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Transposição ovariana por videolaposcopia em cadáver de feto humano Laparoscopic ovarian transposition in human dead fetus

Oliveira Filho, Manoel 2004 (has links)
OLIVEIRA FILHO, Manoel. Transposição ovariana por videolaparoscopia em cadáver de feto humano. 2004. 60 f. Dissertação (Mestrado em Tocoginecologia) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Medicina, Fortaleza, 2004. Submitted by denise santos (denise.santos@ufc.br) on 2013-12-24T11:56:52Z No. of bitstreams: 1 2004_dis_moliveirafilho.pdf: 624516 bytes, checksum: b9d9e1fb026fb4ea2a066605872a3b74 (MD5) Approved for entry into archive by denise santos(denise.santos@ufc.br) on 2013-12-24T11:57:39Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2004_dis_moliveirafilho.pdf: 624516 bytes, checksum: b9d9e1fb026fb4ea2a066605872a3b74 (MD5) Made available in DSpace on 2013-12-24T11:57:39Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2004_dis_moliveirafilho.pdf: 624516 bytes, checksum: b9d9e1fb026fb4ea2a066605872a3b74 (MD5) Previous issue date: 2004 Objectives: Videoendoscopic surgery began at the end of twentieth century as a great innovation however; only in recent years its potential role has been explored. The endoscopes have been used to carry out a variety of diagnosis and therapeutic procedures. The acquisition of knowledge and habilities required by the technique obligates both the inexperienced surgeon and the experienced one, to seek information, training, qualification, and accreditation on new operative method in order to practice present time surgical medicine. Minimum access endoscopic surgery had an outstanding expansion on its applications for the past 10 (ten) years; due to this the Videoendoscopic is not totally defined within the oncologic gynecology. The preservation of ovarian function on young women that have precocious stage uterine colon cancer, Hodgkin lymphoma, Non-Hodgkin lymphoma and colon carcinoma – rectal that requires external and internal radiotherapy, the Videoendoscopic has been used as a surgical method in order to minimize the radiation effects, because it is a safe and effective procedure to preserve the ovarian function. The purpose of this work was to transpose the ovaries in human corpse fetus to outside the pelvic region and replace them in the highest possible point on the abdomen sidewall. Methods: Videolaparoscopic fixation of the ovaries with purse-string suture and clips. Two 18.9 in. (48cm) and 19.7 in (50cm), weighting 6.8 and 7.3 pounds (3.1 and 3.3 (kilograms) respectively, human fetus corpses were used. All the equipments and Videoendoscopic surgery instruments were used The usage of human material as a way of training provided the activity the possibility to carry out in similar conditions and of identical anatomy, whenever coming across surgery with alive individuals. Conclusion: the purpose of this work represents a perfectly feasible method of carrying out, training practice importance and surgeon improvement for the ovarian function preservation. Objetivo: A Cirurgia Vídeoendoscópica tem inicio no final do século vinte, como uma grande inovação da medicina, porém só recentemente tem sido explorado seu potencial. Os endoscópicos tem sidos utilizados atualmente para realizar uma variedade de procedimentos diagnósticos e terapêuticos. A aquisição de novos conhecimentos e habilidades são exigidos pela técnica que obriga, tanto ao novo cirurgião como até mesmo ao cirurgião mais experiente, buscar conhecimentos, treinamentos, habilitação e credenciamento no novo método operatório para que possa exercer a medicina cirúrgica da atualidade. A videoendoscopia na ginecologia oncológica ainda não esta completamente definida, pois somente nos últimos dez anos é que o desenvolvimento da cirurgia endoscópica de mínimo acesso tem tido uma marcante expansão nas suas aplicações. A preservação da função ovariana nas mulheres jovens que tem câncer de colo uterino em estágio precoce, linfomas Hodgkin e não Hodgkin e de carcinoma colo retal que necessitam submeter-se a radioterapia externa e interna, a videoendoscopia tem sido usada como método cirúrgico com a finalidade de minimizar os efeitos da radiação, é um procedimento seguro e eficaz na preservação da função ovarina. O objetivo deste trabalho foi transpor os ovários de cadáver fetal para fora da região pélvica e reposicioná-los o mais alto possível na parede lateral do abdômen, fixando-os com fios e grampos metálicos.
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Estudo in vitro da eficácia antineoplásica de metformina e de everolimus em monoterapia e terapia combinada com antineoplásicos convencionais no tratamento do câncer de ovário

Ladislau, Taciane 20 November 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T15:34:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_7288_Dissertação_Taciane Ladislau_2013.pdf: 1249756 bytes, checksum: 92fda62474aace56897b1de1454caee2 (MD5) Previous issue date: 2013-11-20 CAPES O câncer de ovário (CAOV) configura a malignidade ginecológica mais letal, em parte pela ausência de sinais e sintomas específicos, bem como estratégias de diagnóstico insuficientes. Grande parte das mulheres acometidas por CAOV são diagnosticadas em estadios avançados da doença, e apesar da responsividade inicial satisfatória aos antineoplásicos, eventualmente desenvolve-se quimiorresistência e recorrência. Com isso, novos agentes terapêuticos que atuem diretamente em alvos moleculares tem despontado como perspectiva de melhor prognóstico do CAOV. Neste contexto, investigamos a ação da metformina e do everolimus, agentes moduladores da proteína cinase Mammalian Target of Rapamycin (mTOR), em linhagens de CAOV ES-2 e A2780. Por meio do método MTT verificamos a redução da viabilidade celular metabólica (VCM) após o tratamento com metformina e everolimus em diversas concentrações, além da intensificação do efeito do paclitaxel. Ao combinarmos metformina 10µM com o taxano na concentração de 100nM a VCM foi reduzida em 56,55% na linhagem ES- 2, e 71,38 % em A2780 em relação ao controle. De forma semelhante, everolimus 0,06nM adicionado ao paclitaxel 100nM diminuiu a VCM em 66,4% e 78,38% nas linhagens ES-2 e A2780, respectivamente. Ademais a manutenção da dose de metformina (10µM) e everolimus (0,06nM) associados ao paclitaxel 12,5nM promoveu uma VCM compatível à monoterapia com taxano à 100nM. Com o ensaio anexinaV/PI na linhagem ES-2, constatamos que a porcentagem total de células em apoptose/necrose induzida foi pequena, metformina 10µM 4,35%/3,85%, everolimus 0,06nM 1,25%/5,1%, contudo, verificamos sua ação sobre a VCM e assim, sugerimos a ocorrência de processos adicionais, como morte celular autofágica. Além disso, no tratamento com metformina e everolimus houve o predomínio de células na fase GO/G1, além de um aumento de células na fase G2/M na condição com metformina e na fase sub-G0 com everolimus. Nossos achados evidenciam a potencial empregabilidade de metformina e everolimus no tratamento do CAOV, um dos grandes desafios da clínica oncológica. Ovarian cancer (CAOV) is the most lethal of the gynecologic malignancies, partially due to the lack of specific signs and symptoms as well as diagnosis strategies insufficient. Most women affected by CAOV are diagnosed in advanced stages of the disease, and despite the initial satisfactory response to antineoplastic drugs, eventually develop chemoresistance and recurrence. Therefore, new therapeutic agents which focus on molecular targets has emerged as the prospect of better prognosis CAOV. In this context, we investigated the action of metformin and everolimus, modulators of protein kinase Mammalian Target of Rapamycin (mTOR) in the CAOV cell lines ES-2 and A2780. Metabolic cell viability (VCM) was reduced by metformin and everolimus in different concentrations, in addition intensifying the effect of paclitaxel. Combining metformin 10µM with taxane 100nM the VCM was reduced in 56,55% in the cell line ES-2, and 71,38% in A2780 compared to control. Similarly, everolimus 0,06 nM added to paclitaxel 100 nM decreased VCM in 66,4% and 73,38% in the cell lines ES-2 and A2780, respectively. Moreover the maintenance of metformin dose (10µm) and everolimus (0,06nM) associated whith paclitaxel 12,5nM promoted a VCM compatible to taxane 100nM. We performed anexinaV/PI assay in ES-2 lineage, and a low percentage of apoptotic/necrotic cells was induced (metformin 10µM, 4.35%/3.85%; everolimus 0,06nM, 1.25%/5.1 %), however, we found its action on VCM and thus suggest occurrence of additional processes, such autophagic cell death. In addition, the cells predominated in phase GO/G1 with metformin and everolimus treatment, and there was an increase of cells in G2/M and sub-G0 phase with metformin and everolimus treatment, respectively. Our findings highlight the potential application of metformin and everolimus in the treatment of CAOV, a major challenge of clinical oncology
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Mecanismos envolvidos na progressão do câncer de ovário : 1) papel de NAC1 e BCL6 na regulação da expressão gênica; 2) efeito da cisplatina no fenótipo de células-tronco tumorais, migração e quimiorresistência

Herlinger, Alice Laschuk 27 April 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T15:34:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_8804_Tese_Alice Laschuk Herlinger.pdf: 1575039 bytes, checksum: fc041b347fbc6e8e6b1698a08137c688 (MD5) Previous issue date: 2015-04-27 CAPES Ovarian cancer (OVCA) is the most lethal gynecological cancer, and its dissemination and chemoresistance are major factors determining disease prognosis. Better understanding of mechanisms involved in these processes is crucial to improve OVCA therapy; therefore being the aim of the present study. Firstly, the role of NAC1 and BCL6 regulating transcription in OVCA has been investigated using FOXQ1 as a study model. It has been shown that NAC1 and BCL6 interact through NAC1’s BEN C-terminus domain, forming a complex which binds to three BCL6 binding motives on FOXQ1 promoter, activating its transcription. A positive correlation between NAC1 and BCL6 expression has been shown in OVCA cell lines and tumor specimens. Moreover, BCL6-depending NAC1 binding to BCL6 promoter activating its transcription has been shown. Therefore, a novel mechanism by which a BTB/POZ family member interacts with BCL6 attenuating its auto-repression has been herein described. Finally, cDNA microarray analyzes revealed a plethora of putative NAC1/BCL6 target genes. On the second chapter, the effects of cisplatin on OVCA progression have been analyzed. It has been shown that a five-day treatment with 10-5M cisplatin of A2780 cell increased chemoresistance, cell migration and expression of the cancer-stem cell associated phenotype CD44+CD24-, and a G2/M cell cycle arrest. The secretion of TGF-β1 and CXCL2, both cytokines involved in migration and resistance in cancer, in response to cisplatin, doxorubicin, and paclitaxel, by three cell lines originated from serous (A2780), endometrioid (MDAH-2774), and clear cell (TOV21G) OVCA subtypes has been measured. In response to cisplatin, TGF-β1 secretion by TOV21G cells has increased, as has CXCL2 secretion by TOV21G and A2780. When analyzing the effect of exogenous CXCL2 in drug resistance, this relation could not be demonstrated. However, it could be explained by CXCR2 overexpression in response to cisplatin, which has been herein demonstrated. Therefore, several different mechanisms leading to OVCA progression have been identified O câncer de ovário (CAOV) é a neoplasia ginecológica mais letal, sendo que a disseminação da doença e a quimiorresistência podem ser considerados fatores determinantes no prognóstico da doença. O entendimento dos mecanismos envolvidos nesses processos é essencial ao aprimoramento da terapêutica do CAOV, sendo assim o alvo de estudo deste trabalho. Primeiramente, investigou-se o papel de NAC1 e BCL6 na regulação da transcrição no CAOV, utilizando-se como modelo FOXQ1. Viu-se que NAC1 e BCL6 interagem através do domínio BEN Cterminal de NAC1, formando um complexo que se liga a motivos de ligação a BCL6 localizados na região promotora de FOXQ1 que, conforme se mostrou, possui três desses motivos. Em seguida, mostrou-se que existe uma correlação positiva entre a expressão de NAC1 e BCL6 em linhagens celulares de CAOV e em tumores. Mostrou-se ainda, que NAC1 liga-se ao promotor de BCL6 de forma dependente da proteína BCL6, ativando a sua transcrição. Dessa forma, descreveu-se de forma inédita um mecanismo através do qual um membro da família BTB/POZ interage com BCL6 atenuando a sua autorregulação negativa. Por fim, através de análise de microarranjo de cDNA identificaram-se possíveis novos alvos de regulação do complexo NAC1/BCL6. Na segunda parte deste trabalho, analisaram-se os efeitos da cisplatina na progressão do CAOV. Mostrou-se que, em resposta ao tratamento por cinco dias com cisplatina 10-5M, células da linhagem A2780 apresentaram aumento de migração, resistência e expressão do fenótipo de células-tronco tumorais CD44+CD24-; além da droga induzir uma parada do ciclo celular em fase G2/M. Também se analisou a secreção de TGF-β1 e CXCL2, citocinas envolvidas com a resistência e metástase no câncer, em resposta à cisplatina, à doxorrubicina e ao paclitaxel, em três linhagens de CAOV derivadas de tumores dos tipos seroso (A2780), endometrioide (MDAH-2774) e de células claras (TOV21G). Mostrou-se que, em resposta à cisplatina, apenas, havia o aumento da secreção de TGF-β1 por células TOV21G e de CXCL2 por células A2780 e TOV21G. Em seguida, buscou-se identificar se CXCL2 exógeno seria capaz de induzir a resistência nas células A2780. Esse efeito não foi observado. Contudo, pode ser explicado pela regulação positiva da expressão de CXCR2 induzida pela cisplatina aqui mostrada. Dessa forma, identificaram-se diferentes mecanismos que podem contribuir para a progressão do CAOV
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Cinética plasmática e captação da associação de uma microemulsão rica em colesterol ao quimioterápico oleato de etoposideo em pacientes com câncer de ovário Plasma kinetics and Uptake of a Cholesterol-rich Microemulsion (LDE) Associated to Etoposídeo Oleate by neoplastic Ovarian Tissues

Carolina Heitmann Mares Azevedo 13 May 2004 (has links)
Previamente foi relatado a associação do oleato de etoposídeo à uma microemulsão rica em colesterol (LDE) que é captada por células malignas que superexpressam receptores da Lipoproteína de Baixa Densidade (LDL). A associação do fármaco é estável, sua atividade antiproliferativa é preservada e há uma redução da toxicidade em animais. Dando continuidade, esse trabalho tem como objetivo investigar a cinética plasmática da associação LDE: oleato de etoposídeo e ainda verificar se a associação do fármaco à LDE modifica a propriedade da microemulsão de se concentrar nas células neoplásicas com aumento dos receptores, determinando a captação de ambos os componentes nos tecidos acometidos pelo tumor comparado com o tecido equivalente normal. O [3H]oleato de etoposídeo associado à LDE marcada radioativamente com [14C] oleato de colesterol, foi injetado intravenosamente em 14 pacientes com câncer de ovário (50,6 ± 7,5 anos), 24 horas antes da cirurgia. Amostras de sangue foram coletadas no período de 24 horas para determinar a curva de decaimento plasmático da associação. A radioatividade presente nas alíquotas do plasma foi determinada usando solução cintiladora e a Taxa Fracional de Remoção (TFR) foi calculada através de uma análise compartimental. Amostras de tecido ovariano com tumor e sem tumor foram coletadas durante a cirurgia, onde foi dado início ao procedimento de extração lipídica para determinação da radioatividade. A TFR da LDE e do oleato de etoposídeo foram similares (0,0881 e 0,1722 respectivamente, P= 0,2422). A média da captação tecidual de ambos[14C]-LDE e [3H]-oleato de etoposídeo por tecido maligno de ovário foi quatro vezes maior quando comparado com o tecido contralateral sem a doença (captação da LDE= 448 ± 184 e 143 ± 51 e a captação do oleato de etoposídeo foi de 346 ± 75 e 103 ± 56, respectivamente). O resultado indica que maior quantidade do fármaco fica retido na partícula da microemulsão, sendo removida da circulação e internalizada pelas células. Em adição foi mostrado que a associação LDE: oleato de etoposídeo teve habilidade de se concentrar nos tecidos malignos de ovário. Contudo, a associação pode ser usada para direcionar e concentrar o oleato de etoposídeo nas células malignas de ovário. Background: Previously we reported the association of etoposídeo oleate to a cholesterol-rich microemultion (LDE) that is taken up by malignant cells that overexpress low-density lipoprotein (LDL) receptors. The association of the drug is stable, preserves the anti-proliferative activity of the drug and reduces the toxicity to animals. In order to investigate the plasma kinetics of the association LDE:etoposídeo oleate and to verify whether the complex has the ability to concentrate in malignant ovarian cancer we performed the following analysis. Methods: [3H]etoposídeo oleate associated to LOE labeled with [14C]-Cholesteryl Oleate (CO) was intravenously injected into 10 patients with cancer of ovary (50,6 ± 7,5 yr.) 24 h before the surgery. Blood samples were collected over the 24 h period to determine the plasma decay curves of the complex labels. Radioactivity present in plasma aliquots was determined in a scintillation solution and the plasma fractional c1earance rate (FCR) was calculated by compartmental analysis. Specimens of tumors and normal ovaries excised during the surgery were collected for lipid extraction, separation by thin layer chromatography and radioactive counting. Results: Fractional clearance rate (FCR) of LDE and of the drug were similar (0,0881 e 0,1722, respectively, P =0.2422). The mean of the uptake of both [14C]-LDE and [3H]-etoposídeo oleate by malignat tissue of ovary was three fold greater when compared with that of the contralateral normal ovaries (LDE uptake = 448 ± 184 and 143 ± 51 and etoposídeo oleate uptake = 346 ± 75 and 103 ± 56, respectively). Conclusions: Our results indicate that most of the drug is retained in the microemulsion particles until its removal from the circulation and internalization by the cells. In addition, we showed that the association LDE:etoposídeo oleate has the hability to concentrate in malignant ovarian tissues. Therefore, the complex can be used to direct and concentrate etoposídeo against malignant ovarian cells.
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Caracterizaçao fenotípica dos tumores mucinosos do ovário Phenotype characterization of the mucinous ovarian tumors

Cristiane Rúbia Ferreira 4 September 2007 (has links)
NTRODUÇÃO: Neoplasias mucinosas primárias do ovário apresentam muitos pontos de controvérsias em relação ao seu padrão de diferenciação, sendo classificadas como tumores benignos, borderline e malignos.Elas também são classificadas em diferentes fenótipos, recentemente designadas como gastrointestinal e seromucinoso. Sua heterogeneidade tem produzido não somente dificuldades na classificação morfológica e no diagnóstico diferencial com neoplasias metastáticas, mas também na compreensão da patogênese e na interpretação imunoistoquímica. O fenótipo gastrointestinal tem sido pouco explorado em relação a possíveis diferenças entre os padrões de diferenciação gástrico e intestinal, desde que os dois são geralmente analisados juntos. Os tumores mucinosos borderline, considerado um estágio precoce da carcinogênese dos tumores mucinosos, são freqüentemente associados com pseudomixoma peritoneal (PMP), o qual foi recentemente relacionado a neoplasias mucinosas do apêndice cecal. O propósito deste estudo foi analizar os diferentes padrões morfológicos de apresentação dos tumores mucinosos do ovário e sua associação com o potencial de malignidade e o perfil imunoistoquímico. MATERIAL E MÉTODOS: Este estudo retrospectivo incluiu 72 tumores de 63 pacientes com diagnóstico patológico presumido de tumor mucinoso primário de ovário selecionados dos arquivos da Divisão de Patologia Cirúrgica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, de 1996 a 2005. Todos as lâminas da população de pacientes foram revisadas e classificadas de acordo com os critérios da WHO. Marcação imunoistoquímica para produtos do gene de mucina (MUC1, MUC2, MUC5AC e MUC6), RE, RP, CK7, CK20, CA19.9 e CA125 foram feitos em tissue microarrays. RESULTADOS: Nossos resultados mostraram 28 tumores benignos, 35 borderline e 9 malignos distribuídos nos fenótipos: pilórico (11), intestinal (30), gastrointestinal (20), mülleriano (4) e misto (gastrointestinal e mülleriano) (7). Seis pacientes tinham PMP associados. O estudo imunoistoquímico foi realizado em 67 tumores. Os tumores pilóricos apresentaram-se mais freqüentemente como tumores benignos (72.7%) e tiveram um perfil imunoistoquímico diferente de MUC2 (p= 0.003) e CA19.9 (p= 0.04) quando comparado com o fenótipo intestinal. MUC1 foi mais expresso entre os tumores com diferenciação mülleriana (pura ou mista) (100%, p= 0.02) quando comparado aos tumores de outros fenótipos. Os receptores hormonais foram positivos somente no fenótipo mülleriano. Os tumores borderline foram mais freqüentes nos fenótipos intestinal e gastrointestinal (37.1% e 40%), e estavam associados a PMP em 25% dos casos. Todos os tumores ovarianos associados a PMP eram de tipo histológico borderline e com fenótipo intestinal. O perfil dos tumores borderline de tipo intestinal, mesmo nos casos sem PMP, foi distinto dos outros tumores mucinosos de tipo intestinal e caracterizado pela expressão XVII de MUC2 e CK20. A média de idade das pacientes com tumores borderline de tipo intestinal sem PMP foi menor que daquelas com PMP. CONCLUSÃO: O subgrupo de tumores mucinosos de ovário de fenótipo gastrointestinal é o mais freqüente, mas é hetetogênio e composto por uma população de células de tipos pilórico e intestinal que diferem entre si em relação ao potencial de malignidade e perfil imunoistoquímico. Os tumores de fenotipo intestinal são mais freqüentemente malignos e borderline. Os tumores ovarianos associados com PMP e provavelmente também a maioria dos tumores borderline de fenótipo intestinal, mesmo sem PMP, devem ser considerados como tumores secundários, quando uma origem em apêndice cecal parece a mais provável. NTRODUCTION: Primary ovarian neoplasms of mucinous type carry many controversial points regarding their pattern of differentiation, classified as benign, borderline and malignant tumors. They are also classified into different morphological phenotypes, recently called as gastrointestinal and seromucinous. Their heterogeneity has produced not only difficulty into morphological classification and differential diagnostic with metastatic neoplasms, but also on understanding the pathogenesis and immunohistochemical interpretation. The gastrointestinal phenotype has been little explored with respect to possible differences between the gastric and intestinal morphological patterns of differentiation, since the two have generally been analyzed together. The mucinous borderline tumors, thought to be an intermediary stage of mucinous carcinogenesis, were frequently associated with pseudomyxoma peritonei (PMP), which was recently linked to appendiceal mucinous neoplasms. The purpose of the study was to analyze the different morphological patterns of presentation of mucinous ovarian tumors and their association with malignant potential and immunohistochemical profile. MATERIAL AND METHODS: This retrospective study included 72 tumors from 63 patients with pathological diagnosis of presumed primary mucinous ovarian tumor selected from the files of the Division of Surgical Pathology of University of Sao Paulo Medical School, from 1996 to 2005. All slides from the patient cohort were reviewed and classified according to WHO criteria. Immunohistochemical staining for mucin genes products (MUC1, MUC2, MUC5AC and MUC6), ER, PR, CK7, CK20, CA19.9 and CA125 were performed in tissue microarrays. RESULTS: Our results showed 28 benign, 35 borderline and 9 malignant tumors distributed in phenotypes: pyloric (11), intestinal (30), gastrointestinal (20), müllerian (4) and mixed (7) gastrointestinal and müllerian). Six patients had PMP associated. The immunohistochemical study was performed in 67 tumors. The pyloric tumors presented more frequently as benign tumors (72.7%) and had a differential immunohistochemical profile of MUC2 (p= 0.003) and CA19.9 (p= 0.04) when compared with intestinal phenotype. MUC1 was more expressed between tumors with müllerian differentiation (pure or mixed) (100%, p= 0.02) when compared with the others. The hormonal receptors were positive only in müllerian phenotype. Borderline tumors were more frequently of intestinal and gastrointestinal phenotypes (37.1% and 40%), and were associated to PMP in 25% of the cases. All ovarian tumors associated to PMP were of borderline histology and of intestinal type. The profile of intestinal borderline tumors, even in cases without PMP, was distinct from that of other primary mucinous tumors of the intestinal type and characterized by MUC2 and CK20 expression. The median age of patients with intestinal borderline tumors without PMP was lower than those with PMP. XIX CONCLUSION: The gastrointestinal subgroup of mucinous ovarian tumors is the more frequent, but it is heterogeneous and composed of pyloric, and intestinal cell population that differ regarding malignant potential and immunoprofile. The intestinal tumors are more frequently malignant and borderline. Ovarian tumors associated with PMP and probably most intestinal borderline tumors, even without PMP, should be considered as secondary tumor when the appendiceal origin seems the most probable.
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Linfangiogênese e seu papel no diagnóstico diferencial entre tumores  mucinosos primários e secundários do ovário Lymphangiogenesis and its role in the diferential diagnosis between primary and secondary mucinous ovary tumors

Bernardo Gomes de Lacerda Almeida 30 July 2014 (has links)
Metástases em ovário geralmente se apresentam como o primeiro sinal de doença, com o tumor primário não sendo imediatamente reconhecido. A diferenciação mucinosa é o fenótipo mais comum entre essas metástases. Em algumas situações, quando essa apresentação está associada a carcinomas metastáticos capazes de simular tumores ovarianos primários, essa configuração pode levar até mesmo patologistas experientes a diagnosticar incorretamente um depósito secundário como uma neoplasia primária. A maioria dos casos problemáticos pode ser resolvida correlacionando-se os dados clínicos, as características macroscópicas, os critérios de histologia e o perfil imuno-histoquímico, mas sempre haverá alguns casos com características sobrepostas. Levando-se em conta que a invasão linfovascular conspícua é uma das características que favorecem metástase, nós hipotetizamos que diferentes padrões de microdensidade vascular intratumoral poderiam nos ajudar na definição da origem primária ou secundária do tumor. Um total de 124 casos de tumores mucinosos de ovário foram selecionados, apresentando histologia \"borderline\" e maligna. Eles foram separados em dois grupos (primários ou metastáticos), classificados de acordo com as informações clínicas disponíveis, características macroscópicas e microscópicas, e perfil imuno-histoquímico realizado em amostras de tumores em microarranjo de tecido (TMA). A densidade vascular linfática (DVL) foi analisada quantificando-se espaços vasculares intratumorais identificados pela podoplanina, um marcador endotelial linfático. De acordo com os nossos resultados a DVL foi maior nas neoplasias primárias do que nas secundárias, mas, após análise multivariada, os melhores preditores de um tumor ser secundário foram tamanho de 10,0 cm ou menos (OR 9,4; IC 95% 1,2-69,2), bilateralidade (OR 51,5; IC 95% 7,1-370,2) e negatividade para CK7 (OR 64,8; IC 95% 9,4- 447). De acordo com o conhecimento atual, a disseminação metastática não é um evento aleatório, mas um processo de várias etapas complexas e sequenciais, altamente organizado e tecido específico. É importante aprofundar a relação entre as células tumorais e seu microambiente porque as características moleculares envolvidas podem ser uma possível fonte de novos marcadores que podem permitir uma categorização mais precisa dos tumores mucinosos nos ovários Ovarian metastases commonly present as the first sign of the disease, with the primary tumor not being immediately recognized. Mucinous differentiation is the most common phenotype among those metastases. In particular situations, when compounded by the known metastatic carcinomas capable of simulate primary tumors, this setting can lead even experienced pathologists to diagnose incorrectly a secondary deposit as a primary neoplasm. Correlating clinical data, macroscopic features, histology criteria and immunohistochemistry profile, can solve the majority of those problematic cases, but there will always be some cases in a gray zone with superimposed characteristics. Since conspicuous lymphovascular invasion is one of the characteristics favoring metastases, we hypothesized if different patterns of intratumoral vascular microdensity can help us in defining the tumor origin. A total of 124 cases of mucinous tumors in ovary were selected, presenting borderline and malignant histology. They were separated in two groups (primary and metastatic) classified according to the available clinical data, gross and microscopic features, and immunohistochemistry profile performed in tumor samples in tissue microarrays (TMA). The lymphatic vascular density (LVD) was analyzed using podoplanin, a lymphatic endothelial marker. According to our results LVD was greater in primary than in secondary neoplasms, but after multivariate analysis, the best predictors of a secondary deposit tumor were size 10,0 cm or less (OR 9.4; CI 95% 1.2- 69.2), bilaterality (OR 51.5; CI 95% 7.1-370.2) and CK7 negativity (OR 64.8; CI 95% 9.4-447). According to actual knowledge metastatic dissemination is not a random event, but a complex and sequential multistep process, highly organized and tissue-specific. It is important to go deeper into the relation between tumor cells and their microenvironment because its molecular features may be a possible source of new markers that could allow a more precise categorization of mucinous tumors in the ovaries
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Predição de malignidade de tumores ovarianos utilizando marcadores tumorais, índice de risco e ROMA Prediction of malignancy of ovarian tumors using tumor markers, risk index and ROMA

Cristina Anton 29 September 2011 (has links)
INTRODUÇÃO: O câncer de ovário é o mais letal de todos os cânceres ginecológicos e requer ser tratado por ginecologistas especializados em centros terciários para se obter melhor prognóstico. Este trabalho tem como objetivo analisar e comparar quatro estratégias diferentes para predizer a benignidade ou malignidade de tumores pélvicos supostamente de origem ovariana utilizando para este fim, marcadores tumorais CA 125 e HE4, índice de risco de malignidade (IRM) e algoritmo ROMA. MÉTODOS: Neste estudo prospectivo foram avaliadas 128 pacientes com diagnóstico de tumores pélvicos supostamente de origem ovariana atendidas na Divisão de Clínica Ginecológica do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Instituto do Câncer do Estado de São Paulo entre julho de 2008 e janeiro 2011. Foram calculadas a sensibilidade e a especificidade e construídas curvas ROC para comparar os quatro parâmetros (CA 125, HE4, ROMA e IRM) na eficácia de diferenciar tumores ovarianos. RESULTADOS: A sensibilidade obtida para CA 125, HE4, ROMA e IRM foi de, respectivamente, 70,4%, 79,7%, 74,1% e 63,0%. A especificidade para CA 125, HE4, ROMA e IRM foi de, respectivamente, 74,2%, 66,7%, 75,8% e 92,4%. Não houve diferença na comparação das áreas abaixo da curva ROC entre os quatro parâmetros. CONCLUSÕES: Nenhum dos quatro métodos estudados é o ideal na diferenciação de tumores ovarianos. Entre os quatro parâmetros analisados o HE4 foi o parâmetro com melhor sensibilidade na diferenciação de tumores ovarianos. A acurácia dos quatro métodos é equivalente e podem ser utilizados indistintamente para referenciar pacientes para serviços especializados no tratamento de câncer de ovário BACKGROUND: Ovarian cancer is the most lethal of all gynecological cancers and requires to be treated by gynecologic oncologists in tertiary centers accustomed to treating this disease to achieve the best prognosis. This study aims to compare four different strategies to predict the benignity or malignancy of pelvic tumors presumably of ovarian origin using, for this purpose, tumor markers CA 125 and HE4, risk malignancy index (RMI) and algorithm ROMA. METHODS: This prospective study evaluated 128 patients supposedly with ovarian tumors treated at the Divisão de Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo and at Instituto do Câncer do Estado de São Paulo between July 2008 and January 2011. We calculated sensitivity, specificity and ROC curves to compare the four parameters (CA 125, HE4, ROMA and RMI) ability to differentiate the ovarian tumors. RESULTS: The sensitivity obtained for CA 125, HE4, ROMA and RMI was, respectively, 70.4%, 79.7%, 74.1% and 63.0%. The specificity obtained for CA 125, HE4, ROMA and RMI was, respectively, 74.2%, 66.7%, 75.8% and 92.4%. There was no difference the areas under the ROC curve among the four parameters. CONCLUSIONS: None of the four studied methods is best in the differentiation of ovarian tumors. Among the four parameters analyzed, HE4 was the parameter with highest sensitivity in the differentiation of ovarian tumors. The accuracy of the four methods is equivalent and can be used interchangeably to refer patients for specialized services in the treatment of ovarian cancer
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"Farmacocinética e captação tecidual do paclitaxel associado à nanoemulsão (LDE) em pacientes com neoplasias malignas do trato genital feminino" Pharmacokinetics and tumor uptake of a derivatized form of paclitaxel associated to a cholesterol-rich nanoemulsion (LDE) in patients with gynecologic cancers

Maria Luiza Nogueira Dias Genta 11 April 2006 (has links)
O paclitaxel é utilizado amplamente no carcinoma de ovário, nos casos refratários de carcinoma de endométrio e quimioterapia exclusiva para carcinoma avançado de colo uterino. A associação de paclitaxel a uma nanoemulsião rica em colesterol, denominada LDE, mostrou toxicidade menor e aumento da atividade antitumoral do fármaco em cobaias. No presente estudo, investigou-se os parâmetros farmacocinéticos do oleato de LDE-paclitaxel e a habilidade da LDE de concentrar o fármaco no tumor em oito pacientes com câncer do trato genital feminino. O oleate de paclitaxel associado a LDE é estável na circulação e tem uma meia-vida plasmática maior do que o paclitaxel comercial. A LDE concentra 3,6 mais paclitaxel em tecidos tumorais do que nos tecidos normais. Esta associação parece ser uma alternativa no tratamento dos tumores ginecológicos A cholesterol-rich nanoemulsion termed LDE concentrates in cancer tissues after injection into the bloodstream. The association of a derivatized paclitaxel to LDE showed lower toxicity and increased antitumoral activity as tested in mice. Here, the pharmacokinetics of LDE-paclitaxel oleate and the ability of LDE to concentrate the drug in the tumor were investigated in eight patients with gynecologic cancers. Fractional clearance rate (FCR) and pharmacokinetic parameters were calculated by compartmental analysis. Also, specimens of tumors and the normal tissues were excised during the surgery for radioactivity measurement. LDE concentrates 3.5 more paclitaxel in malignant tissues than in the normal tissues. Therefore, association to LDE is an interesting strategy for using paclitaxel to treat gynecologic cancers
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Análise de custo-efetividade de programa para diagnóstico de mutação germinativa em genes BRCA1/2 e de estratégias preventivas para pacientes com câncer de ovário e seus familiares de primeiro grau Cost-effectiveness analysis of a program for BRCA1/2 germline mutation diagnosis and preventive strategies for ovarian cancer patients and their first-degree relatives

Marcelo Cristiano de Azevedo Ramos 23 February 2018 (has links)
INTRODUÇÃO: Diversas sociedades profissionais recomendam a realização de testes genéticos para mulheres que desenvolveram câncer de ovário, a fim de identificar portadores de mutação germinativa em genes BRCA1/2 e oferecer terapia redutora de risco. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi realizar análise de custo-efetividade de programa para diagnóstico de mutação germinativa em genes BRCA1/2 e de estratégias preventivas para pacientes com o diagnóstico de câncer de ovário e seus familiares de primeiro grau. METODOLOGIA: O estudo realizou análise de custo-efetividade mediante desenvolvimento de modelo de decisão de Markov e perspectiva do Sistema Único de Saúde. As estratégias comparadas refletiram a adoção de teste genético e estratégias preventivas para pacientes e familiares ou o acompanhamento proposto atualmente. A razão de custo-efetividade incremental foi expressa em termos de custo por caso evitado de neoplasia maligna. A análise de sensibilidade foi realizada de forma determinística univariada. RESULTADOS: Demonstrou-se incremento em efetividade e em custos com a realização de testes genéticos e a adoção de medidas profiláticas para pacientes e familiares. A razão de custo-efetividade incremental foi calculada em R$ 14.224,40 e em R$ 908,58, respectivamente, por caso evitado em pacientes com o diagnóstico prévio de câncer de ovário e em seus familiares de primeiro grau. Estes valores foram considerados inferiores ao limiar de custo-efetividade selecionado no estudo (de R$ 7.543,50 a R$ 23.786,70). DISCUSSÃO: O programa analisado pode ser considerado como estratégia custo-efetiva para a realidade nacional, sobretudo no que tange aos familiares de primeiro grau de pacientes com o diagnóstico de câncer de ovário. Outras publicações demonstraram conclusões similares para o tema em diversos países. CONCLUSÃO: Um possível desdobramento deste trabalho poderia ser representado pela realização de uma análise de impacto orçamentário da incorporação do programa como política de saúde no país INTRODUCTION: Several professional societies recommend performing genetic tests for women who have developed ovarian cancer in order to identify BRCA1/2 germline-mutation carriers and offer risk-reducing therapy. OBJECTIVE: The objective of this study was to perform a cost-effectiveness analysis of a BRCA1/2 germline mutation diagnosis program and preventive strategies for patients diagnosed with ovarian cancer and their first degree relatives. METHODS: The study performed a cost-effectiveness analysis through the development of a Markov decision model and the perspective of the Unified Health System. The compared strategies reflected the adoption of genetic testing and preventive strategies for patients and their relatives or the usual follow-up. The incremental cost-effectiveness ratio was expressed in terms of cost per avoided case of cancer. Sensitivity analysis was performed in a univariate and deterministic manner. RESULTS: There has been an increase in effectiveness and in costs with genetic testing and the adoption of prophylactic measures for patients and their relatives. The incremental cost-effectiveness ratio was calculated at R$ 14,224.40 and R$ 908.58, respectively, for avoided cases in patients with prior diagnosis of ovarian cancer and their first-degree relatives. These values were considered lower than the cost-effectiveness threshold selected in the study (from R$ 7,543.50 to R$ 23,786.70). DISCUSSION: The analyzed program can be considered as a cost-effective strategy for the national reality, especially in relation to the first-degree relatives of patients with ovarian cancer. Other publications have shown similar conclusions for the subject in several countries. CONCLUSION: A possible development of this work could be represented by a budget impact analysis of the incorporation of the program as health policy in Brazil
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Contribuição das características clínicas, hormonais e radiológicas para o diagnóstico diferencial dos tumores de ovário produtores de andrógenos e hipertecose do estroma ovariano em mulheres na pós-menopausa Contribution of clinical features, hormonal profile and radiological studies in the differential diagnosis of the virilizing ovary tumor and ovarian stromal hyperthecosis of postmenopausal women

Viviane dos Reis Vieira Yance 2 August 2016 (has links)
Introdução: Hiperandrogenemia associada a sinais clínicos de virilização na mulher após a menopausa é uma condição rara e pouco estudada. Os tumores ovarianos secretores de andrógenos (TOSA) e a hipertecose do estroma ovariano (HPT) são as etiologias mais frequentes de hiperandrogenismo nesta faixa etária. A diferenciação entre estas duas condições é difícil, pois as manifestações clínicas são semelhantes e caracterizadas por hirsutismo, alopecia androgênica, clitoromegalia, hipertrofia muscular e agravamento da voz. O perfil hormonal das mulheres pós-menopausadas com TOSA e HPT pode não ser um parâmetro ideal para discriminar estas duas condições. Além disso, os estudos de imagem podem não caracterizar com precisão estas lesões ovarianas. Devido às dificuldades, em estabelecer o diagnóstico diferencial entre TOSA e HPT, a ooforectomia bilateral é a terapêutica indicada para as mulheres menopausadas com diagnóstico de hiperandrogenismo de origem ovariana; embora na HPT o tratamento clínico com análogo do hormônio liberador de gonadotrofinas (aGnRH) possa ser uma opção terapêutica eficaz. Objetivos: O nosso objetivo foi avaliar a contribuição das características clínicas, do perfil hormonal e dos exames radiológicos para o diagnóstico diferencial entre TOSA e HPT em mulheres na pós-menopausa. Métodos: Trinta e quatro mulheres pós-menopausadas, na faixa etária de 52 a 80 anos de idade, que foram encaminhadas à Unidade de Endocrinologia do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, entre 1999 e 2013 por hiperandrogenismo clínico e com diagnóstico histológico de TOSA (13 mulheres) e HPT (21 mulheres) foram avaliadas retrospectivamente. Os diagnósticos histológicos foram revisados e confirmados por um único patologista com experiência em patologia ginecológica. Os dados clínicos de hiperandrogenismo, o perfil hormonal (T, E2, LH, FSH) e as imagens radiológicas pélvicas (Ultrassom transvaginal e Ressonância Magnética, RM) foram obtidos a partir da revisão de prontuários médicos. Resultados: Em relação aos dados da história clínica, não houve diferença significativa entre os dois grupos de pacientes para nenhuma das variáveis clínicas analisadas, exceto para o número de gestações, que foi significantemente maior no grupo com TOSA. Os sinais clínicos de hiperandrogenismo, especialmente agravamento da voz (p < 0,001) e hipertrofia muscular (p = 0,01), foram mais prevalentes no grupo de pacientes com TOSA do que o grupo de HPT. Embora na análise dos parâmetros hormonais, os pacientes do grupo com TOSA tenham apresentado níveis mais elevados de T e E2 e níveis mais baixos de gonadotrofinas (p < 0,01 e p <0,01, respectivamente) do que o grupo de pacientes com HPT, uma grande sobreposição nos níveis hormonais foi observada entre os pacientes dos dois grupos. A RM de pelve apresentou uma boa acurácia para diferenciar os TOSAs da HPT em mulheres pós-menopausadas com hiperandrogenismo. Conclusão: Neste grupo de pacientes, as características que mais contribuíram para o diagnóstico diferencial entre TOSA e HPT foram o agravamento da voz e a hipertrofia muscular, os níveis séricos de testosterona e gonadotrofinas e a presença de nódulo ovariano na RM de pelve. Embora a associação das características clínicas, hormonais e radiológicas contribua para a elaboração de uma hipótese diagnóstica fundamentada, a análise histopatológica continua a ser o padrão ouro para o diagnóstico diferencial de hiperandrogenismo de origem ovariana em mulheres na pós-menopausa Introduction: The presence of virilizing signs associated to high serum of androgen levels in postmenopausal women is a rare and poorly understood condition. Virilizing ovarian tumors (VOT) and ovarian stromal hyperthecosis (OH) are the most common hyperandrogenism etiologies in the postmenopausal women. The differential diagnosis between the two conditions is often difficult, because they present similar clinical features such as hirsutism, androgenic alopecia, clitoromegaly, muscle hypertrophy and deepening of the voice. The hormonal profile of postmenopausal women with VOT and OH may not be the optimal discriminating factor between these two conditions. Moreover, imaging may not accurately characterize these ovarian lesions. Due to the difficulties in establishing the differential diagnosis between VOT and OH, bilateral oophorectomy is the treatment of choice in postmenopausal women with hyperandrogenism of ovarian origin. However, the treatment with gonadotropin-releasing hormone analogue (GnRHa) might be an effective therapy in women with OH. Objectives: Our aim was to evaluate the contribution of clinical features, hormonal profile and radiological studies in the differential diagnosis between VOT and OH in postmenopausal women. Methods: Thirty-four postmenopausal women ranging from 52 to 80 years of age with clinical hyperandrogenism referred to the Endocrinology Unity of Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, between 1999 and 2013, with diagnosis of VOT (13 women) and OH (21 women) were evaluated retrospectively. Histological diagnoses were reviewed and confirmed by a single pathologist with expertise in gynecologic pathology. Clinical hyperandrogenism data, hormonal status (T, E2, LH, FSH) and the pelvic images (Transvaginal sonography and Magnetic Resonance Image- MRI) findings were obtained from medical records. Results: No clinical data evaluated in the study was significantly different between the two groups of patients. A higher number of pregnancies in the VOT group was observed, which was statistically different from the OH group. The clinical signs of hyperandrogenism, especially deepening of the voice (p < 0.001) and muscle hypertrophy (p = 0.01), were more prevalent in the VOT\'s than OH\'s group. Although, the VOT\'s group showed higher T and E2 levels and lower gonadotropins levels than the OH\'s group (p < 0.01 and p < 0.01, respectively), a great overlap in the hormone levels occur between VOT and OH patients. Pelvic MRI presented a good accuracy to differentiate these two conditions in hyperandrogenic postmenopausal women. Conclusion: In this group of patients, the main features to the differential diagnosis between VOT and OH were deepening of the voice and muscle hypertrophy, serum levels of testosterone and gonadotropins and presence of ovarian nodule in the pelvic MRI. Although the association of clinical, hormonal and radiological features contributes to the differential diagnosis between these two conditions, histopathological analysis remains the gold standard for the differential diagnosis of ovarian hyperandrogenism in post menopausal women

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