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Children’s attitudes toward interaction with an unfamiliar peer with little or no functional speech : comparing high- and low- technology devices

Horn, Tenille January 2014 (has links)
Augmentative and Alternative Communication (AAC) provides many individuals with little or no functional speech (LNFS) with a means to function within their daily environments and lives. AAC comprises the use of either or both unaided (the individual with LNFS‘s body) and aided (high- and low-technology devices) methods for communicating. High-technology non-dedicated devices like the iPad™ with Proloquo2Go have changed the future of augmentative and alternative communication. This study aimed to determine and compare the attitudes of typically developing children towards an unfamiliar peer with LNFS who uses a high-technology nondedicated communication device, namely the iPad™ with Proloquo2Go (Video 1), and the same unfamiliar peer with LNFS using a low-technology communication board (Video 2). Seventy-eight (78) children between the ages of 9; 00 -12; 11, participated in the study. The participants were divided into two groups and a 2 x 2 crossover design was utilized. Group 1 was required to watch two videos in a specific sequence, one video of an unfamiliar peer with LNFS communicating with the high-technology non-dedicated iPad™ with Proloquo2Go, followed by a video of the same unfamiliar peer with LNFS in a communication interaction using a low-technology communication board. Participants were required to complete a Communication Aid/Device Attitudinal Questionnaire (CADAQ) after viewing each video. Participants in Group 2 watched the same videos in an alternating sequence in order to counterbalance effects of order. Results revealed that the video of the unfamiliar peer with LNFS using the iPad™ with Proloquo2Go was perceived more positively by the participants within certain dimensions of the CADAQ and the possible reasons are described. This is followed by a critical evaluation of the study and recommendations for future research. / Dissertation (MA)--University of Pretoria, 2014. / gm2014 / Centre for Augmentative and Alternative Communication (CAAC) / Unrestricted
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Análise comparativa de indicadores industriais das indústrias brasileiras de alta e baixa tecnologia (1996 a 2011)

Schwerz, Luis Felipe January 2014 (has links)
Esta dissertação tem como objetivo analisar comparativamente oito indicadores estruturais das indústrias brasileiras de alta e baixa tecnologia entre 1996 e 2011. Os oito indicadores estruturais são: margem de custos de operação, margem de custos de matérias-primas, margem de custos de trabalho, margem de custos de produção, produtividade do trabalho, margem líquida de excedente, margem de lucro da produção e mark-up. Para a divisão dos setores em alta ou baixa tecnologia foi utilizada a classificação proposta pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para os dados da análise foi utilizada a Pesquisa Industrial Anual do IBGE. Inicialmente é retomado um breve histórico da evolução industrial no Brasil. Após é feita uma análise de estudos semelhantes. Na parte seguinte é feita uma explicação da metodologia utilizada na pesquisa. Em seguida é realizada uma análise de dados complementares para a análise dos indicadores estruturais. No capítulo seguinte é analisado efetivamente os indicadores estruturais, comparando os grupos de alta e baixa tecnologia e também a análise individual dos setores que formam cada grupo tecnológico. Por fim, resume-se os resultados encontrados no último capítulo. / This dissertation aims to analyze comparatively eight structural indicators of brazilian industries of high and low technology between 1996 and 2011. The eight structural indicators are: margin of operating costs, margin costs of raw materials , labor cost margin, margin production costs, labor productivity, net margin of surplus, profit margin of production and mark-up. To the division of sectors in high or low technology was used the classification proposed by the Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD). For the data analysis was used the Annual Industrial Survey of IBGE. Initially was resumed a brief history of industrial development in Brazil. After is performed a review of similar studies. The next part was an explanation of the methodology used in the research. Then is performed an analysis of additional data for the analysis of structural indicators. The next chapter is effectively analyzed the structural indicators, comparing the groups of high and low technology and also the individual analysis of the sectors that form each technology group. Finally, it summarizes the results in the last chapter.
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Estilos de gestão do conhecimento e inovação em empresas de média e baixa tecnologia

Pavoni, Elóide Teresa January 2009 (has links)
Vários estudos tem enfatizado a importância de uma efetiva gestão do conhecimento na geração de inovações especialmente em se tratando de empresas de alta tecnologia. Mas poucos estudos levam em consideração que a gestão do conhecimento pode ser igualmente efetiva sem adequar-se a um só padrão, ou seja existem vários estilos de gestão do conhecimento que podem estar associados a diferentes níveis de inovatividade. Esta tese tem como principal objetivo investigar a relação entre estilos de gestão do conhecimento e inovatidade em empresas de média e baixa tecnologia. Na construção de um referencial para atender a este objetivo considerou-se a descrição predominante na literatura sobre quatro etapas do processo de gestão do conhecimento: criação, armazenamento, distribuição e aplicação do conhecimento. Para definição dos estilos de gestão do conhecimento partiu-se da tipologia de Choi e Lee (2003) que consideraram a orientação para o conhecimento tácito ou explícito dando origem a quatro estilos: passivo, sistêmico, humano e dinâmico. Uma das contribuições desta tese foi desenvolver um conjunto de indicadores que permitem classificar não só o estilo da gestão de conhecimento como um todo mas também em cada uma das suas etapas. Para determinar o nível de inovatidade das empresas foram considerados dez indicadores sendo na sua maioria de carater qualitativo. As proposições eram de que empresas de estilo passivo estariam associadas a baixo nível de inovatividade, empresas de estilo dinâmico, associadas a alto nível de inovatividade, enquanto que empresas com estilo de gestão do conhecimento de orientação humana ou sistêmica estariam associadas a médios níveis de inovatividade. O método consistiu no estudo de casos de oito empresas, cada uma de um segmento distinto, classificadas pelos critérios da OCDE como de media-alta, média-baixa e baixa tecnologia, e que fazem parte do meio e do final da cadeia produtiva. A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas e dados secundários constantes de documentos e sites. Os resultados indicaram que apenas uma empresa classificada como de estilo passivo teve baixo nível de inovatividade enquanto que outra empresa também de estilo passivo teve nível médio de inovatividade. As duas empresas com mais alto nível de inovatividade tem estilos humano e sistêmico e não dinâmico como previsto. E as empresas de estilo sistêmico tem inovatividade variando de nível médio a alto. Concluiu-se, portanto, que as proposições não se confirmaram pois, não houve relação entre estilo de gestão do conhecimento e inovatividade em empresas de baixa e média tecnologia de diferentes segmentos e posição na cadeia produtiva. Isso indica que cada segmento, de indústrias de média e baixa tecnologia tem de encontrar um estilo de gestão do conhecimento que maximize a inovatividade, que não é necessariamente o estilo dinâmico. É possível que uma empresa tenha um estilo passivo com um nível de inovatividade compatível com as exigências do seu segmento industrial. Novos estudos poderão investigar o estilo de gestão do conhecimento e o nível de inovatividade mais efetivos para cada segmento industrial. / Several studies have emphasized the importance of effective knowledge management in the generation of innovations especially when it comes to high technology companies. But few studies take into account that knowledge management can be effective without adapting to a single standard, that is, there are several styles of knowledge management that may lead to different levels of innovativeness . The main objective of this thesis is to investigate the relationship between styles of knowledge management and innovativeness in medium and low technology enterprises. In building a framework to achieve this goal, we considered the predominant description in the literature which identifies four stages of knowledge management: creation, storage, distribution and application. The definition of the style of knowledge management began with the typology offered by Choi and Lee (2003) who considered that orientation towards explicit or tacit knowledge gave rise to four styles: passive, systemic, human and dynamic. One of the contributions of this thesis was to develop a set of indicators to classify not only the style of knowledge management as a whole but also each of the four stages involved. To determine the level of innovativeness of the firms, ten indicators were considered, most of which are of a qualitative character. The propositions were that passive style firms would be associated with a low level of innovativeness and dynamic style firms associated with the highest level of innovativeness, while firms with a human or systemic style of knowledge management would be associated with average levels of innovativeness. The method consisted of case studies in eight companies, each from a separate segment, classified by the OECD criteria as medium-high, medium-low and low technology, and placed the middle and the end of the productive chain. Data was collected through interviews and secondary data contained in documents and websites. The results indicated that only one firm was classified as a passive style and had low level of innovativeness while another company also had passive style and a medium level of innovativeness. The two firms with the highest levels of innovativeness had human and systemic styles and not dynamic had been as expected. And systemic style firms have innovativeness ranging from medium to high level. We therefore conclude that the propositions were not confirmed since there was no relationship between style of knowledge management and innovativeness in firms with low and medium technology from different segments and positions in the supply chain. This indicates that each segment of medium and low technology industries must find a method of knowledge management that maximizes innovativeness, which is not necessarily the dynamic style. Furthermore, it is possible for an enterprise to have a passive style of knowledge management with a level of innovativeness compatible with the requirements of its industry segment. Other studies may indicate for each industry which style of knowledge management may lead to higher performance in innovativeness.
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Análise comparativa de indicadores industriais das indústrias brasileiras de alta e baixa tecnologia (1996 a 2011)

Schwerz, Luis Felipe January 2014 (has links)
Esta dissertação tem como objetivo analisar comparativamente oito indicadores estruturais das indústrias brasileiras de alta e baixa tecnologia entre 1996 e 2011. Os oito indicadores estruturais são: margem de custos de operação, margem de custos de matérias-primas, margem de custos de trabalho, margem de custos de produção, produtividade do trabalho, margem líquida de excedente, margem de lucro da produção e mark-up. Para a divisão dos setores em alta ou baixa tecnologia foi utilizada a classificação proposta pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para os dados da análise foi utilizada a Pesquisa Industrial Anual do IBGE. Inicialmente é retomado um breve histórico da evolução industrial no Brasil. Após é feita uma análise de estudos semelhantes. Na parte seguinte é feita uma explicação da metodologia utilizada na pesquisa. Em seguida é realizada uma análise de dados complementares para a análise dos indicadores estruturais. No capítulo seguinte é analisado efetivamente os indicadores estruturais, comparando os grupos de alta e baixa tecnologia e também a análise individual dos setores que formam cada grupo tecnológico. Por fim, resume-se os resultados encontrados no último capítulo. / This dissertation aims to analyze comparatively eight structural indicators of brazilian industries of high and low technology between 1996 and 2011. The eight structural indicators are: margin of operating costs, margin costs of raw materials , labor cost margin, margin production costs, labor productivity, net margin of surplus, profit margin of production and mark-up. To the division of sectors in high or low technology was used the classification proposed by the Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD). For the data analysis was used the Annual Industrial Survey of IBGE. Initially was resumed a brief history of industrial development in Brazil. After is performed a review of similar studies. The next part was an explanation of the methodology used in the research. Then is performed an analysis of additional data for the analysis of structural indicators. The next chapter is effectively analyzed the structural indicators, comparing the groups of high and low technology and also the individual analysis of the sectors that form each technology group. Finally, it summarizes the results in the last chapter.
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Estilos de gestão do conhecimento e inovação em empresas de média e baixa tecnologia

Pavoni, Elóide Teresa January 2009 (has links)
Vários estudos tem enfatizado a importância de uma efetiva gestão do conhecimento na geração de inovações especialmente em se tratando de empresas de alta tecnologia. Mas poucos estudos levam em consideração que a gestão do conhecimento pode ser igualmente efetiva sem adequar-se a um só padrão, ou seja existem vários estilos de gestão do conhecimento que podem estar associados a diferentes níveis de inovatividade. Esta tese tem como principal objetivo investigar a relação entre estilos de gestão do conhecimento e inovatidade em empresas de média e baixa tecnologia. Na construção de um referencial para atender a este objetivo considerou-se a descrição predominante na literatura sobre quatro etapas do processo de gestão do conhecimento: criação, armazenamento, distribuição e aplicação do conhecimento. Para definição dos estilos de gestão do conhecimento partiu-se da tipologia de Choi e Lee (2003) que consideraram a orientação para o conhecimento tácito ou explícito dando origem a quatro estilos: passivo, sistêmico, humano e dinâmico. Uma das contribuições desta tese foi desenvolver um conjunto de indicadores que permitem classificar não só o estilo da gestão de conhecimento como um todo mas também em cada uma das suas etapas. Para determinar o nível de inovatidade das empresas foram considerados dez indicadores sendo na sua maioria de carater qualitativo. As proposições eram de que empresas de estilo passivo estariam associadas a baixo nível de inovatividade, empresas de estilo dinâmico, associadas a alto nível de inovatividade, enquanto que empresas com estilo de gestão do conhecimento de orientação humana ou sistêmica estariam associadas a médios níveis de inovatividade. O método consistiu no estudo de casos de oito empresas, cada uma de um segmento distinto, classificadas pelos critérios da OCDE como de media-alta, média-baixa e baixa tecnologia, e que fazem parte do meio e do final da cadeia produtiva. A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas e dados secundários constantes de documentos e sites. Os resultados indicaram que apenas uma empresa classificada como de estilo passivo teve baixo nível de inovatividade enquanto que outra empresa também de estilo passivo teve nível médio de inovatividade. As duas empresas com mais alto nível de inovatividade tem estilos humano e sistêmico e não dinâmico como previsto. E as empresas de estilo sistêmico tem inovatividade variando de nível médio a alto. Concluiu-se, portanto, que as proposições não se confirmaram pois, não houve relação entre estilo de gestão do conhecimento e inovatividade em empresas de baixa e média tecnologia de diferentes segmentos e posição na cadeia produtiva. Isso indica que cada segmento, de indústrias de média e baixa tecnologia tem de encontrar um estilo de gestão do conhecimento que maximize a inovatividade, que não é necessariamente o estilo dinâmico. É possível que uma empresa tenha um estilo passivo com um nível de inovatividade compatível com as exigências do seu segmento industrial. Novos estudos poderão investigar o estilo de gestão do conhecimento e o nível de inovatividade mais efetivos para cada segmento industrial. / Several studies have emphasized the importance of effective knowledge management in the generation of innovations especially when it comes to high technology companies. But few studies take into account that knowledge management can be effective without adapting to a single standard, that is, there are several styles of knowledge management that may lead to different levels of innovativeness . The main objective of this thesis is to investigate the relationship between styles of knowledge management and innovativeness in medium and low technology enterprises. In building a framework to achieve this goal, we considered the predominant description in the literature which identifies four stages of knowledge management: creation, storage, distribution and application. The definition of the style of knowledge management began with the typology offered by Choi and Lee (2003) who considered that orientation towards explicit or tacit knowledge gave rise to four styles: passive, systemic, human and dynamic. One of the contributions of this thesis was to develop a set of indicators to classify not only the style of knowledge management as a whole but also each of the four stages involved. To determine the level of innovativeness of the firms, ten indicators were considered, most of which are of a qualitative character. The propositions were that passive style firms would be associated with a low level of innovativeness and dynamic style firms associated with the highest level of innovativeness, while firms with a human or systemic style of knowledge management would be associated with average levels of innovativeness. The method consisted of case studies in eight companies, each from a separate segment, classified by the OECD criteria as medium-high, medium-low and low technology, and placed the middle and the end of the productive chain. Data was collected through interviews and secondary data contained in documents and websites. The results indicated that only one firm was classified as a passive style and had low level of innovativeness while another company also had passive style and a medium level of innovativeness. The two firms with the highest levels of innovativeness had human and systemic styles and not dynamic had been as expected. And systemic style firms have innovativeness ranging from medium to high level. We therefore conclude that the propositions were not confirmed since there was no relationship between style of knowledge management and innovativeness in firms with low and medium technology from different segments and positions in the supply chain. This indicates that each segment of medium and low technology industries must find a method of knowledge management that maximizes innovativeness, which is not necessarily the dynamic style. Furthermore, it is possible for an enterprise to have a passive style of knowledge management with a level of innovativeness compatible with the requirements of its industry segment. Other studies may indicate for each industry which style of knowledge management may lead to higher performance in innovativeness.
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Estilos de gestão do conhecimento e inovação em empresas de média e baixa tecnologia

Pavoni, Elóide Teresa January 2009 (has links)
Vários estudos tem enfatizado a importância de uma efetiva gestão do conhecimento na geração de inovações especialmente em se tratando de empresas de alta tecnologia. Mas poucos estudos levam em consideração que a gestão do conhecimento pode ser igualmente efetiva sem adequar-se a um só padrão, ou seja existem vários estilos de gestão do conhecimento que podem estar associados a diferentes níveis de inovatividade. Esta tese tem como principal objetivo investigar a relação entre estilos de gestão do conhecimento e inovatidade em empresas de média e baixa tecnologia. Na construção de um referencial para atender a este objetivo considerou-se a descrição predominante na literatura sobre quatro etapas do processo de gestão do conhecimento: criação, armazenamento, distribuição e aplicação do conhecimento. Para definição dos estilos de gestão do conhecimento partiu-se da tipologia de Choi e Lee (2003) que consideraram a orientação para o conhecimento tácito ou explícito dando origem a quatro estilos: passivo, sistêmico, humano e dinâmico. Uma das contribuições desta tese foi desenvolver um conjunto de indicadores que permitem classificar não só o estilo da gestão de conhecimento como um todo mas também em cada uma das suas etapas. Para determinar o nível de inovatidade das empresas foram considerados dez indicadores sendo na sua maioria de carater qualitativo. As proposições eram de que empresas de estilo passivo estariam associadas a baixo nível de inovatividade, empresas de estilo dinâmico, associadas a alto nível de inovatividade, enquanto que empresas com estilo de gestão do conhecimento de orientação humana ou sistêmica estariam associadas a médios níveis de inovatividade. O método consistiu no estudo de casos de oito empresas, cada uma de um segmento distinto, classificadas pelos critérios da OCDE como de media-alta, média-baixa e baixa tecnologia, e que fazem parte do meio e do final da cadeia produtiva. A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas e dados secundários constantes de documentos e sites. Os resultados indicaram que apenas uma empresa classificada como de estilo passivo teve baixo nível de inovatividade enquanto que outra empresa também de estilo passivo teve nível médio de inovatividade. As duas empresas com mais alto nível de inovatividade tem estilos humano e sistêmico e não dinâmico como previsto. E as empresas de estilo sistêmico tem inovatividade variando de nível médio a alto. Concluiu-se, portanto, que as proposições não se confirmaram pois, não houve relação entre estilo de gestão do conhecimento e inovatividade em empresas de baixa e média tecnologia de diferentes segmentos e posição na cadeia produtiva. Isso indica que cada segmento, de indústrias de média e baixa tecnologia tem de encontrar um estilo de gestão do conhecimento que maximize a inovatividade, que não é necessariamente o estilo dinâmico. É possível que uma empresa tenha um estilo passivo com um nível de inovatividade compatível com as exigências do seu segmento industrial. Novos estudos poderão investigar o estilo de gestão do conhecimento e o nível de inovatividade mais efetivos para cada segmento industrial. / Several studies have emphasized the importance of effective knowledge management in the generation of innovations especially when it comes to high technology companies. But few studies take into account that knowledge management can be effective without adapting to a single standard, that is, there are several styles of knowledge management that may lead to different levels of innovativeness . The main objective of this thesis is to investigate the relationship between styles of knowledge management and innovativeness in medium and low technology enterprises. In building a framework to achieve this goal, we considered the predominant description in the literature which identifies four stages of knowledge management: creation, storage, distribution and application. The definition of the style of knowledge management began with the typology offered by Choi and Lee (2003) who considered that orientation towards explicit or tacit knowledge gave rise to four styles: passive, systemic, human and dynamic. One of the contributions of this thesis was to develop a set of indicators to classify not only the style of knowledge management as a whole but also each of the four stages involved. To determine the level of innovativeness of the firms, ten indicators were considered, most of which are of a qualitative character. The propositions were that passive style firms would be associated with a low level of innovativeness and dynamic style firms associated with the highest level of innovativeness, while firms with a human or systemic style of knowledge management would be associated with average levels of innovativeness. The method consisted of case studies in eight companies, each from a separate segment, classified by the OECD criteria as medium-high, medium-low and low technology, and placed the middle and the end of the productive chain. Data was collected through interviews and secondary data contained in documents and websites. The results indicated that only one firm was classified as a passive style and had low level of innovativeness while another company also had passive style and a medium level of innovativeness. The two firms with the highest levels of innovativeness had human and systemic styles and not dynamic had been as expected. And systemic style firms have innovativeness ranging from medium to high level. We therefore conclude that the propositions were not confirmed since there was no relationship between style of knowledge management and innovativeness in firms with low and medium technology from different segments and positions in the supply chain. This indicates that each segment of medium and low technology industries must find a method of knowledge management that maximizes innovativeness, which is not necessarily the dynamic style. Furthermore, it is possible for an enterprise to have a passive style of knowledge management with a level of innovativeness compatible with the requirements of its industry segment. Other studies may indicate for each industry which style of knowledge management may lead to higher performance in innovativeness.
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Análise comparativa de indicadores industriais das indústrias brasileiras de alta e baixa tecnologia (1996 a 2011)

Schwerz, Luis Felipe January 2014 (has links)
Esta dissertação tem como objetivo analisar comparativamente oito indicadores estruturais das indústrias brasileiras de alta e baixa tecnologia entre 1996 e 2011. Os oito indicadores estruturais são: margem de custos de operação, margem de custos de matérias-primas, margem de custos de trabalho, margem de custos de produção, produtividade do trabalho, margem líquida de excedente, margem de lucro da produção e mark-up. Para a divisão dos setores em alta ou baixa tecnologia foi utilizada a classificação proposta pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para os dados da análise foi utilizada a Pesquisa Industrial Anual do IBGE. Inicialmente é retomado um breve histórico da evolução industrial no Brasil. Após é feita uma análise de estudos semelhantes. Na parte seguinte é feita uma explicação da metodologia utilizada na pesquisa. Em seguida é realizada uma análise de dados complementares para a análise dos indicadores estruturais. No capítulo seguinte é analisado efetivamente os indicadores estruturais, comparando os grupos de alta e baixa tecnologia e também a análise individual dos setores que formam cada grupo tecnológico. Por fim, resume-se os resultados encontrados no último capítulo. / This dissertation aims to analyze comparatively eight structural indicators of brazilian industries of high and low technology between 1996 and 2011. The eight structural indicators are: margin of operating costs, margin costs of raw materials , labor cost margin, margin production costs, labor productivity, net margin of surplus, profit margin of production and mark-up. To the division of sectors in high or low technology was used the classification proposed by the Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD). For the data analysis was used the Annual Industrial Survey of IBGE. Initially was resumed a brief history of industrial development in Brazil. After is performed a review of similar studies. The next part was an explanation of the methodology used in the research. Then is performed an analysis of additional data for the analysis of structural indicators. The next chapter is effectively analyzed the structural indicators, comparing the groups of high and low technology and also the individual analysis of the sectors that form each technology group. Finally, it summarizes the results in the last chapter.
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Os serviços intensivos em conhecimento: um modelo de prestação de serviços aplicado no âmbito de serviços de baixa tecnologia

Costa, Regina Maria da 21 July 2017 (has links)
Submitted by JOSIANE SANTOS DE OLIVEIRA (josianeso) on 2017-10-26T12:33:11Z No. of bitstreams: 1 Regina Maria da Costa_.pdf: 1669169 bytes, checksum: e0821ceb9cb94eb1c1a1f8327142c5f7 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-10-26T12:33:11Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Regina Maria da Costa_.pdf: 1669169 bytes, checksum: e0821ceb9cb94eb1c1a1f8327142c5f7 (MD5) Previous issue date: 2017-07-21 / Nenhuma / Esta pesquisa buscou descrever como está estruturado o processo de prestação de serviços intensivos em conhecimento em um contexto no qual os prestadores utilizam baixa tecnologia e baixo clockspeed, tendo como referência o modelo teórico aplicado em empresas de alta tecnologia e alto clockspeed. As bases teóricas que subsidiaram a pesquisa foram: Serviços, Gestão de operações de serviços, Knowledge Intensive Business Services (KIBS), Modelo teórico do processo de prestação de serviços em KIBS e Formas de Avaliação da Qualidade em Operações de Serviços. A abordagem de pesquisa empregada foi qualitativa de caráter exploratório-descritivo, por meio do estudo de casos múltiplos. A coleta de dados ocorreu por meio de dois roteiros de entrevistas semiestruturadas, as quais fazem parte do modelo teórico processual de prestação de serviços. Um roteiro foi direcionado aos prestadores de serviços dos cursos de Administração, Agronomia e Ciências Contábeis, vinculados à Universidade Estadual do Mato Grosso (UNEMAT), campus de Tangará da Serra, instituição pública de ensino, intensiva em conhecimento. Com o outro roteiro, foram entrevistados empresários (produtores rurais) da Agricultura Familiar e uma representante de uma associação de mulheres produtoras rurais. Ainda, utilizou-se um instrumento complementar como recurso para avaliação do desempenho dos prestadores na percepção dos clientes. A apreciação dos dados ocorreu por meio da técnica de análise de conteúdo, que permitiu, em um primeiro momento, explorar as sete fases do modelo teórico de referência. Em um segundo momento, foi concretizada a análise cruzada entre os casos, dessa forma, permitindo evidenciar as informações semelhantes e/ou que se repetem nas diferentes entrevistas, bem como a identificação de situações específicas do contexto pesquisado. Atualmente, os serviços prestados pela universidade à sociedade são os seguintes: ensino, pesquisa e extensão. Entretanto, a maior concentração de esforços é direcionada ao ensino (B2C), ficando o serviço prestado designado às organizações (B2B), por meio dos projetos de extensão como complemento da atividade-fim. Os resultados mostraram que a ênfase dada pelos prestadores da UNEMAT e seus respectivos clientes em cada etapa do processo de prestação de serviço é diferente da perspectiva de um profissional/cliente de serviço tradicional, pois o objetivo final é o retorno financeiro. No entanto, os clientes reconheceram a qualidade do serviço recebido por meio dos produtos e serviços gerados. Como contribuições teóricas desta pesquisa (i) sugere a alteração da fase de provimentos de insumos para provimentos e alocação de recursos; (ii) na fase VII que aborda o relacionamento prestador x cliente que objetiva levantar os fatores que impactam no relacionamento pós entrega, compreende que essa fase está intrínseca em todas as demais fases do modelo e não somente pós entrega do serviço. E (iii) com a elaboração do instrumento complementar direcionado a clientes contribui significativamente com a fase VI controle e avaliação dos resultados do serviço do modelo teórico de referência. Este estudo proporcionou avanços nas discussões teóricas no campo das Organizações e Competitividade, em especial, na temática KIBS, subsidiando diversos pesquisadores no entendimento dos conceitos e na importância de estruturação das etapas do processo de prestação de serviços. A descrição do modelo, nos dois contextos, permitirá futuras comparações e análises relevantes ao campo teórico. / The main goal of this study was to describe the structure of an intensive knowledge transferring business provided by low technology and low clock speed suppliers. The background information used to support this study was obtained from “Service operations management”, Knowledge Intensive Business Services (KIBS), “Theoretical model of the service delivery process in KIBS” and “Forms of Quality Evaluation in Service Operations”. The analytical method employed in this study was qualitative, with a descriptive-exploratory bias, based on multiple cases. Data were collected using two semi-structured interview forms based on the service provider theoretical model. One of the forms was given to the service providers of the Administration, Agronomy and Accounting undergraduate courses of Mato Grosso State University (UNEMAT), in Tangará da Serra, a knowledge-intensive public institution. The second form was directed to farmers (family-based agriculture), businessmen and one representative of the female farmers association. A complementary instrument was also used as a resource for the performance evaluation of the providers under the costumers view. Data were analyzed through the content analysis technique, which allowed, at the beginning, to explore the seven phases of the reference theoretical model. After that, a cross analysis made possible to identify similar information and/or the identification of repeated information on the different forms, as well as the identification of specific situations of the study. Nowadays, the services provided by the university to the society are as follows: teaching, research and extension. However, the major efforts are directed towards teaching (B2C), being the provided service attributed to the organizations (B2B), by the means of extension projects, as a complement of the end-activity. The results showed that the emphasis used by the providers from UNEMAT and their respective clients for each stage of the service provided might differ from the perspective of a professional/client of traditional service, because the final objective is the financial benefit. However, the clients recognize the quality of the service provided, by the products or services created. As theoretical contributions of this research (i) suggests the alteration of the phase of supply of inputs for appointments and allocation of resources; (Ii) in phase VII that addresses the provider-customer relationship that aims to raise the factors that impact on the post-delivery relationship, understands that this phase is intrinsic in all other phases of the model and not only after service delivery. And (iii) with the elaboration of the complementary instrument directed to customers, it contributes significantly to the phase VI control and evaluation of the results of the service of the reference theoretical model. This study advanced theoretical discussions on Organizations and Competitiveness, especially on KIBS, helping several researchers to understand the concepts and importance of the organization of the several steps of the service providing process. The description of the model under the two contexts used in this study will allow future comparisons and relevant theoretical analysis.
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Introductory Guide to Assistive Technology for Educators

Lehrman, Eliana Rose January 2017 (has links)
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