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Mágica, sonho e lembrança: o cinema de Christopher NolanRavazzano, Lucas 22 February 2013 (has links)
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Lucas-Ravazzano-Batista.pdf: 655673 bytes, checksum: 7f161585f1fcc8a0b8c638e9f8b5a322 (MD5) / CNPQ / O presente trabalho visa discutir como um diretor inserido nas práticas produtivas
hollywoodianas ainda é capaz de criar um universo fílmico próprio ao longo de sua
filmografia, usando como objeto de análise os filmes do diretor Christopher Nolan. Para
tal fim, recorre-se aos trabalhos de David Bordwell, entre outros autores, que aferem a
prosperidade do cinema americano justamente pela tentativa de uma coexistência entre
a conformidade do modelo hollywoodiano e a visão artística dos realizadores. Com o
objetivo de confirmar a existência de uma unidade nos filmes realizados por Nolan, o
trabalho irá analisar três filmes do diretor sob a perspectiva teórico-analítica
denominada poética do filme de modo a demonstrar que os programas poéticos de
estruturação das obras do cineasta se valem de elementos bastante similares.
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Americanismo e cinema hollywoodiano no filme A felicidade não se compra / Americanism and hollywood cinema on film It’s a wonderful lifeCardoso, Tatiana Cristina 06 September 2018 (has links)
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Previous issue date: 2018-09-06 / This research defends the idea that the social forces determined ideologically the
cinematographic production of the United States of America, during the emergence of the
cinema until the period of its consolidation, collaborating for the propagation of
Americanism as a way of life. As a methodology, was used the film analysis of It’s a
Wonderful Life (1946), to observe what kind of American way of life the cinema of classic
narrative structure would be insert in its production, with the intention of spreading the
american way of life without breaking the moral rules already established by the codes of
censorship imposed at the time and that until now, in contemporary times, are in force.
US culture, politics, and economics were discussed in the 1930s, 1940s and 1950s,
periods selected for their relevance in the making of myths and turning points in American
history; Americanism as a way of life; Fordism; and Hollywood cinema, for being the one
of the pioneering mass media that collaborated with the forms of Americanization not only
within the US but throughout the world. / Esta pesquisa defende a ideia de que forças sociais determinaram ideologicamente a
produção cinematográfica dos Estados Unidos da América (EUA), durante o surgimento
do cinema até o período de sua consolidação, colaborando para a propagação do
americanismo como modo de vida. A metodologia utilizada foi a análise fílmica de A
Felicidade Não Se Compra (1946), para se observar que tipo de modo de vida norte-
americana o cinema de estrutura narrativa clássica inseria em sua produção, com o
intuito de difundir o american way of life, sem quebrar as regras de moral já
estabelecidos pelos códigos de censura impostos na época e que até hoje, na
contemporaneidade, vigoram. Foram discutidos ainda cultura, política e economia dos
EUA nos anos 1930, 1940 e 1950, períodos selecionados pela sua relevância na
fabricação de mitos e momentos decisivos na história norte-americana; americanismo
como modo de vida; fordismo; e o cinema hollywoodiano, por ser o um dos meios de
comunicação de massa pioneiros que colaborou com as formas de americanização não
só dentro dos EUA, mas por todo o mundo.
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