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Asma em adultos : grau de conhecimentos sobre sua doença

Pizzichini, Emilio January 1993 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciencias da Saude / Made available in DSpace on 2012-10-16T05:34:48Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2016-01-08T18:32:40Z : No. of bitstreams: 1 92290.pdf: 4132745 bytes, checksum: 05ab562d1a55265fe7c6e7584b2f06d5 (MD5) / Objetivou-se determinar o nível de conhecimentos que asmáticos hospitalizados têm sobre sua doença alem de oferecer subsídios para a criação de um centro para atendimento e educação destes pacientes e desenvolvimento de pesquisas nesta área. Foram estudados 43 asmáticos adultos internados em 3 hospitais de Florianópolis em crise de agudização de sua doença com idade média de 41,9 anos. Oitenta e seis por cento (86%) era portadores de asma moderada ou grave com evolução média da doença de 24,8 anos e em uso predominante de broncodilatadores. Dezoito (41,9%) tinham alguma noção do que era asma, doze (27,9%) conheciam o mecanismo de ação das drogas empregadas e 46% dos que usavam broncodilatores por via inalatória não usavam corretamente o nebulímetro dosificador. Somente 16,3% correlacionavam as crises agudas com a piora da doença. Apenas 32,5% faziam acompanhamento ambulatorial e cumpriam ordens médicas nos 6 meses que antecederam a internação. Cerca de metade dos pacientes foi orientado por seus médicos para evitar fatores desencadeantes da crise e como utilizar o nebulímetro. Conclue-se que os pacientes possuem poucos conhecimentos sobre sua doença e sobre a terapêutica usada além de terem controle inadequado de sua doença os resultados indicam a necessidade de criação de um centro de estudos multidisciplinar para assistência, educação continuada e pesquisas sobre asma.
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Avaliação dos níveis de citocinas em soro e o papel do tratamento com canabidiol em modelo animal de asma

Vuolo, Francieli Silva 05 April 2013 (has links)
Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde. / Asthma represents a public health problem and, traditionally is classified as an atopical, where contacting the allergen can initiate clinical signs like airway inflammation, bronchial hyperresponsiveness and reversive obstruction of airways. After installation of the inflammatory process characteristic of asthma, occurs the migration of inflammatory cells to the lung and airways. Studies have demonstrated presence of T-Helper 2 lymphocytes in the lung of patients with asthma, as known, this cells are involved in cytokine production that regulates imunoglobins synthesis like IgE. Knowing that interaction of immune system cells and allergen contact represents a crucial point in inflammatory diseases physiopathology, the aim of this study is to evaluate the anti-inflammatory potential of cannabidiol (CBD) in this setting, because it’s already known antiseizure, anti-inflammatory, sedative, immunomodulatory, analgesic and antioxidant effects. For this evaluation, we used 8 week old wistar rats, that were immunized with ovalbumin (OVA) (10mg/kg), 14 days after they were immunized again (OVA, 10mg/kg), after 7 days, animals were submitted to 30 minute nebulization, for 3 consecutive days using OVA 1%. Control group animals were immunized with 100μL aluminum hydroxide in the same days, and were submitted to nebulization only with saline. In the last 2 days of nebulization animals received intraperitonially the CBD treatment, 5mg/kg, and after 24 hours of the last inhalation session, animals were decapitated and the blood was collected to cytokine analysis using serum. Levels of IL-4, IL-5, IL-13, IL-6, IL-10 and TNF-α were determinate, and the results achieved were significantly lower when CBD was used as treatment, compared to animals who only received saline as treatment, except for the IL-10 levels. Against of the inflammatory exacerbation found during asthma, many studies believe in the modulation of citokyne activation as having therapeutic potential. CBD demonstrated being an promising substance to control inflammatory response on asthma. / A asma representa um problema de saúde publica, e tradicionalmente é classificada como uma doença atópica, onde o contato ao alérgeno pode desencadear sinais clínicos como inflamação das vias aéreas, hiperresponsividade brônquica e obstrução reversível do fluxo aéreo. Após a instalação do processo inflamatório característico da asma, ocorre a migração de células inflamatórias para o pulmão e vias aéreas, estudos demonstram a presença de Linfócitos T auxiliar no pulmão de pacientes com asma, estas células estão envolvidas na produção de citocinas que regulam a síntese de imunoglobulinas como a IgE. Sabendo que a interação de células do sistema imune e contato com antígenos representam um ponto crucial na fisiopatologia de doenças inflamatórias, o propósito do presente estudo é avaliar o potencial antiinflamatório do Canabidiol (CBD) neste cenário, por já ter sido relatado o seu papel como efeito anticonvulsivante, antiinflamatório, sedativo, imunomodulador, analgésico e antioxidante. Para tal avaliação, utilizamos Ratos Wistar com 8 semanas de vida, e estes foram imunizados com OVA (Ovalbumina) (10mg/kg), após 14 dias foram novamente imunizados com a mesma dose, ao passar 7 dias os animais foram submetidos a 30 minutos de nebulização por 3 dias seguidos com OVA (1%). Os animais do grupo controle foram imunizados com 100 μl hidróxido de alumínio nos mesmos dias, e submetidos à nebulização somente com salina. Nos dois últimos dias de nebulização os animais receberam por via intraperitoneal o tratamento com Canabidiol na dose de 5mg/kg, e após 24 horas da ultima sessão de inalação, os animais foram mortos por decapitação, e o sangue foi coletado para análise de citocinas no soro. Foram determinados os níveis de IL-4, IL-5, IL-13, IL-6, IL-10, e TNF-α, e os resultados se apresentaram significativamente menores quando utilizamos o CDB como tratamento, comparado aos animais que receberam somente salina como tratamento, exceto para os níveis de IL-10. Diante de toda exacerbação inflamatória encontrada durante a asma, muitos estudos apostam na modulação de ativação de citocinas como um potencial terapêutico. O CBD demonstrou ser um candidato promissor em controlar a resposta inflamatória na asma.
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Magnitude e tendencia da mortalidade por asma no Rio Grande do Sul : 1970/1992

Chatkin, Jose Miguel January 1994 (has links)
Resumo não disponível
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Magnitude e tendencia da mortalidade por asma no Rio Grande do Sul : 1970/1992

Chatkin, Jose Miguel January 1994 (has links)
Resumo não disponível
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Magnitude e tendencia da mortalidade por asma no Rio Grande do Sul : 1970/1992

Chatkin, Jose Miguel January 1994 (has links)
Resumo não disponível
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Influência do montelucaste sobre o estado de ativação dos eosinófilos e função dos fagócitos em crianças asmáticas

Gonçalves, Valéria Botan 03 March 2010 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, 2010. / Submitted by wiliam de oliveira aguiar (wiliam@bce.unb.br) on 2011-06-30T19:30:56Z No. of bitstreams: 1 2010_ValeriaBotanGoncalves.pdf: 1875381 bytes, checksum: 4be4af2a6813a15b40cc9673833714e0 (MD5) / Approved for entry into archive by Guilherme Lourenço Machado(gui.admin@gmail.com) on 2011-07-04T12:39:20Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_ValeriaBotanGoncalves.pdf: 1875381 bytes, checksum: 4be4af2a6813a15b40cc9673833714e0 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-07-04T12:39:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_ValeriaBotanGoncalves.pdf: 1875381 bytes, checksum: 4be4af2a6813a15b40cc9673833714e0 (MD5) / A asma é uma das doenças crônicas mais comuns na infância e sua prevalência e gravidade vem aumentando em várias partes do mundo nos últimos anos. A principal característica da asma é a inflamação das vias aéreas inferiores, responsável pela hiperresponsividade brônquica e limitação variável ao fluxo aéreo, reversível com ou sem tratamento. Várias células desempenham papel importante neste processo inflamatório como os eosinófilos, neutrófilos e monócitos. Na asma, os leucotrienos estão implicados em múltiplos mecanismos fisiopatogênicos incluindo: hipersecreção de muco, aumento da permeabilidade microvascular, prejuízo na atividade ciliar, recrutamento de células inflamatórias, edema e disfunção neuronal. Foi demonstrado que o montelucaste, antileucotrieno, é capaz de inibir a produção de citocinas pró-inflamatórias, diminuir a quimiotaxia e a meia-vida dos eosinófilos. Entretanto, falta ainda um maior esclarecimento da influência do montelucaste sobre a ativação dos eosinófilos e funções dos monócitos e neutrófilos em indivíduos asmáticos. Portanto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do montelucaste sobre o estado de ativação dos eosinófilos e sobre a capacidade fagocitária de neutrófilos e monócitos e produção de radicais livres, em crianças com asma persistente. Foram selecionadas 83 crianças asmáticas que foram alocadas, aleatoriamente, para receber tratamento com montelucaste ou placebo, por 12 semanas, e 10 crianças controles sadias, das quais foram retirados de 1 a 10 ml de sangue periférico, após consentimento informado. O estado de ativação dos eosinófilos do sangue periférico foi avaliado por parâmetros morfológicos após aderência destas células à lâmina, antes e após 12 semanas de tratamento com o montelucaste ou placebo. Os seguintes parâmetros morfológicos foram quantificados: eosinófilos normais, espraiamento, arredondamento, presença de pseudópodes localizados e generalizados, emissão de grânulos de pequena, moderada e grande quantidade, presença de vacúolos, presença de grânulos isolados, degeneração celular e comunicação celular. Quanto aos fagócitos, tanto a capacidade fagocitária dos neutrófilos e monócitos pelos receptores para padrões moleculares de patógenos (rPMP) quanto pelos receptores para opsoninas foram analisados. O índice fagocitário foi determinado pela multiplicação da média de Saccharomyces cerevisiae aderidas/ingeridas por fagócito pelo percentual de fagócitos envolvidos na fagocitose. A avaliação da capacidade oxidativa dos fagócitos foi feita pelo teste do nitroblue tetrazolium. Observamos que o número de eosinófilos com aspecto normal no sangue periférico apresentava correlação inversa com a gravidade do quadro asmático, enquanto que a emissão de pseudópodes generalizados e grânulos isolados mostravam correlação positiva com a gravidade da asma. O tratamento com o montelucaste foi capaz de diminuir o número de eosinófilos no sangue periférico, aumentar a proporção de eosinófilos com aspecto normal e diminuir a proporção de eosinófilos arredondados e a liberação de grânulos isolados após 12 semanas do tratamento com montelucaste, quando comparado ao grupo placebo. Quanto à capacidade de redução do corante NBT, não houve diferença entre os indivíduos asmáticos e controles sadios antes de iniciar o tratamento, porém observamos que os asmáticos reduziam o NBT de forma mais intensa que os sadios. Após 12 semanas de tratamento com o montelucaste, houve uma diminuição do potencial de redução forte em ambos os grupos tratados com placebo ou montelucaste. Observou-se menor índice fagocitário dos neutrófilos para receptores que reconhecem padrões moleculares de patógenos nos indivíduos asmáticos quando comparado ao controle. E o montelucaste apenas diminuiu o índice fagocitário dos monócitos para receptores de opsoninas quando comparado ao placebo. Mostramos, de forma inédita, que o montelucaste é capaz de alterar os parâmetros de ativação dos eosinófilos correlacionados com a gravidade clínica e que este método utilizado para avaliar a ativação dos eosinófilos é acurado, de fácil realização e pode ser um marcador do processo inflamatório da asma e poderia ser utilizado para o acompanhamento do tratamento de indivíduos com asma. ____________________________________________________________________________________ ABSTRACT / Asthma is one of the most common chronic diseases in childhood and its prevalence and severity are increasing in many parts of the world in recent years. The main characteristic of asthma is inflammation of the lower airways, responsible for bronchial hyperresponsiveness and variable airflow limitation, reversible with or without treatment. Several cells play an important role in inflammation as eosinophils, neutrophils and monocytes. In asthma, the leukotrienes are implicated in multiple physiopathological mechanisms including mucus hypersecretion, increased microvascular permeability, impaired ciliary activity, recruitment of inflammatory cells, edema and neuronal dysfunction. It was shown that montelukast, antileukotriene, is able to inhibit the production of proinflammatory cytokines, decreasing chemotaxis and half-life of eosinophils. However, the influence of montelukast on the activation of eosinophils and phagocytic functions of monocytes and neutrophils in asthmatic subjects are not clear yet. Therefore, the objective of this work was to evaluate the effect of montelukast on the state of activation of eosinophils, the phagocytic capacity of neutrophils and monocytes and the production of free radicals by phagocytes in children with persistent asthma. It was selected 83 asthmatic children that were randomly assigned to treatment with montelukast or placebo for 12 weeks and 10 healthy control children. Peripheral blood (1 to 10 ml) was taken from the children after parents informed consent. The state of activation of peripheral blood eosinophils was assessed by their morphological parameters after adherence to slide, before and after 12 weeks of treatment with montelukast or placebo. The following morphological parameters were evaluated: normal eosinophils, spreading, rounding, presence of localized and generalized pseudopods, release of small, moderate and large quantity of granules, cytoplasmatic vacuoles, cluster of free eosinophils granules, cell degeneration and cell communication. The monocyte and neuthrophil phagocytic capacity were assessed through pathogen-associated molecular patterns receptors (PAMPr) and through opsonin receptors. The phagocytic index was calculated as the average number of ingested Saccharomyces cerevisiae per phagocyte multiplied by the percentage of cells engaged in phagocytosis. The oxidative capacity was assayed by the nitroblue tetrazolium (NBT) test. The number of eosinophils with normal feature in peripheral blood showed an inverse correlation with the severity of asthma, while the emission of widespread pseudopods and isolated granules showed positive correlation with the severity of asthma. Treatment with montelukast was able to reduce the number of eosinophils in peripheral blood, and to increase the proportion of eosinophils with normal feature. The drug was also able to decrease the proportion of eosinophils with rounded feature and that releasing free eosinophil granules after 12 weeks of treatment compared to placebo. There was no difference in the percent reduction of NBT dye between asthma individuals and healthy controls before starting treatment, but individuals with asthma showed a stronger reduction of NBT than the healthy one. After 12 weeks of treatment with montelukast, there was a decrease in the power of reduction in both groups treated with placebo or montelukast. The neutrophil phagocytic index through pathogen-associated molecular patterns receptors in asthma individuals was lower than that of healthy control individuals. Montelukast treatment decreased the phagocytic index of monocytes through opsonin receptors when compared to placebo. Our data showed, for the first time, that montelukast is able to modify the activation of eosinophils correlated with clinical severity and that the method used to assess eosinophil activation is accurate, easy to perform and can be a marker of inflammation in asthma, and it could be used to the follow up of treatment of asthma individuals.
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Estudo das alterações da contratilidade de anéis de traquéia isolada de ratos em resposta ao carbacol e ao potássio após treinamento físico / Study of the alterations on tracheal rings contractility isolated from rats in response to carbacol and potassium after physical training

Belchior, Luciana Dias January 2010 (has links)
BELCHIOR, Luciana Dias. Estudo das alterações da contratilidade de anéis de traquéia isolada de ratos em resposta ao carbacol e ao potássio após treinamento físico. 2010. 97 f. Dissertação (Mestrado em Farmacologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2010. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-04-13T16:03:30Z No. of bitstreams: 1 2010_dis_ldbelchior.pdf: 1162640 bytes, checksum: 68996d138cd366188a0ee5d7a3e98e40 (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2012-04-13T16:15:46Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_dis_ldbelchior.pdf: 1162640 bytes, checksum: 68996d138cd366188a0ee5d7a3e98e40 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-04-13T16:15:46Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_dis_ldbelchior.pdf: 1162640 bytes, checksum: 68996d138cd366188a0ee5d7a3e98e40 (MD5) Previous issue date: 2010 / This work aimed to determine the contractility of tracheal smooth muscle of rats submitted to short-term light exercise, trained for 1h or pre-trained and, then, trained for 1, 5 and 10hs (PT1, PT5 and PT10, respectively), as well as, animals sensitized with OVA, submitted to exercise for 5hs and subsequently challenged, with the objective of verifying the changes caused by exercise in this muscle, also determining the interference of antigen bronchoprovocation on the contractility of tracheal smooth muscle of animals previously exercised. To conduct the study male rats (250-350g) were subjected to different protocols of swimming, by 1, 5 and 10hs, in addition to one group that was subjected to sensitization with OVA and 21 days later, challenged at intervals of 30 min through sensitizing antigen inhalation (group S/D). In the sensitized group submitted to exercise, this latter was held for 5 days before OVA challenge (group S/E pre-challenge). The animals were sacrificed 15 min after the swimming session or 24 hs after antigen challenge, in the case of rats submitted to asthma model. Sedentary rats were not subjected to any training session. Asthma control group inhaled only the vehicle (NaCl 0.9%). For in vitro experiments the trachea was removed and mounted in an isolated organ bath containing 5ml of Tyrode solution (maintained at 37 ± 0.5 °C) and aerated with O2. Concentration-effect curves (CEC) were designed for carbachol and potassium chloride. The results showed that the pD2 values were not significant among the groups except in PT5 and PT10, both in relation to group PT1. The maximum response values were significantly increased and higher in the groups PT1 (107,62 ± 3,57), PT5 (116,35 ± 0,54) and PT10 (123,50 ± 2,59) compared to the sedentary group (82.70 ± 5,90), when carbachol was used as the contractile stimulus. A similar situation occurred in the groups PT1 (105,19 ± 1,12), PT5 (112,02 ± 1,44) and PT10 (119,56 ± 0,95) as compared to the sedentary group (90,45 ± 2,22), for potassium and S/D (100,74 ± 4,79) and S/E pre-challenge groups (109,09 ± 3,68) as compared to the sensibilized group (82,69 ± 5,90) for carbachol, as well as, S/D (105,50 ± 2,37) and S/E pre-challenge (115,05 ± 1,96) groups when compared to the sensibilized one for potassium (93,11 ± 3,58). To verify the involvement of nitric oxide, acetylcholine, and oxidative stress on the pro-contractile mechanism of the tracheal smooth muscle induced by exercise, nitrite levels, acetylcholinesterase (AChE) activity and thiobarbituric acid reactive species (TBARS), as a way of determining lipid peroxidation, were determined. Nitrite levels decreased in the PT5 group as compared to sedentary and 1h trained groups. In the animals subjected to the asthma protocol there was a significant decrease in the nitrite levels in the S/D and S/E prechallenge groups. An increase in lipid peroxidation occurred in the groups PT1, PT5 and PT10 in relation to the sedentary one. In the asthmatic group, the TBARS values were significantly higher in S/D and S/E pre-challenge groups as compared to the control one. The AChE activity showed a significant reduction in the groups PT1, PT5 and PT10 in relation to sedentary and 1h trained groups. The groups S/D and S/E pre-challenge also presented a decrease on AChE activity. Therefore, the results showed that short-term light exercise increases the tracheal smooth muscle contractility of the study groups, probably with the participation of nitric oxide, acetylcholine, and lipid peroxidation in this pro-contractile mechanism. / A presente pesquisa visou determinar a contratilidade do músculo liso traqueal de ratos submetidos a exercício leve de curto prazo, ou seja, treinados 1h ou pré-treinados e posteriormente exercitados por 1, 5 e 10 hs (PT1, PT5 e PT10, respectivamente), bem como de animais sensibilizados com OVA, submetidos ao exercício por 5hs e posteriormente desafiados, com o objetivo de verificar as alterações causadas pelo exercício neste músculo determinando também a interferência da broncoprovocação antigênica sobre a contratilidade traqueal de animais previamente exercitados. Para a realização da pesquisa, ratos machos (250-350g) foram submetidos a diferentes protocolos de nado, por 1, 5 e 10hs, sendo um grupo submetido à sensibilização com OVA e, 21 dias depois, desafiados em intervalos de 15 minutos através da inalação do antígeno sensibilizante (grupo S/D). No grupo sensibilizado e submetido ao exercício, este último foi realizado durante 5 dias antes do desafio (grupo S/E pré desafio). O sacrifício dos animais ocorreu 30 min após a sessão de nado ou 24 horas após o desafio antigênico no caso dos animais submetidos ao modelo de asma. Os ratos sedentários não foram submetidos a nenhum treino. Os controles do grupo asma inalaram apenas o veículo (NaCl 0,9%). Para os experimentos in vitro a traquéia foi removida e montada em cuba para órgão isolado contendo 5ml de solução Tyrod (mantida a 37 ± 0,5 °C) e aerada com mistura de O2. Foram confeccionadas curvas concentração-efeito (CCE) para carbacol e cloreto de potássio. Os resultados mostraram que o pD2 não apresentou valores significativos nos grupos em estudo, exceto em PT5 e PT10, ambos em relação ao grupo PT1. A resposta máxima (%) apresentou valores significativamente crescentes e maiores nos grupos PT1 (107,62 ± 3,57),PT5 (116,35 ± 0,54) e PT10 (123,50 ± 2,59) em relação ao grupo sedentário (82,70 ± 5,90), quando o carbacol foi utilizado como estímulo contrátil. Situação semelhante ocorreu nos grupos PT1 (105,19 ±1,12), PT5 (112,02 ± 1,44) e PT10 (119,56 ± 0,95) em relação ao grupo sedentário (90,45 ± 2,22), para o potássio e nos grupos S/D (100,74 ± 4,79) e S/E pré-desafio (109,09 ±3,68) em relação ao grupo sensibilizado (82,69 ±5,90) para o carbacol, e nos grupos S/D (105,50 ± 2,37) e S/E pré-desafio (115,05 ± 1,96) em relação ao grupo sensibilizado (93,11 ± 3,58). Para verificar a participação do óxido nítrico, acetilcolina e estresse oxidativo no mecanismo da ação prócontrátil da musculatura lisa traqueal induzida pelo exercício foram determinados, respectivamente os níveis de nitrito, atividade da acetilcolinesterase (AChE) e espécies reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARs) como uma maneira de determinar a peroxidação lipídica. Os valores de nitrito foram significativos para o grupo PT5 em relação aos grupos sedentário e treinado 1h. Nos animais submetidos ao protocolo da asma ocorreu queda significativa dos níveis de nitrito nos grupos S/D e S/E pré-desafio. Ocorreu aumento da peroxidação lipídica nos grupos PT1, PT5 e PT10 em relação ao grupo sedentário. Já no grupo asmático, os valores foram significativamente maiores nos grupos S/D e S/E prédesafio em relação ao grupo controle. A atividade da AChE apresentou redução significativa nos grupos PT1, PT5 e PT10 em relação aos grupos sedentário e treinado 1h. No grupo asmático, também ocorreu redução na atividade da AChE nos grupos S/D e S/E pré-desafio. Portanto, os resultados mostram que o exercício a curto prazo aumenta a contratilidade da musculatura lisa traqueal isolada em ratos, para o carbacol e o potássio dos grupos em estudo; provavelmente com a participação do óxido nítrico, acetilcolina e peroxidação lipídica neste mecanismo pró-contrátil.
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Asma em escolares de Recife. Comparação de prevalência - 1994-95 e 2002 / Asthma in scholars from Recife. Prevalence comparison - 1994-95 and 2002

Britto, Murilo Carlos Amorim January 2003 (has links)
Made available in DSpace on 2012-09-05T18:23:49Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) 197.pdf: 1078910 bytes, checksum: 515aa922990e528b3df88625d6829aa9 (MD5) Previous issue date: 2003 / Cenário: a asma é um problema epidemiológico mundial, seja pela alta prevalência com ten-dência crescente, seja pela morbidade que determina, além dos altos custos de tratamento. Estudos de prevalência e de comparação de prevalências ao longo do tempo são importantes para planejamento em saúde e são escassos no nordeste do Brasil. Método: em um estudo de corte transversal em 1994-95 e 2002, estudou-se uma amostra probabilística de escolares de 13 e 14 anos em Recife, como parte do estudo multicêntrico: International Study of Asthma and Allergies in Childhood ISAAC , através de questionário escrito. Foram incluídos 3086 e 2774 alunos no primeiro e segundo inquéritos, respectivamente. Resultados: o percentual de retorno dos questionários foi de 97,6 por cento no primeiro inquérito e 100 por cento no segundo. Em 1994-95 e 2002 as prevalências foram, respectivamente: cumulativa de asma refe-rida 21,0 por cento e 18,2 por cento; cumulativa de sibilância 39,0 por cento e 38,0 por cento; anual de sibilância 19,7 por cento e 19,4 por cento; anual de tosse equivalente de asma 31,0 por cento e 38,0 por cento; anual de sibilância desencadeada por exercício 20,6 por cento e 23,8 por cento. A prevalência anual de crises, estratificada em 1 a três crises, quatro a 12 crises e mais de 12 crises foi: 16,3 por cento, 2,7 por cento e 1 por cento no primeiro inquérito e 15,2 por cento , 1,2 por cento e 0,4 por cento em 2002. A prevalência anual de crises que comprometeram o sono foi, respectivamente: 13,0 por cento e 10,3 por cento; a prevalência de crises com prejuízo da fala foi: 4,8 por cento e 4,1 por cento. Níveis mais elevados de instrução materna estiveram significativamente associados a maior prevalência cumulativa de asma referida, maior prevalência cumulativa de sibilância, e maior prevalência anual de sibilância, em ambos os períodos. Observou-se associação significativa, em 1994-95, porém não em 2002, entre maior instrução materna e mais de quatro crises de sibilância no último ano. Não houve associação entre grau de instrução materna e prevalência anual de crises que prejudicaram o sono, nem com crises que prejudicaram a fala nos dois períodos. Conclusões: a asma tem prevalência elevada em escolares adolescentes de Recife, bem como suas variantes tosse noturna e asma induzida por exercício, e suas formas mais graves. Também está associada a níveis mais elevados de instrução materna
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Avaliação do perfil de células iNKT em crianças com asma severa

Antunes, Liana January 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-01-15T01:06:08Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000477038-Texto+Parcial-0.pdf: 6357992 bytes, checksum: 7d2cbe20d0b95a3897695c3c5ed15c28 (MD5) Previous issue date: 2015 / Background: Invariant natural killer T (iNKT) cells play complex functions in the immune system, releasing both Th1 and Th2 cytokines. The role of iNKT cells in human asthma is still controversy and never described in severe therapy asthmatic children (STRA).Objective: To analyse iNKT frequency in peripheral blood of children with severe therapy-resistant asthma (STRA), comparing with children with milder asthma and healthy controls. Methods: This is a case-control study where blood was collected from asthmatic children (n=136) (milder and STRA) and healthy controls (n=40). Peripheral blood mononuclear cells (PBMC) were isolated, stained with anti-CD3 and anti-iNKT (Vα24Jα18), and analysed through flow cytometry. Atopic status was defined by measuring specific IgE in serum. Airway inflammation was assessed through induced sputum. Results: Children with asthma (n = 136) presented an increased frequency of CD3+iNKT+ cells (mean 2. 31% SD 4. 41), compared to healthy controls (n = 40) (mean 0. 48% SD 0. 79) (p = 0. 02). Mild-asthmatic children (n = 99) showed an increased frequency of iNKT cells (2. 65% SD 4. 91; p = 0. 002) compared to STRA (n = 11) (2. 05% SD 1. 62). STRA children have shown an increase frequency of iNKT cells (2. 05% SD 1. 62) than controls (0. 48% SD 0. 79; p = 0. 002). The number of iNKT cells was not different between atopic (n = 127) and non-atopic (n = 45) children. In addition, iNKT cells were not associated with any inflammatory pattern of induced sputum studied classified as eosinophilic (n = 18), neutrophilic (n = 23), mixed (n = 31) (eosinophilic and neutrophilic) and paucigranulocytic (n = 5). However, iNKT cell numbers were not associated with any airway inflammatory pattern (p=0. 09)Conclusion and Clinical Relevance: Our data suggested a role to iNKT in paediatric asthma since it increased in asthmatic children; however these cells are not associated with atopic status or with the more severe spectrum of the disease. / Introdução: Células invariante de células NK (iNKT) desempenham funções complexas no sistema imune, liberando citocinas do tipo Th1 e Th2. O papel das células invariante de células NK (iNKT) na asma em humanos ainda é controverso e nunca foi descrito em crianças com asma grave resistente à terapia (AGRT).Objetivo: Analisar a frequência de células iNKT no sangue periférico de crianças com asma grave resistente à terapia (AGRT), comparando com crianças com asma leve e controles saudáveis.Métodos: Este é um estudo de caso-controle onde foi coletado sangue de crianças asmáticas com asma leve e AGRT (n=136) com idade entre 11. 01±1. 69 e controles saudáveis (n=40) com idade entre 11. 21±1. 16 anos. A fração mononuclear do sangue periférico (PBMC) foi isolada, marcada com anti-CD3+ e anti-iNKT (Vα24Jα18) e analisada no citômetro de fluxo. A atopia foi definida através da medição dos níveis plasmáticos de IgE. A inflamação das vias aéreas foi avaliada através da expectoração induzida. Resultados: As crianças com asma (n = 136) apresentaram um aumento da frequência de células iNKT+CD3+ (média: 2. 31%±4. 41), quando comparadas com os controles saudáveis (n=40) (média: 0. 48%±0. 79 p=0. 02). Crianças com asma leve (n = 99) apresentaram um aumento da frequência de células iNKT (2. 65%±4. 91; p = 0. 002) quando comparadas com as crianças com AGRT (n = 11) (2. 05%±1. 62). Crianças com AGRT mostraram uma aumento da frequência das células iNKT (2. 05%±1. 62) quando comparadas com os controles saudáveis (0. 48%±0. 79; p = 0. 002). O número de células iNKT não foi diferente entre atópicos (n = 127) e não-atópicos (n = 45), com média de 2. 25% ± 4. 55 e 1. 01% ± 1. 46 respectivamente. Além disso, as células iNKT não foram associadas com nenhum padrão inflamatório (eosinofílico n = 18; neutrofílico n = 23; misto n = 31; paucicelular n = 5) estudado no escarro induzido (p=0. 09).Conclusão e Relevância Clíncia: Nossos dados sugerem que as células iNKT desempenham um papel na asma pediátrica, uma vez que estava aumentada nas crianças asmáticas; entretanto, essas células não estão associadas com a atopia ou com o espectro mais severo da doença.
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