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Leituras de jovens sobre a publicidade e sua influência nas práticas de consumo na infância e na idade adulta / Readings from the young people on advertising and its influence on consumer practices in childhood and in adult age

Monteiro, Maria Clara Sidou January 2014 (has links)
MONTEIRO, Maria Clara Sidou. Leituras de jovens sobre a publicidade e sua influência nas práticas de consumo na infância e na idade adulta. 2014. 192f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Comunicação Social, Fortaleza (CE), 2014. / Submitted by Márcia Araújo (marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2014-06-11T15:00:12Z No. of bitstreams: 1 2014_dis_mcsmonteiro.pdf: 1544999 bytes, checksum: 09196b2ae09291e7c5f82deebc8f027a (MD5) / Approved for entry into archive by Márcia Araújo(marcia_m_bezerra@yahoo.com.br) on 2014-06-11T15:13:24Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2014_dis_mcsmonteiro.pdf: 1544999 bytes, checksum: 09196b2ae09291e7c5f82deebc8f027a (MD5) / Made available in DSpace on 2014-06-11T15:13:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2014_dis_mcsmonteiro.pdf: 1544999 bytes, checksum: 09196b2ae09291e7c5f82deebc8f027a (MD5) Previous issue date: 2014 / Ao longo dos anos 1980 e 1990, a publicidade começou se dirigir mais fortemente para o público infantil, quando a criança passou a ser vista como consumidora e decisiva nas compras da casa. Assim, a publicidade tentou cativar a criança a pedir os produtos anunciados aos pais, interferindo na conformação de seus hábitos de consumo na infância. Portanto, esta dissertação procurou investigar como os jovens, nascidos nessas décadas, em Fortaleza interpretam sua exposição à publicidade, em particular aos comerciais e jingles televisivos, na infância e sua influência sobre os hábitos de consumo na época e nos dias atuais. Escolhemos, além dos comerciais televisivos, os jingles como desencadeadores das lembranças da infância, pois eles apresentam a música para atrair a atenção da criança e letra fácil de ser memorizada. Problematizamos ao longo da dissertação os conceitos de sociedade do consumo (BAUDRILLARD, 1995), de infância (HEYWOOD, 2004; ARIÈS, 1981), de publicidade para criança (SAMPAIO, 2000; BUCHT e FEILITZEN, 2002), de memória (HALBWALCHS, 1990; BERGSON, 2006), de hábitos (LAHIRE, 2002), de gostos (BOURDIEU, 2008) e de jingles (VIANNA, 2004; SACKS, 2007) com o propósito de dar conta das complexas relações entre a comunicação, a memória e a conformação de hábitos de consumo pela publicidade e os comerciais. Dividimos a pesquisa em duas fases: primeiramente, fizemos uma pesquisa exploratória com questionários para descobrir os hábitos de consumo dos jovens de 22 a 32 anos e os comerciais e jingles que eles lembraram; e com base nos questionários, foram escolhidos os participantes para os relatos de vida (BERTAUX, 2005) sobre a memória do consumo. Concluímos, com base nos relatos dos jovens, que, a forte presença da televisão na infância contribuiu para que eles fossem expostos a inúmeros comerciais e lembrassem vários deles; os produtos desejados e/ou consumidos na infância mais lembrados foram os brinquedos e produtos alimentícios, ou seja, os que mais investiram em publicidade na época; os jovens têm hoje o hábito de consumir os produtos, especificamente as guloseimas, que eles consumiram com frequência na infância; e os jovens consideraram os comerciais e jingles dos anos 1980 e 1990 como parte da memória infância. Portanto, identificamos a presença da publicidade fortemente enraizada na memória e nos hábitos de consumo desses jovens, razão pela qual consideramos fundamental problematizar como a publicidade se dirige às crianças, promovendo o consumo desde a infância.
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Os últimos serão dos primeiros: uma análise sociológica do uso do celular

NASCIMENTO, Francisca Denise Silva do January 2004 (has links)
NASCIMENTO, Francisca Denise Silva do. Os últimos serão dos primeiros: uma análise sociológica do uso do celular. 2004. 133f. Dissertação (Mestrado em Sociologia). Universidade Federal do Ceará, Departamento de Ciências Sociais, Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Fortaleza-CE, 2004 / Submitted by GLAUBENILSON CAVALCANTE (glaubenilson@yahoo.com.br) on 2011-11-17T14:41:44Z No. of bitstreams: 1 2004_DIS_NASCIMENTO, FS..pdf: 3724415 bytes, checksum: 6ab6c8441770b4e107c511a585c824fd (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Josineide Góis(josineide@ufc.br) on 2011-11-23T15:26:02Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2004_DIS_NASCIMENTO, FS..pdf: 3724415 bytes, checksum: 6ab6c8441770b4e107c511a585c824fd (MD5) / Made available in DSpace on 2011-11-23T15:26:02Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2004_DIS_NASCIMENTO, FS..pdf: 3724415 bytes, checksum: 6ab6c8441770b4e107c511a585c824fd (MD5) Previous issue date: 2004 / A inusitada dimensão das mudanças tecnológicas que marcaram de modo especial a segunda metade do século XX, intensificadas nas primeiras décadas do atual, implicaram em profundas modificações nas vivências pessoais e sociais contemporâneas a elas imprimindo a vertigem da velocidade redimensionado as noções de tempo e espaço. o telefone móvel celular é uma das invenções contemporâneas que trouxe muitas modificações nas relações de sociabilidade. O campo empírico para esse trabalho se deu com alunos entre treze e quinze anos da oitava serie do colégio Farias Brito. Portanto é possível delimitar para o estudo proposto dois eixos de análise que na verdade se apresentam entrelaçados: a) as redes de relacionamentos e de experiências das comunidades ou novas tribos urbanas,alimentadas pelas possibilidades de contato abertas pelo uso do celular; b) a publicidade como forma de produção de sentidos que mais que incentivar o consumo de bens oferece aos destinatários referências identitárias e índices valorativos a partir dos quais estilos de vida são qualificados ou desqualificados. Após a descrição e análise da construção de sentido observadas nas propagandas à luz de diferentes autores que trabalham a análise de discurso entre eles Eliseo Véron, Dominique Maingueneau e Orlandi foi feita uma análise da recepção objetivando entender como a publicidade pode colaborar na atribuição de valores ao telefone celular no que diz respeito às experiências vividas pelos adolescentes mediadas por este aparelho.
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Fetichismo da mercadoria e subjetividade contemporânea: uma análise psicossocial da crise do potencial de transcendência à realidade imediata no quadro das novas gerações de jovens

OLIVEIRA, Robson José Feitosa de January 2011 (has links)
OLIVEIRA , Robson José Feitosa de. Fetichismo da mercadoria e subjetividade contemporânea: uma análise psicossocial da crise do potencial de transcendência à realidade imediata no quadro das novas gerações de jovens. 2011. 155 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Federal do Ceará, Departamento de Psicologia, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Fortaleza-CE, 2011. / Submitted by moises gomes (celtinha_malvado@hotmail.com) on 2012-05-08T18:51:17Z No. of bitstreams: 1 2011_dis_RJFOliveira.pdf: 1255316 bytes, checksum: 6972810e4ea0a322dffac0d06f9668b2 (MD5) / Approved for entry into archive by Maria Josineide Góis(josineide@ufc.br) on 2012-06-15T16:24:45Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2011_dis_RJFOliveira.pdf: 1255316 bytes, checksum: 6972810e4ea0a322dffac0d06f9668b2 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-06-15T16:24:45Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2011_dis_RJFOliveira.pdf: 1255316 bytes, checksum: 6972810e4ea0a322dffac0d06f9668b2 (MD5) Previous issue date: 2011 / O presente estudo busca estabelecer relações críticas entre o fetichismo da mercadoria e o que chamamos de crise no potencial de transcendência à realidade imediata no quadro das novas gerações de jovens. Portanto, trata de refletir sobre as capacidades utópicas do homem enquanto um ser não apenas preso ao real, mas um ser passível de criar o possível para além da realidade estabelecida. Essas reflexões nasceram de uma inquietação advinda de minha prática docente de quase dez anos com jovens, na faixa etária entre 13 a 18 anos. Esse tempo possibilitou observar vários aspectos relacionados aos comportamentos e pensamentos dos jovens, em especial, com relação ao consumo e às formas de adesão aos ideais subjetivos transmitidos pelas mercadorias, via publicidade. Em termos teóricos, uma releitura da crítica de Marx ao Fetichismo da Mercadoria fez-se fundamental para compreendermos, contemporaneamente, um novo nível de fetichismo referente ao nível do desejo. Ou seja, atualmente a mercadoria não seria mais apenas aquela que determina a vida social objetivamente por se instalar como a priori tácito, mas também passa a ser objeto de identificação idealizada por parte dos consumidores. Deste modo, a lógica da mercadoria na contemporaneidade pretende criar um mundo em que nada precisa ser renunciado, um universo espetacular em que haveria um processo de pacificação entre indivíduo e sociedade. Nesta perspectiva, nossa hipótese é a de que vem ocorrendo uma paulatina perda do potencial de transcendência nos jovens em prol de uma adesão inconteste ao presente imediato. O conceito de fetichismo da mercadoria em Marx, bem como as reflexões desenvolvidas pelos teóricos da Escola de Frankfurt, notadamente Marcuse, Adorno e Benjamin, constituem a base teórica principal de nosso estudo, além de autores mais contemporâneos como Debord, Kurz, Jappe, Kehl, Freire Costa, Bauman, Dufour, Jacoby, Ramos e Severiano. Trata-se de um estudo preponderantemente teórico que se vale metodologicamente, além dos autores mencionados, das “Memórias do autor” – memórias por mim estruturadas a partir das anotações de aula referentes a temáticas mais significativas para nosso objeto de estudo. Nossas análises indicam a existência de uma idealização dos objetos de consumo nos jovens; um culto ao imediato; além de um culto ao prazer ligado não apenas ao consumo de objetos, mas sobretudo ao consumo de pessoas, considerados por vezes, supérfluos e efêmeros. Nossas reflexões finais apontam não para uma absoluta identificação entre real e possível, mas para uma tendência a que o terreno do real, presidido pela lógica mercantil, mantenha cativo o terreno do possível.

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