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Análise funcional e desenpenho físico em mulheres com síndrome da fibromialgia

Góes, Suelen Meira January 2010 (has links)
Orientadora : Profa.Neiva Leite / Co-Orientador: André Luiz Félix Rodacki / Dissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias Biológicas, Programa de Pós-Graduaçao em Educaçao Física. Defesa: Curitiba, 10/02/2010 / Bliografia: fls.84-94 / Área de concentraçao: Exercício e esporte / Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar os parâmetros cinemáticos e cinéticos da marcha e o desempenho funcional em mulheres com síndrome da fibromialgia (SFM) atendidas no Ambulatório de Reumatologia do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Curitiba – PR. Participaram do estudo 16 mulheres com diagnóstico de SFM segundo os critérios do Colégio Americano de Reumatologia e 16 mulheres saudáveis pareadas pela idade e índice de massa corporal (IMC) compuseram o grupo controle saudável (CS). Avaliaram-se a intensidade dolorosa, qualidade de vida, nível de atividade física, massa corporal e estatura, força muscular dos membros inferiores (contração isométrica voluntária máxima, taxa de desenvolvimento de torque, torque), testes de avaliação funcional e análise cinemática e cinética da marcha (sistema optoeletrônico). A média de idade, IMC e CA foram similares. As pacientes com fibromialgia apresentaram capacidade funcional reduzida nos testes sentar e levantar e foot up and go (p<0,05). O grupo SFM apresentou menores valores para contração isométrica máxima nos músculos extensores do joelho e quadril e adutores do quadril. Não houve diferença estatística entre as características temporais e espaciais lineares da marcha entre os grupos, porém nas variáveis angulares o grupo fibromialgia apresentou menor pico de plantiflexão (12,59°±4,40° vs 16,58°±4,42°; p=0,02) e maior pico de dorsiflexão (16,11°±6,58° vs 11,55°±5,25°; p=0,04) máxima da articulação do tornozelo. Além disso, a ADM1 do joelho no grupo SFM, foi menor quando comparado com o grupo controle (8,97°±3,41° vs 11,82°±2,62; p=0,01). Quanto as variáveis de força de reação do solo, somente o PF1 da Fz foi significativamente menor nas mulheres com fibromialgia (43,9%±12,3% vs 60,3%±25,0%). A prevalência de quedas nos últimos seis meses foi de 43,75% no grupo SFM vs 12,50%; p=0,049). Conclui-se que houve alterações na marcha, redução no desempenho funcional e na força muscular em mulheres com SFM. Além disso, aproximadamente metade das pacientes relatarem quedas nos últimos seis meses, características estas observadas em populações idosas, as quais faz crescer a preocupação de como elas podem ser expostas precocemente aos efeitos adversos da idade. / Abstract: The main objective of this study was to evaluate the kinematic and kinetic parameters of gait and functional performance in women with fibromyalgia syndrome (SFM) which were recruited from the Clinic of Rheumatology, Hospital de Clínicas, Federal University of Paraná, Curitiba - PR. The study included 16 women diagnosed with FMS according to the criteria of the American College of Rheumatology, in addition 16 healthy women matched for age and body mass index (BMI) composed the control group (GC). Pain intensity, quality of life, level of physical activity, weight and height, muscle strength of lower limbs (maximal voluntary isometric contraction, rate of development of torque, torque), tests of functional assessment and analysis of kinematics and kinetics gait (optoelectronic system). Mean age, BMI and WC were similar. The fibromyalgia patients showed reduced functional capacity in the sit up and foot up and go tests (p<0.05). The SFM group presented lower maximal isometric contraction in the hip and knee extensor and hip adductor muscles. There was no difference between temporal and spatial gait variables between groups. The gait angular variables of the SFM showed lower peak plantarflexion (12.6 ° ± 4.4 ° vs. 16.6 ° ± 4.4 °; p = 0.02) and greater ankle dorsiflexion (16.1 ° ± 6.6 ° vs. 11.5 ° ± 5.2 °, p = 0.04). In addition, the knee ROM1, SFM group was lower when compared to the GC (8.9 ° ± 3.4 ° vs. 11.8 ° ± 2.6, p = 0.01). The ground reaction force variables showed lower PF1 in SFM (43.9% ± 12.3% vs 60.3% ± 25%). The prevalence of falls in the last six months was 43.75% in the SFM. Finally, impaired performance, reduced muscle strength, gait disorders and a high prevalence of falls were found in patients with SFM. The similarities between SFM and elderly subjects raise the concern that SFM patients may be exposed early in life to the adverse ageing effects.
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Asociación entre depresión-ansiedad y el síndrome de fibromialgia en 3 centros asistenciales del distrito de Chiclayo

Alvarado Moreno, José Gustavo, Montenegro Díaz, Karin Analí January 2013 (has links)
Objetivo: determinar la asociación entre depresión y ansiedad con el síndrome de fibromialgia en los pacientes atendidos por consulta externa de tres centros asistenciales del distrito de Chiclayo. Material y métodos: estudio analítico de tipo casos y controles prospectivo en el que los pacientes provenientes de los consultorios de medicina interna y reumatología de 3 centros asistenciales, fueron evaluados mediante entrevista estructurada para datos clínicos y epidemiológicos y mediante los test de Zung para depresión y ansiedad. Se usó estadística descriptiva, frecuencias absolutas y relativas, se midieron los ODDS ratio para depresión y ansiedad y los intervalos de confianza, con un nivel de significancia de 0,05; se utilizó el programa estadístico Epidat 3.1 y SPSS v17. Resultados: de 208 pacientes en total, 52 (25%) fueron casos y 156 (75%) controles. Hubo mayor frecuencia de síndrome de fibromialgia en las mujeres 48(92%); la mayoría de pacientes con fibromialgia tuvieron algún grado de depresión y ansiedad: 50(96,2) y 48(92,3%) respectivamente, la depresión fue en mayor medida de tipo severa 20(38,4%) y el nivel de ansiedad más frecuente fue el tipo mínimo-moderada 26(50%). Se halló asociación entre síndrome de fibromialgia y ansiedad (Odds ratio: 9,7 IC: 3,1-29,5 p:<0,05); mas no con depresión (Odds ratio: 1,48 IC: 0,27-8 p: >0,05). Conclusión: la frecuencia de ansiedad y depresión en pacientes con síndrome de fibromialgia fue elevada. Sólo se halló asociación entre ésta y la ansiedad.
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Fator neurotrófico derivado do cérebro na síndrome da fibromialgia

Haas, Lisete January 2008 (has links)
Made available in DSpace on 2013-08-07T18:41:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 000402410-Texto+Completo-0.pdf: 337072 bytes, checksum: a89df55bf78f636fd8b33da66f57d8e4 (MD5) Previous issue date: 2008 / Brain-derived neurotrophic factor (BDNF) is an endogenous protein involved in neuronal survival and synaptic plasticity of the central and peripheral nervous system. BDNF has been studied in pathological situations, including depression and chronic pain conditions, and appears to modulate nociceptive sensory inputs and pain hypersensitivity. Serum BDNF levels have been shown to be increase in serum and CSF of patients with fibromyalgia (FM). In the present study, we assessed serum BDNF levels in 30 female patients with FM and 30 healthy ageand gender-matched volunteers using an enzyme immunoassay. FM patients showed numerically higher levels of BDNF (FM= 167. 1 ± 171. 2 ng/ml) when compared with the control group (control = 113. 8 ± 149. 6 ng/ml), close to the limit of statistical significance (p=0. 056; Mann-Whitney test). However, only 6 out of 30 controls presented superior values to the median (15/15) of the patients with fibromyalgia (129 ng/ml) (p = 0. 029, Fisher exact test). There was no correlation between serum BDNF levels and age, disease duration, pain score, number of pain points and HAM-D score. There was no significant difference in BNDF levels regarding current antidepressant treatment. Our results confirm previous findings of increased serum BDNF levels in patients with FM, suggesting that BDNF may be involved in the pathophysiology of Fibromyalgia, despite high levels of depression. / O fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF) é uma proteína endógena responsável por regular a sobrevivência neuronal e a plasticidade sináptica do sistema nervoso periférico e central, O BDNF tem sido estudado em situações patológicas incluindo condições como a depressão e a dor crônica, e tem sido citado nos estímulos sensoriais nociceptivos e na hipersensibilidade à dor. Resultados recentes da literatura mostraram aumento do BDNF no soro e líquor de pacientes com fibromialgia (FM). Neste estudo mensuramos os níveis séricos do BDNF em 30 pacientes com FM e 30 controles saudáveis pareados por sexo e idade analisados por enzima imunoensaio. Os pacientes com FM apresentaram níveis numericamente superiores do BDNF (FM= 167,1 ± 171,2 ng/ml) quando comparados com o grupo controle (Controles= 113,8 ± 149,6 ng/ml), chegando perto do limite de significância estatística (p=0. 056; teste de Mann-Whitney). No entanto, somente 6 dos 30 controles apresentaram valores superiores à mediana (15/15) dos pacientes com fibromialgia (129 ng/ml) (p= 0,029, teste exato de Fisher bi-caudal). Não houve correlação entre os níveis de BDNF no soro e idade, tempo de doença, escore de dor, pontos de dor e escore da HAM-D. Quanto ao tratamento com antidepressivos não encontramos diferenças significativas entre os grupos. Os nossos resultados confirmaram os achados de estudos recentes do aumento dos níveis séricos do BDNF em pacientes com FM, sugerindo que o BDNF pode estar envolvido na fisiopatologia da FM, mesmo com elevados níveis de depressão.
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Asociación entre depresión-ansiedad y el síndrome de fibromialgia en 3 centros asistenciales del distrito de Chiclayo

Montenegro Díaz, Karin Analí, Alvarado Moreno, José Gustavo, Alvarado Moreno, José Gustavo, Montenegro Díaz, Karin Analí January 2013 (has links)
Objetivo: determinar la asociación entre depresión y ansiedad con el síndrome de fibromialgia en los pacientes atendidos por consulta externa de tres centros asistenciales del distrito de Chiclayo. Material y métodos: estudio analítico de tipo casos y controles prospectivo en el que los pacientes provenientes de los consultorios de medicina interna y reumatología de 3 centros asistenciales, fueron evaluados mediante entrevista estructurada para datos clínicos y epidemiológicos y mediante los test de Zung para depresión y ansiedad. Se usó estadística descriptiva, frecuencias absolutas y relativas, se midieron los ODDS ratio para depresión y ansiedad y los intervalos de confianza, con un nivel de significancia de 0,05; se utilizó el programa estadístico Epidat 3.1 y SPSS v17. Resultados: de 208 pacientes en total, 52 (25%) fueron casos y 156 (75%) controles. Hubo mayor frecuencia de síndrome de fibromialgia en las mujeres 48(92%); la mayoría de pacientes con fibromialgia tuvieron algún grado de depresión y ansiedad: 50(96,2) y 48(92,3%) respectivamente, la depresión fue en mayor medida de tipo severa 20(38,4%) y el nivel de ansiedad más frecuente fue el tipo mínimo-moderada 26(50%). Se halló asociación entre síndrome de fibromialgia y ansiedad (Odds ratio: 9,7 IC: 3,1-29,5 p:<0,05); mas no con depresión (Odds ratio: 1,48 IC: 0,27-8 p: >0,05). Conclusión: la frecuencia de ansiedad y depresión en pacientes con síndrome de fibromialgia fue elevada. Sólo se halló asociación entre ésta y la ansiedad. / Tesis
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Estudo das características epidemiológicas da dor de crescimento em crianças atendidas em unidade hospitalar do Distrito Federal : avaliação da fibromialgia materna como fator de risco

Ribeiro, Maria Custódia Machado 31 January 2006 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, 2006. / Submitted by Thaíza da Silva Santos (thaiza28@hotmail.com) on 2011-02-12T22:19:03Z No. of bitstreams: 1 2006_MariaCustódiaMachadoRibeiro.pdf: 258429 bytes, checksum: 6ccf723ad3f9eb3e8b409131527a6c09 (MD5) / Approved for entry into archive by Daniel Ribeiro(daniel@bce.unb.br) on 2011-02-18T00:53:32Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2006_MariaCustódiaMachadoRibeiro.pdf: 258429 bytes, checksum: 6ccf723ad3f9eb3e8b409131527a6c09 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-02-18T00:53:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2006_MariaCustódiaMachadoRibeiro.pdf: 258429 bytes, checksum: 6ccf723ad3f9eb3e8b409131527a6c09 (MD5) / Este estudo teve como objetivos avaliar a freqüência de fibromialgia em mães de crianças com dor de crescimento e sua provável associação em 153 crianças procedentes do ambulatório de Pediatria e Reumatologia Pediátrica do Hospital Universitário de Brasília, no período de fevereiro a setembro de 2005. Foram estudadas as características clínicas e epidemiológicas e avaliada a correlação entre enxaqueca materna e presença de dor de crescimento nessas crianças. Foram selecionadas 75 crianças que inicialmente preenchiam critérios para dor de crescimento e 78 sem queixas de dor, com idade entre 2 e 12 anos e 11 meses. O estudo consistiu de um questionário sobre as queixas dolorosas e suas características, exame físico geral e ortopédico, avaliação laboratorial de todas as crianças e exame clínico de todas as mães. Com relação às características clínicas das crianças com dor de crescimento, foi observado que a dor foi mais freqüente nas pernas (56,9%), durante o período noturno (39%) e na faixa etária entre 6 e 9 anos. Foram considerados como fatores desencadeantes mais freqüentes o frio (52,9%) e o exercício físico (42,2%) e como fatores de alívio as massagens (43,9%) e uso de pomadas (24,3%). Das 75 crianças com diagnóstico inicial de dor de crescimento, 5 apresentaram resultados alterados da velocidade de hemossedimentação (VHS) e 1 apresentou fator antinuclear positivo (FAN+), sendo então excluídas do estudo. Das 78 crianças sem queixas de dor, 7 apresentaram resultados alterados do VHS e uma com FAN+, sendo também excluídas do estudo. Do total 139 crianças, 69 apresentavam dor de crescimento (grupo estudo) e 70 não apresentavam queixas dolorosas (grupo controle). Dosagens de hemoglobina e de ferritina sérica foram realizadas em todas as crianças e não foi observada correlação estatística entre os valores encontrados e a dor de crescimento. A fibromialgia foi encontrada em 10 (14,5%) mães de crianças do grupo estudo e em 17 (24,3%) mães de crianças do grupo controle. Não foi constatadas correlação estatística (p = 0,1445) entre fibromialgia materna e dor de crescimento. A freqüência da enxaqueca materna foi de 29% no grupo estudo e de 35,7% no grupo controle. Também não foi observadas correlação estatística (p = 0,3966) entre enxaqueca materna e dor de crescimento. Concluímos que a fibromialgia materna não representou fator de risco para este grupo de crianças, que a freqüência de mães com enxaqueca foi maior no grupo controle e que as características clinicas, laboratoriais e epidemiológicas das crianças com dor de crescimento foram similares às encontradas na literatura. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT / This study had as objective evaluate the frequency of fibromyalgia syndrome in mothers of children with growin g pain and its probable association in 153 children that were followed in the Departments of Pediatrics and Pediatric Rheu matology of the Hospital Universitário de Brasília, from Feb ruary to September of 2005. Clinical and epidemiological characteristics were studied and the correlation between maternal migraine and presence of growing pain in the children was evaluated. Seventy- five children that initially fit the criteria of growth pain and 78 without pain complaints, ages between 2 and 12 years and 11 months were selected. The study consisted of a questionnaire about the p ain complaints and their characteristics, followed by orthopedic and complete physical ex am, laboratorial evaluation of the children and clinical ex amination of the mothers. It was observed that in the group of children with growing pain, the pain was more frequently referred on th eir legs (56, 9%), during the night (39, 0%) and affected children that were 6 to 9 years old. Th e triggering factors considered more frequent wer e cold weather (52, 9%) and physical ex ercise (42, 2%), and the relief factors were massages (43, 9%) and the application of local ointments (24, 3%). Among the 75 children with the initial diagnosis of growing pain, 5 presented altered results in the sedimentation rate (ESR) and 1 child presented positive antinuclear erythrocyte factor (ANF+), consequently all them were left out of the study. From the 78 childr en without any pain complaints, 7 presented altered ESR results and 1 child presented ANF+, also being left out of the study. Out of the total of 139 children, 69 presented growing pains (study group) and 70 had no pain complaints (control group). Hemoglobin and serum f erritine were evaluated in all children but no statistical correlation was observ ed between the v alues obtained and the gro wing p ain. Fibromyalgia syndrome was found in 10 (14, 5%) mothers of children from the study group and in 17 (24, 3%) mothers of children fro m the control group. No statistical correlation was found between maternal fibromyalgia syndrome and growing pain (p = 0, 1445). The maternal migraine h ad a frequency of 29% in the study group and 35% in the control group. There was also no statistical cor relation between maternal migraine and growth pains in the children (p = 0, 3966). We concluded that maternal fibromyalgia syndrome didn't represent a risk factor to the group of children with gr owing pain. We also observed that the prevalence of mothers with migraine was higher in th e control group and th e clinic, laboratorial and epidemiologic characteristics of children with growth pain were similar to those found in the literature.
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Efeitos da acupuntura,eletroacupuntura e moxabustão na qualidade de vida e no controle da dor em mulheres fibromiálgicas / Effects of acupuncture, electroacupuncture and moxibustion on quality of life and control of pain in fibromyalgic women

Dias, Paulo Araújo January 2012 (has links)
DIAS, Paulo Araújo. Efeitos da acupuntura, eletroacupuntura e moxabustão na qualidade de vida e no controle da dor em mulheres fibromiálgicas. 2012. 100 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2012. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2014-03-12T11:35:31Z No. of bitstreams: 1 2012_dis_padias.pdf: 1261245 bytes, checksum: 012ce3154862278d1f13e412b1c724e5 (MD5) / Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2014-03-12T11:36:25Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2012_dis_padias.pdf: 1261245 bytes, checksum: 012ce3154862278d1f13e412b1c724e5 (MD5) / Made available in DSpace on 2014-03-12T11:36:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2012_dis_padias.pdf: 1261245 bytes, checksum: 012ce3154862278d1f13e412b1c724e5 (MD5) Previous issue date: 2012 / Pain is one of the major causes of human suffering, afflicted humanity since the beginning of its existence and, regardless of its acute or chronic character, triggers in man changes in sleep patterns, appetite and libido, irritability, decreased ability to concentrate, in addition to difficulties in family, professional and social activities. Fibromyalgia (FB) is a syndrome characterized by chronic widespread musculoskeletal pain, etiology not yet fully clarified, that occurs predominantly in white individuals, affecting 2.5% of the Brazilian population, with higher incidence in females, in the productive phase (before 50 years of age), and may also affect children and the elderly. In the absence of specific markers, the diagnosis of FB is based on clinical findings according to criteria established by the American College of Rheumatology: widespread pain present in the axial skeleton and in both hemibodies, above and below the waist, presence of 11 or more of the 18 tender points and chronic pain for more than 3 months. FB treatment aims to reduce pain and associated symptoms and improve quality of life. Antidepressants associated with non-pharmacological treatments including low impact aerobic, stretching, strengthening programs, or muscle relaxation, rehabilitation and physical therapy have been used with results not always satisfactory. Other therapies such as balneotherapy, thermotherapy, magnetic therapy, homeopathy, manual handling, dietotherapy, music therapy and acupuncture are recommended for its self-regulatory, analgesic and anti-inflammatory effects. In search of other therapeutic options, this study aims to evaluate the effects of acupuncture, electroacupuncture and moxibu stion on the pain and quality of life in fibromyalgic women. Thirty women aged between 20 and 60 years (mean age 46.90±9.24), selected according to predefined criteria, with FB, who had pain of moderate to severe intensity (<4kg/cm2) were included in the study. The patients were randomized, distributed in three groups (n=10) and treated with acupuncture (AC) [G-1], electroacupuncture (EAC) [G-2] and moxibustion (MX) [G-3], during 8 weeks (weekly sessions). Stainless steel needles were inserted into specific acupoints bilaterally (Neiguan/PC-6, Hegu/G-4, Yanglingquan/VB-34, Sanyinjiao/BP-6 and Taichong/F-3) in all patients, and retained for 30 minutes. Additionally, EAC (G-2) or MX (G-3) were applied during 30 minutes. To evaluate the intensity of the pain the McGill questionnaire, the Wong-Baker Faces Scale and the Fischer Algometer device were used. The quality of life was assessed using the questionnaire The Medical Outcomes Study 36-Item Short-Form Health Survey (SF-36), translated, adapted and validated for the Portuguese language in 1999.The data was tabulated using the Excel 2007 software for Windows ® from Microsoft Corporation (U.S.A). GraphPad Prism ® v. 5.00 (GraphPad Software, San Diego, California, U.S.A) program was used for statistical analysis. The results show that none of the three treatment methods used in the study (AC, EAC, MX) promotes reduction of pain in fibromyalgic women, after 8 weeks of treatment. However, both EAC as MX treatments improve the mental health. Additionally, the AC improves vitality in these patients. / A dor é uma das principais causas do sofrimento humano, aflige a humanidade desde o inicio de sua existência e, independentemente de seu caráter agudo ou crônico, desencadeia no homem alterações nos padrões de sono, apetite e libido, irritabilidade, diminuição da capacidade de concentração, além de dificuldades em atividades familiares, profissionais e sociais. A fibromialgia (FB) é uma síndrome musculoesquelética crônica caracterizada por dor generalizada, de etiologia ainda não completamente esclarecida, que ocorre predominantemente em indivíduos de cor branca, afetando 2,5% da população brasileira, com maior incidência no sexo feminino, na fase produtiva (antes dos 50 anos de idade), podendo também afetar crianças e idosos. Na ausência de marcadores específicos, o diagnóstico da FB é baseado em achados clínicos conforme critérios estabelecidos pelo American College of Rheumatology: dor generalizada presente no esqueleto axial e em ambos os hemicorpos, acima e abaixo da cintura, presença de 11 ou mais dos18 tender points e dor crônica por mais de 3 meses. O tratamento da FB tem como objetivo reduzir a dor e os sintomas associados e melhorar a qualidade de vida. Antidepressivos associados a tratamentos não farmacológicos incluindo exercícios aeróbicos de baixo impacto, alongamentos, programas de fortalecimento ou relaxamento muscular, reabilitação e fisioterapia têm sido usados com resultados nem sempre satisfatórios. Outras terapias são recomendadas, como balneoterapia, termoterapia, terapia magnética, homeopatia, manipulação manual, dietoterapia, musicoterapia e acupuntura, pelos seus efeitos auto-reguladores, analgésicos e antiinflamatórios. Na busca de outras opções terapêuticas, este estudo objetiva avaliar os efeitos da acupuntura, da eletro- acupuntura e da moxabustão sobre a dor e a qualidade de vida em mulheres fibromiálgicas. Participaram do estudo 30 mulheres com idades entre 20 e 60 anos (média 46,90±9,24), selecionadas segundo critérios pré-definidos, portadoras de fibromialgia, que apresentavam dor de intensidade moderada a grave (Algometria de Fischer <4kg/cm2). As pacientes foram distribuídas aleatoriamente em três grupos (n=10) e tratadas com acupuntura (AC) [G-1], eletroacupuntura (EAC) [G-2] e moxabustão (MX) [G-3], durante 8 semanas (sessões semanais). Agulhas de aço inoxidável foram inseridas em acupontos específicos bilateralmente (Neiguan/PC-6, Hegu/IG-4, Yanglingquan/VB-34, Sanyinjiao/BP-6 e Taichong/F-3) em todas as pacientes e retidas por 30 minutos. Adicionalmente, foram aplicadas a EAC (G-2) ou a MX (G-3) durante 30 minutos. Para avaliação da intensidade da dor foram utilizados o questionário McGill, a Escala de Faces de Wong-Baker e o Algômetro de Fischer. A qualidade de vida foi avaliada utilizando o questionário The Medical Outcomes Study 36-Item Short-Form Health Survey (SF-36), traduzido, adaptado e validado para a língua portuguesa em 1999. Os dados foram tabulados utilizando-se o software Excel para Windows 2007® da Microsoft Corporation (U.S.A.) e analisados pelo programa de análise estatística GraphPad Prism® v.5.00 (GraphPad Software, San Diego, Califórnia, U.S.A). Os resultados mostram que nenhum dos três métodos de tratamento utilizados no estudo (AC, EAC, MX) promove redução da dor em mulheres fibromiálgicas, após 8 semanas de tratamento. Por outro lado, tanto a EAC como a MX melhoram a saúde mental; a AC promove a melhora da vitalidade nessas pacientes.
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Psicanálise e dor : o que (re)vela a fibromialgia / PSICOANALISYS AND PAIN: WHAT (RE)VEALS FIBROMYALGIA (Inglês)

Guimarães, Iracema Do Ceará 20 December 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2019-03-29T23:34:11Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011-12-20 / This survey is the result of our interest in researching in psicoanalisys the possibilities of understanding of pain, more specifically within the clinical picture named by medicine of fibromyalgia. Fibromyalgia is considered a syndrome because of the obscurity in its genesis, therefore, despite of all the advances of the biotechnology arsenal, this enigmatic pathology affects anywhere from 1 to 5% of the population, being clearly more frequent in women. The character of itinerant pain, invisible to the eye of the doctor, hermetic and their interventions, challenges the discourse of science evidencing the existence of a body that speaks of something beyond organic. Thus, the treatment of fibromyalgia convenes another field of knowledge; psychoanalysis. This, acting from another epistemological position, opens up possibilities for the pain exceeds your withdrawal delight and reaches a dimension of suffering, resulting in the construction of some recognition and implication on what makes someone suffer. The enigmatic plot involving Fibromyalgia boosts our desire to seek in Freud, and some contemporary thinkers, theoretical operators so that we can build something about pain and therefore think of the place of psychoanalysis in a world governed by a totalitarian discourse and driven by biomedical parameters. This research was carried out within a multidisciplinary service is intended for the care of treatment Fibromyalgic syndrome. This way, it constitutes a theoretical-clinical research with the purpose of investigating the psychic aspects present in the formation of pain. Following the benchmark psychoanalytic approaches, individuals were met weekly and privately for about a year, eight patients with medical diagnosis of fibromyalgia. Among the eight cases, we chose to present one that showed us to be paradigmatic joints between the Freudian theory and fibromyalgic pain about hysteria. Hysteria as fibromyalgia begins exactly with the realization that the patients testify to an organic correspondence without suffering. The enigmatic character of strange, addressing another, backed by the plasticity of hysterical symptoms and its identification plot, reinforces our hypothesis. Keywords: Psychoanalysis; Pain; Fibromyalgia; Hysteria; Clinical Research. / Esta pesquisa é resultado do nosso interesse por investigar na psicanálise as possibilidades de compreensão da dor, mais especificamente dentro do quadro clínico nomeado pela medicina de fibromialgia. A fibromialgia é considerada uma síndrome em razão da obscuridade presente em sua gênesis, pois, apesar de todo avanço do arsenal biotecnológico, essa patologia segue enigmática atingindo de 1 a 5% da população em geral, sendo claramente mais frequente nas mulheres. O caráter de dor itinerante, invisível ao olhar médico e hermética as suas intervenções, desafia o discurso da ciência evidenciando a existência de um corpo que fala de algo para além do orgânico. A psicanálise agindo a partir de uma outra posição epistemológica, abre possibilidades para que a dor ultrapasse seu retraimento narcísico e atinja uma dimensão de sofrimento, resultando na construção de algum reconhecimento e implicação naquilo que faz sofrer. A trama enigmática que envolve a fibromialgia impulsiona o nosso desejo de buscar em Freud, e alguns pensadores contemporâneos, operadores teóricos para que possamos construir algo sobre a dor e consequentemente pensar o lugar da psicanálise em um mundo regido por um discurso totalizante e guiado por parâmetros biomédicos. Esta pesquisa foi realizada dentro de um serviço multidisciplinar que destina cuidados ao tratamento da síndrome fibromiálgica. Desse modo, constitui uma pesquisa teórico-clínica com o propósito de investigar os aspectos psíquicos presentes na formação da dor. Seguindo os referenciais psicanalíticos, foram atendidas, semanal e individualmente por cerca de um ano, oito pacientes com diagnóstico médico de fibromialgia. Dentre os oito casos, escolhemos apresentar aquele que nos mostrou ser paradigmático nas articulações entre a dor fibromiálgica e a teoria freudiana sobre a histeria. A histeria assim como a fibromialgia parte exatamente da constatação de que as pacientes testemunham um sofrimento sem correspondência orgânica. O caráter enigmático, de estranho, de endereçamento ao outro, apoiados pela plasticidade dos sintomas histéricos e sua trama identificatória, reforçam nossa hipótese. Palavras-chave: Psicanálise; Dor; Fibromialgia; Histeria; Pesquisa Clínica.
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Asociación entre depresión-ansiedad y el síndrome de fibromialgia en 3 centros asistenciales del distrito de Chiclayo

Alvarado Moreno, José Gustavo, Montenegro Díaz, Karin Anali January 2013 (has links)
Objetivo: determinar la asociación entre depresión y ansiedad con el síndrome de fibromialgia en los pacientes atendidos por consulta externa de tres centros asistenciales del distrito de Chiclayo. Material y métodos: estudio analítico de tipo casos y controles prospectivo en el que los pacientes provenientes de los consultorios de medicina interna y reumatología de 3 centros asistenciales, fueron evaluados mediante entrevista estructurada para datos clínicos y epidemiológicos y mediante los test de Zung para depresión y ansiedad. Se usó estadística descriptiva, frecuencias absolutas y relativas, se midieron los ODDS ratio para depresión y ansiedad y los intervalos de confianza, con un nivel de significancia de 0,05; se utilizó el programa estadístico Epidat 3.1 y SPSS v17. Resultados: de 208 pacientes en total, 52 (25%) fueron casos y 156 (75%) controles. Hubo mayor frecuencia de síndrome de fibromialgia en las mujeres 48(92%); la mayoría de pacientes con fibromialgia tuvieron algún grado de depresión y ansiedad: 50(96,2) y 48(92,3%) respectivamente, la depresión fue en mayor medida de tipo severa 20(38,4%) y el nivel de ansiedad más frecuente fue el tipo mínimo-moderada 26(50%). Se halló asociación entre síndrome de fibromialgia y ansiedad (Odds ratio: 9,7 IC: 3,1-29,5 p:<0,05); mas no con depresión (Odds ratio: 1,48 IC: 0,27-8 p: >0,05). Conclusión: la frecuencia de ansiedad y depresión en pacientes con síndrome de fibromialgia fue elevada. Sólo se halló asociación entre ésta y la ansiedad. / Tesis
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Aptidão física, fatores de risco cardiovasculares e espessura médio intimal da artéria carótida em mulheres com fibromialgia

Zwiener, Karin Kurzawa January 2017 (has links)
Orientadora : Profa. Dra. Neiva Leite / Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Defesa: Curitiba, 17/02/2017 / Inclui referências : f. 76-99 / Resumo: A fibromialgia é uma doença caracterizada por dor em vários pontos do corpo, com outros fatores associados, como maior adiposidade e inatividade física, que podem influenciar a presença de doenças cardiovasculares. O objetivo foi investigar as relações entre aptidão física, riscos de doenças cardiometabólicas e espessura médio intimal (EMI) da artéria carótida em mulheres com fibromialgia. O estudo foi composto de mulheres com fibromialgia (n=32) e sem fibromialgia (n=28) entre 20-50 anos de idade. Verificou-se a composição corporal pela bioimpedância e os níveis de aptidão física pelos testes de Rikli & Jones (1999) e o teste Timed Up & Go (TUG). O Índice de Massa Corporal (IMC) e histórico de atividade física (AF) foram utilizados para pareamento entre os grupos. Coletou-se a circunferência abdominal (CA) e sangue para glicemia, colesterol total, HDL, LDL, triglicerídeos, parâmetros pró-inflamatórios (proteína C-reativa, Leptina) e anti-inflamatório (adiponectina). As EMI das artérias carótidas esquerda e direita foram realizadas pela ultrassonografia. Na análise estatística foi usado o teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov. Para análises comparativas entre os grupos foi utilizado o teste "t" independente para os dados paramétricos e o teste "U" de Mann-Whitney para os dados não-paramétricos. Na correlação das variáveis foi utilizada a correlação de Pearson. O teste exato de Fischer e o teste de qui-quadrado (x2) foram utilizados para diferenças quanto a proporções entre os grupos. Nível de significância foi p? 0,05. Não houve diferença significativa na idade, estatura, peso, CA, IMC, e nas concentrações de Colesterol total, glicemia, HDL, LDL, triglicerídeos, proteína C-reativa (PCR), adiponectina e leptina entre os dois grupos. Porém as pacientes apresentaram maiores valores de EMI (p<0,01), e piores nos testes de distância percorrida do teste de 6 minutos (p<0,01), diferença da distância prevista (p<0,01), banco de Wells (p<0,01), flexibilidade de membros inferiores (p<0,01), componentes de resistência muscular (p<0,01) e agilidade (p<0,01) comparada as participantes sem fibromialgia. A frequência de mulheres com alterações de EMI foi maior nas as pacientes (93,75%) do que no grupo controle (60,71%) (p?0,01), porém nos fatores metabólicos não houve diferença nas frequências. No grupo fibromialgia houve correlação direta, fraca e moderada da EMI com o IMC (r=0,482, p<0,01), entre o IMC e a glicose (r=0,370, p=0,037) e o IMC e os triglicerídeos (r=0,404 p=0,022). A EMI teve correlação direta e moderada com a porcentagem de gordura (r=0,450, p=0,010), CA (r=0,605, p<0,01) e PCR (r=0,506, p<0,01), porém também teve correlação direta e moderada com massa livre de gordura (r=0,613, p<0,01). No grupo controle não houve correlação significativa com a EMI, apenas do IMC direta e moderada com glicose, insulinemia e HOMA-IR, sendo inversa com o QUICKI (p<0,01). Esta pesquisa foi a primeira que analisou a EMI junto a parâmetros inflamatórios em mulheres com fibromialgia. Conclui-se que as pacientes apresentaram maior EMI do que as controles pareadas por IMC e AF, cuja EMI se correlacionou a maior adiposidade total, visceral e inflamação sistêmica somente no grupo com fibromialgia, o que sugere que o diagnóstico de fibromialgia pode potencializar o risco do desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Ressalta-se também que a limitação na execução das atividades diárias contribui para o comportamento sedentário e menor aptidão física encontrada no grupo com fibromialgia, que, em geral, estão associados às disfunções endoteliais. Palavras-chave: Fibromialgia. Espessura médio-intimal. Perfil metabólico. Perfil inflamatório. Aptidão física. / Abstract: Fibromyalgia is a disease characterized by pain in several points of the body, with other factors associated, such as increased adiposity and physical inactivity, which may influence the presence of cardiovascular diseases. The aim of this study was to investigate the relationship between physical fitness, risks of cardiometabolic diseases and intima -media thickness (IMT) of the carotid artery in women with fibromyalgia. It included women with fibromyalgia (n = 32) and without (n = 28) between 20-50 years of age. Body composition was verified by bioimpedance and the level of physical fitness by the Rikli & Jones (1999) test and the Timed Up & Go (TUG) test. The Body Mass Index (BMI), as well as the history of physical activity (PA), was used as a pairing criterion between the groups. Waist circumference (WC) and blood samples were collected (Glycaemia, total cholesterol, HDL, LDL, triglycerides), pro-inflammatory (Creactive protein, Leptin) and anti-inflammatory (adiponectin). IMT of left and right carotid arteries were measured by ultrasonography. For statistical analysis the normality test was verified by the Kolmogorov-Smirnov test. Comparative analyzes between groups were performed using the independent "t" test for the parametric data and the Mann-Whitney "U" test for the non-parametric data. Variables correlation was verified by Pearson correlation. Fischer's exact test and the Chi-square test (x2) were used to verify differences in proportions between groups. The significance level adopted was p?0.05. There was no significant difference between the groups in age, height, weight, WC, BMI, total cholesterol, glycaemia, HDL, LDL, triglycerides, Creactive protein (CRP), adiponectin and leptin. However, in the fibromyalgia group, the IMT measures were higher (p<0.01), and there was difference in the distance covered in the test of 6 minutes (p<0.01), also in the predicted distance difference (p<0.01), in the Wells bench (p<0.01), in lower limb flexibility (p<0.01), in the muscular components endurance (p<0.01) and agility (p<0.01) comparing with women without fibromyalgia. The frequency of women with IMT changes was higher in the patients (93.75%) than in the control group (60.71%) (p?0,01), however in the metabolic factors there was no difference in the frequencies. In the fibromyalgia group, there was a direct correlation (weak to moderate) between IMT and BMI (r=0.482, p<0.01), between BMI and glucose (r=0.370, p=0.037) and between BMI and triglycerides (r=0.404, p=0.022), IMT had a direct and moderate correlation with fat percentage (r=0.450, p=0.010), WC (r=0.605, p<0.01) and CRP (r=0.506, p<0.01), however, it also had a direct and moderate correlation with fat-free mass (r=0.613, p<0.01). In the control group, there was no significant correlation with IMT, just a direct and strong correlation of BMI with glucose, insulinemia and HOMA-IR, being inverse with QUICKI (p<0.01). This research was the first to analyze IMT along with inflammatory parameters in women with fibromyalgia. It was concluded that the patients presented higher IMT than the control group when matched for BMI and PA, and IMT correlated with greater total adiposity, visceral and systemic inflammation only in the fibromyalgia, suggesting that the diagnosis of fibromyalgia may potentiate the risk of developing cardiovascular disease. It is also emphasized that the limitation in the execution of daily activities contributes to the sedentary behavior and lower physical fitness found in the fibromyalgia group, which, in general, are associated with endothelial dysfunction. Key words: Fibromyalgia. Intima-media thickness. Metabolic profile. Inflammatory profile. Physical aptitude.
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Hipnose em grupo para pessoas com fibromialgia : considerações clínicas

Pereira, Tatiane Santana 29 June 2015 (has links)
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Clínica, 2015. / Submitted by Tania Milca Carvalho Malheiros (tania@bce.unb.br) on 2015-11-03T12:36:30Z No. of bitstreams: 1 2015_TatianeSantanaPereira.pdf: 948097 bytes, checksum: cc3b3afa2b06e927fd33af8721bdd009 (MD5) / Approved for entry into archive by Guimaraes Jacqueline(jacqueline.guimaraes@bce.unb.br) on 2015-11-03T12:49:43Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2015_TatianeSantanaPereira.pdf: 948097 bytes, checksum: cc3b3afa2b06e927fd33af8721bdd009 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-11-03T12:49:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2015_TatianeSantanaPereira.pdf: 948097 bytes, checksum: cc3b3afa2b06e927fd33af8721bdd009 (MD5) / A síndrome dolorosa crônica conhecida como fibromialgia possui etiologia desconhecida e tem tido um número crescente de diagnósticos, desafiando sistemas tradicionais de cuidado. Diante disso, ainda que prevaleça a hegemonia do modelo biomédico, tratamentos que buscam uma compreensão complexa da experiência da dor têm contribuído significativamente para o tratamento dessa população. A hipnose se constitui como uma ferramenta importante para o tratamento da dor e tem sido representada em diversas pesquisas. Entretanto, partindo de uma perspectiva qualitativa, grande parte delas estudam apenas atendimentos individuais, ocasionando uma grande escassez de estudos relativos à hipnose em grupo. Dessa forma, devido a consagrada efetividade de grupos terapêuticos e da hipnose no tratamento da dor, essa pesquisa intenciona analisar o impacto de intervenções hipnóticas em grupos terapêuticos nas configurações subjetivas da dor vivida por pessoas com fibromialgia. Por conceber a dor como uma experiência subjetiva, foi utilizada a metodologia construtiva-interpretativa, com base da Epistemologia Qualitativa de González Rey, a fim de desenvolver a compreensão dessas configurações subjetivas. Foram realizados dois grupos, cada um com doze encontros no CAEP (UnB), nos quais foram utilizadas temáticas baseadas na metodologia de hipnose ericksoniana chamada “Grupo de Crescimento” de Tereza Robles. Nos casos estudados, diversos elementos relacionados a processos subjetivos relativos às dores das participantes denunciaram a complexidade dessas experiências. A vivência da hipnose e das trocas no contexto do grupo, impactaram em alguns desses elementos, indicando reconfigurações subjetivas relativas à autonomia, a experiências traumáticas e aos modos de relação dos sujeitos. A vivência do transe proporciona alterações de referências que se apresentaram de forma específica no contexto de grupo. A construção e interpretação dos indicadores propiciaram reflexões que demonstraram a importância de reconhecer a dor como uma experiência subjetiva, da hipnose em grupo como uma ferramenta importante para pessoas com fibromialgia, além de outras questões sociais e clínicas. / The chronic pain syndrome known as fibromyalgia has an unknown etiology and has an increasing number of diagnoses, challenging traditional care systems. Therefore, although the prevalence of the biomedical model, treatments that seek a complex understanding of the pain experience have contributed significantly to treating cases of this disease. Hypnosis is an important tool for the treatment of pain as has been shown in several studies. However, from a qualitative perspective, most of them approached only sessions conducted individually, which explain the severe shortage of studies on the use of hypnosis within groups. Thus, due to the effectiveness of therapeutic groups and hypnosis itself in the treatment of pain, this research analyses the impact of hypnotic interventions in therapeutic groups in the subjective configuration of pain experienced by people with fibromyalgia. Acknowledging pain as a subjective experience, this research adopts a constructive-interpretative methodology supported by the principles of the Qualitative Epistemology by González Rey, in order to develop an understanding of these subjective configurations. Two separate groups were conducted, each with twelve meetings in CAEP (UNB), in which were adopted themes based on Ericksonian hypnosis methodology called "Growth Group" by Theresa Robles. In the cases analyzed, several elements related to subjective processes related to pain felt by the participants indicated the complexity of these experiences. The hypnotic experience, as well as the sharing of experiences within the groups, affected some of these elements, pointing to subjective reconfigurations related to autonomy, traumatic experiences and the subject’s relations. The trance provides reference shifts which were detected specifically in the group context. The development and interpretation of these indicators have led to reflections that demonstrated the importance of recognizing pain as a subjective experience, group hypnosis as an important tool for people with fibromyalgia, besides other social and clinical issues.

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