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Estudo de validade e reprodutibilidade do índice Manchester de incapacidade associada ao pé doloroso no idoso / Validity and reproducibility study of the Manchester foot pain associated disability index in older people

Ferrari, Sabrina Canhada [UNIFESP] January 2006 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-06T23:44:43Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2006 / Objetivo: Traduzir, adaptar e estudar as propriedades das medidas - consistência interna, reprodutibilidade e validade do “Índice Manchester de Incapacidade Associada ao Pé Doloroso” (MFPDI) para a língua portuguesa.Métodos: O MFPDI foi traduzido e adaptado culturalmente para a população brasileira de acordo com a metodologia internacional aceita. Para avaliação da reprodutibilidade, os pacientes foram entrevistados duas vezes, na primeira avaliação (entrevistadores 1 e 2) e novamente dentro de um período de 15 dias entrevistador 1). Foram colhidas medidas sócio-demográficas e morfológicas, foi aplicado o MFPDI e a escala analógica visual (EVA) em 50 pacientes com dor no pé e posteriormente acrescidos mais 35 pacientes para a realização da análise do componente principal. Resultados: Usando o MFPDI foi possível observar que a população ambulatorial entrevistada apresentou incapacidade, pois a maioria dos pacientes respondeu “sim, na maioria dos dias/ todos os dias”, mas ainda eram independentes. A consistência interna foi alta (Alfa de Cronbach = 0,80). A análise dos componentes principais revelou uma estrutura de cinco componentes que foram divididos: o componente de incapacidade foi representado entre o primeiro (itens 1-3,5,7-9 Alfa de Cronbach = 0,76) e o terceiro componente (itens 3, 4 e 6; Alfa de Cronbach = 0,609), o componente de dor foi representado pelo segundo (itens 14, 15 e 17; Alfa de Cronbach = 0,643) e o quinto componente (itens 10 e 16; α = 0,587) e o relacionado a preocupação sendo o quarto componente (itens 11-13; Alfa de Cronbach = 0,581). Conclusão: Os resultados são indicativos de que MFPDI traduzido, adaptado e validado para a língua portuguesa pode ser aplicado na população idosa com dor no pé incapacitante. / Objective: To study the properties of parameters concerning internal consistency, reproducibility and validity of the "Manchester Foot-Pain Disability Index" (MFPDI), as well as to adapt and translate them into the portuguese language. Methods: The questionnaire was translated into Portuguese, translated back into English, and cross-culturally adapted to the Brazilian environment according internationally recommended methods. To evaluate reliability, patients were interviewed twice at baseline (interviewers 1 and 2) and within a period of 15 days (interviewer 1). Sócio-demographic and morphologic measures were colllected, the MFPDI was applied, as well as the visual analogic scale (VAS), to fifty patients suffering from foot pain, for a reproducibility and validity study. Later, data from another 35 patients were added for analysis of the main components. Results: The use of MFPDI made it possible to notice that the interviewed day-clinic population suffered from some disability, as most of the patients answered "yes, on most of the days/ every day", though they were still independent. The internal consistency was high (Cronbach alpha = 0.80). Analysis of the main components revealed a structure by five components, divided: the disability component was represented between the first (items 1- 3,5,7-9, Cronbach Alpha = 0.76) and the third component (items 3, 4 and 6, Cronbach Alpha = 0.609); the pain component, was represented by the second (items 14, 15, and 17, Cronbach Alpha = 0.643) and the fifth component (items 10 and 16, Cronbach Alpha = 0.587); and the component concerning worry represented by the fourth (items 11-13, Cronbach Alpha = 0.581). Conclusion: The results indicate that the MFPDI, adapted, validated and translated into the Portuguese language can be applied to the aged population suffering from disabling foot pain. / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Estudo farmacológico da fração hexânica de Lonchocarpus sericeus (Poir) Kunth e seus constituintes químicos, lonchocarpina e derricina / Pharmacologic study of the hexane fraction from Lonchocarpus sericeus (Poir) Kunth and from their chemical constituents, lonchocarpin and derricin

Fontenele, Juvenia Bezerra January 2004 (has links)
FONTENELE, Juvenia Bezerra. Estudo farmacológico da fração hexânica de lonchocarpus sericeus (Poir.) e seus constituintes químicos, lonchocarpina e derricina. 2004. 291 f. Tese (Doutorado em Farmacologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2004. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-06-13T16:19:40Z No. of bitstreams: 1 2004_tese_jbfontenele.pdf: 1621158 bytes, checksum: 0666e1bee4c9b13efe9710eb4a804e23 (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2012-06-13T16:51:57Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2004_tese_jbfontenele.pdf: 1621158 bytes, checksum: 0666e1bee4c9b13efe9710eb4a804e23 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-06-13T16:51:57Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2004_tese_jbfontenele.pdf: 1621158 bytes, checksum: 0666e1bee4c9b13efe9710eb4a804e23 (MD5) Previous issue date: 2004 / The Lonchocarpus genus is well known and much studied though there is no record on scientific publications about the pharmacological properties of the species Lonchocarpus sericeus (Poir.) Kunth, (Leguminosae Papilionaceae). Chemical research determined that the hexanic fraction from root bark of L. sericeus (FLS) is rich in two chalcones: lonchocarpin (LCC) and dericin (DRC). This work’s purpose was to investigate the toxical effects and the pharmacological actions of FLS and its chalcones LCC e DRC. The LD50 of FLS in mice was 781,5 mg/kg, p.o. and 446,2 mg/kg, i.p. FLS and DRC showed concentration-dependent inhibition on the development of the sea urchin Lytechinus variegatus eggs. Additionaly, FLS, LCC and DRC showed cytotoxic activity on human lymphocytic leukemia cells. Sistemically administered FLS demonstrated anti-edematogenic activity on carragenan (Cg)- and yeast-induced rat paw edema models, but did not show any effect on dextran- or bradikinin-induced rat paw edema models. The FLS effect on Cg model was not modified by treatment with indomethacin or L-NAME what implies that it seems not to affect COX or NO pathways. Notwithstanding, this FLS effect was indeed potentiated by pentoxifylline (PTX) suggesting a possible phosphodiesterase (PDE) or TNF-alfa like cytokines inhibition. Even though FLS significantly inhibited the Cg-induced neutrophil migration on peritoneal cavity of rats, it showed a even stronger inhibitory effect upon fMLP-induced neutrophil migration on peritoneal cavity. This demonstrates that FLS, besides blocking the synthesis or liberation of inflammation mediators such as PG, LT and cytokines can also block one of the migration steps or maybe some of the adhesion molecules involved. FLS also reduced tissue damage induced by acetic acid in rats, demonstrated by its ability to inhibit myeloperoxidase (MPO) activity. However, FLS was not capable of blocking cotton pellet induced granulation tissue formation, which is dependet on PG. FLS antinociceptive activity was observed in experimental pain models, such as the acetic acid-induced abdominal contractions and formalin test, both in mice. Nevertheless, FLS did not modify nociceptive response to thermic stimuli in the hot plate model. FLS antinociceptive effect does not depend on opioid or NO release, and equally is independent from adrenergic activity, though it seems to involve PDE and/or TNF-alfa and other cytokines inhibition. Anti-platelet activity of FLS, LCC and DRC was also studied and all of them showed in vitro platelet aggregation inhibition in platelet-rich human plasma, upon ADP, collagen, thrombin, arachidonic acid or adrenalin agonist addition. FLS, LCC and DRC anti-platelet effect was potentiated by PTX, a PDE inhibitor, but not by L-arginine or aspirin. In conclusion, FLS possess cytotoxic, anti-inflammatory, analgesic and anti-platelet activities. These effects seem to be mediated by the chalcones LCC e DRC, present in FLS. / O gênero Lonchocarpus é bastante conhecido e amplamente estudado, porém não há registros na literatura científica dos usos farmacológicos da espécie Lonchocarpus sericeus (Poir.) Kunth, (Leguminosae Papilionaceae). Estudos químicos demonstraram que a fração hexânica das cascas das raízes de L. sericeus (FLS) é rica nas chalconas: lonchocarpina (LCC) e derricina (DRC). O objetivo deste trabalho foi investigar os efeitos tóxicos e as ações farmacológicas da FLS e de sua chalconas LCC e DRC. A DL50 para FLS em camundongos foi de 781,5 mg/kg por v.o. e 446,2 mg/kg, por via i.p. A FLS e a DRC mostraram efeito inibitório concentração-dependente sobre o desenvolvimento embrionário de ovos de ouriço-do-mar Lytechinus variegatus. A FLS, LCC e DRC apresentaram ainda atividade citotóxica sobre células de leucemia linfocítica de origem humana. A FLS, administrada por via sistêmica, apresentou atividade antiedematogênica nos modelos de edema de pata induzidos por carragenina (Cg) e levedura de cerveja, mas não sobre aqueles induzidos por dextrano ou bradicinina. O efeito da FLS no edema por Cg não foi modificado pela associação com a indometacina ou L-NAME, mostrando que a mesma parece não interferir com a via da COX ou do sistema NO. Entretanto, este efeito da FLS foi potencializado pela pentoxifilina (PTX) evidenciando uma possível inibição da FDE e/ou da síntese de citocinas inflamatórias como o TNF-alfa. Apesar de ter inibido significativamente a migração de neutrófilos na cavidade peritoneal de ratos induzida por Cg, a FLS apresentou um efeito inibitório bem maior sobre àquela induzida por fMLP, demonstrando que a mesma além de bloquear a síntese e/ou liberação de mediadores inflamatórios como PGs, LTs e citocinas, pode também bloquear uma das etapas da migração ou ainda, inibir alguma das molécula de adesão envolvidas neste processo. A FLS também reduziu o dano tissular induzido por ácido acético em ratos, evidenciado através de seu efeito inibitório sobre a atividade da MPO. Entretanto, a mesma não foi capaz de suprimir a formação do tecido de granulação, induzida por pellet de algodão, onde as PGs desempenham um papel essencial. A atividade antinociceptiva da FLS também foi observada em modelos experimentais de dor como teste das contorções abdominais induzidas pelo ácido acético e teste da formalina, em camundongos. Todavia, a FLS não modificou a resposta nociceptiva ao estímulo térmico no teste da placa quente. Este efeito antinociceptivo da FLS independe do sistema opióide e da via do NO, e também não envolve a participação do componente adrénergico, porém além de outros mecanismos, a inibição da FDE e/ou da síntese de citocinas como TNF-alfa parecem exercer um papel importante na antinocicepção da FLS. A atividade antiagregante plaquetára da FLS, LCC e DRC também foi estudada e os resultados demonstraram que as mesmas possuem efeito inibitório da agregação in vitro em plasma humano rico em plaquetas, frente aos agonistas ADP, colágeno, trombina, ácido araquidônico e adrenalina. O efeito antiagregante plaquetário da FLS, LCC e DRC foi potencializado pela PTX, um inibidor da fosfodiesterase de AMPc, mas não pela L-arginina ou pelo ácido acetilsalicílico. Desta forma, a FLS possui atividade citotóxica, antiinflamatória, analgésica e antiagregante plaquetária. Estes efeitos parecem ser mediados pelas chalconas LCC e DRC, presentes na FLS.
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Avaliação do efeito antiflamatório e antinociceptivo do α- e ß-amirina, em modelo de doença periodontal e nocicepção orofacial em ratos / Evaluation of yhe antinociceptive and anti-inflammatory effect of α- e ß-Amirina in a model of disease peridontal and nocicepcion orofacial in rats

Pinto, Sergio Araújo Holanda January 2008 (has links)
PINTO, Sérgio Araújo Holanda. Avaliação do efeito antiinflamatório e antinociceptivo do a e ß- amirina, em modelo de doênça periodontal e nocicepção orofacial em ratos. 2008. 121 f. Tese (Doutorado) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, Fortaleza, 2008. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2011-10-06T16:11:18Z No. of bitstreams: 1 2008_tese_pinto.pdf: 5865638 bytes, checksum: 1d16ffba1f92644e7e21a88431eb69f7 (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2011-10-07T16:40:43Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2008_tese_pinto.pdf: 5865638 bytes, checksum: 1d16ffba1f92644e7e21a88431eb69f7 (MD5) / Made available in DSpace on 2011-10-07T16:40:43Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2008_tese_pinto.pdf: 5865638 bytes, checksum: 1d16ffba1f92644e7e21a88431eb69f7 (MD5) Previous issue date: 2008 / This study evaluated the triterpene pentaclycle α- ß-amyrin anti-inflammatory potential on the stages of periodontitis, acute and chronic, in rats. The periodontitis was induced through ligature placement around the second left upper molar. Rats (n=8) were treated with α, β-amyrin (5 and 10 mg/kg, v.o). Sham-operated and positive-controls (lumiracoxibe 20 mg/kg, v.o. and dexametasone, 1 mg/kg, i.p.) were included. The TNF-alfa levels in the plasma were evaluated and gingival tissues analyzed for myeloperoxidase (MPO) and thiobarbituric acid-reactive substances (TBARS). Both α, β-amyrin and dexametasone decreased the levels of TNF-alfa, MPO and TBARS. In chronic stage, the animals were observed and treated for a period of 11 days, in which the rats received the same drugs and were evaluated regarding their body mass variation and bone loss index, besides, were submitted to histopathological study of bone and gingival tissues. In the evaluation of the body mass variation, α, β-Amyrin and lumiracoxibe caused an increase in the weight gain, while a decrease occurred in rats treated with dexametasone when compared with the normal group (p<0.05). In relation to bone loss index, it was observed that α, β-Amyrin 5 mg/kg did not prevent bone loss, whereas a concentration of 10 mg/kg displayed an increase in bone loss; this increase also was perceived in the positive controls, lumiracoxibe and dexametasone, in relation to the sham-operated rats group (p<0.01). In conclusion, α, β-amyrin modulates acute phase periodontal inflammation and presents anti-inflammatory activity in both acute and chronic phases, but do not have the capacity to prevent bone loss. In parallel to this study, we also investigated the α, β-amyrin effect in model of orofacial pain induced in rats by formalin and capsaicin. The animals were pre-treated with α, β-amyrin (10, 30, and 100 mg/kg, i.p.), or vehicle (Tween 80, 3%), and than received either formalin (20 μl, 1.5%) or capsaicin (20 µl, 1.5 μg) injection into the vibrissa central right side. After data analysis, it was concluded that α, β-amyrin exerts antinociception effect in experimental model of orofacial pain. / Este estudo avaliou o potencial antiinflamatório do triterpeno α, β-amirina sobre a periodontite nas fases aguda e crônica, em ratos. A periodontite foi induzida pela colocação de ligadura ao redor do 2º molar superior esquerdo. Ratos (n=8) foram pré-tratados com α, β-amirina (5 e 10 mg/kg,v.o). Falso-operados e controles positivos (lumiracoxibe, 20 mg/kg,v.o.e dexametasona, 1 mg/kg, i.p.) foram incluídos. Na fase aguda, os níveis do fator de necrose tumoral (TNF)-alfa no plasma foram medidos e o tecido gengival foi analisado para mieloperoxidase (MPO) e substâncias tiobarbitúricas ácido-reativas (TBARS). Tanto α, β-amirina, como dexametasona, diminuiu os níveis de TNF-alfa, MPO e TBARS. Já na fase crônica, após a indução da doença, os animais foram acompanhados e tratados durante 11 dias, avaliando-se, em seguida, o efeito das drogas na variação de massa corpórea e no índice de perda óssea, além de estudo histopatológico do tecido ósseo e da gengiva. Na avaliação da variação da massa corpórea, observou-se que, com α, β-amirina e com lumiracoxibe ocorreu aumento no ganho de peso na massa corpórea, ao passo que, com a dexametasona, ocorreu diminuição, quando comparados com o grupo normal (p<0,05). Em relação ao índice de perda óssea, observou-se que α, β-amirina 5 mg/kg não preveniu a perda óssea, não causando, no entanto, aumento, o que ocorreu na concentração de 10 mg/kg e nos controles positivos, lumiracoxibe e dexametasona, quando comparados ao grupo falso-operado (p<0,01). Estes resultados permitem concluir que α, β-amirina modulou a inflamação periodontal na fase aguda e demonstrou atividade antiinflamatória na periodontite nas fases aguda e crônica, mas não mostrou capacidade para prevenir a perda óssea. Paralelamente a este estudo, investigou-se, também, o efeito da α, β-amirina em modelo de nocicepção orofacial induzida em ratos por formalina e capsaicina. Os animais foram pré-tratados com α, β-amirina (10, 30 e 100 mg/kg, i.p.) ou veículo (Tween 80, 3%), recebendo, em seguida, injeção de formalina (1,5 %,20 μl) ou capsaicina (20 µl, 1,5 μg) na parte central da vibrissa direita. Após a análise dos dados, concluiu-se que a α, β-amirina exerceu atividade antinociceptiva no modelo de nocicepção orofacial induzida por capsaicina e formalina.
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Avaliação das atividades antiinflamatória e antinociceptiva do acetato de lupeol isolado de Himatanthus drasticus (MART.) Plumel : Apocynaceae (Janaguba) / Evaluation of antiinflammatory and antinociceptive activities of Lupeol Acetate isolated from Himatanthus drasticus (Mart.) Plumel : Apocynaceae (janaguba)

Lucetti, Daniel Luna January 2010 (has links)
LUCETTI, Daniel Luna. Avaliação das atividades antiinflamatória e antinociceptiva do acetato de lupeol isolado de Himatanthus drasticus (MART.) Plumel-Apocynaceae (Janaguba). 2010. 98 f. Dissertação (Mestrado em Farmacologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2010. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2013-07-15T12:19:32Z No. of bitstreams: 1 2010_dis_dllucetti.pdf: 2129872 bytes, checksum: a70057f646c952fe00b8644c5c86a87e (MD5) / Approved for entry into archive by Erika Fernandes(erikaleitefernandes@gmail.com) on 2013-07-16T14:18:28Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2010_dis_dllucetti.pdf: 2129872 bytes, checksum: a70057f646c952fe00b8644c5c86a87e (MD5) / Made available in DSpace on 2013-07-16T14:18:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2010_dis_dllucetti.pdf: 2129872 bytes, checksum: a70057f646c952fe00b8644c5c86a87e (MD5) Previous issue date: 2010 / The lupeol acetate (FAL), isolated from the latex extracted of the stem of Himatanthus drasticus (APOCYNCEAE) is chemically classified as a pentacyclic triterpene belonging to the lupane class, was evaluated in nociception and inflammation models. In the writhing test induced by acetic acid (10 ml/kg, i.p.) in mice, FAL (50 and 100 mg/kg, i.p.) significantly reduced the number of writhing in 56 and 61%, respectively, and indomethacin (10 mg/kg, i.p.) reduced by 66%. In the formalin test, FAL (25 and 50 mg/kg, i.p.) significantly reduced the time spent by the animal licking the paw, both in the initial phase (21 and 46.5%, respectively) and in the late phase (57 , 6, and 61.3%, respectively) and morphine (7.5 mg/kg, i.p.) reduced by 62 and 91%, respectively. Pretreatment with naloxone (2 mg/kg, i.p.) significantly reversed the effects of FAL and morphine in both the early and in late phase in formalin test. In the carrageenan induced paw oedema, FAL (10, 25 and 50 mg/kg, i.p.) reduced in significant way the oedema volume in the 1st, 2nd and 3rd hour after carrageenan application (1%, 50μl, s.p.). Histopathologic analysis of mice paw tissue subjected to carrageenan, showed significant reductions in oedema and cellular infiltration. In the immunohistochemical staining in mice paw tissue subjected to carrageenan stimulus, the FAL (50mg/kg, i.p.) induced a slight reduction in the expression of TNF-α, but caused a significant reduction of tissue iNOS levels. In the dextran induced paw oedema, FAL (12.5 and 25 mg/kg, i.p.) significantly reduced the oedema volume in the 2nd and 3rd hour after dextran application (12%, 50μl, s.p.). In carrageenan-induced peritonitis, FAL (1, 10 and 20 mg/kg, i.p.) significantly reduced the number of leukocytes at 56, 80 and 92%, respectively. Pentoxifylline (1 and 25mg/kg, i.p.) inhibited by 39 and 68%, respectively, the number of leukocytes. In the myeloperoxidase (MPO) enzyme inhibition test, FAL (10, 25, 50 and 100 μg/ml) reduced the activity of MPO at 36, 80, 79 and 74%, respectively. The FAL showed no antioxidant activity in DPPH test. Together, these data reveal that the FAL has antinociceptive activity, which can be explained by its ability in mimicking the endogenous opioids effects, and antiinflammatory, explained by TNF-α and iNOS expression decreased, as well as by the myeloperoxidase activity decreasing, resulting in inhibition of leukocyte migration to the focus of inflammation. / O Acetato de lupeol (FAL), isolado do látex extraído do caule de Himatanthus drasticus (APOCYNCEAE), é quimicamente classificado como sendo um triterpeno pentacíclico pertencente à classe do lupano, foi avaliado em modelos de nocicepção e inflamação. No teste das contorções abdominais induzidas por ácido acético (10 ml/kg, i.p.) em camundongos, a FAL (50 e 100 mg/kg, i.p.) reduziu de forma significativa o número de contorções abdominais em 56 e 61%, respectivamente, e a indometacina (10 mg/kg, i.p.) reduziu em 66%. No teste da formalina, a FAL (25 e 50 mg/kg, i.p.) reduziu de forma significativa o tempo gasto pelo animal lambendo a pata, tanto na fase inicial (21 e 46,5%, respectivamente) quanto na fase tardia (57,6 e 61,3%, respectivamente) e a morfina (7,5 mg/kg, i.p.) reduziu em 62 e 91%, respectivamente. O pré-tratamento com Naloxona (2 mg/kg, i.p) reverteu de modo significativo, os efeitos da FAL e da morfina tanto na fase inicial quanto na tardia do teste da formalina. No edema de pata induzido por carragenina, a FAL (10, 25 e 50 mg/kg,i.p.) reduziu de modo significativo, o volume do edema na 1ª, 2ª e 3ª hora após a aplicação da carragenina (1%, 50μl, s.p.). Análise histopatológica do tecido de pata de camundongo submetido à carragenina, demonstrou reduções significativas no edema e do infiltrado celular. Na marcação imunohistoquímica, em tecido de pata de camundongo submetida ao estímulo da carragenina, a FAL (50mg/kg, i.p.) promoveu uma discreta redução na expressão de TNF- α, porém causou uma significante redução dos níveis de iNOS teciduais. No edema de pata induzido por dextrano, a FAL (12,5 e 25 mg/kg, i.p.) reduziu de modo significativo, o volume do edema na 2ª e 3ª hora após a aplicação de dextrano (12%, 50μl, s.p.). Na peritonite induzida por carragenina, a FAL (1, 10 e 20 mg/kg, i.p.) diminuiu de forma significativa, o número de leucócitos em 56, 80 e 92%, respectivamente. A Pentoxifilina (1 e 25mg/kg, i.p.) inibiu em 39 e 68%, respectivamente o número de leucócitos. No teste da inibição da atividade da enzima mieloperoxidase (MPO), a FAL (10, 25, 50 e 100 μg/ml) reduziu a atividade da MPO em 36, 80, 79 e 74 %, respectivamente. A FAL não demonstrou atividade antioxidante no teste do DPPH. Em conjunto, esses dados revelam que a FAL apresenta atividade antinociceptiva, que pode ser explicada pela habilidade deste composto em mimetizar efeitos de opióides endógenos, e antiinflamatória, explicada pela diminuição da expressão de TNF-α e iNOS, bem como pela diminuição da atividades da mieloperoxidase, resultando na inibição da migração de leucocitária para o foco da inflamação.
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Estudo dos efeitos de manipulações farmacológicas em ratos de 21 dias submetidos a um modelo de dor pós-cirúrgica

Dantas, Giovana January 2007 (has links)
Neonatos, bebês e crianças são freqüentemente expostos a estímulos nocivos repetidos, incluindo vacinações e cirurgias. Tem sido relatado que pacientes submetidos a cirurgias no início da vida apresentam mais dor pós-operatória quando estão na faixa etária entre 7 e 13 anos, em comparação com crianças submetidas a cirurgias na mesma faixa etária, mas que não foram operadas quando bebês. Foi demonstrado que bebês que foram operados até os três meses de idade e que sofreram cirurgia subseqüente no mesmo dermátomo até os três anos de idade precisaram de mais fentanil itnraoperatório, mais morfina no pós-operatório e tiveram maior concentração de norepinefrina plasmática que crianças da mesma idade que estavam sendo operadas pela primeira vez. O grupo de Brennan desenvolveu um modelo de dor pós-operatória em roedores que consiste na realização de incisão na face plantar do membro posterior sob anestesia geral com halotano. Nesse modelo foi demonstrada hiperalgesia mecânica, que persistiu por vários dias, sendo essa uma das similaridades com o estado pós-operatório em seres humanos. Trabalhos posteriores mostraram liberação de aminoácidos excitatórios, ativação das células do corno dorsal e sensibilização central, e redução do comportamento de dor por injeção intratecal de antagonista não-NMDA. Observou-se que as fibras Aδ e C continuavam sensibilizadas um dia após a incisão, contribuindo para a hiperalgesia mecânica e para a amplificação da resposta central. A morfina inibiu os comportamentos de dor, tanto administrada subcutaneamente quanto via intratecal. Assim, sugere-se que esse seja um excelente modelo de estudo de dor pós-operatória, bem como de sua modulação. Essa tese teve como objetivo realizar estudos sobre modulação da dor, analgesia pós-operatórias resposta inflamatória e nova exposição à cirurgia em modelo animal, utilizando ratos 21 dias de idade. Pela facilidade técnica e resultados prévios, foi selecionado e adaptado o modelo descrito por Brennan e colaboradores (Brennan et al., 1996). Observou-se aumento de TFL 30 minutos após a cirurgia em ratos de 21 dias de idade, sugerindo recrutamento de sistemas moduladores da dor. Esse aumento foi totalmente revertido por picrotoxina e parcialmente revertido por naloxona, evidenciando papéis gabaérgico e opióide na modulação da dor pós-operatória. Houve também aumento da duração da analgesia da morfina, sugerindo somatório de efeitos: do analgésico exógeno e dos neurotransmissores liberados. A administração de morfina por 7 dias produziu tolerância, independentemente da cirurgia. Houve diminuição da duração do efeito da morfina quando administrada 60 dias após a cirurgia, sugerindo conseqüências de longa duração decorrentes da cirurgia. Além disso, observou-se que, 30 min após a cirurgia, os animais realizaram menos cruzamentos em campo aberto sendo esse efeito independente da anestesia e da ansiedade, o que foi interpretado como hiperalgesia mecânica. Houve também exacerbação da resposta inflamatória à formalina, na pata contra-lateral, 3 dias após a cirurgia sugerindo sensibilização sistêmica desses animais. Quando expostos à segunda cirurgia, aos 45 dias de idade, os animais não apresentaram aumento de TFL verificado na primeira cirurgia aos 21 dias, sugerindo novamente sugerindo conseqüências de longa duração decorrentes da cirurgia. Não houve diferença quanto ao número de cruzamentos realizados em campo aberto por animais exposto a segunda cirurgia em relação animais da mesma idade exposto pela primeira vez. Esses resultados sugerem que animais de 21 dias submetidos à cirurgia apresentam conseqüências de longa duração no que se refere nocicepção posterior. / Neonates, infants and children are often exposed to repetitive noxious stimuli including vaccinations and surgeries. It has been described that patients submitted to surgery early in life show more postoperative pain at age between 7 and 13 years when compared with children at the same age submitted to surgery for the first time. It was shown that babies submitted to surgery until 3 months of age and to a subsequent surgery at the same dermatome until 3 years of age needed more fentanyl intraoperative and morphine postoperative, and showed more plasmatic norepinephrine than children at the same age suffering surgery for the first time. Brennan and col. (1996) developed a postoperative pain model to rodents which consists in hind paw plantar incision under halothane general anesthesia. It was described in this model mechanic hiperalgesia, which is one of the similarities with postoperative state in humans. Other works in same model showed release of excitatory amino acids, dorsal horn cells activation and central sensitization, and reduction of pain behavior after itrathecal injection of non-NMDA antagonist. It was observed that Aδ and C fibers continued sensitized one day after incision contributing to mechanical hiperalgesia and amplification of central responses. Subcutaneous or intrathecal morphine inhibited pain behaviors in this model. Thus, it suggests that this is a good model to study postoperative pain and its modulation. The objectives of this thesis were to carry out studies about pain modulation, postoperative analgesia, inflammatory response and new exposition to surgery in 21-days old rats.Because of the facility of the model and previous results, it was chosen and adapted the model of Brennan (Brennan et al, 1996). It was observed an increase in TFL 30 min after surgery in 21-days old rats, suggesting recruiting of modulation systems. This increase was totally reverted by picrotoxine and partially reverted by naloxone, showing the gabaergic and opioid roles in postoperative pain modulation. There was an increase in duration of morphine analgesia, suggesting a summation of effects: from exogenous analgesic and neurotransmitters release. Morphine administration for 7 days produced tolerance and this does not depend on surgery. There was a decrease in duration of morphine effect when administered 60 days after surgery, suggesting surgery long-term effects. Beyond this, it was observed that 30 min after surgery, animals performed less crossing in open field and this effect does not depend on anesthesia and anxiety, which was interpreted as mechanical hyperalgesia. There was also exacerbation of inflammatory response to formalin, in contralateral hind paw, 3 days after surgery, suggesting systemic sensitization of these animals. When exposed to second surgery, at 45-days of age, animals did not show the increase in TFL that was observed in first surgery, suggesting, once more, surgery long-term effects. There was not difference number of crossings performed between animals submitted to second surgery at 45-days of age and animals at the same age submitted to surgery for the first time. These results suggest that 21-days old rats submitted to surgery display long-term consequences in later nociception.
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Estudo dos efeitos de manipulações farmacológicas em ratos de 21 dias submetidos a um modelo de dor pós-cirúrgica

Dantas, Giovana January 2007 (has links)
Neonatos, bebês e crianças são freqüentemente expostos a estímulos nocivos repetidos, incluindo vacinações e cirurgias. Tem sido relatado que pacientes submetidos a cirurgias no início da vida apresentam mais dor pós-operatória quando estão na faixa etária entre 7 e 13 anos, em comparação com crianças submetidas a cirurgias na mesma faixa etária, mas que não foram operadas quando bebês. Foi demonstrado que bebês que foram operados até os três meses de idade e que sofreram cirurgia subseqüente no mesmo dermátomo até os três anos de idade precisaram de mais fentanil itnraoperatório, mais morfina no pós-operatório e tiveram maior concentração de norepinefrina plasmática que crianças da mesma idade que estavam sendo operadas pela primeira vez. O grupo de Brennan desenvolveu um modelo de dor pós-operatória em roedores que consiste na realização de incisão na face plantar do membro posterior sob anestesia geral com halotano. Nesse modelo foi demonstrada hiperalgesia mecânica, que persistiu por vários dias, sendo essa uma das similaridades com o estado pós-operatório em seres humanos. Trabalhos posteriores mostraram liberação de aminoácidos excitatórios, ativação das células do corno dorsal e sensibilização central, e redução do comportamento de dor por injeção intratecal de antagonista não-NMDA. Observou-se que as fibras Aδ e C continuavam sensibilizadas um dia após a incisão, contribuindo para a hiperalgesia mecânica e para a amplificação da resposta central. A morfina inibiu os comportamentos de dor, tanto administrada subcutaneamente quanto via intratecal. Assim, sugere-se que esse seja um excelente modelo de estudo de dor pós-operatória, bem como de sua modulação. Essa tese teve como objetivo realizar estudos sobre modulação da dor, analgesia pós-operatórias resposta inflamatória e nova exposição à cirurgia em modelo animal, utilizando ratos 21 dias de idade. Pela facilidade técnica e resultados prévios, foi selecionado e adaptado o modelo descrito por Brennan e colaboradores (Brennan et al., 1996). Observou-se aumento de TFL 30 minutos após a cirurgia em ratos de 21 dias de idade, sugerindo recrutamento de sistemas moduladores da dor. Esse aumento foi totalmente revertido por picrotoxina e parcialmente revertido por naloxona, evidenciando papéis gabaérgico e opióide na modulação da dor pós-operatória. Houve também aumento da duração da analgesia da morfina, sugerindo somatório de efeitos: do analgésico exógeno e dos neurotransmissores liberados. A administração de morfina por 7 dias produziu tolerância, independentemente da cirurgia. Houve diminuição da duração do efeito da morfina quando administrada 60 dias após a cirurgia, sugerindo conseqüências de longa duração decorrentes da cirurgia. Além disso, observou-se que, 30 min após a cirurgia, os animais realizaram menos cruzamentos em campo aberto sendo esse efeito independente da anestesia e da ansiedade, o que foi interpretado como hiperalgesia mecânica. Houve também exacerbação da resposta inflamatória à formalina, na pata contra-lateral, 3 dias após a cirurgia sugerindo sensibilização sistêmica desses animais. Quando expostos à segunda cirurgia, aos 45 dias de idade, os animais não apresentaram aumento de TFL verificado na primeira cirurgia aos 21 dias, sugerindo novamente sugerindo conseqüências de longa duração decorrentes da cirurgia. Não houve diferença quanto ao número de cruzamentos realizados em campo aberto por animais exposto a segunda cirurgia em relação animais da mesma idade exposto pela primeira vez. Esses resultados sugerem que animais de 21 dias submetidos à cirurgia apresentam conseqüências de longa duração no que se refere nocicepção posterior. / Neonates, infants and children are often exposed to repetitive noxious stimuli including vaccinations and surgeries. It has been described that patients submitted to surgery early in life show more postoperative pain at age between 7 and 13 years when compared with children at the same age submitted to surgery for the first time. It was shown that babies submitted to surgery until 3 months of age and to a subsequent surgery at the same dermatome until 3 years of age needed more fentanyl intraoperative and morphine postoperative, and showed more plasmatic norepinephrine than children at the same age suffering surgery for the first time. Brennan and col. (1996) developed a postoperative pain model to rodents which consists in hind paw plantar incision under halothane general anesthesia. It was described in this model mechanic hiperalgesia, which is one of the similarities with postoperative state in humans. Other works in same model showed release of excitatory amino acids, dorsal horn cells activation and central sensitization, and reduction of pain behavior after itrathecal injection of non-NMDA antagonist. It was observed that Aδ and C fibers continued sensitized one day after incision contributing to mechanical hiperalgesia and amplification of central responses. Subcutaneous or intrathecal morphine inhibited pain behaviors in this model. Thus, it suggests that this is a good model to study postoperative pain and its modulation. The objectives of this thesis were to carry out studies about pain modulation, postoperative analgesia, inflammatory response and new exposition to surgery in 21-days old rats.Because of the facility of the model and previous results, it was chosen and adapted the model of Brennan (Brennan et al, 1996). It was observed an increase in TFL 30 min after surgery in 21-days old rats, suggesting recruiting of modulation systems. This increase was totally reverted by picrotoxine and partially reverted by naloxone, showing the gabaergic and opioid roles in postoperative pain modulation. There was an increase in duration of morphine analgesia, suggesting a summation of effects: from exogenous analgesic and neurotransmitters release. Morphine administration for 7 days produced tolerance and this does not depend on surgery. There was a decrease in duration of morphine effect when administered 60 days after surgery, suggesting surgery long-term effects. Beyond this, it was observed that 30 min after surgery, animals performed less crossing in open field and this effect does not depend on anesthesia and anxiety, which was interpreted as mechanical hyperalgesia. There was also exacerbation of inflammatory response to formalin, in contralateral hind paw, 3 days after surgery, suggesting systemic sensitization of these animals. When exposed to second surgery, at 45-days of age, animals did not show the increase in TFL that was observed in first surgery, suggesting, once more, surgery long-term effects. There was not difference number of crossings performed between animals submitted to second surgery at 45-days of age and animals at the same age submitted to surgery for the first time. These results suggest that 21-days old rats submitted to surgery display long-term consequences in later nociception.
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Estudo do efeito analgésico do topiramato em modelos de dor aguda e neuropatia diabética / Study of the analgesic effect of the Topiramate in acute pain and diabetic neuropatic animal models

Lopes, Luciano da Silva January 2007 (has links)
LOPES, Luciano da Silva. Estudo do efeito analgésico do topiramato em modelos de dor aguda e neuropatia diabética. 2007. 116 f. Dissertação (Mestrado em Farmacologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2007. / Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2012-04-16T16:20:12Z No. of bitstreams: 1 2007_dis_lslopes.pdf: 1173484 bytes, checksum: 86ab9352f7522af9254891522cfd3fc8 (MD5) / Approved for entry into archive by Eliene Nascimento(elienegvn@hotmail.com) on 2012-04-17T13:45:01Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2007_dis_lslopes.pdf: 1173484 bytes, checksum: 86ab9352f7522af9254891522cfd3fc8 (MD5) / Made available in DSpace on 2012-04-17T13:45:01Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2007_dis_lslopes.pdf: 1173484 bytes, checksum: 86ab9352f7522af9254891522cfd3fc8 (MD5) Previous issue date: 2007 / In the present study, Topiramate (TP) was evaluated in acute pain and diabetic neuropathic animal models. Male Swiss mice were used in the tests of acute nocicepcion (formalin, hot plat and capsaicin) e male Wistar rats in the neuropathic pain test (filaments of von Frey). In the formalin test (2%, 20 µL/i.pl), it was measured the time spent by the animal licking the left hind paw which received the stimulation during 0-10 min (phase 01) and 20-40 min (phase 02).The results showed a reduction of the second phase (*** p<0.001) in the three doses used of TP while only the biggest dose showed effect in the first stage of test (*** p< 0.001). The TP effect (80 mg/Kg) was reverted by naloxone 2 mg/kg in the second phase of the test of the formalin, but not for glibenclamide 3 mg/kg, cyproeptadine 5 mg/kg and ondansetron 0.5 mg/kg when compared to control in both phases. In the hot plate test (52º) was analysed the reaction of the mouse to the thermal stimulation where the animal respond tryning to jump or to lick one of its brack legs. The animals had been submitted the plate to 00, 30, 60 and 120 min after the treatments and compared the groups that had received TP in the different doses (20,40 e 80 mg/kg). The results showed, TP demonstrated activity to 90 and 120 min (**p < 0.01; *** p < 0.001) only in the biggest dose used (80mg/kg). In another protocol, the animals received capsaicin (20 µL/2µg/i.pl), but the results ere not significant. For evaluations of the antinociceceptive action in neuropathic pain, the animals had been initially induced diabetes with streptozotocine 40 mg/Kg i.p. and after thirty days had been submitted to the test with filaments of von Frey. No significant effect of TP was observed in all doses used when compared with the controls. TP did not modify the frequency of locomotion of the animals in the open field and presented no effect in the Rota rod test suggesting that the TP does not exert its analgesic effect by depressive actions or relaxant muscular activity. In conclusion, the results may suggest that TP presents antinociceptive effect front the different stimulations of acute pain, but not in diabetic neuropathic pain. The analgesic effect in acute pain, probably involves system opioid, and seems do not involve potassium canals or serotoninergic system. / No presente estudo, o Topiramato (TP) foi avaliado em modelos de dor aguda e de dor neuropática diabética. Camundongos Swiss machos foram utilizados nos testes de nocicepção aguda (formalina, placa quente e capsaicina) e ratos Wistar machos no teste de dor neuropática (filamentos de von Frey). No teste da formalina (2 %; 20 µL/i.pl.), foi quantificado o tempo que o animal lambia a pata que recebeu o estímulo durante 0-10 min (fase 01) e 20-40 min (fase 02). Os resultados mostraram uma redução na segunda fase (***p<0,001) nas três doses utilizadas do TP, enquanto que apenas a maior dose mostrou efeito na primeira fase do teste (***p<0,001). O efeito do TP (80 mg/Kg) foi revertido pela naloxona 2 mg/Kg na segunda fase do teste da formalina , mas não pela glibenclamida 3mg/Kg, ciproeptadina 5 mg/Kg e ondansetrona 0,5 mg/Kg quando comparado com o controle em ambas as fases. No teste da placa quente (52°) foi verificada a reação do camundongo ao estímulo térmico onde o animal responde tentando pular ou lamber uma de suas patas traseiras. Os animais foram submetidos a placa aos 00, 30, 60, 120 e 240 min após os tratamentos e comparou-se os grupos que receberam TP nas diferentes doses ( 20, 40 e 80 mg/Kg) e o grupo controle. Nesse modelo, TP demonstrou atividade aos 90 e 120min (**p<0,01; ***p<0,001) apenas na maior dose utilizada (80 mg/Kg). Em outro protocolo, os animais receberam capsaicina (20 µL, 2 µg/ i.pl), sendo quantificado o tempo durante 5 min que estes lamberam ou morderam a pata estimulada, com comparação posterior entre os grupos Não se verificou efeito significativo de TP em todas as doses utilizadas quando comparado com o controle. Para avaliação da ação antinociceptiva em dor neuropática, os animais foram inicialmente induzidos a diabetes com estreptozotocina 40 mg/Kg i.p e após trinta dias foram submetidos ao teste com filamentos de von. Não se verificou efeito significativo do TP nas doses utilizadas quando comparado com o controle. O TP não alterou a freqüência de locomoção dos animais no teste do campo aberto e no teste do Rota rod e não aumentou o número de quedas nem diminuiu o tempo de permanência na barra giratória, sugerindo que o TP não exerce sua atividade antinociceptiva por ação depressora ou relaxante muscular. Em conclusão, a partir desses resultados podemos sugerir que o TP apresenta efeito antinociceptivo frente a diferentes estímulos de dor aguda, mas não na dor neuropática diabética. O efeito analgésico nos testes de dor aguda, provavelmente envolve sistema opióide, porém não os canais de potássio sensíveis ao ATP e sistema serotoninérgico.
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Efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório da lectina da alga marinha verde Caulerpa cupressoides no modelo de artrite induzida por zymosan na articulação temporomandibular de ratos / Antinociceptive and anti-inflammatory effects of lectin green seaweed Caulerpa cupressoides in zymosan-induced arthritis model in the temporomandibular joint of rats

Rivanor, Renata Line da Conceição January 2014 (has links)
RIVANOR, R. L. C. Efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório da lectina da alga marinha verde Caulerpa cupressoides no modelo de artrite induzida por zymosan na articulação temporomandibular de ratos. 2014. 103 f. Dissertação (Mestrado em Bioquímica) - Centro de Ciências, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2014. / Submitted by Daniel Eduardo Alencar da Silva (dealencar.silva@gmail.com) on 2015-01-09T17:42:09Z No. of bitstreams: 2 2014_dis_rlcrivanor.pdf: 3830723 bytes, checksum: 7382b3d5ec675e6b8b188b843e6479a8 (MD5) 2014_dis_rlcrivanor.pdf: 3830723 bytes, checksum: 7382b3d5ec675e6b8b188b843e6479a8 (MD5) / Approved for entry into archive by José Jairo Viana de Sousa(jairo@ufc.br) on 2015-11-30T19:05:25Z (GMT) No. of bitstreams: 2 2014_dis_rlcrivanor.pdf: 3830723 bytes, checksum: 7382b3d5ec675e6b8b188b843e6479a8 (MD5) 2014_dis_rlcrivanor.pdf: 3830723 bytes, checksum: 7382b3d5ec675e6b8b188b843e6479a8 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-11-30T19:05:25Z (GMT). No. of bitstreams: 2 2014_dis_rlcrivanor.pdf: 3830723 bytes, checksum: 7382b3d5ec675e6b8b188b843e6479a8 (MD5) 2014_dis_rlcrivanor.pdf: 3830723 bytes, checksum: 7382b3d5ec675e6b8b188b843e6479a8 (MD5) Previous issue date: 2014 / Seaweeds are sources of bioactive compounds for the pharmaceutical industry and among these compounds include the lectins. The present study aimed to investigate the effects antinociceptive and anti-inflammatory of the lectin of the green seaweed Caulerpa cupressoides (CcL) on model of zymosan-induced arthritis in the temporomandibular joint (TMJ) of rats. CcL was extracted with 25 mM Tris-HCl buffer pH 7.5 and isolated by ion exchange chromatography on DEAE-cellulose column. In tests of arthritis induced by Zy, male Wistar rats received CcL (0.1, 1 or 10 mg/kg, i.v.) or sterile saline, 30 min before the intra-articular (i.art.) injection of Zy (2 mg/art.; 40 μL) into the left TMJ. Control groups received saline (40 μL; i.art.), indomethacin (5 mg/kg, s.c.) or morphine (5 mg/kg, s.c.). Groups of animals received CcL (10 mg/kg; i.v.) associated with mucin (8 mg/kg; i.v.), a sugar inhibitor, and another group received only mucin before stimulus. To analyze the involvement of HO-1 pathway in arthritis, animals were pretreated (3 mg/kg, s.c.) with a specific inhibitor of heme (zinc protoporphyrin IX-ZnPP IX). Finally, to evaluate the analgesic effect of CcL in the activation of the opioid system, group of animals received an injection i.art. (10 μg/art.; 15 µL) of the opioid receptor antagonist (naloxone), 35 min before injection of Zy. After 5 min, the animals were pretreated with CcL (10 mg/kg). Mechanical hypernociception was recorded before the i.art. injections of Zy or saline and after 4h. After 6 hour, the synovial fluid was collected to perform cell counting and myeloperoxidase (MPO) assay. Also, TMJ tissues were excised to perform histopathological, immunohistochemistry (TNF-α, IL-1β e HO-1) and cytokine assays (IL-1β) in the periarticular tissue and trigeminal ganglion. Pretreatment with CcL (0.1, 1 or 10 mg/kg; i.v.) inhibited (p<0.05) the nociceptive response (81, 83, and 89.5%, respectively) and reduced the influx of leukocytes (77.3, 80.7 and 98.5%, respectively) compared to Zy group, as demonstrated by MPO activity. Sugar inhibitor (mucin) did not inhibit the anti-inflammatory and antinociceptive effect of CcL in arthritis induced by Zy. We observed that during the histological analysis of ATM, animals treated with CcL showed a significant reduction of cell influx in the synovial membrane. Furthermore, CcL significantly reduced the production of IL-1β in the periarticular tissue and expression of IL-1β, TNF-α and HO-1 in the synovial membrane during immunohistochemistry assay. Treatment with ZnPP IX was not able to inhibit the effect CcL, indicating that its antinociceptive and anti-inflammatory action did not occur HO-1 pathway. In addition, treatment with naloxone did not reverse the effect of CcL. Therefore, CcL showed antinociceptive and anti-inflammatory effect on model of Zy-induced arthritis, reducing the production of primary cytokines (TNF-α and IL-1β), however its antinociceptive action did not occur by peripheral opioid mechanism. / As algas marinhas são fontes de compostos bioativos para a indústria farmacêutica e dentre esses compostos destacamos as lectinas. O presente trabalho teve como objetivo investigar os efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório da lectina da alga marinha verde Caulerpa cupressoides (LCc) no modelo de artrite induzida por zymosan (Zy) na articulação temporomandibular (ATM) de ratos. LCc foi extraída com tampão Tris-HCl 25 mM, pH 7,5 e isolada por cromatografia de troca iônica em coluna de DEAE-celulose. Nos ensaios de artrite induzida por Zy, ratos Wistar machos receberam LCc (0,1; 1 ou 10 mg/kg; i.v.) ou salina estéril, 30 min antes da injeção intra-articular (i.art.) de Zy (2 mg/art., 40 µL) na ATM esquerda. Grupos controles receberam salina estéril (40 µL; i.art.), indometacina (5 mg/kg; s.c) ou morfina (5 mg/kg, s.c.). Grupos de animais receberam LCc (10 mg/kg, i.v.) associada à mucina (100 mg/kg, i.v.), um açúcar inibidor, e outro grupo recebeu somente mucina antes dos estímulos. Para analisar o envolvimento da via da HO-1 na artrite, os animais foram pré-tratados (3 mg/kg, s.c.) com um inibidor específico do grupo heme (zinco protoporfirina IX – ZnPP IX). Finalmente, para avaliar se o efeito antinociceptivo de LCc estava envolvido na ativação do sistema opioide, grupo de animais receberam uma injeção i.art. (10 μg/art.;15 µL) de um antagonista de receptores opioides (naloxona), 35 min antes da injeção de Zy. Após 5 min, os animais foram pré-tratados com LCc (10 mg/kg). A hipernocicepção mecânica foi medida utilizando o método de Von Frey elétrico no tempo basal e 4 h após a injeção de Zy. Na 6a hora, os animais foram eutanasiados e suas ATM lavadas para coleta do lavado sinovial e realização da contagem total de células e dosagem de mieloperoxidase (MPO). Posteriormente, as ATM foram removidas para as análises histológicas e imunohistoquímica (TNF-α, IL-1β e HO-1), além da dosagem de IL-1β no tecido periarticular e gânglio trigeminal. O pré-tratamento com LCc (0,1, 1 ou 10 mg/kg; i.v.) reduziu significativamente a hipernocicepção induzida por Zy (81, 83 e 89,5%, respectivamente) e inibiu o influxo de leucócitos (77,3, 80,7 e 98,5%, respectivamente) comparado ao grupo Zy, sendo confirmada pela atividade de MPO. O açúcar inibidor (mucina) não foi capaz de inibir o efeito anti-inflamatório e antinociceptivo de LCc na artrite induzida por Zy. Observamos que durante a análise histológica da ATM, os animais tratados com LCc apresentaram uma redução significativa do influxo celular na membrana sinovial. Além disso, LCc reduziu significativamente a produção de IL-1β no tecido periarticular e a expressão de IL-1β, TNF-α e HO-1 na membrana sinovial durante o ensaio de imunohistoquímica. O tratamento com ZnPP IX não foi capaz de inibir os efeitos de LCc, mostrando que sua ação antinociceptiva e anti-inflamatória não ocorre pela via da HO-1. Além disso, o tratamento com naloxona não reverteu o efeito de LCc. Portanto, LCc apresentou efeito antinociceptivo e anti-inflamatório no modelo de artrite induzida por Zy, reduzindo a produção de citocinas primárias (TNF-α e IL-1β), porém sua ação antinociceptiva não ocorre pelo mecanismo opioide periférico.
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Medidas dos limiares dolorosos por meio de algometria de pressão em pacientes com cefaleia primária

BERNARDINO, Silvya Nery 22 June 2012 (has links)
Submitted by João Arthur Martins (joao.arthur@ufpe.br) on 2015-04-08T17:47:59Z No. of bitstreams: 2 Dissertaç...pdf: 2995953 bytes, checksum: 21582de0d2e4822fc0560b881a6364b1 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) / Made available in DSpace on 2015-04-08T17:47:59Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertaç...pdf: 2995953 bytes, checksum: 21582de0d2e4822fc0560b881a6364b1 (MD5) license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) Previous issue date: 2012-06-22 / A cefaléia é uma síndrome dolorosa muito comum e o mecanismo da sua cronificação é um objeto de estudo freqüente. Supõe-se que mudanças na fisiologia neural levem ao aumento da sensibilidade às sensações normais durante os repetidos episódios de dor. O objetivo do presente estudo foi determinar os limiares de sensibilidade à dor nos pacientes com dois tipos de cefaleia primária, a saber, migrânea ou cefaleia do tipo tensional. Utilizou-se um algômetro digital da marca americana Wagner com display de cristal líquido de 5 dígitos, 0,5’’ em 65 sujeitos do setor de Neurologia do Hospital Getúlio Vargas, recrutados através de convite, sendo o controle composto por 20 funcionários do hospital ou acompanhantes dos pacientes que referiam jamais ter apresentado cefaleia. Foi realizado um estudo do tipo transversal e comparativo entre diferentes grupos: controle (C) (n=20, 10masc/10fem, idade média: 38,5±5,79/39,2±4,63), migrânea (M) (n=25, 07masc/18fem, idade média: 38,5±5,67/38,7±5,67) e cefaleia do tipo tensional (CT) (n=20: 07masc/13fem, idade média: 39,2±4,42/39,7±9,31). O diagnóstico de cada tipo de cefaléia foi realizado seguindo os critérios do International Classification Headache Disorders (ICHD-II). Todos os participantes do grupo migrânea e do grupo cefaléia do tipo tensional responderam um questionário Procefaleia e estavam com ausência total de dor por pelo menos com 5 dias. Os pontos estimulados foram nervos supra-orbital, infra-orbital e mental, músculo masseter, nervo occiptal, região temporal, músculo esternocleidomastoideo, músculo trapézio, nervos mediano, ulnar e radial bilateralmente. Os valores obtidos revelaram menor limiar à dor nos pacientes com migrânea e com cefaléia do tipo tensional com diferença estatisticamente significativa em todos os pontos estimulados, inclusive em nervos periféricos, com relação ao grupo controle tanto do sexo feminino como do sexo masculino. Porém, não há diferença estatisticamente significativa entre o grupo migrânea e o grupo cefaleia do tipo tensional. Os valores absolutos obtidos foram inferiores nas mulheres com relação aos homens. Exemplos: Sexo feminino - nervo supra-orbital direito (C: 2,78; M: 1,82; CT: 1,7), trapézio direito (C: 2,29; M: 1,68; CT: 1,92), mediano direito (C: 3,1; M: 1,83; CT: 2,24). Sexo masculino - nervo supra-orbital direito (C: 3,33; M: 2,2; CT: 1,76), trapézio direito (C: 3,34; M: 2,74; CT: 2,14), mediano direito (C: 4,44; M: 3,2; CT: 2,48). Da mesma forma, os que relataram dor há mais tempo e os que tinham a presença de aura ou pródromos apresentaram menores valores, sugerindo poder haver uma tendência a um limiar menor à sensibilidade dolorosa também nesses casos. Os resultados apresentados nesta tese revelam que a presença dos limiares dolorosos são inferiores nos pacientes com migrânea e cefaléia do tipo tensional tanto em mulheres como em homens, assim como tanto em nervos e músculos centrais ou periféricos.
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Estudo dos efeitos de manipulações farmacológicas em ratos de 21 dias submetidos a um modelo de dor pós-cirúrgica

Dantas, Giovana January 2007 (has links)
Neonatos, bebês e crianças são freqüentemente expostos a estímulos nocivos repetidos, incluindo vacinações e cirurgias. Tem sido relatado que pacientes submetidos a cirurgias no início da vida apresentam mais dor pós-operatória quando estão na faixa etária entre 7 e 13 anos, em comparação com crianças submetidas a cirurgias na mesma faixa etária, mas que não foram operadas quando bebês. Foi demonstrado que bebês que foram operados até os três meses de idade e que sofreram cirurgia subseqüente no mesmo dermátomo até os três anos de idade precisaram de mais fentanil itnraoperatório, mais morfina no pós-operatório e tiveram maior concentração de norepinefrina plasmática que crianças da mesma idade que estavam sendo operadas pela primeira vez. O grupo de Brennan desenvolveu um modelo de dor pós-operatória em roedores que consiste na realização de incisão na face plantar do membro posterior sob anestesia geral com halotano. Nesse modelo foi demonstrada hiperalgesia mecânica, que persistiu por vários dias, sendo essa uma das similaridades com o estado pós-operatório em seres humanos. Trabalhos posteriores mostraram liberação de aminoácidos excitatórios, ativação das células do corno dorsal e sensibilização central, e redução do comportamento de dor por injeção intratecal de antagonista não-NMDA. Observou-se que as fibras Aδ e C continuavam sensibilizadas um dia após a incisão, contribuindo para a hiperalgesia mecânica e para a amplificação da resposta central. A morfina inibiu os comportamentos de dor, tanto administrada subcutaneamente quanto via intratecal. Assim, sugere-se que esse seja um excelente modelo de estudo de dor pós-operatória, bem como de sua modulação. Essa tese teve como objetivo realizar estudos sobre modulação da dor, analgesia pós-operatórias resposta inflamatória e nova exposição à cirurgia em modelo animal, utilizando ratos 21 dias de idade. Pela facilidade técnica e resultados prévios, foi selecionado e adaptado o modelo descrito por Brennan e colaboradores (Brennan et al., 1996). Observou-se aumento de TFL 30 minutos após a cirurgia em ratos de 21 dias de idade, sugerindo recrutamento de sistemas moduladores da dor. Esse aumento foi totalmente revertido por picrotoxina e parcialmente revertido por naloxona, evidenciando papéis gabaérgico e opióide na modulação da dor pós-operatória. Houve também aumento da duração da analgesia da morfina, sugerindo somatório de efeitos: do analgésico exógeno e dos neurotransmissores liberados. A administração de morfina por 7 dias produziu tolerância, independentemente da cirurgia. Houve diminuição da duração do efeito da morfina quando administrada 60 dias após a cirurgia, sugerindo conseqüências de longa duração decorrentes da cirurgia. Além disso, observou-se que, 30 min após a cirurgia, os animais realizaram menos cruzamentos em campo aberto sendo esse efeito independente da anestesia e da ansiedade, o que foi interpretado como hiperalgesia mecânica. Houve também exacerbação da resposta inflamatória à formalina, na pata contra-lateral, 3 dias após a cirurgia sugerindo sensibilização sistêmica desses animais. Quando expostos à segunda cirurgia, aos 45 dias de idade, os animais não apresentaram aumento de TFL verificado na primeira cirurgia aos 21 dias, sugerindo novamente sugerindo conseqüências de longa duração decorrentes da cirurgia. Não houve diferença quanto ao número de cruzamentos realizados em campo aberto por animais exposto a segunda cirurgia em relação animais da mesma idade exposto pela primeira vez. Esses resultados sugerem que animais de 21 dias submetidos à cirurgia apresentam conseqüências de longa duração no que se refere nocicepção posterior. / Neonates, infants and children are often exposed to repetitive noxious stimuli including vaccinations and surgeries. It has been described that patients submitted to surgery early in life show more postoperative pain at age between 7 and 13 years when compared with children at the same age submitted to surgery for the first time. It was shown that babies submitted to surgery until 3 months of age and to a subsequent surgery at the same dermatome until 3 years of age needed more fentanyl intraoperative and morphine postoperative, and showed more plasmatic norepinephrine than children at the same age suffering surgery for the first time. Brennan and col. (1996) developed a postoperative pain model to rodents which consists in hind paw plantar incision under halothane general anesthesia. It was described in this model mechanic hiperalgesia, which is one of the similarities with postoperative state in humans. Other works in same model showed release of excitatory amino acids, dorsal horn cells activation and central sensitization, and reduction of pain behavior after itrathecal injection of non-NMDA antagonist. It was observed that Aδ and C fibers continued sensitized one day after incision contributing to mechanical hiperalgesia and amplification of central responses. Subcutaneous or intrathecal morphine inhibited pain behaviors in this model. Thus, it suggests that this is a good model to study postoperative pain and its modulation. The objectives of this thesis were to carry out studies about pain modulation, postoperative analgesia, inflammatory response and new exposition to surgery in 21-days old rats.Because of the facility of the model and previous results, it was chosen and adapted the model of Brennan (Brennan et al, 1996). It was observed an increase in TFL 30 min after surgery in 21-days old rats, suggesting recruiting of modulation systems. This increase was totally reverted by picrotoxine and partially reverted by naloxone, showing the gabaergic and opioid roles in postoperative pain modulation. There was an increase in duration of morphine analgesia, suggesting a summation of effects: from exogenous analgesic and neurotransmitters release. Morphine administration for 7 days produced tolerance and this does not depend on surgery. There was a decrease in duration of morphine effect when administered 60 days after surgery, suggesting surgery long-term effects. Beyond this, it was observed that 30 min after surgery, animals performed less crossing in open field and this effect does not depend on anesthesia and anxiety, which was interpreted as mechanical hyperalgesia. There was also exacerbation of inflammatory response to formalin, in contralateral hind paw, 3 days after surgery, suggesting systemic sensitization of these animals. When exposed to second surgery, at 45-days of age, animals did not show the increase in TFL that was observed in first surgery, suggesting, once more, surgery long-term effects. There was not difference number of crossings performed between animals submitted to second surgery at 45-days of age and animals at the same age submitted to surgery for the first time. These results suggest that 21-days old rats submitted to surgery display long-term consequences in later nociception.

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