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The Effect of Running Speed on VO2 Kinetics in the Severe Exercise Domain

Williams, Christine Suzanne 12 1900 (has links)
There has been an interest in the kinetics of the V02 response during exercise at various intensities. However, most studies focus on the response of submaximal intensities whereas few studies have examined V02 kinetics at severe intensities. The purpose of this study was to evaluate the effect of exercise intensity on V02 kinetics over a range of severe intensities.
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Efeitos do exercício prévio de intensidade supramáxima sobre a cinética do consumo de oxigênio em ciclistas treinados /

Machado, Carlos Eduardo Polazzo. January 2005 (has links)
Orientador: Benedito Sérgio Denadai / Banca: Camila Coelho Greco / Banca: Marco Tulio de Mello / Resumo: O surgimento de equipamentos que permitem a análise do consumo de oxigênio (VO2) respiração-a- respiração, tem despertado um grande interesse nos fatores que podem influenciar sua cinética no início do exercício (resposta on). Entre os fatores mais estudados, temos a intensidade do exercício e o nível do treinamento dos sujeitos. Estes dados sugerem que a influência do exercício prévio sobre o VO2 durante o exercício incremental só ocorreria em baixas intensidades de esforço (< 60% VO2max). Os objetivos deste estudo foram: a) analisar a influência do exercício supramáximo realizado previamente, sobre os parâmetros da cinética do VO2 durante a transição repouso-exercício realizado a 50 e 70% VO2max, e b) analisar a influência do exercício supramáximo realizado previamente sobre as respostas cardiorrespiratórias e metabólicas durante o exercício de carga constante realizado a 50 e 70% VO2max. Para este estudo foram utilizados 14 ciclistas bem treinados do sexo masculino (VO2max = 63,4 + 6,5 ml.kg-1.min-1; idade = 21,4 + 3,5 anos; massa corporal = 68,1 + 6,8 kg; estatura = 174,9 + 4,6 cm) que executaram cinco testes: 1) exercício contínuo progressivo até a exaustão voluntária para a determinação do VO2max e as cargas correspondentes a 50, 70 e 120% VO2max e; 2) Quatro testes de carga constante, executados de forma aleatória e em dias separados. Nestes testes os sujeitos pedalaram durante 20 minutos em duas diferentes intensidades de exercício (50 e 70% do VO2max), realizados com e sem a execução prévia de um exercício supramáximo (120% VO2max). Foi analisada a resposta on do VO2 e também as respostas cardiorrespiratórias e metabólicas durante 20 minutos de exercício com carga constante realizados a 50 e 70% VO2max... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The appearance of an equipment that permits the oxygen consumption analysis (VO2) breath by breath has arisen a huge interest in factors which can influence its dynamics in the beginning of exercise (on response). Among the more studied factors, are the exercise intensity and training status. Meanwhile, few studies have analyzed the possible effects of previous exercise on the VO2response during exercise at moderate domain. In our lab, we have verified recently that during an incremental test performed eight minutes after a supramaximum exercise (120% VO2max), there was a significant VO2 increase in the first stage, while, at the intensities between 60% and VO2max, no alteration of VO2 was found, in accordance with the results existent in the literature. These results suggest that the influence of a previous exercise on the VO2 during the incremental exercise would just occur at low intensities (< 60% VO2 max). This model, meanwhile, does not permit to isolate a possible time effect of the exercise, once the highest intensities were always done after two or three stages, which could have favored a recovery, at least partially, of the metabolic conditions. In this way, the data until the present moment do not permit to identify if the normalization of VO2 during the incremental exercise is more dependent on the time and/or the exercise intensity. Therefore, the aims of this study were: a) to analyze the influence of the previous supramaximum exercise on the VO2 kinetics during the rest-exercise transition carried out at 50 and 70% VO2max, and b) to analyze the influence of the previous supramaximum exercise on the cardiorespiratory and metabolic responses during the constant loading exercise performed at 50 and 70% VO2max... (Complete abstract, click eletronic address below) / Mestre
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Efeitos do exercício prévio de intensidade supramáxima sobre a cinética do consumo de oxigênio em ciclistas treinados

Machado, Carlos Eduardo Polazzo [UNESP] 29 April 2005 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:22:50Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2005-04-29Bitstream added on 2014-06-13T20:49:23Z : No. of bitstreams: 1 machado_cep_me_rcla.pdf: 485625 bytes, checksum: fb01231ed1afbdc33006414cd73d2b07 (MD5) / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / O surgimento de equipamentos que permitem a análise do consumo de oxigênio (VO2) respiração-a- respiração, tem despertado um grande interesse nos fatores que podem influenciar sua cinética no início do exercício (resposta on). Entre os fatores mais estudados, temos a intensidade do exercício e o nível do treinamento dos sujeitos. Estes dados sugerem que a influência do exercício prévio sobre o VO2 durante o exercício incremental só ocorreria em baixas intensidades de esforço (< 60% VO2max). Os objetivos deste estudo foram: a) analisar a influência do exercício supramáximo realizado previamente, sobre os parâmetros da cinética do VO2 durante a transição repouso-exercício realizado a 50 e 70% VO2max, e b) analisar a influência do exercício supramáximo realizado previamente sobre as respostas cardiorrespiratórias e metabólicas durante o exercício de carga constante realizado a 50 e 70% VO2max. Para este estudo foram utilizados 14 ciclistas bem treinados do sexo masculino (VO2max = 63,4 + 6,5 ml.kg-1.min-1; idade = 21,4 + 3,5 anos; massa corporal = 68,1 + 6,8 kg; estatura = 174,9 + 4,6 cm) que executaram cinco testes: 1) exercício contínuo progressivo até a exaustão voluntária para a determinação do VO2max e as cargas correspondentes a 50, 70 e 120% VO2max e; 2) Quatro testes de carga constante, executados de forma aleatória e em dias separados. Nestes testes os sujeitos pedalaram durante 20 minutos em duas diferentes intensidades de exercício (50 e 70% do VO2max), realizados com e sem a execução prévia de um exercício supramáximo (120% VO2max). Foi analisada a resposta on do VO2 e também as respostas cardiorrespiratórias e metabólicas durante 20 minutos de exercício com carga constante realizados a 50 e 70% VO2max... / The appearance of an equipment that permits the oxygen consumption analysis (VO2) breath by breath has arisen a huge interest in factors which can influence its dynamics in the beginning of exercise (on response). Among the more studied factors, are the exercise intensity and training status. Meanwhile, few studies have analyzed the possible effects of previous exercise on the VO2response during exercise at moderate domain. In our lab, we have verified recently that during an incremental test performed eight minutes after a supramaximum exercise (120% VO2max), there was a significant VO2 increase in the first stage, while, at the intensities between 60% and VO2max, no alteration of VO2 was found, in accordance with the results existent in the literature. These results suggest that the influence of a previous exercise on the VO2 during the incremental exercise would just occur at low intensities (< 60% VO2 max). This model, meanwhile, does not permit to isolate a possible time effect of the exercise, once the highest intensities were always done after two or three stages, which could have favored a recovery, at least partially, of the metabolic conditions. In this way, the data until the present moment do not permit to identify if the normalization of VO2 during the incremental exercise is more dependent on the time and/or the exercise intensity. Therefore, the aims of this study were: a) to analyze the influence of the previous supramaximum exercise on the VO2 kinetics during the rest-exercise transition carried out at 50 and 70% VO2max, and b) to analyze the influence of the previous supramaximum exercise on the cardiorespiratory and metabolic responses during the constant loading exercise performed at 50 and 70% VO2max... (Complete abstract, click eletronic address below)
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Efeito do exercício prévio sobre os parâmetros da cinética do VO2 durante o exercício moderado em ciclistas e indivíduos sedentários

Figueira, Tiago Rezende [UNESP] 17 August 2007 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:22:52Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2007-08-17Bitstream added on 2014-06-13T18:08:44Z : No. of bitstreams: 1 figueira_tr_me_rcla.pdf: 369273 bytes, checksum: 78be44f75df9ba9856f75c31056f5ad3 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / O objetivo deste estudo foi analisar a influência do estado de treinamento aeróbio sobre os efeitos do exercício prévio nos parâmetros da cinética do consumo de oxigênio (VO2) durante o exercício moderado. Para isto, 14 voluntários não treinados (GNT: massa corporal, 81,2 + 10,3 kg; estatura, 1,78 + 0,07 m; idade, 21,2 + 4,0 anos) e outros 14 ciclistas treinados (GT: massa corporal, 68,2 + 6,9 kg; estatura, 1,75 + 0,05 m; idade, 21,4 + 3,5 anos) (indivíduos com no mínimo dois anos de engajamento no treinamento e competições) realizaram um teste progressivo até a exaustão voluntária para a determinação do VO2 máximo (VO2max) e do limiar de lactato (LL). Posteriormente, realizaram em diferentes dias e em ordem aleatória, duas transições repouso-exercício (seis minutos na carga correspondente a 80% do LL), sendo uma delas precedida em oito minutos pelo exercício prévio (dois tiros de um minuto na carga correspondente a 120% VO2max, com um minuto de recuperação entre eles). Durante estes testes foram coletadas amostras de sangue capilar para a determinação da concentração de lactato sanguíneo e também monitoradas as variáveis cardiopulmonares a cada incursão ventilatória. O VO2 de repouso foi aumentado (p < 0,05) pelo exercício prévio (EPS) em ambos os grupos (GNT: 0,836 + 0,061 vs. 0,506 + 0,194 L/min; GT: 0,373 + 0,055 vs. 0,577 + 0,137 L/min). O tempo da resposta média do VO2 (constante tempo da resposta geral 0-360 s) foi significantemente reduzido na condição EPS apenas para o GNT (32,9 + 7,4 vs. 28,6 + 7,7 s; p < 0,05; GT: 25,7 + 5 vs. 23,3 + 5,8 s; p > 0,05). No GT, a Assimptota (VO2 médio dos últimos dois min de exercício) mostrou-se significantemente... / The aim of this study was to analyze the influence of aerobic fitness on the effects of prior exercise on VO2 kinetics parameters during moderate-intensity exercise. Fourteen untrained subjects (UG: body mass, 81.2 + 10.3 kg; height, 1.78 + 0.07 m; age, 21.2 + 4.0 years) and fourteen well trained cyclists (TG: body mass, 68.2 + 6.9 kg; height, 1.75 + 0.05 m; age, 21.4 + 3.5 years) (more than two years of engagement in endurance training and competition) performed one incremental test to voluntary exhaustion, in order to determine the lactate threshold (LT) and maximal VO2 (VO2max). Thereafter, they performed in different days and in random order, two rest to moderate-intensity exercise transitions (six minutes at 80% of LT), preceded by either no prior exercise or prior supra-maximal exercise (two bouts of one min at 120% of VO2max, with rest of one min between them). During the tests, capillary blood samples were collected to determine lactate concentration and the pulmonary gas exchanges were monitored continuously breath-by-breath. Resting VO2 was significantly (p < 0.05) increased by prior exercise (EPS) in both groups (UG, 0.836 + 0.061 vs. 0.506 + 0.194 L/min; TG, 0.373 + 0.055 vs. 0.577 + 0.137 L/min). Mean response time (time constant of overall VO2 response - 0 - 360 s) was significantly speeded by EPS in untrained group (UG: 32.9 + 7.4 vs. 28.6 + 7.7 s, p < 0.05; TG: 25.7 + 5.0 vs. 23.3 + 5.8 s, p > 0.05). In the trained group, the Assimptota (mean last two minutes VO2 value of moderate exercise) was significantly increased by EPS (TG: 2.208 + 0.383 vs. 2.067 + 0.266 L/min, p < 0.05; UG: 1.600 + 0.269 vs. 1.600 + 0.292 L/min, p > 0.05). It can be concluded... (Complete abstract click electronic access below)
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Efeitos da condição pré-isquêmica sobre a cinética do consumo de oxigênio em diferentes intensidades de exercício / Preconditioning effects on the oxygen uptake kinetics at different exercise intensities

Freccia, Guilherme Weiss 23 February 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2016-12-06T17:07:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Guilherme.pdf: 1016769 bytes, checksum: 70d826dd20233346aa060ce58783d5ec (MD5) Previous issue date: 2011-02-23 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The present study aimed to evaluate the effects of ischemic preconditioning (IPC) on the ventilatory parameters kinetics in different exercise intensities. Twelve physically active subjects (23.1±1.7 years; 176.1±4.6 cm; 77.6±8.3 kg; 46,7±5,7mL&#8729;kg-1&#8729;min-1) underwent in 5 different days the following tests in an electronically braked cycle ergometer: 1) incremental exercise test until maximal voluntary exhaustion in order to determine maximal oxygen uptake (VO2máx), ventilatory threshold (VT). 2) two constant work rate bouts (CWR) of 6min at moderate intensity (80%VT) interspersed with 30 min of intervention with the IPC (3x5min occlusion/3x5min reperfusion for each thigh, performed intermittently and alternately) in two different days; 3) two repetitions of 6 min CWR in severe intensity corresponding to 70%&#8710; (i.e., VT + 0,7 x (VO2máx VT)) interspersed by 45min passive rest followed by CPI, in two different days. IPC significantly decreased both the primary component time constant (t1) (19.2±3.3s to 14.8±3,6s) and carbohydrate oxidation (1.43±0.32g&#8729;min-1 to 1.16±0.33g&#8729;min-1) and increased fat oxidation (0.27±0.12g&#8729;min-1 to 0.40±0.12g&#8729;min-1) the for moderate intensity with the VO2 t1 (25,4±9s to 21,2±6,6s) and end VO2 (1689,1±291 para 1745,9±255,7mL&#8729;min-1) did not differ significantly. In severe intensity IPC significantly reduced both t1 (19.2±3.3s to 14.8±3.6s; p<0.05) and end blood lactate concentration (7.48±2.58mM to 7.01±2.20mM, p<0.05), however the slow component amplitude (502,5±204,1 to 529,1±133,5mL&#8729;min-1) and end VO2 (3406,5±474,4 to 3489,7±435,6 mL&#8729;min-1) of VO2 kinetics remain similar. We conclude that the primary component of VO2 kinetics was accelerated by IPC during severe exercise, but not during moderate exercise, suggesting that the main effect of IPC seems to be the increase on O2 delivery induced by a higher blood flow, which corroborate with the periphery limitation hypothesis (metabolic inertia) as the main limit factor for VO2 kinetics at the onset of moderate exercise. For moderate exercise, IPC increased the CO2 retention becoming the VO2 kinetics even slower because the decrease of HCO3- content by ischemia, furthermore, the changes on substrate oxidation observed during exercise after IPC might have occurred for reperfusion-induced increases in FFA delivery and &#946;-oxidation pre-activation / O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da condição pré-isquêmica (CPI) na cinética dos parâmetros ventilatórios em diferentes intensidades de exercício. Doze indivíduos (23,1±1,7 anos; 176,1±4,6 cm; 77,6±8,3 kg; 46,7±5,7mL&#8729;kg-1&#8729;min-1) fisicamente ativos realizaram em 5 dias diferentes os seguintes testes em cicloergômetro de frenagem eletromagnética: 1) teste de carga incremental até exaustão voluntária para determinação das variáveis máximas (consumo máximo de oxigênio, VO2máx) e submáximas (Limiar Ventilatório, LV); 2) em dois dias diferentes duas repetições de exercício em carga constante (PCC) com 6min de duração em intensidade moderada a 80%LV intercalados com 30min de intervenção com o CPI (3x5min de oclusão/3x5 de reperfusão para cada coxa, de maneira intermitente e alternada); 3) em dois dias diferentes duas repetições de PCC de 6 min em intensidade severa correspondente a 70% do valor entre o VO2 no LV e o VO2máx (70%&#8710;, i.e. LV + 0.7x(VO2max LV)) intercalados por 45min de repouso passivo seguidos do protocolo de CPI. Na carga moderada as variáveis que apresentaram diferença significante da condição controle para a experimental foram: a constante de tempo do componente primário (t1) do VCO2 (43,4±10,4s para 58,2±18,5s), a oxidação de carboidratos (1,43±0,32g&#8729;min-1 para 1,16±0,33g&#8729;min-1) e a oxidação de gordura (0,27±0,12g&#8729;min-1 para 0,40±0,12g&#8729;min-1). O t1 do VO2 (25,4±9s para 21,2±6,6s) e o VO2 final (1689,1±291 para 1745,9±255,7mL&#8729;min-1) não apresentaram diferença significante no domínio moderado. No domínio severo o CPI acelerou significativamente o t1 (19,2±3,3s para 14,8±3,6s) e reduziu a concentração sanguínea final de lactato (7,48±2,58 mM para 7,01±2,20mM) não alterando a amplitude do componente lento (502,5±204,1 para 529,1±133,5mL&#8729;min-1) e o VO2 final (3406,5±474,4 para 3489,7±435,6 mL&#8729;min-1). Podemos concluir que a cinética do componente primário do VO2 (t1) foi acelerada após o CPI no exercício severo, sem efeitos sobre a cinética do VO2 durante o exercício moderado, sugerindo que o principal efeito do CPI parece residir sobre o aumento da oferta de O2 induzida pelas modificações no fluxo sanguíneo, corroborando com a hipótese da limitação periférica (inércia oxidativa) como principal determinante na cinética do VO2 ao início do exercício moderado. No domínio moderado, o CPI aumentou a retenção de CO2 e consequentemente tornou mais lenta a cinética do VCO2 no músculo como conseqüência da diminuição de HCO3- pela isquemia, além disso, a alteração na oxidação de substratos observada durante o exercício subseqüente o CPI provavelmente ocorreu pela maior oferta de AGL e ativação da &#946;-oxidação induzidos pelos períodos de reperfusão
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Efeito do exercício prévio sobre os parâmetros da cinética do VO2 durante o exercício moderado em ciclistas e indivíduos sedentários /

Figueira, Tiago Rezende. January 2007 (has links)
Orientador: Benedito Sérgio Denadai / Banca: Mara Patrícia Traina Chacon Mikahil / Banca: Hebert Gustavo Simões / Resumo: O objetivo deste estudo foi analisar a influência do estado de treinamento aeróbio sobre os efeitos do exercício prévio nos parâmetros da cinética do consumo de oxigênio (VO2) durante o exercício moderado. Para isto, 14 voluntários não treinados (GNT: massa corporal, 81,2 + 10,3 kg; estatura, 1,78 + 0,07 m; idade, 21,2 + 4,0 anos) e outros 14 ciclistas treinados (GT: massa corporal, 68,2 + 6,9 kg; estatura, 1,75 + 0,05 m; idade, 21,4 + 3,5 anos) (indivíduos com no mínimo dois anos de engajamento no treinamento e competições) realizaram um teste progressivo até a exaustão voluntária para a determinação do VO2 máximo (VO2max) e do limiar de lactato (LL). Posteriormente, realizaram em diferentes dias e em ordem aleatória, duas transições repouso-exercício (seis minutos na carga correspondente a 80% do LL), sendo uma delas precedida em oito minutos pelo exercício prévio (dois "tiros" de um minuto na carga correspondente a 120% VO2max, com um minuto de recuperação entre eles). Durante estes testes foram coletadas amostras de sangue capilar para a determinação da concentração de lactato sanguíneo e também monitoradas as variáveis cardiopulmonares a cada incursão ventilatória. O VO2 de repouso foi aumentado (p < 0,05) pelo exercício prévio (EPS) em ambos os grupos (GNT: 0,836 + 0,061 vs. 0,506 + 0,194 L/min; GT: 0,373 + 0,055 vs. 0,577 + 0,137 L/min). O tempo da resposta média do VO2 (constante tempo da resposta geral 0-360 s) foi significantemente reduzido na condição EPS apenas para o GNT (32,9 + 7,4 vs. 28,6 + 7,7 s; p < 0,05; GT: 25,7 + 5 vs. 23,3 + 5,8 s; p > 0,05). No GT, a Assimptota (VO2 médio dos últimos dois min de exercício) mostrou-se significantemente... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo) / Abstract: The aim of this study was to analyze the influence of aerobic fitness on the effects of prior exercise on VO2 kinetics parameters during moderate-intensity exercise. Fourteen untrained subjects (UG: body mass, 81.2 + 10.3 kg; height, 1.78 + 0.07 m; age, 21.2 + 4.0 years) and fourteen well trained cyclists (TG: body mass, 68.2 + 6.9 kg; height, 1.75 + 0.05 m; age, 21.4 + 3.5 years) (more than two years of engagement in endurance training and competition) performed one incremental test to voluntary exhaustion, in order to determine the lactate threshold (LT) and maximal VO2 (VO2max). Thereafter, they performed in different days and in random order, two rest to moderate-intensity exercise transitions (six minutes at 80% of LT), preceded by either no prior exercise or prior supra-maximal exercise (two bouts of one min at 120% of VO2max, with rest of one min between them). During the tests, capillary blood samples were collected to determine lactate concentration and the pulmonary gas exchanges were monitored continuously breath-by-breath. Resting VO2 was significantly (p < 0.05) increased by prior exercise (EPS) in both groups (UG, 0.836 + 0.061 vs. 0.506 + 0.194 L/min; TG, 0.373 + 0.055 vs. 0.577 + 0.137 L/min). Mean response time (time constant of overall VO2 response - 0 - 360 s) was significantly speeded by EPS in untrained group (UG: 32.9 + 7.4 vs. 28.6 + 7.7 s, p < 0.05; TG: 25.7 + 5.0 vs. 23.3 + 5.8 s, p > 0.05). In the trained group, the Assimptota (mean last two minutes VO2 value of moderate exercise) was significantly increased by EPS (TG: 2.208 + 0.383 vs. 2.067 + 0.266 L/min, p < 0.05; UG: 1.600 + 0.269 vs. 1.600 + 0.292 L/min, p > 0.05). It can be concluded... (Complete abstract click electronic access below) / Mestre
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VO2 response profile in heavy intensity cycling after heavy intensity arm or leg exercise.

Ptak, April Louise 12 1900 (has links)
The elevated CO2 levels, elevated temperature, and lower blood pH that may occur during exercise should enhance O2 delivery to the exercising muscles. It was hypothesized that performance of prior exercise (PE) would result in a faster VO2 response, as well as a reduced slow component contribution, in subsequent exercise bouts. Five women (21 ± 1 yr) and 10 men (23 ± 2 yr) performed nine 6-min bouts of heavy intensity cycle ergometer exercise (i.e., above the ventilatory threshold, individually determined by an incremental test). Three bouts were performed without prior heavy exercise (noPE), three were performed 6 min after a 6-min bout of heavy intensity arm cranking (PEA), and three were performed 6 min after a 6-min bout of heavy intensity cycle ergometer exercise (PEL). Breath-by-breath VO2 data from each of the three sets of three tests were combined and fitted to a two-component model, which ignores the cardiodynamic phase. The primary and slow component amplitudes were truncated to reflect actual increases in VO2 in each phase. The effects of PE on the time constant of the primary component were inconsistent. As hypothesized, the amplitude of the slow component was reduced by PE (noPE vs PEA vs. PEL: 25% > 16% < 14%; p < .05). It is concluded that heavy intensity PE affects characteristics of the VO2 profile in a subsequent bout of heavy intensity leg exercise.
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Efeito da dose de laserterapia de baixa potência sobre o desempenho em teste de ciclismo

Lanferdini, Fábio Juner January 2016 (has links)
A análise das variáveis associadas à fadiga muscular durante protocolos de ciclismo até a exaustão (incremental e carga constante), ou mesmo simulados (contrarrelógio), e suas implicações em parâmetros cinéticos e cinemáticos, têm sido descritas na literatura em modelos experimentais. Alterações encontradas nas articulações do quadril, joelho e tornozelo, associadas a mudanças no direcionamento das forças aplicadas ao pedal (melhora da técnica de pedalada) durante testes de ciclismo incrementais e/ou constantes, parecem estar relacionados a estratégias musculares intrínsecas para manutenção do trabalho e postergar os efeitos da fadiga. Entretanto, evidências suportam que a aplicação de Laserterapia de Baixa Potência (LBP) reduz os efeitos da fadiga muscular sobre o desempenho, principalmente em modalidades esportivas com um grande componente aeróbico, tal como o ciclismo. Entretanto, ainda não está claro na literatura qual a dosagem ideal de LBP a ser utilizada nessas atividades. Portanto, o objetivo deste estudo foi investigar os efeitos de diferentes dosagens de LBP sobre o desempenho em teste de tempo de exaustão em ciclistas. Além disso, foi analisado os efeitos do LBP sobre o conteúdo de frequências dos sinais de EMG e a cinética de VO2 durante os testes de exaustão. Vinte ciclistas competitivos do sexo masculino participaram de um estudo, randomizado, duplocego e placebo-controlado. Os atletas realizaram teste incremental de ciclismo até a exaustão (dia 1) para determinar o consumo máximo de oxigênio (VO2MÁX) e a potência máxima (POMÁX), seguido de outros quatro testes até a exaustão (dias 2 a 5) na POMÁX do teste incremental. Antes de cada teste de exaustão, diferentes dosagens de LBP (3, 6 e 9 J/diodo, ou 135, 270 e 405 J/coxa, respectivamente) ou placebo. Aumento do desempenho nos testes de exaustão foi observado com a LBP-3J (~22 s; p < 0,01), LBP-6J (~13 s; p = 0,03) e LBP- 9J (~13 s; p = 0,02), comparado com o placebo (149 ± 23 s). Embora LBP-6J e LBP-9J não aumentaram a ativação muscular em comparação com o placebo, a LBP-3J, aumentou a ativação das bandas de alta frequência em comparação com o placebo no final do teste de exaustão, em ambos os membros inferiores (p ≤ 0,03). Os resultados na cinética de VO2, resultaram e redução do constante de tempo (Tau) e déficit de O2 com a aplicação de LBP comparado ao placebo (p < 0,05). Não foram encontradas diferenças (p > 0,05) entre as condições experimentais para amplitude de VO2 e tempo de atraso do VO2. Em conclusão, nosso estudo demonstrou que a fototerapia pode ser um agente ergogênico eficaz para aumentar o desempenho de ciclistas (independente da dose utilizada), e isto se deve ao aumento da ativação das bandas de alta frequência (LBP-3J), bem como da redução do Tau e déficit de O2 (LBP-3 6 e 9J), durante testes máximos de ciclismo até a exaustão. / The analysis of muscle fatigue variables during cycling protocols to exhaustion (incremental and constant load) or simulated (time trial), and its implications on kinetic and kinematic parameters, has been described in the literature for experimental models. Changes in hip, knee and ankle joints (such as increased range of motion and reduced ankle contribution to the total joint torque), associated with changes in the direction of the forces applied to the pedal (improved pedaling technique) during cycling tests, seems to be related to strategies for maintaining muscle work in order to postpone fatigue effects. However, evidences supports that application of low-level laser therapy (LLLT) minimizes fatigue effects on muscle performance. However, the ideal LLLT dosage to improve athletes’ performance during sports activities, such as cycling, is still unclear. Therefore, the goal of this study was to investigate the effects of different LLLT dosages on cyclists’ performance during a time-to-exhaustion test. In addition, we looked at the effects of LLLT on the frequency content of the EMG signals and kinetics of VO2 to assess fatigue mechanisms. Twenty male competitive cyclists participated in a crossover, randomized, double-blind and placebo controlled trial. They performed an incremental cycling test to exhaustion (day 1) determine maximal oxygen output (VO2MAX) and maximal power output (POMAX) followed by four time-to-exhaustion tests (days 2 to 5) at their individual POMAX. Before each time to exhaustion test, different LLLT dosages (3, 6 and 9 J/diode; or 135, 270 and 405 J/thigh, respectively) or placebo were applied at the quadriceps muscle bilaterally. Power output and muscle activation from both lower limbs were acquired throughout the tests. Increased performance at the exhaustion tests was observed with the LLLT-3J (~22 s; p < 0.01), LLLT-6J (~13 s; p = 0.03) and LLLT-9J (~13 s; p = 0.02) compared to placebo (149 ± 23 s). Although LLLT-6J and LLLT-9J did not show significant differences in muscle activation compared to placebo, LLLT-3J led to an increased high frequency content compared to placebo in both limbs at the end of the exhaustion test (p ≤ 0.03). The results in kinetics VO2, resulting in reduction of time constant (Tau) and deficit O2 with LLLT applications compared to the placebo condition (p < 0.05). No differences (p > 0.05) were found between the experimental conditions for VO2 amplitude and VO2 delay time. In conclusion, this study has shown that the phototherapy can be an effective ergogenic agent to increase cycling performance (regardless of the dose used), and this is due to increased activation of the high frequency bands (LLLT-3J) as well as the reduction of Tau and deficit of O2 (LLLT-3, 6 and 9J), during maximum cycling exhaustion test.
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18-22 metų merginų, sergančių 1 tipo cukriniu diabetu, greitosios adaptacijos aerobiniams ėjimo krūviams ypatumai / 18-22 years girl, with type 1 diabetes, quick load adaptations aerobic walking workload characteristics

Jakaitė, Jurgita 20 June 2012 (has links)
Hipotezė: 1 tipo cukriniu diabetu sergančių merginų vegetacinių sistemų rodiklių pokyčiai krūvio metu bus didesni, nei šokėjų ir nesportuojančių. Tikslas: Įvertinti 18-22 1 tipo cukriniu diabetu sergančių merginų, greitosios adaptacijos aerobiniams ėjimo krūviams, ypatumus. Tiriamieji: 10 šokėjų, 12 nesportuojančių sveikų merginų, ir 12 sergančių 1 tipo cukriniu diabetu merginų. Tyrimo metodai: 1. Kūno kompozicija 2. dujų analizė 3. pulsometrija 4. biocheminė kraujo analizė 5. standartinis šešių minučių ėjimo krūvis bėgtakiu 6. matematinė statistika. Tyrimo organizavimas: Tyrimas atliktas 2011-2012 metais. Tyrime dalyvavo 34 merginos, kurios buvo suskirstytos į 3 grupes: I grupę sudarė 1 tipo cukriniu diabetu sergančios merginos (n=12), II grupę šokėjos (n=10), III grupę nesportuojančios sveikos merginos (n=12). Tiriamosios buvo 18-22 metų amžiaus. Tiriamosios, atvykusios į Lietuvos kūno kultūros akademijos sporto fiziologijos labaratorija, buvo supažindintos su tyrimu. Prieš tyrimą tiriamosioms buvo atlikta kūno sudėties analizė su „Tanita TBF-300-A “ svartyklėmis. “Tanita TBF-300-A” svarstyklėmis buvo nustatyta tiriamųjų: kūno masė, KMI (kūno masės indeksas), riebalų masė (%), riebalų masė (kg). Visos tyrime dalyvavusios merginos atliko 6 minučių standartinį ėjimo testą bėgtakiu VIASYS LE 200 CE (Vokietija) pagal (1 tyrimo protokolą). 6 minučių standartinio ėjimo testo metu buvo atliktas tiesioginis MDS nustatymas dujų analizatoriumi „Oxycon Mobile“ (Jaeger, Vokietija)... [toliau žr. visą tekstą] / Hypothesis: We thought that type 1 diabetic girls vegetative system parameters during exercise will be higher than the dancers and untrained. The aim of the study: To evaluate the type 1 diabetic quick adaptation of aerobic walking loads, characteristics Subjects: 10 dancers, 12 untrained healthy women, 12 patients with type 1 diabetic women. The methods of the study: 1. Body composition 2. gas analysis 3. pulsometry 4. biochemical blood analysis 5. standard 6-minute treadmill walk test 6. mathematical statistics. The organization of the study: The study was conducted from 2011 to 2012 years. The study included 34 women were divided into 3 groups: group I consisted of type 1 diabetic girls (n = 12), group II dancers (n = 10), III group of healthy untrained girls (n = 12). The participants were between 18-22 years of age. Before the study subjects was performed body composition analysis with Tanita TBF-300-A."Tanita TBF-300-A subjects were found on scales: body weight, BMI (body mass index), fat mass (%), fat mass (kg).All the girls participated in the study, carried out a standard 6-minute treadmill walk test VIASYS LE 200 CE (Germany) in accordance with (1 TABLE). Standard 6-minute walk test was carried out directly by the gas analyzer MDS "Oxycon Mobile (Jaeger, Germany). Total 6-minute walk test in a standard treadmill VIASYS LE 200 CE (Germany) and recovery time using a portable system Oxycon Mobile has been recorded in gas exchange rates of oxygen consumption (VO2)... [to full text]
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Efeito da dose de laserterapia de baixa potência sobre o desempenho em teste de ciclismo

Lanferdini, Fábio Juner January 2016 (has links)
A análise das variáveis associadas à fadiga muscular durante protocolos de ciclismo até a exaustão (incremental e carga constante), ou mesmo simulados (contrarrelógio), e suas implicações em parâmetros cinéticos e cinemáticos, têm sido descritas na literatura em modelos experimentais. Alterações encontradas nas articulações do quadril, joelho e tornozelo, associadas a mudanças no direcionamento das forças aplicadas ao pedal (melhora da técnica de pedalada) durante testes de ciclismo incrementais e/ou constantes, parecem estar relacionados a estratégias musculares intrínsecas para manutenção do trabalho e postergar os efeitos da fadiga. Entretanto, evidências suportam que a aplicação de Laserterapia de Baixa Potência (LBP) reduz os efeitos da fadiga muscular sobre o desempenho, principalmente em modalidades esportivas com um grande componente aeróbico, tal como o ciclismo. Entretanto, ainda não está claro na literatura qual a dosagem ideal de LBP a ser utilizada nessas atividades. Portanto, o objetivo deste estudo foi investigar os efeitos de diferentes dosagens de LBP sobre o desempenho em teste de tempo de exaustão em ciclistas. Além disso, foi analisado os efeitos do LBP sobre o conteúdo de frequências dos sinais de EMG e a cinética de VO2 durante os testes de exaustão. Vinte ciclistas competitivos do sexo masculino participaram de um estudo, randomizado, duplocego e placebo-controlado. Os atletas realizaram teste incremental de ciclismo até a exaustão (dia 1) para determinar o consumo máximo de oxigênio (VO2MÁX) e a potência máxima (POMÁX), seguido de outros quatro testes até a exaustão (dias 2 a 5) na POMÁX do teste incremental. Antes de cada teste de exaustão, diferentes dosagens de LBP (3, 6 e 9 J/diodo, ou 135, 270 e 405 J/coxa, respectivamente) ou placebo. Aumento do desempenho nos testes de exaustão foi observado com a LBP-3J (~22 s; p < 0,01), LBP-6J (~13 s; p = 0,03) e LBP- 9J (~13 s; p = 0,02), comparado com o placebo (149 ± 23 s). Embora LBP-6J e LBP-9J não aumentaram a ativação muscular em comparação com o placebo, a LBP-3J, aumentou a ativação das bandas de alta frequência em comparação com o placebo no final do teste de exaustão, em ambos os membros inferiores (p ≤ 0,03). Os resultados na cinética de VO2, resultaram e redução do constante de tempo (Tau) e déficit de O2 com a aplicação de LBP comparado ao placebo (p < 0,05). Não foram encontradas diferenças (p > 0,05) entre as condições experimentais para amplitude de VO2 e tempo de atraso do VO2. Em conclusão, nosso estudo demonstrou que a fototerapia pode ser um agente ergogênico eficaz para aumentar o desempenho de ciclistas (independente da dose utilizada), e isto se deve ao aumento da ativação das bandas de alta frequência (LBP-3J), bem como da redução do Tau e déficit de O2 (LBP-3 6 e 9J), durante testes máximos de ciclismo até a exaustão. / The analysis of muscle fatigue variables during cycling protocols to exhaustion (incremental and constant load) or simulated (time trial), and its implications on kinetic and kinematic parameters, has been described in the literature for experimental models. Changes in hip, knee and ankle joints (such as increased range of motion and reduced ankle contribution to the total joint torque), associated with changes in the direction of the forces applied to the pedal (improved pedaling technique) during cycling tests, seems to be related to strategies for maintaining muscle work in order to postpone fatigue effects. However, evidences supports that application of low-level laser therapy (LLLT) minimizes fatigue effects on muscle performance. However, the ideal LLLT dosage to improve athletes’ performance during sports activities, such as cycling, is still unclear. Therefore, the goal of this study was to investigate the effects of different LLLT dosages on cyclists’ performance during a time-to-exhaustion test. In addition, we looked at the effects of LLLT on the frequency content of the EMG signals and kinetics of VO2 to assess fatigue mechanisms. Twenty male competitive cyclists participated in a crossover, randomized, double-blind and placebo controlled trial. They performed an incremental cycling test to exhaustion (day 1) determine maximal oxygen output (VO2MAX) and maximal power output (POMAX) followed by four time-to-exhaustion tests (days 2 to 5) at their individual POMAX. Before each time to exhaustion test, different LLLT dosages (3, 6 and 9 J/diode; or 135, 270 and 405 J/thigh, respectively) or placebo were applied at the quadriceps muscle bilaterally. Power output and muscle activation from both lower limbs were acquired throughout the tests. Increased performance at the exhaustion tests was observed with the LLLT-3J (~22 s; p < 0.01), LLLT-6J (~13 s; p = 0.03) and LLLT-9J (~13 s; p = 0.02) compared to placebo (149 ± 23 s). Although LLLT-6J and LLLT-9J did not show significant differences in muscle activation compared to placebo, LLLT-3J led to an increased high frequency content compared to placebo in both limbs at the end of the exhaustion test (p ≤ 0.03). The results in kinetics VO2, resulting in reduction of time constant (Tau) and deficit O2 with LLLT applications compared to the placebo condition (p < 0.05). No differences (p > 0.05) were found between the experimental conditions for VO2 amplitude and VO2 delay time. In conclusion, this study has shown that the phototherapy can be an effective ergogenic agent to increase cycling performance (regardless of the dose used), and this is due to increased activation of the high frequency bands (LLLT-3J) as well as the reduction of Tau and deficit of O2 (LLLT-3, 6 and 9J), during maximum cycling exhaustion test.

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