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Ressonância magnética e medidas lineares no tratamento cirúrgico das assimetrias mamárias / Magnetic resonance and linear measurements in breast asymetry surgical treatment

Vieira, Adriana Cristhina Pozzobon de Oliveira [UNIFESP] January 2008 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-12-06T23:47:29Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2008 / Introdução: A avaliação objetiva da correção cirúrgica das assimetrias mamárias deve considerar não somente o contorno final das mamas, mas também, a simetria de volume. A ressonância magnética e as medidas lineares são instrumentos de medida amplamente utilizados para se avaliar o volume e o posicionamento mamário respectivamente. Objetivo: Avaliar a simetria mamária pós-operatória através de ressonância magnética e medidas lineares em pacientes com assimetria mamária. Métodos: Foram operadas 22 pacientes com assimetria mamária primária, as quais foram submetidas à ressonância magnética e obtenção de medidas lineares no pré e no pósoperatório com seis meses. As medidas lineares foram obtidas baseadas em estruturas ósseas e mamárias bem definidas. O resultado de assimetria das medidas lineares no pós-operatório foi avaliado através de escores que poderiam variar de excelente a ruim. Foram obtidas imagens axiais de ambas as mamas, sendo o volume mamário estimado a partir da reformatação tridimensional destas imagens, através da fórmula Cavalieri. Resultados: As pacientes com menor assimetria de volume no pós-operatório tenderam a apresentar melhores resultados na avaliação das medidas lineares. Quando realizada mastoplastia redutora e/ou de aumento bilaterais e mastoplastia redutora e/ou de aumento unilaterais, a simetria de volume tendeu a ser maior. Conclusão: A ressonância magnética e as medidas lineares são instrumentos de medida capazes de avaliar a simetria pós-operatória em pacientes com assimetria mamária / Introduction: The surgical treatment objective evaluation of breast asymmetry should not consider only final breast shape, but also breast volume. Magnetic resonance image and anthropomorphic breast measurements are used to analyze breast volume and breast position. Objective: Analyze breast symmetry after surgery using resonance magnetic image and linear measurements. Methods: 22 patients with primary breast asymmetry were evaluated preoperative using MRI and linear measurements and 6 months postoperative. Linear measurements were obtained based on well defined bone structures and mammary structures. The symmetry result for postoperative linear measurements was scored from excellent to poor. Axial images were taken from both breasts. Breast volume was estimated using MRI, based on 3D reconstruction, using Cavalieri formula and specific software. Results: Patients with less postoperative volume asymmetry tend to achieve best scores using linear measurements. When the same surgical procedure was performed bilaterally or only one breast was treated by surgery, greater volume symmetry was observed. Conclusions: MRI and linear measurements are methods capable of evaluate postoperative symmetry in patients with breast asymmetry / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Determinação dos valores do tamanho do fígado de crianças normais, entre 0 e 7 anos de idade, por ultra-sonografia / Sonographic determination of liver size in normal newborns, infants, and children under 7 years of age

Silvia Maria Sucena da Rocha 09 April 2009 (has links)
INTRODUÇÃO: A biometria hepática por ultra-som é freqüentemente solicitada na investigação diagnóstica de crianças, no entanto, há múltiplos métodos descritos, nenhum com aceitação consensual e carência de valores normais de referência. OBJETIVOS: Determinar o tamanho do fígado de crianças normais, entre 0 e 7 anos de idade, por ultra-sonografia e correlacionar os valores obtidos com as variáveis: idade, sexo, estatura, peso corporal e índice de massa corpórea (IMC). MÉTODOS: Entre 2003 e 2005 foram examinadas 584 crianças saudáveis, com idades entre 0 e 7 anos, aplicando-se método ultra-sonográfico padronizado. A hepatometria foi efetuada em planos de corte longitudinais, estabelecidos por linhas de orientação externas, associadas a reparos anatômicos extra e intra-hepáticos. Foram medidos: a) o diâmetro crânio-caudal do lobo hepático esquerdo, na linha médio-esternal (CCLME) e b) o diâmetro crânio-caudal da superfície posterior do lobo hepático direito, na linha hemiclavicular (CCPLHC). As crianças foram subdivididas em 11 grupos por faixa etária. Para o estudo de correlação foi utilizado o coeficiente de correlação de Pearson. O teste t de Student não-pareado foi aplicado na comparação das medidas entre os sexos e o teste de Bonferroni, para análise de variância das médias por faixa etária. Nomogramas em função da idade foram elaborados mediante modelos de regressão não-linear. RESULTADOS: As medidas hepáticas apresentaram correlação positiva e significante com a idade (r=0,75 para CCLME e 0,80 para CCPLHC), a estatura (r=0,80 para CCLME e 0,85 para CCPLHC) e o peso (r=0,74 para CCLME e 0,82 para CCPLHC), não havendo correlação com o IMC (r<0,11). Observou-se diferença significativa entre os sexos em 3 grupos etários, com valores maiores nos meninos. Observou-se aumento progressivo do tamanho do fígado na faixa etária estudada, proporcionalmente menor que o crescimento corporal e com padrão de crescimento diferenciado para cada um dos lobos: o lobo hepático esquerdo apresentou crescimento mais expressivo nos 3 primeiros anos de vida, enquanto que o direito apresentou crescimento gradual e progressivo dos 0 aos 7 anos. CONCLUSÕES: Os valores do tamanho do fígado de crianças normais, entre 0 e 7 anos de idade, foram determinados, mediante aplicação de técnica padronizada, verificando-se correlação positiva e significante entre o tamanho do fígado, a idade, a estatura e o peso corporal, não havendo correlação com o IMC. Não se observou diferença consistente das medidas hepáticas em relação ao sexo. Os nomogramas apresentados demonstram as variações normais do tamanho do fígado na população estudada, notando-se aumento progressivo com a idade, em menor proporção que o crescimento corporal e com padrão de crescimento diferenciado para cada lobo / INTRODUCTION: Several methods to determine sonographic liver size have been reported, none of them consensually accepted; moreover, there is a lack of normal reference values. OBJECTIVES:The proposal of this research is to determine sonographic liver size in normal newbors, infants, and children under 7 year of age and correlate obtained values to age, sex, body height, body weight and body mass index (BMI). METHODS: Between 2003 and 2005, 584 healthy children were examined with sonography. Liver measurements were performed on two standardized longitdinal seccional planes, defined by orientation external lines, related to, both, extra and intra-hepatic anatomic references. Two diameters were measured: a) left lobe cranio-caudal diameter, on mid-sternal line (CCMSL) and b) right lobe posterior surface cranio-caudal diameter, on midclavicular line (PCCMCL). Children were classified acconding to age and sorted in 11 groups. Statistical analysis: Pearsons correlation coefficient was used for correlation study. Unpaired Stutent t-test was applied for comparison of measures acconding to sex. Bonferroni test was used for variance analysis between the means at the different age groups. Nomograms of the liver size related to age were established by non-linear regression models. RESULTS: It was observed positive and significant correlation between liver measurements and age (r=0,75 for CCMSL and 0,80 for PCCMCL), body height (r=0,80 for CCMSL and 0,85 for PCCMCL), and body weight (r=0,74 for CCMSL and 0,82 for PCCMCL). No relevant correlation with BMI (r<0,11) was found. Significant difference between sexes were found in 3 age groups, with higher values in males. Liver size measurements showed progressive increase, proportionally lesser than body height and with a different growth pattern for each lobe: the left lobe presented major growth in the first 3 years of age, while the right lobe presented gradual and progressive growth from birth to 7 years of age. CONCLUSIONS: Liver size in normal newborns, infants, and children under 7 years of age was determined by sonographic standadized method. Data analysis revealed positive and significant correlation between liver size and age, as well as body height, and body weight. No relevant correlation was found between liver size and BMI, neither there was consistent difference of liver measures between sexes. Nomograms demonstrate normal variation range of liver size in the studied population, showing progressive increase acconding to age, proporcionally lesser than body height, and with a distinct growth pattern for each hepatic lobe
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Determinação dos valores do tamanho do fígado de crianças normais, entre 0 e 7 anos de idade, por ultra-sonografia / Sonographic determination of liver size in normal newborns, infants, and children under 7 years of age

Rocha, Silvia Maria Sucena da 09 April 2009 (has links)
INTRODUÇÃO: A biometria hepática por ultra-som é freqüentemente solicitada na investigação diagnóstica de crianças, no entanto, há múltiplos métodos descritos, nenhum com aceitação consensual e carência de valores normais de referência. OBJETIVOS: Determinar o tamanho do fígado de crianças normais, entre 0 e 7 anos de idade, por ultra-sonografia e correlacionar os valores obtidos com as variáveis: idade, sexo, estatura, peso corporal e índice de massa corpórea (IMC). MÉTODOS: Entre 2003 e 2005 foram examinadas 584 crianças saudáveis, com idades entre 0 e 7 anos, aplicando-se método ultra-sonográfico padronizado. A hepatometria foi efetuada em planos de corte longitudinais, estabelecidos por linhas de orientação externas, associadas a reparos anatômicos extra e intra-hepáticos. Foram medidos: a) o diâmetro crânio-caudal do lobo hepático esquerdo, na linha médio-esternal (CCLME) e b) o diâmetro crânio-caudal da superfície posterior do lobo hepático direito, na linha hemiclavicular (CCPLHC). As crianças foram subdivididas em 11 grupos por faixa etária. Para o estudo de correlação foi utilizado o coeficiente de correlação de Pearson. O teste t de Student não-pareado foi aplicado na comparação das medidas entre os sexos e o teste de Bonferroni, para análise de variância das médias por faixa etária. Nomogramas em função da idade foram elaborados mediante modelos de regressão não-linear. RESULTADOS: As medidas hepáticas apresentaram correlação positiva e significante com a idade (r=0,75 para CCLME e 0,80 para CCPLHC), a estatura (r=0,80 para CCLME e 0,85 para CCPLHC) e o peso (r=0,74 para CCLME e 0,82 para CCPLHC), não havendo correlação com o IMC (r<0,11). Observou-se diferença significativa entre os sexos em 3 grupos etários, com valores maiores nos meninos. Observou-se aumento progressivo do tamanho do fígado na faixa etária estudada, proporcionalmente menor que o crescimento corporal e com padrão de crescimento diferenciado para cada um dos lobos: o lobo hepático esquerdo apresentou crescimento mais expressivo nos 3 primeiros anos de vida, enquanto que o direito apresentou crescimento gradual e progressivo dos 0 aos 7 anos. CONCLUSÕES: Os valores do tamanho do fígado de crianças normais, entre 0 e 7 anos de idade, foram determinados, mediante aplicação de técnica padronizada, verificando-se correlação positiva e significante entre o tamanho do fígado, a idade, a estatura e o peso corporal, não havendo correlação com o IMC. Não se observou diferença consistente das medidas hepáticas em relação ao sexo. Os nomogramas apresentados demonstram as variações normais do tamanho do fígado na população estudada, notando-se aumento progressivo com a idade, em menor proporção que o crescimento corporal e com padrão de crescimento diferenciado para cada lobo / INTRODUCTION: Several methods to determine sonographic liver size have been reported, none of them consensually accepted; moreover, there is a lack of normal reference values. OBJECTIVES:The proposal of this research is to determine sonographic liver size in normal newbors, infants, and children under 7 year of age and correlate obtained values to age, sex, body height, body weight and body mass index (BMI). METHODS: Between 2003 and 2005, 584 healthy children were examined with sonography. Liver measurements were performed on two standardized longitdinal seccional planes, defined by orientation external lines, related to, both, extra and intra-hepatic anatomic references. Two diameters were measured: a) left lobe cranio-caudal diameter, on mid-sternal line (CCMSL) and b) right lobe posterior surface cranio-caudal diameter, on midclavicular line (PCCMCL). Children were classified acconding to age and sorted in 11 groups. Statistical analysis: Pearsons correlation coefficient was used for correlation study. Unpaired Stutent t-test was applied for comparison of measures acconding to sex. Bonferroni test was used for variance analysis between the means at the different age groups. Nomograms of the liver size related to age were established by non-linear regression models. RESULTS: It was observed positive and significant correlation between liver measurements and age (r=0,75 for CCMSL and 0,80 for PCCMCL), body height (r=0,80 for CCMSL and 0,85 for PCCMCL), and body weight (r=0,74 for CCMSL and 0,82 for PCCMCL). No relevant correlation with BMI (r<0,11) was found. Significant difference between sexes were found in 3 age groups, with higher values in males. Liver size measurements showed progressive increase, proportionally lesser than body height and with a different growth pattern for each lobe: the left lobe presented major growth in the first 3 years of age, while the right lobe presented gradual and progressive growth from birth to 7 years of age. CONCLUSIONS: Liver size in normal newborns, infants, and children under 7 years of age was determined by sonographic standadized method. Data analysis revealed positive and significant correlation between liver size and age, as well as body height, and body weight. No relevant correlation was found between liver size and BMI, neither there was consistent difference of liver measures between sexes. Nomograms demonstrate normal variation range of liver size in the studied population, showing progressive increase acconding to age, proporcionally lesser than body height, and with a distinct growth pattern for each hepatic lobe
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Transplante hepático large-for-size porcino com modulação do fluxo venoso portal: estudo hemodinâmico, histológico e biomolecular / Large-for-size liver transplantation in pigs with modulation of portal venous flow: a hemodynamic, histological and biomolecular stud

Daniel de Albuquerque Rangel Moreira 26 January 2016 (has links)
INTRODUÇÃO: O tamanho ideal do fígado varia entre 0,8% a 4% do peso do receptor (graft to body weight ratio - GBWR). Em crianças com menos de 10 kg submetidas a transplante hepático com doador vivo encontramos frequentemente uma situação denominada large-for-size, que ocorre ao se implantar um enxerto com peso maior que 4% do peso corpóreo do receptor. A lesão de isquemia/reperfusão (LIR) é uma resposta inflamatória mediada pelas células de Kupffer, principais responsáveis pela liberação de espécies reativas de oxigênio no parênquima hepático. Além disso, a célula de Kupffer libera citocinas pró-inflamatórias como TNF-alfa, IL-1 e IL-6 que recrutam polimorfonucleares sistêmicos e linfócitos T-CD4+ perpetuando a lesão mesmo após o fluxo sanguíneo estar restabelecido. O hipofluxo portal pode piorar a LIR na situação large-for-size. Desta forma, um shunt mesentérico-cava tentando direcionar o fluxo para a veia porta poderia ser benéfico nesta situação. MÉTODOS: Dezesseis porcos LandraceLargewhite pesando entre 17 - 38 kg foram submetidos a transplante de fígado. Foram distribuídos em três grupos: controle (CTRL), large-for-size (LFS) e shunt (SHUNT). Foi aferido o fluxo venoso portal, arterial hepático e colhido material para estudo histológico e biomolecular uma hora após a reperfusão. A relação entre o fluxo venoso portal do receptor para o fluxo venoso portal doador (rFVP) foi utilizada para se correlacionar com a gravidade da isquemia/reperfusão. Foram realizadas biópsias uma hora após o transplante para microscopia óptica e TUNEL além de quantificar a expressão dos genes da iNOS, eNOS, IL-6, BAX e BCL, c-fos/c-jun, ICAM e TNF-?. RESULTADOS: O GBWR foi maior nos grupos LFS e SHUNT (3,45 vs. 5,06 e 6,03; p=0,009). Quando comparamos isoladamente receptores e doadores por grupo houve diferença no fluxo portal somente nos grupos LFS (890 ± 203 mL / min vs. 458 ± 119 mL / min, p=0.0034) e SHUNT (1003 ± 5,3 mL/min vs. 495 ± 277 mL/min; p=0,0031). A rFVP foi próxima de 1 no grupo CTRL e significativamente maior que nos grupos LFS e SHUNT (p=0,03). O fluxo arterial hepático foi significativamente menor no grupo SHUNT (62,16 ± 31 mL / min) quando comparado com grupo CTRL (140.4 ± 53.88 mL / min) e LFS (142 ± 55.41 mL / min), p=0,02. A IL-6 e BAX foram menos expressas no grupo CTRL (p=0,05 e p=0,002). Houve uma relação linear entre a expressão dos genes BAX, TNF-alfa e eNOS com a rFVP (p=0,02; p=0,02 e p=0,009 respectivamente). Na avaliação histológica observou-se índice de isquemia e reperfusão semelhante entre os grupos CTRL e SHUNT mas menor em relação ao LFS, 3, 3,5 e 7 respectivamente (p=0,04). CONCLUSÕES: O transplante large-for-size acarreta hipofluxo portal relativo, e isto pode estar relacionado a um maior dano hepatocitário com acentuação da lesão de isquemia-reperfusão. A presença de um shunt entre a veia cava inferior e a veia mesentérica superior não conseguiu aumentar o influxo de sangue para o fígado de maneira persistente e pode estar implicado na diminuição do fluxo arterial hepático. No entanto, o aumento temporário do influxo portal pode estar relacionado a atenuação de algumas características da LIR no transplante large-for-size / INTRODUCTION: The optimum size of the liver graft for transplantation varies between 0.8% and 4% of the weight of the recipient (graft to body weight ratio - GBWR). In children with less than 10 kg who undergo liver transplantation with living donor a disorder called large-for-size (LFS) often occurs, when a graft weighing more than 4% of body weight of the recipient is implanted. Ischemia / reperfusion injury (IRI) is an inflammatory response mediated by Kupffer cells, mainly responsible for the release of reactive oxygen species in the liver parenchyma. In addition, Kupffer cells releases proinflammatory cytokines such as TNF-alfa, IL-1 and IL-6 that recruit systemic polymorphonuclear cells and T-CD4 + perpetuating this injury even after the blood flow is restored. Low portal flow may worsen IRI in LFS situation. So, a mesocaval shunt directing the flow to portal vein should be beneficial in this condition. METHODS: Sixteen Landrace/Largewhite pigs weighing approximately 20 kg (17-38 kg) underwent liver transplantation. They were divided into three groups: control (CTRL), large-for-size (LFS) and shunt (SHUNT). Portal venous flow was measured and liver and blood collected for histological and biomolecular study one hour after reperfusion. The relationship between the portal venous flow from the recipient to the donor portal venous flow (rFVP) was used to establish correlations with the parameters of ischemia and reperfusion. Biopsies were performed one hour after transplant to assess ischemia/reperfusion injury, TUNEL and quantify the following genes expression: iNOS, eNOS, IL-6, BAX and BCL c-fos / c-jun, ICAM, and TNF-alfa. RESULTS: GBWR was higher in groups LFS and SHUNT than CTRL (3.45 vs. 5.06 and 6.03; p=0.009). When compared separately by group recipients and donors difference in portal flow was observed only in LFS groups (890 ± 203 mL / min vs. 458 ± 119 mL / min, p=0.0034) and SHUNT (1003 ± 5.3 mL / min vs. 495 ± 277 mL / min, p=0.0031). rFVP was close to 1 in the CTRL group and significantly higher than the LFS and SHUNT groups (p= 0.03). Hepatic artery blood flow was significantly lower in SHUNT group (62.16 ± 31 mL / min) compared with CTRL group (140.4 ± 53.88 mL / min) and LFS (142 ± 55.41 mL / min), p= 0.02. IL-6 and BAX were expressed less in the CTRL group (p=0.05 and p=0.002). There was a linear relationship between the BAX, TNF-alfa and eNOS with rFVP (p=0.02, p=0.02 and p=0.009 respectively). Histological evaluation showed similar ischemia-reperfusion index between CTRL and SHUNT groups but lower values in compare to LFS group, 3, 3.5 and 7 respectively (p=0.04). CONCLUSIONS: The largefor-size liver transplantation leads to a relative low portal venous flow and this can be related to greater hepatocyte damage with accentuation of ischemia-reperfusion injury. The presence of a shunt between the inferior vena cava and the superior mesenteric vein could not increase the inflow of blood to the liver persistently and may be implicated in decreased hepatic artery blood flow. However, the temporary increase in portal inflow may be related to mitigation of some characteristics of IRI in large-for-size liver transplantation
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Transplante hepático large-for-size porcino com modulação do fluxo venoso portal: estudo hemodinâmico, histológico e biomolecular / Large-for-size liver transplantation in pigs with modulation of portal venous flow: a hemodynamic, histological and biomolecular stud

Moreira, Daniel de Albuquerque Rangel 26 January 2016 (has links)
INTRODUÇÃO: O tamanho ideal do fígado varia entre 0,8% a 4% do peso do receptor (graft to body weight ratio - GBWR). Em crianças com menos de 10 kg submetidas a transplante hepático com doador vivo encontramos frequentemente uma situação denominada large-for-size, que ocorre ao se implantar um enxerto com peso maior que 4% do peso corpóreo do receptor. A lesão de isquemia/reperfusão (LIR) é uma resposta inflamatória mediada pelas células de Kupffer, principais responsáveis pela liberação de espécies reativas de oxigênio no parênquima hepático. Além disso, a célula de Kupffer libera citocinas pró-inflamatórias como TNF-alfa, IL-1 e IL-6 que recrutam polimorfonucleares sistêmicos e linfócitos T-CD4+ perpetuando a lesão mesmo após o fluxo sanguíneo estar restabelecido. O hipofluxo portal pode piorar a LIR na situação large-for-size. Desta forma, um shunt mesentérico-cava tentando direcionar o fluxo para a veia porta poderia ser benéfico nesta situação. MÉTODOS: Dezesseis porcos LandraceLargewhite pesando entre 17 - 38 kg foram submetidos a transplante de fígado. Foram distribuídos em três grupos: controle (CTRL), large-for-size (LFS) e shunt (SHUNT). Foi aferido o fluxo venoso portal, arterial hepático e colhido material para estudo histológico e biomolecular uma hora após a reperfusão. A relação entre o fluxo venoso portal do receptor para o fluxo venoso portal doador (rFVP) foi utilizada para se correlacionar com a gravidade da isquemia/reperfusão. Foram realizadas biópsias uma hora após o transplante para microscopia óptica e TUNEL além de quantificar a expressão dos genes da iNOS, eNOS, IL-6, BAX e BCL, c-fos/c-jun, ICAM e TNF-?. RESULTADOS: O GBWR foi maior nos grupos LFS e SHUNT (3,45 vs. 5,06 e 6,03; p=0,009). Quando comparamos isoladamente receptores e doadores por grupo houve diferença no fluxo portal somente nos grupos LFS (890 ± 203 mL / min vs. 458 ± 119 mL / min, p=0.0034) e SHUNT (1003 ± 5,3 mL/min vs. 495 ± 277 mL/min; p=0,0031). A rFVP foi próxima de 1 no grupo CTRL e significativamente maior que nos grupos LFS e SHUNT (p=0,03). O fluxo arterial hepático foi significativamente menor no grupo SHUNT (62,16 ± 31 mL / min) quando comparado com grupo CTRL (140.4 ± 53.88 mL / min) e LFS (142 ± 55.41 mL / min), p=0,02. A IL-6 e BAX foram menos expressas no grupo CTRL (p=0,05 e p=0,002). Houve uma relação linear entre a expressão dos genes BAX, TNF-alfa e eNOS com a rFVP (p=0,02; p=0,02 e p=0,009 respectivamente). Na avaliação histológica observou-se índice de isquemia e reperfusão semelhante entre os grupos CTRL e SHUNT mas menor em relação ao LFS, 3, 3,5 e 7 respectivamente (p=0,04). CONCLUSÕES: O transplante large-for-size acarreta hipofluxo portal relativo, e isto pode estar relacionado a um maior dano hepatocitário com acentuação da lesão de isquemia-reperfusão. A presença de um shunt entre a veia cava inferior e a veia mesentérica superior não conseguiu aumentar o influxo de sangue para o fígado de maneira persistente e pode estar implicado na diminuição do fluxo arterial hepático. No entanto, o aumento temporário do influxo portal pode estar relacionado a atenuação de algumas características da LIR no transplante large-for-size / INTRODUCTION: The optimum size of the liver graft for transplantation varies between 0.8% and 4% of the weight of the recipient (graft to body weight ratio - GBWR). In children with less than 10 kg who undergo liver transplantation with living donor a disorder called large-for-size (LFS) often occurs, when a graft weighing more than 4% of body weight of the recipient is implanted. Ischemia / reperfusion injury (IRI) is an inflammatory response mediated by Kupffer cells, mainly responsible for the release of reactive oxygen species in the liver parenchyma. In addition, Kupffer cells releases proinflammatory cytokines such as TNF-alfa, IL-1 and IL-6 that recruit systemic polymorphonuclear cells and T-CD4 + perpetuating this injury even after the blood flow is restored. Low portal flow may worsen IRI in LFS situation. So, a mesocaval shunt directing the flow to portal vein should be beneficial in this condition. METHODS: Sixteen Landrace/Largewhite pigs weighing approximately 20 kg (17-38 kg) underwent liver transplantation. They were divided into three groups: control (CTRL), large-for-size (LFS) and shunt (SHUNT). Portal venous flow was measured and liver and blood collected for histological and biomolecular study one hour after reperfusion. The relationship between the portal venous flow from the recipient to the donor portal venous flow (rFVP) was used to establish correlations with the parameters of ischemia and reperfusion. Biopsies were performed one hour after transplant to assess ischemia/reperfusion injury, TUNEL and quantify the following genes expression: iNOS, eNOS, IL-6, BAX and BCL c-fos / c-jun, ICAM, and TNF-alfa. RESULTS: GBWR was higher in groups LFS and SHUNT than CTRL (3.45 vs. 5.06 and 6.03; p=0.009). When compared separately by group recipients and donors difference in portal flow was observed only in LFS groups (890 ± 203 mL / min vs. 458 ± 119 mL / min, p=0.0034) and SHUNT (1003 ± 5.3 mL / min vs. 495 ± 277 mL / min, p=0.0031). rFVP was close to 1 in the CTRL group and significantly higher than the LFS and SHUNT groups (p= 0.03). Hepatic artery blood flow was significantly lower in SHUNT group (62.16 ± 31 mL / min) compared with CTRL group (140.4 ± 53.88 mL / min) and LFS (142 ± 55.41 mL / min), p= 0.02. IL-6 and BAX were expressed less in the CTRL group (p=0.05 and p=0.002). There was a linear relationship between the BAX, TNF-alfa and eNOS with rFVP (p=0.02, p=0.02 and p=0.009 respectively). Histological evaluation showed similar ischemia-reperfusion index between CTRL and SHUNT groups but lower values in compare to LFS group, 3, 3.5 and 7 respectively (p=0.04). CONCLUSIONS: The largefor-size liver transplantation leads to a relative low portal venous flow and this can be related to greater hepatocyte damage with accentuation of ischemia-reperfusion injury. The presence of a shunt between the inferior vena cava and the superior mesenteric vein could not increase the inflow of blood to the liver persistently and may be implicated in decreased hepatic artery blood flow. However, the temporary increase in portal inflow may be related to mitigation of some characteristics of IRI in large-for-size liver transplantation
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Ultra-sonografia transvaginal com dopplervelocimetria no estudo do volume, da espessura do estroma e da vascularização dos ovários na síndrome dos ovários policísticos / Transvaginal ultrasound with Doppler velocimetry to study stromal volume and thickness and vascularization of the ovaries in polycystic ovary syndrome

Marcelo Afonso Gonçalves 04 September 2007 (has links)
INTRODUÇÃO - A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das mais controversas entidades da endocrinologia ginecológica. Após o simpósio de Rotterdam, em 2003, ficou evidente a importância da morfologia ovariana para o diagnóstico e para a composição dos fenótipos. A ultra-sonografia transvaginal com dopplervelocimetria pode ajudar a analisar as variáveis implicadas na vascularização e a monitorar os ovários. OBJETIVO - Avaliar o volume, a espessura do estroma e a vascularização dos ovários de mulheres com SOP. MÉTODO - Estudo prospectivo com cinqüenta mulheres que foram divididas em dois grupos (grupo SOP: n=30 e grupo Normal: n=20) e submetidas à ultra-sonografia transvaginal com Dopplervelocimetria, entre o terceiro e sexto dias do ciclo menstrual, para a avaliação do volume e da espessura do estroma do ovário e dos índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP) nas artérias uterinas, artérias ovarianas e vasos do estroma. RESULTADOS - No grupo SOP, o volume ovariano e a espessura do estroma ovariano foram significativamente maiores. Também o IR e o IP das artérias uterinas e ovarianas foram significativamente maiores. Já o IR e o IP dos vasos do estroma foram significativamente menores no grupo SOP, em comparação com o grupo Normal. CONCLUSÃO - As mulheres com SOP, em relação às mulheres normais, têm aumento do volume e da espessura do estroma dos ovários. Também apresentam diminuição do fluxo ovariano; porém, com aumento da vascularização do estroma. / INTRODUCTION: Polycystic ovary syndrome (PCOS) is one of the most controversial conditions in gynecological endocrinology. After the symposium in Rotterdam in 2003, the importance of ovary morphology has become evident for the diagnosis and the composition of phenotypes. Transvaginal ultrasound with Doppler velocimetry can help us analyze the variables implied in vascularization and monitor the ovaries of women with PCOS. METHOD: Prospective study with 50 women who were divided into 2 groups (PCOS group: n=30 and Normal group = 20), submitted to transvaginal ultrasound with doppler velocimetry between the third and sixth day of the monthly period to assess size and thickness of ovarian stroma and index of resistance (IR) and pulsatility (IP) of uterine arteries, ovarian arteries and stromal vessels. RESULTS: In the PCOS group, ovarian size and thickness of ovarian stroma were significantly greater. Uterine and ovarian arteries IR and IP were significantly higher. IR and IP of stromal vessels were significantly lower in the PCOS group relative to the Normal group. CONCLUSION: PCOS female patients compared to normal women have increase size and thickness of ovarian stroma. They also present reduced ovarian flow, but there is increased vascularization of the stroma.
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Ultra-sonografia transvaginal com dopplervelocimetria no estudo do volume, da espessura do estroma e da vascularização dos ovários na síndrome dos ovários policísticos / Transvaginal ultrasound with Doppler velocimetry to study stromal volume and thickness and vascularization of the ovaries in polycystic ovary syndrome

Gonçalves, Marcelo Afonso 04 September 2007 (has links)
INTRODUÇÃO - A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das mais controversas entidades da endocrinologia ginecológica. Após o simpósio de Rotterdam, em 2003, ficou evidente a importância da morfologia ovariana para o diagnóstico e para a composição dos fenótipos. A ultra-sonografia transvaginal com dopplervelocimetria pode ajudar a analisar as variáveis implicadas na vascularização e a monitorar os ovários. OBJETIVO - Avaliar o volume, a espessura do estroma e a vascularização dos ovários de mulheres com SOP. MÉTODO - Estudo prospectivo com cinqüenta mulheres que foram divididas em dois grupos (grupo SOP: n=30 e grupo Normal: n=20) e submetidas à ultra-sonografia transvaginal com Dopplervelocimetria, entre o terceiro e sexto dias do ciclo menstrual, para a avaliação do volume e da espessura do estroma do ovário e dos índices de resistência (IR) e pulsatilidade (IP) nas artérias uterinas, artérias ovarianas e vasos do estroma. RESULTADOS - No grupo SOP, o volume ovariano e a espessura do estroma ovariano foram significativamente maiores. Também o IR e o IP das artérias uterinas e ovarianas foram significativamente maiores. Já o IR e o IP dos vasos do estroma foram significativamente menores no grupo SOP, em comparação com o grupo Normal. CONCLUSÃO - As mulheres com SOP, em relação às mulheres normais, têm aumento do volume e da espessura do estroma dos ovários. Também apresentam diminuição do fluxo ovariano; porém, com aumento da vascularização do estroma. / INTRODUCTION: Polycystic ovary syndrome (PCOS) is one of the most controversial conditions in gynecological endocrinology. After the symposium in Rotterdam in 2003, the importance of ovary morphology has become evident for the diagnosis and the composition of phenotypes. Transvaginal ultrasound with Doppler velocimetry can help us analyze the variables implied in vascularization and monitor the ovaries of women with PCOS. METHOD: Prospective study with 50 women who were divided into 2 groups (PCOS group: n=30 and Normal group = 20), submitted to transvaginal ultrasound with doppler velocimetry between the third and sixth day of the monthly period to assess size and thickness of ovarian stroma and index of resistance (IR) and pulsatility (IP) of uterine arteries, ovarian arteries and stromal vessels. RESULTS: In the PCOS group, ovarian size and thickness of ovarian stroma were significantly greater. Uterine and ovarian arteries IR and IP were significantly higher. IR and IP of stromal vessels were significantly lower in the PCOS group relative to the Normal group. CONCLUSION: PCOS female patients compared to normal women have increase size and thickness of ovarian stroma. They also present reduced ovarian flow, but there is increased vascularization of the stroma.

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