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The Development of Synchronous Vocalizations and Behaviors in Juvenile Male Wild Atlantic Spotted DolphinsUnknown Date (has links)
The ability of adult wild Atlantic spotted dolphins (Stenella frontalis) to
synchronize vocalizations and behaviors has been found to be a key factor in overcoming
much larger bottlenose dolphins during interspecies aggression (Cusick & Herzing,
2014). Furthermore, an adult baseline of behaviors and vocalizations during aggressive
events containing synchrony has been established (Myers, Herzing, & Bjorklund, 2017).
The present study examines juvenile aggression that contains bouts of synchrony to look
at the development of this valuable skill. Differences of duration between adult and
juvenile synchronous bouts, lag sequential analyses, frequencies of behavioral classes
depending on the age class of the aggressor-recipient dynamic, differences in the
frequencies of behavioral classes depending on the synchronous state and aggressorrecipient
dynamic, and differences in behavioral classes exhibited by adults and juveniles
during different synchronous states were analyzed. Adults, across group size, were able
to maintain physical synchrony for a longer duration. Juveniles were often in loose synchronous groups before forming into a tight synchronous group as seen in adult
synchrony. Vocal synchrony during adult aggression in terms of synchronized squawks
were longer in duration than vocal synchrony during juvenile aggression. Juveniles used
more pursuit behaviors during aggression, which indicates practice of a behavior that was
found to be the most frequently used in interspecies aggression (Volker, 2016).
Additionally, when adults were present in juvenile aggression, they used fewer
aggressive behavioral classes demonstrating self-handicapping based on their opponent.
This illustrates that there is a learning period for both vocal and physical synchrony for
juvenile dolphins and that juvenile aggression, or play-fighting, is an important aspect of
the development of these skills. This study is the first to describe juvenile synchrony in a
population of wild Atlantic spotted dolphins. / Includes bibliography. / Dissertation (Ph.D.)--Florida Atlantic University, 2018. / FAU Electronic Theses and Dissertations Collection
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Influência do ambiente marinho no padrão de distribuição e na estrutura genética de mamíferos marinhos predadores de topo de cadeiaAmaral, Karina Bohrer do January 2018 (has links)
Duas espécies de cetáceos apresentam padrões de distribuição peculiares ao longo da costa brasileira, muito provavelmente em resposta às condições hidrográficas e topográficas que ocorrem entre 20 e 33°S. A primeira espécie, a franciscana ou toninha (Pontoporia blainvillei), é um golfinho de distribuição restrita do Brasil até a Argentina, que ocorre primariamente na plataforma continental interna, raramente ultrapassando os 50 m de profundidade. Já a segunda espécie, o golfinho-pintado-do-Atlântico (Stenella frontalis), é um golfinho de distribuição restrita ao Oceano Atlântico, que ocupa principalmente a plataforma continental. Estas duas espécies apresentam hiatos ao longo da sua distribuição no Brasil que tem consequências na morfologia e estrutura genética das espécies. Através da aplicação de diferentes métodos, o principal objetivo deste estudo foi investigar a influência do ambiente marinho no padrão de distribuição e na estrutura genética destas duas espécies com ênfase na costa brasileira. No primeiro capítulo, investigou-se a relação do ambiente marinho com o padrão de distribuição da franciscana. Para tanto, uma revisão e atualização da distribuição das áreas de manejo da franciscana (FMA), e dos limites dos hiatos, ao longo do Brasil foram realizadas. Análises de nicho ecológico sugerem que os hiatos fazem parte do nicho fundamental da franciscana que seriam, portanto, relativamente adequados para a espécie.No entanto, o estreitamento da plataforma continental parece ser o principal fator que explica a ausência da espécie nos hiatos e, inclusive poderia explicar a diferenciação genética entre algumas FMAs No segundo e terceiro capítulos, a relação entre similaridade genética e distâncias geográficas e ambientais foram investigadas para o golfinho-pintado-do- Atlântico em duas escalas: ao longo de praticamente toda distribuição e em uma escala mais restrita com ênfase no Brasil. Populações geneticamente distintas ao longo de toda distribuição da espécie foram identificadas com base em um marcador mitocondrial, que podem ser resultado Isolamento por Distância e Isolamento por Resistência, relacionados tanto com condições ambientais contemporâneas quanto do passado (Último Glacial Máximo). As análises de estrutura populacional do golfinho-pintado-do-Atlântico no Brasil, investigada mais profundamente com marcadores genômicos, indicam ao menos a existência de três populações (Brasil, Colômbia e Oceânica) suportanto, portanto, a hipótese de uma população isolada no sudeste do Brasil. De forma geral, conclui-se que o ambiente marinho e, principalmente, fatores como extensão da plataforma continental, batimetria e temperatura tem um papel fundamental para explicar o padrão de distribuição destas espécies no Brasil. Além disso, outros processos podem estar envolvidos na estruturação genética do golfinho-pintado-do-Atlântico e também da franciscana como, por exemplo, estrutura social, filopatria e a história evolutiva destas espécies. O maior desafio para conservação da franciscana é seu status de Criticamente Ameaçada no Brasil e, em relação ao golfinho-pintado-do-Atlântico é a deficiência de dados. Uma vez que ambas espécies ocorrem na porção mais desenvolvida do país, os resultados aqui obtidos têm impacto direto na conservação destas espécies, porque trazem informações que podem ser utilizadas em planos futuros de conservação e manejo. / Along Brazilian coastal waters, either franciscana and Atlantic spotted dolphins exhibited distributional gaps, which is most likely resulting from changes in the environmental features between 20 and 33°S. The former species, franciscana (Pontoporia blainvillei), is a river dolphin with restricted distribution from Brazil to Argentina, recorded mainly up to 50 m deep over the inner shelf. The second species, Atlantic spotted dolphin (Stenella frontalis), is a delphinine dolphin distributed across the Atlantic Ocean, being mainly recorded over the continental shelf. The distribution patterns that these species showed in Brazil have a direct influence on the morphology/ecology and genetic struture of both species. Different approaches were applied to address the main goal of this study, which was investigating the influence of marine environment in shaping the distribution pattern, as well as genetic strcuture of franciscana and Atlantic spotted dolphin with emphasis in the Brazilian coastal waters. In the first chapter, I investigated the franciscana distribution in Brazil using an ecological niche modeling approach. In order to do that, I performed a review of records of the species along Brazial and, updated the limits of franciscana management areas (FMAs) and distributional gaps. The results suggested that gaps are within franciscana fundamental niche and, therefore, both gaps would be suitable for franciscana. However, the narrow of continental shelf seems to be the main factor inhibiting the presence of franciscana in these areas. Furthermore, the narrowing of continental shelf play a role to explain the genetic differentiation among FMAs. In the second and third chapters, the relationship between genetic distances and geographic and environmental distances were investigated both in a restrict and a broad scale. I found genetically distinct populations 12 across Atlantic spotted dolphin distribution based on mtDNA, that are probably resulting of Isolation-by-Distance and Isolation-by-Resistance related both with contemporary and past conditions (e.g. Last Glacial Maximum). Furthermore, I investigated population struture using genomic markers (Single Nucleotide Polymorphisms, SNPs) across Western South Atlantic, Caribbean and Eastern Atlantic. The results suggested at least three different populations, and therefore, confirmed previous hypothesis of an isolated population in the southeastern Brazil. Overall, I concluded that marine envinronment, especially the extension of continental shelf, bathymetry and sea surface temperature, are the main factors that explaning the distribution pattern of franciscana and Atlantic spotted dolphin in Brazil. Besides that, other process such as, social structure and phylopatry, as well as biogeographical process might be investigated in further studies. Franciscana is considered “Critically endangered” in Brazil, and Atlantic spotted dolphin has not enough data to determine its conservation status. Since both species are recorded in the most developed region of the country with high anthropic pressure, my results could help in future management and conservation plans for both species in a regional scale.
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THE EFFECT OF HABITAT FRAGMENTATION ON THE SPATIAL POPULATION GENETIC STRUCTURE OF SOUTHERN PINE BEETLE (DENDROCTONUS FRONTALIS)Hailu, Solomon Ghebremeskel 01 May 2011 (has links)
Southern pine beetle (SPB), Dendroctonus frontalis (Zimmerman), is one of the most destructive insect pests of pine trees in southern United States, Mexico and Central America. There is relatively little information on the effect of habitat fragmentation on the connectivity and the spatial population genetics of SPB. This study therefore, adds to previously generated information by assessing how habitat fragmentation affects the spatial population genetic structure of SPB. It also introduces a new approach to the study of bark beetle population dynamics by assessing how landscape variables shape their effective dispersal. To address this issue, a suite of eight highly polymorphic DNA microsatellite markers were used to measure SPB movement over a representative range of SPB habitat and non-habitat (matrix). At the broadest scale, highly significant genetic differentiation suggests that the sampled populations are not panmictic. Loci with higher variability yielded higher resolution for both the infinite allele model based measure of differentiation (FST) and the stepwise mutation based measure (RST) estimates. It is apparent that allelic frequency differences, allelic size ranges and repeat motif played a role in the observed patterns of pair-wise differentiations between the sampled localities. It is supposed that gene flow, wide-range dispersal and recent divergent time could have contributed to the lower level of genetic structure observed in the pair wise estimates. The sampled populations did not show any differentiation attributable to the host species from which they were collected. Mantel test of genetic distance and Euclidean geographic distance revealed no correlation. Mantel tests of the correlation between genetic distance and cost weighted Euclidean distances also suggest that dispersal of SPB across geographic barriers is not significantly reduced. Thus, landscape features and host preference do not appear to have had an impact on population genetic structure of SPB. Since movements of these beetles were not significantly hindered by environmental factors like major rivers, roads, elevation and host type, it is advisable for regional pest management offices to put an effort and coordinate their prevention and management plans in a broader scale to alleviate the problem associated with this native insect pest. Disequilibrium in the observed homogenized pattern of the beetle in this study suggests human contribution in the dispersal of SPB. Therefore, stringent control is deemed necessary in transportation of logs. This could improve our pest management system hence its positive implication in timber industry is obvious.
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The Physiological Control of Verbal BehaviorField, Douglas Preston 08 1900 (has links)
The current study sought to investigate whether physiological responses, such as the electrodermographic response (EDG) and/or the frontalis muscle electrical potential (EMG) could be developed as a source of control over verbal responses. Discrimination training procedures using points exchangeable for money were employed to condition verbal responses occasioned by minute interoceptive events with 2 adult human subjects. Specific verbal responses were reinforced in the presence of changes in EDG with Sl and EDG and EMG with S2. Stimulus control over differentiated verbal responses was demonstrated with both subjects. The results suggest that minute interoceptive events can enter into controlling relations with verbal responses and that this control is partially a function of the size or range of physiological responses as well as conditioning history.
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Beitrag frontaler und parietaler Hirnregionen zu semantischen und phonologischen Entscheidungen im gesunden Gehirn: Eine Studie mit transkranieller MagnetstimulationWeigel, Anni 05 December 2017 (has links)
Sprache stellt unsere elementare Fähigkeit zur Kommunikation dar. Durch sie wird die Assoziation von Lauten und Symbolen mit Bedeutungen möglich. Um Sprache jedoch praktisch nutzen zu können, müssen im Gedächtnis sensorische Information mit motorischen Systemen verknüpft werden (Price, 2000). In der vorliegenden Untersuchung wurden zwei für das Sprachverständnis wichtige linguistische Komponenten, die phonologische und semantische Verarbeitung, unterschieden (Poldrack et al., 1999). Die Semantik beschäftigt sich mit der Bedeutungsanalyse, die Phonologie dagegen mit der Lautanalyse. Die Geschichte der modernen Sprachforschung begann im 19. Jahrhundert. Bedeutende erste Erkenntnisse stammen dabei von Wernicke (1874) und Broca (1861). Anhand ihrer Untersuchungen klinischer Läsionen konnte dem ‚Broca-Areal’ im linken IFG eine wichtige Funktion in der Sprachproduktion und dem ‚Wernicke-Areal’ im linken posterioren Gyrus temporalis superior eine wichtige Funktion für das Sprachverständnis zugeschrieben werden. Diese Erkenntnisse wurden durch Lichtheim (1885) im ersten klassischen Sprachmodell zusammengefasst.
Anhand neuer Forschungen konnten in den letzten Jahren detailliertere und komplexere Modelle zum Sprachverständnis und zur Sprachproduktion entwickelt werden (z.B. Hickok & Poeppel, 2004), die darauf hinweisen, dass das klassische Broca-Wernicke-Lichtheim Modell zu einfach dargestellt ist (Dronkers et al., 2004; Graves, 1997; Shalom & Poeppel, 2008).
Aktuelle Studien zu neurobiologischen Korrelaten für das Verständnis von Sprache basieren zum Teil auf modernen bildgebenden Verfahren wie fMRT und PET, welche die Möglichkeit bieten, ein spezifisches Verhalten mit kortikaler Aktivität zu assoziieren. Zudem boten neue Techniken das Privileg, nicht mehr nur Studien an Patienten mit klinischen Läsionen durchführen zu können, sondern nun auch physiologische Korrelate an gesunden Probanden zu untersuchen (Bookheimer, 2002; Devlin et al., 2002; Zatorre et al., 1996). Dies brachte die Chance hervor, unabhängig von Reorganisationsprozessen klar abgrenzbare Hirnareale, ihre Funktionen und Interaktionen genauer zu untersuchen und damit das bisherige Verständnis der kortikalen Sprachverarbeitung immens zu erweitern (Price, 2000).
Eine weitere technische Neuerung wurde 1985 mit der transkraniellen Magnetstimulation (TMS) vorgestellt. Die TMS ist eine einfache, schmerzlose, nichtinvasive Alternative zur elektrischen Stimulation des Gehirns. Über ein zeitlich veränderliches magnetisches Feld in einer Spule wird ein Stromfluss im unterliegenden Gewebe induziert und die kortikale Funktion beeinflusst (Barker et al., 1985). Obwohl diese Technik zunächst vorrangig zur Erforschung motorischer Funktionen genutzt wurde, kann sie heute vor allem auch in Kombination mit der funktionellen Bildgebung und als nicht-invasive Möglichkeit dienen um die Relevanz eines spezifischen Areals für die Durchführung bestimmter (Sprach-)Aufgaben aufzuzeigen (Devlin & Watkins, 2008; Hartwigsen et al., 2010b; Sparing et al., 2001; Tarapore et al., 2013).
In der vorliegenden TMS-Studie wurden vier Sprachareale auf ihre Relevanz für die beiden linguistischen Komponenten Phonologie und Semantik untersucht. Dabei wird nicht nur auf die Funktion der einzelnen Regionen für die Bearbeitung phonologischer und semantischer Aufgaben fokussiert, sondern zudem in Zusammenschau mit der Vorstudie (Hartwigsen et al., 2016) die Existenz zweier relevanter Netzwerke postuliert.
In Analogie zum visuellen System gingen bereits Hickok & Poeppel (2004) von einem fronto-temporo-parietalen dualen Bahnsystem aus, welches sich in einen dorsalen (sensorisch-motorischen) und einen ventralen (sensorisch-konzeptuellen) Strom gliedern lässt. Die phonologische Sprachverarbeitung wird dabei vom dorsalen Strom verkörpert und der ventrale Strom scheint für die semantischen Bezüge verantwortlich zu sein (Saur et al., 2008).
Da vorherige Studien bereits Aktivierungen sowohl im aIFG (Dapretto & Bookheimer, 1999; Gough et al., 2005; Poldrack et al., 1999; Wagner et al., 2000) als auch im ANG (Binder et al., 2009; Mechelli et al., 2007; C J Price, 2000) bei semantischen Aufgabenstellungen aufzeigen konnten und der Beleg für eine Relevanz des pIFG (Martha W Burton et al., 2005; Devlin & Watkins, 2007; Hartwigsen, Price, et al., 2010; Paulesu et al., 1993) und SMG (Hartwigsen et al., 2010a; Sliwinska et al., 2012; Stoeckel et al., 2009; Zatorre et al., 1996) bei phonologischen Analysen gebracht wurde, war das Ziel der vorliegenden Studie, das Vorhandensein zweier Netzwerke aufzuzeigen und die funktionelle Integrität sowie Zusammenarbeit oder Kompensationsmechanismen der Regionen untereinander darzustellen.
Die Grundlage für die Untersuchungen bot die Vorstudie von Hartwigsen et al. (2016). Mit Hilfe einer konditionierenden offline Stimulation in Kombination mit akuter online Interferenz wurden hierbei jeweils ein parietales Areal (SMG oder ANG) und ein frontales Areal (aIFG oder pIFG) gleichzeitig in ihrer Funktion beeinträchtigt. Die Ergebnisse belegten allgemein die Hypothesen anderer Autoren, einer semantischen Verarbeitung in den beiden Arealen ANG und aIFG sowie einer Beteiligung von pIFG und SMG an der Lösung phonologischer Aufgaben. Aus der kombinierten Stimulation eines für eine Aufgabe spezifischen Areals mit einem der jeweiligen anderen Aufgabe zugeordneten Kontrollareal (pIFG und ANG, aIFG und SMG) konnten zudem Vermutungen auch über die funktionelle Relevanz der einzelnen Regionen angestellt werden. Die Ergebnisse führten zu den Hypothesen, dass kortikale parieto-frontale Netzwerke für die Verarbeitung semantischer und phonologischer Aufgaben existieren, die Relevanz der Einzelregionen für die Einordnung in semantische und phonologische Kriterien jedoch unterschiedlich ist. Somit bestätigte sich, dass eine multifokale TMS der beiden Areale aIFG und ANG zu einer signifikant verlängerten mittleren Reaktionszeit für die semantische im Vergleich zur phonologischen Aufgabe führt, eine unifokale TMS eines der beiden Areale in Verbindung mit Stimulation eines phonologischen Kontrollareals jedoch keine Beeinträchtigung hervorruft. Die funktionelle Integrität eines der beiden Areale ist somit vermutlich von der funktionellen Integrität des anderen abhängig und bei einer Läsion eines semantischen Areals im Netzwerk erfolgt eine Kompensation durch das jeweils andere. Diese Kompensation ermöglicht es, eine weiterhin korrekte und nicht verlangsamte semantische Entscheidung vornehmen zu können.
Andererseits ergaben die Untersuchungen der phonologischen Areale, dass sowohl eine multifokale Stimulation als auch die unifokale Stimulation von pIFG und SMG zu signifikant längeren Reaktionszeiten phonologischer Entscheidungen führten. Dies lässt die Hypothese zu, dass die beiden Areale gemeinsam einen entscheidenden aber unterschiedlichen Beitrag für die Phonologie liefern und beide Regionen wichtig für die Durchführung phonologischer Aufgaben sind.
Da in der Vorstudie nicht ausgeschlossen werden konnte, dass auch die aktive Stimulation der gewählten Kontrollareale einen Einfluss auf die Reaktionszeiten und Fehlerraten gehabt haben könnte, wurde in der vorliegenden Untersuchung die jeweilige aktive Stimulation eines Kontrollareals in jeder Sitzung durch eine Placebo-Stimulation ersetzt. Die experimentellen Bedingungen wurden ansonsten möglichst genau an die Vorstudie angepasst. Dies ermöglichte es, jedes Areal einzeln und unabhängig von den Funktionen anderer kortikaler Regionen zu testen. Die 17 hier untersuchten gesunden Probanden mussten in vier Sitzungen mit jeweils einer effektiven Stimulation und einer Placebo-Stimulation insgesamt 60 Wörter nach ihrer Silbenzahl (2 oder 3 Silben) und 60 Wörter anhand ihrer Herkunft (vom Menschen gefertigt/natürlich) einordnen. Alle Probanden erhielten in jeder Sitzung genau über einem der vier Areale eine effektive Stimulation. Die Ergebnisse konnten nun validierte Kenntnisse zur Relevanz der einzelnen Regionen und – gemeinsam mit den Erkenntnissen der Vorstudie - zur gemeinsamen Verarbeitung im phonologischen und semantischen Netzwerk liefern. Insgesamt bestätigten die Resultate der vorliegenden Studie die Hypothesen der Vorstudie. Es wird somit von einem semantischen Netzwerk ausgegangen, in welchem der aIFG und der ANG einen entscheidenden Beitrag leisten. Beide Regionen wirken demnach maßgeblich aber wahrscheinlich auch in ihren spezifischen Aufgaben überschneidend, an der semantischen Verarbeitung mit. Eine Läsion eines der beiden Areale genügt jedoch nicht, um die Prozessierung semantischer Inhalte signifikant zu stören. Dies bestätigt die Hypothese eines Kompensationsmechanismus innerhalb des parieto-frontalen semantischen Netzwerks.
Der ANG scheint einerseits für die Integration in den Kontext und den Abruf gespeicherter semantischer Informationen zuständig zu sein (Binder et al., 2009; Geschwind, 1965), aber auch der aIFG hat Aufgaben in der semantischen Wortanalyse (Price, 2010) und verarbeitet vermutlich die Informationen zu den Verhältnissen von Wörtern zueinander (Bookheimer, 2002).
Das phonologische Netzwerk hingegen scheint anfälliger für eine Störung durch eine virtuelle Läsion zu sein. Hier zeigten sich signifikante Beeinträchtigungen der Reaktionszeiten sowohl nach unifokalen Stimulationen der vorliegenden Studie als auch nach den multifokalen Stimulationen der Vorstudie. Die Reaktionszeiten waren im Vergleich zur semantischen Aufgabe signifikant verlängert. Dies schließt also Kompensationsmöglichkeiten von Läsionen der Regionen untereinander aus. Vielmehr sprechen die Ergebnisse für die Relevanz jedes einzelnen der beiden Areale pIFG und SMG für die korrekte und effektive Bearbeitung phonologischer Entscheidungen. Es wäre zudem möglich, dass sich eine Stimulation eines Areals über die im Vergleich zur Semantik eher kürzeren strukturellen Verbindungen (vgl. Klein et al., 2013) rasch ausbreitet und so in kurzer Zeit auch eine Störung des anderen Areals, also eine „Doppelläsion“ bewirkt.
Vorherige Studien postulierten, dass der SMG eher der Speicherung von Wörtern im Arbeitsgedächtnis dient (Becker et al., 1999; Vigneau et al., 2006), wohingegen dem pIFG eher eine Rolle in der eigentlichen phonologischen Beurteilung und dem ‚Rehearsal’ (inneres Sprechen) zugeordnet wird (Romero et al., 2006). Diese beiden Prozesse stellen zwei gut differenzierte Aufgabenbereiche dar, durch welche nur bei Funktionsfähigkeit beider gemeinsam eine phonologische Entscheidung adäquat vorgenommen werden kann.
Zusammenfassend belegen die Ergebnisse beider Studien, dass das semantische Netzwerk, welches insgesamt über weiter ausgebreitete kortikale Verbindungen verknüpft ist als das phonologische Netzwerk, eine stärkere Widerstandsfähigkeit gegenüber unifokalen Läsionen bietet. Semantische Entscheidungen benötigen daher nur ein intaktes Areal (aIFG oder ANG), wohingegen die Störung eines phonologischen Areals bereits zur Beeinträchtigung der phonologischen Aufgabenbearbeitung führt.
Es obliegt weiteren Studien, die genauen Funktionen der Regionen im Netzwerk zu untersuchen, um spezifischere Erkenntnisse über die Verknüpfung sprachlicher Areale zu erlangen und Symptome klinischer Läsionen zukünftig noch besser verstehen zu können. Dies bietet die Grundlage für die Entwicklung neuer Therapien und könnte es in Zukunft ermöglichen, beispielsweise Aphasien nach Schlaganfällen oder in Folge von Hirntumoren besser verstehen und behandeln zu können.:1 Einleitung
1.1 Was ist Sprache? Zur Geschichte der Sprachforschung
1.2 Entwicklung der TMS in der Sprachforschung
1.3 Was bedeutet Phonologie?
1.4 Was ist Semantik?
1.5 Relevante Hirnregionen für Phonologie und Semantik
1.5.1 Einzelregionen
1.5.2 Netzwerke
1.6 Ziele der Arbeit und Aufgabenstellung
2 Material und Methoden
2.1 Transkranielle Magnetstimulation (TMS)
2.1.1 repetitive transkranielle Magnestimulation (rTMS)
2.2 Magnetresonanztomographie
2.3 stereotaktische Spulenpositionierung
2.4 Stimuli
2.5 Probanden
2.6 Ablauf
2.7 Hypothesen der Arbeit
2.8 experimentelles Design und statistische Datenauswertung
3 Ergebnisse
3.1 Reaktionszeiten
3.1.1 Phonologie
3.1.2 Semantik
3.2 Fehlerraten
3.3 Auswertung
3.3.1 Phonologie
3.3.2 Semantik
4 Diskussion
4.1 Phonologie
4.1.1 Beitrag des SMG und pIFG zu phonologischen Entscheidungen
4.1.2 TMS-Läsionsausbreitung im phonologischen Netzwerk
4.2 Semantik
4.2.1 gegenseitige Beeinflussung des aIFG und ANG bei der Bearbeitung der semantischen Aufgabe
4.2.2 spezifische Bedeutung des aIFG und ANG für die Semantik
4.2.3 semantisches Netzwerk
4.3 Ausblick
4.3.1 therapeutischer Nutzen
4.3.2 offene Fragen und weitere Forschungsgrundlagen
5 Zusammenfassung
6 Literaturverzeichnis
7 Anlagenverzeichnis
8 Erklärung über die eigenständige Abfassung der Arbeit
9 Publikation
10 Danksagung
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Southern pine beetle colonization: Dispersal phenology and host selectionThomason, John William 10 May 2024 (has links) (PDF)
The southern pine beetle, Dendroctonus frontalis Zimmermann (Coleoptera: Curculionidae), is a prime example of a bark beetle of high ecological and economical importance. As these bark beetles adapt to a changing environment, forest managers must continue to evolve management strategies to improve forest resilience to these pests. Herein, we examined the validity of phenological trap timing cues for the annual spring D. frontalis risk assessment survey and found the traditional use of flowering dogwood (Cornus florida) (Cornaceae) bloom occurred an average of 3 weeks after peak D. frontalis spring flight activity. We also examined the natal host influence on adult beetle host selection to explore a possible explanation for the lower occurrence of D. frontalis infestations in longleaf (Pinus palustris) vs. loblolly pine (Pinus taeda) (both Pineaceae). The laboratory choice tests performed showed no selection preference based on natal host.
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Blepharospasmus vom Levator-Inhibitions-Typ, Analyse von Patienten nach Lid-Frontalis-Suspensions-Operation und Literaturübersicht / Blepharospasm of Levator-Inhibition-Type, Analysis of patients after a Lid-to-frontalis-Suspension and Literature-OverviewKarapantzou, Chrisanthi 22 July 2014 (has links)
No description available.
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Porotic hyperostosis differential diagnosis and implications for subadult survivorship in prehistoric west-central Illinois /Bauder, Jennifer M. January 2009 (has links)
Thesis (Ph. D.)--State University of New York at Binghamton, Department of Anthropology, 2009. / Includes bibliographical references.
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Untersuchungen zur semantischen Integration beim auditiven SprachverständnisWendt, Christin 12 December 2017 (has links)
Bisherige Bildgebungsstudien haben gezeigt, dass die Integration semantischer Information in den Satzkontext mit einer Aktivierung links-hemisphärischer frontotemporaler Hirnregionen assoziiert ist [1]. Die Aktivierungsmuster werden dabei in Abhängigkeit von der Schwierigkeit der semantischen Integration moduliert, wobei der Grad der Prädizierbarkeit des finalen Nomens eine große Rolle spielt. Um diesen zu variieren, wurden Sätze mit erwarteten, unerwarteten, semantisch inkorrekten und Pseudowort-Endungen experimentell im Rahmen einer lexikalischen Entscheidungsaufgabe verglichen. Bisherige Bildgebungsstudien haben dieses Paradigma vornehmlich visuell präsentiert [1]. Im Gegensatz dazu wurde in dieser Studie die semantische Integration beim auditiven Sprachverständnis untersucht. Die vorliegenden Ergebnisse deuten darauf hin, dass sowohl der Gyrus frontalis inferior als auch der Gyrus temporalis medius Kernreale für die semantische Integration beim auditiven Sprachverständnis darstellen. Die Konnektivitätsanalysen liefern zudem Hinweise darauf, dass diese Hirnregionen Teil eines fronto-temporalen Netzwerkes sind, das auf eine erhöhte Schwierigkeit beim Abruf und der Integration semantischer Information reagiert. Insgesamt zeigt sich ein Effekt der Integrationsschwierigkeit sowohl in den Verhaltenseffekten, als auch in den Hirnaktivierungen und der überregionalen Konnektivität. Das verwendetet Paradigma ist damit ein valides Instrument für die Untersuchung der semantischen Integration beim auditiven Sprachverständnis.
Referenzen:
[1] Baumgaertner, A., C. Weiller, and C. Buchel, Event-related fMRI reveals cortical sites involved in contextual sentence integration. Neuroimage, 2002. 16(3), S. 736-45.:1 Einführung und theoretischer Hintergrund 1
1.1 Modelle zur Sprachverarbeitung – vom 19. Jahrhundert bis zur Gegenwart 2
1.2 Aktuelle Befunde zur semantischen Sprachverarbeitung 6
1.2.1 Der Gyrus frontalis inferior 7
1.2.2 Der Gyrus temporalis medius 8
1.2.3 Temporofrontale Interaktionen beim Sprachverständnis 9
1.3 N400 und BOLD-Signal als funktionelle und anatomische Korrelate der Sprachverarbeitung 10
1.4 Einordnung der vorliegenden Studie 11
2 Aufgabenstellung 15
3 Material und Methoden 16
3.1 Versuchspersonen 16
3.2 Funktionelle Magnetresonanztomographie 16
3.3 Durchführung und Versuchsaufbau 17
3.3.1 Stimuli 17
3.3.2 Experimentelles Design 19
3.3.3 Messparameter 20
3.3.4 fMRT-Experiment 20
3.4 Datenauswertung 22
3.4.1 Verhaltensdaten 22
3.4.2 fMRT-Daten 23
4 Ergebnisse 29
4.1 Verhaltensdaten 29
4.1.1 Fehlerraten 29
4.1.2 Reaktionszeiten 31
4.2 fMRT-Daten 33
4.2.1 Haupteffekte 33
4.2.2 Differentielle Effekte 38
4.2.3 Psychophysiologische Interaktionen 48
5 Diskussion 53
5.1 Verhaltensdaten 53
5.1.1 Fehlerraten 53
5.1.2 Reaktionszeiten 54
5.2 fMRT-Daten 55
5.2.1 Diskussion der Haupteffekte und der differentiellen Effekte 55
5.2.2 Diskussion der PPI Ergebnisse 64
5.3 Fazit und Ausblick 68
6 Zusammenfassung 70
7 Literaturverzeichnis 75
8 Anhang 86
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Efeito da suspensão frontal com fáscia muscular na cinemática palpebral / The effect of frontalis slings with muscular fascia in the eyelid\'s kinematicsBaccega, Adriano Antonio 18 May 2018 (has links)
O objetivo do estudo foi avaliar parâmetros da cinemática palpebral durante o piscar espontâneo e movimentos sacádicos palpebrais em pacientes com ptose congênita submetidos à correção cirúrgica pela técnica de suspensão frontal com fáscia muscular. Com um sistema de câmeras de captação infravermelha para análise tridimensional de movimentos foi feito registro simultâneo de movimentos de supercílio e de pálpebra. Para análise do piscar espontâneo foram avaliados 17 pacientes com ptose congênita que realizaram correção cirúrgica pela técnica de suspensão frontal com utilização de fáscia muscular autógena (n=14), e fáscia lata preservada (n=3), e para o estudo do movimento sacádico palpebral, a avaliação foi dos 14 pacientes que utilizaram apenas fáscia autógena. Um grupo controle com 17 indivíduos normais também foi medido. Para análise do piscar espontâneo um programa foi utilizado para medidas de amplitude e velocidade máxima de movimento durante a observação de um filme comercial por 5 minutos. Para análise do movimento sacádico palpebral foram realizadas medidas em 10, 20, 30, 40 e 50 graus do olhar para baixo. A avaliação da superfície ocular em lâmpada de fenda com utilização de fluoresceína foi realizada nos pacientes que apresentavam ou não lagoftalmo. O número de piscadelas foi significativamente diminuído nos pacientes. A distribuição do intervalo entre as piscadelas foi similar nos dois grupos. A média de amplitude da fase descendente do piscar dos pacientes foi apenas 38% da média do grupo controle. A inclinação da reta da \"main sequence\" para o piscar espontâneo para os pacientes foi mais baixa. Nos controles o movimento do supercilio foi muito pequeno e insignificante durante o piscar espontâneo. Nos pacientes, a média de amplitude do movimento do supercílio foi cinco vezes maior que nos controles chegando a 45% da amplitude do piscar. Os movimentos sacádicos palpebrais mostraram uma importante restrição e não aumentou além de 30 graus do olhar para baixo. A velocidade máxima da pequena amplitude dos movimentos sacádicos palpebral foi muito baixa. Enquanto a movimentação do supercilio no grupo controle ficou entre 3,3 e 9,3% do movimento sacadico palpebral, nos pacientes a movimentação do supercílio foi responsável por 43,5 a 57,4% do movimento palpebral. Lagoftalmo foi encontrado em 13 (76,5%) dos pacientes. Apenas 3 (23%) mostraram sinais de ceratopatia superficial inferior, apesar da presença do fenômeno de Bell. A amplitude e velocidade do piscar espontâneo está severamente diminuída em pacientes com suspensão frontal com fáscia muscular. Esse tipo de material causa um efeito restritivo permanente nas propriedades elásticas das pálpebras. Após a cirurgia a amplitude do piscar é dependente da amplitude do movimento do supercílio. O lagoftalmo é uma consequência natural da suspensão frontal com fáscia muscular. / The purpose of the present investigation was to measure lid kinematics parameters in spontaneous blink metrics and downward eyelid saccadic movements in patients with congenital ptosis operated with frontalis slings with muscles fascia. A optoeletronic system was employed with infrared 3-dimensional video motion analyzer to simultaneously measure brow motion and spontaneous blinks in 17 patients with congenital ptosis who underwent frontalis sling with autogeneous muscle fascia (n=14) and banked fascia lata (n=3). Downward eyelid saccadic movements were analyzed only in the 14 patients with autogeneous muscle fascia. A control group of equal number of healthy subjects was also measured. For analyses of spontaneous blinks, a customized software identified and quantified the amplitude and maximum velocity during 5 minutes observation of a commercial movie. For downward eyelid saccadic movements, 10, 20, 30, 40 and 50 degrees of downgaze were measure. The corneal status of the patients with and without lagophthalmos was evaluated with slit lamp biomicroscopy with fluorescein staining. Blink rate was significantly diminished in the patients. The distribution of interblink time was similar in both groups. The mean amplitude of the down phase of the patients\' blinks was only 38% of the controls. The main sequence slope of the patients´ blinks was abnormally low. In controls brow motion was a minute and random event no related to blinks. In the patients, the means brow amplitude was 5 times higher than in controls reaching 45% of the blink amplitude. The lid saccades of the patients were severely restricted and did not increase beyond 30 degrees of downgaze. The maximum velocity of the small amplitude lid saccades was also abnormally low. While in controls brow motion accounted for about 3,3 to 9,3% of the lid saccades, in the patients brow motion was responsible for more than 43,5% to 57,4% lid movements. Lagophthalmos was detected on 13 (76,5%) patients. Out of these 3 (23%) showed signs of inferior superficial keratopathy despite the presence of normal. Spontaneous blink amplitude and velocity are severely impaired in patients with fascia slings. This material has a permanent restrictive effect on the elastic properties of the lids. After surgery blinking amplitude is linearly related to the amplitude of brow motion. Postoperative lagophthalmos is a natural consequence of the slings with muscle fascia.
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