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As amargas, não ...

Moraes, Rita Mara Netto de 2000 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Made available in DSpace on 2012-10-17T16:33:18Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2014-09-25T18:12:12Z : No. of bitstreams: 1 171627.pdf: 4197167 bytes, checksum: 25c3b4de8f886d8eb9dea6308a4fc40e (MD5) Apresenta-se uma leitura de As Amargas, não... (lembranças), de Alvaro Moreyra. Salientam-se alguns aspectos importantes na tessitura do texto, como a repetição, os traços de oralidade e o humor. Traça-se ainda um percurso pela temática do tempo e pela questão do gênero, buscando evi-denciar as características que definem As Amargas, não... como uma obra de cunho memorialístico. Das lembranças recolhidas pelo autor para formar o mosaico que lhe conta a vida, recortam-se três cidades que mar-cam a vida pessoal e a vida literária de Alvaro Moreyra: Rio de Janeiro, Paris e Porto Alegre. A primeira apresenta-se ora como espaço da memó-ria, ora como espaço do presente, enquanto as últimas con-sagram-se tão somente como espaços da me-mória.
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Escrita autobiográfica e biográfica

Venera, Jaqueline Roberta 2016 (has links)
Dissertação (mestrado profissional) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Letras, Florianópolis, 2016 Made available in DSpace on 2016-09-20T04:03:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 340458.pdf: 6640189 bytes, checksum: cce23842346f3074f7387f5061da1e71 (MD5) Previous issue date: 2016 Este trabalho teve como objetivo analisar as representações que os alunos dos sextos anos, C e D, da Escola Municipal Pauline Parucker de Joinville, constroem sobre si e sobre o outro, consequentemente, de seu contexto sócio-histórico. A escolha pelo tema foi decorrente de observações em que se constatou a falta de diálogo na sala de aula, obstando o processo de ensino-aprendizagem. Para esta finalidade, a pesquisa encontrou respaldo, na perspectiva dialógica da linguagem, nos estudos de Bakhtin (2009, 2011). Nesse estudo, a linguagem é entendida como um processo interativo, social, histórico e dialógico. As representações dos alunos também foram abordadas a partir de Jodelet (1993) e por intermédio da memória, para o que foram considerados os escritos de Candau (2014), Halbwachs (1990), entre outros. É pela memória que percebemos e compreendemos o mundo, manifestamos intenções sobre ele, estruturando-o e ordenando-o no tempo e no espaço. A metodologia de trabalho, por sua vez, foi fundamentada em um estudo do tipo etnográfico e a abordagem ocorreu por meio da leitura e discussões acerca de textos correspondentes ao gênero memorialístico e autobiográfico. O material para análise organizou-se em torno da criação de um diário, de trocas de correspondências e pela escrita de si mediada pela memória. Consideramos para esse estudo três categorias conceituais para a abordagem dos dados: a alteridade, de modo a observar como os alunos reconhecem a si pelo processo de interação com o outro; o excedente de visão como possibilidade de contemplar a si e o outro fora de um horizonte concreto de vida; e, por fim, as memórias como forma de organizar um discurso significativo para si. As observações construídas acerca dos objetos de estudo evidenciaram que a escrita autobiográfica mostrou-se eficaz para a organização, reflexão e refração do indivíduo em relação ao presente, passado e futuro.
Abstract : This study aimed to analyze the representations that the sixth graders, C and D, from the Municipal School Pauline Parucker of Joinville, build on themselves and upon the others. The problematic resulted from observations that found the lack of dialogue in the classroom, interfering in the teaching-learning process. To do so, the survey found support in the dialogical perspective of Bakhtin language (2009, 2011). The representations of the students were also addressed through their memory. In this context, it considered the writings of Candau (2014), Halbwachs (1994), among others. For studies of representations, we found support in Jodelet (1993). The work methodology, in turn, was based on a study of ethnographic type. The approach was through reading and discussions of texts corresponding to memorialistic and autobiographical genre. The material for analysis was organized around the creation of a journal, exchanges of correspondence and the writing about themselves mediated by memory. It was considered for this study three conceptual categories for analysis: the otherness, in order to observe how students recognize themselves by the interaction process with the other; the excess of seeing as a possibility to contemplate himself/herself and the other off a concrete horizon life; and finally, the memories in order to arrange a significant meaning. The survey results demonstrated that the writing of themselves appeared more significantly through the exchange of letters and the literary text of the mediation.
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Voices of resistance

Francisco, Dayane Evellin de Souza 2016 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários, Florianópolis, 2016. Made available in DSpace on 2016-09-20T04:20:35Z (GMT). No. of bitstreams: 1 340836.pdf: 918485 bytes, checksum: bac4d7bb08e8e3ff5913ff68ecc0de23 (MD5) Previous issue date: 2016 Abstract : This research addresses the issues of intersectionality and agency in Maya Angelou?s autobiographical work I Know Why the Caged Bird Sings. The specific objective of this investigation is to analyze the metaphor of the ?caged bird?. In order to conduct such analysis, this research draws on the concept of ?intersectionality? coined by Kimberlé Crenshaw to investigate how different stratifying factors?such as race, gender and class ? intersect in creating the experience of black women. In addition, this work focuses on Judith Butler?s concept of ?agency? in order to investigate whether signs of resistance can be perceived in the narrative regardless of the social structures the characters are part of. This research indicates that, although the characters in Caged Bird are constrained by different modes of oppression, they find within these social structures spaces for exercising agency. The protagonist and the different characters the narrator describes are caged by race, poverty, gender, just to mention a few. Nevertheless, in the same way that ?caged birds? sing, they are also able to express some form of creative resistance.
Esta pesquisa aborda as questões de interseccionalidade e agência na narrativa autobiográfica da escritora Afro-Americana Maya Angelou, intitulado Eu Sei Porque o Pássaro Canta na Gaiola. O objetivo específico dessa investigação é analisar a metáfora do ?pássaro engaiolado?. Para a realização de tal análise, esta pesquisa baseia-se no conceito de ?interseccionalidade?, cunhado pela primeira vez por Kimberlé Crenshaw com o intuito de investigar como diferentes fatores ? como, por exemplo, raça, gênero e classe ? intersectam na criação da mulher negra. Além disso, o trabalho utiliza-se do conceito de ?agência?, tal como entendido por Judith Butler, a fim de investigar se sinais de resistência podem ser encontrados no romance independentemente das estruturas sociais em que os personagens estão inseridos. Esta pesquisa indica que, embora as personagens sejam restringidas por diferentes formas de opressão, elas encontram dentro das estruturas sociais espaço para exercer sua agência. A protagonista, bem como as diferentes personagens descritas por ela, são engaioladas por sua raça, gênero e class, etc. No entanto, assim como o ?pássaro engaiolado? canta, elas também são capazes de expressar algumas formas de resistência criativa.
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Labirintos autobiográficos: Lygia Clark e Hélio Oiticica

Medeiros, Manuela Quadra de 2015 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2015. Made available in DSpace on 2015-11-17T03:07:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 336359.pdf: 2291924 bytes, checksum: 288c03ce7afd0b29197317bfeacaca1f (MD5) Previous issue date: 2015 Com este trabalho de dissertação de Mestrado pretendemos mergulhar no imenso arquivo de cartas e escritos de artista de Hélio Oiticica e Lygia Clark, e também em trabalhos artísticos e proposições de vivências que ambos compuseram, inventaram e criaram entre 1950 e 1980. Para isso, buscamos criar modos de leitura desse arquivo que possam fazer aparecer os vestígios, as marcas e os rastros pulsionais que estes artistas deixaram em suas obras e, também, que suas obras deixaram nestes artistas. A amizade de Hélio e Lygia, devido à distância geográfica entre os dois, foi estabelecida principalmente por meio da correspondência epistolar, e poderia ser aqui definida tal qual um afeto como pensamento ? pensamento no sentido que quer Deleuze, quando diz que pensar é sempre experimentar e não interpretar, ?e a experimentação é sempre o atual, o nascente, o novo?; mas também no sentido de Jean-Luc Nancy, quando diz que ?corpo e pensamento são um mútuo tocar-se?. Os corpos e pensamentos de Hélio e Lygia tocam-se por meio da linguagem, tocam-se, contaminam-se, mas não se confundem. Assim, seus corpos e seus pensamentos, entrelaçados, devoradores e devorados, não são mais que o toque de um no outro, o toque da distância de um em relação ao outro e de um no interior do outro. As escritas de Hélio e Lygia operavam uma espécie de justaposição de textos por técnicas de montagem e de multiplicação que nos revela as contaminações mútuas entre as criações, as teorias e as críticas, apontando para a escrita a partir da leitura; por isso, nessas escritas, podemos entreouvir múltiplas vozes que nelas ecoam. Suas escritas de si são vistas, então, como experiência, e suas vidas são aqui tratadas como vidas vividas pela experimentação. Desse modo, podemos encontrar, em suas escritas e vivências, singularidades que ligam-se umas às outras e que estão sempre produzindo diferenças. A busca desses vestígios no corpus de Hélio e Lygia se faz por um percurso não linear, sem lógica de entrada nem de saída, sem busca por origem, como em uma espécie de labirinto. Os labirintos autobiográficos de Lygia e Hélio seriam feitos de múltiplos, contínuos e descontínuos caminhos que estão sempre a se construir e se desconstruir. Seus escritos foram compostos por meio de tensões que operariam nas bordas e nos limites do corpo e da linguagem; sustentadas também no limite entre realidade e ficção. Suas práticas artísticas também operavam tensões ao se abrirem para o público participador e ao se deixarem ser atravessadas pelo que é exterior, por isso, suas vidas e suas obras estão fortemente permeadas pelas relações entre arte e experiência. Para percorrer esses labirintos,nos valemos do método otobiográfico que Derrida postula a partir de Nietzsche, com o objetivo de buscar a vida, seus rastros e vestígios nesse arquivo, e não de atribuir sentidos ou significados para suas vidas-obras. Hélio e Lygia, por meio das leituras-escrita e das escritas-leitura das cartas trocadas entre eles, se colocaram à escuta um do outro, mostrando-se sempre como um ser ainda por vir, em constante processo de construção de um si mesmo; e por isso nunca acabados, permanecendo como fragmentos caminhando no labirinto de um programa in progress.
Abstract : With this dissertation we intend to delve into the immense archive of letters and artist writings of Hélio Oiticica and Lygia Clark, and also artwork and proposals of experiences they both made up, invented and created between 1950 and 1980. To this end, we seek to create reading techniques for these files that can bring up the traces, marks and instinctual traces these artists left in their works and also that their works have left in them. The friendship of Hélio and Lygia, due to the geographical distance between the two of them was established mainly through written correspondence, and could be defined here as is an affection as thinking - thinking in the sense that Deleuze means when he says that thinking is always experimenting and not interpreting, ?to think is to experiment, but experimentation is always that which is in the process of coming about.?; but also meaning what Jean-Luc Nancy says, that ?body and mind are a mutual touching.? The bodies and thoughts of Hélio and Lygia touch each other through language, they touch, contaminate eather other, but they don't get mixed up. Thus, their bodies and their thoughts, entangled, devouring and devoured, are nothing more than one touching another, the touching of the distance relative to each other and of one inside the other. The writings of Hélio and Lygia operated a kind of juxtaposition of texts by assembly techniques and multiplying that reveals the mutual contamination between creations, theories and criticism, pointing to writing from reading; that is why in these writings we can overhear multiple voices echoing. His writings of himself are seen, then, as experience, and their lives are treated here as lives lived by experimentation. Thus, we can find in their writings and experiences, singularities that bind to each other and are always producing differences. The search for these traces on Hélio and Lygia?s corpus is made on a non-linear path without input or output logic, without a search for origin, as in some kind of a maze. The autobiographical mazes of Lygia and Hélio would be made of multiple continuous and discontinuous paths which are always building and deconstructing. Their writings were composed by impasses operating at the edges and boundaries of body and language; also held at the boundary between reality and fiction. Their artistic practices also operated tensions when they opened to the participanting public and when they let themselves be crossed by what is outside, that is why their lives and works are strongly permeated by the relations between art and experience. To cross these labyrinths, we make use of the otobiographical method that Derrida postulates from Nietzsche, in orderto seek their life, tracks and traces in this work, and not to attribute meanings to their lives-works. Hélio and Lygia, through the reading-writing and writing-reading of the letters exchanged between them, placed themselves listening to each other, showing themselves as a being yet to come, in a constant process of creating themselves; and therefore never finished, remaining as fragments caminhando in the labyrinth of a programa in progress.
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La autobiografía de mi madre de Jamaica Kincaid: una escritura insurrecta

Allendes Osafo, Teresa 2006 (has links)
Me propongo leer La autobiografía de mi madre, desde un diálogo que integra parte de la teoría de género y parte de la teoría postcolonial en función de la sujeto de enunciación, que en este caso coincide con la sujeto del enunciado. Lo que intento es observar de qué modo ambas perspectivas se cruzan en una enunciación marcada particularmente por una profunda voluntad de romper con las ataduras impuestas por un contexto represivo. En este sentido, las perspectivas teóricas incorporadas al análisis me fueron propuestas por el propio texto y encuentran en él su mejor fundamentación. Es decir, si recurro a ambas teorías es porque la novela tematiza tanto la situación desmedrada de las mujeres al interior de Dominica, así como los efectos perjudiciales del sistema colonial, particularmente para negros y caribes.
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Figurações hagiográficas de autor em Mario Levrero

Moraes, Alexander Vladimir Belivuk 2016 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura Made available in DSpace on 2016-09-20T04:03:26Z (GMT). No. of bitstreams: 1 340490.pdf: 714589 bytes, checksum: 06ad2731acb3f0f68899e90570d8d983 (MD5) Previous issue date: 2016 O seguinte trabalho propõe uma cena crítica de leitura para os relatos autobiográficos do escritor uruguaio Mario Levrero (1940-2004). Assim, partindo do pressuposto de que uma mitologia autoral rodeia e articula a produção e recepção de todo texto autobiográfico, tece-se um percurso crítico-teórico de leitura em torno das escrituras do eu e da função-autor nos textos de Levrero com a finalidade de levantar a possibilidade de uma figuração hagiográfica de autor que perpassa, de forma descontínua e fragmentária, toda a fase final da produção literária do escritor. Partindo de um viés teórico desconstrucionista do eu na escritura autobiográfica proposto por Paul DeMan, em Autobiografia como Des-figuração (2012), e de um viés crítico-cultural hagiográfico do lugar e da figura do escritor no campo artístico e literário contemporâneo proposto por Flora Süssekind, em Hagiografías. Paulo Leminski (2008), o trabalho de leitura centra-se em rastrear e levantar certos traços hagiográficos, (auto)sacralizantes ou consagratórios da vida e da figura do escritor nos textos. Desse modo, dentro da escritura autobiográfica de Levrero, entendida, a partir de Giorgio Agamben (2010), como jogo ou profanação de uma ordem simbólica ou imaginário ligados ao discurso do sagrado ou do religioso cristão, tenta-se assinalar para uma suspensão ou neutralização de qualquer pretensão de (auto)conhecimento positivo de uma verdade biográfica ou de um eu transcendental atribuída, a priori, ao relato de uma vida ou à experiência de um sujeito. Por outro lado, o trabalho toca, e deixa em aberto, diversas questões crítico-teóricas em torno de determinadas práticas artísticas ou literárias que problematizam a função-autor e o estatuto da arte contemporânea em concomitância com a construção das subjetividades na moderna cultura ocidental. Portanto, a leitura se propôs indagar, como problema de fundo, categorias como identidade (racial, de gênero, ou nação), verdade biográfica ou eu transcendente . Assim, a pesquisa apresenta, de modo geral, um percurso crítico de leitura para os textos autobiográficos de Mario Levrero e suas relações retórico-filosóficas, anacrônicas e deslocadas, com o chamado mito da biografia (COCCIA, 2012), no qual a Vita dos santos ou hagiografias cristãs, e especialmente os quatro evangelhos bíblicos, seriam os arquétipos ou mitografias fundamentais a partir das quais é possível rastrear um dispositivo teológico-jurídico de linguagem sobre o qual se assentaria o valor metafísico da verdade biográfica e da lei na moderna civilização ocidental.
Resumen : El siguiente trabajo propone la puesta en escena de una lectura crítica para los relatos autobiográficos del escritor uruguayo Mario Levrero (1940-2004). Así, partiendo del presupuesto de que una mitología autoral rodea y articula la producción y recepción de todo texto autobiográfico, se teje un percurso crítico-teórico de lectura en torno de las escrituras del yo y de la función-autor en la literatura de Levrero con la finalidad de levantar la posibilidad de una figuración hagiográfica de autor en los textos que recorre, en forma descontínua e fragmentaria, toda la fase final de la producción literaria del escritor. En este sentido, partiendo de una perspectiva teórica desconstrucionista del yo en la escritura autobiográfica, propuesto por Paul DeMan en Autobiografía como desfiguración (1991), a la par de una perspectiva crítico-cultural hagiográfica del lugar y la figura del artista o del escritor en el campo artístico y literario contemporáneo, a partir del ensayo de Flora Süssekind Hagiografias. Paulo Leminski (2008), el trabajo de lectura se concentra en rastrear y levantar ciertos rasgos hagiográficos, (auto)sacralizantes o consagratórios de la vida y la figura del escritor en los textos. De este modo, dentro de la escritura autobiográfica de Levrero, entendida, a partir de Giorgio Agamben (2010), como juego ou profanación de una orden simbólica o un imaginário ligado al discurso de lo sagrado o religioso cristianos, se intenta señalar una suspensión o neutralización de cualquier pretensión de (auto)conocimiento positivo de una verdad biográfica o de un yo trascendental atribuidos, a priori, al relato de la vida o de la experiencia de un sujeto. Por otro lado, el trabajo toca, y deja en abierto, diversas cuestiones crítico-teóricas alrededor de determinadas prácticas artísticas o literarias que problematizan la función-autor o el estatuto del arte contemporáneo con la constitución de las subjetividades en la moderna cultura occidental. Siendo así, el trabajo se propuso indagar, como problema de fondo, categorías como identidad (de raza, de género, o nación), verdad biográfica o yo trascendental . Siendo así, la investigación presenta, de modo general, una senda de lectura para los textos autobiográficos de Levrero y su relación, anacrónica e desplazada, con el llamado mito de la biografía (COCCIA, 2012) del cual las Vita de los santos o hagiografías cristianas, y en especial los cuatro evangelios bíblicos, serian los arquetipos o mitografías fundamentales a partir de los cuales rastrear un dispositivo teológico-juridico de lenguaje sobre el que se asentaría todo el valor metafísico de una verdad biográfica o de la ley en la moderna civilización occidental.
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Baú de máscaras

Nunes, Valentina da Silva 16 July 2013 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-graduação em Literatura, Florianópolis, 2010 Made available in DSpace on 2013-07-16T04:07:19Z (GMT). No. of bitstreams: 1 281324.pdf: 11744481 bytes, checksum: f5278deaf9801498f165d69afe0a62b8 (MD5) Primeira tese a digitalizar e apresentar o arquivo pessoal da cantora e compositora brasileira Maysa (1936-1977), voz de destaque do samba-canção de fossa dos anos 1950 e 1960. Material composto de textos e fotos inéditas, cuja marca é a multiplicidade de forma e conteúdo, esta leitura aponta para os usos da escrita de si e da intertextualidade entre o público e o privado, como um jogo de máscaras, uma autoficção a que a arquivista recorre, para assim compor sua persona, seja levando para os palcos dados de sua vida pessoal, seja trazendo de lá elementos para seu autoarquivamento.
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(Des)arquivar biografemas

Grants, Andréa Figueiredo Leão 2016 (has links)
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2016. Made available in DSpace on 2017-04-11T04:16:41Z (GMT). No. of bitstreams: 1 345688.pdf: 6754289 bytes, checksum: 80634fbb914337ba9cfb52b33f8151dd (MD5) Previous issue date: 2016 Este trabalho apresenta a biblioteca da escritora Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas, pela dupla proposta de estudo: a catalogação do acervo bibliográfico da poetisa, ou seja, sua biblioteca particular; e a análise, por meio de uma leitura biografemática, dos resíduos encontrados, tanto no arquivar/desarquivar dos fragmentos quanto em alguns textos poéticos de sua escritura. Os versos selecionados, voltados à poesia da culinária, à poesia do eu e à poesia do resíduo, se tornaram corpus para análise da construção de uma persona. São, portanto, os fios condutores que desenham, de forma emblemática, os biografemas que se articulam na escritura de Cora Coralina. Os objetos residuais são considerados sob o ponto de vista de uma autobiografia material, revelados não apenas nos títulos, autores e assuntos catalogados, mas sobretudo, nas implicações presentes nas tessituras de associações das suas experiências e memórias, assim como os pormenores concretos que, por sua vez, revelam as múltiplas facetas da vida e da obra da poetisa. A pesquisa propõe um entrelaçamento de gesto de vida e de escritura da autora, como uma dança ritualística em torno da figura emblemática da ?mulher-monumento?, como apontado por Andrea Delgado (2003). A biblioteca particular catalogada contempla parte do espólio da escritora e encontra-se localizada no Museu Casa de Cora Coralina na cidade de Goiás, sob a direção da professora Marlene Vellasco. Essa tese, propõe-se, portanto, espelhar a singularidade da poetisa por meio dos biografemas cotejados em sua escritura e, por vezes, com a iconografia, punctum, tal como percebido por Roland Barthes (1984). O processo de inventariar a biblioteca particular de Cora Coralina permite dar visibilidade ao acervo de 912 títulos e 978 exemplares disponibilizados em forma de catálogo, resgatando, do ?esquecimento?, um autêntico repertório de fontes e inspirações da poetisa e de sua escritura. Opera-se, a partir das centenas de páginas impressas entre rastros de suas leituras, as redes de relações com os ?outros?, as escritas de margens em forma de anotações, adendos, rasuras, além de paratextos, como as dedicatórias, os pós-escritos e os excertos inéditos em prosa e em verso. Trata-se de uma tese de doutorado, a primeira que se dispõe a desarquivar biografemas a partir da biblioteca particular da escritora e que, ao final se transforma na construção de uma ?biografia descontínua?, inserida no contexto do espaço biográfico, proposto por Leonor Arfuch (2010) e, cujo fio condutor, envolve aspectos conexos à linha de pesquisa memória, subjetividade e história.
Abstract : This study presents the library of the writer Cora Colina, pseudonym for Anna Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas, with a two-fold proposal: cataloguing the bibliography of the poet in her private library, and analysing - through a biographeme reading ? the residues found both in the archiving process and in some of the author?s poetic writings. The selected verses, dealing with themes of culinary, of the self and of the residue became the corpus for the analysis of the construction of a persona. They are, therefore, the engine that brings together, in an emblematic way, the biographemes that are articulated in the writings of Cora Coralina. The residual objects are considered from the point of view of a material autobiography, which is revealed not only in catalogued titles, authors, and subjects, but mainly in the implications presented in the constructed associations between experience and memories, as well as in the concrete details that reveal the multiple facets of the poet?s life and work. The research proposes a net of connections between the life gesture and the author?s writings, as in a ritualistic dance around the emblematic figure of the ?monument woman?, as pointed out by Andrea Delgado (2003). The catalogued private library encompasses part of the writer?s assets and is located in the Museum ?Casa de Cora Coralina? in the city of Goiás, under the direction of professor Marlene Vellasco. In this sense, this dissertation aims at portaying the singularity of the poet through the biographemes present in her writings, and also through the punctum iconography, as defined by Roland Barthes (1984). The process of inventorying the private library of Cora Coralina gives visibility to the archives of 912 titles and 978 samples made available in the form of a catalogue, saving from oblivion an authentic repertoire of sources and inspirations of the poet and her writings. From the hundreds of pages printed out in traces of her readings, networks of relations with ?others? operate as well as writings on the margins in the form of notes, erasures and paratexts, such as dedications, post-writings and unpublished excerpts both in prose and verse. The doctoral dissertation is the first to look at the archives of biographemes from her private library which become, at the end, a discontinuous biography, inserted in the context of the biographical space as proposed by Leonor Arfuch (2010), whose thread involves aspects related to the line of research on memory, subjectivity and history.
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Tra esilio, memoria e nostalgia: studi su vita, di Melania Mazzucco Tra Esilio, memoria e nostalgia studi su vita, di Melania Mazzucco

Sara Debenedetti 17 February 2006 (has links)
Vita, di Melania Mazzucco (giovane scrittrice italiana contemporanea), è il romanzo di una storia di esilio (ex-solum, allontanati dal proprio suolo, emigrati), intessuto di finzione, realtà, memoria. Scritto in alcune parti in prima persona, il romanzo sfuma nell\'autobiografia. L\'invenzione s\'intreccia alla ricerca di una memoria familiare e personale, per narrare una epopea collettiva che rarissimamente ha trovato la via della letteratura. Vita e Diamante Mazzucco, i protagonisti, sono due ragazzi italiani che, all\'inizio del Novecento, insieme alla moltitudine di immigrati della grande emigrazione, affrontano la loro America, passione e vita. Apparentemente limitati a un gruppo e a un periodo, i temi del romanzo toccano il rapporto contraddittorio, il limite fra reportage veridico e ricostruzione ideale, fra memoria storica e costruzione narrativa e portano alla luce vite \"analoghe\". La problematica dell\' \"altro\" (Vita e Diamante come rappresentanti dei \"vinti\", dell\'altra faccia della storia) fa emergere la reale alterità che la letteratura - e il romanzo meglio di altri generi - può portare alla luce, verbalizzando ciò che era da lungo tempo rimosso nella memoria familiare e, forse, in quella collettiva Vita, de Melania Mazzucco (jovem escritora italiana contemporánea), é um romance que trata sobretudo do exílio, (ex-solum, distância da própria terra, emigração) por meio de uma narrativa que mescla ficção, realidade, memória. Escrito em algumas partes em primeira pessoa, o romance possui uma nuance de autobiografia. A ficção se entrelaça com as pesquisas da memória familiar e pessoal da autora, de modo a narrar uma epopéia coletiva, a qual em raríssimos casos encontrou a via da literatura. Vita e Diamante Mazzucco, os protagonistas, são dois jovens italianos que, no início do século XX, junto à multidão que compôs a grande emigração italiana, afrontam a América, a paixão e a vida. Com um enredo aparentemente limitado a um grupo e a um período histórico, os temas presentes na obra apontam para uma questão contraditória, o limite entre a reportagem verídica e a reconstrução ideal dos fatos, entre a memória histórica e a construção narrativa, colocando em evidência situações análogas. A problemática do \"outro\" (Vita e Diamante como representantes dos \"vencidos\", da outra face da história) faz emergir a real alteridade que a literatura - e o romance melhor que outros gêneros - é capaz de trazer à tona, verbalizando aquilo que estava desde muito tempo escondido na memória familiar e, talvez, na memória coletiva
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La epistola privada como género: estrategias de construcción

Torras Francés, Meri 26 October 1998 (has links)
La tesi parteix d’una reflexió des de la teoria a propòsit de l’estatut de l’autobiografia (i del gènere epistolar en particular), preguntant-se a propòsit d’aspectes com són ara la construcció del subjecte en el discurs o el valor de l’experiència com a categoria de diferència. Per tal de aprofundir en aquesta aproximació, el segon capítol realitza un alectura crítica de dues cartes autobiogràfiques escrites per dones: la Carta a Sor Filotea de la Cruz, escrita per Sor Juana i l’ Autobiografía epistolar de Gertrudis Góme de Avellaneda. El capítol central analitza el binomi gènere femení-gènere epistolar per demostrar de quina manera va establir-se a la modernitat (la França dels segles XVII i XVIII) i per què la carta privada acaba definint-se com un gènere (genre) de gènere (gender) femení, sobre quins condicionaments socials va succeir i quin va ser el paper de les dones en tot això. En el darrer capítol s’aborda el seguiment del binomi a l’Espanya dels segles XVIII, XIX i XX, fent paleses les aplicacions particulars que va patir en aquest altre context historico-cultural. Tot això fent ús d’un plantejament i un enfocament propis de la filologia, la teoria de la literatura i la literatura comparada que, a l’apèndix, abraça altres arts, ja que s’hi recullen mostres de la pintura holandesa del xvii on el motiu de la carta femenina té un tractament plenament en consonància amb els paràmetres que van constituir l’assimmilació de gèneres (gènere femení-gènere epistolar) a la França dels salons. La tesis parte de una reflexión desde la teoría a propósito del estatuto de la autobiografía (y del género epistolar en particular), preguntándose sobre aspectos como la construcción del sujeto en el discurso o el valor de la experiencia como categoría de diferencia. En aras de ahondar en esta aproximación, el segundo capítulo realiza una lectura crítica de dos cartas autobiográficas escritas por mujeres: la Carta a Sor Filotea de la Cruz, escrita por Sor Juana y la Autobiografía epistolar de Gertrudis Gómez de Avellaneda. El capítulo central está destinado a analizar el binomio género femenino-género epistolar para demostrar de qué modo se estableció en la modernidad (en la Francia de los siglos XVII y XVIII) y por qué la carta privada terminó definiéndose como un género (genre) de género (gender) femenino, sobre qué condicionamientos sociales aconteció y cuál fue el papel de las mujeres en ello. En el capítulo posterior se acomete el seguimiento del binomio en la España de los siglos XVIII, XIX y XX, dando cuenta de las aplicaciones particulares que sufrió en este otro contexto histórico-cultural. Todo ello haciendo uso de un planteamiento y un enfoque propios de la filología, la teoría de la literatura y la literatura comparada que, en el apéndice, abraza otras artes, puesto que en él se recogen muestras de la pintura holandesa del XVII donde el motivo de la carta femenina observa un tratamiento plenamente en consonancia con los parámetros que constituyeron la asimilación de los géneros (género femenino-género epistolar) en la Francia de los salones. The thesis departs from a theoretic reflection on the status of autobiography in general —and of epistolary genre in particular— inquiring about aspects like the construction of the subject in the discourse or the value of experience as a category of difference. In order to examine in depth this approach, the second chapter performs a critical reading of two autobiographic letters written by women: the Carta a Sor Filotea de la Cruz by Sor Juana and the epistolary Autobiografía of Gertrudis Gómez de Avellaneda. The central chapter is devoted to analyze the epistolary genre—feminine gender relationship to show how it was established in Modernity (in France, XVII and XVIII centuries) and why the personal letter finished defined as a genre of feminine gender, on what social factors happened and what was the woman’s role in all that. The following chapter shows the relationship in Spain, XVIII, XIX and XX centuries, giving an account of particular applications that it suffered in this historical and cultural context. All this using approaches of Philology, Literary Theory and Comparative. The appendix considers some samples of the Dutch painting of the xvii where the motive of the feminine letter observes a treatment fully accordance with the parameters that constituted the assimilation of gender/genre (feminine gender/epistolary genre) in the French salons.

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