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Múltiplos regressos a um mundo cosmopolita : moçambicanos formados em universidades brasileiras e a construção de um sistema de prestígio em Maputo

Morais, Sara Santos 15 May 2012 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Departamento de Antropologia, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social, 2012. / Submitted by Elna Araújo (elna@bce.unb.br) on 2012-09-14T22:54:02Z No. of bitstreams: 1 2012_SaraSantosMorais.pdf: 1508724 bytes, checksum: 114829b10c325d6f80ccfc79e4fbd407 (MD5) / Approved for entry into archive by Leandro Silva Borges(leandroborges@bce.unb.br) on 2012-09-20T17:19:29Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2012_SaraSantosMorais.pdf: 1508724 bytes, checksum: 114829b10c325d6f80ccfc79e4fbd407 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-09-20T17:19:29Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2012_SaraSantosMorais.pdf: 1508724 bytes, checksum: 114829b10c325d6f80ccfc79e4fbd407 (MD5) / Esta dissertação aborda algumas dimensões dos processos de diferenciação social característicos do cotidiano de profissionais moçambicanos que obtiveram formação de nível superior em universidades brasileiras, observados ao longo de aproximadamente três meses de pesquisa em Maputo. Um de seus objetivos é compreender os modos pelos quais se estruturam as trajetórias de regresso destes estudantes ao seu país de origem, suas tensões e dilemas, bem como o que permitiu seu fluxo. O foco maior do trabalho é analisar a construção de um sistema de prestígio entre esses moçambicanos que estudaram no Brasil. Perpassam o texto, nesse âmbito, temas mais específicos: "estilos de vinda" através de acordos de cooperação internacional, discursos sobre trabalho incessante e padrão de vida, assim como imagens televisivas sobre o Brasil que influenciam o fluxo. Argumento, nesse sentido, que a circulação de estudantes moçambicanos para o Brasil é um fenômeno de múltiplas dimensões, as quais estão desenvolvidas ao longo da dissertação. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT / This thesis boards some social differentiation dimensions typical of Mozambican college-educated workers who got their degree in Brazilian universities, observed during nearly three months of research in Maputo. One of its goals is to comprehend the manner through which are structured these student's trajectory of return to their home country, their tensions and dilemmas, and also what allowed their flow. This work's main focus is analyzing the construction of a prestige system among these Mozambicans who have studied in Brazil. In this scope, more specific themes traverse the text: "styles of coming" through international cooperation agreements, speeches about incessant work and living standards, as well as TV images about Brazil that influence the flow. This way, I argue that the Mozambican students flow towards Brazil is a phenomenon of multiple dimensions, which are developed throughout this thesis.
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Cooperação descentralizada - Portugal/África : contributos para uma leitura portuguesa

Rodrigues, Pedro Miguel da Rocha Esteves January 2005 (has links)
No description available.
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Estruturação de relacionamentos horizontais em rede

Pereira, Breno Augusto Diniz January 2005 (has links)
Na tentativa de encontrar estratégias economicamente sustentáveis, muitas organizações vêm buscando diversas alternativas. Em uma dessas alternativas, as organizações tendem a lançar mão de práticas cooperativas de gestão, visando complementar suas potencialidades. Os relacionamentos de parceria ou cooperação buscam melhorar a capacidade das organizações nas suas relações de interdependências, na tentativa de melhorar a eficácia organizacional. Muitos estudos vêm corroborando essa linha de pensamento. A proposição central das teorias expostas é que as organizações inseridas em relacionamentos interorganizacionais, em geral, e em redes, em particular, têm maior probabilidade de conquistarem vantagens competitivas sustentáveis. No entanto, esses estudos são fragmentados, o que dificulta a compreensão sobre o todo. Poucos têm sido os trabalhos empíricos, no que se refere à análise das formas de cooperação horizontal. Este trabalho tem o objetivo de identificar como as organizações se estruturam em seus relacionamentos interorganizacionais, de modo que se possa contribuir para a melhor consolidação da teoria existente. Para isso, buscou-se descobrir como essas novas formas de organizações surgiram, quais são os fatores que influenciam as empresas a aderirem a esse processo de cooperação, como se estruturam esses relacionamentos horizontais e qual a performance das organizações inseridas nesses relacionamentos. Para esta análise, foram estudadas 110 empresas pertencentes a cinco diferentes tipos de redes horizontais. Os dados foram coletados por meio de 28 entrevistas e de 110 questionários aplicados nas empresas pertencentes às redes e situadas em 25 municípios diferentes no Estado do Rio Grande do Sul. Os dados foram analisados, utilizando-se múltiplos métodos (estudos de casos, análise fatorial, estatística descritiva e análise de regressão). Os resultados demonstram que as redes analisadas foram criadas como estratégias de sobrevivência no mercado. Sendo assim, as empresas ingressaram nas redes, buscando alavancar os seus negócios dentro de um ambiente que elas pudessem classificar como mais confiável e seguro. Não foram valorizadas variáveis, como inovação e aprendizagem, como determinantes do ingresso. Observa-se, assim, uma tentativa para a formação das redes com um caráter de crescimento e proteção contra possíveis mudanças ambientais, ou seja, o ingresso na rede gera uma percepção de segurança maior em relação às nuanças ambientais. Dessa forma, as redes têm capacidade de agregação de valor limitada. Esse caráter limitador das redes reflete na ausência de suas perspectivas estratégicas de crescimento qualitativo, criando estruturas meramente executoras de atividades rotineiras. Com isso, as redes reduzem as incertezas do ambiente para as organizações, mas não são guias para a formação de novas formas de agregação de valor. As redes estudadas são formadas, em sua maioria, por atores denominados "empresários" que visam, em primeiro lugar, atingir os seus objetivos individuais em rede e, em seguida, garantir, através dos mecanismos de controle, que esses objetivos não sejam perdidos por ações oportunísticas de outros atores. Apesar de as redes estudadas não almejarem novos benefícios coletivos, observou-se que a formação das redes constituiu-se em uma excelente alternativa estratégica para a sobrevivência dos atores. Assim, as constatações de caráter limitante do impacto das redes no desempenho das organizações nela inseridas não ofuscam essa forma inovadora de estruturação e nem as suas repercussões para a sociedade em geral.
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Projetos de cooperação técnica internacional em saúde financiados pela abc entre 2005 e 2013: um estudo exploratório de uma das vertentes da diplomacia da saúde no Brasil / International technical cooperation projects in health funded ABC between 2005 and 2013: an exploratory study of the health diplomacy sheds in Brazil

Tagliari, Fábio Webber January 2014 (has links)
Made available in DSpace on 2016-07-13T19:02:04Z (GMT). No. of bitstreams: 2 148.pdf: 867212 bytes, checksum: 8ad3694eac02c64e7f02370d3b6b1fa4 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2014 / A Cooperação Técnica Internacional, um dos braços da Diplomacia da Saúde,começou a ganhar um novo destaque na Política Externa Brasileira a partir de 2003,como um meio para se atingir os novos objetivos propostos pelo Governo nacional. Tal recurso, um dos mais ofertados para que o Brasil se aproximasse de países em desenvolvimento, em especial dos países do Continente africano, teve que ser repensado, uma vez que as demandas eram grandes e a experiência dos órgãos envolvidos para cooperar não era suficiente.A Agência Brasileira de Cooperação, encarregada pela coordenação e execução dos projetos da cooperação brasileira, é a responsável por grande parte dos projetos iniciados e executados no período estudado. A execução e elaboração destes projetos se deram conjuntamente com as áreas que detém conhecimentos dentro do Governo ou de empresas nacionais. Neste período, uma das áreas mais demandadas para cooperar com os países do Continente africano foi a área da saúde, a segunda mais demandada para tal fim, ficando atrás, apenas, da área da agricultura. A maior parte dos projetos em saúde são de responsabilidade do Ministério da Saúde, que com a expansão da cooperação, teve que se adaptar a essa nova realidade.Com esse novo cenário, dados da cooperação não foram corretamente organizados, visto haver falta de memória institucional nos órgãos envolvidos e alta rotatividade de funcionários. Essa condição traz consigo uma escassez de informações e um desconhecimento dos instrumentos e experiências utilizadas pelo Brasil, o que impossibilita, assim, uma total compreensão do que é a cooperação brasileira em saúde.Com isto em vista, o presente trabalho mapeou e caracterizou o conteúdo dos projetos na área da saúde que foram implementados ou estão em execução junto aos países do Continente africano, no período de 2005 a 2013, no âmbito da Diplomacia da Saúde do Brasil. / O período escolhido deve-se ao fato de que as informações dos anos de 2003 e 2004 não foram suficientes para se ter certeza do que foi ou não implementado. A abordagem do trabalho se baseia na transferência do conhecimento, por tratar sede algo fundamental para a melhoria das condições de vida e de progresso econômico e social das populações no âmbito da cooperação internacional para o desenvolvimento, utilizando o método de análise de conteúdo de Bardin. Ao final, após analisar as áreas de cooperação no âmbito da saúde, os temas, os conhecimentos e as ferramentas da cooperação prestada pelo Brasil nos projetos coordenados pela ABC puderam ser identificados e entendidos, de forma a possibilitar melhor compreensão dos princípios, dificuldades e potenciais da cooperação brasileira em saúde. / International Technical Cooperation, an instrument of Health Diplomacy, hasbegan to have a new projection in the Brazilian External Policy since 2003, as a meansto achieve the new objectives proposed by the National Government. This approach,one of the most offered to Brazil to get closer to developing countries, especially to theCountries of the African Continent, had to be rethought, since the demands were greatand the experience of the agencies involved to cooperate was not enough. The Brazilian Cooperation Agency, the institution in charge of the coordinationand implementation of the most of the Brazilian cooperation projects, is responsible forthe majority of the projects initiated and implemented during the selected years. Thedevelopment of these projects are jointly provided by the areas of the Government orNational Enterprises which have the knowledge and experience in the demanded areas.In this period, one of the most demanded areas to cooperate with the Countries of the African Continents was the Health sector, the second most required area to workwith cooperation, behind only of the agriculture demands. Most of the health projects are under responsibility of the Ministry of Health, which had to adapt to this new reality.Under this new scenario, cooperation data was not properly organized, sinceinvolved actors lack of institutional memory, besides the high employee turnover. This condition implies lack of information and un familiarity of tools and experiences used byBrazil, precluding, therefore, a complete comprehension of the Brazilian Technical Cooperation on health.With this in mind, the present study mapped and characterized the content of the projects in the health sector that have been implemented or are running along the African countries, in the period 2005-2013, under the Health Diplomacy of Brazil. ^ien / The selected period is due to the fact that the information for the years 2003 and 2004 were insufficient to be sure of what was indeed implemented.The present study is based on the knowledge once it is a fundamental component to the improvement of living conditions and economic and social progress of the people in international development cooperation, using the content analysis method of Bardin. At the end, after analyzing the areas of cooperation in health, identifying subjects, knowledge and tools provided by Brazil in projects coordinated by ABC, the cooperation could be identified and understood in a way that enables better understanding of the principles, difficulties and potentialities of the Brazilian Cooperation in health. (AU)^ien
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Estruturação de relacionamentos horizontais em rede

Pereira, Breno Augusto Diniz January 2005 (has links)
Na tentativa de encontrar estratégias economicamente sustentáveis, muitas organizações vêm buscando diversas alternativas. Em uma dessas alternativas, as organizações tendem a lançar mão de práticas cooperativas de gestão, visando complementar suas potencialidades. Os relacionamentos de parceria ou cooperação buscam melhorar a capacidade das organizações nas suas relações de interdependências, na tentativa de melhorar a eficácia organizacional. Muitos estudos vêm corroborando essa linha de pensamento. A proposição central das teorias expostas é que as organizações inseridas em relacionamentos interorganizacionais, em geral, e em redes, em particular, têm maior probabilidade de conquistarem vantagens competitivas sustentáveis. No entanto, esses estudos são fragmentados, o que dificulta a compreensão sobre o todo. Poucos têm sido os trabalhos empíricos, no que se refere à análise das formas de cooperação horizontal. Este trabalho tem o objetivo de identificar como as organizações se estruturam em seus relacionamentos interorganizacionais, de modo que se possa contribuir para a melhor consolidação da teoria existente. Para isso, buscou-se descobrir como essas novas formas de organizações surgiram, quais são os fatores que influenciam as empresas a aderirem a esse processo de cooperação, como se estruturam esses relacionamentos horizontais e qual a performance das organizações inseridas nesses relacionamentos. Para esta análise, foram estudadas 110 empresas pertencentes a cinco diferentes tipos de redes horizontais. Os dados foram coletados por meio de 28 entrevistas e de 110 questionários aplicados nas empresas pertencentes às redes e situadas em 25 municípios diferentes no Estado do Rio Grande do Sul. Os dados foram analisados, utilizando-se múltiplos métodos (estudos de casos, análise fatorial, estatística descritiva e análise de regressão). Os resultados demonstram que as redes analisadas foram criadas como estratégias de sobrevivência no mercado. Sendo assim, as empresas ingressaram nas redes, buscando alavancar os seus negócios dentro de um ambiente que elas pudessem classificar como mais confiável e seguro. Não foram valorizadas variáveis, como inovação e aprendizagem, como determinantes do ingresso. Observa-se, assim, uma tentativa para a formação das redes com um caráter de crescimento e proteção contra possíveis mudanças ambientais, ou seja, o ingresso na rede gera uma percepção de segurança maior em relação às nuanças ambientais. Dessa forma, as redes têm capacidade de agregação de valor limitada. Esse caráter limitador das redes reflete na ausência de suas perspectivas estratégicas de crescimento qualitativo, criando estruturas meramente executoras de atividades rotineiras. Com isso, as redes reduzem as incertezas do ambiente para as organizações, mas não são guias para a formação de novas formas de agregação de valor. As redes estudadas são formadas, em sua maioria, por atores denominados "empresários" que visam, em primeiro lugar, atingir os seus objetivos individuais em rede e, em seguida, garantir, através dos mecanismos de controle, que esses objetivos não sejam perdidos por ações oportunísticas de outros atores. Apesar de as redes estudadas não almejarem novos benefícios coletivos, observou-se que a formação das redes constituiu-se em uma excelente alternativa estratégica para a sobrevivência dos atores. Assim, as constatações de caráter limitante do impacto das redes no desempenho das organizações nela inseridas não ofuscam essa forma inovadora de estruturação e nem as suas repercussões para a sociedade em geral.
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Estruturação de relacionamentos horizontais em rede

Pereira, Breno Augusto Diniz January 2005 (has links)
Na tentativa de encontrar estratégias economicamente sustentáveis, muitas organizações vêm buscando diversas alternativas. Em uma dessas alternativas, as organizações tendem a lançar mão de práticas cooperativas de gestão, visando complementar suas potencialidades. Os relacionamentos de parceria ou cooperação buscam melhorar a capacidade das organizações nas suas relações de interdependências, na tentativa de melhorar a eficácia organizacional. Muitos estudos vêm corroborando essa linha de pensamento. A proposição central das teorias expostas é que as organizações inseridas em relacionamentos interorganizacionais, em geral, e em redes, em particular, têm maior probabilidade de conquistarem vantagens competitivas sustentáveis. No entanto, esses estudos são fragmentados, o que dificulta a compreensão sobre o todo. Poucos têm sido os trabalhos empíricos, no que se refere à análise das formas de cooperação horizontal. Este trabalho tem o objetivo de identificar como as organizações se estruturam em seus relacionamentos interorganizacionais, de modo que se possa contribuir para a melhor consolidação da teoria existente. Para isso, buscou-se descobrir como essas novas formas de organizações surgiram, quais são os fatores que influenciam as empresas a aderirem a esse processo de cooperação, como se estruturam esses relacionamentos horizontais e qual a performance das organizações inseridas nesses relacionamentos. Para esta análise, foram estudadas 110 empresas pertencentes a cinco diferentes tipos de redes horizontais. Os dados foram coletados por meio de 28 entrevistas e de 110 questionários aplicados nas empresas pertencentes às redes e situadas em 25 municípios diferentes no Estado do Rio Grande do Sul. Os dados foram analisados, utilizando-se múltiplos métodos (estudos de casos, análise fatorial, estatística descritiva e análise de regressão). Os resultados demonstram que as redes analisadas foram criadas como estratégias de sobrevivência no mercado. Sendo assim, as empresas ingressaram nas redes, buscando alavancar os seus negócios dentro de um ambiente que elas pudessem classificar como mais confiável e seguro. Não foram valorizadas variáveis, como inovação e aprendizagem, como determinantes do ingresso. Observa-se, assim, uma tentativa para a formação das redes com um caráter de crescimento e proteção contra possíveis mudanças ambientais, ou seja, o ingresso na rede gera uma percepção de segurança maior em relação às nuanças ambientais. Dessa forma, as redes têm capacidade de agregação de valor limitada. Esse caráter limitador das redes reflete na ausência de suas perspectivas estratégicas de crescimento qualitativo, criando estruturas meramente executoras de atividades rotineiras. Com isso, as redes reduzem as incertezas do ambiente para as organizações, mas não são guias para a formação de novas formas de agregação de valor. As redes estudadas são formadas, em sua maioria, por atores denominados "empresários" que visam, em primeiro lugar, atingir os seus objetivos individuais em rede e, em seguida, garantir, através dos mecanismos de controle, que esses objetivos não sejam perdidos por ações oportunísticas de outros atores. Apesar de as redes estudadas não almejarem novos benefícios coletivos, observou-se que a formação das redes constituiu-se em uma excelente alternativa estratégica para a sobrevivência dos atores. Assim, as constatações de caráter limitante do impacto das redes no desempenho das organizações nela inseridas não ofuscam essa forma inovadora de estruturação e nem as suas repercussões para a sociedade em geral.
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Cooperação empresarial em I&=eD : a percepção das empresas portuguesas sobre o papel das instituições de apoio

Martins, Teresa Luísa Catarino Fernandes Gingeira January 2008 (has links)
O título no SIFEUP é: Cooperação empresarial em ID+I. O papel das instituições de apoio ao ID+I em Portugal / Tese de mestrado. Inovação e Empreendedorismo Tecnológico. Faculdade de Engenharia. Universidade do Porto. 2008
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Câmara Municipal de Aveiro : sector de Geminações e Relações Internacionais

Oliveira, Cátia Sofia Gomes de January 2009 (has links)
No description available.
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Percepções de gestores a respeito de aspectos do processo de aprendizagem da implementação de atividades propostas em um plano estratégico de mercado e vendas

Corrêa, Geovane Testa January 2006 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia. / Made available in DSpace on 2012-10-22T15:25:56Z (GMT). No. of bitstreams: 1 232849.pdf: 12389702 bytes, checksum: e933652cf576ca42810ffdae7022d8c1 (MD5) / Falhas na implementação de estratégias têm sido responsáveis pela maior parte dos resultados insatisfatórios em firmas ou redes de firmas, entretanto, pesquisadores têm estudado com maior ênfase a formulação de estratégias. A complexidade da implementação de estratégias aumenta, quando há a necessidade de implementar transações cooperativas entre firmas de diferentes setores econômicos, de forma que essas firmas, em conjunto, atinjam objetivos comuns. Na literatura é possível observar que as transações cooperativas deveriam resultar, às firmas que transacionam dessa forma, menores custos de transação e maiores oportunidades de vendas no mercado. Entretanto, pesquisas indicam que há dificuldades em implementar estratégias cooperativas que produzam resultados relevantes, suficientes e necessários às firmas que cooperam entre si. Implementar estratégias exige conhecimento a respeito do transformar conhecimento declarado em forma de plano estratégico, em ações efetivas que produzam resultados satisfatórios. Essa transformação é conduzida por uma série de interações sociais que deveriam ser compreendidas por gestores e por pessoas que implementam estratégias. Contudo, parece que parte da dificuldade em implementar estratégias cooperativas interfirmas está, justamente, na compreensão insuficiente das características desse tipo de "implementar". Por isso, identificar percepções de gestores, de firmas que compõem redes de firmas, a respeito de aspectos do processo de aprendizagem da implementação de atividades propostas em um plano estratégico, pode ser importante para a compreensão de características das interações sociais que influenciam a produção de resultados significativos (ou não) para as firmas e para a comunidade. De forma a identificar as percepções de gestores, o pesquisador selecionou e observou um processo de aprendizagem de implementação de estratégias, que ocorreu entre agosto de 2004 e maio de 2005, em firmas localizadas no litoral do estado de Santa Catarina. Os dados foram coletados por meio de (a) registros descritivos do pesquisador durante o processo de aprendizagem, (b) documentos das firmas que participaram desse processo e (c) entrevistas com onze gestores das firmas que compõem a rede onde ocorreu a implementação de estratégias. Esses gestores foram selecionados de quatro firmas diferentes do setor alimentício, sendo uma firma participante do setor econômico "indústria" e três firmas do setor econômico "distribuição". Após o tratamento dos dados, o pesquisador analisou e dispôs os dados em quadros que contém as sínteses das percepções dos participantes, a respeito de aspectos do processo de aprendizagem. Os resultados desta pesquisa evidenciaram, entre outros, (a) algumas contradições existentes na literatura a respeito de "cooperação interfirmas", (b) que os gestores dialogaram e definiram insuficientemente a situação de implementação de estratégias, (c) que na comunicação entre os participantes das diferentes firmas predominaram fatores que dificultaram a produção de bons resultados para a rede de firmas, (d) a tendência dos "feedbacks interfirmas" enfatizarem aspectos negativos e impositivos e (e) existência de poucas ações conjuntas para solucionar problemas ocorridos durante o processo de aprendizagem. Considerando esses e outros resultados, é possível afirmar que conhecimento insuficiente a respeito de interações comportamentais denominadas de cooperação interfirmas ou transacionar de forma cooperativa dificultou e/ou impediu a aprendizagem da implementação de estratégias cooperativas. Obstacles to strategy implementation are being recognized by researchers as the factors that contribute more to unsatisfactory organizational results. The complexity of strategy implementation grows when there is necessity to implement cooperative transactions between firms of distinct economic sectors, in a way that these firms, together, achieve common goals. In the literature is possible to observe that the cooperative transactions should result in less transaction costs and better opportunities in market sales. However, researches indicate that there are too many difficulties to implement such cooperative strategies, in order to achieve relevant and necessary results to firms that cooperate together. Strategy implementation demands comprehension about turning declared knowledge stated at strategic plans, in effective actions that produce satisfactory results. This transformation is conducted by a series of social interactions that should be well understood by managers and people that carry out strategy implementation. However, it seems that part of the problems to conduct this transformation is the insufficient comprehension about what characterize social interactions that constitute "cooperative strategy implementation". That's why it is important to identify managers perceptions about strategy implementation learning processes. These characterization could help researchers to understand better the social interactions that influence the production of relevant (or not so) results to firms and society. To carry out this challenge the researcher selected and observed a strategy implementation learning process occurred, between august 2004 and may 2005, in firms located at Santa Catarina state. Data were collected by (a) descriptive notes made by the researcher during the learning process, (b) some documents, and, (c) interviews with eleven managers that worked during the process. These managers were selected from the four firms that formed an interfirm network at that time. One of these firms was an industry and three of them were logistics operators and wholesalers. After data collection, the researcher analyzed all data and arranged them in tables that contain managers perceptions about the strategy implementation learning process. Research results brought evidences about, (a) some "cooperative interfirm" literature contradictions, (b) insufficient strategy implementation situation dialogue and definition between managers of distinct firms, (c) prevalence of communication restriction factors that did not help managers to produce good results, (d) tendency to emphasize negative or imposing interfirm feedbacks, and, (e) existence of too few cooperative problem solving processes. Considering these and other results, it is possible to affirm that insufficient knowledge about behavioral interactions frequently called interfirm cooperation or cooperative transactions, turned cooperative estrategy harder to implement, and/or, even, not implemented.
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Punição por terceiros em distribuições iguais e desiguais: metacontingências com duplas de crianças via simulação com personagens

Araújo, Karen Ellen Mororó 17 February 2017 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Processos Psicológicos Básicos, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Comportamento, 2017. / Submitted by Albânia Cézar de Melo (albania@bce.unb.br) on 2017-04-19T12:26:59Z No. of bitstreams: 1 2017_KarenEllenMororóAraújo.pdf: 1861632 bytes, checksum: bc3be8108cd37d1c081ed70df8b3f599 (MD5) / Approved for entry into archive by Raquel Viana(raquelviana@bce.unb.br) on 2017-04-25T20:44:04Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_KarenEllenMororóAraújo.pdf: 1861632 bytes, checksum: bc3be8108cd37d1c081ed70df8b3f599 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-04-25T20:44:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_KarenEllenMororóAraújo.pdf: 1861632 bytes, checksum: bc3be8108cd37d1c081ed70df8b3f599 (MD5) / A psicologia evolutiva propõe que os comportamentos cooperativos podem ser explicados pela relação contínua entre a evolução cultural e genética, ao passo que a análise do comportamento sugere que esses comportamentos podem ser aprendidos durante a história de vida do indivíduo. Para observar os efeitos de consequências individuais e culturais nas escolhas dos participantes no jogo de punição por terceiros, oito duplas foram expostas à sequência de condições ABCBAC. Na Condição A, não havia liberação de pontos contingente às escolhas. A produção de pontos extras, na Condição B, era contingente às escolhas das duplas por punir distribuições iguais e não punir distribuições desiguais. Na Condição C, a pontuação era contingente às escolhas por não punir distribuições iguais e punir distribuições desiguais. Quando apenas um integrante da dupla fazia a escolha requerida, liberava-se ponto individual. Quatro duplas emitiram as escolhas requeridas para a produção de pontos individuais e extras. Duas duplas, consistentemente, escolheram punir distribuições desiguais e não punir distribuições iguais ao longo de todas as condições experimentais. Duas duplas escolheram punir todas as distribuições em todas as condições. Os dados sugerem que as consequências individuais e culturais produzem mudanças nas escolhas, bastando que os participantes entrem em contato com tais consequências. / According to evolutionary psychology, cooperative behavior can be explained by a continuous relation between cultural and genetic evolution. In contrast, behavior analysis proposes that those behaviors can be learned during an individual life history. To analyze the effects of cultural and individual consequences on the participants' choices in the third-party punishment game, eight pairs of participants were exposed to an ABCBAC sequence. In Condition A, no choice contingent consequences were provided. In Condition B, the extra points were delivered contingently on the pair's choices to punish equal distributions and not to punish unequal distributions. In Condition C, the extra points were delivered contingently on the pair's choices not to punish equal distributions and punish unequal distributions. If only one participant of the pair emitted the required choice, an individual point was delivered. Four pairs emitted the required choices to produce individual and cultural points. Two pairs chose consistently not to punish equal distributions and punish unequal distributions throughout all conditions. Two other pairs chose to punish any kind of distribution throughout all the experiment. The results suggest that individual and cultural consequences produce changes on choices when participants contact them.

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