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Efeitos hematológicos, imunológicos e na glicemia de jejum de pacientes com câncer gastrointestinal, em fase pós-operatória, após suplementação dietética com fungos Agaricus sylvaticus

Fortes, Renata Costa 25 June 2007 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Departamento de Nutrição, 2007. / Submitted by Aline Jacob (alinesjacob@hotmail.com) on 2010-01-11T22:30:03Z No. of bitstreams: 1 2007_RenataCostaFerreira.pdf: 706627 bytes, checksum: 6c2a513e5554c4a3bfe56c033c0bf003 (MD5) / Rejected by Daniel Ribeiro(daniel@bce.unb.br), reason: Arquivo PDF incorreto. on 2010-01-11T22:43:06Z (GMT) / Submitted by Aline Jacob (alinesjacob@hotmail.com) on 2010-01-12T14:53:00Z No. of bitstreams: 1 2007_RenataCostaFerreira.pdf: 706627 bytes, checksum: 6c2a513e5554c4a3bfe56c033c0bf003 (MD5) / Rejected by Carolina Campos(carolinacamposmaia@gmail.com), reason: Aline, você anexou o arquivo errado, o item que você submeteu é da Renata Costa Fortes e vc colocou o arquivo da Renata Costa Ferreira. Por favor, troque o arquivo e submeta novamente. Obrigada Carol on 2010-01-12T16:42:21Z (GMT) / Submitted by Aline Jacob (alinesjacob@hotmail.com) on 2010-01-12T20:18:23Z No. of bitstreams: 1 2007_RenataCostaFortes.pdf: 1091692 bytes, checksum: f5797202f0fe3479c559153dc2ba53c8 (MD5) / Approved for entry into archive by Daniel Ribeiro(daniel@bce.unb.br) on 2010-01-12T22:19:03Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2007_RenataCostaFortes.pdf: 1091692 bytes, checksum: f5797202f0fe3479c559153dc2ba53c8 (MD5) / Made available in DSpace on 2010-01-12T22:19:03Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2007_RenataCostaFortes.pdf: 1091692 bytes, checksum: f5797202f0fe3479c559153dc2ba53c8 (MD5) Previous issue date: 2007-06-25 / Os fungos Agaricus sylvaticus têm sido utilizados como suplemento dietético em pacientes com câncer devido às suas propriedades nutricionais, farmacológicas e medicinais. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da suplementação dietética com Agaricus sylvaticus na glicemia de jejum, nos parâmetros imunológicos e hematológicos e as repercussões no sistema digestório de pacientes no pós-operatório de câncer colorretal. O estudo constitui um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e placebo-controlado. A amostra foi constituída por 56 pacientes (24 homens e 32 mulheres), em estádios I, II e III, alocados em dois grupos: suplementado com Agaricus sylvaticus (30 mg/kg/dia) e placebo, durante o período de seis meses. Foram realizadas três avaliações de glicemia de jejum, hemograma completo e ferro sérico ao longo do tratamento, além da avaliação nutricional e clínica. Os resultados foram analisados pelos programas Microsoft Excel 2003 e SPSS 14.0 e, foram considerados significativos para um valor de p ? 0,05. As alterações gastrointestinais foram avaliadas através de formulário-padrão e anamnese dirigida-padrão, cujos resultados foram analisados de forma descritiva, utilizando os programas Microsoft Excel 2003 e Epi Info 2004 para Windows, versão 3.3.2. O estudo foi realizado no Hospital de Base do Distrito Federal e o protocolo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal. No grupo de pacientes suplementados com Agaricus sylvaticus, observou-se redução significativa da glicemia de jejum, aumento significativo de hemoglobina, hematócrito, hemácias, volume corpuscular médio, hemoglobina corpuscular média, concentração de hemoglobina corpuscular média e contagem de neutrófilos, aumento do apetite e redução da constipação, diarréia, diarréia alternada com constipação, flatulência, retenção de flatos, pirose, plenitude pós-prandial, náuseas, distensão e dor abdominais, fatos não observados no grupo placebo. Os resultados sugerem que a suplementação com fungos Agaricus sylvaticus é capaz de promover benefícios no metabolismo glicídico, nos sistemas hematopoiético, imunitário e digestório e, conseqüentemente, na qualidade de vida de pacientes com câncer colorretal. ______________________________________________________________________________________ ABSTRACT / The Agaricus sylvaticus fungus has been used as dietary supplement in patients with cancer due to its nutritional, pharmacological and medicinal properties. The objective of this study was to evaluate the effects of a dietary supplementation with Agaricus sylvaticus in fasting glycemia, hematological and immunological parameters, as well as the consequences over the digestive system of patients with colorectal cancer during post-surgery phase. The study consists of a randomized, double-blind and placebo-controlled clinical trial. Samples of 56 enrolled patients (24 men and 32 women), stadiums phase I, II and III, separated into two groups: supplemented with Agaricus sylvaticus (30 mg/kg/day) and placebo, for six months. Three fasting glycemia, complete hemogram and serum iron evaluations were carried out throughout the treatment, besides nutritional and clinical evaluation. Results were analyzed with Microsoft Excel 2003 and SPSS 14.0 programs, and were significant considering its value of p 0.05. Gastrointestinal alterations were evaluated in addition to form-standard and direct anamneses-standard whose results were analyzed in descriptive form, using the Microsoft Excel 2003 and Epi Info 2004 for Windows, version 3.3.2 programs. The study was carried out at the Base Hospital of the Federal District and the protocol was approved by the Health Department Research Ethics Committee - Federal District. Patients supplemented with Agaricus sylvaticus, presented significant reduction in fasting glycemia, significant increase in hemoglobin, hematocrit, erythrocyte, mean corpuscular volume, mean corpuscular hemoglobin, mean corpuscular hemoglobin concentration, and neutrophils levels, increased appetite and reduced constipation, diarrhea, alternate diarrhea/constipation, flatulence, flatus retention, pyrosis, postprandial fullness, nausea, abdominal distention and abdominal pain, fact not observed in the placebo group. Results suggest that supplementation with Agaricus sylvaticus fungus is capable of promoting benefits in the glycidic metabolism, in hematopoietic, immune and digestive systems and in the quality of life of colorectal cancer patients.
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Resultados oncológicos dos esquemas de quimioterapia adjuvante FLOX e FOLFOX nos pacientes com câncer colorretal

Frota, Cláudia Ottaiano Rodrigues 30 June 2015 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências Médicas, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, 2015. / Submitted by Fernanda Percia França (fernandafranca@bce.unb.br) on 2015-12-22T17:09:22Z No. of bitstreams: 1 2015_ClaudiaOttaianoRodriguesFrota.pdf: 626565 bytes, checksum: 43cb641dd3dd27efdd2d37b66a64cfc2 (MD5) / Approved for entry into archive by Patrícia Nunes da Silva(patricia@bce.unb.br) on 2016-01-25T15:26:50Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_ClaudiaOttaianoRodriguesFrota.pdf: 626565 bytes, checksum: 43cb641dd3dd27efdd2d37b66a64cfc2 (MD5) / Made available in DSpace on 2016-01-25T15:26:50Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_ClaudiaOttaianoRodriguesFrota.pdf: 626565 bytes, checksum: 43cb641dd3dd27efdd2d37b66a64cfc2 (MD5) / INTRODUÇÃO: O câncer colorretal (CCR) é o terceiro tumor maligno mais frequente no mundo, sendo superado em incidência apenas pelos tumores de pulmão e mama. A quimioterapia realizada após a abordagem principal, também denominada de quimioterapia adjuvante, tem como objetivo primordial o controle da doença micrometastática, com consequente diminuição da recidiva e do óbito; e deve ser realizada nos pacientes em estadio III (presença de acometimento linfonodal) e no estadio II de alto risco. O acréscimo da oxaliplatina aos esquemas de quimioterapia adjuvante baseada em fluorouracil trouxe ganhos de sobrevida livre de doença em estudos que avaliaram isoladamente os esquemas FOLFOX e FLOX. No entanto, os esquemas FLOX e FOLFOX nunca foram comparados em um mesmo estudo. Diante das dificuldades de internação e da aquisição da bomba de infusão contínua e na ausência de dados que definam a superioridade de um esquema em relação ao outro, por vezes optamos por estratégias de quimioterapia em bolus visando o tratamento exclusivamente ambulatorial. OBJETIVO: Avaliar o impacto oncológico do tipo de infusão do fluorouracil nas associações com a oxaliplatina, comparando os dados oncológicos de sobrevida global, sobrevida livre de doença, recidiva e mortalidade específica por câncer dos esquemas adjuvantes FLOX e FOLFOX. MÉTODOS: Estudo longitudinal retrospectivo que avaliou os pacientes adultos com cancer colorretal tratados por ressecção cirúrgica seguida de quimioterapia adjuvante no Centro de Alta Complexidade em Oncologia do Hospital Universitário de Brasília (CACON-HUB) e no Centro de Câncer de Brasília CETTRO (CETTRO), ambos localizados em Brasília, DF, Brasil. RESULTADOS: Foram incluídos 75 pacientes, sendo 31 pacientes tratados com esquema FLOX e 44 pacientes tratados com esquema FOLFOX. A mediana do tempo de seguimento dos grupos foi de 42 meses. A mediana de idade foi similar entre os grupos. As variáveis que foram diferentes entre os dois grupos foram sexo, ASA, redução de dose, acometimento de linfonodos, intervalo para início da quimioterapia, além do próprio esquema de quimioterapia FLOX vs. FOLFOX. Os pacientes tratados com o esquema FLOX tiveram maior recorrência global (HR 4,48; p= 0,04) e tendência a maior mortalidade específica por câncer (HR 6,74; p= 0,05) do que aqueles tratados com o esquema FOLFOX. A sobrevida global e a sobrevida livre de doença foram similares nos dois grupos. Não houve diferença entre as toxicidades encontradas nos grupos. CONCLUSÃO: Os resultados deste estudo demostraram que os pacientes tratados com esquema FLOX tiveram maior recorrência global e tendência a maior mortalidade específica por câncer do que os pacientes tratados com o esquema FOLFOX. Estudos prospectivos e com maior número de pacientes devem ser realizados para que o esquema FLOX deixe de ser uma opção de tratamento adjuvante no CCR. No entanto é favorável o uso do esquema FOLFOX nos pacientes que tiverem acesso à quimioterapia em infusão contínua. / BACKGROUND: Colorectal cancer is the third most frequent malignant tumor in the world. Curative surgery followed by adjuvant chemotherapy has become the standard of care in patients with high risk stage II and stage III colorectal cancer. The addition of oxaliplatin to adjuvant chemotherapy based on fluorouracil improves disease-free survivals in studies that evaluated the FOLFOX and FLOX treatments isolatedly. However, the FLOX and FOLFOX treatments have never been compared in one single study. PURPOSE: Analyse overall survival, disease-free-survival, distant and local recurrences and cancer-specific mortality of the adjuvant FLOX and FOLFOX treatments. METHODS: Retrospective longitudinal study that evaluated adult patients with colorectal cancer, treated with surgery followed by adjuvant chemotherapy at the Centro de Alta Complexidade em Oncologia do Hospital Universitário de Brasília (CACON-HUB) and at the Centro de Câncer de Brasília CETTRO (CETTRO), both located in Brasilia, DF, Brazil. RESULTS: A total of 75 patients were included: 31 of them were patients treated with FLOX and 44 patients treated with FOLFOX. Median follow-up was 42 months. The median of the age was similar between the groups. The differing characteristics of the patients between the groups were gender, ASA, dose reduction, lymph node involvement, interval to begin the chemotherapy, besides the chemotherapy treatment: FLOX vs. FOLFOX. FLOX group had a higher global recurrence (HR 4,48; p= 0,04) and a tendency to a higher cancer-specific mortality (HR 6,74; p= 0,05) than those who were treated with FOLFOX. The global survival and the disease-free survival were similar in both groups. The toxicity was the same as shown in scientific literature, with the exception of the 23% incidence of diarrhea grade 3/4 in the FOLFOX group. CONCLUSION: Patients that received FLOX chemotherapy had a higher global recurrence and a tendency to higher cancer-specific mortality than patients treated with FOLFOX adjuvant chemotherapy.
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Avaliação do efeito antiproliferativo do ditelureto de difenila em células de câncer colo retal

Juchem, André Luiz Mendes January 2016 (has links)
O câncer colorretal (CCR) é o terceiro tipo de neoplasia maligna mais frequente no mundo, o qual apresenta elevadas taxas de mortalidade. Os compostos organotelurados (OT) possuem interessantes efeitos biológicos, como potenciais antioxidantes e ações antiproliferativas. O ditelureto de difenila (DTDF), um composto OT, simples e estável, atualmente é investigado quanto aos seus efeitos biológicos. Em estudos anteriores, o DTDF apresentou ação antigenotóxica e antimutagênica em baixas concentrações. No entanto, em concentrações mais elevadas, o DTDF mostrou-se citotóxico em células de mamífero (V79) pela indução de genotoxicidade, parada do ciclo celular e inibição de topoisomerase I (TopoI). Por conseguinte, a citotoxicidade dos compostos OTs tem sido explorada em diversos estudos, assim como sua ação como agentes antiproliferativos em terapias anticâncer é também investigada. O objetivo deste estudo é avaliar o potencial antiproliferativo, genotóxico e análise de ciclo celular do DPDT em linhagens de células humanas HCT116 (carcinoma) e HT-29 (adenocarcinoma). Os resultados mostraram diminuição da viabilidade celular após exposição ao DTDF por 72 horas em ambas as linhagens celulares, avaliadas por MTT e ensaio clonogênico. Os valores de IC50 obtidos foram de 10,74 e 2 μM para MRC5 e HCT116, respectivamente, no ensaio MTT. No ensaio cometa, o DTDF mostrou capacidade de induzir aumento de índice de dano (ID) no DNA com 10 μM após 3 e 24 horas de exposição, em MRC5 e HCT116. Para 24 horas de exposição, o aumento no ID ocorre apenas em células HCT116, em concentrações ≤ 5 μM de DTDF. Para uma melhor compreensão, foi avaliado se DTDF foi capaz de causar quebras ou interações diretas com DNA pelas análises de quebra de DNA plasmidial e de dicroísmo circular (DC). Não foram detectadas quebras duplas ou simples em concentrações que vão de 0 a 400 μM de DTDF pela análise de quebra de DNA plasmidial. No experimento de DC, na mesma faixa de concentrações, não foi possível detectar interações diretas de DTDF com o DNA plasmidial. Por citometria de fluxo, foi realizada a análise de ciclo celular, onde foi observado a parada em G2/M após 24, 48 e 72 horas de exposição em 5 e 10 μM de DTDF. Foi avaliado pelo método TARDIS se o DTDF foi capaz causar a inibição da enzima topoisomerase II (TopoII) em HCT116 e MRC5. Em 3 horas de exposição, em 5 e 10 μM, o DTDF não foi capaz de induzir formação de complexos DNA-TopoII. Os resultados mostraram que a linhagem HCT116 foi mais sensíveis aos efeitos citotóxicos do DTDF do que as células MRC5. Como foi demonstrado que o DTDF não é capaz de interagir diretamente com DNA, essa diferença pode estar relacionada com os efeitos genotóxicos indiretos, como estresse oxidativo ou inibição de TopoI, que levaram a parada em G2/M. Esses resultados fortalecem a hipótese de inibição de TopoI, visto que os mecanismos celulares do DTDF estão relacionados com seu efeito genotóxico e parada no ciclo celular. Assim, os resultados desse trabalho abrem possibilidades de estudos futuros para investigações mais aprofundadas de possíveis mecanismos de ação moleculares do DTDF em células de câncer colorretal. / Colorectal cancer is the third more frequent type of cancer worldwide and has high mortality rates. Diphenyl ditelluride (DPDT) is an organotellurium (OT) compound with biological effects, such as potential antioxidant, antigenotoxic and antimutagenic at low concentrations. However, higher concentrations of DPDT showed cytotoxic effects in mammalian V79 cells by inducing oxidative damage, DNA strand breaks, cell cycle arrest and topoisomerase I (TopoI) inhibition. In this sense, the cytotoxicity of OT compounds has been reported, and the observed effects attributed for anticancer therapy application. Thus, the objective of this study is to investigate the antiproliferative, genotoxic and cell cycle arrest potential of DPDT in human colon cancer cells (HCT116) and human fibroblast cells (MRC5). The results showed a decrease in cell viability after DPDT exposition for 72 h in both cell lines, as evaluated by MTT and clonogenic assays. The IC50 values obtained were 10.74 and 2 μM for MRC5 and HCT116, respectively in MTT assay. In the comet assay, DPDT at concentrations ≤ 5 μM was able to increase DNA strand breaks induction only in HCT116 cells after 24 h of exposure. For a better understanding, we evaluated if DPDT was able to cause strand breaks in direct interaction with plasmidial DNA breakage analysis. No single or double strand breaks were detected in a range of concentrations from 0 to 400 μM. By circular dichroism analysis, no direct interactions with DNA were found at the same concentrations. Furthermore, cell cycle arrest in G2/M phase detected by flow cytometry was more pronounced in the HCT116 than MRC5 cell lines after 24, 48 and 72 h of exposure. By the TARDIS method, we evaluate if DPDT was able to inhibit topoisomerase II. For 3 h exposure, in 5 and 10 μM, DPDT does not shows topoisomerase II inhibition. Taken together, HCT116 colon cancer cells were more sensitive to DPDT biological effects than MRC5 cells. This difference may be related to the stronger indirect genotoxic effects induced by DPDT in HCT116 cells, which probably triggered the cell cycle arrest. The action of DPDT apparently occurs in the S phase, taking place to cell cycle arrest in G2/M, reinforcing the hypothesis of TopoI inhibition. Thus, the results of this work open up possibilities for future studies on further investigation of possible mechanisms of molecular action of DTDF in colorectal cancer cells.
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Avaliação do efeito antiproliferativo do ditelureto de difenila em células de câncer colo retal

Juchem, André Luiz Mendes January 2016 (has links)
O câncer colorretal (CCR) é o terceiro tipo de neoplasia maligna mais frequente no mundo, o qual apresenta elevadas taxas de mortalidade. Os compostos organotelurados (OT) possuem interessantes efeitos biológicos, como potenciais antioxidantes e ações antiproliferativas. O ditelureto de difenila (DTDF), um composto OT, simples e estável, atualmente é investigado quanto aos seus efeitos biológicos. Em estudos anteriores, o DTDF apresentou ação antigenotóxica e antimutagênica em baixas concentrações. No entanto, em concentrações mais elevadas, o DTDF mostrou-se citotóxico em células de mamífero (V79) pela indução de genotoxicidade, parada do ciclo celular e inibição de topoisomerase I (TopoI). Por conseguinte, a citotoxicidade dos compostos OTs tem sido explorada em diversos estudos, assim como sua ação como agentes antiproliferativos em terapias anticâncer é também investigada. O objetivo deste estudo é avaliar o potencial antiproliferativo, genotóxico e análise de ciclo celular do DPDT em linhagens de células humanas HCT116 (carcinoma) e HT-29 (adenocarcinoma). Os resultados mostraram diminuição da viabilidade celular após exposição ao DTDF por 72 horas em ambas as linhagens celulares, avaliadas por MTT e ensaio clonogênico. Os valores de IC50 obtidos foram de 10,74 e 2 μM para MRC5 e HCT116, respectivamente, no ensaio MTT. No ensaio cometa, o DTDF mostrou capacidade de induzir aumento de índice de dano (ID) no DNA com 10 μM após 3 e 24 horas de exposição, em MRC5 e HCT116. Para 24 horas de exposição, o aumento no ID ocorre apenas em células HCT116, em concentrações ≤ 5 μM de DTDF. Para uma melhor compreensão, foi avaliado se DTDF foi capaz de causar quebras ou interações diretas com DNA pelas análises de quebra de DNA plasmidial e de dicroísmo circular (DC). Não foram detectadas quebras duplas ou simples em concentrações que vão de 0 a 400 μM de DTDF pela análise de quebra de DNA plasmidial. No experimento de DC, na mesma faixa de concentrações, não foi possível detectar interações diretas de DTDF com o DNA plasmidial. Por citometria de fluxo, foi realizada a análise de ciclo celular, onde foi observado a parada em G2/M após 24, 48 e 72 horas de exposição em 5 e 10 μM de DTDF. Foi avaliado pelo método TARDIS se o DTDF foi capaz causar a inibição da enzima topoisomerase II (TopoII) em HCT116 e MRC5. Em 3 horas de exposição, em 5 e 10 μM, o DTDF não foi capaz de induzir formação de complexos DNA-TopoII. Os resultados mostraram que a linhagem HCT116 foi mais sensíveis aos efeitos citotóxicos do DTDF do que as células MRC5. Como foi demonstrado que o DTDF não é capaz de interagir diretamente com DNA, essa diferença pode estar relacionada com os efeitos genotóxicos indiretos, como estresse oxidativo ou inibição de TopoI, que levaram a parada em G2/M. Esses resultados fortalecem a hipótese de inibição de TopoI, visto que os mecanismos celulares do DTDF estão relacionados com seu efeito genotóxico e parada no ciclo celular. Assim, os resultados desse trabalho abrem possibilidades de estudos futuros para investigações mais aprofundadas de possíveis mecanismos de ação moleculares do DTDF em células de câncer colorretal. / Colorectal cancer is the third more frequent type of cancer worldwide and has high mortality rates. Diphenyl ditelluride (DPDT) is an organotellurium (OT) compound with biological effects, such as potential antioxidant, antigenotoxic and antimutagenic at low concentrations. However, higher concentrations of DPDT showed cytotoxic effects in mammalian V79 cells by inducing oxidative damage, DNA strand breaks, cell cycle arrest and topoisomerase I (TopoI) inhibition. In this sense, the cytotoxicity of OT compounds has been reported, and the observed effects attributed for anticancer therapy application. Thus, the objective of this study is to investigate the antiproliferative, genotoxic and cell cycle arrest potential of DPDT in human colon cancer cells (HCT116) and human fibroblast cells (MRC5). The results showed a decrease in cell viability after DPDT exposition for 72 h in both cell lines, as evaluated by MTT and clonogenic assays. The IC50 values obtained were 10.74 and 2 μM for MRC5 and HCT116, respectively in MTT assay. In the comet assay, DPDT at concentrations ≤ 5 μM was able to increase DNA strand breaks induction only in HCT116 cells after 24 h of exposure. For a better understanding, we evaluated if DPDT was able to cause strand breaks in direct interaction with plasmidial DNA breakage analysis. No single or double strand breaks were detected in a range of concentrations from 0 to 400 μM. By circular dichroism analysis, no direct interactions with DNA were found at the same concentrations. Furthermore, cell cycle arrest in G2/M phase detected by flow cytometry was more pronounced in the HCT116 than MRC5 cell lines after 24, 48 and 72 h of exposure. By the TARDIS method, we evaluate if DPDT was able to inhibit topoisomerase II. For 3 h exposure, in 5 and 10 μM, DPDT does not shows topoisomerase II inhibition. Taken together, HCT116 colon cancer cells were more sensitive to DPDT biological effects than MRC5 cells. This difference may be related to the stronger indirect genotoxic effects induced by DPDT in HCT116 cells, which probably triggered the cell cycle arrest. The action of DPDT apparently occurs in the S phase, taking place to cell cycle arrest in G2/M, reinforcing the hypothesis of TopoI inhibition. Thus, the results of this work open up possibilities for future studies on further investigation of possible mechanisms of molecular action of DTDF in colorectal cancer cells.
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EFEITO DA SUPLEMENTAÇÃO COM AÇAI JUÇARA SOBRE O NÚMERO DE FOCOS DE CRIPTAS ABERRANTES E EXPRESSÃO DE SOD1 EM RATOS SUBMETIDOS À CARCINOGÊNESE COLORRETAL

REIS, S. O. 26 February 2016 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-01T21:35:05Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_9880_Dissertação_Schalana Oliveira dos Reis20160617-151046.pdf: 1408582 bytes, checksum: 11818c24ffd0ed418eb5cd23315502f6 (MD5) Previous issue date: 2016-02-26 / O câncer colorretal (CCR) é um dos tipos mais frequentes de câncer no mundo e uma das mais importantes causas de morte no Brasil. É o terceiro tipo de câncer mais comum em homens e o segundo em mulheres em todo o mundo. A superfície do intestino grosso é revestida por criptas de Lieberkuhn, células absortivas invaginadas. O CCR é iniciado pelo aparecimento de Focos de Criptas Aberrantes (FCA) e alterações morfológicas nas criptas de Lieberkuhn. Estudos demonstram que antioxidantes presentes em frutas e vegetais podem contribuir para a prevenção de algumas doenças, como o câncer. Esta ação de prevenção é considerada direta quando o antioxidante atua na eliminação de espécies reativas e indireta, quando induz o aumento da atividade ou expressão das enzimas antioxidantes endógenas, como a SOD1. O açaí Juçara vem se destacando por sua composição rica em compostos antioxidantes, muito importantes na neutralização das espécies reativas. Com intuito de avaliar a ingestão de Juçara no número de FCA e na expressão de SOD1 no CCR, foi realizado estudo com 16 amostras de intestino grosso de ratos submetidos à carcinogênese com a substância 1,2-dimetilhidrazina (DMH). Foram avaliadas a quantidade de FCA, a área e o escore de expressão da SOD1, em ratos suplementados e não suplementados com Juçara. A suplementação com suco de açaí Juçara promoveu menor número de focos de criptas aberrantes na mucosa colorretal de ratos induzidos à carcinogênese. A superóxido dismutase 1 foi expressa na mucosa colorretal de ratos induzidos ou não à carcinogênese. A suplementação com o suco do açaí Juçara resultou na maior expressão e percentual de ocupação da SOD1 em intestino grosso. Assim, o açaí Juçara pode ser um aliado na prevenção do câncer colorretal, visto a redução do número de lesões no epitélio do cólon e o possível auxílio no estímulo à produção de enzimas antioxidantes. Estes resultados abrem perspectivas para o uso do açaí Juçara na suplementação dietética, na elaboração de produtos e medicamentos que favoreçam a prevenção e tratamento do câncer colorretal.
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Associação entre o consumo alimentar e a metilação dos genes RASSF1A e HIC1 em indivíduos em rastreamento de câncer colorretal

Pereira, Araída Dias 14 July 2017 (has links)
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós Graduação em Nutrição Humana, 2017. / Texto parcialmente liberado pelo autor. Conteúdo restrito: Capítulos 6. Resultados e 7. Discussão. / Submitted by Raquel Almeida (raquel.df13@gmail.com) on 2017-11-24T17:25:48Z No. of bitstreams: 1 2017_AraídaDiasPereira_PARCIAL.pdf: 3773575 bytes, checksum: 2981e533f622dea0e7cc5445752ad344 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2018-05-21T19:38:19Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_AraídaDiasPereira_PARCIAL.pdf: 3773575 bytes, checksum: 2981e533f622dea0e7cc5445752ad344 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-05-21T19:38:19Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_AraídaDiasPereira_PARCIAL.pdf: 3773575 bytes, checksum: 2981e533f622dea0e7cc5445752ad344 (MD5) Previous issue date: 2018-05-21 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). / Objetivo: O câncer resulta de processos múltiplos que envolvem erros genéticos e epigenéticos cumulativos dos oncogenes e genes supressores de tumor. Estudos identificaram que os genes da RASSF1A e HIC1 estão hipermetilados nos indivíduos com pólipo adenomatoso (lesão pré-maligna) e câncer colorretal (CCR), o que sugere a possibilidade de serem úteis como biomarcadores epigenéticos deste tipo de câncer, em seu estágio inicial. Já está estabelecido que o estilo de vida e os hábitos alimentares inadequados constituem fatores de risco para desenvolvimento do CCR. Assim, este estudo teve o objetivo de avaliar a associação entre o consumo alimentar e a metilação dos marcadores epigenéticos RASSF1A e HIC1 em uma população em rastreamento para CCR. Método: Estudo transversal, conduzido com 106 indivíduos submetidos ao rastreamento do CCR, distribuídos em cinco grupos de acordo com o diagnóstico colonoscópico e/ou histopatológico: saudável, inflamatório, hiperplásico, adenoma e câncer colorretal. Coletaram-se informações sobre consumo, antropometria, perfil socioeconômico, hábitos de vida, amostra sanguínea e biópsia. Utilizou-se os programas Nutrition Data System for Research para análise dos dois recordatórios de 24h e Multiple Source Method, para correção da distribuição de consumo de nutrientes e alimentos dos participantes. Realizaram-se exames bioquímicos de glicemia, lipidograma, proteinograma e hemograma. Utilizou-se a reação em cadeia da polimerase metilação específica para analisar o padrão de metilação dos genes RASSF1A e HIC1 nas biópsias. Para análise estatística descritiva, foram aplicados testes paramétricos e não paramétricos e, a fim de verificar os fatores que exerciam influência sobre a metilação dos marcadores epigenéticos, aplicou-se a Regressão Logística Multivariada para os dois genes estudados. Os resultados foram apresentados em percentuais e medianas, com nível de significância p < 0,050. Resultados: Houve diferença significativa entre os grupos para as variáveis álcool (p=0,027) e ômega-3 dietético (p=0,049), e não houve diferença significativa em relação a variáveis sociodemográficas, indicadores nutricionais, perfil clínico, hábitos e estilo de vida, exames bioquímicos e perfil de consumo energético e nutricional. No que se refere ao padrão de metilação, houve diferença significativa entre os grupos nos genes RASSF1A (p=0,038) e HIC1 (p=0,000). Os fatores que contribuíram para elevar a chance de metilação do RASSF1A foram: consumo de vitamina B6 com Odds Ratio (OR) 5,26; Intervalo de Confiança (IC) 1,74-15,91 e metilação do HIC1 com OR 6,51; IC 1,26-33,59. Já as variáveis que contribuíram para reduzir a chance de metilação do RASSF1A foram: álcool com OR 0,31; IC 0,11-0,88 e a % calórico do carboidrato com OR 0,87; IC 0,78-0,98. Para o HIC1, a chance de metilação mostrou-se aumentada com a proteína total plasmática e metilação do RASSF1A, que apresentaram OR 4,81; IC 1,05-21,97 e OR 15,13; IC 2,99-76,58, respectivamente. Conclusão: Em indivíduos submetidos ao rastreamento para CCR, a metilação do gene RASSF1A apresentou associação com hábitos de vida, tais como consumo de energia proveniente do carboidrato, álcool e vitamina B6, porém no sentido oposto à hipótese do estudo. Não se identificou associação entre a metilação do gene HIC1 e os componentes do estilo de vida. / Objective: Cancer is the result of multiple processes that involve cumulative genetic and epigenetic errors in the oncogenes and tumor suppressor genes. Studies have identified that the RASSF1A and HIC1 genes are hypermethylated in individuals with adenomatous polyps (premalignant lesions) and colorectal cancer (CRC), suggesting the possibility to be useful epigenetic biomarkers for this kind of cancer in its initial state. It’s already established that the inadequate lifestyle and eating habits are risk factors for the development of CRC. Thus, this study aimed to evaluate the relationship between food intake and the methylation of the epigenetic markers RASSF1A and HIC1 in a population screening for CRC. Methods: A cross-sectional study was conducted with 106 individuals submitted to CRC screening and distributed in five groups according to the colonoscopy and/or histopathologic diagnosis: healthy, inflammatory, hyperplastic, adenoid and colorectal cancer. The data collected included: food intake, anthropometry, socioeconomic profile, life style habits, blood sample, and biopsy. The softwares Nutrition Data System for Research, which was used for analysis of the two 24-hour recalls, and Multiple Source Method, that was used to correct for the variability in the estimated intra individual intakes of nutrients and food by the patients, were used. Biochemical determinations of glycemia, lipidogram, proteinogram and hemogram were performed. Methylation-specific polymerase chain reaction was used to analyze the pattern of methylation of the genes RASSF1A and HIC1 in the biopsies. In the descriptive statistical analysis, parametric and nonparametric tests were applied. Multivariate logistic regression of studied genes were performed to evaluate the factors associated with the methylation of the epigenetic markers. The results were presented as percentages and medians, with p < 0.050 as significance level. Results: There was a significant difference among the groups for the variables alcohol intake (p=0.027) and dietary omega 3 (p=0.049), and there was no significant difference for the following variables: sociodemographic, nutritional indicators, clinical profile, habits and lifestyle, biochemical exams and energetic and nutritional consumption. In relation to the methylation patterns, there were significant differences between groups in the genes RASSF1A (p=0.038) and HIC1 (p=0.000). Factors that contributed to the increased chance of methylation of the RASSF1A were the intake of vitamin B6 with Odds Ratio (OR) 5.26; and Confidence Interval (CI) 1.74-15.91; and methylation of the HIC1 with OR 6.51; CI 1.26-33.59. The variables that contributed to the decreased chance of methylation of the RASSF1A were alcohol with OR 0.31; CI 0.11-0.88 and the caloric percentage of carbohydrate with OR 0.87; CI 0.78-0.98. For the HIC1, the chance of methylation was increased with the total plasmatic protein and methylation of the RASSF1A, with OR: 4.81; CI 1.05-21.97 and OR 15.13; CI 2.99-76.58, respectively. Conclusion: In individuals submitted to CRC screening, the methylation of the RASSF1A gene showed association with lifestyle, such as the intake of energy from carbohydrates, alcohol and vitamin B6 consumption, but in the opposite results to the hypothesis of the study. No association was seen between the methylation of the HIC1 gene with lifestyle components.
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Avaliação do efeito antiproliferativo do ditelureto de difenila em células de câncer colo retal

Juchem, André Luiz Mendes January 2016 (has links)
O câncer colorretal (CCR) é o terceiro tipo de neoplasia maligna mais frequente no mundo, o qual apresenta elevadas taxas de mortalidade. Os compostos organotelurados (OT) possuem interessantes efeitos biológicos, como potenciais antioxidantes e ações antiproliferativas. O ditelureto de difenila (DTDF), um composto OT, simples e estável, atualmente é investigado quanto aos seus efeitos biológicos. Em estudos anteriores, o DTDF apresentou ação antigenotóxica e antimutagênica em baixas concentrações. No entanto, em concentrações mais elevadas, o DTDF mostrou-se citotóxico em células de mamífero (V79) pela indução de genotoxicidade, parada do ciclo celular e inibição de topoisomerase I (TopoI). Por conseguinte, a citotoxicidade dos compostos OTs tem sido explorada em diversos estudos, assim como sua ação como agentes antiproliferativos em terapias anticâncer é também investigada. O objetivo deste estudo é avaliar o potencial antiproliferativo, genotóxico e análise de ciclo celular do DPDT em linhagens de células humanas HCT116 (carcinoma) e HT-29 (adenocarcinoma). Os resultados mostraram diminuição da viabilidade celular após exposição ao DTDF por 72 horas em ambas as linhagens celulares, avaliadas por MTT e ensaio clonogênico. Os valores de IC50 obtidos foram de 10,74 e 2 μM para MRC5 e HCT116, respectivamente, no ensaio MTT. No ensaio cometa, o DTDF mostrou capacidade de induzir aumento de índice de dano (ID) no DNA com 10 μM após 3 e 24 horas de exposição, em MRC5 e HCT116. Para 24 horas de exposição, o aumento no ID ocorre apenas em células HCT116, em concentrações ≤ 5 μM de DTDF. Para uma melhor compreensão, foi avaliado se DTDF foi capaz de causar quebras ou interações diretas com DNA pelas análises de quebra de DNA plasmidial e de dicroísmo circular (DC). Não foram detectadas quebras duplas ou simples em concentrações que vão de 0 a 400 μM de DTDF pela análise de quebra de DNA plasmidial. No experimento de DC, na mesma faixa de concentrações, não foi possível detectar interações diretas de DTDF com o DNA plasmidial. Por citometria de fluxo, foi realizada a análise de ciclo celular, onde foi observado a parada em G2/M após 24, 48 e 72 horas de exposição em 5 e 10 μM de DTDF. Foi avaliado pelo método TARDIS se o DTDF foi capaz causar a inibição da enzima topoisomerase II (TopoII) em HCT116 e MRC5. Em 3 horas de exposição, em 5 e 10 μM, o DTDF não foi capaz de induzir formação de complexos DNA-TopoII. Os resultados mostraram que a linhagem HCT116 foi mais sensíveis aos efeitos citotóxicos do DTDF do que as células MRC5. Como foi demonstrado que o DTDF não é capaz de interagir diretamente com DNA, essa diferença pode estar relacionada com os efeitos genotóxicos indiretos, como estresse oxidativo ou inibição de TopoI, que levaram a parada em G2/M. Esses resultados fortalecem a hipótese de inibição de TopoI, visto que os mecanismos celulares do DTDF estão relacionados com seu efeito genotóxico e parada no ciclo celular. Assim, os resultados desse trabalho abrem possibilidades de estudos futuros para investigações mais aprofundadas de possíveis mecanismos de ação moleculares do DTDF em células de câncer colorretal. / Colorectal cancer is the third more frequent type of cancer worldwide and has high mortality rates. Diphenyl ditelluride (DPDT) is an organotellurium (OT) compound with biological effects, such as potential antioxidant, antigenotoxic and antimutagenic at low concentrations. However, higher concentrations of DPDT showed cytotoxic effects in mammalian V79 cells by inducing oxidative damage, DNA strand breaks, cell cycle arrest and topoisomerase I (TopoI) inhibition. In this sense, the cytotoxicity of OT compounds has been reported, and the observed effects attributed for anticancer therapy application. Thus, the objective of this study is to investigate the antiproliferative, genotoxic and cell cycle arrest potential of DPDT in human colon cancer cells (HCT116) and human fibroblast cells (MRC5). The results showed a decrease in cell viability after DPDT exposition for 72 h in both cell lines, as evaluated by MTT and clonogenic assays. The IC50 values obtained were 10.74 and 2 μM for MRC5 and HCT116, respectively in MTT assay. In the comet assay, DPDT at concentrations ≤ 5 μM was able to increase DNA strand breaks induction only in HCT116 cells after 24 h of exposure. For a better understanding, we evaluated if DPDT was able to cause strand breaks in direct interaction with plasmidial DNA breakage analysis. No single or double strand breaks were detected in a range of concentrations from 0 to 400 μM. By circular dichroism analysis, no direct interactions with DNA were found at the same concentrations. Furthermore, cell cycle arrest in G2/M phase detected by flow cytometry was more pronounced in the HCT116 than MRC5 cell lines after 24, 48 and 72 h of exposure. By the TARDIS method, we evaluate if DPDT was able to inhibit topoisomerase II. For 3 h exposure, in 5 and 10 μM, DPDT does not shows topoisomerase II inhibition. Taken together, HCT116 colon cancer cells were more sensitive to DPDT biological effects than MRC5 cells. This difference may be related to the stronger indirect genotoxic effects induced by DPDT in HCT116 cells, which probably triggered the cell cycle arrest. The action of DPDT apparently occurs in the S phase, taking place to cell cycle arrest in G2/M, reinforcing the hypothesis of TopoI inhibition. Thus, the results of this work open up possibilities for future studies on further investigation of possible mechanisms of molecular action of DTDF in colorectal cancer cells.
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Estudo das alterações de proteoglicanos e glicosaminoglicanos em linhagens celulares de câncer colorretal humano / Study of changes of proteoglycans and glycosaminoglycans in cell lineages of human colorectal cancer

Ricci, Ritchelli [UNIFESP] 25 March 2009 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-07-22T20:50:07Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2009-03-25 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Proteoglicanos são macromoléculas complexas compostas de polissacarídeos lineares, os glicosaminoglicanos (GAGs), ligados covalentemente a um core protéico. Os GAGs contêm grupamentos sulfato em várias posições, formando domínios específicos, que permitem a interação com moléculas da matriz extracelular, incluindo os fatores de crescimento. Neste estudo, utilizamos o sistema de co-cultura em Transwell para analisar a interação entre fibroblastos e células de adenocarcinoma colorretal humano, Caco-2, e investigar os efeitos dessa interação na proliferação celular e na síntese de GAGs. Componentes solúveis trocados pelas células nesse sistema, induziram um aumento marcante na proliferação da Caco-2, efeito não observado nos fibroblastos. Um aumento na biossíntese de GAGs por incorporação de 35S-NaSO4, foi observado em ambas linhagens, contudo o aumento mais significativo de condroitim sulfato (CS) foi detectado nas células estromais. A microscopia confocal mostrou um aumento expressivo de versicam produzido pelos fibroblastos. TGF-b1 exógeno também foi testado e exibiu um significante aumento de CS dose-dependente. Estes resultados sugerem que este fator de crescimento possa ser, em parte, responsável pelo aumento de CS observado nas células estromais, durante a interação parácrina. A linhagem Caco-2, previamente analisada neste trabalho, também foi usada em comparação com outra linhagem de maior potencial metastático, HCT116. Uma linhagem de epitélio intestinal de rato, IEC-6, foi utilizada como controle. A marcação dessas células com 35S-NaSO4 e a investigação de GAGs com enzimas específicas, mostraram aumento de 6-O-sulfatação de HS e CS. Os dados estruturais foram confirmados por PCR em Tempo Real, onde observamos a elevação específica da expressão do mRNA da 6-Osulfotransferase de heparam nas células Caco-2 e HCT116, quando comparadas à IEC-6. O aspecto mais estudado até o momento, entre a estrutura fina do HS e a sinalização para fatores de crescimento, é o possível envolvimento da 6-O-sulfatação na ativação da sinalização do FGF. Altos níveis de expressão de 6-O-sulfotransferase de condroitim-4- sulfato, foram encontrados nas células HCT116, cuja estrutura do CS contem GalNAc-4,6-sulfato, presente nos tetrassacarídeos e dissacarídeos dissulfatados. A participação dessas estruturas super-sulfatadas no CS tem sido correlacionada com a motilidade de células tumorais. Os dados estruturais obtidos neste trabalho e as correlações com as funções biológicas mencionadas, necessitam ser melhor investigados. / Proteoglycans (PG) are complex macromolecules composed of linear polysaccharide chains, the glycosaminoglycans (GAGs), covalently attached to a core protein. These GAG chains contain sulphate groups at various positions, giving rise to specific domains, which allows them to interact with extracellular matrix molecules, including various growth factors. In this study, we have used a transwell coculture system to analyse the interaction between human fibroblasts stromal cells and human colonic carcinoma cell line (Caco-2) and investigate the effects of this interaction on cell proliferation and glycosaminoglycans synthesis. Soluble components exchanged between the cell lines in Transwell system caused a marked increase of Caco-2 cell proliferation, not observed on fibroblasts. An increase of GAGs biosynthesis was observed in both cell lines, whereas a prominent increase of CS was observed mainly in stromal cells, as determined by incorporation of 35SNa2SO4. Confocal microscopy showed significant increase of versican production by fibroblasts cells. TGF-â was also tested exhibiting a significant increase on GAG synthesis mainly in fibroblasts cells, producing a strong CS-stimulating response. These results suggest that this growth factor may be responsible for the CS increase observed in stromal cells. Caco-2 cells previously analyzed in this work were used to compare with a cell line with increased metastatic potential, HCT116. A normal rat intestinal epithelium cell line, IEC-6 was used as control. Labeling of cells with 35S-Na2SO4 and investigation of GAGs with specific enzymes showed an increased 6-O-sulfation of HS and CS. GAGs structural data were confirmed by Real Time PCR with elevation of specific heparan-6-O-sulfotransferase mRNA expression on Caco-2 and HCT116 cells, compared to IEC-6. The most extensively studied aspect of relationship between HS fine structure and growth factor signaling to date is the possible involvement of 6-Osulfation in the activation of FGF signaling. High levels of chondroitin-4,6-O-sulfotransferase expression was found only in HCT116 cells, whose CS structure contained GalNAc,4,6-sulfate, present on tetrasaccharides and disulfated disaccharides. The participation of the oversulfated structure on CS has been shown to promote tumoral cell motility. Whether these structural data obtained in this work correlate to the mentioned biological functions, remains to be elucidated. / TEDE / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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INFLUÊNCIA da Exposição à Fumaça do Cigarro e Radioterapia na Expressão de Phd3, Hif-1&#945;, Vegf, Sod-1, Ra2a e Foxp3 em Células do Infiltrado Inflamatório de Câncer Colorretal Induzido

MENDES, S. O. 12 April 2018 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-23T21:50:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_12426_Tese - Suzanny Oliveira Mendez.pdf: 3561701 bytes, checksum: 0f0fd989fd5e8dceb41830e39d57ae5c (MD5) Previous issue date: 2018-04-12 / O tabagismo é uma das principais causas de morte evitável do mundo e está relacionado ao surgimento de diversos tipos de tumores, dentre eles o câncer colorretal. Estudos com tumores sólidos mostram que a hipóxia é um importante fator preditor de resposta prognóstica e as vias de hipóxia, estresse oxidativo e imunossupressão podem atuar na progressão tumoral, influenciar a resposta ao tratamento e a resposta imunológica. Uma vez que estas vias podem ter a expressão de seus genes afetada tanto pela exposição à fumaça do cigarro quanto à radioterapia, o presente trabalho buscou investigar a influencia destes fatores de exposição na expressão das proteínas PHD3, HIF-1&#945;, VEGF, RA2A e Foxp3 nos infiltrados intra e peritumorais de câncer colorretal induzido. Para tanto, foram utilizados 53 ratos Wistar, 5 com o intestino saudável como controle negativo (G0) e os 48 ratos restantes foram induzidos à tumorigênese colorretal com 1,2-dimetilhidrazina (DMH) e divididos em 4 grupos, Grupo DMH (G1), Grupo DMH/Radioterapia (G2), Grupo DMH/Fumaça (G3) e Grupo DMH/Fumaça/Radioterapia (G4). A exposição à fumaça do cigarro dos grupos G3 e G4 ocorreu em câmara de inalação e correspondeu a 12 cigarros por dia/grupo durante 20 semanas. Na 21ª semana, os animais do grupo G2 e G4 foram submetidos a três sessões de radioterapia na dose de 700 cGy cada, totalizando 2500 cGy. Na 22ª semana, os animais foram eutanasiados e as lesões fixadas, processadas e coradas com hematoxilina e eosina para diagnóstico. As lesões classificadas como Adenocarcinoma Tubular foram submetidas à Imunohistoquímica para as proteínas PHD3, HIF-1&#945;, VEGF, da via de hipóxia, SOD-1 da via de estresse oxidativo e RA2A e Foxp3 da via de imunossupressão. Todas as amostras tumorais e controles foram analisadas nos infiltrados intra e peritumoral de forma semi-quantitativa e avaliados quanto à exposição à fumaça do cigarro e radioterapia na modulação da expressão destas proteínas. A resposta à radioterapia também foi avaliada pelo índice apoptótico através do anticorpo da caspase-3 clivada nas amostras pertencentes aos grupos G2 e G4. Os resultados mostraram uma relação entre a exposição à fumaça do cigarro e radioterapia com alteração da expressão das proteínas nos infiltrados inflamatórios intra e peritumorais. A expressão das proteínas pode diferir entre os tipos de infiltrado inflamatório, bem como da expressão em células tumorais, mostrando a importância da função diferencial destas células no microambiente tumoral. Além disso, o grupo exposto à fumaça e radioterapia apresentou melhores características histopatológicas em relação à malignidade e melhor resposta terapêutica. Assim concluímos que os ratos expostos à fumaça do cigarro e tratados com radioterapia apresentaram melhores parâmetros histoquímicos dos marcadores de morte celular, inflamação, progressão tumoral, estresse oxidativo e resposta à radioterapia do que os não expostos à fumaça do cigarro. Uma vez que a fumaça é consagrada como indutora de tumor em vários estágios da tumorigênese, e que nossos resultados mostraram características opostas, sugerimos a necessidade de novos estudos que confirmem o real impacto do tabagismo nos processos de tumorigênese, inflamação e na resposta ao tratamento radioterápico.
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INFLUÊNCIA da Exposição à Fumaça do Cigarro e Radioterapia na Expressão de Phd3, Hif-1α, Vegf, Sod-1, Ra2a e Foxp3 em Células do Infiltrado Inflamatório de Câncer Colorretal Induzido

MENDES, S. O. 12 April 2018 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-23T21:50:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_12426_Tese - Suzanny Oliveira Mendez.pdf: 3561701 bytes, checksum: 0f0fd989fd5e8dceb41830e39d57ae5c (MD5) Previous issue date: 2018-04-12 / O tabagismo é uma das principais causas de morte evitável do mundo e está relacionado ao surgimento de diversos tipos de tumores, dentre eles o câncer colorretal. Estudos com tumores sólidos mostram que a hipóxia é um importante fator preditor de resposta prognóstica e as vias de hipóxia, estresse oxidativo e imunossupressão podem atuar na progressão tumoral, influenciar a resposta ao tratamento e a resposta imunológica. Uma vez que estas vias podem ter a expressão de seus genes afetada tanto pela exposição à fumaça do cigarro quanto à radioterapia, o presente trabalho buscou investigar a influencia destes fatores de exposição na expressão das proteínas PHD3, HIF-1α, VEGF, RA2A e Foxp3 nos infiltrados intra e peritumorais de câncer colorretal induzido. Para tanto, foram utilizados 53 ratos Wistar, 5 com o intestino saudável como controle negativo (G0) e os 48 ratos restantes foram induzidos à tumorigênese colorretal com 1,2-dimetilhidrazina (DMH) e divididos em 4 grupos, Grupo DMH (G1), Grupo DMH/Radioterapia (G2), Grupo DMH/Fumaça (G3) e Grupo DMH/Fumaça/Radioterapia (G4). A exposição à fumaça do cigarro dos grupos G3 e G4 ocorreu em câmara de inalação e correspondeu a 12 cigarros por dia/grupo durante 20 semanas. Na 21ª semana, os animais do grupo G2 e G4 foram submetidos a três sessões de radioterapia na dose de 700 cGy cada, totalizando 2500 cGy. Na 22ª semana, os animais foram eutanasiados e as lesões fixadas, processadas e coradas com hematoxilina e eosina para diagnóstico. As lesões classificadas como Adenocarcinoma Tubular foram submetidas à Imunohistoquímica para as proteínas PHD3, HIF-1α, VEGF, da via de hipóxia, SOD-1 da via de estresse oxidativo e RA2A e Foxp3 da via de imunossupressão. Todas as amostras tumorais e controles foram analisadas nos infiltrados intra e peritumoral de forma semi-quantitativa e avaliados quanto à exposição à fumaça do cigarro e radioterapia na modulação da expressão destas proteínas. A resposta à radioterapia também foi avaliada pelo índice apoptótico através do anticorpo da caspase-3 clivada nas amostras pertencentes aos grupos G2 e G4. Os resultados mostraram uma relação entre a exposição à fumaça do cigarro e radioterapia com alteração da expressão das proteínas nos infiltrados inflamatórios intra e peritumorais. A expressão das proteínas pode diferir entre os tipos de infiltrado inflamatório, bem como da expressão em células tumorais, mostrando a importância da função diferencial destas células no microambiente tumoral. Além disso, o grupo exposto à fumaça e radioterapia apresentou melhores características histopatológicas em relação à malignidade e melhor resposta terapêutica. Assim concluímos que os ratos expostos à fumaça do cigarro e tratados com radioterapia apresentaram melhores parâmetros histoquímicos dos marcadores de morte celular, inflamação, progressão tumoral, estresse oxidativo e resposta à radioterapia do que os não expostos à fumaça do cigarro. Uma vez que a fumaça é consagrada como indutora de tumor em vários estágios da tumorigênese, e que nossos resultados mostraram características opostas, sugerimos a necessidade de novos estudos que confirmem o real impacto do tabagismo nos processos de tumorigênese, inflamação e na resposta ao tratamento radioterápico.

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