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Relação Entre o Estilo de Vida e o Carcinoma de Células Escamosas na Região de Cabeça e Pescoço(Cavidade Bucal, Faringe e Laringe)

MAMERI, H. A. 09 October 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-01T23:26:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_9286_Dissertação Helenita Mameri.pdf: 1826115 bytes, checksum: 66558042e19caabceb00824ac84ab813 (MD5) Previous issue date: 2015-10-09 / A prevalência do câncer de cabeça e pescoço (cavidade bucal, faringe e laringe) tem aumentado no Brasil na última década, sendo o carcinoma de células escamosas o mais comum. Seu tratamento pode causar severas sequelas funcionais e estéticas, com um impacto significante na qualidade de vida e saúde psicológica desses pacientes. Objetivo: este trabalho buscou relacionar o estilo de vida de indivíduos com o desenvolvimento do carcinoma espinocelular (CEC) de cabeça e pescoço (cavidade bucal, faringe e laringe). Metodologia: um estudo retrospectivo com pacientes portadores do câncer. A pesquisa foi realizada em dois hospitais públicos de referência na cidade de Vitória, Espírito Santo, Brasil, no período de novembro de 2011 a novembro de 2013. Foram incluídos no estudo 97 pacientes portadores de CEC de cabeça e pescoço, e a amostragem foi selecionada por conveniência (51 em cavidade bucal e lábio, 24 em orofaringe, 3 em hipofaringe, 16 em laringe e 2 nasais). Os pacientes foram entrevistados quanto a dados sociodemográficos; hábitos de tabagismo e etilismo (no momento do diagnóstico e após seis meses); hábitos de higiene bucal e tratamento principal. A análise estatística foi descritiva, teste de Qui-quadrado e Exato de Fischer. Resultados: o desenvolvimento das neoplasias está associado a fatores de risco ambientais e de estilo de vida. Houve associação significativa entre o hábito de fumar e o estadiamento dos tumores (0,039) e com o tratamento principal (0,036). De um total de 97 pacientes, 34 vieram a óbito como causa o CEC de cabeça e pescoço (35,1%). Conclusão: Confirmando o tabagismo e o etilismo como fatores de risco para o CEC de cabeça e pescoço, compreendeu-se que quanto maior o tempo de exposição a esses riscos e sua quantidade habitual, há maior propensão ao desenvolvimento do carcinoma de cabeça e pescoço. Isso é importante também na medida em que os gastos com a saúde e no setor público tornam-se elevados. Então, mudanças de hábitos de vida como abstinência do fumo e do álcool são os melhores métodos de prevenção da doença, já que são os principais fatores de risco
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PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO E O EMPREGO DE NOVAS TECNOLOGIAS NO TRATAMENTO

FREIRE, B. F. 17 August 2016 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-01T21:35:00Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_10521_Dissertação Barbara Freire Mesquita.pdf: 1230101 bytes, checksum: 3a2a878581795e02c56bf06486fd6d82 (MD5) Previous issue date: 2016-08-17 / Introdução: O câncer de cabeça e pescoço (CCP) inclui cânceres originados na cavidade oral, na orofaringe e na laringe. Os tratamentos mais comuns são cirurgia, radioterapia e quimioterapia, e muitos efeitos adversos a estes últimos são conhecidos. Atualmente, busca-se novas tecnologias visando melhora no prognóstico aliada a redução dos efeitos colaterais. As tecnologias da saúde podem ser classificadas em hardware e software. As tecnologias hardware incluem os artefatos como os instrumentos e medicamentos. As tecnologias software contemplam os instrumentos sociais, que utilizam tecnologias de relações como produção de vínculo, acolhimento e cuidado. Objetivo: Objetivou-se descrever o perfil epidemiológico de pacientes com CCP e analisar a importância do emprego de novas tecnologias para maior eficiência no tratamento e aumento na qualidade de vida dos indivíduos. Metodologia: Foi realizado um estudo em 273 pacientes com CCP do Hospital Santa Rita de Cássia em Vitória-ES, de 2012 a 2015. Foram obtidos dados de estadiamento e localização do tumor, história do consumo de álcool e tabaco, além das variáveis de gênero e idade, e medidas antropométricas e pressão arterial. Os dados foram obtidos a partir de entrevista, aferições no paciente e análise de prontuários. Os dados foram coletados antes e após o tratamento. Os dados foram apresentados em média ± DP e frequência. Foram aplicados o teste Qui quadrado, teste exato de Fischer, teste de Wilcoxon e Mann Whitney, além de correlação de Spearman. Foram utilizados os softwares SPSS (Statistical Package for the Social Sciences), e Prisma. O valor de p < 0,05 foi considerado significativo. Resultados: Foi demonstrado que mais de 82% de pacientes são homens e a idade média de diagnóstico é de 59 anos. A maioria dos pacientes apresentou estadiamento avançado. O sítio mais acometido foi a cavidade oral, e quanto ao tratamento, metade dos pacientes foram submetidos à quimioterapia e mais de 2\3 passaram por radioterapia e 38% por cirurgia. Grande parte dos pacientes permanece tabagista e\ou etilista após o diagnóstico. Mais de 71% dos indivíduos 7 que fumam e\ou bebem, apresentaram estadiamento avançado. Os fumantes apresentaram índice de massa corporal (IMC) menor que os não fumantes, tanto antes quanto após o tratamento. O IMC de tabagistas e etilistas foi menor do que de ambos abstêmios. Após o tratamento, houve redução significativa da Pressão arterial média. Conclusão: Foi observado que a maioria dos indivíduos permanece tabagista após o diagnóstico e que um baixo IMC está associado a um estadiamento avançado da doença. O paciente que recebe o tratamento e permanece tabagista e\ou etilista, reduz substancialmente suas chances de remissão, além disso, a perda de peso resultante dos efeitos adversos e também da manutenção do tabagismo e etilismo podem levar a um prognóstico pior. Aliar a aplicação de tecnologias software mostra- se tão importante quanto o uso das tecnologias hardware. Ao final deste trabalho são propostas ações simples para mitigar os efeitos colaterais e potencializar o efeito terapêutico diante deste perfil, com o objetivo de aumentar a capacidade do indivíduo receber e responder positivamente ao tratamento. Palavras-chave: Câncer de cabeça e pescoço, tratamento, novas tecnologias, qualidade de vida.
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EXPRESSÃO Jmjd1a, H3k9me1, H3k9me2 e Adm Como Marcadores de Prognóstico e Sobrevida para Carcinoma Epidermóide Oral e Orofaringe

MAIA, L. L. 30 May 2018 (has links)
Made available in DSpace on 2018-08-23T21:50:34Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_12428_Ata 49ª Defesa de Tese - Lucas de Lima Maia.pdf: 430153 bytes, checksum: 08c6d28935fb4f81d728310e6be5eafd (MD5) Previous issue date: 2018-05-30 / Atualmente muitas vias de sinalização têm sido associadas ao surgimento, progressão e prognóstico do câncer, entre elas a via de reposta à hipóxia associada às alterações epigenéticas. O nível de metilação das histonas H3 no resíduo de lisina 9 (H3K9) têm mostrado controlar o nível de expressão dos genes supressores de tumor. A JMJD1A é uma proteína com função de desmetilar as H3K9 na região promotora de determinados genes. A JMJD1A tem sua atividade regulada pela condição de hipóxia. Um dos genes alvos da JMJD1A é a proteína adrenomedulina (ADM) que tem importante papel na carcinogênese e na progressão de tumores mais agressivos. O nível de metilação das histonas H3, assim como a expressão da JMJD1A e ADM tem sido associado com a progressão e prognóstico de diversos tipos de tumores. No entanto, o papel dessas proteínas no carcinoma de cabeça e pescoço ainda precisa ser elucidado. Sendo assim, o presente estudo teve o propósito de estudar as proteínas H3K9 mono e di-metiladas (H3K9me1 e H3K9me2, respectivamente), JMJD1A e ADM que estão relacionadas à resposta a essa condição biológica. O objetivo do trabalho foi associar a expressão das proteínas supracitadas com características clinicopatológicas e prognósticas de pacientes com câncer oral e de orofaringe. O estudo foi realizado por meio da análise por imuno-histoquímica de lâminas de tissue microarray contendo amostras de 84 pacientes com carcinoma oral e de orofaringe operados no Hospital Heliópolis (São Paulo/SP). A análise foi feita pela avaliação positiva ou negativa da proteína no núcleo e citoplasma, com nível fraco ou forte desta expressão nos casos em que a proteína esteve presente. As proteínas tiveram uma ampla expressão no tecido tumoral, além disso, foi observado relações entre a expressão de uma determinada proteína com a expressão das demais analisadas no estudo. Em relação às características clinicopatológicas e prognósticas foram observadas associações significantes. Observou-se associação da metástase linfonodal com a expressão nuclear da proteína JMJD1A e com a expressão citoplasmática da proteína ADM. Já o estádio do tumor teve associação significativa com a expressão citoplasmática da JMJD1A. Em relação às características prognósticas observou-se a associação do óbito com a expressão citoplasmática da proteína H3K9me1. A respeito da análise de sobrevida, foi observado que a sobrevida doença específica e sobrevida livre de doença tiveram relação significante com a expressão nuclear da proteína H3K9me2. Dessa forma, as proteínas JMJD1A, H3K9me1, H3K9me2 e ADM se mostraram promissoras como marcadores de prognóstico para pacientes com carcinoma de oral e de orofaringe, podendo ser utilizadas no futuro como marcadores preditivos e alvos terapêuticos para o tratamento da doença.
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Câncer e deformidade facial: estigmas da diferença que causam sofrimento e dificultam o convívio social

Sedycias de Queiroz, Michellini 31 January 2010 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T23:01:49Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo956_1.pdf: 749031 bytes, checksum: 991f61c64347ca7458aa323570768f6e (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2010 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Ser portador de uma marca corporal depreciativa contribui para a estruturação de um esteriótipo, onde o estigmatizado, adequando-se ao que lhe é atribuído, sofre com a perda de sua própria identidade. Objetivo. Identificar as representações simbólicas referentes ao estigma em pacientes com câncer de cabeça e pescoço e deformidades faciais visíveis por onco-cirurgias. Metodologia. Estudo qualitativo, realizado no Hospital de Câncer de Pernambuco, no período de janeiro a maio de 2009. Resultados. A amostra constituiu-se de 30 indivíduos predominantemente do sexo masculino (53,3%), na faixa etária entre 41 e 50 anos de idade (23,3%), agricultores (40,0%) e com pouca escolaridade (46,6%). Em relação ao estigma dos pacientes por terem adoecido de câncer, identificou-se que eles consideravam a doença misteriosa e difícil de ser curada. Diferentes estratégias de enfrentamento da doença foram observadas em ambos os sexos a exemplo de: barganha com o divino, negar, esconder ou relativizar a gravidade do estado de saúde. Para o estigma frente à deformidade facial, este foi simbolizado como sinônimo de feiúra. Quanto à estigmatização percebido em familiares e amigos, a maioria dos homens interpretava os comportamentos como reveladores de apoio e suporte emocional. Já as mulheres demonstraram muito mais sensibilidade e perspicácia para identificarem comportamentos de estigma do tipo: pacto de silêncio ou verbalizações de pensamentos excessivamente altruístas imcompatíveis com o quadro clínico do doente. Para os estigmas observados em conhecidos e pessoas estranhas predominou o incômodo causado pelo olhar insistente, a compaixão e a curiosidade alheias. Conclusão: Superar comportamentos estigmatizadores representa um desafio considerável na sociedade estimulada pelas indústrias da beleza e da moda. Esforços serão precisos para se resgatar os valores éticos de igualdade, fraternidade, solidariedade e compaixão frente aqueles que apresentam diferenças indesejáveis
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Identificação de Genes Regulados pelo Mecanismo de Metilação em Linhagens Tumorais de Cabeça e Pescoço / Identification of Genes Regulated by Methylation Mechanism of Tumor Strains in Head and Neck

Kaneto, Carla Martins 28 March 2007 (has links)
Alterações no padrão normal de metilação do DNA têm sido caracterizadas como um importante mecanismo na gênese de neoplasias. Esta modificação do DNA é denominada de epigenética uma vez que altera o padrão de expressão das células sem alterar a seqüência do DNA. No câncer, as alterações epigenéticas observadas consistem na hipermetilação das ilhas CpG nos promotores dos genes acompanhada de uma hipometilação global dos dinucleotídeos CpG dispersos pelo genoma. Este evento mostra geralmente ser câncer-específico, ou seja, alguns genes que são metilados em um tipo de câncer, não o são na maioria dos outros tipos. O objetivo deste projeto foi identificar, através da construção de bibliotecas subtrativas de RaSH, genes silenciados por metilação nas linhagens de câncer de cabeça e pescoço FaDu, UM-SCC-14A, UM-SCC-17A e UM-SCC-38 e que possuem expressão induzida após o tratamento com o agente demetilante 5-aza-2-deoxicitidina. Uma vez que a metilação leva a diminuição gradual da expressão gênica, o método RT-PCR semi-quantitativo foi utilizado para validação da expressão diferencial dos genes candidatos PLAU, CD82, RBBP4, AOF2, TMSB10, HSPA5 e LAMC2 nas linhagens não tratadas e tratadas com o agente demetilante 5-aza-2-deoxicitidina. Para todos os genes candidatos foi observado aumento na expressão gênica após o tratamento em pelo menos uma das quatro linhagens. Na linhagem UM-SCC-14 A, os genes CD82, RBBP4, AOF2, HSPA5 e LAMC2 mostraram aumento na expressão após o tratamento com o agente demetilante, sendo que o gene LAMC2 também mostrou esse aumento de expressão na linhagem UM-SCC-17A. Na linhagem UM-SCC-38A todos os genes mostraram aumento de expressão após o tratamento. Embora novos estudos sobre a metilação da região promotora dos genes selecionados sejam necessários, aumentam as evidências de que os genes selecionados sejam regulados pelo mecanismo de metilação e que estejam metilados nas linhagens estudadas. / Abnormalities on the normal pattern of DNA methylation have been caracterized as an important mechanism on carcinogenesis. This modification is called epigenetic and can be defined as a heritable change in gene expression that is not accompanied by changes in DNA sequence. The epigenetic alterations observed on cancer include hypermethylation of selected CpG island gene promoters and simultaneous global hypomethylation. The aim of this project was to identify, by rapid subtraction hybridization, genes silenced by methylation on head and neck cancer lineages with alterations on gene expression after the treatment with 5-aza-2-deoxycytidine. The cancer lineages we used for our experiments were: FaDu, UM-SCC-14A, UM-SCC-17A e UM-SCC-387A and seven genes (PLAU, CD82, RBBP4, AOF2, TMSB10, HSPA5 and LAMC2) were analysed by semiquantitative RT-PCR and for all of them an increaseament of gene expression was observed. For the UM-SCC-14A lineage, the genes CD82, RBBP4, AOF2, HSPA5 and LAMC2 were upregulated after the treatment with demethylating agent as well as LAMC2 was uperegulated on UM-SCC-17A. For the UM-SCC-38A lineage all the genes showed increased expression after the treatmente with -aza-2-deoxycytidine. Our work is another evidence that some genes may be regulated by methylation during carcinogenesis.
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Sequelas fonoaudiológicas após tratamento para câncer de cabeça e pescoço

Toledo, Isabela Porto de 22 March 2018 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2018. / Submitted by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2018-07-12T21:08:21Z No. of bitstreams: 1 2018_IsabelaPortodeToledo.pdf: 1633916 bytes, checksum: 1d90ce0d7a055ab31ef1f189b939f973 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2018-07-14T20:16:12Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2018_IsabelaPortodeToledo.pdf: 1633916 bytes, checksum: 1d90ce0d7a055ab31ef1f189b939f973 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-07-14T20:16:12Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2018_IsabelaPortodeToledo.pdf: 1633916 bytes, checksum: 1d90ce0d7a055ab31ef1f189b939f973 (MD5) Previous issue date: 2018-07-06 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Apoio a Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). / As desordens de deglutição são sequelas comumente associadas ao tratamento oncológico. Contudo, ainda não existe um consenso quanto a frequência de alterações do processo de deglutição nessa população. O estudo tem por objetivo estimar a frequência de desordens da deglutição no pré e pós-tratamento de pacientes com câncer de cabeça e pescoço. Uma revisão sistemática foi desenvolvida seguindo o guia para relato de itens de revisão sistemática e meta-análises (PRISMA). Estratégias de busca foram desenvolvidas para as seguintes bases de dados: PubMed, LILACS, Scopus, Web of Science, LIVIVO e SpeechBITE. Adicionalmente, uma busca da literatura cinzenta foi realizada através do Google Scholar, Open Grey e ProQuest. Somente estudos que realizaram avalição diagnóstica da deglutição utilizando exames objetivos como videofluroscopia da deglutição ou videoendoscopia da deglutição foram incluídos na análise. O risco de viés dos estudos incluídos foi analisado com a ferramenta “The Critical Appraisal Checklist for Studies Reporting Prevalence Data from the Joanna Briggs Institute”. A meta-análise de proporção, com efeito fixo ou randômico, foi realizada através do Software estatístico MedCalc versão 14.8.1 (MedCalc Software, Ostend, Belgium). A seleção dos estudos foi realizada em duas fases, por dois revisores, independentemente. Dezesseis estudos passaram pelos critérios de elegibilidade e foram incluídos para análise. Em todos os estudos a deglutição foi avaliada antes e até 12 meses após o tratamento oncológico. Aspiração prévia a tratamento de câncer teve frequência de 11,3% (desvio padrão (SD), 8,7 a 14,3%; amostra total=517), entre 1 a 6 meses após tratamento ocorreu um aumento para 27,1% (SD, 1,0 a 36,0%; amostra total=478) e até 12 meses pós-tratamento teve uma queda para 17,9% (SD, 12,3 a 2,8%; amostra total=153). Penetração de volume acima das pregas vocais e redução de elevação laríngea também foram mais frequentes no período de 1 a 6 meses após tratamento oncológico. Os resultados encontrados nesse estudo indicam que a frequência de desordens de deglutição e suas complicações como a aspiração, em pacientes com câncer de cabeça e pescoço aparenta ser maior no período de até 6 meses após tratamento para o câncer. / The deglutition disorders are common sequelae of the oncologic treatment. However, there is no consensus over the frequency of the alteration in the swallowing mechanisms in this population. The study aims to estimate the frequency of deglutition disorders in patients pre and post-treatment for head and neck cancer. A systematic review was developed following the Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA) guideline. Search strategies were developed for the following databases: PubMed, LILACS, Scopus, Web of Science, LIVIVO, and SpeechBITE. Additionally, a search of the grey literature was performed through Google Scholar, Open Grey, and ProQuest. Only studies that performed evaluation of deglutition before and after cancer treatment were included in this systematic review. The studies had to use diagnostic exams for deglutition disorders as Videofluoroscopy swallowing exam, Fiber-optic endoscopic evaluation of swallowing, modified barium swallow or Videofluorographic swallow study. The Critical Appraisal Checklist for Studies Reporting Prevalence Data from the Joanna Briggs Institute was used to assess the risk of bias of the included studies. A proportion of fixed or random effects meta-analysis using the MedCalc Statistical Software version 14.8.1 (MedCalc Software, Ostend, Belgium) were conducted. The selection of the studies was divided in two phases where two reviewers worked independently. Sixteen studies met the eligibility criteria and were included. In all of the studies an assessment of the deglutition was performed previous and up to 12 months after receiving treatment for the cancer. Aspiration previous to the cancer treatment had a frequency of 11.3% (Standard deviation (SD), 8.7 to 14.3%; total sample=517), between 1 to 6 months after treatment, this increased to 27.1% (SD, 19.0 to 36.0%; total sample=478), and up to 12 months after there was a decrease to 17.9% (SD, 12.3 to 24.8%; total sample=153). Penetration above the vocal cords and reduced larynx elevation were also more frequent in the 1 to 6 months’ period after the treatment for the head and neck cancer. The results found in this study indicates that the frequency of deglutition disorders and its complications as aspiration, in patients with head and neck cancer, appears to be higher in the immediate to 6 months’ post-treatment period.
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Osteorradionecrose tratada com ozonioterapia em modelo animal : avaliação histológica e imaginológica

Viegas, Camila Feier 16 March 2018 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, 2018. / Submitted by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2018-08-09T19:06:39Z No. of bitstreams: 1 2018_CamilaFeierViegas.pdf: 1900496 bytes, checksum: a0d73e0554b7e4c8c5641849309a3dc7 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana (raquelviana@bce.unb.br) on 2018-08-14T18:55:49Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2018_CamilaFeierViegas.pdf: 1900496 bytes, checksum: a0d73e0554b7e4c8c5641849309a3dc7 (MD5) / Made available in DSpace on 2018-08-14T18:55:49Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2018_CamilaFeierViegas.pdf: 1900496 bytes, checksum: a0d73e0554b7e4c8c5641849309a3dc7 (MD5) Previous issue date: 2018-08-09 / Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). / Introdução: A osteorradionecrose é uma complicação potencialmente grave da radioterapia no tratamento de câncer de cabeça e pescoço. É definida como uma área maior que 1cm de osso exposto, em região previamente irradiada, e que não apresenta nenhuma evidência de cura durante pelo menos três meses. Diversas modalidades terapêuticas foram propostas, mas o seu tratamento permanece, ainda hoje, desafiador. Dentre estas modalidades está a ozonioterapia, considerada promissora devido ao efeito antioxidante e às propriedades bioestimuladoras do ozônio. Objetivo: Avaliar por meio de microtomografia computadorizada (Micro-CT) e análise histológica os efeitos terapêuticos do ozônio sistêmico, no osso mandibular murino irradiado. Métodos: Vinte ratos Wistar, com idade de 90 dias, foram divididos igualmente em dois grupos: grupo ozonioterapia (OZT) e grupo controle (CNT). Ambos os grupos receberam irradiação através de Braquiterapia de Alta Taxa de Dose (HDR), com dose semanal de 10Gy, durante 5 semanas, totalizando 50Gy de dose de irradiação. O grupo OZT foi submetido à aplicação de gás ozonizado, via insuflação retal, três vezes por semana, durante seis semanas, iniciando uma semana antes do início da radiação ionizante, enquanto o grupo CNT não recebeu qualquer intervenção com ozônio. Todos os animais, de ambos os grupos, foram submetidos ao escaneamento microtomográfico, antes (T0), durante (T1) e após (T2) as intervenções. Os animais foram eutanasiados 15 dias após a finalização dos tratamentos e as peças foram submetidas ao processamento histológico. Resultados: A quantificação dos dados microtomográficos mostrou diferença estatisticamente significante entre o T0 e T2, em ambos os grupos, no parâmetro de Volume ósseo e o Volume da Amostra (BV/TV), evidenciando o desenvolvimento de osteorradionecrose. Nos lados irradiados, a análise histológica demonstrou danos osteogênicos, como desorganização tecidual, fibrose e sinais de necrose. Não foram encontradas diferenças significativas na Micro-CT óssea e nos parâmetros histológicos entre OZT e CNT. Conclusão: Nosso modelo animal induziu a osteorradionecrose, permitindo a análise imaginológica e histológica do dano ósseo causado pela radiação. Entretanto, no protocolo utilizado, a ozonioterapia não foi eficaz na prevenção e no tratamento de osteorradionecrose. / Introduction: Osteoradionecrosis is a potentially serious complication of radiation therapy in the treatment of head and neck cancer. It is defined as an area larger than 1 cm of exposed bone in a previously irradiated region, which shows no evidence of cure for at least three months. Several therapeutic modalities have been proposed, but their treatment remains challenging. Among these modalities there is the ozone therapy, which is considered promising due to the antioxidant effect and the biostimulating properties of ozone. Objective: To evaluate therapeutic effects of the systemic ozone in the irradiated murine mandibular bone, by means of computerized microtomography and histological analysis. Methods: Twenty Wistar rats, aged 90 days, were equally divided into two groups: ozone therapy group (OZT) and control group (CNT). Both groups received irradiation through High Dose Rate Brachytherapy (HDR) with a weekly dose of 10Gy for 5 weeks, totaling 50Gy doses of irradiation. The OZT group was submitted to ozonized gas via rectal insufflation, three times a week for six weeks, starting one week before the beginning of the ionizing radiation while the CNT group received no ozone intervention. All animals of both groups were submitted to microtomographic scanning, before (T0), during (T1) and after (T2) the interventions. The animals were euthanized 15 days after finishing the treatments and their pieces were submitted to histological processing. Results: The quantification of the microtomographic data presented a statistically significant difference between T0 and T2 in both groups, in the parameter of Bone Volume and Volume of the Sample (BV/TV), evidencing the development of osteoradionecrosis. On the irradiated sides, the histological analysis showed osteogenic damage, such as tissue disorganization, fibrosis and signs of necrosis. No significant differences were found in the bone Micro-CT and in the histological parameters between OZT and CNT. Conclusion: Our animal model induced the osteoradionecrosis, allowing imaging and histological analysis of the bone damaged caused by radiation. However, in the protocol used, the ozone therapy was not effective on the prevention and treatment of osteoradionecrosis.
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Identificação de Genes Regulados pelo Mecanismo de Metilação em Linhagens Tumorais de Cabeça e Pescoço / Identification of Genes Regulated by Methylation Mechanism of Tumor Strains in Head and Neck

Carla Martins Kaneto 28 March 2007 (has links)
Alterações no padrão normal de metilação do DNA têm sido caracterizadas como um importante mecanismo na gênese de neoplasias. Esta modificação do DNA é denominada de epigenética uma vez que altera o padrão de expressão das células sem alterar a seqüência do DNA. No câncer, as alterações epigenéticas observadas consistem na hipermetilação das ilhas CpG nos promotores dos genes acompanhada de uma hipometilação global dos dinucleotídeos CpG dispersos pelo genoma. Este evento mostra geralmente ser câncer-específico, ou seja, alguns genes que são metilados em um tipo de câncer, não o são na maioria dos outros tipos. O objetivo deste projeto foi identificar, através da construção de bibliotecas subtrativas de RaSH, genes silenciados por metilação nas linhagens de câncer de cabeça e pescoço FaDu, UM-SCC-14A, UM-SCC-17A e UM-SCC-38 e que possuem expressão induzida após o tratamento com o agente demetilante 5-aza-2-deoxicitidina. Uma vez que a metilação leva a diminuição gradual da expressão gênica, o método RT-PCR semi-quantitativo foi utilizado para validação da expressão diferencial dos genes candidatos PLAU, CD82, RBBP4, AOF2, TMSB10, HSPA5 e LAMC2 nas linhagens não tratadas e tratadas com o agente demetilante 5-aza-2-deoxicitidina. Para todos os genes candidatos foi observado aumento na expressão gênica após o tratamento em pelo menos uma das quatro linhagens. Na linhagem UM-SCC-14 A, os genes CD82, RBBP4, AOF2, HSPA5 e LAMC2 mostraram aumento na expressão após o tratamento com o agente demetilante, sendo que o gene LAMC2 também mostrou esse aumento de expressão na linhagem UM-SCC-17A. Na linhagem UM-SCC-38A todos os genes mostraram aumento de expressão após o tratamento. Embora novos estudos sobre a metilação da região promotora dos genes selecionados sejam necessários, aumentam as evidências de que os genes selecionados sejam regulados pelo mecanismo de metilação e que estejam metilados nas linhagens estudadas. / Abnormalities on the normal pattern of DNA methylation have been caracterized as an important mechanism on carcinogenesis. This modification is called epigenetic and can be defined as a heritable change in gene expression that is not accompanied by changes in DNA sequence. The epigenetic alterations observed on cancer include hypermethylation of selected CpG island gene promoters and simultaneous global hypomethylation. The aim of this project was to identify, by rapid subtraction hybridization, genes silenced by methylation on head and neck cancer lineages with alterations on gene expression after the treatment with 5-aza-2-deoxycytidine. The cancer lineages we used for our experiments were: FaDu, UM-SCC-14A, UM-SCC-17A e UM-SCC-387A and seven genes (PLAU, CD82, RBBP4, AOF2, TMSB10, HSPA5 and LAMC2) were analysed by semiquantitative RT-PCR and for all of them an increaseament of gene expression was observed. For the UM-SCC-14A lineage, the genes CD82, RBBP4, AOF2, HSPA5 and LAMC2 were upregulated after the treatment with demethylating agent as well as LAMC2 was uperegulated on UM-SCC-17A. For the UM-SCC-38A lineage all the genes showed increased expression after the treatmente with -aza-2-deoxycytidine. Our work is another evidence that some genes may be regulated by methylation during carcinogenesis.
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Análise do secretoma de carcinoma de cabeça e pescoço e de seu efeito no microambiente tumoral / Analysis of the head and neck carcinoma secretome and its effect on the tumor microenvironment

Cunha, Bianca Rodrigues da 12 May 2017 (has links)
Ao longo dos últimos anos, tornou-se evidente que o início e a progressão do câncer dependem de vários componentes do microambiente tumoral, incluindo células imunes e inflamatórias, fibroblastos, células endoteliais, adipócitos e matriz extracelular. Estes componentes e as células neoplásicas interagem entre si e trocam sinais pró e antitumor. O presente estudo teve como objetivo analisar o secretoma de células neoplásicas sob estresse e seu efeito no microambiente tumoral. Para este fim, duas linhagens celulares de carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço foram cultivadas em duas condições de estresse: hipóxia e radiação. Os meios condicionados por estas células (secretoma 1) e o seu controle foram utilizados para cultivar células neoplásicas e fibroblastos humanos normais da cavidade oral. Os resultados sugerem que os sinais derivados das células neoplásicas em resposta a estresse dirigem a expressão gênica e proteica, bem como o comportamento celular das células vizinhas. Foram identificadas 38 proteínas celulares e nove proteínas secretadas com expressão aumentada e 61 proteínas celulares e 70 secretadas com expressão reduzida em células neoplásicas sob estresse hipóxico. Também foram identificadas 59 proteínas celulares e 29 proteínas secretadas com expressão aumentada e 59 proteínas celulares e 19 secretadas com expressão reduzida em células neoplásicas e fibroblastos humanos normais tratados com o meio condicionado por células sob estresse hipóxico. O secretome de células sob estresse não foi capaz de induzir proliferação de células neoplásicas e fibroblastos humanos normais, mas promoveu migração e invasão. Os resultados podem contribuir para o melhor entendimento do efeito dos fatores parácrinos liberados pelas células neoplásicas sobre a expressão gênica, bem como sobre o comportamento das células tumorais e estromais / Over the past years, it has become evident that cancer initiation and progression depends on several components of the tumor microenvironment, including inflammatory and immune cells, fibroblasts, endothelial cells, adipocytes, and extracellular matrix. These components and the neoplastic cells interact with each other providing pro and antitumor signals. The present study aimed to analyze the secretome of cancer cells under stress and their effect on the tumor microenvironment. For this purpose, two cell lines from head and neck carcinomas were cultured in two stress conditions - hypoxia and radiation. The medium conditioned by these cells (secretome 1) and their control were used to grow untreated neoplastic cells and normal human fibroblasts from oral cavity. Our results showed that signals derived from cancer cells in response to stress drive gene and protein expression and cell behavior. Thirty-eight overexpressed cellular and 9 secreted proteins, and 61 underexpressed cellular and 70 secreted proteins were identified in neoplastic cells under hypoxic stress. Fifty-nine overexpressed cellular and 29 secreted proteins, and 59 underexpressed cellular and 19 secreted proteins were identified in neoplastic cells and normal human fibroblasts treated with the medium conditioned by cells under hypoxic stress. The secretome of cells under stress was not able to induce proliferation of cancer cells and normal human fibroblasts, but promoted migration and invasion. The results may contribute to understand the effect of paracrine factors released by neoplastic cell on gene expression as well as on stromal and tumor cells behavior
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Tempo até o tratamento de pacientes com câncer de cabeça e pescoço no Estado de São Paulo: 2011 a 2017 / Not available

Assis, João Luiz Pereira de 25 July 2019 (has links)
Introdução: A verificação do tempo até o tratamento de pacientes com câncer é importante para a avaliação da resolutividade do serviço de saúde. No Brasil, a Lei nº 12.732 determina o início do tratamento para pacientes com neoplasia maligna em sessenta dias contados a partir da data do diagnóstico, entretanto, são escassos os estudos que avaliam a eficácia da referida lei. Objetivos: 1 Descrever o itinerário dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço do Estado de São Paulo no serviço de saúde, a partir da queixa principal; 2 Descrever o tempo decorrido entre queixa principal, diagnóstico, admissão e tratamento em pacientes com carcinoma epidermoide de cabeça e pescoço; 3 Comparar as médias de tempo até o tratamento segundo variáveis clínicas e sociodemográficas; 4 Verificar se houve mudanças no tempo até o tratamento antes e após a Lei nº 12.732. Metodologia: A população do estudo foi composta por pacientes com câncer de cabeça e pescoço pertencentes à segunda fase do Projeto Head and Neck Genome Project (GENCAPO II). Foram incluídos pacientes atendidos em cinco hospitais de referência para o tratamento de câncer no estado de São Paulo no período de 2011 a 2017. Dados clínicos relativos às datas e características dos pacientes foram extraídos do banco de dados do próprio GENCAPO II e do Registro de Câncer de Base Populacional do Município de São Paulo. Para a verificação da trajetória do paciente, foram descritas as médias e medianas dos dias, dias mínimos e máximos. A mesma verificação foi utilizada para descrever o período anterior e posterior à lei. As médias dos tempos avaliados foram comparadas com as variáveis clinicas e sociodemográficas por meio do teste de não paramétrico Mann-Whitney e Kruskal-Wallis. Resultados: Foram incluídos 1159 casos válidos. Verificou-se maior proporção de pacientes do sexo masculino, com idade média de 59,1 anos, não brancos, e com escolaridade igual ou inferior a ensino fundamental incompletos. A maioria (90,7%) foi diagnosticada nos estádios avançados e com tumores de boca. Foram identificados grupos com itinerários diferentes: Grupo 1. Com diagnóstico anterior à admissão no centro de tratamento, Grupo 2. com diagnóstico posterior à admissão no centro de tratamento, para os quais não se sabe se houve biópsia prévia à admissão e Grupo 3. com biópsia prévia à admissão e rebiópsia no centro de tratamento. A média do tempo entre diagnóstico e o início do tratamento foi de 96 dias no Grupo 1 , 58 dias no Grupo 2 e 118 dias no Grupo 3. A média de tempo entre o diagnóstico e o tratamento no Grupo 1 foi menor entre os pacientes brancos em comparação com os da raça/cor não branca (102 x 93), o mesmo ocorrendo no Grupo 2 (59 x 57) e Grupo 3 (177 x 76). A média de tempo entre o diagnóstico e o tratamento foi superior entre os pacientes com câncer de laringe no Grupo 1 e de boca no grupo 2. O tempo entre diagnóstico e tratamento diminuiu após a lei dos sessenta dias no Grupo 1 (de 96 dias para 93 dias) e no Grupo 2 (de 66 dias para 46 dias). Conclusão: Não houve um itinerário único para todos os pacientes. Realizar rebiópsia elevou o tempo para início do tratamento. Os negros tiveram maior tempo entre diagnóstico e tratamento. Após a lei dos sessenta dias, houve redução em dias entre diagnóstico e tratamento. São necessários meios que garantam a acessibilidade ao serviço de saúde e aperfeiçoem o itinerário do paciente. / Not available

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