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Interação da crisotila com células de carcinoma de pulmão humano em cultura: interferência com a mitose utilizando genes repórteres e microscopia em tempo real e estudo do potencial genotóxico / Chrysotile interaction with human lung carcinoma cell culture: interference on mitosis using report genes and real time microscopy and the study of genotoxic potential

Beatriz de Araujo Cortez 21 January 2010 (has links)
Asbesto é um nome geral dado a seis tipos de fibras minerais encontradas naturalmente na crosta terrestre. Estas fibras vêm sendo exploradas industrialmente desde 1970, porém diversos trabalhadores expostos às fibras apresentaram patologias no trato respiratório, como fibroses e carcinomas. Alguns tipos de fibra foram banidos do mercado, porém o tipo de asbesto crisotila ainda pode ser comercializado na maioria dos países. Estudos in vivo e in vitro tentam elucidar as alterações causadas pela exposição à asbesto nos tecidos e nas células que possam estar relacionadas ao aparecimento de doenças, e foi verificado que a exposição às fibras leva a quebras na dupla fita de DNA, estresse oxidativo, formação de células micronucleadas e células aneuploides. O presente estudo teve como objetivo verificar a presença de alterações causadas em células em cultura expostas à crisotila por 48 h e recuperadas em meio livre de fibras por 48 h, 4 dias e 8 dias, além de observar por microscopia em tempo real divisões aberrantes após a exposição as fibras por 24 e 48h. Foram verificadas alterações que permaneceram na cultura mesmo após 8 dias de recuperação, quando não foram mais observadas fibras na cultura, como formação de células aneuploides, diminuição de frequência de células em G0/G1, aumento de células em G2/M e aumento relativo de células em metáfase quanto à porcentagem de células em fases mais tardias da fase M do ciclo. Já aumento da frequência de células micronucleadas ocorreu apenas nos períodos quando foram observadas fibras na cultura. Para análise da formação de mitoses multipolares e destinos destas células foram construídos vetores para expressão de tubulinas fusionadas a proteínas fluorescentes RFP e GFP, padronizadas as condições de transfecção e de aquisição de imagens para que as células tratadas com crisotila fossem observadas por time-lapse. Alguns destinos de mitoses multipolares causadas pelo tratamento com crisotila foram observados, como morte em metáfase, divisão gerando duas ou três células filhas, fusão de células durante a telófase e retenção em metáfase. Os dados sugerem também a indução da amplificação centrossômica, que parece ocorrer inicialmente em células interfásicas, e também devido à fusão de células. / Asbestos is a general name given to six different fibrous silicate minerals found naturally in the earth\'s crust. These fibers are being exploited industrially since 1970, but several workers exposed to the fibers developed diseases in the respiratory tract, such as fibrosis and carcinomas. Some types of fiber were banished from the market, but the type of asbestos chrysotile can still be marketed in most countries. Studies in vivo and in vitro are trying to elucidate the asbestos effects in tissues and cells that could be related to the development of diseases, and these studies verified that asbestos exposure lead to DNA double strand breaks, oxidative stress, multinucleated and aneuploid cell formation. The present work aimed to verify the alterations in culture cells exposed to chrysotile for 48 h and recovered in fiber-free medium for 48 h, 4 days and 8 days, and also observe aberrant mitosis using time-lapse microscopy after 24 h and 48 h of chrysotile exposure. Some alterations were observed and remained in cell culture even after 8 days of recovery when chrysotile fibers were no longer observed - such as aneuploid cell formation, increased frequencies of G2/M cell, decreased frequencies of G1 cells, and increased frequencies of cells in early M phases as metaphase. The induction of micronuclei occurred only during the periods that fibers were observed in cell culture. For the analysis of multipolar mitosis formation and destinies of these cells after chrysotile treatment, DNA vectors for the expression of tubulins fused to fluorescent proteins (GFP and RFP) were constructed, and the conditions for cells transfection and image acquisition for time-lapse microscopy were established. The fate of some multipolar metaphases was observed: cell retention on metaphase, cell cycle progression generating two or three daughter cells, cell fusion during cytokinesis or during telophase after a multipolar anaphase, and cell death. The centrosome amplification was not observed during the M phase of cell cycle, and may occur in interphase, and also despite cell fusion.
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Nanocompósitos de polietileno/crisotila por polimerização in situ

Silva, Silene Pereira da January 2010 (has links)
Neste trabalho foi estudada a síntese de nanocompósitos de polietileno com crisotila original ou modificada. A crisotila foi tratada por três métodos distintos: Método A – aquecimento a 800 °C; Método B – lixiviação pela adição de ácido clorídrico 3 mol/L; Método C – lixiviação com ácido clorídrico 0,1 mol/L. As crisotilas foram caracterizadas por MEV-EDS, MET, DRX e DRIFTS. Após o tratamento térmico da crisotila a 800 °C, sua estrutura tornou-se totalmente disforme e aglomerada. Isto é justificado pela perda dos grupos OH de sua superfície. No método B, ocorreu à eliminação da camada de brucita pelo lixiviamento ácido, transformando a crisotila em uma sílica amorfa. No método C, observou-se uma estrutura de nanotubos similar ao da crisotila pura, indicando poucas alterações após o tratamento com ácido diluído. Os nanocompósitos sintetizados via polimerização in situ foram obtidos em todos os métodos estudados. Estas polimerizações apresentaram boas atividades catalíticas e as temperaturas de degradação dos nanocompósitos foram próximas ou superiores ao do polietileno puro. As imagens de MEV mostraram que os polímeros sintetizados ficaram mais fibrosos com a adição de crisotila. Através das micrografias de MET observou-se uma boa dispersão da nanocarga na matriz polimérica em nanocompósitos obtidos por uso de catalisador suportado. / In this work was studied the synthesis of polyethylene/chrysotile nanocomposites obtained with neat or modified chrysotile. The chrysotile was treated by three different methods: Method A - heating till 800 ° C; Method B – treated with hydrochloric acid 3 mol/L; Method C - treated with hydrochloric acid 0.1 mol/L. The treated chrysotiles were characterized by SEM-EDS, TEM, XRD and DRIFTS. The thermal treatment of the chrysotile at 800 °C, produced a shapeless and aggregated material obtained by the loss of OH groups. In method B, the brucite layer was removed by the concentrated acid, transforming chrysotile into amorphous silica. In the method C, verified a structure similar to the nanotubes of neat chrysotile, indicating little change after less concentrated acid treatment. The nanocomposites synthesized via in situ polymerization were obtained in all methods. These polymerizations showed good catalytic activities and the nanocomposites obtained higher degradation temperature than pure polyethylene. SEM images showed that the polymers became more fibrous with the addition of chrysotile. By the TEM micrographs it was observed a good dispersion of nanoparticles in the polymer matrix in nanocomposites by using supported catalyst.
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Estudo de fermentação alcoolica por celulas de Saccharomyces cerevisiae imobilizadas em Crisotila

Rigo, Mauricio 28 July 2018 (has links)
Orientador: Ranulfo Monte Alegre / Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia de Alimentos / Made available in DSpace on 2018-07-28T12:41:05Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Rigo_Mauricio_M.pdf: 17204691 bytes, checksum: 35d3a326cc266a4f482e37bf25b3e304 (MD5) Previous issue date: 2001 / Resumo: Crisotila é um mineral constituído de silicato de magnésio de hábito fibroso abundante no Brasil e pode ser usada como suporte mineral para células de levedura em fermentação contínua para produção de álcool com células imobilizadas, as quais não se movem livremente na fase aquosa do reator, contribuindo para elevar sua densidade celular que promove o aumento da velocidade de conversão de açúcar em álcool. Neste trabalho foi investigada a função catalítica da presença de crisotila em fermentações alcoólicas com células de Saccharomyces cerevisiae sob condições não assépticas. O meio nutriente empregado foi melaço de cana-de-açúcar diluído. O suporte foi embalado em sachês de organza e distribuído dentro do reator, o qual durante as fermentações contínuas reteve as fibras de crisotila com células imobilizadas dentro do reator, aumentando sua densidade celular e evitando problemas de instabilidade operacional do mesmo, devido ao entupimento provocado pelo acúmulo de fibras no tubo de saída de meio do reator. As fermentações alcoólicas em bateladas conduzidas com leveduras imobilizadas sobre o suporte apresentaram aumento de até 27 % na velocidade inicial de conversão de açúcares a etanol mais COz, em relação ao sistema controle sem presença de crisotila. Já nas fermentações contínuas com presença de crisotila em seu leito ocorreu aumento da produção de etanol nas diversas taxas de diluições investigadas, em relação a uma fermentação contínua sem crisotila, tomada como padrão. Esse aumento foi mais acentuado quanto maior a taxa de diluição / Abstract: Chrysotile is a constituted mineral of silicate of magnesium of fibrous abundant in Brazil and it can be used as mineral support for yeast cells in continuous fermentation for ethanol production with immobilizedcells, which don't move fteely in the aqueous phase of the reactor, contributing to elevate its cellular density that promotes the speed increase of the of conversion of sugar in alcohol. The catalytic role of chrysotile support on acceleration of alcohol fermentation under no aseptic conditions by Saccharomyces cerevisiae was investigated. The fermentation medium employed was sugar-cane molasses diluted and the support was wrapped in organza sachets and distributed inside of the reactor, which kept the chrysotile fibers with immobilized cells on the reactor bed during the continuous fermentations, increasing the cel lular density and avoiding problems of reactor instability due to the blockage provoked by fibers accumulation in the exit tube ofthe reactor. The alcoholics fermentations in batch process executed with yeasts immobilized on the support, the initial rate ofCOz was increase in roughly 27 %, during the first 30 minutes compared with systems containing no chrysotile. Already in the alcoholics continuous fermentations with chrysotile in the reactor bed happened increase of the ethanol production at the several dilutions rates investigated, in comparison to a similar fermentation without crisotila, taken as pattem. This increase was more accentuated as larger the dilution rate / Mestrado / Mestre em Tecnologia de Alimentos
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Crisotila como suporte para Saccharomyces cerevisiae : origem fisico-quimica da preservação da vitalidade

Cassiola, Flavia Maria, 1971- 31 July 2018 (has links)
Orientador : Ines Joekes / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Quimica / Made available in DSpace on 2018-07-31T15:42:31Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Cassiola_FlaviaMaria_D.pdf: 49442432 bytes, checksum: e9f150ca5ace58ade139af9956350ca9 (MD5) Previous issue date: 2001 / Doutorado
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Diferentes abordagens para o entendimento da aneuploidia: interferindo na mitose com o uso de crisotila e vincristina / Different approaches to understand aneuploidy: interfering with mitosis using chrysotile and vincristine

Beatriz de Araujo Cortez 22 August 2014 (has links)
A aneuploidia é uma característica dos tumores sólidos. Ela pode ser resultado de diferentes erros durante a mitose, como a amplificação centrossômica, mitoses multipolares, e anormalidades durante a citocinese. Hoje se sabe que a aneuploidia pode estar relacionada à supressão ou progressão tumoral dependendo do grau da aneuploidia e do contexto genético das células, e assim esforços vem sendo feitos a fim de elucidar quais erros durante a mitose estão relacionados à formação de células aneuploides viáveis e inviáveis. Estudos prévios do nosso grupo mostraram que tratamentos de células em cultura com fibras de crisotila e com vincristina levam a formação de células aneuploides. Agora direcionados nossos esforços para elucidar os mecanismos envolvidos na formação dessas células, investigando alterações nos centrossomos, número de cromossomos, e origens e destinos de mitoses multipolares após o tratamento com crisotila e com vincristina. As fibras de crisotila, em linhagens de células tumorais e normais, levaram a padrões de localização alterados de proteínas relacionadas à abscisão durante a citocinese, e ocorreu a regressão deste processo e consequente formação de apenas uma célula-filha com o dobro do conteúdo de cromossomos e de centrossomos. Nas duas linhagens estudadas essas células tetraploides progrediram no ciclo celular, gerando mitoses multipolares e consequente formação de células aneuploides. O tratamento com vincristina levou a respostas similares e também distintas em células normais e tumorais. Durante a retenção em metáfase ocorreu a fragmentação da matriz pericentriolar, e as células foram encaminhadas à morte celular ou à saída da mitose sem a ocorrência de divisão celular. Entretanto, células de origem normal tetraploides não progrediram no ciclo celular e não formaram mitoses multipolares, enquanto na linhagem tumoral as células apresentaram aumento da expressão de Aurora A e células com conteúdo cromossômico aumentado e aneuploide em mitoses multipolares. As mitoses multipolares formaram uma, duas ou três células e apresentaram diversas anormalidades no processo de divisão. As alterações observadas no número e composição dos centrossomos após o tratamento com as duas linhagens indicaram que processos de amplificação centrossômica ocorreram após o tratamento. Os dados foram compatíveis com a reduplicação dos centrossomos e com a formação de centríolos a partir do aumento da matriz pericentriolar. Os dados reunidos mostram que apenas células tumorais foram capazes de proliferar mesmo após diferentes erros mitóticos, enquanto células normais puderam apenas superar os erros ocasionados pelas fibras de crisotila / Aneuploidy is a feature of solid tumors. Aneuploid cells result from errors during mitosis, such as centrosome amplification, multipolar mitosis and cytokinesis abnormalities. The capability of aneuploidy to promote and to suppress tumorigenesis has driven the efforts to characterize mitotic errors that form viable and not viable aneuploid cells. We have previously shown that chrysotile, an asbestos fiber, and vincristine, a chemotherapeutic agent, are able to induce aneuploidy. Now we directed our focus to discover possible mechanisms involved in aneuploid cell formation. Herein we evaluated centrosome morphology, chromosome number, and origins and fates of multipolar mitosis after chrysotile and vincristine treatment. Chrysotile fibers, in normal and cancer cells, led to mislocalization of proteins involved in abscission, which resulted in cytokinesis regression and tetraploid cells. These cells were able to enter cell cycle, giving rise to multipolar mitosis and aneuploid cells. Vincristine treatment led to specific and common responses in normal and cancer cells. During metaphase arrest, pericentrosomal matrix was fragmented, and the cells could be conducted to mitotic slippage in both lineages. However, normal tetraploid cells could not progress through cell cycle and neither to form multipolar mitosis, while cancer tetraploid cells showed Aurora A overexpression, structural and numerical centrosome abnormalities, multipolar mitosis and high levels of aneuploidy. The results showed that cancer cells could proliferate even after several mitotic errors, while normal cells could only overcome errors induced by chrysotile treatment
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Caracterização tecnológica do minério de crisotila da mina de Cana Brava, GO / not available

Oliveira, Mirian Cruxen Barros de 23 August 1996 (has links)
Este trabalho, de carácter multidisciplinar, procura efetuar a necessária integração entre Geologia e Engenharia através da caracterização tecnológica do minério da Mina de Cana Brava na sua forma bruta até o produto comercial (fibra beneficiada). A mina de Cana Brava, da S.A. Mineração de Amianto (SAMA), localiza-se no maciço de mesmo nome, no município de Minaçu (GO), responde por quase todo o amianto produzido no pais. A mineralização relaciona-se com serpentinitos associados a rochas metabásicas e metaultrabásicas do Maçico de Cana Brava. Estes serpentinitos são oriundos de hidrotermalismo sobre dunitos ou peridotitos. Cortando os serpentinitos ocorrem veios de crisólita com direções, comprimentos e espessuras muito variadas. A jazida consiste de duas cavas a céu aberto, A e B, nas quais se lavram os corpos de minério. Para efetuar a caracterização global do minério desde a cava até o produto comercial, foram estudados: a rocha in natura, o material com granulometria <0,074 mm procedente da rocha britada e da rocha britada atritada, a fibra de crisotila no seu estado bruto, semi-bruto e beneficiado. Na rocha, os estudos, de caráter inédito, foram petrográficos e tecnológicos; nas fibras, foram mineralógicos e tecnológicos. Nas fibras brutas as propriedades mecânicas foram enfatizadas, por serem estas as mais importantes para a utilização no cimento-amianto. Todos os parâmetros obtidos nos vários ensaios efetuados, nos diversos tipos de materiais, foram correlacionados entre si. Observou-se que os tipos de serpentinito são facilmente distinguidos não só do ponto de vista macroscópico, como nos aspectos petrográfico e físico-mecânico. O serpentinito tipo 1 (SP-1), de cor marrom, é caracterizado pela presença frequente de minerais silicáticos remanescentes do protólito ultramáfico (olivina e piroxênio); os minerais do grupo das serpentinas são geralmente antigorita e/ou lizardita, secundados por crisotila, e os opacos são hematita e magnetita. Estas características petrográficas o tornam mais resistente mecanicamente, principalmente à compressão uniaxial. As fibras beneficiadas procedentes do SP-1 apresentam teores mais elevados de finos (<0,074 mm) e consequentemente, menores valores de índice de comprimento e de resistência à flexão. O serpentinito tipo 2 (SP-2), de cor verde, é caracterizado pela ausência dos minerais originais da rocha-mãe, sendo constituído predominantemente por serpentinas, das quais a crisotila é a mais comum; o mineral opaco principalmente é a magnetita. Como consequência desta mineralogia, o SP-2 é menos resistente à compressão e à abrasão; as fibras beneficiadas dele procedentes exibem menores teores de finos (<0,074 mm), maiores valores de índices de comprimento e de resistência à flexão. O serpentinito tipo 1/2 (SP-1/2) apresenta geralmente características intermediárias entre SP-1 e SP-2. O estudo mineralógico e mecânico das fibras brutas, foi realizado em duas etapas; na 1ª, procurou-se desenvolver um método adequado para medir sua resistência à tração; na 2ª, as fibras foram caracterizadas mineralógica e mecanicamente, revelando excelente qualidade e alta resistência à tração, com valores muito próximos para todas as amostras analisadas, tanto à temperatura ambiente, como após aquecimento a 300°C e a 500°C. Foi efetuado ainda, pela primeira vez, um estudo mineralógico do material com granulometria <0,074 mm, proveniente da rocha britada e da rocha britada atritada, de forma a se conhecer o comportamento de cada mineral frente aos processos de britagem e atrição. Observou-se que o comportamento dos minerais é diferenciado em relação ao tipo de processo mecânico envolvido (abrasão, britagem, atrição) e também em relação ao tipo de serpentinito. O estudo tecnológico das fibras semi-brutas e beneficiadas permitiu sua caracterização e discriminação por tipo de serpentinito. Finalmente, através da interação dos vários estudos setorizados verificou-se que o entendimento das características e propriedades da fibra beneficiada são dependentes, não só da natureza da fibra bruta, como da rocha hospedeira e de como ambas se comportam frente aos processos de desmonte, extração e beneficiamento. / This multidisciplinary work aims to achieve an integration of Geology and Engineering by technological characterization of the Cana Brava Mine ore from its crude state up to the milling fiber. The Cana Brava Mine belongs to the S.A. Mineração de Amianto (Sama) and is located in the like-named massif at the Minaçu country (GO). This mine accounts for nearly all the brazilian asbestos production. The mineralization took place in serpentinites which occur intermingled with the metabasic and metaultrabasic rocks of the Cana Brava Massif. The serpentinites were produced by hydrothermal action on dunites and peridotites. Chrysotile veins in variable directions, lengths and thicknesses cut the serpentinite body. The ore bodies are worked in two open pits, A and B. In order to make a global characterization of the ore, studies were executed on the natural rock, in the <0,074 mm grain-size material coming from both crushed and ball-milling rocks, and also on the crude fiber and fibers from pilot-plant and milling plant. Petrographical, mineralogical and technological unpublished studies were carried out in rock and in fiber samples. Being of major importance for the utilization of the asbestos-cement, the mechanical properties of the fiber were emphasized. The results obtained in analyses for the different types of material were correlated. It was found out that serpentinite types are easily distinguished under the physic-mechanical, petrografic and macroscopic point of view. The brown serpentinite type 1 (SP-1) frequently contains reliquiar silicate minerals (olivine and pyroxene); the serpentine minerals are usually antigorite and/or lizardite, with some chrysotile, and the opaque minerals are hematite and magnetite. Such petrographical composition makes the rock more resistant to mechanical stresses, especially to the uniaxial compression. The milling fiber from SP-1 generates a larger volume of <0,074 mm powder and therefore lesser length indices and weaker flexure strength. On the other hand, the green type 2 (SP-2) serpentinite does not contain minerals from the mother rock. It is constituted mainly by serpentines, among which crysolite is most frequent. The chief opaque mineral is magnetite. As a consequence, the SP-2 is less resistant to compression and abrasion, its milling fiber contains less <0,074 mm powder and exhibit larger length indices and stronger flexure strength. The properties of the type 1/2 serpentinite (SP 1/2) are usually intermediate between the ones of SP-1 and SP-2. The mechanical and mineralogical study of the crude fibers was effected in two stages; firstly, a proper way to measure the tensile strength was searched for and, secondly, the fibers were to be of prime quality and display close figures of high tensile strength for all analyzed samples, at a room temperature, or at 300°C and 500°C. Mineralogical examination of the <0,074 mm grain-size material was performed for the first time, on both crushed and ball-milling rock, so that the response of each mineral to the crushing and attrition processes has become known. Each process (abrasion, crushing, attrition) presented different results, according to the type of serpentinite analyzed. By technological examination it was possible to characterize and distinguish pilot-plant and milling fibers related to the various serpentinites. Finally, joining the several partial study results one could deduce that the characteristics and properties of the milling fibers depend not only on the nature of the crude fiber as well as on the host rock and also how they behave under the processes of blasting, mining and milling.
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Enzimas imobilizadas em crisotila e organogel : aplicação na resolução de acidos racemicos

Jesus, Paulo Cesar de January 1998 (has links)
Tese (Doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciencias Fisicas e Matematicas / Made available in DSpace on 2012-10-17T05:56:10Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2016-01-09T00:54:56Z : No. of bitstreams: 1 148818.pdf: 22345368 bytes, checksum: c956fdd898ca38171d6e759c50053878 (MD5) / Neste trabalho dois suportes diferentes foram avaliados para a imobilização de enzimas: o organo-gel contendo lipase de Chromobacterium viscosum (CVL), e a crisotila contendo a lipase de Candida cilindracea (CCL). Estes dois sistemas foram aplicados na resolução dos ácidos carboxílicos racêmicos (±)-2-metil-alcanóicos, (±)-3-metilpentanóico, (±)-2-etil-hexanóico, (±)-2-bromo-alcanóicos, (±)-citronélico, (±)-2-(pclorofenoxi)-propiônico, (±)-canforcarboxílico e o D,L-mandélico via esterificação enantiosseletiva com diferentes álcoois alifáticos, a 25'C em hexano. As enzimas demonstraram preferência pelo enantiômero com rotação óptica positiva para os ácidos (±)-2-metil-alcanóicos com excessos enantioméricos dos produtos na faixa de 54-85%. A CCL imobilizada em crisotila demonstrou preferência pelo enantiômero com rotação óptica negativa para o ácido (±)-2-bromo-octanóico com n-pentanol. Ácidos mais complexos como (±)-2-(p-clorofenoxi)-propiônico, (±)-canforcarboxílico e o D,Lmandélico não foi observado reação nos dois sistemas. Na reação do ácido (±)citronélico com n-pentanol foi observado a preferência pelo enantiômero com rotação óptica positiva na formação do éster para a CVL imobilizada em organo-gel, sendo os valores de excesso enantiomérico para o enantiômero não reativo e o produto de 29 e 48%, respectivamente. Com a CCL imobilizada em crisotila foi observado uma baixa formação de éster (3,19%). Estudos da adsorção da CCL em crisotila demonstraram ser este um processo físico. Os resultados obtidos demonstraram que tanto a crisotila bem como o organo-gel podem ser utilizados, com sucesso, como suportes para a imobilização de enzimas com posterior aplicações destes biocatalisadores em diversas reações em meio orgânico.
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Estudos de adsorção para remoção de metais e corantes de efluentes

Gamba, Adécio January 2001 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Curso de Pós-Graduação em Química / Made available in DSpace on 2012-10-19T06:03:54Z (GMT). No. of bitstreams: 0Bitstream added on 2014-09-25T21:57:06Z : No. of bitstreams: 1 182703.pdf: 15789050 bytes, checksum: 3b912d585130fd421bf9505171340cfc (MD5) / Neste trabalho foram estudados dois suportes como adsorventes para metais pesados e corantes: a pirita, FeS2, adsorvida com xantato de potássio e a crisotila. A adsorção dos metais foi acompanhada por Absorção Atômica e a dos corantes por UV-vis. A adsorção de metais pesados como o ferro (Fe+3), zinco (Zn+2), cobre (Cu+2), cádmio (Cd+2) e cromo (Cr+3) mostrou-se pouco eficiente quando o adsorvente foi a pirita adsorvida com xantato e ineficiente quando o adsorvente foi a crisotila. A pirita adsorvida com xantato também foi testada como adsorvente para corantes utilizados no tingimento de fibras têxteis. Para tanto foram utilizados os corantes: Vermelho Direto 3BL 135%, Vermelho Maxilon 2GL, Vermelho Remazol RR e Vermelho Disperso. Após ensaios preliminares foi observado que a pirita adsorvida com xantato possui propriedade adsorvente para os corantes estudados.
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Caracterização tecnológica do minério de crisotila da mina de Cana Brava, GO / not available

Mirian Cruxen Barros de Oliveira 23 August 1996 (has links)
Este trabalho, de carácter multidisciplinar, procura efetuar a necessária integração entre Geologia e Engenharia através da caracterização tecnológica do minério da Mina de Cana Brava na sua forma bruta até o produto comercial (fibra beneficiada). A mina de Cana Brava, da S.A. Mineração de Amianto (SAMA), localiza-se no maciço de mesmo nome, no município de Minaçu (GO), responde por quase todo o amianto produzido no pais. A mineralização relaciona-se com serpentinitos associados a rochas metabásicas e metaultrabásicas do Maçico de Cana Brava. Estes serpentinitos são oriundos de hidrotermalismo sobre dunitos ou peridotitos. Cortando os serpentinitos ocorrem veios de crisólita com direções, comprimentos e espessuras muito variadas. A jazida consiste de duas cavas a céu aberto, A e B, nas quais se lavram os corpos de minério. Para efetuar a caracterização global do minério desde a cava até o produto comercial, foram estudados: a rocha in natura, o material com granulometria <0,074 mm procedente da rocha britada e da rocha britada atritada, a fibra de crisotila no seu estado bruto, semi-bruto e beneficiado. Na rocha, os estudos, de caráter inédito, foram petrográficos e tecnológicos; nas fibras, foram mineralógicos e tecnológicos. Nas fibras brutas as propriedades mecânicas foram enfatizadas, por serem estas as mais importantes para a utilização no cimento-amianto. Todos os parâmetros obtidos nos vários ensaios efetuados, nos diversos tipos de materiais, foram correlacionados entre si. Observou-se que os tipos de serpentinito são facilmente distinguidos não só do ponto de vista macroscópico, como nos aspectos petrográfico e físico-mecânico. O serpentinito tipo 1 (SP-1), de cor marrom, é caracterizado pela presença frequente de minerais silicáticos remanescentes do protólito ultramáfico (olivina e piroxênio); os minerais do grupo das serpentinas são geralmente antigorita e/ou lizardita, secundados por crisotila, e os opacos são hematita e magnetita. Estas características petrográficas o tornam mais resistente mecanicamente, principalmente à compressão uniaxial. As fibras beneficiadas procedentes do SP-1 apresentam teores mais elevados de finos (<0,074 mm) e consequentemente, menores valores de índice de comprimento e de resistência à flexão. O serpentinito tipo 2 (SP-2), de cor verde, é caracterizado pela ausência dos minerais originais da rocha-mãe, sendo constituído predominantemente por serpentinas, das quais a crisotila é a mais comum; o mineral opaco principalmente é a magnetita. Como consequência desta mineralogia, o SP-2 é menos resistente à compressão e à abrasão; as fibras beneficiadas dele procedentes exibem menores teores de finos (<0,074 mm), maiores valores de índices de comprimento e de resistência à flexão. O serpentinito tipo 1/2 (SP-1/2) apresenta geralmente características intermediárias entre SP-1 e SP-2. O estudo mineralógico e mecânico das fibras brutas, foi realizado em duas etapas; na 1ª, procurou-se desenvolver um método adequado para medir sua resistência à tração; na 2ª, as fibras foram caracterizadas mineralógica e mecanicamente, revelando excelente qualidade e alta resistência à tração, com valores muito próximos para todas as amostras analisadas, tanto à temperatura ambiente, como após aquecimento a 300°C e a 500°C. Foi efetuado ainda, pela primeira vez, um estudo mineralógico do material com granulometria <0,074 mm, proveniente da rocha britada e da rocha britada atritada, de forma a se conhecer o comportamento de cada mineral frente aos processos de britagem e atrição. Observou-se que o comportamento dos minerais é diferenciado em relação ao tipo de processo mecânico envolvido (abrasão, britagem, atrição) e também em relação ao tipo de serpentinito. O estudo tecnológico das fibras semi-brutas e beneficiadas permitiu sua caracterização e discriminação por tipo de serpentinito. Finalmente, através da interação dos vários estudos setorizados verificou-se que o entendimento das características e propriedades da fibra beneficiada são dependentes, não só da natureza da fibra bruta, como da rocha hospedeira e de como ambas se comportam frente aos processos de desmonte, extração e beneficiamento. / This multidisciplinary work aims to achieve an integration of Geology and Engineering by technological characterization of the Cana Brava Mine ore from its crude state up to the milling fiber. The Cana Brava Mine belongs to the S.A. Mineração de Amianto (Sama) and is located in the like-named massif at the Minaçu country (GO). This mine accounts for nearly all the brazilian asbestos production. The mineralization took place in serpentinites which occur intermingled with the metabasic and metaultrabasic rocks of the Cana Brava Massif. The serpentinites were produced by hydrothermal action on dunites and peridotites. Chrysotile veins in variable directions, lengths and thicknesses cut the serpentinite body. The ore bodies are worked in two open pits, A and B. In order to make a global characterization of the ore, studies were executed on the natural rock, in the <0,074 mm grain-size material coming from both crushed and ball-milling rocks, and also on the crude fiber and fibers from pilot-plant and milling plant. Petrographical, mineralogical and technological unpublished studies were carried out in rock and in fiber samples. Being of major importance for the utilization of the asbestos-cement, the mechanical properties of the fiber were emphasized. The results obtained in analyses for the different types of material were correlated. It was found out that serpentinite types are easily distinguished under the physic-mechanical, petrografic and macroscopic point of view. The brown serpentinite type 1 (SP-1) frequently contains reliquiar silicate minerals (olivine and pyroxene); the serpentine minerals are usually antigorite and/or lizardite, with some chrysotile, and the opaque minerals are hematite and magnetite. Such petrographical composition makes the rock more resistant to mechanical stresses, especially to the uniaxial compression. The milling fiber from SP-1 generates a larger volume of <0,074 mm powder and therefore lesser length indices and weaker flexure strength. On the other hand, the green type 2 (SP-2) serpentinite does not contain minerals from the mother rock. It is constituted mainly by serpentines, among which crysolite is most frequent. The chief opaque mineral is magnetite. As a consequence, the SP-2 is less resistant to compression and abrasion, its milling fiber contains less <0,074 mm powder and exhibit larger length indices and stronger flexure strength. The properties of the type 1/2 serpentinite (SP 1/2) are usually intermediate between the ones of SP-1 and SP-2. The mechanical and mineralogical study of the crude fibers was effected in two stages; firstly, a proper way to measure the tensile strength was searched for and, secondly, the fibers were to be of prime quality and display close figures of high tensile strength for all analyzed samples, at a room temperature, or at 300°C and 500°C. Mineralogical examination of the <0,074 mm grain-size material was performed for the first time, on both crushed and ball-milling rock, so that the response of each mineral to the crushing and attrition processes has become known. Each process (abrasion, crushing, attrition) presented different results, according to the type of serpentinite analyzed. By technological examination it was possible to characterize and distinguish pilot-plant and milling fibers related to the various serpentinites. Finally, joining the several partial study results one could deduce that the characteristics and properties of the milling fibers depend not only on the nature of the crude fiber as well as on the host rock and also how they behave under the processes of blasting, mining and milling.
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Dissolução da crisotila brasileira na presença de dodecilsulfato de sodio e dipalmitoilfosfatidilcolina

Valentim, Iara Barros 31 August 2006 (has links)
Orientador: Ines Joekes / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Quimica / Made available in DSpace on 2018-08-07T18:47:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Valentim_IaraBarros_D.pdf: 957586 bytes, checksum: 1311d37d4e3ea52a252e10626fcd04c3 (MD5) Previous issue date: 2006 / Doutorado / Físico-Química / Doutor em Ciências

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