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Um caso de reacção de Hersheimer numa histérica

Resende, Alfredo January 1921 (has links)
No description available.
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A sugestão no histero-pitiatismo

Viana, João Martins January 1920 (has links)
No description available.
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Concepciones sobre la feminidad y la histeria desde Freud hasta Lacan

Hidalgo Leiva, Natalia, Paredes Yáñez, Pamela January 2004 (has links)
No description available.
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Los rostros de la locura: la producción discursiva e iconográfica de la locura en la mujer en Uruguay a comienzos del siglo XX

Prieto Millán, María Soledad January 2016 (has links)
Tesis para optar al grado de Magíster en Estudios de Género y Cultura en América Latina mención Humanidades / La investigación tiene por objeto analizar desde una perspectiva de género la construcción discursivo-iconográfica de la locura en la mujer por el saber psiquiátrico uruguayo a principios de siglo XX. Para ello se realizará un análisis discursivo de los casos psiquiátricos publicados por los psiquiatras que ejercían la enseñanza en la Universidad de Montevideo y que atendían a las mujeres encerradas en el Manicomio Nacional de Montevideo, para posteriormente realizar un análisis de los retratos fotográficos de aquellas mujeres captados por los mismos psiquiatras. A su vez, se hará una revisión del rol que tuvo la fotografía para el saber científico uruguayo para la construcción de aquellos diagnósticos, así como para el control y disciplinamiento de los cuerpos y psiquis de las mujeres. Se propondrá que la locura en la mujer, más específicamente la histeria, habría sido un diagnóstico construido por la psiquiatría, con el objetivo de patologizar a las mujeres que se alejaban del ideal de mujer esperado por la sociedad de aquella época; así también, se planteará que las escrituras de casos clínicos junto con la realización de retratos fotográficos de las mujeres encerradas en el Manicomio Nacional de Montevideo constituyeron un medio para construir aquella imagen de la locura y validarla. Creemos que este estudio sería relevante al considerar al saber médico uruguayo como un símil a la realidad chilena, dado el constante contacto que mantenían los psiquiatras y médicos del Cono Sur por medio de los congresos médicos y científicos, compartiendo conocimientos y paradigmas.
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As elaborações freudianas em torno da histeria

Girardi, Sandra Cristina January 2008 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologia. / Made available in DSpace on 2012-10-24T01:33:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1 262303.pdf: 428110 bytes, checksum: 2b8814baf91d17c69ef02e6d9b30a065 (MD5) / Esta pesquisa foi realizada com o objetivo de refazer a trajetória inicial percorrida por Freud na construção da teoria sobre o inconsciente. Para tanto, realizou-se uma pesquisa bibliográfica, de caráter histórico-conceitual, centrada, sobretudo, nos textos anteriores a A interpretação dos sonhos, incluindo ele próprio. Foram percorridas as formulações e decisões teórico-clínicas de Freud, desde quando sob influência de Charcot, passando pela colaboração com Breuer, pela teoria da sedução, pelo papel da fantasia na constituição da sintomática histérica, até o aparecimento deste livro fundador de sua vasta obra. Como resultado desta pesquisa, obteve-se o percurso inicial de Freud, por meio do qual ele construiu, conforme a lógica de suas observações clínicas e sua auto-análise, a teoria inédita do funcionamento do psiquismo humano, centrado no conceito de inconsciente, tendo como cenário principal a manifestação histérica. Identificou-se igualmente, na edificação da Psicanálise, o ponto de vista freudiano, segundo o qual a formação psicopatológica segue os mesmos trâmites envolvidos na constituição do psiquismo, considerado comum e estendido às demais pessoas.
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A feminilidade doente ou de como um saber vai sendo esquecido

Silva, Maria Escolástica Álvares da 18 June 1993 (has links)
Orientador : Antonio Muniz de Rezende / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação / Made available in DSpace on 2018-07-18T12:44:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Silva_MariaEscolasticaAlvaresda_D.pdf: 11297671 bytes, checksum: 966678408645103747aa87e609960957 (MD5) Previous issue date: 1993 / Resumo: Nosso estudo visa estabelecer o conceito de ¿feminidade¿ como um saber que foi se perdendo ao longo da história, particularmente com a instituição do sistema monoteísta patriarcal e a organização de uma certa estrutura psíquica fundada no recalque da cultura anterior. D}entro dessa nova organização a ¿feminidade¿ se tornou estruturalmente negativa, expressando por meio de mecanismos como o sintoma histérico e a subversidade social aquilo que outrora positivava-se como transcendência mística. Tentamos demonstrar esta hipótese através da instituição básica de uma dicotomia fundamental no ser humano que o divide em duas posições: ativa e passiva. Tomando a referencia psicanalítica do Falo como organizador dessas duas posições sexuais, encontramos duas estruturas não-simétricas e não complementares que confirmam a existência de um lugar topológico do ser para além da própria divisão sexual que o determina. A ele corresponde nossa definição de ¿feminidade¿, lugar de passividade e de transcendência, mas que foi transformado em submissão no sistema patriarcal. A esse lugar também corresponde um saber somente designável pela lógica para consistente, naquilo que vai além dos paradigmas clássicos da lógica forma / Doutorado / Filosofia e História da Educação / Doutor em Educação
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Em busca do sofrimento histerico : a histeria e o paradigma da melancolia

Leite, Adriana Campos de Cerqueira 18 March 2002 (has links)
Orientador : Mario Eduardo Costa Pereira / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas / Made available in DSpace on 2018-08-01T16:35:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Leite_AdrianaCamposdeCerqueira_D.pdf: 49345300 bytes, checksum: 738c3f08aabdfa76a29fa5e5c03b4818 (MD5) Previous issue date: 2002 / Resumo: Os estudos sobre a histeria apontam - explícita ou implicitamente - a necessidade de ser determinar a natureza do que chamaremos neste trabalho de o sofrimento histérico. O desafio é tanto teórico quanto clÚlico,o que justifica a criação de modelos capazes de melhor depreender sua especificidade. Nossa hipótese é a de que a melancolia constitui um paradigma, eficaz do ponto de vista teórico e clínico, para a aproximação do que faz sofrer a histérica. Ainda que todo sintoma seja, como mostrou Freud, uma solução de compromisso e, portanto, contenha uma satisfação, isso parece mais evidente na histeria, o que provoca um descrédito em relação à sua dor. A atualidade de uma discussão sobre a histeria é aqui debatida a partir das implicações clÚlicas do desaparecimento dessa categoria das classificações psiquiátricas atuais. A dimensão intersubjetiva do sintoma em psicopatologia bem como as implicações clínicas de uma abordagem operacional e pragmática que abandona a escuta da histeria são problematizadas. Faz-se, em seguida, um percurso pelos textos freudianos apontando-se, a partir deles, alguns de seus aspectos fundamentais: a associação entre histeria e feminino e a importância da regressão narcísica na histeria. Alguns casos clínicos serão apresentados e certas questões relativas à hipótese destacadas. Além de permitir o esclarecimento do que se chama de sofrimento neste trabalho, as discussões clÚlicas permitirão ilustrar alguns traços histéricos e a dificuldade experimentada pelo analista em deixar-se afetar por tal sofrimento. A partir do segundo e terceiro casos clínicos faz-se uma reflexão sobre as semelhanças e diferenças entre histeria e estados-limites para, finalmente, situar a dolorosa incompletude da histérica e seus meios para lidar com ela. A quarta parte do trabalho visa à construção do paradigma da melancolia diferenciando, inicialmente, melancolia de depressão e justificando a escolha do primeiro termo. São revisitadas as elaborações freudianas acerca da melancolia e, a partir de um último caso clínico, a pertinência do modelo será, finalmente, demonstrada. Momentos de melancolização surgem freqüentemente nos tratamentos das mais diferentes patologias, o interesse que eles despertam aqui advém, porém, do caminho que eles apontam: a função paradigmática da melancolia. Na falência das defesas histéricas em direção à conquista de uma posição feminina, algo da ordem de um "buraco hemorrágico" parece escavar-se. o sujeito abandona a reivindicação incessante de ser amado incondicionalmente e a castração, até então contornada pelos mecanismos histéricos, passa a ser afirmada provocando um esvaziamento de sentidos e instalando a ameaça do nada. O melancólico, tendo sofi-idoo desaparecimento do Outro ao qual procurava identificar-se, identificou-se ao nada. O sujeito histérico resiste na sua insatisfação, afirmando não ter o que deseja, para não ver despedaçada sua fi-ágilidentificação narcísica. A relação entre essas duas posições permitirá, uma nova abordagem sofi-imentohistérico e seus efeitos no manejo clínico. do Em um momento de retraimento narcísico na histeria propõe-se diferenciar a vivência do nada, destruidor do reino da fantasia, do vazio que se associa ao feminino e que, suportado na transferência, pode constituir um espaço para a construção da metáfora e assimilação da ausência / Abstract: Either implicit1yor explicit1y,studies on hysteria indicate the need to determine the nature ofwhat we will call here the hysterical patient's suffering. The challenge is both clinical and theoretical, and this explains the need for establishing models that are better able to describe it. My hypothesis is that melancholia constitutes an efficient paradigm to enable a better understanding of just what hysterical patients undergo. Although, as Freud said, every symptom is a compromise solution, therefore implying some degree of satisfaction, this paradox would seem to be especially evident in hysteria, with the result that the patient's suffering is downplayed. This present discussion on hysteria is based on the clinical consequences of virtual disappearance of hysteria ftom current-day psychiatric c1assifications. In the dissertation, first the intersubjective dimension of this symptom in psychopathology is treated, together with the clinical implications of the current operational and pragmatic approach that prec1udes the act of listening to such patients. Next, a number of Freud's texts are mentioned regarding the matter and two basic aspects are discussed, namely, 1) the association between hysteria and the feminine, and 2) the importance of narcissistic regression in hysteria. Several clinical cases are then described and aspects related to the hypothesis are discussed. Besides providing a clarification of what is meant by the term suffering in this dissertation, the clinical discussions also allow the author to illustrate different hysterical traits and the difficulties that analysts encounter when faced with this type of patient. Based on the second and third c1inicalcases, the author presents a discussion ofthe similarities and differences between hysteria and borderline states. Finally, the author describes the painful incompleteness ofhysterical persons and their ways of dealing with it. The fourth part of the dissertation consists of the construction of the paradigm for melancholia, differentiating it ftom depression and explaining why the concept of melancholia was chosen. Freud's treatment ofmelancholia and the pertinence ofthe model are demonstrated in the context ofthe final c1inicalcase presented here. Moments of "melancholization" come up during the treatment of many different pathologies, but the interest they hold for the present dissertation is especially related to the aspect taken up here, namely, the use of melancholia as a paradigm for hysteria. When the hysterical defenses against attaining a feminine position begin to falter, something that might be called a "hemorrhagic hole" seems to appear. The subject gives up her ceaseless insistence on being unconditionally loved, and castration, until then circumvented by hysterical mechanisms, become affirmed, causing an emptying of meaning and installing the threat of nothing. Having suffered ftom the disappearance of the other with which she had tried to identify, the melancholic patient then becomes identified with nothing. To avoid seeing her ftagile narcissistic identification destroyed, she resists in her dissatisfaction, claiming that she has nothing to desire. The relationship between these two positions allows an appropriate approach to both hysterical suffering and new inroads to clinical treatment. In moments of narcissistic regression in hysteria, the experience of nothing, which destroys the domain of fantasy, should be differentiated from the void, which is associated with the feminine. Sustained in the transference, the feminine may constitute an opportunity for the construction of the metaphor and the assimilation of absence / Doutorado / Saude Mental / Doutor em Ciências Médicas
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Histeria masculina y feminidad

Barraza Núñez, Rodrigo 17 January 2011 (has links)
Magíster en Psicología Clínica de Adultos / El presente estudio aborda la categoría de histeria masculina entendida como problema desde su relación con la feminidad. Para esto se desarrollan tres operadores lógicos desde la teoría de Lacan, a saber deseo, fantasma y goce. El deseo es trabajado en su relación a la histeria,vinculándose con el fantasmapara enmarcar sus particularidades (desde un breve contrapunto con la obsesión). El goce se trabaja en función de la sexuación en tanto determina modalidades particulares de goce,vinculándose con las categorías de masculino, femenino y elección de objeto.
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O Tratamento da histeria: um enigma para a psiquiatria, um desafio para a psicanálise

Daniela Costa Bursztyn 22 August 2009 (has links)
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Cette recherche aborde la disparition du diagnostic de lhystérie dans les manuels diagnostiques actuels et les impasses cliniques qui em résultent et qui apparaissent lors de la conduite du traitement de sujets hystériques dans les institutions médicales et les services de santé mentale. Face à la suppression du diagnostic dhystérie dans la clinique psychiatrique, le traitement de ces sujets se limite à létablissement de conduites thérapeutiques que se révèlent inefficaces durant le traitement. Dans ce contexte, un psychanalyste doit assumer le défi de linterlocution avec les equipes cliniques et soutenir limportance de lécoute analytique en accueillant le symptôme hystérique non selement comme signe de maladie, mais comme expression du sujet de linconscient. / Essa pesquisa pretende abordar o desaparecimento do diagnóstico da histeria nos atuais manuais diagnósticos e os resultantes impasses clínicos apresentados na condução do tratamento de sujeitos histéricos nas instituições médicas e nos serviços de saúde mental. Diante da supressão do diagnóstico de histeria na clínica psiquiátrica, o trabalho clínico com esses sujeitos limita-se ao estabelecimento de conduta terapêuticas que se revelam ineficazes ao longo do tratamento. Nesse contexto, um psicanalista deve assumir o desafio da interlocução com as equipes clínicas, sustentando a importância da escuta analítica ao acolher o sintoma histérico não apenas como sinal de doença, mas como expressão do sujeito do inconsciente.
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A histeria e o feminino

Bittencourt, Daniela Gabriel January 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-11-30T14:52:51Z (GMT). No. of bitstreams: 2 110436_Daniela.pdf: 1433116 bytes, checksum: 8e1bea37f1379eee3e97bb042cfe8b0b (MD5) license.txt: 214 bytes, checksum: a5b8d016460874115603ed481bad9c47 (MD5) Previous issue date: 2015 / O presente trabalho tem como objetivo analisar a histeria e o conceito de feminino à luz da psicanálise, abordar os pontos de aproximação e diferença entre eles. A histeria possibilitou a Sigmund Freud a criação da psicanálise e o mesmo se dedicou, ao longo de sua obra, dentre outras coisas, ao desejo e à alma feminina, tanto que ficou conhecido por sua célebre frase: Afinal, o que quer uma mulher? Tomando agora a pergunta do pai da psicanálise e direcionando-a ao tema da pesquisa, propomos analisar a histeria e a posição feminina, relacionadas aos conceitos de corpo, linguagem e gozo, para produzir uma tentativa de articulação entre histeria e feminilidade, possibilidades e impossibilidades, pontos de amarrações e distinções, união e separação, permitindo uma nova reflexão sobre a histeria e o feminino. / This study aims to analyze hysteria and feminine concept through psychoanalysis, realizing the approach points and differences between them. Hysteria allowed Sigmund Freud to create psychoanalysisand he dedicated himself, throughout his work, among other things, the desire and the feminine soul, so that he was known with his famous phrase: after all, what does a woman want? Based now in psychoanalysis father's question, and directing it to the research topic, we propose to analyze hysteria and feminine position, all this related to the concept of body, language and enjoyment, in an attempt to link hysteria and femininity, possibilities and impossibilities, moorings points and distinctions, marriage and separation, allowing a new reflection to think hysteria and feminine position.

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