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Perfil de complexos de subluxação da coluna vertebral de equinos de salto na avaliação quiroprática veterinária / Pattern of vertebral subluxation complexes found on the vertbral column of showjumping horses at veterinary chiropractic evaluation

Patricio, Claudia da Rocha January 2017 (has links)
Complexos de Subluxação vertebral são disfunções biomecânicas articulares que cursam com hipomobilidade, disfunção neural e de tecido conectivo. Avaliou-se a presença de complexos de subluxação vertebral (CS) em 492 equinos praticantes da atividade de salto, observados na rotina clínica de um examinador com 9 anos de experiência em quiropraxia veterinária. Os animais incluídos no estudo formam divididos por sexo e 4 grupos de idade. As idades variaram entre 4 e 19 anos (média de 9,9 anos), sendo 207 machos castrados, 249 fêmeas e 36 garanhões. O número médio de complexos de subluxação encontrado na coluna dos animais foi de 11,9 num total de 30 segmentos motores vertebrais avaliados. O número médio de complexos de subluxação da coluna cervical foi de 2,7; de 5,8 na coluna torácica, e de 2,6 na coluna lombar. Os segmentos motores acometidos com maior frequência foram L3, L2 e L1, nesta ordem. Não houve diferença significativa (p>0,05) nas médias do número de complexos de subluxação entre os sexos. Também não houve diferença significativa nas médias do número de complexos de subluxação entre grupos de idade para a coluna lombar e torácica, porém houve diferença significativa (p=0,028) no número médio de complexos de subluxação entre os grupos de idades de 0-5anos e acima de 15 anos na coluna cervical. Apresentaram complexo de subluxação no sacro 24,4% dos animais. A maioria dos animais não apresentou dor à palpação muscular, porém demonstraram aumento do tônus muscular. Pode-se concluir que a incidência de complexos de subluxação na coluna cervical aumenta com a idade. / Vertebral subluxation complexes are dysfunctional spinal segments characterized by hypomobility with altered neural and connective tissue function. Data collected from 492 showjumping horses evaluated by a veterinary chiropractor with 9 years of experience was analyzed for the presence of Vertebral Subluxation Complexes. The animals were divided into age groups and sex categories. Their age varied from 4 to 19 (mean=9.9) and there were 207 geldings, 249 females and 36 stallions included in the study. The animals had in average 11.9 vertebral subluxation complexes in 30 analyzed spinal segments along their spine. Per spinal segment, the animals presented in average 2.7 cervical, 5.8 thoracic and 2.6 lumbar subluxation complexes and 24,4% of the horses had subluxation complex in the sacrum. The most affected vertebrae were L3, L2 and L4, in this order. There was no significant difference (p>0.05) in the mean of subluxation complexes between sexes and between age groups for the lumbar and thoracic spine. There were significant difference (p=0.028) in the mean of subluxation complexes at the cervical spine between the age groups of 0-6 years and 15 years and above. Most of the animals had no pain to muscle palpation, but they showed an increase in muscle tone. It was concluded that the prevalence of subluxation complexes in the cervical spine increases with age.
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Registros de alterações musculoesqueléticas de “forfait” veterinário de cavalos de corrida em atividade turfística no Rio Grande do Sul / Veterinary retirement for musculoskeletal injuries in brazilian thoroughbred racehorses training at jockey club do Rio Grande do Sul

Rocio, Talita Franzen January 2012 (has links)
Lesões musculoesqueléticas são a principal causa de perda econômica na indústria do cavalo de corrida. Levantamentos epidemiológicos sobre lesões e acidentes ocorridos durante a corrida e os treinamentos dentro dos Jockey Clubes e centros de treinamento têm sido realizados mundialmente. Em geral, encontram-se diferenças regionais nos padrões dessas lesões. O Serviço de Veterinária do Jockey Club do Rio Grande do Sul é responsável por realizar a avaliação e liberação clínica dos animais antes de cada prova. Animais não aptos a participar da corrida são submetidos ao “forfait” veterinário. Com o objetivo de identificar as principais alterações que afetaram os cavalos durante os treinamentos de corrida foi feita a avaliação dos registros veterinários de “forfait” do Jockey Club do Rio Grande do Sul. Além disso, objetivou-se também verificar a influência de fatores como idade e gênero do cavalo e a estação do ano sobre a frequência e distribuição das alterações musculoesqueléticas. Foram analisados 1940 registros de forfait veterinário entre os anos de 1999 e 2009. Realizou-se uma análise epidemiológica analítica descritiva através de uma estatística não paramétrica além de uma análise estatística de correspondência múltipla a fim de verificar a associação das variáveis envolvidas na frequência das lesões. Do total de alterações registradas, 69% (1338) estavam relacionadas ao sistema musculoesquelético e as afecções mais incidentes foram localizadas nos membros torácicos que corresponderam por mais de 79,23% do total enquanto que as alterações localizadas nos membros pélvicos responderam por 14,72% do total de alterações musculoesqueléticas. Alterações musculares e de coluna contribuíram com 6,05% do total. As afecções mais frequentes (p<0,05) foram as da articulação metacarpofalangeana, seguidas pelas afecções do carpo e casco. Houve significativa influência (p<0,05) da faixa etária na maior parte das alterações avaliadas, sendo o maior número de alterações observada em cavalos de 3 anos de idade. Foi constatado que o gênero também influiu significativamente em algumas alterações, sendo os machos mais acometidos. Por sua vez, as estações do ano também apresentaram diferenças significativas, sendo no inverno a maior ocorrência de “forfait” veterinário por alterações musculoesqueléticas. / Musculoskeletal injuries are the major cause of economic loss in the horse racing industry. Epidemiological surveys on injuries and accidents during the race and training within the Jockey Club and training centers have been conducted worldwide. In general, are regional differences in the patterns of these lesions. There are some peculiarities in the training of race horses as the work on the lane, early in the life of animals and intensity of athletic training. The Veterinary Service Commission Racing of the Jockey Club of Rio Grande do Sul is responsible for performing the clinical evaluation and release of animals prior to each event. Animals not able to participate in the race are subject to "forfait" veterinarian. In order to identify the main changes that affected horses during training race was made the evaluation of veterinary records of "forfait" the Jockey Club of Rio Grande do Sul also aimed to also check the influence of factors such as age, gender of the horse and the season on the frequency and distribution of musculoskeletal abnormalities. We analyzed 1940 records of veterinary “forfait” between the years 1999 and 2009. There was a descriptive analysis by analytical epidemiological a non-parametric statistics and a statistical analysis of multiple correspondence to verify the association of the variables involved in the frequency of lesions. The total changes recorded, 69% (1338) were related to musculoskeletal disorders and more incidents were found in the forelimbs, which corresponded for more than 79% of the total while the localized changes in the hindlimbs accounted for 14% of total musculoskeletal abnormalities. Muscle disorders and column contributed 6% of the total. The most frequent diseases (p <0.05) were the metacarpophalangeal joint, followed by disorders of the carpus and hull. There was a significant influence (p <0.05) of age most of the changes evaluated, with the largest number of changes observed in horses 3 years old. It was found that gender also significantly influenced in some changes, with males being more affected. In turn, the seasons also showed significant differences, and in winter the greater occurrence of "winter holidays" vet for musculoskeletal abnormalities.
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Perfil de complexos de subluxação da coluna vertebral de equinos de salto na avaliação quiroprática veterinária / Pattern of vertebral subluxation complexes found on the vertbral column of showjumping horses at veterinary chiropractic evaluation

Patricio, Claudia da Rocha January 2017 (has links)
Complexos de Subluxação vertebral são disfunções biomecânicas articulares que cursam com hipomobilidade, disfunção neural e de tecido conectivo. Avaliou-se a presença de complexos de subluxação vertebral (CS) em 492 equinos praticantes da atividade de salto, observados na rotina clínica de um examinador com 9 anos de experiência em quiropraxia veterinária. Os animais incluídos no estudo formam divididos por sexo e 4 grupos de idade. As idades variaram entre 4 e 19 anos (média de 9,9 anos), sendo 207 machos castrados, 249 fêmeas e 36 garanhões. O número médio de complexos de subluxação encontrado na coluna dos animais foi de 11,9 num total de 30 segmentos motores vertebrais avaliados. O número médio de complexos de subluxação da coluna cervical foi de 2,7; de 5,8 na coluna torácica, e de 2,6 na coluna lombar. Os segmentos motores acometidos com maior frequência foram L3, L2 e L1, nesta ordem. Não houve diferença significativa (p>0,05) nas médias do número de complexos de subluxação entre os sexos. Também não houve diferença significativa nas médias do número de complexos de subluxação entre grupos de idade para a coluna lombar e torácica, porém houve diferença significativa (p=0,028) no número médio de complexos de subluxação entre os grupos de idades de 0-5anos e acima de 15 anos na coluna cervical. Apresentaram complexo de subluxação no sacro 24,4% dos animais. A maioria dos animais não apresentou dor à palpação muscular, porém demonstraram aumento do tônus muscular. Pode-se concluir que a incidência de complexos de subluxação na coluna cervical aumenta com a idade. / Vertebral subluxation complexes are dysfunctional spinal segments characterized by hypomobility with altered neural and connective tissue function. Data collected from 492 showjumping horses evaluated by a veterinary chiropractor with 9 years of experience was analyzed for the presence of Vertebral Subluxation Complexes. The animals were divided into age groups and sex categories. Their age varied from 4 to 19 (mean=9.9) and there were 207 geldings, 249 females and 36 stallions included in the study. The animals had in average 11.9 vertebral subluxation complexes in 30 analyzed spinal segments along their spine. Per spinal segment, the animals presented in average 2.7 cervical, 5.8 thoracic and 2.6 lumbar subluxation complexes and 24,4% of the horses had subluxation complex in the sacrum. The most affected vertebrae were L3, L2 and L4, in this order. There was no significant difference (p>0.05) in the mean of subluxation complexes between sexes and between age groups for the lumbar and thoracic spine. There were significant difference (p=0.028) in the mean of subluxation complexes at the cervical spine between the age groups of 0-6 years and 15 years and above. Most of the animals had no pain to muscle palpation, but they showed an increase in muscle tone. It was concluded that the prevalence of subluxation complexes in the cervical spine increases with age.
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Registros de alterações musculoesqueléticas de “forfait” veterinário de cavalos de corrida em atividade turfística no Rio Grande do Sul / Veterinary retirement for musculoskeletal injuries in brazilian thoroughbred racehorses training at jockey club do Rio Grande do Sul

Rocio, Talita Franzen January 2012 (has links)
Lesões musculoesqueléticas são a principal causa de perda econômica na indústria do cavalo de corrida. Levantamentos epidemiológicos sobre lesões e acidentes ocorridos durante a corrida e os treinamentos dentro dos Jockey Clubes e centros de treinamento têm sido realizados mundialmente. Em geral, encontram-se diferenças regionais nos padrões dessas lesões. O Serviço de Veterinária do Jockey Club do Rio Grande do Sul é responsável por realizar a avaliação e liberação clínica dos animais antes de cada prova. Animais não aptos a participar da corrida são submetidos ao “forfait” veterinário. Com o objetivo de identificar as principais alterações que afetaram os cavalos durante os treinamentos de corrida foi feita a avaliação dos registros veterinários de “forfait” do Jockey Club do Rio Grande do Sul. Além disso, objetivou-se também verificar a influência de fatores como idade e gênero do cavalo e a estação do ano sobre a frequência e distribuição das alterações musculoesqueléticas. Foram analisados 1940 registros de forfait veterinário entre os anos de 1999 e 2009. Realizou-se uma análise epidemiológica analítica descritiva através de uma estatística não paramétrica além de uma análise estatística de correspondência múltipla a fim de verificar a associação das variáveis envolvidas na frequência das lesões. Do total de alterações registradas, 69% (1338) estavam relacionadas ao sistema musculoesquelético e as afecções mais incidentes foram localizadas nos membros torácicos que corresponderam por mais de 79,23% do total enquanto que as alterações localizadas nos membros pélvicos responderam por 14,72% do total de alterações musculoesqueléticas. Alterações musculares e de coluna contribuíram com 6,05% do total. As afecções mais frequentes (p<0,05) foram as da articulação metacarpofalangeana, seguidas pelas afecções do carpo e casco. Houve significativa influência (p<0,05) da faixa etária na maior parte das alterações avaliadas, sendo o maior número de alterações observada em cavalos de 3 anos de idade. Foi constatado que o gênero também influiu significativamente em algumas alterações, sendo os machos mais acometidos. Por sua vez, as estações do ano também apresentaram diferenças significativas, sendo no inverno a maior ocorrência de “forfait” veterinário por alterações musculoesqueléticas. / Musculoskeletal injuries are the major cause of economic loss in the horse racing industry. Epidemiological surveys on injuries and accidents during the race and training within the Jockey Club and training centers have been conducted worldwide. In general, are regional differences in the patterns of these lesions. There are some peculiarities in the training of race horses as the work on the lane, early in the life of animals and intensity of athletic training. The Veterinary Service Commission Racing of the Jockey Club of Rio Grande do Sul is responsible for performing the clinical evaluation and release of animals prior to each event. Animals not able to participate in the race are subject to "forfait" veterinarian. In order to identify the main changes that affected horses during training race was made the evaluation of veterinary records of "forfait" the Jockey Club of Rio Grande do Sul also aimed to also check the influence of factors such as age, gender of the horse and the season on the frequency and distribution of musculoskeletal abnormalities. We analyzed 1940 records of veterinary “forfait” between the years 1999 and 2009. There was a descriptive analysis by analytical epidemiological a non-parametric statistics and a statistical analysis of multiple correspondence to verify the association of the variables involved in the frequency of lesions. The total changes recorded, 69% (1338) were related to musculoskeletal disorders and more incidents were found in the forelimbs, which corresponded for more than 79% of the total while the localized changes in the hindlimbs accounted for 14% of total musculoskeletal abnormalities. Muscle disorders and column contributed 6% of the total. The most frequent diseases (p <0.05) were the metacarpophalangeal joint, followed by disorders of the carpus and hull. There was a significant influence (p <0.05) of age most of the changes evaluated, with the largest number of changes observed in horses 3 years old. It was found that gender also significantly influenced in some changes, with males being more affected. In turn, the seasons also showed significant differences, and in winter the greater occurrence of "winter holidays" vet for musculoskeletal abnormalities.
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Perfil de complexos de subluxação da coluna vertebral de equinos de salto na avaliação quiroprática veterinária / Pattern of vertebral subluxation complexes found on the vertbral column of showjumping horses at veterinary chiropractic evaluation

Patricio, Claudia da Rocha January 2017 (has links)
Complexos de Subluxação vertebral são disfunções biomecânicas articulares que cursam com hipomobilidade, disfunção neural e de tecido conectivo. Avaliou-se a presença de complexos de subluxação vertebral (CS) em 492 equinos praticantes da atividade de salto, observados na rotina clínica de um examinador com 9 anos de experiência em quiropraxia veterinária. Os animais incluídos no estudo formam divididos por sexo e 4 grupos de idade. As idades variaram entre 4 e 19 anos (média de 9,9 anos), sendo 207 machos castrados, 249 fêmeas e 36 garanhões. O número médio de complexos de subluxação encontrado na coluna dos animais foi de 11,9 num total de 30 segmentos motores vertebrais avaliados. O número médio de complexos de subluxação da coluna cervical foi de 2,7; de 5,8 na coluna torácica, e de 2,6 na coluna lombar. Os segmentos motores acometidos com maior frequência foram L3, L2 e L1, nesta ordem. Não houve diferença significativa (p>0,05) nas médias do número de complexos de subluxação entre os sexos. Também não houve diferença significativa nas médias do número de complexos de subluxação entre grupos de idade para a coluna lombar e torácica, porém houve diferença significativa (p=0,028) no número médio de complexos de subluxação entre os grupos de idades de 0-5anos e acima de 15 anos na coluna cervical. Apresentaram complexo de subluxação no sacro 24,4% dos animais. A maioria dos animais não apresentou dor à palpação muscular, porém demonstraram aumento do tônus muscular. Pode-se concluir que a incidência de complexos de subluxação na coluna cervical aumenta com a idade. / Vertebral subluxation complexes are dysfunctional spinal segments characterized by hypomobility with altered neural and connective tissue function. Data collected from 492 showjumping horses evaluated by a veterinary chiropractor with 9 years of experience was analyzed for the presence of Vertebral Subluxation Complexes. The animals were divided into age groups and sex categories. Their age varied from 4 to 19 (mean=9.9) and there were 207 geldings, 249 females and 36 stallions included in the study. The animals had in average 11.9 vertebral subluxation complexes in 30 analyzed spinal segments along their spine. Per spinal segment, the animals presented in average 2.7 cervical, 5.8 thoracic and 2.6 lumbar subluxation complexes and 24,4% of the horses had subluxation complex in the sacrum. The most affected vertebrae were L3, L2 and L4, in this order. There was no significant difference (p>0.05) in the mean of subluxation complexes between sexes and between age groups for the lumbar and thoracic spine. There were significant difference (p=0.028) in the mean of subluxation complexes at the cervical spine between the age groups of 0-6 years and 15 years and above. Most of the animals had no pain to muscle palpation, but they showed an increase in muscle tone. It was concluded that the prevalence of subluxation complexes in the cervical spine increases with age.
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Registros de alterações musculoesqueléticas de “forfait” veterinário de cavalos de corrida em atividade turfística no Rio Grande do Sul / Veterinary retirement for musculoskeletal injuries in brazilian thoroughbred racehorses training at jockey club do Rio Grande do Sul

Rocio, Talita Franzen January 2012 (has links)
Lesões musculoesqueléticas são a principal causa de perda econômica na indústria do cavalo de corrida. Levantamentos epidemiológicos sobre lesões e acidentes ocorridos durante a corrida e os treinamentos dentro dos Jockey Clubes e centros de treinamento têm sido realizados mundialmente. Em geral, encontram-se diferenças regionais nos padrões dessas lesões. O Serviço de Veterinária do Jockey Club do Rio Grande do Sul é responsável por realizar a avaliação e liberação clínica dos animais antes de cada prova. Animais não aptos a participar da corrida são submetidos ao “forfait” veterinário. Com o objetivo de identificar as principais alterações que afetaram os cavalos durante os treinamentos de corrida foi feita a avaliação dos registros veterinários de “forfait” do Jockey Club do Rio Grande do Sul. Além disso, objetivou-se também verificar a influência de fatores como idade e gênero do cavalo e a estação do ano sobre a frequência e distribuição das alterações musculoesqueléticas. Foram analisados 1940 registros de forfait veterinário entre os anos de 1999 e 2009. Realizou-se uma análise epidemiológica analítica descritiva através de uma estatística não paramétrica além de uma análise estatística de correspondência múltipla a fim de verificar a associação das variáveis envolvidas na frequência das lesões. Do total de alterações registradas, 69% (1338) estavam relacionadas ao sistema musculoesquelético e as afecções mais incidentes foram localizadas nos membros torácicos que corresponderam por mais de 79,23% do total enquanto que as alterações localizadas nos membros pélvicos responderam por 14,72% do total de alterações musculoesqueléticas. Alterações musculares e de coluna contribuíram com 6,05% do total. As afecções mais frequentes (p<0,05) foram as da articulação metacarpofalangeana, seguidas pelas afecções do carpo e casco. Houve significativa influência (p<0,05) da faixa etária na maior parte das alterações avaliadas, sendo o maior número de alterações observada em cavalos de 3 anos de idade. Foi constatado que o gênero também influiu significativamente em algumas alterações, sendo os machos mais acometidos. Por sua vez, as estações do ano também apresentaram diferenças significativas, sendo no inverno a maior ocorrência de “forfait” veterinário por alterações musculoesqueléticas. / Musculoskeletal injuries are the major cause of economic loss in the horse racing industry. Epidemiological surveys on injuries and accidents during the race and training within the Jockey Club and training centers have been conducted worldwide. In general, are regional differences in the patterns of these lesions. There are some peculiarities in the training of race horses as the work on the lane, early in the life of animals and intensity of athletic training. The Veterinary Service Commission Racing of the Jockey Club of Rio Grande do Sul is responsible for performing the clinical evaluation and release of animals prior to each event. Animals not able to participate in the race are subject to "forfait" veterinarian. In order to identify the main changes that affected horses during training race was made the evaluation of veterinary records of "forfait" the Jockey Club of Rio Grande do Sul also aimed to also check the influence of factors such as age, gender of the horse and the season on the frequency and distribution of musculoskeletal abnormalities. We analyzed 1940 records of veterinary “forfait” between the years 1999 and 2009. There was a descriptive analysis by analytical epidemiological a non-parametric statistics and a statistical analysis of multiple correspondence to verify the association of the variables involved in the frequency of lesions. The total changes recorded, 69% (1338) were related to musculoskeletal disorders and more incidents were found in the forelimbs, which corresponded for more than 79% of the total while the localized changes in the hindlimbs accounted for 14% of total musculoskeletal abnormalities. Muscle disorders and column contributed 6% of the total. The most frequent diseases (p <0.05) were the metacarpophalangeal joint, followed by disorders of the carpus and hull. There was a significant influence (p <0.05) of age most of the changes evaluated, with the largest number of changes observed in horses 3 years old. It was found that gender also significantly influenced in some changes, with males being more affected. In turn, the seasons also showed significant differences, and in winter the greater occurrence of "winter holidays" vet for musculoskeletal abnormalities.
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Análise da estrutura populacional e estimativa de parâmetros genéticos para medidas de desempenho esportivo na modalidade salto de cavalos da raça brasileiro de hipismo.

Medeiros, Bethânia da Rocha January 2014 (has links)
A raça Brasileiro de Hipismo (BH) consiste em uma população aberta, selecionada para a modalidade Salto, entre outros esportes equestres. Os objetivos deste estudo consistiram na pesquisa de parâmetros genéticos para características avaliadas subjetivamente durante a Aprovação de Garanhões, e suas correlações genéticas com medidas de desempenho esportivo em competições de salto. A estimativa de indicadores de variabilidade genética e descrição da contribuição individual dos ancestrais de maior importância para a geração atual da raça foi também realizada. Três bancos de dados foram utilizados: um com informações genealógicas de 34.393 animais (PEDIGREE); o segundo com avaliações subjetivas das características morfológicas e funcionais de 294 cavalos (APROVAÇÃO) e o terceiro com 54.852 resultados de competições de salto de 1.596 animais (DESEMPENHO). A análise de PEDIGREE foi realizada duas vezes: para a subpopulação de cavalos nascidos até 1995 (ANTERIOR) e para aquela nascida nos últimos 15 anos (15ANOS) representando a geração atual; e permitiu a estimativa dos parâmetros: endogamia (F) individual e média, tamanho efetivo da população (Ne), número efetivo de fundadores (fe), número efetivo de ancestrais (fa) e número de fundadores genoma equivalentes (fg). A análise conjunta das três bases de dados permitiu a estimação de parâmetros genéticos e correlações genéticas entre os aspectos funcionais avaliados subjetivamente em APROVAÇÃO com os resultados de competições oficiais: classificação em cada percurso de salto executado (CLASSI) e pontuação final resultante de cada classificação (PONTF). Os componentes de (co)variância foram obtidos com a aplicação do Modelo Animal, via metodologia de Máxima Verossimilhança Restrita Livre de Derivadas. O parâmetros Ne estimado por aumento na coancestria foi igual a 188.59 (±3.24). O parâmetro fe foi estimado em 466 e 222 para ANTERIOR e 15ANOS; fa representou o número de ancestrais igual a 274 e 129, respectivamente. A diferença encontrada em fe e fa para ANTERIOR e 15ANOS indicou a perda de alelos originais. O aumento na contribuição de alguns fundadores informou a preferência dos criadores por algumas linhagens, sem impactos negativos sobre os níveis de endogamia. As estimativas de herdabilidade (h²) foram de maior magnitude para as características avaliadas em APROVAÇÃO; particularmente para temperamento (h²=0,43), conformação de dorso-lombo (h²=0,42) e de casco (h²=0,40). Em menor grau, foram importantes para outras características morfológicas como: membro anterior (h²=0,37), cabeça-pescoço (h²=0,36), garupa (h²=0,32), aprumos dinâmicos (h²=0,32) e peito-tórax-ventre (h²=0,30). As características funcionais de maior herdabilidade e com correlações genéticas (ϒg) favoráveis com resultados de competição esportiva foram: passo (h²=0,36), mecânica de posteriores no salto (h²=0,36) e galope (h²=0,35). As estimativas para CLASSI (h² entre 0,00 e 0,09) e PONTF (h² entre 0,07 e 0,67) indicaram grande variação ambiental e possibilidade de redução da mesma com a utilização de resultados de eventos específicos, voltados para cavalos com idades padronizadas. As avaliações subjetivas do salto com potencial de resposta favorável à seleção indireta para PONTF, e sem prejuízos à CLASSI, foram elencadas em ordem de importância: potência (ϒg=1,00), mecânica de membros posteriores (ϒg=0,39), respeito (ϒg=0,20), e regularidade (ϒg=0,08). As estimativas de herdabilidade e correlações genéticas obtidas permitem o direcionamento futuro de um programa de seleção baseado em valores genéticos e critérios passíveis de maior resposta à seleção. / Brasileiro de Hipismo (BH) represents an open population under selection for show jumping and other equestrian sports. The objectives of this study consisted in the estimation of genetic parameters for traits evaluated subjectively during the Stallion’s Approval procedure, and their genetic correlations with measures performance in jumping competitions. Indicators of genetic variability and the individual contribution of the most important ancestors for the current generation were also estimated. Three databases were used: one with genealogical information on 34,393 animals (PEDIGREE); the second with subjective assessments of morphological and functional characteristics on 294 horses (APPROVAL) and the third with 54,852 results of jumping competitions on 1,596 horses (PERFORMANCE). PEDIGREE analysis was performed twice: for the subpopulation of horses born until 1995 (PREVIOUS) and the subpopulation of horses born in the last 15 years (15YEARS), representing the current generation. The following parameters were estimated: individual and average inbreeding (F); effective population size (Ne), effective number of founders (fe), effective number of ancestors (fa) and number of founder genome equivalents (fg). Heritability (h²) was estimated for the available traits, as well as genetic correlations between those subjectively evaluated in APPROVAL with the classification in each competition (CLASSI) and the points resulting from each classification (PONTF) in PERFORMANCE. The (co)variance components were estimated by applying the Animal Model, via Derivative-Free Restricted Maximum Likelihood methodology. Phenotypic relationships between the APPROVAL traits and PERFORMANCE were also described. Ne estimated by increase in coancestry was equal to 188.59 (± 3:24). fe was estimated at 466 and 222 for PREVIOUS and 15YEARS subpopulations; fa was equal to 274 and 129, respectively. The difference in fe and fa from PREVIOUS to 15YEARS indicated a loss of alleles. The increase in the contribution of some founders represented the breeder’s preference for some strains, without negative impacts on inbreeding levels. Estimates of heritability (h²) for each trait were greater for the traits evaluated in APPROVAL; particularly for temperament (h²=0,43), conformation of the back (h²=0,42) and hooves (h²=0,40). Additive genetic variance was also important for some other morphological characteristics including: forelimb (h²=0,37), head-neck (h²=0,36), rump (h²=0,32), pace correctness (h²=0,32) and chest-thorax-abdomen (h²=0,30). The functional traits of greater heritability and favorable genetic correlation (ϒg) with jumping performance in competitions (PONTF) were: walk (h²=0,36), hind limbs mechanics during jumping (h²=0,36) and canter (h²=0,35). Estimates for CLASSI (h² from 0,00 to 0,09) and PONTF (h² entre 0,07 e 0,67) indicated strong environmental influence. As lower heritabilities were estimated for performance in competitions with high environmental variation the possibility of reduction of such variation was demonstrated by including exclusively results from specific competitions designed for young horses. Subjective assessments for jumping potential which could provide a favorable response to indirect selection for PONTF, were listed in order of importance: power (ϒg=1,00), hind limbs mechanics during jumping (ϒg=0,39), respect (ϒg=0,20), and regularity (ϒg=0,08). Estimates obtained of heritability and genetic correlations should allow for the future direction of a selection program based on breeding values and scientific criteria.
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Análise da estrutura populacional e estimativa de parâmetros genéticos para medidas de desempenho esportivo na modalidade salto de cavalos da raça brasileiro de hipismo.

Medeiros, Bethânia da Rocha January 2014 (has links)
A raça Brasileiro de Hipismo (BH) consiste em uma população aberta, selecionada para a modalidade Salto, entre outros esportes equestres. Os objetivos deste estudo consistiram na pesquisa de parâmetros genéticos para características avaliadas subjetivamente durante a Aprovação de Garanhões, e suas correlações genéticas com medidas de desempenho esportivo em competições de salto. A estimativa de indicadores de variabilidade genética e descrição da contribuição individual dos ancestrais de maior importância para a geração atual da raça foi também realizada. Três bancos de dados foram utilizados: um com informações genealógicas de 34.393 animais (PEDIGREE); o segundo com avaliações subjetivas das características morfológicas e funcionais de 294 cavalos (APROVAÇÃO) e o terceiro com 54.852 resultados de competições de salto de 1.596 animais (DESEMPENHO). A análise de PEDIGREE foi realizada duas vezes: para a subpopulação de cavalos nascidos até 1995 (ANTERIOR) e para aquela nascida nos últimos 15 anos (15ANOS) representando a geração atual; e permitiu a estimativa dos parâmetros: endogamia (F) individual e média, tamanho efetivo da população (Ne), número efetivo de fundadores (fe), número efetivo de ancestrais (fa) e número de fundadores genoma equivalentes (fg). A análise conjunta das três bases de dados permitiu a estimação de parâmetros genéticos e correlações genéticas entre os aspectos funcionais avaliados subjetivamente em APROVAÇÃO com os resultados de competições oficiais: classificação em cada percurso de salto executado (CLASSI) e pontuação final resultante de cada classificação (PONTF). Os componentes de (co)variância foram obtidos com a aplicação do Modelo Animal, via metodologia de Máxima Verossimilhança Restrita Livre de Derivadas. O parâmetros Ne estimado por aumento na coancestria foi igual a 188.59 (±3.24). O parâmetro fe foi estimado em 466 e 222 para ANTERIOR e 15ANOS; fa representou o número de ancestrais igual a 274 e 129, respectivamente. A diferença encontrada em fe e fa para ANTERIOR e 15ANOS indicou a perda de alelos originais. O aumento na contribuição de alguns fundadores informou a preferência dos criadores por algumas linhagens, sem impactos negativos sobre os níveis de endogamia. As estimativas de herdabilidade (h²) foram de maior magnitude para as características avaliadas em APROVAÇÃO; particularmente para temperamento (h²=0,43), conformação de dorso-lombo (h²=0,42) e de casco (h²=0,40). Em menor grau, foram importantes para outras características morfológicas como: membro anterior (h²=0,37), cabeça-pescoço (h²=0,36), garupa (h²=0,32), aprumos dinâmicos (h²=0,32) e peito-tórax-ventre (h²=0,30). As características funcionais de maior herdabilidade e com correlações genéticas (ϒg) favoráveis com resultados de competição esportiva foram: passo (h²=0,36), mecânica de posteriores no salto (h²=0,36) e galope (h²=0,35). As estimativas para CLASSI (h² entre 0,00 e 0,09) e PONTF (h² entre 0,07 e 0,67) indicaram grande variação ambiental e possibilidade de redução da mesma com a utilização de resultados de eventos específicos, voltados para cavalos com idades padronizadas. As avaliações subjetivas do salto com potencial de resposta favorável à seleção indireta para PONTF, e sem prejuízos à CLASSI, foram elencadas em ordem de importância: potência (ϒg=1,00), mecânica de membros posteriores (ϒg=0,39), respeito (ϒg=0,20), e regularidade (ϒg=0,08). As estimativas de herdabilidade e correlações genéticas obtidas permitem o direcionamento futuro de um programa de seleção baseado em valores genéticos e critérios passíveis de maior resposta à seleção. / Brasileiro de Hipismo (BH) represents an open population under selection for show jumping and other equestrian sports. The objectives of this study consisted in the estimation of genetic parameters for traits evaluated subjectively during the Stallion’s Approval procedure, and their genetic correlations with measures performance in jumping competitions. Indicators of genetic variability and the individual contribution of the most important ancestors for the current generation were also estimated. Three databases were used: one with genealogical information on 34,393 animals (PEDIGREE); the second with subjective assessments of morphological and functional characteristics on 294 horses (APPROVAL) and the third with 54,852 results of jumping competitions on 1,596 horses (PERFORMANCE). PEDIGREE analysis was performed twice: for the subpopulation of horses born until 1995 (PREVIOUS) and the subpopulation of horses born in the last 15 years (15YEARS), representing the current generation. The following parameters were estimated: individual and average inbreeding (F); effective population size (Ne), effective number of founders (fe), effective number of ancestors (fa) and number of founder genome equivalents (fg). Heritability (h²) was estimated for the available traits, as well as genetic correlations between those subjectively evaluated in APPROVAL with the classification in each competition (CLASSI) and the points resulting from each classification (PONTF) in PERFORMANCE. The (co)variance components were estimated by applying the Animal Model, via Derivative-Free Restricted Maximum Likelihood methodology. Phenotypic relationships between the APPROVAL traits and PERFORMANCE were also described. Ne estimated by increase in coancestry was equal to 188.59 (± 3:24). fe was estimated at 466 and 222 for PREVIOUS and 15YEARS subpopulations; fa was equal to 274 and 129, respectively. The difference in fe and fa from PREVIOUS to 15YEARS indicated a loss of alleles. The increase in the contribution of some founders represented the breeder’s preference for some strains, without negative impacts on inbreeding levels. Estimates of heritability (h²) for each trait were greater for the traits evaluated in APPROVAL; particularly for temperament (h²=0,43), conformation of the back (h²=0,42) and hooves (h²=0,40). Additive genetic variance was also important for some other morphological characteristics including: forelimb (h²=0,37), head-neck (h²=0,36), rump (h²=0,32), pace correctness (h²=0,32) and chest-thorax-abdomen (h²=0,30). The functional traits of greater heritability and favorable genetic correlation (ϒg) with jumping performance in competitions (PONTF) were: walk (h²=0,36), hind limbs mechanics during jumping (h²=0,36) and canter (h²=0,35). Estimates for CLASSI (h² from 0,00 to 0,09) and PONTF (h² entre 0,07 e 0,67) indicated strong environmental influence. As lower heritabilities were estimated for performance in competitions with high environmental variation the possibility of reduction of such variation was demonstrated by including exclusively results from specific competitions designed for young horses. Subjective assessments for jumping potential which could provide a favorable response to indirect selection for PONTF, were listed in order of importance: power (ϒg=1,00), hind limbs mechanics during jumping (ϒg=0,39), respect (ϒg=0,20), and regularity (ϒg=0,08). Estimates obtained of heritability and genetic correlations should allow for the future direction of a selection program based on breeding values and scientific criteria.
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Análise da estrutura populacional e estimativa de parâmetros genéticos para medidas de desempenho esportivo na modalidade salto de cavalos da raça brasileiro de hipismo.

Medeiros, Bethânia da Rocha January 2014 (has links)
A raça Brasileiro de Hipismo (BH) consiste em uma população aberta, selecionada para a modalidade Salto, entre outros esportes equestres. Os objetivos deste estudo consistiram na pesquisa de parâmetros genéticos para características avaliadas subjetivamente durante a Aprovação de Garanhões, e suas correlações genéticas com medidas de desempenho esportivo em competições de salto. A estimativa de indicadores de variabilidade genética e descrição da contribuição individual dos ancestrais de maior importância para a geração atual da raça foi também realizada. Três bancos de dados foram utilizados: um com informações genealógicas de 34.393 animais (PEDIGREE); o segundo com avaliações subjetivas das características morfológicas e funcionais de 294 cavalos (APROVAÇÃO) e o terceiro com 54.852 resultados de competições de salto de 1.596 animais (DESEMPENHO). A análise de PEDIGREE foi realizada duas vezes: para a subpopulação de cavalos nascidos até 1995 (ANTERIOR) e para aquela nascida nos últimos 15 anos (15ANOS) representando a geração atual; e permitiu a estimativa dos parâmetros: endogamia (F) individual e média, tamanho efetivo da população (Ne), número efetivo de fundadores (fe), número efetivo de ancestrais (fa) e número de fundadores genoma equivalentes (fg). A análise conjunta das três bases de dados permitiu a estimação de parâmetros genéticos e correlações genéticas entre os aspectos funcionais avaliados subjetivamente em APROVAÇÃO com os resultados de competições oficiais: classificação em cada percurso de salto executado (CLASSI) e pontuação final resultante de cada classificação (PONTF). Os componentes de (co)variância foram obtidos com a aplicação do Modelo Animal, via metodologia de Máxima Verossimilhança Restrita Livre de Derivadas. O parâmetros Ne estimado por aumento na coancestria foi igual a 188.59 (±3.24). O parâmetro fe foi estimado em 466 e 222 para ANTERIOR e 15ANOS; fa representou o número de ancestrais igual a 274 e 129, respectivamente. A diferença encontrada em fe e fa para ANTERIOR e 15ANOS indicou a perda de alelos originais. O aumento na contribuição de alguns fundadores informou a preferência dos criadores por algumas linhagens, sem impactos negativos sobre os níveis de endogamia. As estimativas de herdabilidade (h²) foram de maior magnitude para as características avaliadas em APROVAÇÃO; particularmente para temperamento (h²=0,43), conformação de dorso-lombo (h²=0,42) e de casco (h²=0,40). Em menor grau, foram importantes para outras características morfológicas como: membro anterior (h²=0,37), cabeça-pescoço (h²=0,36), garupa (h²=0,32), aprumos dinâmicos (h²=0,32) e peito-tórax-ventre (h²=0,30). As características funcionais de maior herdabilidade e com correlações genéticas (ϒg) favoráveis com resultados de competição esportiva foram: passo (h²=0,36), mecânica de posteriores no salto (h²=0,36) e galope (h²=0,35). As estimativas para CLASSI (h² entre 0,00 e 0,09) e PONTF (h² entre 0,07 e 0,67) indicaram grande variação ambiental e possibilidade de redução da mesma com a utilização de resultados de eventos específicos, voltados para cavalos com idades padronizadas. As avaliações subjetivas do salto com potencial de resposta favorável à seleção indireta para PONTF, e sem prejuízos à CLASSI, foram elencadas em ordem de importância: potência (ϒg=1,00), mecânica de membros posteriores (ϒg=0,39), respeito (ϒg=0,20), e regularidade (ϒg=0,08). As estimativas de herdabilidade e correlações genéticas obtidas permitem o direcionamento futuro de um programa de seleção baseado em valores genéticos e critérios passíveis de maior resposta à seleção. / Brasileiro de Hipismo (BH) represents an open population under selection for show jumping and other equestrian sports. The objectives of this study consisted in the estimation of genetic parameters for traits evaluated subjectively during the Stallion’s Approval procedure, and their genetic correlations with measures performance in jumping competitions. Indicators of genetic variability and the individual contribution of the most important ancestors for the current generation were also estimated. Three databases were used: one with genealogical information on 34,393 animals (PEDIGREE); the second with subjective assessments of morphological and functional characteristics on 294 horses (APPROVAL) and the third with 54,852 results of jumping competitions on 1,596 horses (PERFORMANCE). PEDIGREE analysis was performed twice: for the subpopulation of horses born until 1995 (PREVIOUS) and the subpopulation of horses born in the last 15 years (15YEARS), representing the current generation. The following parameters were estimated: individual and average inbreeding (F); effective population size (Ne), effective number of founders (fe), effective number of ancestors (fa) and number of founder genome equivalents (fg). Heritability (h²) was estimated for the available traits, as well as genetic correlations between those subjectively evaluated in APPROVAL with the classification in each competition (CLASSI) and the points resulting from each classification (PONTF) in PERFORMANCE. The (co)variance components were estimated by applying the Animal Model, via Derivative-Free Restricted Maximum Likelihood methodology. Phenotypic relationships between the APPROVAL traits and PERFORMANCE were also described. Ne estimated by increase in coancestry was equal to 188.59 (± 3:24). fe was estimated at 466 and 222 for PREVIOUS and 15YEARS subpopulations; fa was equal to 274 and 129, respectively. The difference in fe and fa from PREVIOUS to 15YEARS indicated a loss of alleles. The increase in the contribution of some founders represented the breeder’s preference for some strains, without negative impacts on inbreeding levels. Estimates of heritability (h²) for each trait were greater for the traits evaluated in APPROVAL; particularly for temperament (h²=0,43), conformation of the back (h²=0,42) and hooves (h²=0,40). Additive genetic variance was also important for some other morphological characteristics including: forelimb (h²=0,37), head-neck (h²=0,36), rump (h²=0,32), pace correctness (h²=0,32) and chest-thorax-abdomen (h²=0,30). The functional traits of greater heritability and favorable genetic correlation (ϒg) with jumping performance in competitions (PONTF) were: walk (h²=0,36), hind limbs mechanics during jumping (h²=0,36) and canter (h²=0,35). Estimates for CLASSI (h² from 0,00 to 0,09) and PONTF (h² entre 0,07 e 0,67) indicated strong environmental influence. As lower heritabilities were estimated for performance in competitions with high environmental variation the possibility of reduction of such variation was demonstrated by including exclusively results from specific competitions designed for young horses. Subjective assessments for jumping potential which could provide a favorable response to indirect selection for PONTF, were listed in order of importance: power (ϒg=1,00), hind limbs mechanics during jumping (ϒg=0,39), respect (ϒg=0,20), and regularity (ϒg=0,08). Estimates obtained of heritability and genetic correlations should allow for the future direction of a selection program based on breeding values and scientific criteria.

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