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A construção de um instrumento de medida para o fator neuroticismo/estabilidade emocional dentro do modelo de personalidade dos cinco grandes fatores

Nunes, Carlos Henrique Sancineto da Silva January 2000 (has links)
Esta pesquisa teve como objetivo construir e validar uma escala para avaliação do fator neuroticismo/estabilidade emocional. Neuroticismo é uma dimensão da personalidade humana, no modelo dos cinco grandes fatores, que se refere ao nível crônico de ajustamento e instabilidade emocional. Um alto nível de neuroticismo identifica indivíduos propensos a sofrimento psicológico que podem apresentar altos níveis de ansiedade, depressão, hostilidade, vulnerabilidade, autocrítica, impulsividade, baixa auto-estima, idéias irreais, baixa tolerância a frustração e respostas de coping não adaptativas. No primeiro estudo deste projeto foram gerados os itens da escala e avaliadas as suas qualidades psicométricas e validade de construto. Os participantes foram 792 estudantes universitários de três estados brasileiros. O segundo estudo teve como objetivo verificar a validade concorrente do instrumento. Participaram 437 estudantes universitários. Os resultados mostraram que o instrumento e as quatro subescalas identificadas através da análise fatorial apresentam qualidades psicométricas adequadas. As correlações entre o instrumento e testes para avaliar ansiedade, depressão, bem estar subjetivo, auto estima e neuroticismo (EPQ) indicaram que a escala construída está avaliando adequadamente as diferentes facetas do construto neuroticismo.
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A construção de um instrumento de medida para o fator neuroticismo/estabilidade emocional dentro do modelo de personalidade dos cinco grandes fatores

Nunes, Carlos Henrique Sancineto da Silva January 2000 (has links)
Esta pesquisa teve como objetivo construir e validar uma escala para avaliação do fator neuroticismo/estabilidade emocional. Neuroticismo é uma dimensão da personalidade humana, no modelo dos cinco grandes fatores, que se refere ao nível crônico de ajustamento e instabilidade emocional. Um alto nível de neuroticismo identifica indivíduos propensos a sofrimento psicológico que podem apresentar altos níveis de ansiedade, depressão, hostilidade, vulnerabilidade, autocrítica, impulsividade, baixa auto-estima, idéias irreais, baixa tolerância a frustração e respostas de coping não adaptativas. No primeiro estudo deste projeto foram gerados os itens da escala e avaliadas as suas qualidades psicométricas e validade de construto. Os participantes foram 792 estudantes universitários de três estados brasileiros. O segundo estudo teve como objetivo verificar a validade concorrente do instrumento. Participaram 437 estudantes universitários. Os resultados mostraram que o instrumento e as quatro subescalas identificadas através da análise fatorial apresentam qualidades psicométricas adequadas. As correlações entre o instrumento e testes para avaliar ansiedade, depressão, bem estar subjetivo, auto estima e neuroticismo (EPQ) indicaram que a escala construída está avaliando adequadamente as diferentes facetas do construto neuroticismo.
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A construção de um instrumento de medida para o fator neuroticismo/estabilidade emocional dentro do modelo de personalidade dos cinco grandes fatores

Nunes, Carlos Henrique Sancineto da Silva January 2000 (has links)
Esta pesquisa teve como objetivo construir e validar uma escala para avaliação do fator neuroticismo/estabilidade emocional. Neuroticismo é uma dimensão da personalidade humana, no modelo dos cinco grandes fatores, que se refere ao nível crônico de ajustamento e instabilidade emocional. Um alto nível de neuroticismo identifica indivíduos propensos a sofrimento psicológico que podem apresentar altos níveis de ansiedade, depressão, hostilidade, vulnerabilidade, autocrítica, impulsividade, baixa auto-estima, idéias irreais, baixa tolerância a frustração e respostas de coping não adaptativas. No primeiro estudo deste projeto foram gerados os itens da escala e avaliadas as suas qualidades psicométricas e validade de construto. Os participantes foram 792 estudantes universitários de três estados brasileiros. O segundo estudo teve como objetivo verificar a validade concorrente do instrumento. Participaram 437 estudantes universitários. Os resultados mostraram que o instrumento e as quatro subescalas identificadas através da análise fatorial apresentam qualidades psicométricas adequadas. As correlações entre o instrumento e testes para avaliar ansiedade, depressão, bem estar subjetivo, auto estima e neuroticismo (EPQ) indicaram que a escala construída está avaliando adequadamente as diferentes facetas do construto neuroticismo.
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Os pressupostos evolutivos dos fatores abertura à experiência e neuroticismo

Vasconcellos, Silvio José Lemos January 2007 (has links)
O modelo dos cinco grandes fatores descreve amplos fatores ou dimensões da personalidade descobertos a partir da pesquisa empírica. Esse modelo emergiu possivelmente como o mais amplamente aceito modelo referente à estrutura da personalidade. Abertura à Experiência e Neuroticismo são dois dos cinco principais domínios. A teoria evolucionista da personalidade postula que os principais traços abarcam sistemas universais entre os seres humanos. O objetivo central da presente pesquisa foi investigar alguns aspectos evolutivos dos fatores Abertura à experiência e Neuroticismo. No estudo 1, foi desenvolvida e validada uma escala para avaliar Abertura à Experiência. Participaram dessa etapa 809 universitários. Os demais estudos enfocaram a relação entre Neuroticismo, Abertura à Experiência e preferência por cenários naturais. Alguns métodos empregados nesses estudos permitiram avaliar os aspectos motivacionais da personalidade evocados por ambientes naturais primitivos. Houve uma correlação positiva entre a faceta ansiedade e a escolha por paisagens ricas em perspectiva (r = 0,21; p < 0,05). Em termos gerais, o estudo dessas preferências mostrou-se uma maneira útil de analisar alguns aspectos relativos ao impacto da evolução sobre a personalidade humana. / The five-factor model describes five broad factors or dimensions of personality discovered by empirical research. This model emerged as possibly the most widely accepted model of personality scturcture Openess to Experience and Neuroticism are two of five major domanins. Evolutionary theory of personality postulates that main traits evolved systems that are universal in humans. The main objective of the present research was to investigate some of the evolutionary aspects of the factors Openess to Experience and Neuroticism. In Study 1, a scale to assess Openess to Experience was developed and validated. The participants were 809 Brazilian university students. The other studies approached the relationship between preferences for natural landscapes and Neuroticism and Openess to Experience. Some methods in these studies allowed an evaluation of the motivating aspects of personality evoked by primitive natural enviroments. There was a positive significant correlation between facet anxiety and choice for landscapes rich in perspective (r = 0,21; p < 0,05). In general, the study of environmental preferences showed a useful way to analize some of the aspects of the impact of evolution in human personality.
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Relações da ruminação e reflexão com o bem-estar subjetivo, facetas do neurocitismo e sexo

Zanon, Cristian January 2009 (has links)
O objetivo desta dissertação é apresentar relações entre ruminação e reflexão com sexo, Neuroticismo/ajustamento emocional (vulnerabilidade, desajustamento psicossocial, depressão e ansiedade) e bem-estar subjetivo (BES) (satisfação de vida, afeto positivo e afeto negativo) e testá-las empiricamente. Participaram deste estudo 361 universitários que responderam coletivamente em sala de aula questionários de auto relato. Verificou-se que ruminação está relacionada com afeto negativo, depressão, ansiedade e vulnerabilidade. As implicações teóricas e clínicas destes resultados são discutidos a luz da literatura da área. / The aim of this thesis is to present relationships among rumination and reflection with sex, neuroticism (vulnerability, psychological maladjustment, depression and anxiety) and subjective well-being (SWB) (life satisfaction, positive affect and negative affect) and test them empirically. For this, 361 undergraduate students answered self-report questionnaires in groups. The results showed that rumination is related with negative affect, anxiety, depression and vulnerability. Theoretical and clinical implications of these results are discussed.
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Traços de personalidade como preditores de ansiedade e agressividade em grupos contrastados: clínico e não clínico / Personality traits as predictors anxiety and aggression in groups contrasted: clinical and non-clinical

Silva, Jussara Ramos da 15 April 2013 (has links)
This work is the result of a correlational study and a comparison between participants in order to set dates in which were considered two main sets of variables: criterion (aggressiveness behavior) and background (clinical and non-clinical situation - anxiety diagnostic and neuroticism degree), and it aimed to investigate the influence of personality traits, especially neuroticism, in levels of anxiety and aggressiveness displayed in contrasted groups (clinical and non-clinical). This research relied on a sample of 113 subjects, 49 (43.4%) males and 64 (56.6%) females, aged from 18 to 57 years old (M = 25,32, DP = 8,80) and it was used three psychometric scales of measurement: IGFP-5, STAXI-2 and BAI. The data’s collection occurred in two Federal Public Universities from different Capitals, in Maceió city and Belo Horizonte city (non-clinical group), and also in School Clinics and Private Clinics in Maceió city (clinical group). On the personality traits theory, specifically the one of The Big Five Personality Factors (BFF) or Big Five, it’s focused, in special, the "neuroticism" trait, following with the correlation of this one and the constructs "anxiety", as an emotional modulation factor, and "aggressiveness." It is a study in the Cognitive Psychology area, through the integration of individual differences in relation to statistical and psychobiological factors, assuming that personality traits, having them genetic factors in connection with environmental aspects, overlap themselves and are responsible for the maturation and constant flexibility on the personality development, taking three important functions: summarize the way how individuals differ, to predict future behavior and to explain a person’s conduct, as an anxious or aggressive behavior, for example. The neuroticist trace predicts in the individual, in this context, at a high level, abrupt, frequent and dramatic mood changes, especially in negative character, possibly by being among other things related to insufficient function in some specific brain areas that are involved with negative emotion and emotional deregulation, anxiety, stress and depression, besides it provides the increase of sensitivity to the error possibility, threat and punishment. The conclusions point to the fact that neuroticism (IGFP-5) is positively correlated with anxiety (BAI) and some questions of the aggressiveness (STAXI-2) and especially (inversely) with the aggressive response control (outwards and inwards), which can be related to impulsivity, in other words, inability in the inhibitory control. It appears that despite advances on the studied area, new models of research with interdisciplinary protocols may bring new answers to this issue, seeking a larger field for the psychology professional about the differences, advantages and similarities between the personality theories presented and their role models, and a more powerful qualification with interconnection of knowledge focusing on this theme, such in neuropsychological, genetic, psychological and by functional imaging (neuroimaging), as in a bigger connection between executive functions, personality traits and behavioral changes, for example. / Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Alagoas / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / O presente trabalho é resultante de um estudo correlacional e de comparação entre participantes, em que foram considerados dois conjuntos principais de variáveis: critério (comportamento de agressividade) e antecedentes (situação clínica e não clínica – diagnóstico de ansiedade e grau de neuroticismo), e que teve por objetivo verificar a influência dos traços de personalidade, especialmente o neuroticismo, nos níveis de ansiedade e agressividade apresentados em grupos contrastados (clínico e não clínico). Contou-se com uma amostra de 113 indivíduos, 49 (43,4%) do sexo masculino e 64 (56,6%) do sexo feminino, com idade variando de 18 até 57 anos (M=25,32, DP= 8,80) e foram utilizados três escalas de medida psicométricas: IGFP-5, STAXI-2 e BAI. A coleta de dados ocorreu em duas Universidades Públicas Federais, nas Capitais Maceió e Belo Horizonte (grupo não clínico), e em Clínicas Escola e Particular, na Capital Maceió (grupo clínico). Na teoria dos traços de Personalidade, especificamente a dos Cinco grandes fatores de personalidade (CGF) ou Big Five, é enfocado, em especial o traço “neuroticismo”, seguindo-se com a correlação deste e os construtos “ansiedade”, enquanto fator de modulação emocional, e “agressividade”. Trata-se de um estudo na área de Psicologia Cognitiva, através da integração das diferenças individuais em relação a fatores estatísticos e psicobiológicos, partindo do pressuposto de que os traços de personalidade, por possuírem fatores genéticos em conexão com aspectos ambientais, se sobrepõem e são responsáveis pela maturação e flexibilidade constante no desenvolvimento da personalidade, assumindo três funções importantes: resumir o modo como os indivíduos diferem, prever o comportamento futuro e explicar a conduta de uma pessoa, como a conduta ansiosa ou agressiva, por exemplo. O traço neuroticista, neste contexto, em um nível alto, prediz no indivíduo mudanças bruscas, frequentes e dramáticas de humor, especialmente de cunho negativo, por estar possivelmente, entre outros aspectos, relacionado ao funcionamento insuficiente em algumas áreas cerebrais específicas, que são envolvidas com emoção negativa e desregulação emocional, ansiedade, estresse e depressão, além de propiciar o aumento da sensibilidade à possibilidade de erro, ameaça e punição. As conclusões apontam para o fato de que o neuroticismo (IGFP-5) se correlaciona positivamente com a ansiedade (BAI) e alguns quesitos da agressividade (Staxi-2) e principalmente (inversamente) com o controle de resposta agressiva (para fora e para dentro), o que pode estar relacionado com a impulsividade, ou seja, incapacidade no controle inibitório. Constata-se que apesar dos avanços na área estudada, novos modelos de pesquisa com protocolos interdisciplinares possam trazer novas respostas a esta temática, visando um maior domínio do profissional de Psicologia a respeito das diferenças, vantagens e semelhanças entre as teorias de personalidade apresentadas e seus modelos de atuação, e um maior fortalecimento na qualificação e interconexão de saberes com foco nesta temática, tanto nos estudos neuropsicológicos, genéticos, psicológicos e de imagens funcionais (neuroimagem), quanto em uma maior conexão entre funções executivas, traços de personalidade e alterações no comportamento, por exemplo.
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Os pressupostos evolutivos dos fatores abertura à experiência e neuroticismo

Vasconcellos, Silvio José Lemos January 2007 (has links)
O modelo dos cinco grandes fatores descreve amplos fatores ou dimensões da personalidade descobertos a partir da pesquisa empírica. Esse modelo emergiu possivelmente como o mais amplamente aceito modelo referente à estrutura da personalidade. Abertura à Experiência e Neuroticismo são dois dos cinco principais domínios. A teoria evolucionista da personalidade postula que os principais traços abarcam sistemas universais entre os seres humanos. O objetivo central da presente pesquisa foi investigar alguns aspectos evolutivos dos fatores Abertura à experiência e Neuroticismo. No estudo 1, foi desenvolvida e validada uma escala para avaliar Abertura à Experiência. Participaram dessa etapa 809 universitários. Os demais estudos enfocaram a relação entre Neuroticismo, Abertura à Experiência e preferência por cenários naturais. Alguns métodos empregados nesses estudos permitiram avaliar os aspectos motivacionais da personalidade evocados por ambientes naturais primitivos. Houve uma correlação positiva entre a faceta ansiedade e a escolha por paisagens ricas em perspectiva (r = 0,21; p < 0,05). Em termos gerais, o estudo dessas preferências mostrou-se uma maneira útil de analisar alguns aspectos relativos ao impacto da evolução sobre a personalidade humana. / The five-factor model describes five broad factors or dimensions of personality discovered by empirical research. This model emerged as possibly the most widely accepted model of personality scturcture Openess to Experience and Neuroticism are two of five major domanins. Evolutionary theory of personality postulates that main traits evolved systems that are universal in humans. The main objective of the present research was to investigate some of the evolutionary aspects of the factors Openess to Experience and Neuroticism. In Study 1, a scale to assess Openess to Experience was developed and validated. The participants were 809 Brazilian university students. The other studies approached the relationship between preferences for natural landscapes and Neuroticism and Openess to Experience. Some methods in these studies allowed an evaluation of the motivating aspects of personality evoked by primitive natural enviroments. There was a positive significant correlation between facet anxiety and choice for landscapes rich in perspective (r = 0,21; p < 0,05). In general, the study of environmental preferences showed a useful way to analize some of the aspects of the impact of evolution in human personality.
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Relações da ruminação e reflexão com o bem-estar subjetivo, facetas do neurocitismo e sexo

Zanon, Cristian January 2009 (has links)
O objetivo desta dissertação é apresentar relações entre ruminação e reflexão com sexo, Neuroticismo/ajustamento emocional (vulnerabilidade, desajustamento psicossocial, depressão e ansiedade) e bem-estar subjetivo (BES) (satisfação de vida, afeto positivo e afeto negativo) e testá-las empiricamente. Participaram deste estudo 361 universitários que responderam coletivamente em sala de aula questionários de auto relato. Verificou-se que ruminação está relacionada com afeto negativo, depressão, ansiedade e vulnerabilidade. As implicações teóricas e clínicas destes resultados são discutidos a luz da literatura da área. / The aim of this thesis is to present relationships among rumination and reflection with sex, neuroticism (vulnerability, psychological maladjustment, depression and anxiety) and subjective well-being (SWB) (life satisfaction, positive affect and negative affect) and test them empirically. For this, 361 undergraduate students answered self-report questionnaires in groups. The results showed that rumination is related with negative affect, anxiety, depression and vulnerability. Theoretical and clinical implications of these results are discussed.
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Os pressupostos evolutivos dos fatores abertura à experiência e neuroticismo

Vasconcellos, Silvio José Lemos January 2007 (has links)
O modelo dos cinco grandes fatores descreve amplos fatores ou dimensões da personalidade descobertos a partir da pesquisa empírica. Esse modelo emergiu possivelmente como o mais amplamente aceito modelo referente à estrutura da personalidade. Abertura à Experiência e Neuroticismo são dois dos cinco principais domínios. A teoria evolucionista da personalidade postula que os principais traços abarcam sistemas universais entre os seres humanos. O objetivo central da presente pesquisa foi investigar alguns aspectos evolutivos dos fatores Abertura à experiência e Neuroticismo. No estudo 1, foi desenvolvida e validada uma escala para avaliar Abertura à Experiência. Participaram dessa etapa 809 universitários. Os demais estudos enfocaram a relação entre Neuroticismo, Abertura à Experiência e preferência por cenários naturais. Alguns métodos empregados nesses estudos permitiram avaliar os aspectos motivacionais da personalidade evocados por ambientes naturais primitivos. Houve uma correlação positiva entre a faceta ansiedade e a escolha por paisagens ricas em perspectiva (r = 0,21; p < 0,05). Em termos gerais, o estudo dessas preferências mostrou-se uma maneira útil de analisar alguns aspectos relativos ao impacto da evolução sobre a personalidade humana. / The five-factor model describes five broad factors or dimensions of personality discovered by empirical research. This model emerged as possibly the most widely accepted model of personality scturcture Openess to Experience and Neuroticism are two of five major domanins. Evolutionary theory of personality postulates that main traits evolved systems that are universal in humans. The main objective of the present research was to investigate some of the evolutionary aspects of the factors Openess to Experience and Neuroticism. In Study 1, a scale to assess Openess to Experience was developed and validated. The participants were 809 Brazilian university students. The other studies approached the relationship between preferences for natural landscapes and Neuroticism and Openess to Experience. Some methods in these studies allowed an evaluation of the motivating aspects of personality evoked by primitive natural enviroments. There was a positive significant correlation between facet anxiety and choice for landscapes rich in perspective (r = 0,21; p < 0,05). In general, the study of environmental preferences showed a useful way to analize some of the aspects of the impact of evolution in human personality.
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Relações da ruminação e reflexão com o bem-estar subjetivo, facetas do neurocitismo e sexo

Zanon, Cristian January 2009 (has links)
O objetivo desta dissertação é apresentar relações entre ruminação e reflexão com sexo, Neuroticismo/ajustamento emocional (vulnerabilidade, desajustamento psicossocial, depressão e ansiedade) e bem-estar subjetivo (BES) (satisfação de vida, afeto positivo e afeto negativo) e testá-las empiricamente. Participaram deste estudo 361 universitários que responderam coletivamente em sala de aula questionários de auto relato. Verificou-se que ruminação está relacionada com afeto negativo, depressão, ansiedade e vulnerabilidade. As implicações teóricas e clínicas destes resultados são discutidos a luz da literatura da área. / The aim of this thesis is to present relationships among rumination and reflection with sex, neuroticism (vulnerability, psychological maladjustment, depression and anxiety) and subjective well-being (SWB) (life satisfaction, positive affect and negative affect) and test them empirically. For this, 361 undergraduate students answered self-report questionnaires in groups. The results showed that rumination is related with negative affect, anxiety, depression and vulnerability. Theoretical and clinical implications of these results are discussed.

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