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The approach of contemporary topics in biology in high school: an exploratory study / A abordagem de temas contemporÃneos de biologia no ensino mÃdio: um estudo exploratÃrio

Deborah Ximenes Torres Holanda 26 July 2013 (has links)
As descobertas no campo da ciÃncia moderna levantam uma sÃrie de questÃes de ordem moral, social, econÃmica e polÃtica. à importante que a sociedade esteja bem informada sobre os avanÃos da ciÃncia moderna, para que ela seja capaz de tomar decisÃes a respeito de como o conhecimento cientÃfico produzido deve ser utilizado. Assim, o ensino de Biologia deve levar o aluno a adquirir instrumentos que o permitam agir em diferentes contextos, principalmente em sua vida, ampliando a sua compreensÃo sobre a realidade. Este trabalho teve como objetivo, portanto, analisar de que forma ocorrem a abordagem e contextualizaÃÃo de temas biolÃgicos contemporÃneos que estÃo relacionados à Biologia Celular e à GenÃtica, nas aulas de Biologia no Ensino MÃdio. O estudo desta pesquisa foi realizado em uma Escola de Ensino Fundamental e MÃdio, E.E.F.M, no municÃpio de CrateÃs, tendo como amostragem seus professores de Biologia. O objetivo foi analisar como acontece a abordagem de temas da Biologia contemporÃnea, tais como cÃlulas-tronco, tecnologia do DNA recombinante, clonagem, entre outros, e investigar quais informaÃÃes sobre esses temas os alunos do Ensino MÃdio possuem, bem como aplicar metodologias de ensino diferenciadas. Os sujeitos foram quatro professores e seus alunos das turmas de 1 e 3  do Ensino BÃsico. As coletas de dados foram realizadas atravÃs de questionÃrios e tambÃm de observaÃÃes das aplicaÃÃes das aulas relativas ao produto educacional desenvolvido com a colaboraÃÃo de um dos professores da escola. Os resultados demonstraram que esses conteÃdos sÃo pouco abordados em sala de aula, sendo o livro didÃtico o principal recurso utilizado. AlÃm disso, os docentes sentem a necessidade de um material didÃtico simplificado, que possa ser utilizado nas aulas de Biologia. Os alunos, por outro lado, dominam informaÃÃes sobre temas contemporÃneos; no entanto, muitos nÃo sabem se posicionar a respeito, e propÃem diversas estratÃgias didÃticas que podem melhorar as aulas de Biologia. Foi elaborado, entÃo, um manual, atravÃs de uma extensa pesquisa bibliogrÃfica e adequaÃÃo das aulas, de acordo com a realidade das escolas pÃblicas estaduais e contando com a colaboraÃÃo do professor. A partir das diferentes metodologias implantadas em sala de aula, observou-se que a utilizaÃÃo de diferentes estratÃgias de ensino pode ser vantajosa e Ãtil no sentido de contribuir e enriquecer os conhecimentos dos alunos, favorecendo a interaÃÃo entre professor e alunos, e auxiliando na participaÃÃo e discussÃo de questÃes cientÃficas. Portanto, um dos grandes desafios dos educadores à o de intensificar o uso de outros materiais e atividades, para alÃm do livro didÃtico, que auxiliem na conduÃÃo da aprendizagem. Os professores devem utilizar vÃrias metodologias de ensino, aliadas ao emprego de muitos recursos, como meios audiovisuais, jogos interativos, textos ou dinÃmicas em grupo, todos organizados de acordo com o tipo de conhecimento que se deseja explorar. Tendo em vista o acesso ao conhecimento cientÃfico, a escola à o local mais propÃcio para os alunos. No entanto, muitas vezes os conteÃdos nÃo sÃo organizados corretamente e, com isso, o educador se và diante do grande desafio de organizar, estruturar e apresentar os conceitos de maneira satisfatÃria, adaptando-se aos conteÃdos em questÃo, de modo que o aluno seja eficientemente estimulado. / The discoveries in the field of modern science raise a number of issues of moral, social, economic and political order. It is important that the society can be well informed about the advances of modern science, so that it can be able to make decisions about how the scientific knowledge produced must be used. This way, the teaching of Biology has to help the student to acquire tools that allow him to act in different contexts, especially in life, expanding his understanding of reality. This work aimed to examine how the approach and contextualizing of contemporary biological issues that are related to cell biology and genetics happen, in Biology classes in high school. The study of this research was developed at an Elementary and High School, E.E.F.M, in the city of CratÃus, with Biology teachers as sample. The aim was to analyze how the approach of issues of contemporary Biology such as stem cells, recombinant DNA technology, cloning, among others happens, and to investigate which information on these themes high school students possess, as well as to apply different teaching methodologies. The subjects were four teachers and students of the 1st and 3rd grades of the Basic Education. The data collection was carried out through questionnaires and also the observations of the applications of the classes related to the educational product developed with the collaboration of one of the school teachers. The results showed that these contents are barely addressed in the classroom, being the didactic textbook the primary resource used. Afterwards, teachers feel the need of a simplified teaching material, which can be used in Biology classes. Students, by their turn, have information on contemporary issues; however, many of them do not know to position themselves, and propose several didactical strategies that can improve Biology classes. A manual, then, was elaborated through an extensive literary research and the fitting of classes, according to the reality of public schools and counting on the collaboration of the teacher. From the different methods implemented in the classroom, it was observed that the use of different teaching strategies can be advantageous and useful to contribute and enrich students' knowledge, favoring the interaction between teacher and students, and assisting in the participation and discussion of scientific issues. Therefore, one of the major challenges for educators is to intensify the use of other materials and activities, in addition to the textbook, leading to learning. Teachers should use various teaching methodologies, along with the usage of many resources, as audiovisual ones, interactive games, texts or group dynamics, all organized according to the type of knowledge they want to explore. Taking into account the access to scientific knowledge, the school is the best place for the students to learn. However, many times the contents are not correctly organized and, because of this, the teacher finds himself in face of the big challenge to organize, to structure and to present the concepts in a satisfactory way, adapting it to the contents under study, in a way that the students can be efficiently encouraged.
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Efeitos da alanil-glutamina na mucosite intestinal induzida pelo 5-fluorouracil em camundongos deficientes da apolipoproteÃna-E

Celina Viana De AraÃjo 28 November 2014 (has links)
A mucosite intestinal à uma reaÃÃo inflamatÃria e/ou ulcerativa do revestimento gastrointestinal, podendo ocorrer pelo efeito citotÃxico direto dos agentes de quimioterapia e radioterapia antineoplÃsicas. O 5-fluorouracil (5-FU) à um antineoplÃsico que està clinicamente indicado no tratamento de diversos tipos de cÃncer. A glutamina (Gln) à o aminoÃcido mais comumente encontrado no organismo, sendo benÃfica na recuperaÃÃo da mucosite oral e intestinal. A suplementaÃÃo com derivados mais estÃveis da Gln, tal como alanil-glutanina (Ala-Gln), representa um meio de fornecimento de Gln para o organismo. Um estudo recente do nosso grupo mostrou que animais deficientes da apolipoproteÃna E tinham agravamento da mucosite intestinal induzida pelo 5-FU. Este trabalho teve como objetivo investigar os efeitos da Ala-Gln no tratamento da mucosite intestinal induzida por 5-FU em camundongos C57BL6J APOE nocautes (ApoE-/-) e selvagens. Utilizamos camundongos com pesos entre 20-25 g, de ambos os sexos, sendo desafiados com injeÃÃo intraperitoneal de 5-FU (450 mg/kg), dose Ãnica, e controles receberam PBS. Os animais foram tratados com doses de Ala-Gln (100 mM) ou PBS por gavagem (0,5 mL) trÃs dias antes da administraÃÃo do 5-FU e durante cinco dias consecutivos, sendo sacrificados com soluÃÃo de eutanÃsia no sexto dia. Amostras de Ãleo foram armazenadas em freezer (-80 ÂC) para uso em protocolos de biologia molecular. Amostras tambÃm foram fixadas em formaldeÃdo para processamento histolÃgico. O peso corporal dos animais foi monitorado diariamente e o efeito citotÃxico mielosupressor do 5-FU avaliado pela tÃcnica de leucometria. TambÃm foram considerados parÃmetros morfomÃtricos de altura de vilos e profundidade das criptas, Ãndice mitÃtico e apoptÃtico, bem como os seus escores para necrose. O Western blot foi usado para a detecÃÃo da expressÃo de vilina e TNF-&#945; intestinais; ELISA para o estudo de citocinas e PCR em tempo real (qPCR) para detecÃÃo e quantificaÃÃo de IGF-1e Bcl-2 intestinais. Os animais selvagens e APOE nocautes, mesmo Ãqueles tratados com Ala-Gln, apresentaram perda de peso corporal quando desafiados com 5-FU, nÃo havendo diferenÃa entre os grupos. PorÃm, estes diferiram estatisticamente, apenas, quando comparados aos controles PBS (p<0,001). Verificamos uma leucopenia significativa nos animais selvagens e nocautes desafiados pelo 5-FU em comparaÃÃo ao grupo PBS (p<0,001), nÃo sendo este efeito revertido ou melhorado com a administraÃÃo de Ala-Gln. Nas anÃlises morfomÃtricas do Ãleo, encontramos uma reduÃÃo na altura de vilos (p<0,001), um aumento da profundidade das criptas (p<0,001 e p<0,01) e uma reduÃÃo da razÃo vilo/cripta (p<0,0001) nos animais selvagens e nocautes desafiados pelo 5-FU em comparativo aos respectivos controles PBS. O tratamento com Ala-Gln melhorou a razÃo vilo/cripta (p<0,0001) e a profundidade das criptas (p<0,001 e p<0,0001) nos animais selvagens e nocautes em relaÃÃo aos respectivos animais desafiados pelo 5-FU. A altura de vilos foi melhorada (p<0,01) apenas nos animais APOE nocautes tratados com Ala-Gln em relaÃÃo aos respectivos animais desafiados pelo 5-FU. O desafio pelo 5-FU nÃo aumentou o Ãndice mitÃtico nas criptas dos animais selvagens e APOE nocautes em relaÃÃo os controles PBS e os tratados com Ala-Gln. Houve um aumento de cÃlulas em apoptose nos animais selvagens e nocautes desafiados pelo 5-FU e tratados com Ala-Gln (p<0,01 e p<0,05) em relaÃÃo aos seus controles PBS. Houve um aumento significativo nos escores para criptas necrÃticas (p<0,028) em animais selvagens e APOE nocautes desafiados pelo 5-FU em relaÃÃo aos respectivos controles nÃo desafiados. Apenas os camundongos selvagens tratados com Ala-Gln tiveram uma reduÃÃo significativa (p<0,04) nos seus escores em comparaÃÃo com os animais nÃo tratados injetados com 5-FU. NÃo houve diferenÃa estatÃstica nos nÃveis da citocina IL-1&#946; detectadas por ELISA no Ãleo nos animais selvagens desafiados pelo 5-FU comparados aos controles PBS e Ala-Gln. Contudo, houve um aumento significativo nos nÃveis dessa citocina nos animais APOE nocautes desafiados pelo 5-FU e tratados com Ala-Gln. NÃo houve diferenÃa na expressÃo de vilina e TNF-&#945; no Ãleo nos grupos estudados. Transcritos de RNAm de IGF-1 e Bcl-2 no Ãleo foram encontrados diminuÃdos nos animais APOE nocautes em comparaÃÃo aos animais selvagens. Nossos resultados sugerem que a deficiÃncia de APOE tem um papel fundamental durante a mucosite intestinal induzida pelo 5-FU seguido pelo tratamento com Al
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Neuroprotective effect of curcumin on oxidative stress, inflammation, memory and neuronal damage in rats submitted to transient cerebral ischemia / Efeito neuroprotetor da curcumina sobre o estresse oxidativo, inflamaÃÃo, memÃria e dano neuronal de ratos submetidos à isquemia cerebral transitÃria

Carolina Melo de Souza 29 July 2012 (has links)
CoordenaÃÃo de AperfeÃoamento de Pessoal de NÃvel Superior / The pathophysiology of cerebral ischemia involves a complex cascade of events which includes excitotoxicity, inflammation, oxidative stress and apoptosis. Curcumin is a polyphenol extracted from the rhizome of Curcuma longa. It has anti-inflammatory and antioxidant properties. In this study, we investigated the effects of curcumin on memory deficits, oxidative stress, inflammation and neuronal damage induced by transient cerebral ischemia (TCI). The TCI was induced by bilateral common carotid artery occlusion for 30 min followed by reperfusion. Vehicle or curcumin (6% DMSO in phosphate buffer) were orally administered 60 min before and daily after TCI. Cognitive evaluation was performed by using Y-maze, passive avoidance and water maze tests to assess working, spatial and aversive memories, respectively. To assess neuronal injury histological sections from hippocampus were stained with cresyl violet or FluoroJade C. The interleukin-1&#946; and myeloperoxidase (MPO) contents from hippocampus were used for inflammatory evaluation. Oxidative stress was assessed by quantification of malondialdehyde (MDA), nitrite/nitrate, reduced glutathione (GSH) and superoxide dismutase (SOD) hippocampal. There were no changes in locomotor activity, neither in working memory. Curcumin prevented the TCI-induced early and late aversive memory deficits. The TCI impair spatial learning and memory. Curcumin treatment did not affect spatial learning, but showed a tendency to prevent the impairment on spatial memory. TCI promoted the increase in MPO activity and a tendency to increased concentrations of IL-1&#946; and this effect was prevented by curcumin treatment. Curcumin treatment did not prevent the TCI-induced MDA increases 6h after surgery. Four days after surgery TCI showed a tendency to increase MDA contents and curcumin treatment lowered it. Curcumin prevented TCI- induced nitrite formation 6h after surgery and GSH depletion 24 hours after surgery. Curcumin protected the neurons from death 4d but not 7 days after TCI. Our results demonstrated that curcumin neuroprotection effects may be due to its anti-inflammatory and antioxidant properties. / A fisiopatologia da isquemia cerebral envolve uma complexa cascata de eventos dentre eles excitotoxicidade, inflamaÃÃo, estresse oxidativo e apoptose. A curcumina à um polifenol presente no rizoma da Curcuma longa e que apresenta propriedades antiinflamatÃria e antioxidante. No presente estudo, foram investigados os efeitos da curcumina sobre os dÃficits de memÃria, estresse oxidativo, inflamaÃÃo e dano neuronal induzidos por isquemia cerebral transitÃria (ICT). A ICT foi induzida por oclusÃo das artÃrias carÃtidas, por 30min, seguida de reperfusÃo. Os animais receberam curcumina ou veÃculo (6% de DMSO em tampÃo fosfato) por via oral 60 min antes e diariamente apÃs a ICT. A avaliaÃÃo dos dÃficits cognitivos foi realizada atravÃs dos testes do labirinto em Y, da esquiva passiva e do labirinto aquÃtico que avaliam as memÃrias de trabalho, aversiva e espacial, respectivamente. A integridade neuronal foi avaliada atravÃs de anÃlise histolÃgica do hipocampo utilizando as tÃcnicas de violeta de cresil e Fluoro Jade C. As dosagens de IL-1&#946; e mieloperoxidase (MPO) em homogenatos hipocampais foram utilizadas para a avaliaÃÃo da inflamaÃÃo. O estresse oxidativo foi analisado atravÃs da quantificaÃÃo de malondialdeÃdo (MDA), nitrito/nitrato, glutationa reduzida (GSH) e atividade da superÃxido dismutase (SOD) hipocampais. NÃo foram observadas alteraÃÃes na atividade locomotora e nem na memÃria de trabalho. A curcumina preveniu dÃficits nas memÃrias aversiva recente e tardia induzidas por ICT. A ICT promoveu dÃficits no aprendizado e memÃria espacial. A curcumina nÃo alterou a aprendizagem, mas apresentou uma tendÃncia estatÃstica na prevenÃÃo do dÃficit de memÃria espacial. A ICT promoveu o aumento na atividade de MPO e tendÃncia a aumento nas concentraÃÃes de IL-1&#946; e esse efeito foi prevenido pelo tratamento com curcumina. A ICT promoveu o aumento significativo nas concentraÃÃes de MDA. O tratamento com a curcumina nÃo alterou esse efeito 6h, mas preveniu o aumento 4 dias apÃs a ICT. A curcumina preveniu o aumento de nitrito e a depleÃÃo de GSH induzidos por ICT. A curcumina protegeu os neurÃnios da morte 4 mas nÃo 7 dias apÃs a ICT. Os efeitos neuroprotetores da curcumina parecem estar relacionados com suas propriedades anti-inflamatÃrias e antioxidante.
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Transection of the medial meniscus in mice promotes more pain and injury that your recession / TransecÃÃo do menisco medial em camundongos promove mais dor e lesÃo que a sua retirada

Maria Aline Alves Teotonio 30 September 2013 (has links)
Abstract Osteoarthritis (OA) is a chronic degenerative joint disease characterized by loss of joint of function and disability, reduced with the quality of life. In humans, the lack of reliable and objective methods to evaluate the progression of OA limits their clinical study. Thus, animals are commonly used as model in an attempt to understand the pathophysiology of the disease and investigate new therapies. Considered one of the most experimental models of OA used, the mechanical instability of surgically induced experimentally reproduce the chronic trauma observed in human OA. Using models of surgical meniscectomy (meniscus removal) and destabilization of the medial meniscus (DMM) aimed to evaluate the difference in the development of OA in these experimental models and their response to different anti-inflammatory drugs. Swiss mice underwent surgery and the animals were sacrificed after 7 weeks, with daily assessment of joint pain (hypernociception). After sacrifice, the intra-articular lavage was colleted. The supernatant stored for evaluate cytokine-induced nitric oxide (NO). Histopathologic evaluation of the joints was performed according to the OARSI scores. Groups false-operated (Sham) were used for comparison. Meniscotomizados groups of animals receiving morphine (2 mg/kg, ip), naloxone (1 mg/kg, ip), indomethacin (2 mg/kg, sc), 1400W (0.5 mg/kg, sc), HOE-140 (1 mg/kg, sc) or anti-TNF (25-50 &#61549;l) intraarticular. The hypernociception was recorded first and third hours after drug administration. Untreated group received vehicle only. Data were expressed as mean  SEM, and ANOVA followed by Tukey test. The histopathological scores were expressed as median followed by Kruskal-Wallis. Statistical significance was set at P <0.05. In destabilization of the medial meniscus and meniscectomy, articular hyperalgesia increased significantly in the 16 days after surgery, compared to the sham group (false-operated animals). This hyperalgesia persisted in group destabilization of the medial meniscus until the 49th day of observation (P <0.05). The cellular influx was higher and articular lesions were more severe, particularly in tibial portion, destabilization of the medial meniscus group (P <0.05). Indomethacin, 1400W, HOE and morphine significantly reduced hypernociception, with reversal of the effect of morphine by naloxone. The analgesic effect of anti-TNF persisted for 7 days after administration. The levels of IL-1, TNF-&#945;, IFN-&#947; and NO were undetectable. The destabilization of the medial meniscus is a more severe OA, involving the participation of cyclooxygenase, inducible nitric oxide synthase, bradykinin, opioids and TNF. / A Osteoartrite (OA) à uma doenÃa articular crÃnica degenerativa, caracterizada pela perda da funÃÃo e incapacitaÃÃo, interferindo na qualidade de vida. Em humanos, a inexistÃncia de mÃtodos objetivos e confiÃveis para avaliar a evoluÃÃo da OA limita o seu estudo clÃnico. Assim, modelos animais sÃo amplamente utilizados na tentativa de se compreender os aspectos fisiopatolÃgicos da doenÃa e investigar novas terapias. Considerado como um dos modelos experimentais de OA mais utilizado, o de instabilidade mecÃnica induzida por cirurgia reproduz experimentalmente o trauma crÃnico observado na OA humana. Utilizando os modelos cirÃrgicos de meniscectomia (retirada do menisco) e desestabilizaÃÃo do menisco (corte do menisco) objetivou-se avaliar a diferenÃa do desenvolvimento da OA nesses modelos experimentais e sua resposta a diferentes drogas anti-inflamatÃrias. Camundongos Swiss foram submetidos à cirurgia e sacrificados apÃs 7 semanas, com avaliaÃÃo diÃria da dor articular (hipernocicepÃÃo). ApÃs o sacrifÃcio, o lavado articular foi coletado e o sobrenadante armazenado para a dosagem de citocinas e Ãxido nÃtrico (NO). AvaliaÃÃo histopatolÃgica das articulaÃÃes foi feita segundo os escores Osteoartrite Research Society International (OARSI).Grupos falso-operados (Sham) foram utilizados para comparaÃÃo. Grupo de animais meniscotomizados receberam morfina (2 mg/kg; i.p.), naloxona (1 mg/kg; i.p.), indometacina (2 mg/kg; s.c.), 1400W (0,5 mg/kg; s.c.), HOE-140 (1 mg/kg; s.c.) ou anti-TNF (25-50 &#956;L) intra-articular . A hipernocicepÃÃo foi registrada 1 e 3 horas apÃs a administraÃÃo das drogas. Grupo nÃo tratado recebeu apenas veÃculo. Os dados foram expressos como mÃdia  e.p.m, seguidos por ANOVA e teste de Tukey. Os escores histopatolÃgicos foram expressos como mediana, seguidos por teste de Kruskal-Wallis. O nÃvel de significÃncia foi de P<0,05. Na meniscectomia e meniscotomia, a hiperalgesia articular aumentou significativamente nos 16 dias apÃs o procedimento cirÃrgico, comparada ao grupo sham (animais falso-operados). Essa hiperalgesia persistiu no grupo meniscotomia atà o 49 dia de observaÃÃo (P<0,05). O influxo celular foi maior e as lesÃes articulares foram mais graves, particularmente na porÃÃo tibial, no grupo meniscotomia (P<0,05). Indometacina, 1400W, HOE e morfina reduziram significativamente a hipernocicepÃÃo, com reversÃo do efeito da morfina pelo naloxona. O efeito analgÃsico de anti-TNF persistiu por 7 dias apÃs a administraÃÃo. Os nÃveis de IL-1, TNF-&#945;, IFN-&#947; e NO foram indetectÃveis. A meniscotomia à um modelo mais grave de OA, envolvendo a participaÃÃo de cicloxigenase, Ãxido nÃtrico sintase indutÃvel, bradicinina, opioides e TNF.
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Nhibitory effect in vitro miltefosine facing the strains of h. capsulatum var . capsulatum and sporothrix spp . / Efeito inibitÃrio in vitro de miltefosina frente à cepas de histoplasma Capsulatum var. Capsulatum e Sporothrix spp.

Ãngela Donato Maia Malaquias 12 September 2013 (has links)
Histoplasma capsulatum var. capsulatum and Sporothrix spp. are dimorphic fungi, pathogenic, causing histoplasmosis and sporotrichosis, respectively, being able to affect humans and other animals. Although the commonly used antifungal therapy is effective for the treatment of such fungal infections, some drawbacks may be mentioned, as the need for treatment for prolonged periods, as well as by the high toxicity of amphotericin B. Moreover, refractory cases and recurrences have been described. This scenario has driven the search for new agents that have antifungal activity. Some studies have shown that certain drugs already used clinically in the treatment of non-fungal etiology diseases may have significant antifungal potential. The miltefosine, originally developed as anticancer agent and currently used in the treatment of leishmaniasis, has demonstrated a significant antifungal activity against various fungal pathogens. Based on the above, this study aimed to evaluate the antifungal activity in vitro of miltefosine against the dimorphic fungi H. capsulatum var. capsulatum and S schenckii complex species including S. brasiliensis, S. schenckii, S. globosa and S. mexican, by broth microdilution technique standard by CLSI. The results showed that miltefosine inhibitory effect in vitro against H. capsulatum var. capsulatum and Sporothrix spp. being able to inhibit the growth of all strains analyzed. The Minimum Inhibitory Concentration (MIC) values obtained ranged from 0.25 to 2 mg.L-1 for H. capsulatum var. capsulatum the filamentous phase and from 0.125 to 1 ug.mL-1 in the yeast phase. For Sporothrix spp. filamentous phase in the MIC range was from 0.25 to 2 mg.L-1. The Minimum Fungicidal Concentration (MFC) values were &#8804; 4 mg L-1 for both species analyzed. Thus, the present study demonstrated for the first time the relevant antifungal activity of miltefosine against H. capsulatum var. capsulatum and Sporothrix spp. It is noteworthy that more studies are necessary to evaluate the applicability of miltefosine in vivo and validate its use as an alternative to support the treatment of patients with histoplasmosis and sporotrichosis. / Histoplasma capsulatum var. capsulatum e Sporothrix spp. sÃo fungos dimÃrficos, patogÃnicos, causadores da histoplasmose e da esporotricose, respectivamente, sendo capazes de acometer o homem e outros animais. Embora a terapia antifÃngica comumente utilizada seja eficiente para o tratamento dessas micoses, algumas desvantagens podem ser apontadas, como a necessidade de tratamento por tempo prolongado, bem como, a elevada toxicidade apresentada pela anfotericina B. Ademais, casos de refratariedade e recidivas jà foram descritos. Esse cenÃrio tem impulsionado a busca por novos agentes que apresentem atividade antifÃngica. Alguns estudos tem demonstrado que determinadas drogas jà empregadas clinicamente no tratamento de doenÃas de etiologia nÃo-fÃngica podem apresentar potencial antifÃngica relevante. A miltefosina, originalmente desenvolvida como agente anticÃncer e atualmente utilizada no tratamento da Leishmaniose, tem demonstrado uma importante atividade antifÃngica contra diferentes patÃgenos fÃngicos. Baseado no exposto, o presente trabalho teve por objetivo avaliar a atividade antifÃngica in vitro da miltefosina ante aos fungos dimorficos H. capsulatum var. capsulatum e as espÃcies do complexo S. schenckii, incluindo S. brasiliensis, S. schenckii, S. globosa e S. mexicana, por meio da tÃcnica de microdiluiÃÃo em caldo padronizada pelo CLSI. Os resultados obtidos mostraram que a miltefosina possui efeito inibitÃrio in vitro frente H. capsulatum var. capsulatum e Sporothrix spp. sendo capaz de inibir o crescimento de todas as cepas analisadas. Os valores de ConcentraÃÃo InibitÃria MÃnima (CIM) obtidos variaram de 0,25 a 2 &#956;g mL-1 para H. capsulatum var. capsulatum na fase filamentosa e de 0,125 a 1 &#956;g mL-1 na fase leveduriforme. Para Sporothrix spp. na fase filamentosa o intervalo de CIM foi de 0,25 a 2 &#956;g mL-1. Os valores de ConcentraÃÃo Fungicida MÃnima (CFM) foram &#8804; 4 &#956;g mL-1 para ambas as espÃcies analisadas. Assim, o presente estudo demonstrou pela primeira vez a relevante atividade antifÃngica da miltefosina ante H. capsulatum var. capsulatum e Sporothrix spp. Vale ressaltar, que mais estudos ainda sÃo necessÃrios para avaliar a aplicabilidade da miltefosina in vivo e validar a sua utilizaÃÃo como uma alternativa para subsidiar o tratamento de pacientes com histoplasmose e esporotricose. Palavras-chave:
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AplicaÃÃo tÃpica do gel de S-nitrosoglutationa em matriz mucoaderente modula marcadores inflamatÃrios na periodontite experimental em ratos / Topical application of S- nitrosoglutathione gel matrix mucoaderente modulates inflammatory markers in experimental periodontitis in rats

ConceiÃÃo da Silva Martins 02 December 2014 (has links)
FundaÃÃo Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Cientifico e TecnolÃgico / As doenÃas periodontais possuem alta prevalÃncia na populaÃÃo mundial e manifestam-se, principalmente, em duas entidades distintas, a saber: a gengivite induzida pela placa bacteriana e a periodontite. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de uma formulaÃÃo contendo um doador de Ãxido nÃtrico, o S-nitrosoglutationa (GSNO), em matriz mucoaderente (HPMC) que permite a aplicaÃÃo tÃpica e difusÃo lenta do GSNO na doenÃa periodontal experimental (DPE). A DPE foi induzida por inserÃÃo de um fio de nÃilon 3.0 ao redor do segundo molar superior esquerdo, sendo utilizados os seguintes grupos experimentais: Grupo naive, Grupo tratado com HPMC e Grupos tratados com GSNO em diferentes concentraÃÃes (0,5, 2 ou 10 mM). Em seguida foram avaliados os seguintes parÃmetros: anÃlise do Ãndice de perda Ãssea alveolar, dosagem de fosfatase alcalina Ãssea, anÃlise histopatolÃgica, dosagem de citocinas TNF-&#945; e IL-1&#946;, IL-10, imunohistoquÃmica para iNOS, RANK, RANK-L, OPG e TRAP dosagem de nitrito e nitrato, determinaÃÃo dos nÃveis de glutationa reduzida (GSH) e determinaÃÃo dos nÃveis de malondialdeÃdo (MDA) e qPCR para TNF-&#945;, RANK, RANK-L/OPG. O GSNO reduziu a perda Ãssea, aumentou a fosfatase alcalina Ãssea, reduziu o infiltrado inflamatÃrio, a produÃÃo de citocinas prÃ-inflamatÃrias IL-1&#946; e TNF-&#945;, reduziu a expressÃo gÃnica de TNF-&#945;, RANK e RANKL/OPG e a expressÃo proteica de iNOS, RANK e RANK-L,TRAP e aumentando a de OPG. AlÃm disso, GSNO reduziu o estresse oxidativo, aumentando GSH e diminuindo MDA e NOx. ConcluÃmos que o GSNO em gel com matriz mucoaderente à promissor para o tratamento da doenÃa periodontal, porÃm estudos clÃnicos sÃo necessÃrios para avaliar seu efeito e sua toxidade. / Periodontal diseases, highly prevalent disease in worldwide population, manifest primarily in two distinct entities: plaque-induced gingivitis and periodontitis. In this study, we evaluated the effect of a formulation containing nitric oxide donor, S-nitrosoglutathione (GSNO), in mucoaderente matrix (HPMC) in experimental periodontal disease (EPD). This mucoaderente formulation allows topical application and slow diffusion of GSNO. DPE was induced by insertion of a 3.0 nylon suture around the left upper second molar. Animals was divided in groups: naive, non-treated group, and groups treated with HPMC or GSNO (0.5, 2 and 10 mM). To evaluate the GSNO effects in DPE, we measured: the rate of alveolar bone loss, serum bone alkaline phosphatase, histopathology scores, cytokine assay, immunohistochemistry for iNOS, RANK, RANKL, OPG and TRAP, nitrite and nitrate levels, glutathione (GSH) levels and malondialdehyde (MDA) levels. Gene expression TNF-&#945;, RANK, RANK-L and OPG was measured by qPCR. The GSNO reduced the bone loss, increased bone alkaline phosphatase, decreased the inflammatory cell infiltrate, decreased the release of proinflammatory cytokines (IL-1&#946; and TNF-&#945; and IL-10), diminish gene expression of TNF-&#945;, RANK and RANL/OPG and the iNOS, RANK and RANK-L protein expression, increasing OPG protein expression. Moreover, GSNO reduced oxidative stress, increasing GSH and decreasing MDA and NOx levels. In conclusion, GSNO in mucoaderente formulation promise to improve periodontal disease treatment. However, clinical trials are required to evaluate effect and toxicity GSNO.
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Envolvimento de mecanismos dopaminÃrgicos na atividade antidepressiva da leptina no comportamento tipo-depressÃo induzido por lps em camundongos / Involvement of dopaminergic mechanisms in the antidepressant activity of leptin in behavior -type depression induced by LPS in mice

Rafaela Carneiro Cordeiro 26 September 2014 (has links)
FundaÃÃo de Amparo à Pesquisa do Estado do Cearà / Depression is a chronic and recurrent disorder, whose prevalence in the general population is between 3-11%, being highly disabling and associated with increased morbidity due to medical reasons and risk of suicide. The discovery of new antidepressants with different action mechanisms is expected, with the hope that there is an increase in remission rates associated with the pharmacological treatment of depression. Leptin was first described as an anti-obesity hormone and later the expression of the long form of the leptin receptor in limbic structures related to mood regulation was discovered. Studies in humans suggest its involvement in the pathophysiology of depression. The action of leptin in the forced swimming test resembles those described for antidepressants, so it is possible that the cognate receptors of dopamine (DA) involved in the pathophysiology of depression are involved in the antidepressant activity of leptin. Thus, the present study investigated the involvement of DA and its receptors (D1 and D2-like) in animals subjected to immune challenge by systemic administration of LPS (0.5 mg / kg, ip). To do so we evaluated the behaviors related to depression: forced swimming, locomotor activity and preference for sucrose, 24 h after administration of endotoxin, respectively, key time-point for the development of depressive-like behaviors. Neurochemical analyzes were also done by evaluating the levels of lipid peroxidation (TBARS), reduced glutathione (GSH), IL-1 &#946; and BDNF in brain areas: prefrontal cortex, hippocampus and striatum. The results showed that 24 hours after the administration of LPS there was an increase of immobility in the forced swimming test, reduction of sucrose preference and no change in open field when compared to control animals, featuring a depression-like behavior induced by this endotoxin. Leptin was able to restore the behaviors altered by LPS similar to the control levels. In neurochemical changes there was a decrease of GSH levels in all brain areas studied in animals treated with LPS, increased lipid peroxidation and IL-1&#946;, which is related to oxidative and inflammatory hypothesis of depression. Leptin treatment was able to prevent the LPS-induced changes in IL-1&#946; levels in the prefrontal cortex and striatum and increase BDNF levels in hippocampus, similar to Imipramine. These findings show that in this model, the antidepressant mechanism of leptin involves a possible anti-inflammatory effect of this hormone. / A depressÃo à um transtorno crÃnico e recorrente, cuja prevalÃncia na populaÃÃo em geral situa-se entre 3-11%, sendo altamente incapacitante e associada a aumento da morbidade por causas mÃdicas e do risco de suicÃdio. A descoberta de novos antidepressivos com mecanismos de aÃÃo diversos à esperada, na perspectiva de que haja um aumento nas taxas de remissÃo associados ao tratamento farmacolÃgico da depressÃo. A leptina foi inicialmente descrita como um hormÃnio anti-obesidade e posteriormente, descobriu-se a expressÃo das formas longas do receptor da leptina em estruturas lÃmbicas relacionadas à regulaÃÃo do humor. Estudos em humanos sugerem seu envolvimento na fisiopatologia da depressÃo. A aÃÃo da leptina no teste do nado forÃado assemelha-se Ãqueles descritos para os antidepressivos, logo à possÃvel que os receptores cognatos de dopamina (DA) envolvidos na fisiopatologia da depressÃo estejam envolvidos na atividade antidepressiva da leptina. Assim, o presente trabalho investigou o envolvimento da DA e seus receptores (D1- e D2-sÃmile) em animais submetidos ao desafio imune pela administraÃÃo sistÃmica de LPS (0,5 mg/kg, ip). Para tanto foram avaliados os comportamentos relacionados à depressÃo: nado forÃado, atividade locomotora e preferencia por sacarose, 24 h apÃs a administraÃÃo da endotoxina, respectivamente, ponto de tempo chave para o desenvolvimento de comportamentos tipo depressivo. TambÃm foram feitas anÃlises neuroquÃmicas atravÃs da avaliaÃÃo dos nÃveis de peroxidaÃÃo lipÃdica (TBARS), glutationa reduzida (GSH), IL-1 &#946; e BDNF nas Ãreas cerebrais: cÃrtex prÃ-frontal, hipocampo e corpo estriado. Os resultados mostraram que 24 horas pÃs a administraÃÃo de LPS ocorreu aumento da imobilidade no teste do nado forÃado, reduÃÃo da preferÃncia por sacarose e nenhuma alteraÃÃo no campo aberto quando comparado aos animais controle caracterizando um comportamento tipo-depressÃo induzido por esta endotoxina. A Leptina foi capaz de restaurar os comportamentos alterados pelo LPS aos nÃveis semelhantes ao controle. Nas alteraÃÃes neuroquÃmicas ocorreu queda dos nÃveis de GSH em todas as Ãreas cerebrais estudadas de animais tratados com LPS, aumento da peroxidaÃÃo lipÃdica e da IL-1&#946;, o que està relacionado à hipÃtese oxidativa e inflamatÃria da depressÃo. O tratamento com leptina foi capaz de prevenir as alteraÃÃes induzidas por LPS nos nÃveis de IL-1&#946; no cÃrtex prÃ-frontal e corpo estriado e aumentar os nÃveis de BDNF no hipocampo, semelhante à Imipramina. Estes achados mostram que neste modelo o mecanismo antidepressivo da leptina envolve um possÃvel efeito antiinflamatÃrio deste hormÃnio.
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Estudo EpidemiolÃgico Molecular da HansenÃase em Fortaleza, Cearà / Molecular epidemiological study of leprosy in Fortaleza, CearÃ

Luana Nepomuceno Gondim Costa Lima 26 November 2015 (has links)
O estudo da detecÃÃo de DNA do M. leprae em secreÃÃo nasal de indivÃduos e as metodologias de genotipagem do M. leprae tÃm complementado a epidemiologia da hansenÃase. Este estudo avaliou a positividade de DNA de M. leprae na secreÃÃo nasal (SN) de pacientes com hansenÃase e de indivÃduos sadios; e a variabilidade genÃtica entre cepas de M. leprae, estudando a relaÃÃo com fatores clÃnico-epidemiolÃgicos. Foram coletadas amostras de SN de 185 pacientes (grupo C), de 136 indivÃduos sem hansenÃase (grupo Co) que frequentavam o Centro de ReferÃncia Nacional em Dermatologia SanitÃria Dona LibÃnia em Fortaleza, Cearà e 121 alunos da Faculdade Christus em Fortaleza (grupo GE). Foram coletadas biÃpsias de pele (BP) de 38 indivÃduos do grupo C. Todas as amostras de SN foram submetidas à amplificaÃÃo da regiÃo RLEP por meio de PCR NESTED. Para avaliaÃÃo da diversidade genÃtica do M. leprae entre indivÃduos, foram analisadas cepas de SN de 48 pacientes positivos do sistema RLEP, utilizando os quatro loci de repetiÃÃes em tandem de nÃmero variÃvel (VNTRs): AC8b, AC9, AC8a e GT9. Para o estudo da variabilidade da cepa no mesmo indivÃduo foram comparadas amostras de BP e SN de 38 pacientes positivos do sistema RLEP, utilizando os quinze loci de VNTRs: AT17, GGT5, GTA9, AC8b, AC8a, AT15, AC9, 21-3, GAA21, TA18, 6-7, 27-5, TA10, 23-3, 12-5. Foram RLEP positivo 69,2% dos casos, 66,9% do grupo Co e 28,1% do grupo GE. O fato de o indivÃduo ser homem, pertencer à classe socioeconÃmica D/E e a cada ano de idade que envelhece, aumenta a chance em 6,266, 3,083 e 1,046, respectivamente, dele ser PCR positivo. Na anÃlise de distribuiÃÃo geogrÃfica dos indivÃduos RLEP positivos, o grupo Co foi o grupo de interseÃÃo entre os grupos C e GE e em relaÃÃo ao grupo C, os com baciloscopia positiva e RLEP positivo estiveram mais agrupados do que os com baciloscopia positiva e RLEP negativo. Os loci AC8b, AC9, AC8a e GTA9 apresentaram uma diversidade alÃlica considerada moderadamente discriminante. Houve a formaÃÃo de quatro grupos com cepas de genÃtipos idÃnticos. Os genÃtipos mais frequentes foram o AC8b: 8, AC9: 7, AC8a: 8, GTA9: 10 e o AC8b: 7, AC9: 8, AC8a: 9, GTA9: 9. As cepas de genÃtipos Ãnicos foram detectadas em pacientes com idade menor e em pacientes nos quais ocorreu maior tempo entre sintomas e diagnÃstico. Foi constatada a existÃncia de diferentes cepas circulando no MunicÃpio em estudo e diferenÃas de subpopulaÃÃes do bacilo entre as amostras de BP e SN de um mesmo indivÃduo. &#8195; / The study of detection of M. leprae DNA in nasal secretions from patients and healthy subjects in addition to the methodologies for genotyping of M. leprae has complemented the leprosyâs epidemiology. This study evaluated the positivity of M. leprae DNA in nasal secretion (NS) of leprosy patients and healthy individuals; and genetic variability among strains of M. leprae, studying the relationship with clinical and epidemiological factors. NS samples were collected from 185 patients (group C), 136 individuals without leprosy (Co) attending the National Reference Center for Sanitary Dermatology Dona LibÃnia in Fortaleza, Cearà and 121 students from the Faculty Christus in Fortaleza (GE group). Skin biopsies (SB) were collected from 38 individuals in group C. All samples NS were subjected to DNA extraction and amplification of RLEP region by nested PCR. To assess the genetic diversity of M. leprae among individuals, 48 strains of SN positive patients RLEP system were analyzed using the four loci of variable number tandem repeats (VNTRs): AC8b, AC9, and AC8a GT9. To study the variability of the strain in the same individual were compared BP and SN samples of 38 positive patients RLEP system using the fifteen loci VNTRs: AT17, GGT5, GTA9, AC8b, AC8a, AT15, AC9, 21-3, GAA21, TA18, 6-7, 27-5, TA10, 23-3, 12-5. 69.2% of the cases, 66.9% of Co and 28.1% of group GE were positive RLEP. The fact that the individual is male, belonging to socioeconomic class D/E and every year-old age increases the chance in 6,266, 3,083 and 1,046, respectively, be it positive PCR. In the analysis of geographical distribution of individuals positive RLEP, the Co was the group of intersection between C and GE groups and the group C, the smear-positive and positive RLEP were more clustered than smear-positive and negative RLEP. The AC8b, AC9, and AC8a GTA9 loci showed allelic diversity considered moderately discriminating. There was a formation of four groups with strains of identical genotypes. The most common genotypes were AC8b: 8, AC9: 7, AC8a: 8, GTA9: 10 and AC8b: 7, AC9: 8, AC8a: 9, GTA9: 9. Strains of unique genotypes were detected in patients aged greater and in patients in whom there was more time between symptoms and diagnosis. The existence of different strains circulating in the city under study and different subpopulations of bacilli between BP and SN samples of the same individual was observed.
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Eriodictiol protege camundongos submetidos à isquemia cerebral focal permanente, do dano neuronal, dÃficit de memÃria e resposta inflamatÃria

Emerson de Oliveira Ferreira 19 June 2015 (has links)
O Acidente Vascular EncefÃlico (AVE) à definido como um quadro clÃnico de dÃficit neurolÃgico que pode perdurar ou exceder as primeiras vinte e quatro horas do evento. A OrganizaÃÃo Mundial de SaÃde (OMS) revela que entre os anos de 2000 e 2011, o AVE apresentou-se como a segunda principal causa de Ãbitos em todo o mundo. Segundo o MinistÃrio da SaÃde, o AVE à a principal causa de morte no Brasil. à causado pela diminuiÃÃo da perfusÃo sanguÃnea com depleÃÃo de oxigÃnio e glicose ao cÃrebro, causando reduÃÃo dos nÃveis de ATP e predispondo a eventos como: excitotoxicidade glutamatÃrgica, influxo exacerbado de Ca++, estresse oxidativo, inflamaÃÃo e apoptose, resultando em morte neuronal. O eriodictiol (3&#8223;,4&#8223;,5,7-tetrahidroxiflavanona) à um flavonÃide encontrado na erva chinesa (Dracocephalum rupestre). Possui atividades anti-inflamatÃria, antioxidante e antiapoptÃtica jà reportadas. O objetivo deste trabalho foi estudar os efeitos do eriodictiol sobre o dano neuronal, dÃficits de memÃria e resposta infamatÃria de camundongos submetidos à isquemia cerebral focal por oclusÃo permanente da artÃria cerebral mÃdia (pMCAO). Os animais foram tratados oralmente com eriodictiol (1, 2 e 4 mg / kg) ou veÃculo (5% Tween 80 em salina 0,9%) 30 min antes, 2 horas depois da pMCAO e diariamente durante 4 dias. A pMCAO promoveu dano cerebral nos animais isquemiados, sendo esse comprovado, por meio da detecÃÃo do aumento significativo nas percentagens das Ãreas de infarto, pelos dÃficits sensÃrio-motores observados e pela perda da viabilidade neuronal. O eriodictiol reduziu a Ãrea de infarto cerebral nas doses de 1, 2 e 4 mg/kg e preveniu os animais isquemiados dos dÃficits neurolÃgicos 24h apÃs pMCAO. TambÃm, preveniu esses animais da perda da viabilidade neuronal na dose de 4 mg/kg 96h apÃs pMCAO. Os animais submetidos à pMCAO apresentaram uma significativa reduÃÃo no nÃmero de rearings no teste de campo aberto e dÃficits de memÃria de trabalho (Y-maze) e memÃria aversiva (esquiva-passiva) 72 e 96h apÃs induÃÃo isquÃmica. O tratamento com o eriodictiol nas doses de 2 e 4 mg/kg normalizou o nÃmero de rearings, nas doses de 1, 2 e 4 mg/kg preveniu os dÃficits na memÃria de trabalho e na dose de 4 mg/kg preveniu os dÃficits na memÃria aversiva. A pMCAO induziu o aumento da atividade de MPO no cÃrtex temporal, induziu a imunoreatividade para TNF-&#945;, iNOS e GFAP no cÃrtex temporal e corpo estriado nos animais isquemiados. O eriodictiol na dose de 4 mg/kg preveniu o aumento da atividade de MPO e o aumento da imunoreatividade para TNF-&#945;, iNOS e GFAP. Os resultados do presente estudo mostram que o eriodictiol possui atividade neuroprotetora em animais submetidos à pMCAO e que essa aÃÃo està relacionada, ao menos em parte, a sua propriedade anti-inflamatÃria.
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Revisão taxonômica do gênero Galea Meyen, 1832 (Rodentia, Caviidae, Caviinae)

Bezerra, Alexandra Maria Ramos 30 May 2008 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal, 2008. / Submitted by Rosane Cossich Furtado (rosanecossich@gmail.com) on 2010-02-24T11:40:26Z No. of bitstreams: 1 2008_AlexandraMariaRamosBezerra_orig.pdf: 7307642 bytes, checksum: 341a181b65564c0e2febe42b88abba0a (MD5) / Approved for entry into archive by Marília Freitas(marilia@bce.unb.br) on 2010-02-24T23:18:04Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2008_AlexandraMariaRamosBezerra_orig.pdf: 7307642 bytes, checksum: 341a181b65564c0e2febe42b88abba0a (MD5) / Made available in DSpace on 2010-02-24T23:18:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2008_AlexandraMariaRamosBezerra_orig.pdf: 7307642 bytes, checksum: 341a181b65564c0e2febe42b88abba0a (MD5) Previous issue date: 2008-05-30 / O gênero Galea Meyen, 1832 inclui quatro espécies recentes atualmente reconhecidas, G. spixii (Wagler, 1831), G. musteloides Meyen, 1832, G. flavidens (Brandt, 1935) e G. monasteriensis Salmsdorff et al., 2004, e erigidas com base em poucos espécimes. A nomenclatura desse gênero é confusa devido à dificuldade da delimitação morfológica das espécies. Assim, vários táxons são hoje considerados sinônimos, enquanto as espécies atuais foram fundamentadas em revisões não muito abrangentes ou na composição de catálogos de espécies. Assim, com o objetivo de reavaliar os caracteres utilizados para erigir as espécies e de conhecer a real variabilidade morfológica do gênero, foram empregadas duas abordagens metodológicas para as inferências taxonômicas: 1) a análise da morfometria linear de caracteres crânio-dentários e 2) a análise da morfometria geométrica do crânio, representando quase toda a distribuição do gênero Galea. As evidências morfológicas sugerem que: 1. O gênero Galea pode ser dividido em dois grandes grupos morfológicos, um localizado geograficamente a leste e mais ao norte, incluindo indivíduos provenientes de localidades do Brasil e chamado aqui de grupo ‘spixii’, e o outro à oeste e ao sul e composto por indivíduos provenientes de localidades da Bolívia acima dos 2.000 m de altitude, da Argentina e do Peru e chamado aqui de grupo ‘musteloides’; 2. A amostra composta por indivíduos de Santa Cruz, na Bolívia, até 600 m de altitude, apresentou-se como um agrupamento divergente de ambos os grupos anteriormente referidos e trata-se de uma entidade taxonômica distinta, sendo o nome Galea demissa (Thomas, 1921) disponível, considerando que esta como sinônimo sênior de Galea spixii campicola Doutt, 1938; 3. O nome Galea spixii (Wagler, 1831), segundo os resultados aqui apresentados, deve ser utilizado para as populações do estado da Bahia, sendo sua localidade tipo em São Felipe, estado da Bahia, em acordo com Osgood (1915); 4. Galea flavidens (Brandt, 1935) não pôde ser morfologicamente delimitada em função de importantes fatores como descrição insuficientemente detalhada, ausência de um holótipo e da definição exata da localidade tipo, sendo um sinônimo de Galea spixii; 5. Populações do estado de Minas Gerais e do estados do norte do Nordeste do Brasil formam dois grupos morfológicos distintos de G. spixii que devem ser formalmente redescritos; 6. Galea musteloides como atualmente proposto inclui mais de um táxon que, de acordo com os resultados, pode incluir três espécies para a Argentina, Galea comes Thomas, 1919, G. leucoblephara (Burmeister, 1979), G. littoralis (Thomas, 1901), 7. Galea monasteriensis Salmsdorff et al., 2004 não foi morfologicamente distinguível das amostras associadas ao nome G. musteloides de localidades a oeste e sul da Bolívia acima de 2.000 m e deve ser considerada um sinônimo júnior desta. O gênero Galea Meyen, 1832 inclui quatro espécies recentes atualmente reconhecidas, G. spixii (Wagler, 1831), G. musteloides Meyen, 1832, G. flavidens (Brandt, 1935) e G. monasteriensis Salmsdorff et al., 2004, e erigidas com base em poucos espécimes. A nomenclatura desse gênero é confusa devido à dificuldade da delimitação morfológica das espécies. Assim, vários táxons são hoje considerados sinônimos, enquanto as espécies atuais foram fundamentadas em revisões não muito abrangentes ou na composição de catálogos de espécies. Assim, com o objetivo de reavaliar os caracteres utilizados para erigir as espécies e de conhecer a real variabilidade morfológica do gênero, foram empregadas duas abordagens metodológicas para as inferências taxonômicas: 1) a análise da morfometria linear de caracteres crânio-dentários e 2) a análise da morfometria geométrica do crânio, representando quase toda a distribuição do gênero Galea. As evidências morfológicas sugerem que: 1. O gênero Galea pode ser dividido em dois grandes grupos morfológicos, um localizado geograficamente a leste e mais ao norte, incluindo indivíduos provenientes de localidades do Brasil e chamado aqui de grupo ‘spixii’, e o outro à oeste e ao sul e composto por indivíduos provenientes de localidades da Bolívia acima dos 2.000 m de altitude, da Argentina e do Peru e chamado aqui de grupo ‘musteloides’; 2. A amostra composta por indivíduos de Santa Cruz, na Bolívia, até 600 m de altitude, apresentou-se como um agrupamento divergente de ambos os grupos anteriormente referidos e trata-se de uma entidade taxonômica distinta, sendo o nome Galea demissa (Thomas, 1921) disponível, considerando que esta como sinônimo sênior de Galea spixii campicola Doutt, 1938; 3. O nome Galea spixii (Wagler, 1831), segundo os resultados aqui apresentados, deve ser utilizado para as populações do estado da Bahia, sendo sua localidade tipo em São Felipe, estado da Bahia, em acordo com Osgood (1915); 4. Galea flavidens (Brandt, 1935) não pôde ser morfologicamente delimitada em função de importantes fatores como descrição insuficientemente detalhada, ausência de um holótipo e da definição exata da localidade tipo, sendo um sinônimo de Galea spixii; 5. Populações do estado de Minas Gerais e do estados do norte do Nordeste do Brasil formam dois grupos morfológicos distintos de G. spixii que devem ser formalmente redescritos; 6. Galea musteloides como atualmente proposto inclui mais de um táxon que, de acordo com os resultados, pode incluir três espécies para a Argentina, Galea comes Thomas, 1919, G. leucoblephara (Burmeister, 1979), G. littoralis (Thomas, 1901), 7. Galea monasteriensis Salmsdorff et al., 2004 não foi morfologicamente distinguível das amostras associadas ao nome G. musteloides de localidades a oeste e sul da Bolívia acima de 2.000 m e deve ser considerada um sinônimo júnior desta. O gênero Galea Meyen, 1832 inclui quatro espécies recentes atualmente reconhecidas, G. spixii (Wagler, 1831), G. musteloides Meyen, 1832, G. flavidens (Brandt, 1935) e G. monasteriensis Salmsdorff et al., 2004, e erigidas com base em poucos espécimes. A nomenclatura desse gênero é confusa devido à dificuldade da delimitação morfológica das espécies. Assim, vários táxons são hoje considerados sinônimos, enquanto as espécies atuais foram fundamentadas em revisões não muito abrangentes ou na composição de catálogos de espécies. Assim, com o objetivo de reavaliar os caracteres utilizados para erigir as espécies e de conhecer a real variabilidade morfológica do gênero, foram empregadas duas abordagens metodológicas para as inferências taxonômicas: 1) a análise da morfometria linear de caracteres crânio-dentários e 2) a análise da morfometria geométrica do crânio, representando quase toda a distribuição do gênero Galea. As evidências morfológicas sugerem que: 1. O gênero Galea pode ser dividido em dois grandes grupos morfológicos, um localizado geograficamente a leste e mais ao norte, incluindo indivíduos provenientes de localidades do Brasil e chamado aqui de grupo ‘spixii’, e o outro à oeste e ao sul e composto por indivíduos provenientes de localidades da Bolívia acima dos 2.000 m de altitude, da Argentina e do Peru e chamado aqui de grupo ‘musteloides’; 2. A amostra composta por indivíduos de Santa Cruz, na Bolívia, até 600 m de altitude, apresentou-se como um agrupamento divergente de ambos os grupos anteriormente referidos e trata-se de uma entidade taxonômica distinta, sendo o nome Galea demissa (Thomas, 1921) disponível, considerando que esta como sinônimo sênior de Galea spixii campicola Doutt, 1938; 3. O nome Galea spixii (Wagler, 1831), segundo os resultados aqui apresentados, deve ser utilizado para as populações do estado da Bahia, sendo sua localidade tipo em São Felipe, estado da Bahia, em acordo com Osgood (1915); 4. Galea flavidens (Brandt, 1935) não pôde ser morfologicamente delimitada em função de importantes fatores como descrição insuficientemente detalhada, ausência de um holótipo e da definição exata da localidade tipo, sendo um sinônimo de Galea spixii; 5. Populações do estado de Minas Gerais e do estados do norte do Nordeste do Brasil formam dois grupos morfológicos distintos de G. spixii que devem ser formalmente redescritos; 6. Galea musteloides como atualmente proposto inclui mais de um táxon que, de acordo com os resultados, pode incluir três espécies para a Argentina, Galea comes Thomas, 1919, G. leucoblephara (Burmeister, 1979), G. littoralis (Thomas, 1901), 7. Galea monasteriensis Salmsdorff et al., 2004 não foi morfologicamente distinguível das amostras associadas ao nome G. musteloides de localidades a oeste e sul da Bolívia acima de 2.000 m e deve ser considerada um sinônimo júnior desta. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT / The genus Galea Meyen, 1832 includes four currently recognized living species, G. spixii (Wagler, 1831), G. musteloides Meyen, 1832, G. flavidens (Brandt, 1935) and G. monasteriensis Salmsdorff et al., 2004, and erected on the basis of few specimens. The nomenclature of this genus is confused due to difficulty on the morphologic delimitation of the species. Thus, several taxa are considered synonymous, while the current species had been based on geographically and numerically limited revisions or on the species catalogue composition. Thus, with the objective to revaluate the used characters to erect the species and to know the actual morphological variability of this genus, two metodological approachs had been used: 1)the analysis of linear morphometry on craniodental characters, and 2) the analysis of the geometric morphometry of the skull, representing almost all the distribution of the genus Galea. The morphological evidences suggest that: 1. The genus Galea can be divided in two large groups, one located geographically east and more to the north, including individuals proceeding from localities of Brazil and here denominated group `spixii'. The other, to the west and south, composed by individuals proceeding from localities of Bolivia above the altitude 2,000 m, Argentina and Peru and here denominated ‘musteloides’ group; 2. The composed sample for individuals of Santa Cruz, in Bolivia, up to 600 m altitude was considered as divergent to both the groups previously related, and is a distinct taxonomic entity for which the name Galea demissa (Thomas, 1921) is available, considering that this is a senior synonymous of Galea spixii campicola Doutt, 1938; 3. The name Galea spixii, according to the results presented here,must be used for the populations of Bahia state, being its type locality at São Felipe, Bahia state,in agreement with Osgood (1915); 4. A number of reasons made it impossible to define morphologically Galea flavidens (Brandt, 1935): its poorly detailed description, the absence of holotype and inaccurate definition of the type locality, being this a synonym of Galea spixii; 5.Populations of the state of Minas Gerais and the states of the north Northeast of Brazil form two distinct morphologic groups that should formally be described; 6. Galea musteloides as currently considered includes more than one taxon, that in accordance with the results, may include three distinct taxa for Argentina: Galea comes Thomas, 1919, G. leucoblephara (Burmeister, 1979),G. littoralis (Thomas, 1901); 7. Galea monasteriensis was no clearly distinguishable of G.musteloides of the Bolivia above the altitude 2,000 m, being a junior synonym.

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