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Efeitos do exercício prévio de intensidade supramáxima sobre a cinética do consumo de oxigênio em ciclistas treinados

Machado, Carlos Eduardo Polazzo [UNESP] 29 April 2005 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:22:50Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2005-04-29Bitstream added on 2014-06-13T20:49:23Z : No. of bitstreams: 1 machado_cep_me_rcla.pdf: 485625 bytes, checksum: fb01231ed1afbdc33006414cd73d2b07 (MD5) / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / O surgimento de equipamentos que permitem a análise do consumo de oxigênio (VO2) respiração-a- respiração, tem despertado um grande interesse nos fatores que podem influenciar sua cinética no início do exercício (resposta on). Entre os fatores mais estudados, temos a intensidade do exercício e o nível do treinamento dos sujeitos. Estes dados sugerem que a influência do exercício prévio sobre o VO2 durante o exercício incremental só ocorreria em baixas intensidades de esforço (< 60% VO2max). Os objetivos deste estudo foram: a) analisar a influência do exercício supramáximo realizado previamente, sobre os parâmetros da cinética do VO2 durante a transição repouso-exercício realizado a 50 e 70% VO2max, e b) analisar a influência do exercício supramáximo realizado previamente sobre as respostas cardiorrespiratórias e metabólicas durante o exercício de carga constante realizado a 50 e 70% VO2max. Para este estudo foram utilizados 14 ciclistas bem treinados do sexo masculino (VO2max = 63,4 + 6,5 ml.kg-1.min-1; idade = 21,4 + 3,5 anos; massa corporal = 68,1 + 6,8 kg; estatura = 174,9 + 4,6 cm) que executaram cinco testes: 1) exercício contínuo progressivo até a exaustão voluntária para a determinação do VO2max e as cargas correspondentes a 50, 70 e 120% VO2max e; 2) Quatro testes de carga constante, executados de forma aleatória e em dias separados. Nestes testes os sujeitos pedalaram durante 20 minutos em duas diferentes intensidades de exercício (50 e 70% do VO2max), realizados com e sem a execução prévia de um exercício supramáximo (120% VO2max). Foi analisada a resposta on do VO2 e também as respostas cardiorrespiratórias e metabólicas durante 20 minutos de exercício com carga constante realizados a 50 e 70% VO2max... / The appearance of an equipment that permits the oxygen consumption analysis (VO2) breath by breath has arisen a huge interest in factors which can influence its dynamics in the beginning of exercise (on response). Among the more studied factors, are the exercise intensity and training status. Meanwhile, few studies have analyzed the possible effects of previous exercise on the VO2response during exercise at moderate domain. In our lab, we have verified recently that during an incremental test performed eight minutes after a supramaximum exercise (120% VO2max), there was a significant VO2 increase in the first stage, while, at the intensities between 60% and VO2max, no alteration of VO2 was found, in accordance with the results existent in the literature. These results suggest that the influence of a previous exercise on the VO2 during the incremental exercise would just occur at low intensities (< 60% VO2 max). This model, meanwhile, does not permit to isolate a possible time effect of the exercise, once the highest intensities were always done after two or three stages, which could have favored a recovery, at least partially, of the metabolic conditions. In this way, the data until the present moment do not permit to identify if the normalization of VO2 during the incremental exercise is more dependent on the time and/or the exercise intensity. Therefore, the aims of this study were: a) to analyze the influence of the previous supramaximum exercise on the VO2 kinetics during the rest-exercise transition carried out at 50 and 70% VO2max, and b) to analyze the influence of the previous supramaximum exercise on the cardiorespiratory and metabolic responses during the constant loading exercise performed at 50 and 70% VO2max... (Complete abstract, click eletronic address below)
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Efeito do exercício prévio sobre os parâmetros da cinética do VO2 durante o exercício moderado em ciclistas e indivíduos sedentários

Figueira, Tiago Rezende [UNESP] 17 August 2007 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:22:52Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2007-08-17Bitstream added on 2014-06-13T18:08:44Z : No. of bitstreams: 1 figueira_tr_me_rcla.pdf: 369273 bytes, checksum: 78be44f75df9ba9856f75c31056f5ad3 (MD5) / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) / O objetivo deste estudo foi analisar a influência do estado de treinamento aeróbio sobre os efeitos do exercício prévio nos parâmetros da cinética do consumo de oxigênio (VO2) durante o exercício moderado. Para isto, 14 voluntários não treinados (GNT: massa corporal, 81,2 + 10,3 kg; estatura, 1,78 + 0,07 m; idade, 21,2 + 4,0 anos) e outros 14 ciclistas treinados (GT: massa corporal, 68,2 + 6,9 kg; estatura, 1,75 + 0,05 m; idade, 21,4 + 3,5 anos) (indivíduos com no mínimo dois anos de engajamento no treinamento e competições) realizaram um teste progressivo até a exaustão voluntária para a determinação do VO2 máximo (VO2max) e do limiar de lactato (LL). Posteriormente, realizaram em diferentes dias e em ordem aleatória, duas transições repouso-exercício (seis minutos na carga correspondente a 80% do LL), sendo uma delas precedida em oito minutos pelo exercício prévio (dois tiros de um minuto na carga correspondente a 120% VO2max, com um minuto de recuperação entre eles). Durante estes testes foram coletadas amostras de sangue capilar para a determinação da concentração de lactato sanguíneo e também monitoradas as variáveis cardiopulmonares a cada incursão ventilatória. O VO2 de repouso foi aumentado (p < 0,05) pelo exercício prévio (EPS) em ambos os grupos (GNT: 0,836 + 0,061 vs. 0,506 + 0,194 L/min; GT: 0,373 + 0,055 vs. 0,577 + 0,137 L/min). O tempo da resposta média do VO2 (constante tempo da resposta geral 0-360 s) foi significantemente reduzido na condição EPS apenas para o GNT (32,9 + 7,4 vs. 28,6 + 7,7 s; p < 0,05; GT: 25,7 + 5 vs. 23,3 + 5,8 s; p > 0,05). No GT, a Assimptota (VO2 médio dos últimos dois min de exercício) mostrou-se significantemente... / The aim of this study was to analyze the influence of aerobic fitness on the effects of prior exercise on VO2 kinetics parameters during moderate-intensity exercise. Fourteen untrained subjects (UG: body mass, 81.2 + 10.3 kg; height, 1.78 + 0.07 m; age, 21.2 + 4.0 years) and fourteen well trained cyclists (TG: body mass, 68.2 + 6.9 kg; height, 1.75 + 0.05 m; age, 21.4 + 3.5 years) (more than two years of engagement in endurance training and competition) performed one incremental test to voluntary exhaustion, in order to determine the lactate threshold (LT) and maximal VO2 (VO2max). Thereafter, they performed in different days and in random order, two rest to moderate-intensity exercise transitions (six minutes at 80% of LT), preceded by either no prior exercise or prior supra-maximal exercise (two bouts of one min at 120% of VO2max, with rest of one min between them). During the tests, capillary blood samples were collected to determine lactate concentration and the pulmonary gas exchanges were monitored continuously breath-by-breath. Resting VO2 was significantly (p < 0.05) increased by prior exercise (EPS) in both groups (UG, 0.836 + 0.061 vs. 0.506 + 0.194 L/min; TG, 0.373 + 0.055 vs. 0.577 + 0.137 L/min). Mean response time (time constant of overall VO2 response - 0 - 360 s) was significantly speeded by EPS in untrained group (UG: 32.9 + 7.4 vs. 28.6 + 7.7 s, p < 0.05; TG: 25.7 + 5.0 vs. 23.3 + 5.8 s, p > 0.05). In the trained group, the Assimptota (mean last two minutes VO2 value of moderate exercise) was significantly increased by EPS (TG: 2.208 + 0.383 vs. 2.067 + 0.266 L/min, p < 0.05; UG: 1.600 + 0.269 vs. 1.600 + 0.292 L/min, p > 0.05). It can be concluded... (Complete abstract click electronic access below)
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Efeitos da condição pré-isquêmica sobre a cinética do consumo de oxigênio em diferentes intensidades de exercício / Preconditioning effects on the oxygen uptake kinetics at different exercise intensities

Freccia, Guilherme Weiss 23 February 2011 (has links)
Made available in DSpace on 2016-12-06T17:07:27Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Guilherme.pdf: 1016769 bytes, checksum: 70d826dd20233346aa060ce58783d5ec (MD5) Previous issue date: 2011-02-23 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The present study aimed to evaluate the effects of ischemic preconditioning (IPC) on the ventilatory parameters kinetics in different exercise intensities. Twelve physically active subjects (23.1±1.7 years; 176.1±4.6 cm; 77.6±8.3 kg; 46,7±5,7mL&#8729;kg-1&#8729;min-1) underwent in 5 different days the following tests in an electronically braked cycle ergometer: 1) incremental exercise test until maximal voluntary exhaustion in order to determine maximal oxygen uptake (VO2máx), ventilatory threshold (VT). 2) two constant work rate bouts (CWR) of 6min at moderate intensity (80%VT) interspersed with 30 min of intervention with the IPC (3x5min occlusion/3x5min reperfusion for each thigh, performed intermittently and alternately) in two different days; 3) two repetitions of 6 min CWR in severe intensity corresponding to 70%&#8710; (i.e., VT + 0,7 x (VO2máx VT)) interspersed by 45min passive rest followed by CPI, in two different days. IPC significantly decreased both the primary component time constant (t1) (19.2±3.3s to 14.8±3,6s) and carbohydrate oxidation (1.43±0.32g&#8729;min-1 to 1.16±0.33g&#8729;min-1) and increased fat oxidation (0.27±0.12g&#8729;min-1 to 0.40±0.12g&#8729;min-1) the for moderate intensity with the VO2 t1 (25,4±9s to 21,2±6,6s) and end VO2 (1689,1±291 para 1745,9±255,7mL&#8729;min-1) did not differ significantly. In severe intensity IPC significantly reduced both t1 (19.2±3.3s to 14.8±3.6s; p<0.05) and end blood lactate concentration (7.48±2.58mM to 7.01±2.20mM, p<0.05), however the slow component amplitude (502,5±204,1 to 529,1±133,5mL&#8729;min-1) and end VO2 (3406,5±474,4 to 3489,7±435,6 mL&#8729;min-1) of VO2 kinetics remain similar. We conclude that the primary component of VO2 kinetics was accelerated by IPC during severe exercise, but not during moderate exercise, suggesting that the main effect of IPC seems to be the increase on O2 delivery induced by a higher blood flow, which corroborate with the periphery limitation hypothesis (metabolic inertia) as the main limit factor for VO2 kinetics at the onset of moderate exercise. For moderate exercise, IPC increased the CO2 retention becoming the VO2 kinetics even slower because the decrease of HCO3- content by ischemia, furthermore, the changes on substrate oxidation observed during exercise after IPC might have occurred for reperfusion-induced increases in FFA delivery and &#946;-oxidation pre-activation / O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da condição pré-isquêmica (CPI) na cinética dos parâmetros ventilatórios em diferentes intensidades de exercício. Doze indivíduos (23,1±1,7 anos; 176,1±4,6 cm; 77,6±8,3 kg; 46,7±5,7mL&#8729;kg-1&#8729;min-1) fisicamente ativos realizaram em 5 dias diferentes os seguintes testes em cicloergômetro de frenagem eletromagnética: 1) teste de carga incremental até exaustão voluntária para determinação das variáveis máximas (consumo máximo de oxigênio, VO2máx) e submáximas (Limiar Ventilatório, LV); 2) em dois dias diferentes duas repetições de exercício em carga constante (PCC) com 6min de duração em intensidade moderada a 80%LV intercalados com 30min de intervenção com o CPI (3x5min de oclusão/3x5 de reperfusão para cada coxa, de maneira intermitente e alternada); 3) em dois dias diferentes duas repetições de PCC de 6 min em intensidade severa correspondente a 70% do valor entre o VO2 no LV e o VO2máx (70%&#8710;, i.e. LV + 0.7x(VO2max LV)) intercalados por 45min de repouso passivo seguidos do protocolo de CPI. Na carga moderada as variáveis que apresentaram diferença significante da condição controle para a experimental foram: a constante de tempo do componente primário (t1) do VCO2 (43,4±10,4s para 58,2±18,5s), a oxidação de carboidratos (1,43±0,32g&#8729;min-1 para 1,16±0,33g&#8729;min-1) e a oxidação de gordura (0,27±0,12g&#8729;min-1 para 0,40±0,12g&#8729;min-1). O t1 do VO2 (25,4±9s para 21,2±6,6s) e o VO2 final (1689,1±291 para 1745,9±255,7mL&#8729;min-1) não apresentaram diferença significante no domínio moderado. No domínio severo o CPI acelerou significativamente o t1 (19,2±3,3s para 14,8±3,6s) e reduziu a concentração sanguínea final de lactato (7,48±2,58 mM para 7,01±2,20mM) não alterando a amplitude do componente lento (502,5±204,1 para 529,1±133,5mL&#8729;min-1) e o VO2 final (3406,5±474,4 para 3489,7±435,6 mL&#8729;min-1). Podemos concluir que a cinética do componente primário do VO2 (t1) foi acelerada após o CPI no exercício severo, sem efeitos sobre a cinética do VO2 durante o exercício moderado, sugerindo que o principal efeito do CPI parece residir sobre o aumento da oferta de O2 induzida pelas modificações no fluxo sanguíneo, corroborando com a hipótese da limitação periférica (inércia oxidativa) como principal determinante na cinética do VO2 ao início do exercício moderado. No domínio moderado, o CPI aumentou a retenção de CO2 e consequentemente tornou mais lenta a cinética do VCO2 no músculo como conseqüência da diminuição de HCO3- pela isquemia, além disso, a alteração na oxidação de substratos observada durante o exercício subseqüente o CPI provavelmente ocorreu pela maior oferta de AGL e ativação da &#946;-oxidação induzidos pelos períodos de reperfusão
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Avaliação das cinéticas do consumo de oxigênio e da reoxigenação muscular esquelética na recuperação do exercício de alta intensidade em pacientes com miopatia mitocondrial: implicações sobre os mecanismos de intolerância ao exercício / Oxygen uptake and skeletal muscle reoxygenation kinetics in high-intensity exercise recovery of patients with mitochondrial myopathy: Implications on the mechanisms of exercise intolerance

Bravo, Daniela Manzoli [UNIFESP] 31 March 2011 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-07-22T20:49:33Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2011-03-31 / Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) / Introdução: Os pacientes com Miopatia Mitocondrial (MM) e Oftalmoplegia Externa Progressiva (OEP) apresentam disfunção na cadeia respiratória com incapacidade de aumentar a extração de oxigênio muscular e sintetizar ATP aerobicamente, levando à intolerância ao esforço e lentificação da cinética do O2. Quando a extração de oxigênio é comprometida, na tentativa de se manter o consumo de oxigênio muscular, uma hipótese é que estes pacientes poderiam aumentar compensatoriamente a oferta de oxigênio, apresentando, assim, uma resposta hipercinética cardiovascular e ventilatória. Por outro lado, alguns indícios de menor oferta de oxigênio foram encontrados em pacientes com MM, como um menor fluxo sanguíneo muscular no antebraço e uma maior capacidade de produção de ATP após a suplementação de oxigênio. A cinética do O2 na fase de recuperação (REC) nos fornece, assim, subsídios quanto ao pagamento do débito de oxigênio tecidual e ao reabastecimento do estoque de oxigênio sanguíneo após o exercício. Ao nosso conhecimento, a cinética do O2 REC nunca foi avaliada nos pacientes com MM, assim como a integração desta variável com as respostas não-invasivas cardiovasculares e de extração de oxigênio muscular. Objetivo: contrastar as dinâmicas da oferta e da utilização de oxigênio na recuperação do exercício em pacientes com MM; e identificar os principais mecanismos fisiopatológicos da intolerância ao esforço nestes indivíduos. Métodos: Foram avaliadas em 12 pacientes com MM e 12 controles saudáveis, as cinéticas de recuperação: (i) do O2 pulmonar, (ii) da variação na concentração da deoxiemoglobina ([HHb], mensurada pela espectroscopia de raios quasi infravermelhos - NIRS) no vasto lateral, (iii) do débito cardíaco (DC) por bioimpedância transtorácica, após um teste de carga constante de alta intensidade (70% da carga máxima atingida em teste incremental prévio) até o limite da tolerância em cicloergômetro. Resultados: Foram observadas cinéticas mais lentas de reoxigenação da [HHb], ([HHb] = 43,7 ± 21,2 vs 27,5 ± 6,7) e do O2 ( O2 = 58,1 ± 25,1 vs 38,8 ± 7,6) nos pacientes com MM em relação aos controles, respectivamente. Estas respostas foram associadas a uma cinética de DC mais rápida em relação ao O2, nos pacientes comparados aos controles (T½DC * 1,44 / O2 = 1,3 ± 0,4 vs 1,7 ± 0,6). Conclusão: Os pacientes com MM na forma OEP apresentam, na recuperação do exercício de alta intensidade, um pagamento elevado do débito de oxigênio contraído no exercício e reoxigenação mais lenta da [HHb]. Estas respostas, associadas à cinética mais rápida do DC em relação ao O2 são indícios de que possa haver um déficit no transporte de oxigênio microvascular, além do comprometimento mitocondrial característico desta doença. / Background: Mitochondrial Myopathy patients (MM) and Progressive External Ophthalmoplegia (PEO) present with respiratory chain dysfunction and inability to increase muscle oxygen extraction and aerobic ATP synthesis, leading to exercise intolerance and slower O2 kinetics. When oxygen extraction is impaired, in an attempt to maintain muscle oxygen uptake, these patients could increase oxygen delivery, thus exhibiting a hyperkinetic cardiovascular and ventilatory response. On the other hand, some evidence of oxygen delivery impairment was found in MM patients, such as a decrease in muscle blood flow in the forearm and a greater capacity for ATP production after oxygen supplementation. Recovery O2 kinetics provides information on tissue oxygen debt repayment and oxygen blood store replenishment after exercise. To our knowledge, recovery O2 kinetics has never been evaluated in MM patients, as well as its integration with the non-invasive cardiovascular and muscle reoxygenation responses. Objective: to contrast oxygen delivery and utilization dynamics on exercise recovery of MM patients and to identify the main pathophysiologic mechanisms of exercise intolerance in these subjects. Methods: Were evaluated in 12 MM patients and 12 healthy controls, the recovery kinetics of: (i) O2 (ii) deoxyhemoglobin variation ([HHb], measured by near-infrared spectroscopy - NIRS) in vastus lateralis, (iii) cardiac output (CO) by transthoracic bioimpedance, after a high-intensity constant work rate test (70% of maximal workload in a previous incremental test) to the limit of tolerance in a cycle ergometer. Results: We detected slower kinetics for [HHb] ([HHb] = 43.7 ± 21.2 vs. 27.5 ± 6.7) and for O2 ( O2 = 58.1 ± 25.1 vs. 38.8 ± 7.6) in MM patients compared to controls, respectively. Additionally, these responses were associated with a faster recovery CO kinetics in relation to O2 kinetics in MM patients compared to controls (T½DC*1,44 / O2 = 1,3 ± 0,4 vs. 1,7 ± 0,6). Conclusion: Patients with MM and PEO present with a higher oxygen debt and slower reoxygenation kinetics in the recovery of a high-intensity exercise test. Those responses were associated with a faster CO recovery in relation to O2 kinetics, indicating a microvascular oxygen transport deficit, besides the characteristic mitochondrial impairment observed in these patients. / TEDE / BV UNIFESP: Teses e dissertações
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Desempenho e fadiga em sprints repetidos: a influência de características fisiológicas e perfil de treinamento / Repeated sprint ability: Influence of physiologic characteristics and training profiles

Aguiar, Rafael Alves de 04 June 2013 (has links)
Made available in DSpace on 2016-12-06T17:06:55Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Rafael Alves de Aguiar.pdf: 1586651 bytes, checksum: 8d04dd9879dde565cc4689f0800acf3b (MD5) Previous issue date: 2013-06-04 / Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / The aim of this study was to determine the mode and the level that the physiological and performance variables influence in repeated running sprint ability. To this end, the study used 27 males participants (10 sprint runners (VEL), 8 long-distance runners (FUN) and 9 active subjects (ATI)). In a synthetic track these subjects were submitted to following tests on different days: 1) Incremental testing for determination of VO2max and maximal aerobic velocity (MAV); 2) constant velocity test at 110%MAV for determination of on- and off transition kinetics of VO2 and accumulated deficit oxygen (AOD); 3; 1 minute all-out test for determination of blood lactate concentration ([lac]s) kinetics and off-transition kinetics of VO2; and 4) repeated sprint test (10 sprints of 35 m departing every 20 s) for determine the total time of sprints, best sprint and percentage decrement score (Sdec). In every tests the [lac]s and blood pH were analyzed for observe the difference between maximal value after exercise and rest value (i.e. &#8710;[lac]s e &#8710;pH).Total time was significant different between all groups (VEL, 49,5 ± 0,9 s; FUN, 52,6 ± 3,1 s; ATI, 55,9s ± 2,6 s) and Sdec was significant lower in long distance runners compared to other groups (VEL, 8,5 ± 2,5%; FUN, 4,0 ± 2,0%; ATI, 8,3 ± 4,1%). Total time was significant correlated with best sprint (r 0,86), AOD in T110 (r = -,061) and T1min (r = -0,60), &#8710;[lac]s (r = -0,64) and &#8710;pH (r = 0,59) in RS, primary time constant (tau1) (r = -0,45) e O2 consumed in fast component after exercise in T1min (r = -0,44). Differently, Sdec was significant correlated with aerobic variables (VO2max, r = -0,59; MAV, r = -0,55; tau1 during exercise, r = 0,41), tau1 after T110 (r = 0,59) and T1min (r = 0,47), as well as, with lactate exchange ability (r 0,75). Therefore, it was concluded that repeated sprint performance is strongly influenced by anaerobic characteristics, while mechanisms related to removal of metabolites originated by anaerobic metabolism and aerobic indices influence to decrease fatigue in RS. / O objetivo deste estudo foi determinar o modo e o grau que as variáveis fisiológicas e de desempenho influenciam no desempenho em sprints repetidos. Para este fim, participaram do estudo 27 homens, sendo 10 corredores velocistas (VEL), 8 corredores fundistas (FUN) e 9 sujeitos ativos (ATI). Em uma pista sintética de atletismo estes sujeitos foram submetidos, em dias diferentes, aos seguintes testes: 1) teste incremental para determinação do VO2max e da velocidade aeróbia máxima (MAV); 2) teste de velocidade constante realizado a 110%MAV (T110) para determinar a cinética do VO2 durante e após o exercício e o déficit de oxigênio (AOD); 3) teste de um minuto máximo (T1min), para determinar a cinética da concentração de lactato sanguíneo ([lac]s) e a cinética do VO2 após o exercício; e 4) teste de sprints repetidos (RS) (10 sprints de 35m, intercalados com 20s de recuperação) para determinar o tempo total dos sprints, melhor sprint e a queda do escore em percentual (Sdec). Em todos os testes a [lac]s e o pH sanguíneo foram analisados para observar a diferença entre o valor máximo após o exercício e o valor de repouso (i.e. &#8710;[lac]s e &#8710;pH). Tempo total em RS foi significativamente diferente entre todos os grupos (VEL, 49,5 ± 0,9 s; FUN, 52,6 ± 3,1 s; ATI, 55,9s ± 2,6 s) e Sdec foi significativamente inferior em fundistas comparado aos outros grupos (VEL, 8,5 ± 2,5%; FUN, 4,0 ± 2,0%; ATI, 8,3 ± 4,1%). Tempo total foi correlacionado significativamente com o melhor sprint (r = 0,86), com o AOD no T110 (r = -0,61) e no T1min (r = -0,60), com o &#8710;[lac]s (r = -0,64) e &#8710;pH (r = 0,59) do RS, com a constante de tempo primária (tau1) (r = -0,45) e O2 consumido pelo componente rápido após o exercício no T1min (r = -0,44). Diferentemente, o Sdec foi correlacionado significativamente com variáveis aeróbias (VO2max, r = -0,59; MAV, r = -0,55; tau1 durante T110, r = 0,41), tau1 após T110 (r = 0,59) e T1min (r = 0,47), bem como, com a constante de tempo da entrada do lactato no compartimento sanguíneo no T1min (r = -0,75). Portanto, foi concluído que o desempenho em sprints repetidos é altamente influenciado por características anaeróbias, enquanto, mecanismos relacionados à remoção dos metabólitos originados pelo metabolismo anaeróbio e índices aeróbios influenciam para diminuir a fadiga em RS.
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Modelos mecânicos e fisiológicos do exercício nos domínios pesado e severo: comparação da potência e da resposta lactacidêmica nas condições de nado atado e desimpedido e da cinética do VO2 durante o crawl desimpedido

Pessôa Filho, Dalton Müller [UNESP] 13 April 2010 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2014-06-11T19:30:53Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2010-04-13Bitstream added on 2014-06-13T19:00:57Z : No. of bitstreams: 1 pessoafilho_dm_dr_rcla.pdf: 1143306 bytes, checksum: b016fc73fb992fb299381a40997bc60e (MD5) / Não se tem observado a preocupação com a descrição dos domínios de intensidade na natação e poucas tentativas foram realizadas para ajustar o modelo de P-tLim às condições desta modalidade de exercício. Este estudo pretendeu ajustar o modelo P-tLim à natação com o recurso do controle de cargas possibilitado pelo nado em condição atada. Assim como, seu significado fisiológico para a descrição dos domínios pesado/severo obtido pelas relações a serem estabelecidas com a velocidade crítica (VC - limite superior do domínio pesado), com a máxima fase estável do lactato (MFEL, que disputa com VC a indexação do limite superior do domínio pesado) e com a caracterização dos domínios pesado e severo pelos parâmetros de cinética e amplitude do VO2. Em um primeiro estudo, 24 nadadores (16,5 ± 2,7 anos e 67,7 ± 13,5 kg) submeteram-se à estimativa da força de arrasto (Fr = A  v2). A Fr encontrada em máxima velocidade foi fracionada para compor quatro estágios de teste, com tempos de exaustão entre 3-20 min. em crawl-atado. A VC foi estimada empregando quatro distâncias entre 200-1500m. A potência crítica atada (PCAtada) linear (81,9W) e não linear (71,1W) não se diferenciaram (  0,05) dos valores de PC linear (108,2W) e não linear (96,3W) estimados por VC linear (1,2m.s-1) e não linear (1,14m.s-1), através da equação do desempenho. Neste primeiro estudo, pode-se concluir que PCAtada é correlata a VC, podendo representar a capacidade aeróbia. No segundo estudo, dez nadadores (16,6  1,4 anos e 69,8  9,5 kg) foram submetidos às estimativas de PCAtado (equações lineares e hiperbólica de 2-parâmetros), VC (ajuste linear do tempo pela velocidade nos desempenhos de 200, 400 e 800m), PAtadaMFEL (3 ou 4 esforços entre 95 a 105% da carga em PCAtada hiperbólica) e à vMFEL (3 ou 4 esforços entre 85 a 95% do velocidade máxima do crawl nos 400m)... / There is a lack of studies describing the domains of intensity in swimming, and few works approaches the P-tLim model in swimming. This study provided a way to assess the P-tLim model in swimming, applying the load controlled environment in full-tethered condition. The physiological meaning for the description of heavy and severe domains was established from the relationships of critical velocity (CV - upper boundary of heavy domain) to maximal lactate steady state (MLSS, conflicting with VC to demarcate the upper boundary of heavy domain), and from the descriptive characterization of kinetic and amplitude parameters of VO2. In he first study, 24 swimmers with 16.5 ± 2.7 years and 67.7 ± 13.5 kg were undertaken to drag force (Fr) estimation (Fr = A  v2). The Fr at maximal crawl velocity was the load that was fractioned to build the sets, lasting 3-20min until exhaustion. CV was calculated from distance between 200-1500m. The linear (81.9W) and non-linear (71.1W) PTethCrit were not different (  0.05) from the values of linear (108.2W) and non-linear (96.3W) PC estimative obtained from linear (1.2m.s-1) and non-linear (1.14m.s-1) CV through swim performance equation. It was conclude that PCTeth was related to CV, and reliable to indexes aerobic capacity. The second work, did analyze ten male swimmers (16.6  1.4 years and 69.8  9.5kg) that were submitted to the measurements of the CPTeth (linear and non-linear two parameters equation), CV (linear adjustment between time and velocity performance in the 200, 400 and 800m), PTethMLSS (3 or 4 trials ranging from 95 to 105% of the load at non-linear PCAtada), and vMLSS (3 or 4 trials ranging from 85 to 95% of the 400-m crawl performance). The results shown that neither CV (1.19  0.12m.s-1) nor the CPTeth (99.4  23.0W) matches the statements for MLSS, once differences were observed to the vMLSS (1.17  0.11m.s-1)... (Complete abstract click electronic access below)

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