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Prevalência de calcificação de artérias coronárias e sua associação com marcadores bioquímicos e inflamatórios em pacientes em hemodiálise

Fensterseifer, D.M. January 2006 (has links)
Resumo não disponível
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Efeito da dexametasona veiculada por stent biodivysio DD PC sobre a hiperplasia neo-intimal em artéria coronária : uma avaliação ultra-sonográfica / Effect of dexamethasone driven by Stent Biodivysio DD PC on neo-intimal coronary artery hyperplasia: an ultrasonographic evaluation

Garcia, Lazaro Claudovino January 2006 (has links)
A reestenose ainda é o principal problema da angioplastia coronária, como ficou evidente nas revisões angiográficas dos primeiros procedimentos feitos por Gruntzig. Desde então se procura a solução. Várias drogas administradas por via sistêmica foram testadas, mas com nenhuma se obteve êxito. Aterectomia, angioplastia com raios laser e braquiterapia foram introduzidas com a expectativa de solução, mas o percentual de reestenose pouco foi alterado, e a braquiterapia − que mostrara resultados melhores − veio adicionar outras complicações, entre elas a estenose de bordos (reestenose em “papel de bala”) e trombose aguda. Os stents introduzidos nesse arsenal terapêutico reduziram acentuadamente o processo reestenótico mas não o extinguiram. Recentemente embebidos com as drogas sirolimus e paclitaxel, vem apresentando excelentes resultados quando comparados com as próteses comuns. Stents com essas características representam o mais recente e eficiente avanço na terapêutica da reestenose intra-stent. O objetivo desta pesquisa foi testar uma droga com grande potencial antiinflamatório, portanto com mecanismo de ação diferente, e verificar sua ação bloqueadora na formação da hiperplasia neo-intimal, fator esse responsável pela reestenose intra-stent. Fez-se uma pesquisa duplo-cega randomizada, para a qual se selecionou uma amostra com 133 indivíduos distribuídos em dois grupos, num dos quais 49 indivíduos receberam Stent Biodivysio DD PC Stent impregnado com dexametasona, enquanto 51 receberam o mesmo tipo de stent, porém embebido com soro fisiológico. Antes e depois dos implantes os indivíduos foram examinados com ultra-som intracoronário. Em um período de tempo que variou de 6 a 18 meses, os pacientes foram reestudados com angiografia e ultra-som, para comparação das variáveis ultra-sonográficas de interesse, principalmente o volume de hiperplasia neo-intimal e a percentagem de obstrução do stent nos dois grupos. Os pacientes que receberam stent embebido com dexametasona mostraram grau de hiperplasia neo-intimal menor do que aqueles que receberam stent sem a droga (23,78±23,48 mediana 15,20 versus 35,12±30,50 mediana 27,75) (p=0,068); o grau de obstrução intra-stent também foi menor no grupo da dexametasona (15,91±13,46 mediana 13,02 versus 22,13±14,62 mediana 19,64) (p=0,024). Contudo esses dados foram maiores do que os que vêm sendo obtidos com o sirolimus e paclitaxel, o que permite concluir que o stent Biodivysio DD PC embebido com dexametasona não diminui a formação de hiperplasia neointimal; diminui a porcentagem de volume de obstrução e não diminuiu a taxa de reestenose intra-stent. / Restenosis is still the main problem concerning coronary angioplasty, as evidenced in the reviews of the first procedures made by Gruntzig. Since that, a solution has been searched. Several drugs systemically administrated were tested but none of them produced any successful results. Atherectomy, angioplasty using laser beams and brachytherapy were introduced expecting to succeed but the restenosis rates were insignificantly changed. Brachytherapy, which showed better results, added other complications – among them the candy wrapper effect (edge effect) and acute thrombosis. The use of stents in this process as part of therapeutic arsenal reduced significantly the restenosis process but they did not finish it. The use of stents coated in Sirolimus and paclitaxel has been showing excellent results when compared to ordinary prostheses. Stents presenting these characteristics represent the latest and most efficient advance in intra-stent restenosis therapeutics. The aims of this research is testing a drug with great anti-inflammatory power, therefore with a different action mechanism, and verify its blocking action in neo-intimal hyperplasia formation, which is responsible for intra-stent restenosis. A double-blinded randomized research was conducted. A sample of 133 individuals was divided into two groups. One of these groups containing 49 patients received Biodivysio DD PC Stents coated in dexamethasone whereas the other 51 patients received the stents coated in physiological saline solution. The patients were examined before and after the interventions with the use of intra-coronary ultrasound. After a period varying between 6 to 18 months, the same patients were reexamined through angiography and ultrasound to compare ultrasonographic variables, especially neo-intimal hyperplasia and the rate of stent blocking in both groups. The patients who received stents coated in dexamethasone presented a lower level of neo-intimal hyperplasia compared to those who received the stents only coated in physiological saline solution (23.78±23.48 median 15.20 versus 35.12±30.50 median 27.75 from the control group) (p=0.068); the level of intra-stent blocking was also lower than the dexamethasone group (15.91±13.46 median 13.02 versus 22.13±14.62 median 19.64 from the control group) (p=0.024). However these figures were bigger than those collected from Sirolimus and paclitaxel coated stents, which permits us to draw a conclusion that Biodivysio DD PC stents coated in dexamethasone do not lower the formation of neo-intimal hyperplasia; it lowers the rate in blocking volume and do not lower intra-stent restenosis rate.
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Efeito da dexametasona veiculada por stent biodivysio DD PC sobre a hiperplasia neo-intimal em artéria coronária : uma avaliação ultra-sonográfica / Effect of dexamethasone driven by Stent Biodivysio DD PC on neo-intimal coronary artery hyperplasia: an ultrasonographic evaluation

Garcia, Lazaro Claudovino January 2006 (has links)
A reestenose ainda é o principal problema da angioplastia coronária, como ficou evidente nas revisões angiográficas dos primeiros procedimentos feitos por Gruntzig. Desde então se procura a solução. Várias drogas administradas por via sistêmica foram testadas, mas com nenhuma se obteve êxito. Aterectomia, angioplastia com raios laser e braquiterapia foram introduzidas com a expectativa de solução, mas o percentual de reestenose pouco foi alterado, e a braquiterapia − que mostrara resultados melhores − veio adicionar outras complicações, entre elas a estenose de bordos (reestenose em “papel de bala”) e trombose aguda. Os stents introduzidos nesse arsenal terapêutico reduziram acentuadamente o processo reestenótico mas não o extinguiram. Recentemente embebidos com as drogas sirolimus e paclitaxel, vem apresentando excelentes resultados quando comparados com as próteses comuns. Stents com essas características representam o mais recente e eficiente avanço na terapêutica da reestenose intra-stent. O objetivo desta pesquisa foi testar uma droga com grande potencial antiinflamatório, portanto com mecanismo de ação diferente, e verificar sua ação bloqueadora na formação da hiperplasia neo-intimal, fator esse responsável pela reestenose intra-stent. Fez-se uma pesquisa duplo-cega randomizada, para a qual se selecionou uma amostra com 133 indivíduos distribuídos em dois grupos, num dos quais 49 indivíduos receberam Stent Biodivysio DD PC Stent impregnado com dexametasona, enquanto 51 receberam o mesmo tipo de stent, porém embebido com soro fisiológico. Antes e depois dos implantes os indivíduos foram examinados com ultra-som intracoronário. Em um período de tempo que variou de 6 a 18 meses, os pacientes foram reestudados com angiografia e ultra-som, para comparação das variáveis ultra-sonográficas de interesse, principalmente o volume de hiperplasia neo-intimal e a percentagem de obstrução do stent nos dois grupos. Os pacientes que receberam stent embebido com dexametasona mostraram grau de hiperplasia neo-intimal menor do que aqueles que receberam stent sem a droga (23,78±23,48 mediana 15,20 versus 35,12±30,50 mediana 27,75) (p=0,068); o grau de obstrução intra-stent também foi menor no grupo da dexametasona (15,91±13,46 mediana 13,02 versus 22,13±14,62 mediana 19,64) (p=0,024). Contudo esses dados foram maiores do que os que vêm sendo obtidos com o sirolimus e paclitaxel, o que permite concluir que o stent Biodivysio DD PC embebido com dexametasona não diminui a formação de hiperplasia neointimal; diminui a porcentagem de volume de obstrução e não diminuiu a taxa de reestenose intra-stent. / Restenosis is still the main problem concerning coronary angioplasty, as evidenced in the reviews of the first procedures made by Gruntzig. Since that, a solution has been searched. Several drugs systemically administrated were tested but none of them produced any successful results. Atherectomy, angioplasty using laser beams and brachytherapy were introduced expecting to succeed but the restenosis rates were insignificantly changed. Brachytherapy, which showed better results, added other complications – among them the candy wrapper effect (edge effect) and acute thrombosis. The use of stents in this process as part of therapeutic arsenal reduced significantly the restenosis process but they did not finish it. The use of stents coated in Sirolimus and paclitaxel has been showing excellent results when compared to ordinary prostheses. Stents presenting these characteristics represent the latest and most efficient advance in intra-stent restenosis therapeutics. The aims of this research is testing a drug with great anti-inflammatory power, therefore with a different action mechanism, and verify its blocking action in neo-intimal hyperplasia formation, which is responsible for intra-stent restenosis. A double-blinded randomized research was conducted. A sample of 133 individuals was divided into two groups. One of these groups containing 49 patients received Biodivysio DD PC Stents coated in dexamethasone whereas the other 51 patients received the stents coated in physiological saline solution. The patients were examined before and after the interventions with the use of intra-coronary ultrasound. After a period varying between 6 to 18 months, the same patients were reexamined through angiography and ultrasound to compare ultrasonographic variables, especially neo-intimal hyperplasia and the rate of stent blocking in both groups. The patients who received stents coated in dexamethasone presented a lower level of neo-intimal hyperplasia compared to those who received the stents only coated in physiological saline solution (23.78±23.48 median 15.20 versus 35.12±30.50 median 27.75 from the control group) (p=0.068); the level of intra-stent blocking was also lower than the dexamethasone group (15.91±13.46 median 13.02 versus 22.13±14.62 median 19.64 from the control group) (p=0.024). However these figures were bigger than those collected from Sirolimus and paclitaxel coated stents, which permits us to draw a conclusion that Biodivysio DD PC stents coated in dexamethasone do not lower the formation of neo-intimal hyperplasia; it lowers the rate in blocking volume and do not lower intra-stent restenosis rate.
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Prevalência de calcificação de artérias coronárias e sua associação com marcadores bioquímicos e inflamatórios em pacientes em hemodiálise

Fensterseifer, D.M. January 2006 (has links)
Resumo não disponível
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Prevalência de calcificação de artérias coronárias e sua associação com marcadores bioquímicos e inflamatórios em pacientes em hemodiálise

Fensterseifer, D.M. January 2006 (has links)
Resumo não disponível
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Efeito da dexametasona veiculada por stent biodivysio DD PC sobre a hiperplasia neo-intimal em artéria coronária : uma avaliação ultra-sonográfica / Effect of dexamethasone driven by Stent Biodivysio DD PC on neo-intimal coronary artery hyperplasia: an ultrasonographic evaluation

Garcia, Lazaro Claudovino January 2006 (has links)
A reestenose ainda é o principal problema da angioplastia coronária, como ficou evidente nas revisões angiográficas dos primeiros procedimentos feitos por Gruntzig. Desde então se procura a solução. Várias drogas administradas por via sistêmica foram testadas, mas com nenhuma se obteve êxito. Aterectomia, angioplastia com raios laser e braquiterapia foram introduzidas com a expectativa de solução, mas o percentual de reestenose pouco foi alterado, e a braquiterapia − que mostrara resultados melhores − veio adicionar outras complicações, entre elas a estenose de bordos (reestenose em “papel de bala”) e trombose aguda. Os stents introduzidos nesse arsenal terapêutico reduziram acentuadamente o processo reestenótico mas não o extinguiram. Recentemente embebidos com as drogas sirolimus e paclitaxel, vem apresentando excelentes resultados quando comparados com as próteses comuns. Stents com essas características representam o mais recente e eficiente avanço na terapêutica da reestenose intra-stent. O objetivo desta pesquisa foi testar uma droga com grande potencial antiinflamatório, portanto com mecanismo de ação diferente, e verificar sua ação bloqueadora na formação da hiperplasia neo-intimal, fator esse responsável pela reestenose intra-stent. Fez-se uma pesquisa duplo-cega randomizada, para a qual se selecionou uma amostra com 133 indivíduos distribuídos em dois grupos, num dos quais 49 indivíduos receberam Stent Biodivysio DD PC Stent impregnado com dexametasona, enquanto 51 receberam o mesmo tipo de stent, porém embebido com soro fisiológico. Antes e depois dos implantes os indivíduos foram examinados com ultra-som intracoronário. Em um período de tempo que variou de 6 a 18 meses, os pacientes foram reestudados com angiografia e ultra-som, para comparação das variáveis ultra-sonográficas de interesse, principalmente o volume de hiperplasia neo-intimal e a percentagem de obstrução do stent nos dois grupos. Os pacientes que receberam stent embebido com dexametasona mostraram grau de hiperplasia neo-intimal menor do que aqueles que receberam stent sem a droga (23,78±23,48 mediana 15,20 versus 35,12±30,50 mediana 27,75) (p=0,068); o grau de obstrução intra-stent também foi menor no grupo da dexametasona (15,91±13,46 mediana 13,02 versus 22,13±14,62 mediana 19,64) (p=0,024). Contudo esses dados foram maiores do que os que vêm sendo obtidos com o sirolimus e paclitaxel, o que permite concluir que o stent Biodivysio DD PC embebido com dexametasona não diminui a formação de hiperplasia neointimal; diminui a porcentagem de volume de obstrução e não diminuiu a taxa de reestenose intra-stent. / Restenosis is still the main problem concerning coronary angioplasty, as evidenced in the reviews of the first procedures made by Gruntzig. Since that, a solution has been searched. Several drugs systemically administrated were tested but none of them produced any successful results. Atherectomy, angioplasty using laser beams and brachytherapy were introduced expecting to succeed but the restenosis rates were insignificantly changed. Brachytherapy, which showed better results, added other complications – among them the candy wrapper effect (edge effect) and acute thrombosis. The use of stents in this process as part of therapeutic arsenal reduced significantly the restenosis process but they did not finish it. The use of stents coated in Sirolimus and paclitaxel has been showing excellent results when compared to ordinary prostheses. Stents presenting these characteristics represent the latest and most efficient advance in intra-stent restenosis therapeutics. The aims of this research is testing a drug with great anti-inflammatory power, therefore with a different action mechanism, and verify its blocking action in neo-intimal hyperplasia formation, which is responsible for intra-stent restenosis. A double-blinded randomized research was conducted. A sample of 133 individuals was divided into two groups. One of these groups containing 49 patients received Biodivysio DD PC Stents coated in dexamethasone whereas the other 51 patients received the stents coated in physiological saline solution. The patients were examined before and after the interventions with the use of intra-coronary ultrasound. After a period varying between 6 to 18 months, the same patients were reexamined through angiography and ultrasound to compare ultrasonographic variables, especially neo-intimal hyperplasia and the rate of stent blocking in both groups. The patients who received stents coated in dexamethasone presented a lower level of neo-intimal hyperplasia compared to those who received the stents only coated in physiological saline solution (23.78±23.48 median 15.20 versus 35.12±30.50 median 27.75 from the control group) (p=0.068); the level of intra-stent blocking was also lower than the dexamethasone group (15.91±13.46 median 13.02 versus 22.13±14.62 median 19.64 from the control group) (p=0.024). However these figures were bigger than those collected from Sirolimus and paclitaxel coated stents, which permits us to draw a conclusion that Biodivysio DD PC stents coated in dexamethasone do not lower the formation of neo-intimal hyperplasia; it lowers the rate in blocking volume and do not lower intra-stent restenosis rate.
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Análise comparativa da hiperplasia intimal após o implante de stents com e sem sirolimus em artérias coronárias de pequeno calibre / Intimal hiperplasia analysis in patients with small vessels after coronary artery stenting with sirolimus-eluting stents or thin-strut-thickness stents

Devito, Fernando Stuchi 02 May 2005 (has links)
FUNDAMENTOS: A reestenose após intervenção coronária percutânea é maior nos pacientes com vasos de pequeno calibre em comparação aos vasos grandes. Os stents com sirolimus demonstraram importante redução da reestenose em vasos maiores que 3,0mm. O desempenho destes stents nos vasos pequenos deve ser investigado. MATERAIS E MÉTODOS: O propósito deste estudo foi avaliar a redução do volume de hiperplasia intimal após angioplastia com stents com sirolimus (Cypher®) comparados com os stents não recobertos de estrutura metálica fina (Pixel®), em pacientes com vasos pequenos. Oitenta pacientes com doença arterial coronária foram prospectivamente incluídos em duas séries consecutivas de tratamento, sendo a primeira empregando stents com sirolimus (50) e a segunda stents não recobertos de estrutura metálica fina (30). Os resultados foram: menor porcentual de obstrução da prótese através da análise volumétrica do ultrasom intracoronário [5,0% (EP=0,77) versus 39,0% (EP=4,72), p<0,001], menor perda tardia intra-stent [0,25mm (EP=0,03) versus 1,11mm (EP=0,13), p<0,001] e no segmento do vaso-alvo [0,30mm (EP=0,04) versus 0,83mm (EP=0,11), p<0,001], e também menor reestenose intra-stent (0% versus 33,3%, p<0,001) e no segmento do vaso (4% versus 36,7%, p<0,001) com os stents com sirolimus. A sobrevivência livre de eventos aos oito meses de evolução foi de 96% com os stents com sirolimus versus 86,7% com os stents não recobertos (p=0,190). CONCLUSÃO: Os pacientes com vasos de pequeno calibre após o implante de stents com sirolimus evoluem com menor hiperplasia intimal (menor porcentual de obstrução intra-stent e menor perda tardia) do que quando são utilizados stents não recobertos de estrutura metálica fina. Isto resulta em redução significativa da reestenose angiográfica aos oito meses de evolução / BACKGROUND: Patients with small vessels treated with percutaneous coronary interventions are at high risk of restenosis. Sirolimus-eluting stents has proved safety and effectiveness in reducing restenosis in large vessels. The outcomes after sirolimus-eluting stents in small vessels have not been adequately investigated. METHODS: We conducted a prospective study in 80 patients with small vessels treated with percutaneous intervention with sirolimus-eluting stents (Cypher(TM)) compared to thin-strut-thickness stents (Pixel(TM)). The primary end point was the reduction in intimal hyperplasia volume after coronary stenting accessed by intravascular ultrasound. OUTCOMES: the use of sirolimus-eluting stents compared with the use of the thin-strut-thickness stents reduced in-stent obstruction as a percent of volume [5,0% (EP=0,77) versus 39,0% (EP=4,72), p<0,001], in-stent lateloss [0,25mm (EP=0,03) versus 1,11mm (EP=0,13), p<0,001], in-segment late-loss [0,30mm (EP=0,04) versus 0,83mm (EP=0,11), p<0,001], and instent and in-segment restenosis [0% versus 33,3%, (p<0,001); 4% versus 36,7%, p<0,001), respectively]. The event-free-survival at 8 months was 96% for sirolimus-eluting stents and 86,7% for the thin-strut-thickness stents (p=0,190). CONCLUSIONS: In this study, the use of sirolimus eluting stents in patients with small vessels reduce intimal hyperplasia, in-stent and insegment late-loss, and in-stent and in-segment restenosis in comparison to thin-strut-thickness stents
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EFIcácia e SEgurança do emprego de Stents FARmacológicos no mundo real : seguimento de até 8 anos – Registro EFISESFAR

Pellegrini, Denise Machado de Oliveira January 2012 (has links)
A doença cardiovascular é a principal causa de mortalidade no planeta. Marcantes avanços no seu tratamento foram alcançados nas últimas décadas. O uso de stents farmacológicos (SFs), o mais recente destes avanços, tem sido amplamente testado em diversos cenários clínicos. Quando analisamos a história da cardiologia intervencionista, desde os resultados iniciais de Andreas Gruntzig, até as evidências atuais com plataformas bioabsorvíveis, concluímos que o principal avanço do uso dos stents farmacológicos foi reduzir de forma inequívoca os principais limitantes de suas tecnologias antecedentes (angioplastia por cateter-balão e stents convencionais), a reestenose e trombose intra-stent. Seu progresso não limitou-se às drogas anti-reestenóticas e seus polímeros carreadores. Também houve evolução na confecção de plataformas mais maleáveis e com melhor navegabilidade. Após o impacto inicial da primeira geração de stents farmacológicos, hoje encontramo-nos na transição entre a segunda e a terceira geração destes dispositivos, ainda com resultados iniciais, cuja principal mudança é a confecção de plataformas bioabsorvíveis. Estas evoluções tecnológicas ampliaram o uso dos SFs para cenários clínicos outrora restritos, como pacientes multiarteriais, diabéticos e renais crônicos. Os resultados obtidos demonstram eficácia e segurança neste grupo de pacientes de alto risco. Desta forma, o uso dos stents farmacológicos tornou-se uma realidade no tratamento da doença aterosclerótica cardiovascular. O uso em cenários e pacientes de alta complexidade revolucionou a cardiologia intervencionista, demonstrando a eficácia e segurança destes stents ao longo do tempo. / Cardiovascular disease is the leading cause of mortality on the planet. Remarkable advances in treatment of coronary heart disease have been achieved in recent decades. The use of drug-eluting stents (DES), one of the most important advances, has been widely tested in several clinical scenarios. When we analyze the history of interventional cardiology, from the initial results of Andreas Gruntzig, until the current evidence with bioabsorbable platforms, we concluded that the main advancement of the use of drug-eluting stents was reduce unequivocally the most important limiting factors of their previous technology (angioplasty balloon and conventional stents), restenosis and intra-stent thrombosis. This progress is not limited to antirestenotic drugs or polymeric carriers. There were also developments of platforms more malleable and with better navigability. After the initial impact of the first generation of stents, today we are in transition between the second and third generation of these devices, whose main change is the bioabsorbable platforms. These technological developments have expanded the use of DES for clinical scenarios once restricted, such as patients with multivessel disease, diabetes and chronic renal disease. The obtained results demonstrate safety and efficacy in this group of high-risk patients. Thus, the use of drug-eluting stents has become a reality in the treatment of atherosclerotic cardiovascular disease. The use in scenarios and patients of high complexity revolutionized the interventional cardiology, demonstrating the efficacy and safety of these stents over time.
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Custo efetividade de tecnologias contemporâneas no manejo da doença arterial coronariana : stents farmacológicos e cateter de medida de fluxo (FFR)

Stella, Steffan Frosi January 2014 (has links)
Resumo não disponível
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Impacto dos stents e do sirolimus por via oral na vasomotricidade coronariana dependente e independente do endotélio / Impact of stenting and oral sirolimus on endothelium dependent and independent coronary vasomotion

Fernandes, Rósley Weber Alvarenga [UNIFESP] 30 May 2012 (has links) (PDF)
Made available in DSpace on 2015-07-22T20:50:20Z (GMT). No. of bitstreams: 0 Previous issue date: 2012-05-30. Added 1 bitstream(s) on 2015-08-11T03:26:18Z : No. of bitstreams: 1 Publico-13256.pdf: 2482735 bytes, checksum: eaf78b153b33731b3ff4250c42b843ae (MD5) / Introdução: não há consenso na literatura a respeito do impacto que angioplastia com implante de stents teria sobre a função endotelial vasomotriz. Inúmeros trabalhos têm mostrado piora da função endotelial após o implante de stents farmacológicos quando comparados aos stents convencionais. Objetivos: o principal objetivo deste trabalho foi avaliar o impacto dos stents convencionais e do Sirolimus, administrado por via oral, sobre a função endotelial vasomotriz. Material e métodos: foram selecionados pacientes em três grupos: grupo 1 - stent convencional com alta dose de Sirolimus (15 mg de ataque seguidos de 6 mg diariamente por 4 semanas); grupo 2 - stents convencionais com baixa dose de Sirolimus (6 mg de dose de ataque seguidos de 2 mg diariamente por 4 semanas) e grupo 3 - stent convencional sem Sirolimus. Modificações na vasomotricidade foram avaliadas com uso de infusão de acetilcolina intracoronariana em doses crescentes. A função vasomotriz independente do endotélio foi avaliada com uso de nitroglicerina. O segmento alvo de análise foram os 15 mm distais à borda do stent. Este segmento também foi avaliado com ultrassonografia intracoronariana. Resultados: os três grupos apresentavam características clínicas e angiográficas semelhantes. A porcentagem de variação do diâmetro foi semelhante em todos os três grupos nos dois momentos da avaliação (4 horas após implante do stent e aos 8 meses de acompanhamento) (p=0,469). Quatro horas após implante dos stents o segmento alvo apresentou disfunção endotelial leve a moderada caracterizada por vasoconstrição em média de -3% que se manteve aos oito meses e foi semelhante entre os grupos. Não houve correlação do volume de placa pela ultrassonografia com o grau de disfunção endotelial nos dois momentos da avaliação. A função vasomotriz independente do endotélio encontrava-se preservada nos dois momentos da avaliação nos três grupos. Conclusão: a disfunção endotelial foi semelhante entre os grupos nos dois momentos da avaliação e não sofreu alteração com implante dos stents e nem com o uso do Sirolimus oral por 4 semanas. Não houve correlação do volume de placa com disfunção endotelial. / Rationale: There is no consensus regarding the impact of stenting on long-term endothelial function. There have been reports of increased endothelial dysfunction with Sirolimus-eluting stents as compared to bare metal stenting (SC). Objectives: This study aims to assess the impact of SC and the effect of oral Sirolimus on endothelial function. Methods: Forty-five patients were randomized into three groups: SC + high-dose oral Sirolimus (initial dose of 15 mg, followed by 6 mg/day during four weeks); SC + lowdose Sirolimus (6 mg followed by 2 mg daily during four weeks); and SC without Sirolimus. Changes in vasoconstriction or vasodilation in a 15 mm segment starting at the distal stent end in response to acetylcholine and nitroglycerin were assessed by quantitative angiography. Results: The groups had similar angiographic characteristics. The percent variation in diameter in response to acetylcholine was similar in all groups at the two time points (p = 0.469). Four hours after stenting, the target segment presented an endothelial dysfunction that was maintained after eight months in all groups. In all groups, endothelium-independent vasomotion in response to nitroglycerin was similar at four hours and eight months, with increased target segment diameter after nitroglycerin infusion (p = 0.001). Conclusions: The endothelial dysfunction was similarly present at the 15 mm segment distal to the treated segment, at 4 hours and 8 months after stenting. Sirolimus administered orally during 4 weeks to prevent restenosis did not affect the status of endothelium-dependent and independent vasomotion. / TEDE / BV UNIFESP: Teses e dissertações

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