endometriotic menopausal women, they were at menopause at least for 2 years. The latest two groups were not taking any treatment. The Achilles device from Lunar, had being used to analyse the bone structure through calcaneous ultrasonometry. We calculated the “stiffness” value for each group (a combination of sound velocity and ultrasonographic attenuation), and we also analysed the values of magnesium, phosphate, urea, creatinine, serum calcium, alkaline phosphatase (ALP), parathyroid hormone (PTH), cortisol, hydroxyproline, urinary calcium, urinary calcium/creatinine, and hydroxyproline/creatinine. The endometriotic group was evaluated only after the treatment. The statistical analysis had being done by SPSS program for Windows version 11.0.0. The values of ALP, urinary calcium and urinary calcium/creatinine were similar to endometriotic group (40.8±7.7U/mL; 47.15±10.8mmol/L; and 78.76±23.0, respectively) and to menopausal group (38.65±5.1U/mL; 36.8±4.3mmol/L; and 55.21±8.21, respectively) although significantly higher than control group (28.5±2.54U/mL; 26.4±3.4mmol/L; and 39.52±7.7, respectively). The values of PTH from endometriotic group (23.99±3.35nmol/L) were similar to control group (29.15±4.09nmol/L), and both were significantly lower than menopausal one (41.14±3.7nmol/L). The other values were equal between groups. At the evaluation of bone “stiffness” the values were similar between endometriotic (88.16±2.86) and menopausal groups (83.70±1.8), and both were significantly lower than control group (97.02±1.46). Concluding the endometriotic women who received treatment with goserelin showed an intense bone metabolism and a bone deficit at calcaneous ultrasonometry almost like women at post-menopausal at least two years. Therefore, we can not affirm if these alterations were caused exclusively by the GnRH-analogue therapy or were influenciated by endometriosis itself. We suggest that endometriosis and treatment with GnRH analogues might be considered as risks factors for the development of osteoporosis, principally if they are associated with chronic corticoid treatment at any point in a lifetime. / Este trabalho tem por objetivo avaliar mulheres portadoras de endometriose em uso de análogos de GnRH investigando o metabolismo ósseo e massa óssea através da dosagem de marcadores séricos e realização de ultra-sonometria do calcâneo, respectivamente. Trata-se de estudo observacional transversal tipo caso – controle prospectivo. Foi desenvolvido na Maternidade-Escola Assis Chateaubriand (MEAC) – UFC. Foram avaliadas 99 mulheres, divididas em 3 grupos, sendo 32 portadoras de endometriose diagnosticada cirurgicamente e tratadas com goserelina 3,6mg SC a cada 28 dias (4 doses) – grupo endometriótico. O segundo grupo foi composto de 25 mulheres não endometrióticas e no menacme (controle negativo). O terceiro grupo foi composto de 42 mulheres não endometrióticas e menopausadas por no mínimo dois anos, os dois últimos grupos sem uso de medicações. Foi realizada avaliação óssea através da ultra-sonometria do calcâneo com o aparelho Achilles, da Lunar®, sendo determinado o “stiffness” de cada grupo (uma combinação de velocidade do som e grau de atenuação ultra-sonográfica), juntamente com as dosagens séricas de magnésio, fosfato, uréia, creatinina, cálcio, fosfatase alcalina (FA), PTH, cortisol e hidroxiprolina, além das dosagens de cálcio urinário, cálcio urinário/creatinina, e hidroxiprolina/creatinina. O grupo endometriótico somente foi submetido a esta avaliação após o uso da medicação. A análise estatística foi realizada pelo programa SPSS for Windows 11.0.0. As dosagens de FA, cálcio urinário e cálcio urinário/creatinina foram semelhantes no grupo endometriótico (40,8±7,7U/mL; 47,15±10,8mmol/L; e 78,76±23,0, respectivamente) e no grupo menopausado (38,65±5,1U/mL; 36,8±4,3mmol/L; e 55,21±8,21, respectivamente) além de significativamente superiores aos do grupo no menacme (28,5±2,54U/mL; 26,4±3,4mmol/L; e 39,52±7,7, respectivamente). As dosagens de PTH do grupo endometriótico (23,99±3,35nmol/L) foram semelhantes as das mulheres no menacme (29,15±4,09nmol/L), ambas sendo significativamente menores que as mulheres menopausadas (41,14±3,7nmol/L). As demais análises foram semelhantes entre os grupos. Na avaliação óssea o “stiffness” foi similar entre o grupo endometriótico (88,16±2,86) e as mulheres menopausadas (83,70±1,8), sendo ambos significativamente inferiores às mulheres no menacme (97,02±1,46). Conclui-se que as portadoras de endometriose após tratamento com goserelina apresentaram intenso metabolismo ósseo e piora no padrão do tecido ósseo avaliada pela ultra-sonometria do calcâneo aproximando-se do quadro encontrado em mulheres menopausadas há pelo menos dois anos. Não se pode afirmar, no entanto, se tais alterações são devidas exclusivamente ao uso do análogo do GnRH ou somam-se à própria manifestação da endometriose. Sugere-se que a endometriose e o uso de análogos do GnRH sejam considerados como fatores de risco para o desenvolvimento de osteoporose, principalmente se associados a uma história de uso crônico de corticóides a qualquer época da vida.
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Avaliação da função endotelial e associação com androgênios endógenos em pacientes pós-menopáusicas

Maturana, Maria Augusta January 2006 (has links)
Resumo não disponível.
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Avaliação da função endotelial e associação com androgênios endógenos em pacientes pós-menopáusicas

Maturana, Maria Augusta January 2006 (has links)
Resumo não disponível.
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Polimorfismo CAG do gene do receptor de androgênios e risco de câncer de próstata : análise de uma amostra da população brasileira

Silva Neto, Brasil January 2005 (has links)
Introdução: O câncer de próstata (CaP) é uma neoplasia muito freqüente entre os homens em todo o mundo. No Brasil, o estado do Rio Grande do Sul possui uma alta incidência desta neoplasia. A idade, história familiar, diferenças étnicas, exposição aos androgênios e fatores relacionados à dieta constituem-se em fatores de risco para o CaP. O câncer de próstata hereditário está ligado a genes de alta concordância entre os familiares afetados, porém de baixa freqüência na população. A busca por genes que influenciam a carcinogênese prostática e que estejam presentes com maior freqüência na população poderá ajudar na identificação de pacientes com maior chance de desenvolver a neoplasia. Os polimorfismos são variações alélicas de um mesmo gene, resultando em diferenças significativas na expressão de proteínas em diferentes indivíduos. O gene do receptor de androgênios (RA) possui variantes polimórficas localizadas no exon 1. O número de repetições CAG nesta região está inversamente associada a atividade transcricional do receptor de androgênios e com um maior risco de CaP. Objetivos: Verificar a associação entre o número de repetições do polimorfismo CAG do gene do receptor de androgênios e o risco de CaP em uma amostra da população brasileira. Pacientes e métodos: Foram avaliados 50 pacientes com câncer de próstata e 77 controles. Foi realizada a extração do DNA por sangue periférico e a região do gene do RA foi amplificada por reação em cadeia da polimerase (PCR). O produto da PCR foi analisado no seqüenciador ABI3100 Avant e a seqüência do polimorfismo analisada pelo software Genemapper. A análise estatística foi feita através do teste t para amostras independentes, teste de qui-quadrado e análise de regressão linear múltipla. Para variáveis sem distribuição normal foi utilizado o teste U de Wilcoxon-Mann-Whitney. Resultados: A média de repetições CAG foi de 21,58±3,32 nos pacientes e 22,19±3,09 no grupo controle (p=0,28). Variáveis clínicas e anátomo-patológicas também não se correlacionaram com o polimorfismo. A testosterona sérica diferiu significativamente entre os grupos (p<0,001). Conclusão: Estes resultados sugerem que não há correlação entre o número de repetições CAG e o risco de CaP na amostra estudada. Outros fatores, tais como idade de diagnóstico e estadiamento do tumor também não estiveram associados com o polimorfismo no presente estudo. A variação da testosterona sérica precisa ser melhor avaliada em estudos específicos. / Background: Prostate cancer (PCa) is very frequent among men worldwide. In Brazil, Rio Grande do Sul state has one of the greatest incidence of this neoplasia. Age, family history, ethnicity, androgens and diet factors are involved in a higher risk for Pca. Hereditary prostate cancer is linked to high penetrance and low frequency genes in general population. Looking for genetic alterations with higher frequency among individuals could help identify patients under risk of developing PCa. Polymorphisms are allelic variations of a single gene, resulting in significant diferences in proteins expression. The androgen receptor (AR) has polymorphic forms located on exon 1. The CAG repeat length in this region is inversely associated with the AR transcriptional activity and with a higher risk of PCa. Objectives: To verify the association between CAG repeat length and PCa risk in a sample of the Brazilian population. Patients and Methods: We included 50 PCa patients and 77 controls. DNA was extracted from peripheral leucocytes and the AR gene was amplified by PCR. PCR product was analysed with ABI 3100 avant sequencer and Genemapper software. Statistical methods were Student T test, Qui-square test and Linear Regression analysis. For variables without normal distribution, it was used the Wilcoxon-Mann- Whitney U test. Results: CAG mean length was 21,58±3,32 in cases and 22,19±3,09 in control group (p=0,28). Clinical and pathological variables did not correlated with CAG polymorphisms either. Serum total testosterone differed significantly between groups (p<0,001). Conclusion: Our results suggest that there is no correlation between the androgen receptor CAG repeat length and prostate cancer. Other factors, such as age of diagnosis and tumor stage are not associated with this polymorphism in this study. Serum total testosterone variation needs to be better explained in further reports.
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Efeitos cistométricos da castração hormonal e administração diária de tadalafila em camundongos com hiperatividade detrusora induzida pela deficiência crônica de óxido nítrico / Cistométricos effects of hormonal castration and daily administration of tadalafil in mice with overactive detrusora induced by chronic deficiency of nitric oxide

Carvalho, Raphael Farias de January 2015 (has links)
CARVALHO, Raphael Farias de. Efeitos cistométricos da castração hormonal e administração diária de tadalafila em camundongos com hiperatividade detrusora induzida pela deficiência crônica de óxido nítrico. 2015. 49 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2015. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2016-03-15T13:32:43Z No. of bitstreams: 1 2015_dis_rfcarvalho.pdf: 1061042 bytes, checksum: 5eba89dfef511fec69ce8e8878c6f79e (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2016-03-15T13:50:35Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_dis_rfcarvalho.pdf: 1061042 bytes, checksum: 5eba89dfef511fec69ce8e8878c6f79e (MD5) / Made available in DSpace on 2016-03-15T13:50:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_dis_rfcarvalho.pdf: 1061042 bytes, checksum: 5eba89dfef511fec69ce8e8878c6f79e (MD5) Previous issue date: 2015 / Lower Urinary Tract Symptoms (LUTS) represents one of the most commonly complaints in male. Several voiding disorders can be involved in the pathogenesis of LUTS. Hipogonadism is a common and underdiagnosed disease in the aging male, usually presenting simultaneously with LUTS. The objective of this study was to evaluate the cystometric effects of chronic tadalafil administration in castrated mice with nitric oxide cronic deficiency. The results of tadalafil administration were compared in castrated mice (hypogonadics) and after testosterone replacement (eugonadics). A total of 42 mice were randomized to six groups. Group 1 (L-NAME): L-name (60mg/kg), which is an oxide-nitric sintethase inhibitor, was administrated in drinking water. Group 2 (DTAD): L-name (60mg/kg) + diluent of tadalafil (mannitol and xantane gum). Group 3 (TAD): L-name + daily tadalafil (4mg/kg). Group 4 (ORQ): L-name + orchiectomy. Group 5(ORQ+TAD): L-name + orchiectomy + tadalafil. Group 6 (TEST): L-name + ORQ + TAD + testosterone undecanoate SC single dose (100mg/kg). During cystometry after thirty days, five parameters were measured: number of non-voiding contractions before first micturition (NVC) and micturition frequency (FM). Threshold pressure (TP) and basal pressure (BP) were expressed as mmHg, volume threshold (VT) was expressed as mL. Statistical analysis were held with GraphPad Prism®, using analysis of variance (ANOVA) and Tukey’s tests. Normality distribution was held with Kolmogorov-smirnov test. Level of significance was 5% (P<0.05). Mean and standard desviation (SD) were analysed. TAD (1.28±1.89), ORQ(0.16±0.40), and TEST (1.14±1.21) Groups had lower number of NVC compared to L-name (5.42±4.11) Group; ORQ + TAD(1,5±1,64) and ORQ had similar NVC (F=4,24, p=0,0042). Frequency of micturition: TAD (1.12±0.38) and ORQ (0.60±0.23) Groups had lower FM compared to L-name Group (2.27±0.68); ORQ + TAD (0.75±0.28) and ORQ (0.60±0.23) had similar FM; TEST Group (2,74±0,56) had higher FM compared to ORQ, TAD e ORQ + TAD Groups (F=28,82, p<0,0001). Threshold pressure: TAD (27.57±7.41) and ORQ (27±5.51) Groups had lower TP compared to L-name (41.43±10.86); ORQ + TAD (32.17±7.27) and ORQ (27±5.51) had similar TP; TEST (42.14±6.09) had higher TP compared to ORQ (27±5.51) and TAD (27.57±7.41) Groups (F=5,78, p=0,0006). Basal pressure: TAD (18.71±3.94) and ORQ (13±10.94) Groups had lower BP compared to L-name (31.14±4.56); ORQ(13±10.94) and ORQ+TAD (19.83±3.25) had similar BP; TEST(28±5.83) had higher BP compared to ORQ (F=5,72, p=0,0006). There were no statistical diferences in volume threshold between groups. There were no diferences between DTAD and L-name in any parameter. In conclusion, Tadalafil and castration were equally effective reducing detrusor overactivity and relaxing urethra in mice with nitric oxide chronic deficiency. Co-treatment of testosterone with tadalafil to castrated rats improves frequency of micturition, basal pressure and threshold pressure when compared to castration alone, suggesting an androgen-dependent alternative pathway in smooth muscle contraction e relaxation. / Sintomas do trato urinário inferior (STUI) representam uma das queixas mais comuns em homens. Diferentes distúrbios da micção podem resultar em STUI. Hipogonadismo é uma doença comum e subdiagnosticada no idoso, podendo estar associado a STUI. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da administração crônica da Tadalafila em camundongos hipogonádicos com deficiência crônica de óxido nítrico através de estudo cistométrico in vivo. Para tanto, foi comparado a resposta da Tadalafila em animais castrados (hipogonádicos) e após reposição de testosterona (normogonádicos). Um total de quarenta e dois camundongos foram randomizados em seis grupos. Grupo 1(L-NAME): L-NAME (60mg/kg), que é um inibidor da síntese da óxido-nítrico sintase, foi administrado em água de beber. Grupo 2 (DTAD): L-NAME (60mg/kg) + diluente da Tadalafila (goma xantana e manitol). Grupo 3 (TAD): L-NAME (60mg/kg) + Tadalafila diário (4mg/kg). Grupo 4 (ORQ): L-NAME (60mg/kg) + orquiectomia. Grupo 5 (ORQ + TAD): L-NAME (60mg/kg) + orquiectomia + Tadalafila (4mg/kg). Grupo 6 (TEST): L-NAME (60mg/kg) + orquiectomia + Tadalafila (4mg/kg) + Undecilato de Testosterona SC (100mg/kg) em dose única. Após trinta dias, todos os animais foram submetidos a cistometria. Foram avaliados o número de contrações não-miccionais antes da primeira micção (NVC) e a frequência de micção (FM). Limiar de pressão (LP) e pressão basal (PB) foram medidos em mmHg, limiar de volume (LV) em ml. A avaliação estatística foi realizada com o software GraphPad Prism®, utilizando análise de variância (ANOVA) e teste de Tukey. A distribuição de normalidade foi avaliada pelo teste de Kolmogorov-Smirnov. Nível de significância utilizado foi de 5% (p<0,05). A média e o desvio-padrão (DP) foram mensurados. Os Grupos TAD (1.28±1.89), ORQ (0.16±0.40) e TEST (1.14±1.21) tiveram menor número de NVC comparados ao Grupo L-NAME (5.42±4.11); o Grupo ORQ + TAD (1.5±1.64) e ORQ (0.16±0.40) foram semelhantes neste parâmetro (F=4.24, p=0,0042). Com relação à frequência miccional, os Grupos TAD (1.12±0.38) e ORQ (0.60±0.23) tiveram menores médias que o Grupo L-NAME (2.27±0.68); os Grupos ORQ + TAD (0.75±0.28) e ORQ (0.60±0.23) tiveram FM semelhantes; o Grupo TEST (2.74±0.56) teve FM superior aos Grupos ORQ, TAD e ORQ + TAD (F=28.82, p<0.0001). Ao avaliar limiar de pressão, os Grupos TAD (27.57±7.41) e ORQ (27±5.51) tiveram médias inferiores ao Grupo L-NAME (41.43±10.86); ORQ + TAD (32.17±7.27) e ORQ (27±5.51) foram semelhantes entre si; o Grupo TEST (42.14±6.09) teve LP superior a ORQ (27±5.51) e TAD (F=5.78, p=0.0006). No que se refere à pressão basal, os Grupos TAD (18.71±3.94) e ORQ (13±10.94) tiveram médias inferiores ao L-NAME (31.14±4.56); ORQ(13±10.94) e ORQ+TAD (19.83±3.25) foram similares entre si; o Grupo TEST(28±5.83) teve média da PB superior ao ORQ (F=5,72, p=0,0006). Não houve diferença estatística entre os grupos com relação ao limiar de volume. Os Grupos DTAD e L-NAME foram semelhantes em todos os parâmetros. Em conclusão, a Tadalafila e a castração foram igualmente efetivos em reduzir a hiperatividade detrusora e relaxar a uretra em camundongos com deficiência crônica de óxido nítrico. A administração de testosterona e Tadalafila de forma combinada para camundongos castrados com deficiência crônica de óxido nítrico aumenta a frequência de micção, pressão basal e limiar de pressão em relação à castração isolada, sugerindo uma via alternativa andrógeno-dependente relacionada com contração e relaxamento do músculo liso.
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Polimorfismo CAG do gene do receptor de androgênios e risco de câncer de próstata : análise de uma amostra da população brasileira

Silva Neto, Brasil January 2005 (has links)
Introdução: O câncer de próstata (CaP) é uma neoplasia muito freqüente entre os homens em todo o mundo. No Brasil, o estado do Rio Grande do Sul possui uma alta incidência desta neoplasia. A idade, história familiar, diferenças étnicas, exposição aos androgênios e fatores relacionados à dieta constituem-se em fatores de risco para o CaP. O câncer de próstata hereditário está ligado a genes de alta concordância entre os familiares afetados, porém de baixa freqüência na população. A busca por genes que influenciam a carcinogênese prostática e que estejam presentes com maior freqüência na população poderá ajudar na identificação de pacientes com maior chance de desenvolver a neoplasia. Os polimorfismos são variações alélicas de um mesmo gene, resultando em diferenças significativas na expressão de proteínas em diferentes indivíduos. O gene do receptor de androgênios (RA) possui variantes polimórficas localizadas no exon 1. O número de repetições CAG nesta região está inversamente associada a atividade transcricional do receptor de androgênios e com um maior risco de CaP. Objetivos: Verificar a associação entre o número de repetições do polimorfismo CAG do gene do receptor de androgênios e o risco de CaP em uma amostra da população brasileira. Pacientes e métodos: Foram avaliados 50 pacientes com câncer de próstata e 77 controles. Foi realizada a extração do DNA por sangue periférico e a região do gene do RA foi amplificada por reação em cadeia da polimerase (PCR). O produto da PCR foi analisado no seqüenciador ABI3100 Avant e a seqüência do polimorfismo analisada pelo software Genemapper. A análise estatística foi feita através do teste t para amostras independentes, teste de qui-quadrado e análise de regressão linear múltipla. Para variáveis sem distribuição normal foi utilizado o teste U de Wilcoxon-Mann-Whitney. Resultados: A média de repetições CAG foi de 21,58±3,32 nos pacientes e 22,19±3,09 no grupo controle (p=0,28). Variáveis clínicas e anátomo-patológicas também não se correlacionaram com o polimorfismo. A testosterona sérica diferiu significativamente entre os grupos (p<0,001). Conclusão: Estes resultados sugerem que não há correlação entre o número de repetições CAG e o risco de CaP na amostra estudada. Outros fatores, tais como idade de diagnóstico e estadiamento do tumor também não estiveram associados com o polimorfismo no presente estudo. A variação da testosterona sérica precisa ser melhor avaliada em estudos específicos. / Background: Prostate cancer (PCa) is very frequent among men worldwide. In Brazil, Rio Grande do Sul state has one of the greatest incidence of this neoplasia. Age, family history, ethnicity, androgens and diet factors are involved in a higher risk for Pca. Hereditary prostate cancer is linked to high penetrance and low frequency genes in general population. Looking for genetic alterations with higher frequency among individuals could help identify patients under risk of developing PCa. Polymorphisms are allelic variations of a single gene, resulting in significant diferences in proteins expression. The androgen receptor (AR) has polymorphic forms located on exon 1. The CAG repeat length in this region is inversely associated with the AR transcriptional activity and with a higher risk of PCa. Objectives: To verify the association between CAG repeat length and PCa risk in a sample of the Brazilian population. Patients and Methods: We included 50 PCa patients and 77 controls. DNA was extracted from peripheral leucocytes and the AR gene was amplified by PCR. PCR product was analysed with ABI 3100 avant sequencer and Genemapper software. Statistical methods were Student T test, Qui-square test and Linear Regression analysis. For variables without normal distribution, it was used the Wilcoxon-Mann- Whitney U test. Results: CAG mean length was 21,58±3,32 in cases and 22,19±3,09 in control group (p=0,28). Clinical and pathological variables did not correlated with CAG polymorphisms either. Serum total testosterone differed significantly between groups (p<0,001). Conclusion: Our results suggest that there is no correlation between the androgen receptor CAG repeat length and prostate cancer. Other factors, such as age of diagnosis and tumor stage are not associated with this polymorphism in this study. Serum total testosterone variation needs to be better explained in further reports.
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Polimorfismo CAG do gene do receptor de androgênios e risco de câncer de próstata : análise de uma amostra da população brasileira

Silva Neto, Brasil January 2005 (has links)
Introdução: O câncer de próstata (CaP) é uma neoplasia muito freqüente entre os homens em todo o mundo. No Brasil, o estado do Rio Grande do Sul possui uma alta incidência desta neoplasia. A idade, história familiar, diferenças étnicas, exposição aos androgênios e fatores relacionados à dieta constituem-se em fatores de risco para o CaP. O câncer de próstata hereditário está ligado a genes de alta concordância entre os familiares afetados, porém de baixa freqüência na população. A busca por genes que influenciam a carcinogênese prostática e que estejam presentes com maior freqüência na população poderá ajudar na identificação de pacientes com maior chance de desenvolver a neoplasia. Os polimorfismos são variações alélicas de um mesmo gene, resultando em diferenças significativas na expressão de proteínas em diferentes indivíduos. O gene do receptor de androgênios (RA) possui variantes polimórficas localizadas no exon 1. O número de repetições CAG nesta região está inversamente associada a atividade transcricional do receptor de androgênios e com um maior risco de CaP. Objetivos: Verificar a associação entre o número de repetições do polimorfismo CAG do gene do receptor de androgênios e o risco de CaP em uma amostra da população brasileira. Pacientes e métodos: Foram avaliados 50 pacientes com câncer de próstata e 77 controles. Foi realizada a extração do DNA por sangue periférico e a região do gene do RA foi amplificada por reação em cadeia da polimerase (PCR). O produto da PCR foi analisado no seqüenciador ABI3100 Avant e a seqüência do polimorfismo analisada pelo software Genemapper. A análise estatística foi feita através do teste t para amostras independentes, teste de qui-quadrado e análise de regressão linear múltipla. Para variáveis sem distribuição normal foi utilizado o teste U de Wilcoxon-Mann-Whitney. Resultados: A média de repetições CAG foi de 21,58±3,32 nos pacientes e 22,19±3,09 no grupo controle (p=0,28). Variáveis clínicas e anátomo-patológicas também não se correlacionaram com o polimorfismo. A testosterona sérica diferiu significativamente entre os grupos (p<0,001). Conclusão: Estes resultados sugerem que não há correlação entre o número de repetições CAG e o risco de CaP na amostra estudada. Outros fatores, tais como idade de diagnóstico e estadiamento do tumor também não estiveram associados com o polimorfismo no presente estudo. A variação da testosterona sérica precisa ser melhor avaliada em estudos específicos. / Background: Prostate cancer (PCa) is very frequent among men worldwide. In Brazil, Rio Grande do Sul state has one of the greatest incidence of this neoplasia. Age, family history, ethnicity, androgens and diet factors are involved in a higher risk for Pca. Hereditary prostate cancer is linked to high penetrance and low frequency genes in general population. Looking for genetic alterations with higher frequency among individuals could help identify patients under risk of developing PCa. Polymorphisms are allelic variations of a single gene, resulting in significant diferences in proteins expression. The androgen receptor (AR) has polymorphic forms located on exon 1. The CAG repeat length in this region is inversely associated with the AR transcriptional activity and with a higher risk of PCa. Objectives: To verify the association between CAG repeat length and PCa risk in a sample of the Brazilian population. Patients and Methods: We included 50 PCa patients and 77 controls. DNA was extracted from peripheral leucocytes and the AR gene was amplified by PCR. PCR product was analysed with ABI 3100 avant sequencer and Genemapper software. Statistical methods were Student T test, Qui-square test and Linear Regression analysis. For variables without normal distribution, it was used the Wilcoxon-Mann- Whitney U test. Results: CAG mean length was 21,58±3,32 in cases and 22,19±3,09 in control group (p=0,28). Clinical and pathological variables did not correlated with CAG polymorphisms either. Serum total testosterone differed significantly between groups (p<0,001). Conclusion: Our results suggest that there is no correlation between the androgen receptor CAG repeat length and prostate cancer. Other factors, such as age of diagnosis and tumor stage are not associated with this polymorphism in this study. Serum total testosterone variation needs to be better explained in further reports.
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Avaliação da ação tópica da testosterona sobre o tecido ósseo e sua relação com estimulação da neoformação óssea : estudo em ratos machos

Lopes, Rosangela Raffaelli January 2009 (has links)
Os esteróides sexuais (andrógenos e estrógenos) são importantes reguladores do metabolismo ósseo em machos e fêmeas, respectivamente. A Testosterona, o hormônio andrógeno natural, predominante no sexo masculino, tem papel fundamental em relação à manutenção da massa óssea, pela sua ação sistêmica. O objetivo deste trabalho foi avaliar histologicamente a ação do Propionato de Testosterona (PT) sobre o tecido ósseo, aplicado de forma tópica na tíbia de ratos machos, observando a regeneração óssea e, se ele promove aceleração nesta regeneração. Defeitos ósseos de 1,5mm de diâmetro, foram realizados nas duas tíbias de 30 ratos, sendo que 15 haviam sido castrados previamente e os outros 15 não. Após randomização, numa das tíbias do grupo experimental foi aplicado esponja de colágeno (Gelfoan®(G))+PT e na outra G+Óleo Mineral (OM). No grupo controle, uma das tíbias recebeu apenas Gelfoan e na outra foi realizado apenas o defeito ósseo. Os animais dos grupos experimentais foram sacrificados aos 15 e 30 dias pósoperatórios, e os dos grupos controle, foram sacrificados aos 15 dias pós-operatórios. Os ratos que foram sacrificados aos 30 dias receberam duas aplicações das substâncias em avaliação. Realizou-se análise macroscópica das peças, além das análises histológicas descritiva/comparativa e descritiva semi-quantitativa. Com relação a formação de osso entre as corticais (cicatrização do defeito ósseo criado), tanto G isolado como G+PT ou G + OM, apresentaram diferentes graus de cicatrização óssea entre os diferentes grupos: castrados e não castrados, sacrificados aos 15 dias pós-operatórios e aos 30 dias. Foi achado que o grupo castrado sacrificado aos 15 dias que recebeu G+PT teve cicatrização óssea, contrariamente ao grupo não castrado que não cicatrizou. Também no grupo castrado sacrificado aos 30 dias pós-operatórios observou-se formação de osso lamelar, estruturado nos animais tratados com G+PT. Pode-se dizer que o PT tópico nestes grupos contribuiu para neoformação óssea. Concluiu-se que: 1°) em dois grupos experimentais o PT teve melhores resultados, mas os dados obtidos não permitem uma conclusão definitiva; 2°) a Testosterona empregada de forma tópica mostrou-se promissora quanto a ativação da regeneração óssea; 3°) o Propionato de Testosterona não parece ser a forma farmacêutica mais apropriada, devido a sua forma de liberação muito lenta do hormônio e conseqüente pouca eficiência, devendose utilizar como alternativas para aplicação da Testosterona, a mesma diluída em outro veículo e introduzida nos defeitos através de cápsulas de lisina tricalcio fosfato calcinado ou através de implantes combinando a Testosterona com partículas de poly(D,L-(lactide-co-glycolide)) conforme verificado na literatura. Estes resultados obtidos merecem ser aprofundados e aperfeiçoados, utilizando curvas dose-resposta, outros preparados de Testosterona e tempos distintos.

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