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Transposição ovariana por videolaposcopia em cadáver de feto humano Laparoscopic ovarian transposition in human dead fetus

Oliveira Filho, Manoel 2004 (has links)
OLIVEIRA FILHO, Manoel. Transposição ovariana por videolaparoscopia em cadáver de feto humano. 2004. 60 f. Dissertação (Mestrado em Tocoginecologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2004. Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2013-12-24T11:56:52Z No. of bitstreams: 1 2004_dis_moliveirafilho.pdf: 624516 bytes, checksum: b9d9e1fb026fb4ea2a066605872a3b74 (MD5) Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2013-12-24T11:57:39Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2004_dis_moliveirafilho.pdf: 624516 bytes, checksum: b9d9e1fb026fb4ea2a066605872a3b74 (MD5) Made available in DSpace on 2013-12-24T11:57:39Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2004_dis_moliveirafilho.pdf: 624516 bytes, checksum: b9d9e1fb026fb4ea2a066605872a3b74 (MD5) Previous issue date: 2004 Objectives: Videoendoscopic surgery began at the end of twentieth century as a great innovation however; only in recent years its potential role has been explored. The endoscopes have been used to carry out a variety of diagnosis and therapeutic procedures. The acquisition of knowledge and habilities required by the technique obligates both the inexperienced surgeon and the experienced one, to seek information, training, qualification, and accreditation on new operative method in order to practice present time surgical medicine. Minimum access endoscopic surgery had an outstanding expansion on its applications for the past 10 (ten) years; due to this the Videoendoscopic is not totally defined within the oncologic gynecology. The preservation of ovarian function on young women that have precocious stage uterine colon cancer, Hodgkin lymphoma, Non-Hodgkin lymphoma and colon carcinoma – rectal that requires external and internal radiotherapy, the Videoendoscopic has been used as a surgical method in order to minimize the radiation effects, because it is a safe and effective procedure to preserve the ovarian function. The purpose of this work was to transpose the ovaries in human corpse fetus to outside the pelvic region and replace them in the highest possible point on the abdomen sidewall. Methods: Videolaparoscopic fixation of the ovaries with purse-string suture and clips. Two 18.9 in. (48cm) and 19.7 in (50cm), weighting 6.8 and 7.3 pounds (3.1 and 3.3 (kilograms) respectively, human fetus corpses were used. All the equipments and Videoendoscopic surgery instruments were used The usage of human material as a way of training provided the activity the possibility to carry out in similar conditions and of identical anatomy, whenever coming across surgery with alive individuals. Conclusion: the purpose of this work represents a perfectly feasible method of carrying out, training practice importance and surgeon improvement for the ovarian function preservation. Objetivo: A Cirurgia Vídeoendoscópica tem inicio no final do século vinte, como uma grande inovação da medicina, porém só recentemente tem sido explorado seu potencial. Os endoscópicos tem sidos utilizados atualmente para realizar uma variedade de procedimentos diagnósticos e terapêuticos. A aquisição de novos conhecimentos e habilidades são exigidos pela técnica que obriga, tanto ao novo cirurgião como até mesmo ao cirurgião mais experiente, buscar conhecimentos, treinamentos, habilitação e credenciamento no novo método operatório para que possa exercer a medicina cirúrgica da atualidade. A videoendoscopia na ginecologia oncológica ainda não esta completamente definida, pois somente nos últimos dez anos é que o desenvolvimento da cirurgia endoscópica de mínimo acesso tem tido uma marcante expansão nas suas aplicações. A preservação da função ovariana nas mulheres jovens que tem câncer de colo uterino em estágio precoce, linfomas Hodgkin e não Hodgkin e de carcinoma colo retal que necessitam submeter-se a radioterapia externa e interna, a videoendoscopia tem sido usada como método cirúrgico com a finalidade de minimizar os efeitos da radiação, é um procedimento seguro e eficaz na preservação da função ovarina. O objetivo deste trabalho foi transpor os ovários de cadáver fetal para fora da região pélvica e reposicioná-los o mais alto possível na parede lateral do abdômen, fixando-os com fios e grampos metálicos.
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Laparoscopia versus laparotomia nas tumorações ovarianas benignas

Medeiros, Lídia Rosi de Freitas 2003 (has links)
Resumo não disponível.
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Laparoscopia versus laparotomia nas tumorações ovarianas benignas

Medeiros, Lídia Rosi de Freitas 2003 (has links)
Resumo não disponível.
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Estudo in vitro da eficácia antineoplásica de metformina e de everolimus em monoterapia e terapia combinada com antineoplásicos convencionais no tratamento do câncer de ovário

Ladislau, Taciane 20 November 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T15:34:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_7288_Dissertação_Taciane Ladislau_2013.pdf: 1249756 bytes, checksum: 92fda62474aace56897b1de1454caee2 (MD5) Previous issue date: 2013-11-20 CAPES O câncer de ovário (CAOV) configura a malignidade ginecológica mais letal, em parte pela ausência de sinais e sintomas específicos, bem como estratégias de diagnóstico insuficientes. Grande parte das mulheres acometidas por CAOV são diagnosticadas em estadios avançados da doença, e apesar da responsividade inicial satisfatória aos antineoplásicos, eventualmente desenvolve-se quimiorresistência e recorrência. Com isso, novos agentes terapêuticos que atuem diretamente em alvos moleculares tem despontado como perspectiva de melhor prognóstico do CAOV. Neste contexto, investigamos a ação da metformina e do everolimus, agentes moduladores da proteína cinase Mammalian Target of Rapamycin (mTOR), em linhagens de CAOV ES-2 e A2780. Por meio do método MTT verificamos a redução da viabilidade celular metabólica (VCM) após o tratamento com metformina e everolimus em diversas concentrações, além da intensificação do efeito do paclitaxel. Ao combinarmos metformina 10µM com o taxano na concentração de 100nM a VCM foi reduzida em 56,55% na linhagem ES- 2, e 71,38 % em A2780 em relação ao controle. De forma semelhante, everolimus 0,06nM adicionado ao paclitaxel 100nM diminuiu a VCM em 66,4% e 78,38% nas linhagens ES-2 e A2780, respectivamente. Ademais a manutenção da dose de metformina (10µM) e everolimus (0,06nM) associados ao paclitaxel 12,5nM promoveu uma VCM compatível à monoterapia com taxano à 100nM. Com o ensaio anexinaV/PI na linhagem ES-2, constatamos que a porcentagem total de células em apoptose/necrose induzida foi pequena, metformina 10µM 4,35%/3,85%, everolimus 0,06nM 1,25%/5,1%, contudo, verificamos sua ação sobre a VCM e assim, sugerimos a ocorrência de processos adicionais, como morte celular autofágica. Além disso, no tratamento com metformina e everolimus houve o predomínio de células na fase GO/G1, além de um aumento de células na fase G2/M na condição com metformina e na fase sub-G0 com everolimus. Nossos achados evidenciam a potencial empregabilidade de metformina e everolimus no tratamento do CAOV, um dos grandes desafios da clínica oncológica. Ovarian cancer (CAOV) is the most lethal of the gynecologic malignancies, partially due to the lack of specific signs and symptoms as well as diagnosis strategies insufficient. Most women affected by CAOV are diagnosed in advanced stages of the disease, and despite the initial satisfactory response to antineoplastic drugs, eventually develop chemoresistance and recurrence. Therefore, new therapeutic agents which focus on molecular targets has emerged as the prospect of better prognosis CAOV. In this context, we investigated the action of metformin and everolimus, modulators of protein kinase Mammalian Target of Rapamycin (mTOR) in the CAOV cell lines ES-2 and A2780. Metabolic cell viability (VCM) was reduced by metformin and everolimus in different concentrations, in addition intensifying the effect of paclitaxel. Combining metformin 10µM with taxane 100nM the VCM was reduced in 56,55% in the cell line ES-2, and 71,38% in A2780 compared to control. Similarly, everolimus 0,06 nM added to paclitaxel 100 nM decreased VCM in 66,4% and 73,38% in the cell lines ES-2 and A2780, respectively. Moreover the maintenance of metformin dose (10µm) and everolimus (0,06nM) associated whith paclitaxel 12,5nM promoted a VCM compatible to taxane 100nM. We performed anexinaV/PI assay in ES-2 lineage, and a low percentage of apoptotic/necrotic cells was induced (metformin 10µM, 4.35%/3.85%; everolimus 0,06nM, 1.25%/5.1 %), however, we found its action on VCM and thus suggest occurrence of additional processes, such autophagic cell death. In addition, the cells predominated in phase GO/G1 with metformin and everolimus treatment, and there was an increase of cells in G2/M and sub-G0 phase with metformin and everolimus treatment, respectively. Our findings highlight the potential application of metformin and everolimus in the treatment of CAOV, a major challenge of clinical oncology
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Mecanismos envolvidos na progressão do câncer de ovário : 1) papel de NAC1 e BCL6 na regulação da expressão gênica; 2) efeito da cisplatina no fenótipo de células-tronco tumorais, migração e quimiorresistência

Herlinger, Alice Laschuk 27 April 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T15:34:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_8804_Tese_Alice Laschuk Herlinger.pdf: 1575039 bytes, checksum: fc041b347fbc6e8e6b1698a08137c688 (MD5) Previous issue date: 2015-04-27 CAPES Ovarian cancer (OVCA) is the most lethal gynecological cancer, and its dissemination and chemoresistance are major factors determining disease prognosis. Better understanding of mechanisms involved in these processes is crucial to improve OVCA therapy; therefore being the aim of the present study. Firstly, the role of NAC1 and BCL6 regulating transcription in OVCA has been investigated using FOXQ1 as a study model. It has been shown that NAC1 and BCL6 interact through NAC1’s BEN C-terminus domain, forming a complex which binds to three BCL6 binding motives on FOXQ1 promoter, activating its transcription. A positive correlation between NAC1 and BCL6 expression has been shown in OVCA cell lines and tumor specimens. Moreover, BCL6-depending NAC1 binding to BCL6 promoter activating its transcription has been shown. Therefore, a novel mechanism by which a BTB/POZ family member interacts with BCL6 attenuating its auto-repression has been herein described. Finally, cDNA microarray analyzes revealed a plethora of putative NAC1/BCL6 target genes. On the second chapter, the effects of cisplatin on OVCA progression have been analyzed. It has been shown that a five-day treatment with 10-5M cisplatin of A2780 cell increased chemoresistance, cell migration and expression of the cancer-stem cell associated phenotype CD44+CD24-, and a G2/M cell cycle arrest. The secretion of TGF-β1 and CXCL2, both cytokines involved in migration and resistance in cancer, in response to cisplatin, doxorubicin, and paclitaxel, by three cell lines originated from serous (A2780), endometrioid (MDAH-2774), and clear cell (TOV21G) OVCA subtypes has been measured. In response to cisplatin, TGF-β1 secretion by TOV21G cells has increased, as has CXCL2 secretion by TOV21G and A2780. When analyzing the effect of exogenous CXCL2 in drug resistance, this relation could not be demonstrated. However, it could be explained by CXCR2 overexpression in response to cisplatin, which has been herein demonstrated. Therefore, several different mechanisms leading to OVCA progression have been identified O câncer de ovário (CAOV) é a neoplasia ginecológica mais letal, sendo que a disseminação da doença e a quimiorresistência podem ser considerados fatores determinantes no prognóstico da doença. O entendimento dos mecanismos envolvidos nesses processos é essencial ao aprimoramento da terapêutica do CAOV, sendo assim o alvo de estudo deste trabalho. Primeiramente, investigou-se o papel de NAC1 e BCL6 na regulação da transcrição no CAOV, utilizando-se como modelo FOXQ1. Viu-se que NAC1 e BCL6 interagem através do domínio BEN Cterminal de NAC1, formando um complexo que se liga a motivos de ligação a BCL6 localizados na região promotora de FOXQ1 que, conforme se mostrou, possui três desses motivos. Em seguida, mostrou-se que existe uma correlação positiva entre a expressão de NAC1 e BCL6 em linhagens celulares de CAOV e em tumores. Mostrou-se ainda, que NAC1 liga-se ao promotor de BCL6 de forma dependente da proteína BCL6, ativando a sua transcrição. Dessa forma, descreveu-se de forma inédita um mecanismo através do qual um membro da família BTB/POZ interage com BCL6 atenuando a sua autorregulação negativa. Por fim, através de análise de microarranjo de cDNA identificaram-se possíveis novos alvos de regulação do complexo NAC1/BCL6. Na segunda parte deste trabalho, analisaram-se os efeitos da cisplatina na progressão do CAOV. Mostrou-se que, em resposta ao tratamento por cinco dias com cisplatina 10-5M, células da linhagem A2780 apresentaram aumento de migração, resistência e expressão do fenótipo de células-tronco tumorais CD44+CD24-; além da droga induzir uma parada do ciclo celular em fase G2/M. Também se analisou a secreção de TGF-β1 e CXCL2, citocinas envolvidas com a resistência e metástase no câncer, em resposta à cisplatina, à doxorrubicina e ao paclitaxel, em três linhagens de CAOV derivadas de tumores dos tipos seroso (A2780), endometrioide (MDAH-2774) e de células claras (TOV21G). Mostrou-se que, em resposta à cisplatina, apenas, havia o aumento da secreção de TGF-β1 por células TOV21G e de CXCL2 por células A2780 e TOV21G. Em seguida, buscou-se identificar se CXCL2 exógeno seria capaz de induzir a resistência nas células A2780. Esse efeito não foi observado. Contudo, pode ser explicado pela regulação positiva da expressão de CXCR2 induzida pela cisplatina aqui mostrada. Dessa forma, identificaram-se diferentes mecanismos que podem contribuir para a progressão do CAOV
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Rastreamento de mutações patogênicas nos genes BRCA1 e BRCA2 em pacientes brasileiras em risco para a síndrome de câncer de mama e ovário hereditários

Ewald, Ingrid Petroni 2008 (has links)
No Brasil, o câncer de mama é considerado um problema significativo de saúde pública, devido a suas altas taxas de incidência e mortalidade. No Rio Grande do Sul, os índices de incidência e mortalidade situam-se entre os maiores do país. É sabido que 5-10% de todos os casos de câncer de mama são hereditários, ou seja, causados principalmente por mutações germinativas em genes de predisposição. A identificação dos casos hereditários de câncer de mama é importante por várias razões. Primeiro, porque indivíduos afetados apresentam risco cumulativo vital muito superior ao da população para o desenvolvimento de outros tipos de câncer. Segundo, porque outros familiares de um indivíduo afetado podem estar em risco para o câncer hereditário, tornando a família informada dos riscos e cuidados que devem ter ao longo da vida e, terceiro pelas medidas de rastreamento intensivo e intervenção preventiva (cirurgias profiláticas e quimioprofilaxia) que podem diminuir, significativamente, o risco de câncer em portadores de mutação. A síndromes de predisposição hereditária ao câncer de mama mais importante em número relativo de casos é a síndrome de predisposição hereditária ao câncer de mama e ovário (HBOC do inglês Hereditary Breast and Ovarian Cancer Syndrome), associada a mutações germinativas nos genes BRCA1 e BRCA2. O diagnóstico molecular da síndrome HBOC é laborioso e caro devido à heterogeneidade molecular da doença que torna necessária a análise de toda a seqüência codificadora de ambos genes na maioria das populações. Alguns estudos recentes de caracterização molecular em pacientes HBOC no mundo e no Brasil sugeriram que determinadas mutações podem aparecer em maior freqüência o que justificaria uma abordagem inicial simplificada de rastreamento para estas alterações específicas. Os objetivos deste trabalho incluíram a verificação da prevalência de rearranjos gênicos em BRCA1 e de determinadas mutações fundadoras em BRCA1 e BRCA2 em famílias brasileiras de alto risco para a síndrome HBOC. Em um grupo de 175 indivíduos em risco nãorelacionados e de descendência não-judaica rastreados para as mutações 185delAG e 5382insC (BRCA1) e 6174delT (BRCA2) foram encontrados 7 portadores da mutação 5382insC (prevalência de 4%). Em um grupo de 90 indivíduos de risco nãorelacionados rastreados para rearranjos gênicos em BRCA1 pela técnica de MLPA (multiplex ligation-dependent probe amplification) foram identificados 7 portadores de rearranjos gênicos (7.8%), os quais estão sendo caracterizados detalhadamente quanto aos exatos pontos de quebra e ocorrência prévia em outras populações. Os resultados apresentados indicam que os rearranjos gênicos em BRCA1 são relativamente freqüentes em famílias brasileiras com o fenótipo HBOC e estudos adicionais de rastreamento de rearranjos no gene BRCA2 poderão complementar essa análise e definir a validade e aplicabilidade do rastreamento de rearranjos gênicos como primeira abordagem nos indivíduos e famílias com a síndrome HBOC.
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Revisão sistemática com enfoque diagnóstico e terapêutico das tumorações ovarianas

Medeiros, Lídia Rosi de Freitas 2008 (has links)
Introdução: Em cirurgia ginecológica, o tratamento dos tumores ovarianos é tema que suscita inúmeras controvérsias quanto à melhor abordagem − se por laparoscopia ou por laparotomia. Entretanto, nos casos de neoplasia maligna de ovário, o manejo por essa via torna-se inadequado, em decorrência das pequenas incisões que dificultam os cuidados operatórios preconizados para essas neoplasias. Quando uma tumoração ovariana é detectada, faz-se necessário estabelecer suas características de benignidade ou malignidade, sendo que determinados exames, de certa forma, guiam a conduta terapêutica a ser adotada, apesar de não possuírem 100% de acurácia. Esses exames são a ultra-sonografia transvaginal com Doppler colorido, o marcador tumoral CA 125 e o exame anatomopatológico de congelação durante o ato cirúrgico. Devido às incertezas que suscitam controvérsias quanto à melhor abordagem inicial para o manejo operatório das tumorações ovarianas, se por laparoscopia ou por laparotomia, planejamos realizar estudos de revisão sistemática. A revisão sistemática com enfoque terapêutico, comparou laparoscopia e laparotomia, na abordagem cirúrgica do câncer ovariano, em seus estágios iniciais (Ia, Ib, Ic) pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO). Estudos de revisão sistemática, com enfoque diagnóstico, avaliaram a acurácia diagnóstica da ultra-sonografia com Doppler colorido, do CA 125 e do exame anatomo-patológico de congelação. Conclusão A revisão sistemática com enfoque terapêutico – laparoscopia versus laparotomia para câncer ovariano em estágio inicial (Ia, Ib,Ic) pela FIGO – não encontrou evidências que apóiem o uso da laparoscopia para o manejo inicial do câncer ovariano em seus estágios iniciais como rotina na prática clínica. Verifica-se a necessidade de estudos com boa qualidade metodológica comparando laparoscopia e laparotomia para o manejo cirúrgico inicial desses tipos de câncer.Assim como a importância da classificação correta do desenho clínico dos estudos observacionais tanto pelos autores, bem como pelos revisores dos periódicos, visto que tivemos 2 artigos de coorte classificados erroneamente como sendo de casos e controles. A revisão sistemática com enfoque diagnóstico do exame de anatomopatológico de congelação Conclui-se, assim, que a acurácia do exame de anatomopatológico de congelação é elevada no diagnóstico de tumores malignos e benignos, sendo baixa, porém, para as lesões com malignidade limítrofe. A revisão sistemática, com enfoque diagnóstico, da ultra-sonografia com Doppler é um exame pré-teste importante na predição da natureza da tumoração ovariana – se maligna ou benigna. A revisão sistemática com enfoque diagnóstico do CA 125 com nívell sérico ≥ 35 U/ml é importante, nas tumorações ovarianas, para predizer se a lesão ovariana é de natureza benigna ou maligna. Em síntese, estes quatros estudos de revisão sistemática que abordam as tumorações ovarianas, mostraram níveis de evidência baixo para abordagem laparoscópica no câncer ovariano estágios inicias (Ia, Ib e Ic) pela FIGO. E que os três exames diagnósticos mais realizados na presença de tumoração ovariana são extremamente importantes para definir o diagnóstico. Definindo-se o diagnóstico, cabe adotar a melhor opção terapêutica. Introduction: In gynecological surgery, the treatment of the ovarian tumors is theme that raises countless controversies with relationship to the best approach if for laparoscopy or for laparotomy. However, in the cases of malignancy of ovarian tumor, the handling for that road becomes inadequate, due to the small incisions that hinder the operative cares extolled for those neoplasias. When an ovarian tumor is detected, it is necessary to establish its characteristics of benignancy or malignancy, and certain exams, in a certain way, guide the therapeutic conduct to be adopted one, in spite of they do not possess 100% of accuracy. Those exams are the ultrasonography with color Doppler, CA 125 assay and accuracy of frozen section the diagnosis of ovarian tumors. Due to the uncertainties that raise controversies regarding the relationship of the best initial approach for the operative handling of the ovarian tumor, if laparoscopy or laparotomy, we planned to accomplish studies of systematic review. The systematic review with therapeutic focus, compared laparoscopy and laparotomy, in the surgical approach of the ovarian cancer, in early stage (Ia Ib, Ic) by International Federation of Gynecology and Obstetrics (FIGO). Studies of systematic revision, with focus on diagnosis, evaluated the accuracy of the ultrasonography with color Doppler, of CA 125 and the frozen section. Conclusion: The systematic review with therapeutic focus - laparoscopy versus laparotomy for ovarian cancer by FIGO stage I (Ia, Ib,Ic) did not find evidence to support the use of laparoscopy for the management of early stage ovarian cancer as routine clinical practice. Further studies with good quality are needed comparing laparoscopy surgery with laparotomy for the management of early stage ovarian cancer. As well as the importance of the correct classification of the study design for the authors, and for the reviewers of the papers, because we had two cohort studies incorrectly classified as being case-controls. A quantitative systematic review performed to estimate the diagnostic accuracy of frozen section conclude that diagnostic accuracy rates for frozen section analysis is high for malignant and benign ovarian tumors, but for borderline tumors they remain relatively low. A quantitative systematic review performed to estimate the accuracy ultrasonography with color Doppler is a useful pre-operative test for predicting the diagnosis of pelvic masses. Also, the quantitative systematic review performed to estimate the accuracy of CA 125 level ≥ 35 U/ml concluded that this is a useful pre-operative test for predicting the benign or malignant nature of a pelvic mass. In conclusion, these four studies of systematic reviews regarding the approach of ovarian tumors have shown low evidence levels laparoscopy in the early ovarian cancer ovarian (stage I by FIGO) and, also that the three diagnostic exams are really important in the presence of ovarian tumor, helping to define the diagnosis. Once the diagnostic is defined, it remains to adopt the better therapeutic option.
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Neoplasias malignas de ovário em pacientes tratadas no Christie Hospital (Manchester, Reino Unido) : análise de 1390 casos

Rosa, Daniela Dornelles 2005 (has links)
Resumo não disponível
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Padrões de perdas e ganhos genomicos associados ao fenotipo de resistencia a quimioterapia a base de platina em pacientes portadoras de carcinoma de ovario

Heinrich, Juliana Karina Ruiz 2005 (has links)
Orientador: Fatima Aparecida Bottcher Luiz Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas Made available in DSpace on 2018-08-05T03:05:51Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Heinrich_JulianaKarinaRuiz_D.pdf: 3737166 bytes, checksum: f561b46029bedce96abcba2ab87e4b9e (MD5) Previous issue date: 2005 Resumo: O objetivo deste estudo foi o de investigar a participação de regiões cromossômicas específicas para a aquisição do fenótipo de resistência aos quimioterápicos à base de platina, em pacientes com carcinoma de ovário. Amostras de tumor a fresco foram investigadas pela técnica de CGH (comparative genomic hybridization), para a determinação de perdas e ganhos genômicos em regiões cromossômicas. De um total de 24 pacientes, 16 mostraram-se refratárias ao tratamento quimioterápico e 8 mostraram-se sensíveis. Os dados clínicos e padrões cromossômicos foram comparados. As pacientes com maior número de alterações apresentaram o fenótipo de resistência e um prognóstico reservado. Padrões de amplificação foram observados em 1q, 3q, 8q e 17q. Anomalias recorrentes nas regiões de 1q21-q22 e 17q12-q22 foram observadas em 56% e 50% das pacientes resistentes, respectivamente. Além disso, 88% das pacientes que apresentaram anomalias em 1 q e 17 q possuíam o fenótipo de resistência. Sugere-se que essas regiões em 1q e 17q abrigam genes que são mais fortemente relacionados ao prognóstico do que à tumorigênese. Os genes amplificados nos mesmos amplicons tais como ARNT e MUCI em 1q e LASP1, ERBB-2, MLN64, BRCAI e TOP2A em 17q são propostos para investigação como potenciais biomarcadores de resposta à quimioterapia à base de platina em pacientes com carcinoma de ovário Abstract: The aim of the study was to investigate the role of specific chromosomal regions to the acquisition of the platin-resistance phenotype in patients with ovarian carcinoma. Fresh tumor specimens from 24 patients were examined through CGH (comparative genomic hybridization) to determine chromosomal losses and gains. Sixteen patients were refractory to the platin based chemotherapy and 8 patients were sensitive. Clinico-pathological parameters and chromosomal patterns were compared. Patients with the highest number of chromosome alterations were found to present the resistant phenotype and a worsened prognosis. Gene amplification patterns were found at 1q, 3q, 8q and 17q. Recurrent abnormalities spanning the 1q21-q22 and 17q12-q22 regions were found in 56% and 50% of the resistant patients respectively. Moreover 88% ofthe patients that have shown lq or 17q alterations displayed the resistant phenotype. We suggest that those regions at 1q and 17 q harbor genes that are differentially more related to prognosis instead of tumorigenesis. Genes that are amplified in the same amplicon such as ARNT and MUCI at 1q and LASP1, ERBB-2, MLN64, BRCA1 and TOP2A at 17q should be investigated as potential markers for chemoresponse to platin based chemotherapy in patients with ovarian carcinomas Doutorado Genetica Medica Doutor em Ciências Médicas
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Revisão sistemática com enfoque diagnóstico e terapêutico das tumorações ovarianas

Medeiros, Lídia Rosi de Freitas 2008 (has links)
Introdução: Em cirurgia ginecológica, o tratamento dos tumores ovarianos é tema que suscita inúmeras controvérsias quanto à melhor abordagem − se por laparoscopia ou por laparotomia. Entretanto, nos casos de neoplasia maligna de ovário, o manejo por essa via torna-se inadequado, em decorrência das pequenas incisões que dificultam os cuidados operatórios preconizados para essas neoplasias. Quando uma tumoração ovariana é detectada, faz-se necessário estabelecer suas características de benignidade ou malignidade, sendo que determinados exames, de certa forma, guiam a conduta terapêutica a ser adotada, apesar de não possuírem 100% de acurácia. Esses exames são a ultra-sonografia transvaginal com Doppler colorido, o marcador tumoral CA 125 e o exame anatomopatológico de congelação durante o ato cirúrgico. Devido às incertezas que suscitam controvérsias quanto à melhor abordagem inicial para o manejo operatório das tumorações ovarianas, se por laparoscopia ou por laparotomia, planejamos realizar estudos de revisão sistemática. A revisão sistemática com enfoque terapêutico, comparou laparoscopia e laparotomia, na abordagem cirúrgica do câncer ovariano, em seus estágios iniciais (Ia, Ib, Ic) pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO). Estudos de revisão sistemática, com enfoque diagnóstico, avaliaram a acurácia diagnóstica da ultra-sonografia com Doppler colorido, do CA 125 e do exame anatomo-patológico de congelação. Conclusão A revisão sistemática com enfoque terapêutico – laparoscopia versus laparotomia para câncer ovariano em estágio inicial (Ia, Ib,Ic) pela FIGO – não encontrou evidências que apóiem o uso da laparoscopia para o manejo inicial do câncer ovariano em seus estágios iniciais como rotina na prática clínica. Verifica-se a necessidade de estudos com boa qualidade metodológica comparando laparoscopia e laparotomia para o manejo cirúrgico inicial desses tipos de câncer.Assim como a importância da classificação correta do desenho clínico dos estudos observacionais tanto pelos autores, bem como pelos revisores dos periódicos, visto que tivemos 2 artigos de coorte classificados erroneamente como sendo de casos e controles. A revisão sistemática com enfoque diagnóstico do exame de anatomopatológico de congelação Conclui-se, assim, que a acurácia do exame de anatomopatológico de congelação é elevada no diagnóstico de tumores malignos e benignos, sendo baixa, porém, para as lesões com malignidade limítrofe. A revisão sistemática, com enfoque diagnóstico, da ultra-sonografia com Doppler é um exame pré-teste importante na predição da natureza da tumoração ovariana – se maligna ou benigna. A revisão sistemática com enfoque diagnóstico do CA 125 com nívell sérico ≥ 35 U/ml é importante, nas tumorações ovarianas, para predizer se a lesão ovariana é de natureza benigna ou maligna. Em síntese, estes quatros estudos de revisão sistemática que abordam as tumorações ovarianas, mostraram níveis de evidência baixo para abordagem laparoscópica no câncer ovariano estágios inicias (Ia, Ib e Ic) pela FIGO. E que os três exames diagnósticos mais realizados na presença de tumoração ovariana são extremamente importantes para definir o diagnóstico. Definindo-se o diagnóstico, cabe adotar a melhor opção terapêutica. Introduction: In gynecological surgery, the treatment of the ovarian tumors is theme that raises countless controversies with relationship to the best approach if for laparoscopy or for laparotomy. However, in the cases of malignancy of ovarian tumor, the handling for that road becomes inadequate, due to the small incisions that hinder the operative cares extolled for those neoplasias. When an ovarian tumor is detected, it is necessary to establish its characteristics of benignancy or malignancy, and certain exams, in a certain way, guide the therapeutic conduct to be adopted one, in spite of they do not possess 100% of accuracy. Those exams are the ultrasonography with color Doppler, CA 125 assay and accuracy of frozen section the diagnosis of ovarian tumors. Due to the uncertainties that raise controversies regarding the relationship of the best initial approach for the operative handling of the ovarian tumor, if laparoscopy or laparotomy, we planned to accomplish studies of systematic review. The systematic review with therapeutic focus, compared laparoscopy and laparotomy, in the surgical approach of the ovarian cancer, in early stage (Ia Ib, Ic) by International Federation of Gynecology and Obstetrics (FIGO). Studies of systematic revision, with focus on diagnosis, evaluated the accuracy of the ultrasonography with color Doppler, of CA 125 and the frozen section. Conclusion: The systematic review with therapeutic focus - laparoscopy versus laparotomy for ovarian cancer by FIGO stage I (Ia, Ib,Ic) did not find evidence to support the use of laparoscopy for the management of early stage ovarian cancer as routine clinical practice. Further studies with good quality are needed comparing laparoscopy surgery with laparotomy for the management of early stage ovarian cancer. As well as the importance of the correct classification of the study design for the authors, and for the reviewers of the papers, because we had two cohort studies incorrectly classified as being case-controls. A quantitative systematic review performed to estimate the diagnostic accuracy of frozen section conclude that diagnostic accuracy rates for frozen section analysis is high for malignant and benign ovarian tumors, but for borderline tumors they remain relatively low. A quantitative systematic review performed to estimate the accuracy ultrasonography with color Doppler is a useful pre-operative test for predicting the diagnosis of pelvic masses. Also, the quantitative systematic review performed to estimate the accuracy of CA 125 level ≥ 35 U/ml concluded that this is a useful pre-operative test for predicting the benign or malignant nature of a pelvic mass. In conclusion, these four studies of systematic reviews regarding the approach of ovarian tumors have shown low evidence levels laparoscopy in the early ovarian cancer ovarian (stage I by FIGO) and, also that the three diagnostic exams are really important in the presence of ovarian tumor, helping to define the diagnosis. Once the diagnostic is defined, it remains to adopt the better therapeutic option.

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