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Proposta de método quantitativo para a distribuição dos melasmas em mulheres

Ponzio, Humberto Antonio Salomon January 2005 (has links)
O melasma é uma hipermelanose adquirida que incide, predominantemente, na face e em mulheres. Pode estar associado à gravidez e ao uso de anticoncepcionais orais, porém a maior parte dos casos é de etiologia desconhecida, e todos são exacerbados pela exposição às radiações solares. Pelos níveis de concentração de melanina à histopatologia, os melasmas têm sido classificados em epidérmicos mistos e dérmicos e, pela topografia de suas lesões, em centrais e periféricos. OBJETIVOS A partir de uma série histórica de melasmas em mulheres, selecionados no arquivo do Setor de Anatomia Patológica do Serviço de Dermatologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul na Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, desenhou-se um estudo transversal, com o objetivo de distribuí-los, pela quantidade dos depósitos dérmicos de melanina, propondo um método quantitativo para classificá-los. MATERIAL E MÉTODO Os dados de 50 casos de mulheres portadoras de melasma, clinica e histopatologicamente comprovados foram analisados quanto às variáveis: idade; cor da pele; tempo de evolução do melasma; idade de ocorrência da menarca; número de gestações concebidas e a termo; irregularidade dos ciclos menstruais; uso de contraceptivos orais; fator causal atribuível, e as classificações topográfica e sob a lâmpada de Wood, comparando-as com a classificação histopatológica e pela quantidade de melanina na derme (ICDM). RESULTADOS Pela classificação histopatológica foram observados 58% de melasmas epidérmicos, 24% de mistos e 18% de dérmicos; pela topografia, 82% eram centrais; à lâmpada de Wood, 60% correspondeu aos epidérmicos, 20% aos mistos e 20% aos dérmicos. A distribuição dos casos pelo ICDM mostrou comportamento unicaudal, com discreta tendência bimodal. Ao comparar os tipos de melasma, classificados pela histopatologia, foi observada diferença apenas quanto ao uso de anticoncepcionais orais que foi mais freqüente entre os melasmas dérmicos. Foi identificada correlação moderada entre a idade e o ICDM e entre o número de gestações e o ICDM. Há uma forte correlação positiva entre o ICDM e a classificação histopatológica (rSpearman = 0,571; P = 0,000) e foi demonstrado que nem a classificação histopatológica ( 2 = 3,9 , P = 0,46; rSpearman= 0,001 , P = 0,99), nem a distribuição pelo ICDM (ANOVA (F) = 0,6, P =0,57; rSpearman = 0,02 , P = 0,93) estão correlacionados com a classificação pela lâmpada de Wood. CONCLUSÕES É possível a determinação, em casos de melasmas femininos, de um índice que traduza a quantidade e o tamanho dos depósitos de melanina na derme que, neste estudo, foi denominado índice de concentração dérmica de melanina (ICDM). Essa distribuição, por ser quantitativa, apresenta melhor desempenho para correlacionar os tipos de melasma. Não há correlação entre a classificação pela lâmpada de Wood com as classificações histopatológica e pelo ICDM, mostrando que seus resultados são aleatórios.
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Proposta de método quantitativo para a distribuição dos melasmas em mulheres

Ponzio, Humberto Antonio Salomon January 2005 (has links)
O melasma é uma hipermelanose adquirida que incide, predominantemente, na face e em mulheres. Pode estar associado à gravidez e ao uso de anticoncepcionais orais, porém a maior parte dos casos é de etiologia desconhecida, e todos são exacerbados pela exposição às radiações solares. Pelos níveis de concentração de melanina à histopatologia, os melasmas têm sido classificados em epidérmicos mistos e dérmicos e, pela topografia de suas lesões, em centrais e periféricos. OBJETIVOS A partir de uma série histórica de melasmas em mulheres, selecionados no arquivo do Setor de Anatomia Patológica do Serviço de Dermatologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul na Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, desenhou-se um estudo transversal, com o objetivo de distribuí-los, pela quantidade dos depósitos dérmicos de melanina, propondo um método quantitativo para classificá-los. MATERIAL E MÉTODO Os dados de 50 casos de mulheres portadoras de melasma, clinica e histopatologicamente comprovados foram analisados quanto às variáveis: idade; cor da pele; tempo de evolução do melasma; idade de ocorrência da menarca; número de gestações concebidas e a termo; irregularidade dos ciclos menstruais; uso de contraceptivos orais; fator causal atribuível, e as classificações topográfica e sob a lâmpada de Wood, comparando-as com a classificação histopatológica e pela quantidade de melanina na derme (ICDM). RESULTADOS Pela classificação histopatológica foram observados 58% de melasmas epidérmicos, 24% de mistos e 18% de dérmicos; pela topografia, 82% eram centrais; à lâmpada de Wood, 60% correspondeu aos epidérmicos, 20% aos mistos e 20% aos dérmicos. A distribuição dos casos pelo ICDM mostrou comportamento unicaudal, com discreta tendência bimodal. Ao comparar os tipos de melasma, classificados pela histopatologia, foi observada diferença apenas quanto ao uso de anticoncepcionais orais que foi mais freqüente entre os melasmas dérmicos. Foi identificada correlação moderada entre a idade e o ICDM e entre o número de gestações e o ICDM. Há uma forte correlação positiva entre o ICDM e a classificação histopatológica (rSpearman = 0,571; P = 0,000) e foi demonstrado que nem a classificação histopatológica ( 2 = 3,9 , P = 0,46; rSpearman= 0,001 , P = 0,99), nem a distribuição pelo ICDM (ANOVA (F) = 0,6, P =0,57; rSpearman = 0,02 , P = 0,93) estão correlacionados com a classificação pela lâmpada de Wood. CONCLUSÕES É possível a determinação, em casos de melasmas femininos, de um índice que traduza a quantidade e o tamanho dos depósitos de melanina na derme que, neste estudo, foi denominado índice de concentração dérmica de melanina (ICDM). Essa distribuição, por ser quantitativa, apresenta melhor desempenho para correlacionar os tipos de melasma. Não há correlação entre a classificação pela lâmpada de Wood com as classificações histopatológica e pelo ICDM, mostrando que seus resultados são aleatórios.
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Proposta de método quantitativo para a distribuição dos melasmas em mulheres

Ponzio, Humberto Antonio Salomon January 2005 (has links)
O melasma é uma hipermelanose adquirida que incide, predominantemente, na face e em mulheres. Pode estar associado à gravidez e ao uso de anticoncepcionais orais, porém a maior parte dos casos é de etiologia desconhecida, e todos são exacerbados pela exposição às radiações solares. Pelos níveis de concentração de melanina à histopatologia, os melasmas têm sido classificados em epidérmicos mistos e dérmicos e, pela topografia de suas lesões, em centrais e periféricos. OBJETIVOS A partir de uma série histórica de melasmas em mulheres, selecionados no arquivo do Setor de Anatomia Patológica do Serviço de Dermatologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul na Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, desenhou-se um estudo transversal, com o objetivo de distribuí-los, pela quantidade dos depósitos dérmicos de melanina, propondo um método quantitativo para classificá-los. MATERIAL E MÉTODO Os dados de 50 casos de mulheres portadoras de melasma, clinica e histopatologicamente comprovados foram analisados quanto às variáveis: idade; cor da pele; tempo de evolução do melasma; idade de ocorrência da menarca; número de gestações concebidas e a termo; irregularidade dos ciclos menstruais; uso de contraceptivos orais; fator causal atribuível, e as classificações topográfica e sob a lâmpada de Wood, comparando-as com a classificação histopatológica e pela quantidade de melanina na derme (ICDM). RESULTADOS Pela classificação histopatológica foram observados 58% de melasmas epidérmicos, 24% de mistos e 18% de dérmicos; pela topografia, 82% eram centrais; à lâmpada de Wood, 60% correspondeu aos epidérmicos, 20% aos mistos e 20% aos dérmicos. A distribuição dos casos pelo ICDM mostrou comportamento unicaudal, com discreta tendência bimodal. Ao comparar os tipos de melasma, classificados pela histopatologia, foi observada diferença apenas quanto ao uso de anticoncepcionais orais que foi mais freqüente entre os melasmas dérmicos. Foi identificada correlação moderada entre a idade e o ICDM e entre o número de gestações e o ICDM. Há uma forte correlação positiva entre o ICDM e a classificação histopatológica (rSpearman = 0,571; P = 0,000) e foi demonstrado que nem a classificação histopatológica ( 2 = 3,9 , P = 0,46; rSpearman= 0,001 , P = 0,99), nem a distribuição pelo ICDM (ANOVA (F) = 0,6, P =0,57; rSpearman = 0,02 , P = 0,93) estão correlacionados com a classificação pela lâmpada de Wood. CONCLUSÕES É possível a determinação, em casos de melasmas femininos, de um índice que traduza a quantidade e o tamanho dos depósitos de melanina na derme que, neste estudo, foi denominado índice de concentração dérmica de melanina (ICDM). Essa distribuição, por ser quantitativa, apresenta melhor desempenho para correlacionar os tipos de melasma. Não há correlação entre a classificação pela lâmpada de Wood com as classificações histopatológica e pelo ICDM, mostrando que seus resultados são aleatórios.
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Melasma extra-facial : avaliação clínica, histopatológica e imuno-histoquímica em estudo caso-controle

Ritter, Clarice Gabardo January 2011 (has links)
Fundamentos: O melasma extra-facial é dermatose freqüente na prática clínica dermatológica. Apresenta características especiais em relação tanto aos aspectos clínicos como aos prováveis fatores etiopatogênicos. Existem poucos estudos direcionados a esta alteração da pigmentação, que têm se tornado um desafio no consultório dermatológico. Objetivo: Avaliar as características clínicas associadas melasma extra-facial. Comparar através de exame histopatológico e imuno-histoquímico as características morfofuncionais de biópsias de pele de melasma extra-facial com biópsias de pele não acometida. Métodos: Estudo de casos e controles com 45 pacientes em cada grupo, avaliando suas características clínicas. Dentro do grupo com melasma extra-facial 36 pacientes realizaram biópsia da lesão e da pele normal perilesional. Foram realizadas as colorações de HE e Fontana-Masson, e imuno-histoquímica para melanócitos e receptores de estrogênio nas amostras biopsiadas. A densidade de melanina na epiderme foi avaliada através da análise de fotomicrografias digitais por um programa computadorizado de análise de imagens. Resultados: No grupo com melasma a maioria das pacientes eram mulheres (88,9%) com idade média ± DP de 56,78 ± 8,5 anos, estando 84,4% delas em menopausa. Não houve diferença significativa entre os grupos quanto à presença de comorbidades, uso de medicações para tratamento destas ou uso de terapias hormonais. Nos pacientes com melasma extra-facial o histórico familiar desta dermatose bem como a presença atual ou prévia de melasma facial foi significativamente maior do que no grupo controle (p<0,001). A coloração pelo HE mostrou aumento da retificação e hiperpigmentação basal, da elastose solar e degeneração de colágeno na área de melasma (p<0,001). A coloração de Fontana-Masson identificou aumento significativo da densidade de melanina nas biópsias de melasma. A imuno-histoquímica com Melan-A não mostrou diferença entre os grupos e o marcador para receptor de estrogênio foi negativo nas biópsias estudadas. Conclusão: O melasma extra-facial parece estar relacionado à menopausa, história familiar e histórico pessoal de melasma facial. A hiperpigmentação evidenciada nas amostras é justificada pelo aumento da melanina. Contudo, a avaliação histopatológica revelou semelhante número de melanócitos entre os dois grupos, sugerindo que a hiperpigmentação seja, mais provavelmente, resultado de uma alteração na produção ou na característica bioquímica e distribuição da melanina produzida.
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Melasma extra-facial : avaliação clínica, histopatológica e imuno-histoquímica em estudo caso-controle

Ritter, Clarice Gabardo January 2011 (has links)
Fundamentos: O melasma extra-facial é dermatose freqüente na prática clínica dermatológica. Apresenta características especiais em relação tanto aos aspectos clínicos como aos prováveis fatores etiopatogênicos. Existem poucos estudos direcionados a esta alteração da pigmentação, que têm se tornado um desafio no consultório dermatológico. Objetivo: Avaliar as características clínicas associadas melasma extra-facial. Comparar através de exame histopatológico e imuno-histoquímico as características morfofuncionais de biópsias de pele de melasma extra-facial com biópsias de pele não acometida. Métodos: Estudo de casos e controles com 45 pacientes em cada grupo, avaliando suas características clínicas. Dentro do grupo com melasma extra-facial 36 pacientes realizaram biópsia da lesão e da pele normal perilesional. Foram realizadas as colorações de HE e Fontana-Masson, e imuno-histoquímica para melanócitos e receptores de estrogênio nas amostras biopsiadas. A densidade de melanina na epiderme foi avaliada através da análise de fotomicrografias digitais por um programa computadorizado de análise de imagens. Resultados: No grupo com melasma a maioria das pacientes eram mulheres (88,9%) com idade média ± DP de 56,78 ± 8,5 anos, estando 84,4% delas em menopausa. Não houve diferença significativa entre os grupos quanto à presença de comorbidades, uso de medicações para tratamento destas ou uso de terapias hormonais. Nos pacientes com melasma extra-facial o histórico familiar desta dermatose bem como a presença atual ou prévia de melasma facial foi significativamente maior do que no grupo controle (p<0,001). A coloração pelo HE mostrou aumento da retificação e hiperpigmentação basal, da elastose solar e degeneração de colágeno na área de melasma (p<0,001). A coloração de Fontana-Masson identificou aumento significativo da densidade de melanina nas biópsias de melasma. A imuno-histoquímica com Melan-A não mostrou diferença entre os grupos e o marcador para receptor de estrogênio foi negativo nas biópsias estudadas. Conclusão: O melasma extra-facial parece estar relacionado à menopausa, história familiar e histórico pessoal de melasma facial. A hiperpigmentação evidenciada nas amostras é justificada pelo aumento da melanina. Contudo, a avaliação histopatológica revelou semelhante número de melanócitos entre os dois grupos, sugerindo que a hiperpigmentação seja, mais provavelmente, resultado de uma alteração na produção ou na característica bioquímica e distribuição da melanina produzida.
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Melasma extra-facial : avaliação clínica, histopatológica e imuno-histoquímica em estudo caso-controle

Ritter, Clarice Gabardo January 2011 (has links)
Fundamentos: O melasma extra-facial é dermatose freqüente na prática clínica dermatológica. Apresenta características especiais em relação tanto aos aspectos clínicos como aos prováveis fatores etiopatogênicos. Existem poucos estudos direcionados a esta alteração da pigmentação, que têm se tornado um desafio no consultório dermatológico. Objetivo: Avaliar as características clínicas associadas melasma extra-facial. Comparar através de exame histopatológico e imuno-histoquímico as características morfofuncionais de biópsias de pele de melasma extra-facial com biópsias de pele não acometida. Métodos: Estudo de casos e controles com 45 pacientes em cada grupo, avaliando suas características clínicas. Dentro do grupo com melasma extra-facial 36 pacientes realizaram biópsia da lesão e da pele normal perilesional. Foram realizadas as colorações de HE e Fontana-Masson, e imuno-histoquímica para melanócitos e receptores de estrogênio nas amostras biopsiadas. A densidade de melanina na epiderme foi avaliada através da análise de fotomicrografias digitais por um programa computadorizado de análise de imagens. Resultados: No grupo com melasma a maioria das pacientes eram mulheres (88,9%) com idade média ± DP de 56,78 ± 8,5 anos, estando 84,4% delas em menopausa. Não houve diferença significativa entre os grupos quanto à presença de comorbidades, uso de medicações para tratamento destas ou uso de terapias hormonais. Nos pacientes com melasma extra-facial o histórico familiar desta dermatose bem como a presença atual ou prévia de melasma facial foi significativamente maior do que no grupo controle (p<0,001). A coloração pelo HE mostrou aumento da retificação e hiperpigmentação basal, da elastose solar e degeneração de colágeno na área de melasma (p<0,001). A coloração de Fontana-Masson identificou aumento significativo da densidade de melanina nas biópsias de melasma. A imuno-histoquímica com Melan-A não mostrou diferença entre os grupos e o marcador para receptor de estrogênio foi negativo nas biópsias estudadas. Conclusão: O melasma extra-facial parece estar relacionado à menopausa, história familiar e histórico pessoal de melasma facial. A hiperpigmentação evidenciada nas amostras é justificada pelo aumento da melanina. Contudo, a avaliação histopatológica revelou semelhante número de melanócitos entre os dois grupos, sugerindo que a hiperpigmentação seja, mais provavelmente, resultado de uma alteração na produção ou na característica bioquímica e distribuição da melanina produzida.
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Aspectos clínicos, gravidade da doença e impacto na qualidade de vida de mulheres com melasma atendidas em um hospital universitário do sul do Brasil

Freitag, Fernanda Magagnin January 2007 (has links)
Resumo não disponível.
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Aspectos clínicos, gravidade da doença e impacto na qualidade de vida de mulheres com melasma atendidas em um hospital universitário do sul do Brasil

Freitag, Fernanda Magagnin January 2007 (has links)
Resumo não disponível.
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Aspectos clínicos, gravidade da doença e impacto na qualidade de vida de mulheres com melasma atendidas em um hospital universitário do sul do Brasil

Freitag, Fernanda Magagnin January 2007 (has links)
Resumo não disponível.
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Estudo proteômico do melasma facial em mulheres

Schaefer, Luiza Vasconcelos January 2018 (has links)
Orientador: Hélio Amante Miot / Resumo: Fundamentos: Melasma é uma alteração da pigmentação melânica da pele, adquirida, comum, caracterizada por máculas em geral simétricas, hiperpigmentadas, com margens irregulares e de limites definidos. Embora tenha alta frequência populacional não se conhece completamente a sua fisiopatologia e os estímulos envolvidos na hipertrofia melanocítica e hipermelanogênese focal. A proteômica estuda o conjunto de proteínas e suas isoformas contidas em uma amostra biológica, seja esta uma organela celular, uma célula, um tecido ou um organismo propriamente dito. O uso de ferramentas proteômicas propostas neste trabalho auxiliarão na prospeção da rede de proteínas diferencialmente expressas na pele com melasma e sã, adjacente, substanciando a elaboração de hipóteses fisiopatológicas para a doença. Objetivo: Identificação diferencial de proteínas expressas na pele com melasma facial e na pele sã adjacente de mulheres. Métodos: Estudo transversal, envolvendo 20 mulheres, maiores de 18 anos, com melasma facial, sem tratamento específico há mais 30 dias, exceto protetor solar. Foram realizadas duas biópsias com punch 3 mm na face de cada paciente, sendo uma em região com melasma e outra em pele sã adjacente (40 fragmentos). As amostras foram congeladas em nitrogênio líquido, maceradas, digeridas em tripsina, e, as proteínas extraídas, submetidas à espectometria de massas. A dimensão do efeito foi estimada pela razão de abundância entre as proteínas identificadas nas topografias (melasma/per... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: Background: Melasma is an acquired common alteration in melanin pigmentation of the skin, characterized by generally symmetrical patches with irregular margins and defined limits. Although it has a high population frequency, its pathophysiology and the stimuli involved in melanocytic hypertrophy and focal hypermelanogenesis are not completely known. The proteomics study the set of proteins and their isoforms contained in a biological sample, be it a cell organelle, a cell, a tissue or an organism proper. The use of proteomic tools proposed in this work will aid in the exploration of the network of proteins differentially expressed on the skin with melasma and on the adjacent healthy skin, substantiating the elaboration of pathophysiological hypotheses for the disease. Objective: : Differential identification of proteins expressed on the skin with melasma and on healthy adjacent skin. Methods: After approval of the ethics committee, the study recruited 20 women over the age of 18, with facial melasma, without melasma treatment for more than 30 days, except sunscreen, followed at the HCPrudente dermatology outpatient clinic. Three biopsies were performed on each patient using a 3mm punch on the face , one in an area with melasma and one in adjacent healthy skin (40 skin fragments). The samples were frozen in liquid nitrogen, macerated, digested, and the proteins extracted after these processes were submitted to mass spectrometry. Results:. The mean age (standard deviation) of t... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre

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