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Efeito do treinamento físico e da dieta hipercalórica sobre a reatividade do músculo liso de artérias aorta e mesentérica de ratos Wistar

Moraes, Camila de [UNESP] 13 April 2007 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:30:53Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2007-04-13Bitstream added on 2014-06-13T18:41:04Z : No. of bitstreams: 1 moraes_c_dr_rcla.pdf: 693326 bytes, checksum: f71b223f2cd6e2829111cd274a44faec (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / O número de pessoas com sobrepeso e obesidade está aumentando, assim como a incidência de doenças cardiovasculares e metabólicas, que acometem grande parte da população que apresenta excesso de peso. O exercício fisico regular. preferencialmente o aeróbio, tem sido recomendado na terapêutica não farmacológica na prevenção e/ou tratamento das doenças cardiovasculares e metabólicas entre outras. Diante deste quadro, o presente estudo teve como objetivo avaliar a influência do exercício fisico regular sobre a reatividade vascular de anéis de artérias aorta e mesentérica de animais obesos induzido pelo consumo de dieta hipercalórica. Os animais foram submetidos a dois diferentes protocolos experimentais, onde a principal diferença foi o momento em que se iniciou o treinamento fïsico (terapêutico quando se iniciou o treinamento após 4 semanas após o início do consumo da dieta; e preventivo quando o treinamento foi iniciado 4 semanas ante do início da dieta). A duração do treinamento também foi diferente sendo que os animais do grupo terapêutico exercitaram-se por 4 semanas e os do protocolo preventivo por 12 semanas. Além da reatividade vascular de artérias aorta e mesentérica, foram avaliados o perfil lipídico (colesterol total, triglicerídeos e HDL colesterol), glicemia e insulinemia, concentração plasmática de nitrito e nitrato, a atividade da SOD no soro, e a expressão arterial da eNOS, nNOS e Cu/Zn SOD. Os resultados mostram que, em ambos os protocolos, o consumo de dieta hipercalórica por 8 semanas provocou maior ganho de peso corporal, aumento da glicemia, insulinemia e hipertrigliceridemia. Além disso, observamos diminuição do relaxamento dependente do endotélio e redução da expressão da Cu/Zn SOD em artéria mesentérica... / Overweight and obesity are rising around the worid as well as cardiovascular and metabolic diseases incidence. Regular physical exercise has been used as a non pharmacological tool to prevent and/or treat cardiovascular and metaboiic diseases. For this reason, this study aimed to evaluate the influence of regular physical exercise on the vascular reactivity of aorta and mesenteric arteries from obese rats. The obesity was induced by hyper caioric diet consumption during 8 weeks. The animais were divided in four groups (SD: sedentary; TR: trained; SDD: diet sedentary; TRD: diet trained) and underwent different experimental protocois (therapeutic: 4 weeks after start highr caloric diet consumption and preventive: 4 weeks before the start of high caloric diet consumption). The total duration of exercise training program was also different between protocois, 4 and 12 weeks of training for therapeutic and preventive groups, respectively. Vascular reactivity of aorta and mesenteric arteries, iipid proflie (total cholesterol, triglyceride and HDL cholesterol), blood glucose, insulin, nitrite/nitrate plasma leveis, serum SOD activity, arterial expression of eNOS, nNOS and Cu/Zn SOD were measured. The consumption of hyper caloric diet per 8 weeks. in therapeutic and preventive protocois, induced body weight gain, increase in glucose, insulin and trigiycerides leveis. In addition, endotheiium-dependent relaxation and the expression of Cu/Zn SOD in mesenteric artery were reduceci. Exercise trainíng for 4 or 12 weeks reduced triglycerides concentration, increased endothelium-dependent relaxation in aorta and mesenteric arteries and increased serum SOD activity. Significant reduction in insulin concentration was seen only after 12 weeks of training. The aortic Cu/Zn SOD expression increased in both 4 and 12 weeks of exercise training... (Complete abstract click electronic access below)
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Efeitos da exposição aguda ao cloreto de alumínio (AlCl3) sobre a pressão arterial, reatividade vascular e estresse oxidativo em ratos

Schmidt, Patrícia Medeiros 31 July 2015 (has links)
Submitted by Marcos Anselmo (marcos.anselmo@unipampa.edu.br) on 2016-09-13T19:07:13Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) PATRICIA MEDEIROS SCHMIDT.pdf: 1364423 bytes, checksum: 44d4424176381aef09781de156ac940d (MD5) / Approved for entry into archive by Marcos Anselmo (marcos.anselmo@unipampa.edu.br) on 2016-09-13T19:10:12Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) PATRICIA MEDEIROS SCHMIDT.pdf: 1364423 bytes, checksum: 44d4424176381aef09781de156ac940d (MD5) / Made available in DSpace on 2016-09-13T19:10:12Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1232 bytes, checksum: 66e71c371cc565284e70f40736c94386 (MD5) PATRICIA MEDEIROS SCHMIDT.pdf: 1364423 bytes, checksum: 44d4424176381aef09781de156ac940d (MD5) Previous issue date: 2015-07-31 / O alumínio (Al) é o metal mais comum da crosta terrestre, e sua elevada biodisponibilidade o torna um importante contaminante ambiental. O Al pode se acumular em vários órgãos e tem sido associado a diversas doenças, principalmente neurodegenerativas. Entretanto, pouco ainda se sabe sobre seus efeitos no sistema cardiovascular. Assim, este estudo investigou os efeitos da exposição aguda ao cloreto de alumínio (AlCl3) sobre a pressão arterial, o estresse oxidativo e a reatividade vascular de ratos. Para tal, ratos Wistar foram divididos nos grupos: Untreated: veículo (água ultrapura, ip) e AlCl3: dose única de AlCl3 (100 mg/kg ip). A pressão arterial sistólica e diastólica foi avaliada em ratos anestesiados por meio de canulação da artéria carótida imediatamente antes a administração do AlCl3 e após 1h. A reatividade de aorta foi realizada em banho de órgãos e curvas concentração resposta para acetilcolina, nitroprussiato de sódio e fenilefrina foram obtidas na presença e ausência de endotélio, L-NAME (inibidor da óxido nítrico sintase), apocinina (inibidor da NADPH oxidase), TEA (bloqueador dos canais de potássio) e SOD (scavenger de ânion superóxido). A produção de óxido nítrico (NO) foi mensurada em artérias; espécies reativas de oxigênio (EROs), malondialdeído (MDA) e níveis de tióis não-proteicos foram avaliados no plasma, assim como as atividades da superóxido dismutase (SOD), catalase, glutationa-peroxidase e glutationa-S-transferase (GST). A concentração sérica de alumínio após uma única injeção intraperitoneal de AlCl3 atingiu 147,7 ± 25,0 μg/L; esta exposição não alterou a pressão arterial, contudo induziu aos seguintes efeitos: 1) diminuição da resposta vasoconstritora à fenilefrina; 2) aumento da modulação endotelial negativa e biodisponibilidade de NO, bem como a produção de EROs vascular pela NADPH oxidase, principalmente ânions superóxido; 3) aumento dos níveis de MDA e tióis; 4) 8 maior atividade da catalase e GST 5) diminuição da atividade da SOD. Portanto, a exposição aguda ao AlCl3 promove alterações vasculares, e este efeito parece estar associado ao aumento da biodisponibilidade de NO e sua ação sobre os canais de K+, provavelmente atuando como um mecanismo compensatório sobre o estresse oxidativo. Estes resultados sugerem que o Al pode ser considerado como um agente tóxico vascular. / Aluminum (Al) is the most common metal and its high bioavailability points this as an important environmental contaminant. Aluminum can be accumulated in several organs and has been associated with several diseases, mainly neurological disorders. At cardiovascular system, there are not enough evidences of Al-induced dysfunction. We investigated the effects of acute exposure to aluminum chloride (AlCl3) on blood pressure, oxidative stress and vascular reactivity. Male Wistar rats were divided into groups: Untreated: vehicle (ultrapure water, ip) and AlCl3: single dose of AlCl3 (100 mg/kg ip). Systolic and diastolic blood pressure were assessed in anesthetized rats by cannulation of carotid artery immediately before and after one hour of aluminum administration. Aortic rings reactivity was investigated in isolated organ bath and concentration-response curves to acetylcholine, sodium nitroprusside and phenylephrine were performed in the presence and absence of endothelium, the nitric oxide synthase inhibitor L-NAME, the NADPH oxidase inhibitor apocynin, the K+ channels blocker TEA and the superoxide anion scavenger SOD. Nitric oxide (NO) released was studied in arteries; reactive oxygen species, malondialdehyde and nonprotein thiol levels were measured in plasma, as well as superoxide dismutase, catalase, glutathione peroxidase and glutathione-S-transferase activities. Serum aluminum concentration after a single intraperitoneal injection of AlCl3 reaches 147.7 ± 25.0 μg/L. This treatment did not change blood pressure, although inducing the following effects: 1) decreased vasoconstrictor response to phenylephrine; 2) increased negative endothelial modulation and nitric oxide released as well as vascular reactive oxygen species production from NADPH oxidase, mainly superoxide anions; 3) increased malondialdehyde and thiol levels; 4) enhanced catalase and glutathione-S-transferase activities and 5) decreased SOD activity. Therefore, AlCl3-acute exposure promotes vascular changes. This effect seems to be 10 associated with increased nitric oxide bioavailability, possibly acting on K+ channels, seems to occur probably as a compensatory mechanism on oxidative stress. These results suggest that this metal might be considered as a cardiovascular toxic agent.
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Estudo do efeito do estresse crônico sobre a função cardiovascular em ratos adolescentes e adultos

Duarte, Josiane de Oliveira 11 March 2016 (has links)
Submitted by Alison Vanceto (alison-vanceto@hotmail.com) on 2017-01-27T10:29:09Z No. of bitstreams: 1 TeseJOD.pdf: 3785515 bytes, checksum: 592ad83b75048b0033a139bdb7574c8b (MD5) / Approved for entry into archive by Camila Passos (camilapassos@ufscar.br) on 2017-02-07T15:18:58Z (GMT) No. of bitstreams: 1 TeseJOD.pdf: 3785515 bytes, checksum: 592ad83b75048b0033a139bdb7574c8b (MD5) / Approved for entry into archive by Camila Passos (camilapassos@ufscar.br) on 2017-02-07T15:19:56Z (GMT) No. of bitstreams: 1 TeseJOD.pdf: 3785515 bytes, checksum: 592ad83b75048b0033a139bdb7574c8b (MD5) / Made available in DSpace on 2017-02-07T15:20:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 TeseJOD.pdf: 3785515 bytes, checksum: 592ad83b75048b0033a139bdb7574c8b (MD5) Previous issue date: 2016-03-11 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / This study aimed to investigate the physiological and somatic changes evoked by chronic stress regimens in adolescent and adult rats, with a focus on cardiovascular function. Additionally, we evaluated the long-term changes induced by stress exposure during adolescence, as well as a possible vulnerability to effects of stress in adult animals exposure to chronic stress during adolescence. Male rats were exposed to repeated restraint stress (RRS) or chronic variable stress (CVS) during adolescence (28 days) and/or adulthood (60 days). Adrenal hypertrophy, thymus involution, and elevated plasma glucocorticoid were observed only in adolescent rats, whereas reduction in body weight was caused by both stress regimens in adults. CVS increased blood pressure and heart rate regardless of the age, whereas RRS increased blood pressure selectively in adults. Resting tachycardia evoked by CVS was associated with increased cardiac sympathetic tone in adults while a decreased cardiac parasympathetic activity was observed in adolescents. Changes in baroreflex function were evoked by both RRS and CVS, but this effect was age- and type-stress specific. The pressor response to systemic administration of a α1-adrenoceptor agonist was increased by both stress regimens in adolescents. Depressor responses to acetylcholine and the nitric oxide donor sodium nitroprusside were affected by RRS in both ages. Except for the circulating glucocorticoid change, all alterations observed during adolescence were reversed in adulthood. However, the RRS or CVS in adult animals subjected to the respective chronic stressor during adolescence evoked responses that was not identified in animals exposure to the stressors only in adulthood, including: CVSevoked increase in circulating corticosterone, adrenal hypertrophy, RRS-evoked increase in heart rate and cardiac sympathetic activity, reduction of intrinsic heart rate by CVS, and baroreflex changes evoked by both stressors. These findings suggest a stress vulnerability of adolescents to somatic and neuroendocrine effects regardless of stress regimen. Our results indicate an age- and stress type-specific influence in stressevoked cardiovascular/autonomic changes. Data suggest minimal consequences in adulthood of stress during adolescence, but indicate that stress experience during adolescence causes a vulnerability to neuroendocrine and cardiovascular effects of stress in adulthood. / O objetivo do presente estudo foi investigar as alterações fisiológicas e somáticas, com ênfase na análise dos efeitos sobre a função cardiovascular, induzidas pela exposição ao estresse crônico em ratos adolescentes e adultos. Nós também investigamos as consequências a longo prazo da exposição ao estresse durante a adolescência, além de analisar uma possível vulnerabilidade para os efeitos do estresse durante a vida adulta em animais pré-expostos a protocolos de estresse crônico durante a adolescência. Ratos machos foram expostos aos protocolos de estresse por restrição repetido (ERR) ou estresse crônico variável (ECV) durante a adolescência (28 dias) e/ou a idade adulta (60 dias). Hipertrofia da adrenal, involução do timo e elevação nos níveis basais de corticosterona plasmática foram observados somente nos animais adolescentes. Por outro lado, redução do peso corporal foi causada por ambos os protocolos de estresse nos animais adultos. O ECV aumentou a pressão arterial e frequência cardíaca independentemente da idade, enquanto o ERR aumentou a pressão arterial seletivamente nos animais adultos. A taquicardia de repouso induzida pelo ECV foi associado com aumento da atividade simpática cardíaca nos animais adultos, ao passo que diminuição da atividade parassimpática cardíaca foi observada nos animais adolescentes. O ECV e o ERR alteraram a atividade do barorreflexo, porém esse efeito foi dependente da idade e do tipo de estresse. A resposta pressora decorrente da administração sistêmica de fenilefrina (agonista α1-adrenoceptor) foi aumentada por ambos os protocolos de estresse na adolescência. A resposta depressora da acetilcolina e do doador de óxido nítrico nitroprussiato de sódio foi alterada pelo ERR em ambas as idades. Exceto pelo aumento nos níveis de glicocorticoide circulante, todas as alterações causadas pelo estresse durante a adolescência foram revertidas na fase adulta. Entretanto, a exposição ao ERR ou ao ECV em animais adultos pré-expostos aos respectivos protocolos de estresse crônico durante a adolescência causaram efeitos não observados nos animais estressados somente na idade adulta, que incluíram: elevação da corticosterona pelo ECV, hipertrofia da adrenal, elevação da frequência cardíaca e da atividade simpática cardíaca pelo ERR, redução da frequência cardíaca intrínseca pelo ECV e alterações nas respostas do barorreflexo por ambos os estressores crônicos. Em suma, os resultados do presente estudo indicam uma vulnerabilidade ao estresse durante adolescência para os efeitos somáticos e neuroendócrinos. Os achados indicam que os efeitos sobre a função cardiovascular e atividade autônoma são dependentes do tipo de estresse e da idade. Por fim, os resultados indicam consequências mínimas na vida adulta da exposição ao estresse crônico durante a adolescência, porém sugerem que a exposição ao estresse durante a adolescência acarreta uma vulnerabilidade aos efeitos neuroendócrinos e cardiovasculares desencadeados pela exposição a estressores crônicos na vida adulta.
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Efeito do tratamento com metformina sobre alterações vasculares em modelo de resistência à insulina. / Effect of metformin treatment upon vascular alterations in insulin resistance model (rat obesity).

Lobato, Núbia de Souza 12 May 2008 (has links)
Avaliou-se a participação do óxido nítrico (NO), do fator hiperpolarizante derivado do endotélio (EDHF), dos produtos da ciclooxigenase (COX), das espécies reativas de oxigênio (EROs) e o efeito do tratamento com metformina (Met) nas alterações vasculares em ratos com obesidade induzida por glutamato monossódico (MSG). O tratamento com Met corrigiu alterações metabólicas em ratos MSG, reduzindo o acúmulo de gordura visceral, corrigindo a resistência à insulina, a hiperinsulinemia e a dislipidemia. Ratos MSG apresentaram aumentada resposta contrátil e diminuída sensibilidade à Ach, associadas a alterações na via do NO, do EDHF, dos produtos da COX e das EROs. Ratos MSG com 16 semamas apresentaram hiperresponsividade ao nitroprussiato de sódio, que foi mantida nos ratos tratados com Met. A Met corrige as alterações da resposta vascular atuando sobre o NO e o EDHF, reduzindo a geração de EROs e interferindo na resposta do músculo liso vascular, mantendo a hiperresponsividade ao NO. / The role of the nitric oxide (NO), the endothelium derived hyperpolarizing factor (EDHF), the ciclooxygenase (COX) products and the reactive oxygen species (ROS), as well as the effect of metformin (Met) treatment on the vascular alterations in rat model of obesity induced by monosodium glutamate (MSG) were evaluated. Met treatment corrected metabolic alterations in MSG, reducing fat accumulation, correcting dyslipidemia, insulin resistance and hyperinsulinemia. MSG rats had an increased response to norepinephrine and decreased sensitivity to acetilcholine, which were associated with alterations in NO, COX products and ROS. Sixteen-week-old MSG rats presented hyperresponsiveness to sodium nitroprusside, which was preserved in Met-treated group. Met corrects the alterations of the vascular reactivity acting on NO and EDHF, and decreasing the ROS generation, besides its effect on the vascular smooth muscle response, preserving the hyperresponsiveness to NO.
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Avaliação do efeito cardiovascular do labdano ácido ent-3-acetóxi-labda-8(17),13-dieno-15-óico / Assessment of the cardiovascular effects induced by the labdane ent-3-acetoxy-labda-8(17),13-dien-15-oic acid.

Simplicio, Janaina Aparecida 10 April 2013 (has links)
A pesquisa e o uso de produtos naturais como agentes terapêuticos tem crescido muito nos últimos anos. Os diterpenos são os principais constituintes de extratos de plantas que são usadas na medicina popular no tratamento da hipertensão arterial. Diterpenos da classe dos labdanos exercem atividade inibitória sobre a contração vascular e induzem relaxamento desses tecidos. Nesse sentido, o presente estudo foi delineado de forma a investigar os mecanismos envolvidos no efeito cardiovascular do labdano ácido ent-3-acetóxi-labda-8(17),13-dieno-15-óico (labda-15-óico) em ratos. Os resultados mostraram que o labdano exerce seu efeito inibitório máximo sobre a contração vascular induzida pelo KCl após 30 min de incubação. O efeito inibitório do labda-15-óico sobre a contração induzida por KCl foi totalmente revertido 60 e 120 minutos após a remoção do diterpeno das preparações em anéis sem endotélio (E-) e com endotélio (E+), respectivamente. Os valores de Emax para as curvas de fenilefrina e serotonina foram reduzidos na presença do labda-15-óico em anéis de aorta de rato E+ e E-. O labda-15-óico reduziu a contração induzida pelo CaCl2 em anéis E- nas concentrações de 10, 50 e 100 mol/L. O labda-15-óico não alterou a mobilização do Ca2+ intracelular induzida por fenilefrina ou cafeína. O labdano induziu relaxamento em artérias aorta E+ ou E- pré-contraídas com fenilefrina ou KCl. Em anéis de aorta E+ pré-contraídos com fenilefrina, os valores de Emax para o relaxamento foram reduzidos na presença de L-NAME, ODQ, hemoglobina, 7-nitroindazol, Rp-8-Br-Pet, tapsigargina e tetraetilamônio. Por outro lado, indometacina, wortmanin, LY294002, H-89, SQ22,536, atropina e propranolol não afetaram o relaxamento induzido pelo labdano. O labdano aumentou os níveis de nitrato e GMPc em anéis E+, mas não alterou os níveis de AMPc. O composto em estudo elevou ainda, a intensidade de fluorescência emitida por amostras de células endoteliais marcadas com DAF-2DA, indicando um aumento dos níveis de NO citosólico. Além disso, o labda-15-óico (3 mg/Kg) induziu hipotensão em ratos não anesteziados. O L-NAME reduziu a resposta hipotensora induzida pelo labdano. Concluímos que o labdano exerce um efeito vasorelaxante in vitro e hipotensor in vivo. O labda-15-óico age no músculo liso vascular, onde bloqueia canais para Ca2+ sensíveis a voltagem e operados por receptores, levando à redução do influxo de Ca2+ extracelular. A resposta de relaxamento é parcialmente dependente do endotélio onde o labda-15-óico ativa a via de sinalização do NO-GMPc e promove abertura de canais para K+ no músculo liso vascular. Os estudos in vivo confirmam a participação do NO na resposta cardiovascular induzida pelo labda-15-óico. / The research, development and use of natural compounds as therapeutic agents have been increasing in recent years. Diterpenoids are the main constituents of plant extracts that are used in folk medicine for the treatment of hypertension. Labdane-type diterpenes are described to exert antispasmodic and relaxant action in vascular tissues. The present investigation aimed to evaluate the mechanisms (in vitro and in vivo) underlying the cardiovascular effects displayed by the labdane ent-3-acetoxy-labda-8(17),13-dien-15-oic acid (labda-15-oic) in rats. Our findings show that labda-15-oic achieved its maximal inhibitory action on KCl-induced contraction at 30 min. The inhibitory effect on the the contraction induced KCl elicided by labda-15-oic was totally abolished 60 and 120 min after the removal of the labdane from the medium bath in endothelium-denuded (E-) rings and endothelium-intact (E+) rings. The Emax values for phenylephrine and serotonin in E+ and E- rings were reduced in the presence of labda-15-oic. The labda-15-oic inhibited the contraction induced CaCl2 in E- rings at 10, 50 and 100 mol/L. The labdane did not alter the intracellular Ca2+ mobilization induced by phenylephrine or caffeine. The labdane induced relaxation in E+ and E- rings pre-contracted with phenylephrine or KCl. In E+ rings pre-contracted with phenylephrine, labda-15-oic-induced relaxation was reduced in the presence of L-NAME, ODQ, haemoglobin and RP-8-Br-Pet. On the other hand, indomethacin, wortmannin, LY294002, H-89, SQ22,536, atropine, propranolol did not have a significant effect on the relaxation induced by the labdane. The labdane increased the levels of cGMP and nitrate but not cAMP in E+ rings. The compound studied also increased the intensity of fluorescence emitted by samples of endothelial cells labeled with DAF-2DA indicating an increase in the cytosolic levels of NO. Furthermore, labda-15-oic (3 mg/Kg) induced hypotension in unanesthezided rats and this effect was attenuated by L-NAME. Taken together, our results demonstrate that the labdane exerts a vasorelaxant effect in vitro and hypotensive effect in vivo. The labda-15-oic acts on vascular smooth muscle where it blocks Ca2+ influx through interference with both voltage and receptor-operated channels. The relaxant action of the labdane is also partly mediated by the activation of endothelial NO-cGMP pathway and the opening of K+ channels present in vascular smooth muscle. The studies in vivo confirm the role of NO in the cardiovascular response induced labda-15-oic acid.
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Efeito da adipocina chemerin sobre a reatividade vascular: análise em aortas de rato / Effects of the adipokine chemerin on the vascular reactivity: analysis in the rat aorta

Neves, Karla Bianca 12 September 2012 (has links)
Embora seja na obesidade onde se observa hipertrofia e hiperplasia dos adipócitos e aumento da síntese e liberação de adipocinas, condição associada com resistência à insulina e disfunção endotelial, é de suma importância entender os efeitos biológicos de adipocinas, mais especificamente da adipocina chemerin, em condições não patológicas. Os mecanismos pelos quais as citocinas liberadas pelo tecido adiposo podem interferir na função vascular ainda não estão totalmente esclarecidos. Além disso, praticamente não se conhecem os efeitos da citocina/adipocina chemerin sobre a função vascular. Levando-se em consideração que o receptor para chemerin está presente no músculo liso vascular e no endotélio, este trabalho avaliou a atividade biológica e celular desta adipocina sobre a vasculatura de animais não obesos. Investigou-se os efeitos produzidos por esta citocina na reatividade vascular, bem como os mecanismos pelos quais ela modifica a função vascular em animais não obesos. A hipótese deste trabalho é que chemerin aumenta a reatividade vascular a estímulos constritores de endotelina-1 (ET-1) e fenilefrina (PhE) e diminui a vasodilatação induzida pela acetilcolina (ACh) e nitroprussitao de sódio (NPS). Nossos objetivos específicos incluíram determinar: 1) se chemerin promove alterações na reatividade vascular; 2) se as alterações de reatividade vascular promovidas por chemerin são mediadas por modificações da função das células endoteliais ou células de músculo liso vascular; 3) quais vias de sinalização (foco na via das MAPKs) estão sendo modificadas por chemerin e como elas contribuem para as alterações de reatividade vascular produzidas por esta citocina. Nosso estudo demonstrou que a adipocina chemerin possui atividade biológica e celular em aortas de ratos não obesos. Chemerin aumentou respostas vasculares a estímulos contráteis (ET-1 e PhE), atuando tanto no endotélio quanto diretamente em células do músculo liso vascular. O aumento da resposta a estímulos contráteis à ET-1 e PhE foi mediado pela via MEK-ERK1/2, COX-1 e COX-2 e aumento da expressão dos receptores para ET-1, ETA e ETB. Além disso, esta adipocina diminuiu a vasodilatação induzida pela ACh, por meio do desacoplamento da eNOS e aparente envolvimento de estresse oxidativo, e pelo NPS, através de ação sobre a guanilato ciclase. Nossos estudos poderão contribuir para um melhor entendimento sobre o papel dos fatores liberados pelo tecido adiposo visceral sobre a função vascular e, consequentemente, sobre as alterações vasculares presentes na obesidade e patologias associadas. / Although hypertrophy and hyperplasia of adipocytes as well as increased synthesis and release of adipokines are commonly observed in obesity, a condition associated with insulin resistance and endothelial dysfunction, it is extremely important to understand the biological effects of adipokines, or more specifically of the adipokine chemerin, in non-pathological conditions,. The mechanisms by which cytokines released by the adipose tissue may interfere with vascular function are not yet fully understood. Furthermore, the effects of the cytokine/adipokine chemerin on vascular function are not known. Considering that the chemerin receptor is expressed by vascular smooth muscle and endothelial cells, this study investigated the effects produced by this cytokine in vascular reactivity, as well as the mechanisms by which it modifies vascular function in non-obese animals. Our working hypothesis is that chemerin enhances vascular reactivity to constrictor stimuli, such as endothelin-1(ET-1) and phenylephrine (Phe), and decreases the vasodilation induced by acetylcholine (ACh) and sodium nitroprussiate (SNP). Our specific aims were to determine: 1) whether chemerin induces changes in vascular reactivity, 2) if the alterations of vascular reactivity induced by chemerin are mediated by changes in the function of endothelial cells or vascular smooth muscle cells, 3) which signaling pathways (focus on the MAPKs pathway) are being modified by chemerin and how they contribute to changes in vascular reactivity produced by this cytokine. Our study showed that the adipokine chemerin has biological and cellular activity in aortas from non-obese rats. Chemerin increased vascular responses to contractile stimuli (ET-1 and PhE), producing effects both in the endothelial and vascular smooth muscle cells. The increased contractile responses to ET-1 and PhE were mediated via activation of MEK-ERK1/2, COX-1 and COX-2 and increased expression of the ETA and ETB receptors. Furthermore, this adipokine reduced the vasodilation induced by ACh via eNOS uncoupling and oxidative stress, and by SNP, via effects in the enzyme guanylate cyclase. Our studies may contribute to a better understanding of the role of factors released by the visceral adipose tissue on vascular function and, consequently, on the vascular lesions in obesity and obesity-associated diseases.
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Modificação de proteínas por O-GlcNAc em artérias humanas: alterações na hipertensão arterial / O-GlcNAc modification of proteins in human arteries: changes in arterial hypertension

Dias, Thiago Braido 20 February 2018 (has links)
Vários mecanismos controlam os processos de contração e relaxamento das células musculares lisas vasculares (CMLVs). Receptores e moléculas sinalizadoras intracelulares, os quais controlam os processos de contração e relaxamento das CMLVs, são alvo de modificações pós-traducionais, como a O-GlcNAcilação que modula respostas vasculares. O aumento de proteínas modificadas por O-GlcNAc apresenta efeito ambíguo sobre as CMLVs, sendo protetor em situações de aumento agudo, mas lesivo quando mantido cronicamente. O aumento crônico de O-GlcNAc em animais está associado a repostas contráteis mais intensas e redução do relaxamento vascular, assim como o aumento da produção de espécies reativas de oxigênio (EROs), denominado estresse oxidativo, alterações constantemente descritas em doenças crônicas como diabetes e hipertensão arterial. Considerando que algumas proteínas que controlam a contratilidade vascular são modificadas por O-GlcNAc e que pouco se sabe a respeito da via de Biossíntese das Hexosaminas (VBH) e sua relação com o sistema vascular em humanos, nós investigamos a hipótese de que modificações de proteínas por O-GlcNAc estão relacionadas a alterações vasculares na hipertensão arterial em humanos. Durante a realização de nossos experimentos, demonstramos que os principais componentes da VBH estão presentes em CMLVs humanas. O tratamento com Thiamet G (TMG) por 24 h aumentou os níveis de proteínas modificadas por O-GlcNAc nas CMLVs pela redução da atividade de OGA, assim como induziu efeito compensatório de aumento da expressão dessa enzima. TMG reduziu a atividade de OGA em CMLVs no grupo Controle, mas não promoveu alteração na geração de EROs. Após tratamento com TMG, artérias de grupo Controle apresentaram maior sensibilidade à noradrenalina (NA) e maior relaxamento ao nitroprussiato de sódio (NPS); enquanto o grupo Hipertenso não apresentou alterações na contratilidade ou no relaxamento arterial. Artérias do grupo Hipertenso apresentaram maior sensibilidade à NA que o grupo Controle antes de qualquer tratamento, além de deficiência no relaxamento, com menor sensibilidade e menor resposta máxima ao NPS em comparação ao grupo Controle. O grupo Hipertenso apresentou aumento da pressão arterial média de internação (PAMi), assim como da idade, quando comparado com o grupo Controle. Em conclusão, a VBH está presente nas CMLVs humanas. A inibição da atividade da OGA por TMG aumenta os níveis de proteínas modificadas por O-GlcNAc, a expressão de OGA e modula a reatividade vascular no grupo Controle, mas não no grupo Hipertenso. Os resultados demonstram que pacientes hipertensos apresentam respostas vasculares a drogas vasoativas diferentes daquelas observadas em pacientes controle, antes e após o aumento dos níveis de proteínas modificadas por O-GlcNAc nas CMLVs. Novos estudos serão necessários para determinar se as alterações observadas são decorrentes da hipertensão arterial e/ou do tratamento farmacológico aos quais os pacientes estão submetidos. / Several mechanisms control the contraction and relaxation processes in the vascular smooth muscles cells (VSMC). Intracellular receptors and signaling molecules involved in contraction and relaxation mechanisms are targets of post-translational modifications (PTM), such as O-GlcNAcylation, which modulates vascular responses. Augmented levels of O-GlcNAc-modified proteins show a dual effect in VSMC, being protective during acute stressful events and deleterious when O-GlcNAc is chronically augmented. In animals, chronic increases in O-GlcNAc-modified proteins are linked to increased vascular responses to constrictor agents, to reduced vascular relaxation in response to dilator drugs, and to increased production of reactive oxygen species (ROS), named oxidative stress. All these changes are frequently described in chronic diseases such as diabetes and arterial hypertension. Since proteins involved in vascular contractility are modified by O-GlcNAc, and our knowledge on the influence of the hexosamine biosynthesis pathway (HBP) in the human vascular system is limited, we tested the hypothesis that proteins modified by O-GlcNAc contribute to vascular changes in hypertensive patients. Our data show that human VSMC express the main components of the HBP; the treatment of human VSMC with Thiamet G (TMG) for 24 h augmented O-GlcNAc levels, decreased OGA activity and induced a compensatory increase in OGA\'s expression. TMG reduced OGA activity, increased levels of O-GlcNAc-modified proteins but did not change ROS generation in human arteries from the Control group. After treatment with TMG, arteries from the Control group exhibited increased sensitivity to norepinephrine (NE) and to sodium nitroprusside (SNP), as well as increased maximum relaxation to SNP. Augmented O-GlcNAc levels produced no changes in contractile or relaxation responses in the Hypertensive group. Arteries from the Hypertensive group exhibited an increased sensitivity to NE as well as decreased sensitivity and maximum relaxation to SNP when compared to arteries from the Control group. Mean arterial blood pressure (hMABP) and the average age were increased in patients from the Hypertensive group. In conclusion, the HBP is present in human VSMC and the inhibition of OGA activity with TMG increases O-GlcNAc levels, increases OGA expression and modifies vascular responses to constrictor and dilator stimuli in human arteries from the Control group, but not from the Hypertensive group. These results indicate that hypertensive patients have altered vascular responses to vasoactive drugs both in the absence and in the presence of augmented O-GlcNAc levels. Further research is needed to explain whether these differences are due to the hypertensive disease and/or to the patient\'s medical treatment.
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Efeito da acidose metabólica crônica sobre a reatividade da aorta torácica de ratos / Effect of the chronic metabolic acidosis on rat thoracic aorta reactivity

Silva, Willian Marcio da 23 June 2017 (has links)
Introdução: Os distúrbios ácido-básicos são comuns na prática médica e podem variar desde uma acidose ou alcalose simples até um distúrbio misto complexo e potencialmente fatal. A acidose metabólica ocorre por aumento na quantidade de ácidos não-voláteis sob condições como: insuficiência renal, sepse, diabetes grave, diarréia e outras. Há mais de um século tem-se conhecimento de que mudanças no pH promovem alterações no tônus vascular, o que afeta a circulação e controle da pressão sanguínea. Objetivos: 1) estabelecer um modelo eficiente de acidose metabólica crônica (AMC) em ratos; 2) avaliar os parâmetros ventilatórios durante a indução da AMC; 3) investigar os efeitos da AMC sobre a reatividade da aorta de ratos, bem como os mecanismos envolvidos nesta resposta. Metodologia: A AMC foi induzida com cloreto de amônio ad libitum 0,5 M + 0,02M por gavagem, durante 10 dias. Os parâmetros ventilatórios avaliados foram frequência respiratória (fR), volume corrente (Vc) e ventilação pulmonar (VE). No estudo de reatividade vascular foram realizadas curvas dose-resposta para acetilcolina (ACh), fenilefrina (Phe), endotelina 1 (ET-1) e angiotensina II (Ang II), em aorta com e sem endotélio, na ausência e presença do L-NAME. Resultados: A AMC induzida por cloreto de amônio (NH4Cl) reduziu o pH para 7.17 (controle 7.39), com níveis de bicarbonato (HCO3-) próximos a 9.8 mmol/L (controle 21.9 mmol/L). Quanto aos parâmetros ventilatórios, houve um aumento do Vc no segundo dia de tratamento, levando a um aumento na VE. Nos estudos de reatividade vascular, a AMC não alterou a resposta para a ACh e ET-1, entretanto reduziu a vasoconstrição induzida pela Ang II e Phe, sendo a resposta para Phe restaurada na presença de L-NAME. Conclusões: 1) a partir do protocolo empregado foi possível obter um modelo de AMC reprodutível; 2) houve alterações ventilatórias apenas no início do tratamento, associada à redução de pressão parcial de dióxido de carbono (pCO2), embora não significativa, mostrando uma resposta compensatória transitória; 3) o efeito da AMC sobre a reatividade vascular, parece ser agonista-seletiva e o óxido nítrico (NO) está envolvido nessa resposta. / Introduction: The acid-base disorders are common in the medical practice and can vary from an acidosis or simple alkalosis to a mixed, complex and potentially fatal disorder. The metabolic acidosis occurs because of the increase in the quantity of nonvolatile acids under conditions such as kidney disease, sepsis, serious diabetes, diarrhea, and so on. More than one century there is some knowledge that the extracellular pH has promoted changes in the vascular tonus, which affects the circulation and the blood pressure control. Objectives: 1) Develop an efficient model of chronic metabolic acidosis (CMA) in rats; 2) Evaluate the ventilatory parameters during the induction of the CMA; 3) to investigate the effects of the CMA on rat aorta reactivity as well as the mechanisms involved in this response. Methodology: The CMA was induced by NH4CI 0.5M ad libitum + 0.02M by gavage during 10 days. The assessed ventilatory parameters were respiratory frequency (fR), tidal volume (Vt) and pulmonary ventilation (VE). The studies of the vascular reactivity were carried out by dose-response curve to acetylcholine (ACh), phenylephrine (Phe), endotelina1 (ET-1) and angiotensin II (Ang II), in aorta with and without endothelium, in absence and presence of the L-NAME. Results: The acidosis induced by ammonium chloride (NH4Cl) reduced the pH to 7.17 (7.39 control), with levels of bicarbonate (HCO3-) about 9.8 mmol/L (21.9 control mmol/L). As for the ventilatory parameters, there was an increase of the Vt in the second day of the treatment, which lead to an increase in the VE. In the studies of the vascular reactivity, the CMA have not changed the response to the Ach and ET-1, however the vasoconstriction induced by Ang II and Phe were reduced after CMA, and this was restored by L-NAME. Conclusions: 1) From the used protocol, it was possible to obtain a model of reproducible CMA. 2) There were ventilatory alterations only in the beginning of the treatment, associated to the reduction of pCO2, although not significant, which showed a transitory compensatory response. 3) The effect of the CMA on the vascular reactivity seems to be agonist-selective and the nitric oxide (NO) is involved in this response.
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Avaliação dos mecanismos envolvidos na redução da contração vascular em aortas de ratas diabéticas: papel da iNOS e insulina. / Mechanisms involved in the reduced vascular contraction in aortas of diabetic female rats: a role of iNOS and insulin.

Sartoretto, Simone Marcieli 21 February 2014 (has links)
No presente estudo, observamos aumentada expressão de iNOS e de proteínas s-nitrosiladas (S-NT) em aorta (AO) e concentração de NO no plasma de ratas diabéticas (DB), que foram corrigidas pelo tratamento com insulina (INS), que foi incapaz de normalizar a glicemia. O tratamento com o inibidor da iNOS L-NIL reduziu a expressão de S-NT e a concentração de NO. A contração induzida por agonistas adrenérgicos (ADRs), mas não por cloreto de potássio, que estava reduzida em anéis de AO sem endotélio de ratas DB, foi corrigida pelos tratamentos com INS e L-NIL. A expressão dos receptores de estrógeno ESR2 e GPER estava aumentada em AO de ratas DB e foi corrigida pelo tratamento com INS. Nossos resultados mostram que o aumento da expressão da iNOS/geração de NO é responsável pela redução da contração mediada por receptor ADR, mas não daquela induzida por despolarização direta da membrana. A INS modula negativamente a expressão da iNOS e dos receptores ESR2 e GPER em aorta de ratas DB, efeito que pode contribuir com a restauração da contração induzida por agonistas ADRs. / In the present study, we observed that in aortas (AO) of diabetic (DB) female rats have an increase in iNOS and S-nitrosilated (S-NT) proteins expression along with higher levels of plasmatic NO. Although insulin (INS) treatment did not normalize blood glucose levels, it corrected protein expression and NO concentrations. The iNOS inhibitor treatment reduced the altered expression of S-NT proteins and NO levels. The reduced adrenergic agonists (ADR)-induced contractions in DB without endothelium were corrected by INS and L-NIL treatments, such treatments did not affect the reduced vasoconstriction response to KCl in DB AO. The increase expression of estrogen receptors GPER and ESR2 found in DB AO was recovered by INS treatment. Our results showed that the increased expression of iNOS/NO generation is responsible for reducing ADR-induced contraction, but not for membrane depolarization-induced contraction. INS negatively modulates protein expression of iNOS, ESR2, and GPER receptors in DB AO; such effect may contribute to restore ADR-induced vascular contraction.
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Influência da variante Val66Met na expressão do gene brain-derived neurotrophic factor (BDNF) em resposta ao treinamento físico aeróbio / Influence of Val66Met variant on brain-derived neurotrophic factor (BDNF) gene expression in response to exercise training

Lemos Junior, José Ribeiro 04 December 2015 (has links)
O fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF) tem sido associado com a angiogênese por meio do seu receptor específico tropomiosina quinase B (TrkB). Uma vez que ambos são expressos em células endoteliais vasculares e o treinamento físico aeróbio (TF) pode aumentar os níveis séricos de BDNF, este estudo teve como objetivo testar as hipóteses de que: 1) Os níveis séricos de BDNF modulam o fluxo de sangue periférico; e 2) A presença do alelo Met no polimorfismo BDNF Val66Met prejudica o ganho de vasodilatação por TF. Foram genotipados para o polimorfismo do gene BDNF 304 voluntários saudáveis do sexo masculino (Val66Val, n = 221; Val66Met, n = 83) que foram submetidos a intenso TF em uma pista de corrida 3 vezes/semana durante 4 meses. Foram avaliados pré e pós-TF as concentrações circulantes de BDNF e pró-BDNF (ELISA), frequência cardíaca (FC), pressão arterial média (PAM), o fluxo de sangue do antebraço (FSA) e resistência vascular periférica (RVP). No período pré-TF, BDNF, pró-BDNF, a razão BDNF/pró-BDNF, FSA e RVP foram semelhantes entre todos os genótipos. Depois do TF, a capacidade funcional (VO2pico) aumentou e houve a diminuição da FC de repouso de forma semelhante em ambos os grupos. O grupo Val66Val, mas não o Val66Met, aumentou os níveis de BDNF (interação, p=0,04) e aumentou a razão BDNF/pró-BDNF (interação, p < 0,001). Curiosamente, as respostas do FSA (Interação, p=0,04) e da RVP (Interação, p=0,01), durante o exercício handgrip, do grupo Val66Val, apresentou melhoras quando comparado com o grupo Val66Met, mesmo com respostas similares de FC e PAM. Outras análises mostraram associação entre a razão BDNF/pró-BDNF e FSA (R=0,64; p < 0,001) e RVP (R=-0,58; p < 0,001). Estes resultados mostram que, em resposta ao TF, tanto a reatividade vascular periférica quanto o BDNF circulante são prejudicados pela presença do polimorfismo Val66Met do gene BDNF e esta responsividade está associada às concentrações de BDNF sérico em indivíduos saudáveis / The neurotrophin Brain-derived neurotrophic factor (BDNF) has been associated with angiogenesis through its specific receptor tropomyosin-related kinase B (TrkB). Since both are expressed in vascular endothelial cells and aerobic training (ET) can increase serum BDNF levels, this study aimed to test the hypotheses that: 1) Serum BDNF levels modulate peripheral blood flow; and 2) The presence of the allele Met in the BDNF Val66Met polymorphism impairs vasodilation gain by ET. We genotyped for BDNF polymorphism 304 healthy male volunteers (Val66Val, n= 221; Val66Met, n=83) which underwent to intense aerobic ET on a running track 3 times/week for 4 months. We evaluated pre and post ET serum BDNF and proBDNF concentration (ELISA), heart rate (HR), mean blood pressure (MBP), forearm blood flow (FBF) and forearm vascular resistance (FVR). In the pre ET, BDNF, proBDNF, BDNF/proBDNF ratio, FBF and FVR were similar between all genotypes. After ET, functional capacity (VO2peak) increased and HR decreased similarly in both groups. Val66Val, but not Val66Met, increased BDNF (Interaction, p= 0.04) and BDNF/proBDNF ratio (Interaction, p < 0.001). Interestingly, FBF (Interaction, p=0.04) and the FVR (Interaction, p=0.01) responses during handgrip exercise improved in Val66Val compared with Val66Met, even with similar responses of HR and MBP. Further analyses showed association between BDNF/proBDNF ratio and FBF (R=0.64, p < 0.001) and FVR (R=-0.56, p < 0001). These results show that peripheral vascular reactivity and serum BDNF responses to ET are impaired by the BDNF Val66Met polymorphism and such responsiveness is associated to the serum BDNF concentrations in healthy subjects

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