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Doses de N e K aplicados via fertirrigação na cultura da roseira (Rosa sp.) em ambiente protegido. / Levels of n and k applied by fertigation on rose (rosa sp.) crop in a protected environment.Edivaldo Casarini 09 November 2004 (has links)
A fertirrigação em rosas é uma técnica bastante utilizada pelos produtores de flores. O nitrogênio e o potássio são os nutrientes mais exigidos nas distintas fases da cultura, onde a aplicação de quantidades corretas aumenta a produtividade e a qualidade das flores. Com o objetivo foi avaliar a produtividade e a qualidade das hastes florais na cultura da roseira, cultivar Versilha, em ambiente protegido conduziu-se um experimento na área experimental do Departamento de Engenharia Rural da ESALQ/USP, localizado no município de Piracicaba, SP, entre os meses de novembro/2002 a setembro/2003. Os tratamentos foram dispostos numa combinação de 4 doses de N (10; 20; 30 e 40 g.pl-1.ano-1), 4 doses de K (10; 20; 30 e 40 g.pl-1.ano-1). O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados com 3 repetições, sendo os fatores arranjados em esquema fatorial 4 x 4. O sistema de irrigação utilizado foi o gotejamento, adotando manejo de irrigação com tensiômetros e tanque evaporimétrico reduzido. Foram avaliados os parâmetros qualitativos das hastes e botões de rosas, a produtividade, a condutividade elétrica e os níveis de NO3- e K+ na solução do solo através de medidor de íons (HORIBA) e as concentrações de macro e micronutrientes nas folhas. A lâmina total aplicada entre os meses de fevereiro e setembro foi de 839,43 mm com média de 3,46 mm.dia-1 e o potencial matricial médio da água no solo foi de 10 kPa na camada de 0 20 cm. A produtividade de rosas nas duas colheitas reduziu linearmente com as doses de K aplicadas. Para a qualidade das hastes não houve diferença significativa para a maioria dos parâmetros avaliados nas duas colheitas. A condutividade elétrica e as concentrações de NO3- e K+ na solução do solo aumentaram linearmente de acordo com as doses de N e K aplicados. Para as concentrações de N e P nas folhas observou-se a influência das doses de N, para Ca2+ e Mg2+ observou-se a influencia das doses de K, mostrando o antagonismo entre eles. Nas concentrações de micronutrientes, o boro foi influenciado pelo N e K e as concentrações de Fe2+ e Mn2+ foram influenciadas pelo N. / The rose plant fertigation is a technique quite useful by flowers growers. The nitrogen and the potassium are the most required nutrients in the distinct crop phases, where the application of correct amounts increases the yield and flower quality. A study was carried out under protected environment conditions, at the experimental area of the Department of Rural Engineering of Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Piracicaba, São Paulo State, Brazil, from November/2002 to September/2003. The aim of the experiment was to evaluate the yield and quality of rose flowers, Versilha cultivar. The treatments were disposed in combination of 4 N levels (10; 20; 30 and 40 g.pl-1.year-1) and 4 K levels (10; 20; 30 and 40 g.pl-1.year-1). The statistical test was performed in randomized blocks, with 3 replications, arranged in a 4 x 4 factorial design. Drip system irrigation was used with tensiometers and a reduced evaporation pan in order to manage water depth. The parameters evaluated were: stem and bud quality, yield, electric conductivity, NO3- and K+ soil solution levels by ion meter (HORIBA) and concentrations of macro and micronutrients in the leaves. Total irrigation water depth applied between February and September was 839,43 mm with an average of 3,46 mm.d-1 and the average soil matric potencial was -10 kPa in a 0 20 cm in depth. The two flushes rose yield was linearly reduced with the applied K levels. Stems quality showed no difference for majors evaluated parameters. The electric conductivity, NO3- and K+ soil solution levels linearly increased according to the levels of N and K. The N and P concentrations in the leaves were influenced by N levels. Ca2+ and Mg2+ concentrations in the leaves were influenced by K levels, showing antagonism between them. In micronutrients concentrations, boron showed an interaction, influenced by N and K levels and Fe2+ and Mn2+ influenced by N levels.
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Manejo da palha, adubação nitrogenada potássica e uso de inoculante em soca de cana-de-açúcar / Management of harvest residue, nitrogen, potassium and use of inoculants in ratoon sugarcaneVale, Diego Wyllyam do 21 February 2013 (has links)
A colheita de cana-de-açúcar, sem despalha a fogo, vem crescendo no Brasil. Nesse sistema de cultivo, existem muitas dúvidas em relação ao manejo da palha, e das quantidades de nitrogênio e potássio a serem utilizadas. Objetivou-se avaliar o manejo da palha, adubação nitrogenada, potássica e uso do inoculante em área comercial de cana-de-açúcar. Para isso, instalou-se experimento na região de Piracicaba - SP, num Latossolo Vermelho Amarelo Distrófico, cultivado com a variedade de cana-de-açúcar CTC 9, em delineamento de blocos casualizados em esquema fatorial incompleto 3x6x4, totalizando 153 parcelas, sendo três manejos da palha-MP (distribuição da palha da cana em toda área-MPT, retirada da palha apenas nas linhas da cana-de-açúcar-MPRL e enleiramento da palha a cada duas linhas-MP2:1), seis doses de N (aplicação de 0, 60, 120 e 180 kg ha-1 de N, aplicação na linha da cana de solução contendo cinco espécies de bactérias fixadoras de nitrogênio na ausência de adubação nitrogenada e aplicação na linha da cana de solução contendo cinco espécies de bactérias fixadoras de nitrogênio mais 30 kg ha-1 de N mineral), quatro doses de K (0, 50, 100 e 150 kg de K2O ha-1) e três repetições. As variáveis analisadas ao longo das duas socas foram: análises químicas do solo, emissão de CO2, diagnose foliar, avaliações biológicas e tecnológicas e produção de colmos da cana-de-açúcar. A aplicação de nitrogênio e potássio afetou a fertilidade do solo, teor foliar de N, açúcar teórico recuperável e crescimento da cana-de-açúcar. A aplicação de 80 kg ha-1 de K2O é suficiente para apresentar alta produtividade da primeira (87 t ha-1) e da segunda soca de cana-deaçúcar (141 t ha-1) e não houve resposta a aplicação de nitrogênio mineral. A aplicação de inoculante não aumentou a produtividade da cana-de-açúcar. O MPRL se mostrou como o mais promissor em relação ao crescimento e produtividade da cana-de-açúcar. O MPRL apresentou maior emissão de carbono se comparado ao MP2:1 na 2a soca. Na 1ª soca, no MPT, MPRL e MP2:1, a emissão de CO2 foi de 1,7; 2,0 e 1,7 ?mol m-2 s-1, a temperatura foi de 21,7; 21,7; 21,2 ºC e a umidade foi de 11,1; 6,6 e 9,5%, respectivamente. Na 2ª soca, no MPT, MPRL e MP2:1, o CO2 foi de 1,8; 2,1 e 1,6 ?mol m-2 s-1, a temperatura foi de 21,4; 22,9; 22,4 ºC e a umidade foi de 16,9; 12,3 e 11,5%, respectivamente. A emissão de CO2 aumentou com o crescimento das plantas de cana-de-açúcar e oscilou de 6 a 12,4 ?mol m-2. / The harvesting of sugarcane, straw removal without fire, is growing in Brazil. In this culture system, there are many questions about the management of residue, and the amounts of nitrogen and potassium to be used. This study aimed to evaluate the straw management sugarcane, nitrogen, potassium and use of inoculants in commercial sugarcane. For this experiment was installed in Piracicaba - SP, in the Oxissol cultivated with the variety of sugarcane CTC 9, in a randomized block design in a incomplete factorial 3x6x4, totaling 153 plots, three management of stubble-MP (distribution of sugarcane trash in every area-MPT, removal of straw only rows of sugarcane MPRL and windrowing straw every two lines-MP2:1) six doses of N (application of 0, 60, 120 and 180 kg ha-1 of N, applied in line with the cane solution containing five species of nitrogen-fixing bacteria in the absence of nitrogen fertilizer application on line and cane solution containing five species of nitrogen-fixing bacteria plus 30 kg ha-1 of mineral N), four doses of K (0, 50 , 100 and 150 kg ha-1 of K2O) and three replications. The variables analyzed along the two years were: soil chemical analysis, CO2 emission, foliar diagnosis, biological and technological evaluations and straw yield of sugarcane. The application of nitrogen and potassium affect soil fertility, leaf N content, theoretical recoverable sugar and growth of sugarcane. The application of 80 kg ha-1 of K2O is sufficient to present the first high productivity (87 t ha-1) and second ratoon sugarcane (141 t ha-1) and there was no response from the application nitrogen mineral. The inoculant application did not increase productivity of sugarcane. The MPRL proved as the most promising in relation to growth and productivity of sugarcane. The MPRL had lower moisture and higher carbon footprint compared to MPT and MP2:1. In the 1st ratoon, the MPT, MPRL and MP2:1, the emission of CO2 was 1.7, 2.0 and 1.7 ?mol m-2 s-1, the temperature was 21.7, 21.7; 21.2 ºC and humidity was 11.1, 6.6 and 9.5%, respectively. In the 2nd ratoon in MPT, MPRL and MP2:1 first, the CO2 was 1.8, 2.1 and 1.6 ?mol m-2 s-1, the temperature was 21.4, 22.9; 22, 4 ºC and the humidity was 16.9, 12.3 and 11.5%, respectively. The emission of CO2 increased with the growth of plants sugarcane and oscillated 6 to 12.4 ?mol m-2 s-1.
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Nitrogênio, potássio e boro: aspectos produtivos, morfológicos, nutricionais e frações fibrosas e proteicas do capim-tanzânia / Nitrogen, potassium and boron: productive, morphological and nutritional parameters, and fiber and protein fractions of Tanzania guineagrassDupas, Elisângela 26 June 2012 (has links)
A adubação equilibrada com nitrogênio, potássio e boro pode alterar a nutrição, produção e valor nutritivo das gramíneas forrageiras. Mediante as aplicações de combinações de doses de nitrogênio, potássio e boro objetivou-se avaliar os efeitos: a) nos aspectos morfológicos, na produção de massa seca e no estado nutricional da parte aérea; b) nas características morfológicas, produtivas e nutricionais das raízes e, c) nos componentes de parede celular e fracionamento de proteínas do capim-tanzânia. O experimento foi conduzido em casa de vegetação no período de janeiro a maio de 2010, utilizando quartzo moído como substrato. Cinco doses de nitrogênio (2, 10, 18, 26 e 34 mmol L-1) foram combinadas com cinco doses de potássio (0,2; 3,1; 6,0; 8,9 e 11,8 mmol L-1), que foram combinadas com cinco doses de boro (0; 45,45; 90,90; 136,35 e 181,80 mol L-1) em fatorial 53 fracionado, perfazendo 23 combinações de nitrogênio, potássio e boro, com quatro repetições. Realizaram-se três cortes das plantas de capim-tanzânia, nos seguintes períodos: 32 dias após o transplantio, 39 dias após o primeiro corte e 45 dias após o segundo corte. As doses de boro não interferiram nos aspectos produtivos e morfológicos da parte aérea e das raízes nem na composição de parede celular e frações proteicas. O boro somente influenciou a concentração de nitrogênio, potássio e boro da parte aérea. A interação doses de nitrogênio x doses de potássio foi significativa para as variáveis número de perfilhos, número de folhas, área foliar, valor SPAD e produção de massa seca da parte aérea. Com o pouco crescimento da planta ocorreu acumulação de nitrogênio, potássio e boro e diluição desses nutrientes nas folhas diagnósticas com a maior produção das plantas. A produção de massa seca das raízes, comprimento total e superfície total aumentaram com as combinações de doses de nitrogênio e potássio. As concentrações de nitrogênio, potássio e boro nas raízes foram influenciadas pela combinação das doses de nitrogênio com potássio. As concentrações de nitrato e amônio foram influenciadas positivamente pela combinação das doses de nitrogênio e potássio, tendo ocorrido maior concentração de amônio do que nitrato nas raízes. Com o aumento das doses de nitrogênio e potássio o comprimento específico e a superfície específica das raízes diminuíram. Os teores de FDN, FDA aumentaram e a relação FE+LM/CB diminuiu com as doses de potássio no segundo e terceiro cortes. O teor de PB no segundo corte aumentou com as doses de nitrogênio e diminuiu com as doses de potássio. As frações proteicas B1+B2 aumentaram e a fração B3 diminuiu no segundo e terceiro cortes com o aumento das doses de nitrogênio. A fração C para o terceiro corte diminuiu com as doses de nitrogênio. A combinação das doses de nitrogênio e potássio aumentou os teores da fração A para o terceiro corte. O suprimento de nitrogênio e potássio proporcionou aumento nos aspectos produtivos, morfológicos e nutricionais da parte aérea e das raízes, além de ter melhorado o valor nutritivo do capim-tanzânia. / The balanced fertilization with nitrogen, potassium and boron may change plant nutrition, yield and nutritive value of forage grass. Through the supply of combinations of nitrogen, potassium and boron it was aimed to evaluate the following effects on Tanzania guineagrass: a) plant morphology, dry matter production and nutritional status in the shoots; b) morphological, productive and nutritional aspects in the roots and c) cell wall components and protein fractions in the shoots. The experiment was conducted in a greenhouse from January to May 2010, using ground quartz as substrate. Five rates of nitrogen (2, 10, 18, 26 and 34 mmol L-1) were combined with five rates of potassium (0.2, 3.1, 6.0, 8.9 and 11.8 mmol L-1) and five rates of boron (0, 45.45, 90.90, 136.35 and 181.8 mol L-1) in 53 fractionated factorial design, which had 23 combinations of nitrogen, potassium and boron, with four replications. Three harvests of Tanzania guineagrass were made: 32 days after transplanting, 39 days after the first harvest and 45 days after the second harvest. Boron rates did not interfere with production and morphological aspects of shoots and roots and in cell wall composition and protein fractions. Boron only influenced the concentration of nitrogen, potassium and boron in the shoots. The interaction nitrogen rates x potassium rates was significant for the number of tillers, number of leaves, leaf area, SPAD value and shoots dry matter production. When plants had short growth, nitrogen, potassium and boron accumulated in plant tissues and those nutrients were diluted in plants with great growth. The dry mass of roots, total root length, total root area increased with the combination of nitrogen and potassium rates. The concentration of nitrogen, potassium and boron were influenced by the combinations of nitrogen and potassium rates. The concentrations of nitrate and ammonium were positively influenced by the combinations of nitrogen and potassium rates, and higher concentrations of ammonium than nitrate were found in root tissues. Root specific length and specific surface area decreased as rates of nitrogen and potassium increased. The NDF and ADF increased and EF+MB/SS ratio decreased with the potassium rates in the second and third harvests. The CP content of the second harvest increased with the nitrogen and decreased with potassium rates. Fractions B1+B2 increased and fraction B3 decreased for the second and third harvests with increasing nitrogen rates. The fraction C for the third harvest decreased with nitrogen rates. The combination of nitrogen and potassium increased the content of fraction A in the third harvest. Nitrogen and potassium supply provided to increase the productive changes, morphological and nutritional aspects in shoots and roots well as it improved the nutritive value of Tanzania guineagrass.
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Nitrogênio, potássio e boro: aspectos produtivos, morfológicos, nutricionais e frações fibrosas e proteicas do capim-tanzânia / Nitrogen, potassium and boron: productive, morphological and nutritional parameters, and fiber and protein fractions of Tanzania guineagrassElisângela Dupas 26 June 2012 (has links)
A adubação equilibrada com nitrogênio, potássio e boro pode alterar a nutrição, produção e valor nutritivo das gramíneas forrageiras. Mediante as aplicações de combinações de doses de nitrogênio, potássio e boro objetivou-se avaliar os efeitos: a) nos aspectos morfológicos, na produção de massa seca e no estado nutricional da parte aérea; b) nas características morfológicas, produtivas e nutricionais das raízes e, c) nos componentes de parede celular e fracionamento de proteínas do capim-tanzânia. O experimento foi conduzido em casa de vegetação no período de janeiro a maio de 2010, utilizando quartzo moído como substrato. Cinco doses de nitrogênio (2, 10, 18, 26 e 34 mmol L-1) foram combinadas com cinco doses de potássio (0,2; 3,1; 6,0; 8,9 e 11,8 mmol L-1), que foram combinadas com cinco doses de boro (0; 45,45; 90,90; 136,35 e 181,80 mol L-1) em fatorial 53 fracionado, perfazendo 23 combinações de nitrogênio, potássio e boro, com quatro repetições. Realizaram-se três cortes das plantas de capim-tanzânia, nos seguintes períodos: 32 dias após o transplantio, 39 dias após o primeiro corte e 45 dias após o segundo corte. As doses de boro não interferiram nos aspectos produtivos e morfológicos da parte aérea e das raízes nem na composição de parede celular e frações proteicas. O boro somente influenciou a concentração de nitrogênio, potássio e boro da parte aérea. A interação doses de nitrogênio x doses de potássio foi significativa para as variáveis número de perfilhos, número de folhas, área foliar, valor SPAD e produção de massa seca da parte aérea. Com o pouco crescimento da planta ocorreu acumulação de nitrogênio, potássio e boro e diluição desses nutrientes nas folhas diagnósticas com a maior produção das plantas. A produção de massa seca das raízes, comprimento total e superfície total aumentaram com as combinações de doses de nitrogênio e potássio. As concentrações de nitrogênio, potássio e boro nas raízes foram influenciadas pela combinação das doses de nitrogênio com potássio. As concentrações de nitrato e amônio foram influenciadas positivamente pela combinação das doses de nitrogênio e potássio, tendo ocorrido maior concentração de amônio do que nitrato nas raízes. Com o aumento das doses de nitrogênio e potássio o comprimento específico e a superfície específica das raízes diminuíram. Os teores de FDN, FDA aumentaram e a relação FE+LM/CB diminuiu com as doses de potássio no segundo e terceiro cortes. O teor de PB no segundo corte aumentou com as doses de nitrogênio e diminuiu com as doses de potássio. As frações proteicas B1+B2 aumentaram e a fração B3 diminuiu no segundo e terceiro cortes com o aumento das doses de nitrogênio. A fração C para o terceiro corte diminuiu com as doses de nitrogênio. A combinação das doses de nitrogênio e potássio aumentou os teores da fração A para o terceiro corte. O suprimento de nitrogênio e potássio proporcionou aumento nos aspectos produtivos, morfológicos e nutricionais da parte aérea e das raízes, além de ter melhorado o valor nutritivo do capim-tanzânia. / The balanced fertilization with nitrogen, potassium and boron may change plant nutrition, yield and nutritive value of forage grass. Through the supply of combinations of nitrogen, potassium and boron it was aimed to evaluate the following effects on Tanzania guineagrass: a) plant morphology, dry matter production and nutritional status in the shoots; b) morphological, productive and nutritional aspects in the roots and c) cell wall components and protein fractions in the shoots. The experiment was conducted in a greenhouse from January to May 2010, using ground quartz as substrate. Five rates of nitrogen (2, 10, 18, 26 and 34 mmol L-1) were combined with five rates of potassium (0.2, 3.1, 6.0, 8.9 and 11.8 mmol L-1) and five rates of boron (0, 45.45, 90.90, 136.35 and 181.8 mol L-1) in 53 fractionated factorial design, which had 23 combinations of nitrogen, potassium and boron, with four replications. Three harvests of Tanzania guineagrass were made: 32 days after transplanting, 39 days after the first harvest and 45 days after the second harvest. Boron rates did not interfere with production and morphological aspects of shoots and roots and in cell wall composition and protein fractions. Boron only influenced the concentration of nitrogen, potassium and boron in the shoots. The interaction nitrogen rates x potassium rates was significant for the number of tillers, number of leaves, leaf area, SPAD value and shoots dry matter production. When plants had short growth, nitrogen, potassium and boron accumulated in plant tissues and those nutrients were diluted in plants with great growth. The dry mass of roots, total root length, total root area increased with the combination of nitrogen and potassium rates. The concentration of nitrogen, potassium and boron were influenced by the combinations of nitrogen and potassium rates. The concentrations of nitrate and ammonium were positively influenced by the combinations of nitrogen and potassium rates, and higher concentrations of ammonium than nitrate were found in root tissues. Root specific length and specific surface area decreased as rates of nitrogen and potassium increased. The NDF and ADF increased and EF+MB/SS ratio decreased with the potassium rates in the second and third harvests. The CP content of the second harvest increased with the nitrogen and decreased with potassium rates. Fractions B1+B2 increased and fraction B3 decreased for the second and third harvests with increasing nitrogen rates. The fraction C for the third harvest decreased with nitrogen rates. The combination of nitrogen and potassium increased the content of fraction A in the third harvest. Nitrogen and potassium supply provided to increase the productive changes, morphological and nutritional aspects in shoots and roots well as it improved the nutritive value of Tanzania guineagrass.
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Greisens e Epi-sienitos potássicos associados ao granito água boa, Pitanga (AM): um estudo dos processos hidrotermais geradores de mineralizações estaníferasBORGES, Régis Munhoz Krás 23 October 2002 (has links)
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Previous issue date: 2002-10-23 / CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / Na borda oeste do pluton Água Boa, na mina Pitinga (AM), ocorrem três tipos de greisens estaníferos associados espacialmente à fácies granito rapakivi: greisen 1 (Gs1), constituído principalmente por quartzo, topázio, siderofilita marrom e esfalerita; greisen 2 (Gs2), formado essencialmente por quartzo, fengita e clorita; greisen 3 (Gs3), constituído essencialmente por quartzo, fluorita e fengita, com quantidades subordinadas de siderofilita verde. Além disso, associado ao Gs2, ocorre um epi-sienito potássico (EpSK), formado pela dessilicificação do granito rapakivi. Apesar de suas diferenças composicionais e petrográficas, os greisens e epi-sienitos se formaram a partir do mesmo protólito granítico, um hornblenda-biotita-álcali-feldspato-granito a sienogranito. O Gsl apresenta uma zonação interna definida pela predominância de determinados minerais. Assim, ao longo de um halo de alteração contínuo, a zona rica em siderofilita (ZS) está em contato com o granito greisenizado, enquanto que a zona rica em topázio (ZT) situa-se mais afastada do granito. A siderofilita marrom apresenta teores moderados em AI, e sua variação composicional ocorre pela substituição de Fe+2 por A1+3 e Li nos sítios octaédricos, com geração de vacâncias, e concomitante substituição de A1+3por Si+4nos sítios tetraédricos. No Gs2, as zonas mineralógicas estão separadas espacialmente, em níveis onde predomina a fengita (ZF) ou a clorita (ZC). A fengita apresenta um mecanismo evolutivo em que o viAl é substituído por Fe+2 nos sítios octaédricos, com enriquecimento acoplado de Si+4 às expensas de A1+3 nos sítios tetraédricos. Seus teores de Li calculado são ainda menores do que aqueles estimados para a siderofilita do Gs1. No Gs3, a siderofilita verde é composicionalmente mais rica em VIAl e mais pobre em F do que a siderofilita do Gsl, enquanto que a fengita subdivide-se em dois tipos composicionais: uma fengita mais aluminosa, pobre em Fe+2, e uma mais rica em F e Fe+2, que segue os mesmos trends evolutivos apresentados pela fengita do Gs2. A clorita dos três greisens é extremamente rica em Fe, do tipo dafnita. Na sua estrutura, a substituição de 'JIA' por cátions R+2 causa um aumento na ocupação tetraédrica do Si. As cloritas mais aluminosas apresentam as mais altas temperaturas de formação, segundo os geotermômetros clássicos propostos na literatura. Os greisens são resultantes de diferentes processos de interação entre três fluidos principais: (1) fluido aquo-carbônico de baixa salinidade, rico em F, com temperaturas iniciais entre 400° e 350°C, presente durante a formação do Gs1 e Gs3; (2) fluido aquoso de baixa salinidade, e temperatura ao redor de 300°C e que, ao longo de um processo contínuo de salinização, gera um fluido residual de salinidade moderada a alta, com temperaturas entre 200° e 100°C, presente durante a formação do Gs2 e no estágio de silicificação do EpSK; (3) fluido aquoso de baixa salinidade, com temperaturas entre 2000 e 150°C, e que interagiu com os outros dois fluidos, contribuindo, em diferentes graus, para a formação de praticamente todas as rochas hidrotermais. Os dois primeiros fluidos aparentemente têm origem ortomagmática, enquanto que o último tem características de fluido superficial (meteórico?). Além destes, considera-se que o fluido responsável pelo estágio inicial do processo de epi-sienitização não ficou registrado nas amostras estudadas. Estes fluidos foram aprisionados em condições de pressão ao redor de 1 Kb, compatível com níveis crustais rasos, como parece ser o caso dos granitos estaniferos de Pitinga. Tanto a epi-sienitização quanto a greisenização ocorreram sem mudanças no volume original do granito, enquanto as variações de massa decorrentes das transformações causaram as diferenças nas densidades das rochas alteradas. A greisenização causou uma grande remoção em Na2O e K2O, enquanto que SiO2 permaneceu imóvel no Gsl e foi parcialmente removido no Gs2. O Al2O3 sofreu perdas durante a formação do Gs2, mas foi parcialmente adicionado ao Gsl. Os responsáveis pelo aumento de massa durante a greisenização foram Fe2O3 (Fe total), Sn, S, voláteis (P.F.) e F. No Gsl, a diminuição da atividade do F e o aumento da fO2 durante o resfriamento, causaram mudanças químicas nos fluidos, e a conseqüente diferenciação entre a ZT, nas porções mais internas dos condutos/fraturas, e a ZS, mais próxima do granito encaixante. O Gs3 foi formado sob condições mais oxidantes e por fluidos mais pobres em F do que aqueles aprisionados na ZS. A geração de cavidades de dissolução durante a epi-sienitização aumentou a permeabilidade das rochas alteradas, propiciando o aumento das razões fluido-rocha no sitio de formação do EpSK e Gs2. A interação dos fluidos aquosos com os feldspatos do EpSK, durante a formação do Gs2, causou um aumento contínuo na sua salinidade. A ZF foi formada nos estágios mais precoces desta interação, sob temperaturas relativamente mais altas, enquanto que a ZC é um produto dos fluidos aquosos residuais, mais salinos e mais frios. Estes fluidos residuais também foram aprisionados no quartzo de preenchimento de cavidades no EpSK durante o processo de silicificação tardia. Desta forma, os greisens e epi-sienitos potássicos foram formados pela interação entre, pelo menos, três fluidos de origem aparentemente independente, a partir do mesmo protólito granítico, em condições de crosta rasa. As variações nas condições de fO2, atividade do F e salinidade, durante o resfriamento do sistema hidrotermal, e contrastes nas razões fluido-rocha causadas por diferenças de permeabilidade, foram fatores fundamentais para a diferenciação dos greisens. Estes fatores influenciaram sobremaneira as mudanças composicionais dos fluidos e foram responsáveis pela precipitação de cassiterita e sulfetos nos greisens, e pelo enriquecimento em Sn e S durante a greisenização tardia dos epi-sienitos potássicos. / Three stanniferous greisen types were characterized in the western border of Água Boa pluton, Pitinga mine (AM), associated with the rapakivi granite facies: greisen 1 (Gsl), composed mainly by quartz, topaz, brown siderophyllite and sphalerite; greisen 2 (Gs2), composed essentially by quartz, phengite and chlorite; greisen 3 (Gs3), composed of quartz, fluorite and phengite, with minor green siderophyllite. Besides these rocks, a potassic episyenite (EpSK) was identified associated with the Gs2. In spite of the compositional and petrographic differences, all of these hydrothermal rocks derived from a same protholith, a hornblende biotite aikali feldspar granite to syenogranite. The Gsl shows an inner mineralogical zoning defined by topaz or siderophyllite predominance. Along drill cores, the siderophyllite-rich zone occurs near the contact with the greisenized grafite and the topaz-rich zone is situated far from the grafite contact. The brown siderophyllite displays moderated Al contents, and its compositional changes can be explained by Fe+2 substitution for A1+3 and Li in octahedral sites, with a coupled Al+3 substitution for Si+4 in tetrahedral sites. The mineralogical zones in the Gs2 are physicaliy separated in leveis with phengite or chlorite predominance. The mica of Gs2 is a phengite, whose chemical variation is due to substitution of viAl for Fe+2, coupled with Si+4 enrichment. The calculated Li contents in phengites are lesser than those estimated in siderophyllite. The green siderophyllite from Gs3 is VIAl richer and F poorer than Gs1 brown siderophyllite, and the phengite displays two compositional types: an early Fe+2-poor aluminous phengite and a later Fe+2- F-rich one whose chemical variation is similar to that of Gs2 phengite. The chlorite from the three greisen is a Fe-rich daphnite, and its compositional range is due to VIAl substitution for R+2 cations, coupled with Si+2 enrichment. The aluminous chlorite displays higher temperature formation than ferrous one, according to the geothermeter proposed in the literature. The Pitinga greisens were formed by different processes of interaction among three main fluids: (1) low salinity, F-rich, aquo-carbonic fluid, with initial temperatures between 400° -350°C, present during Gsl and Gs3 formation; (2) low salinity aqueous fluid, with a temperature around 300°C, which during a progressive salinity increasing process, originates a moderate to high salinity residual fluid, with temperatures between 200° - 100°C, present during the Gs2 formation and silicification stage of EpSK; (3) low salinity aqueous fluid, with temperatures between 200° - 150°C, which interplayed with the others two fluids in differents grades, contributing to the formation of ali the hydrothermal rocks. The first two fluids has seemingly an orthomagmatic origin while the latter has a surface characteristic (meteoric water?). Moreover, the data suggests that the fluid responsible by the initial stage of the episyenitization process was not registered in the studied samples. These fluids were trapped in pressure conditions around 1 Kbar, representing high crustal levels conditions, similar to that of the stanniferous granites from Pitinga. Both episyenitization and greisenization processes occurred without volume changes in the granitic protholith, and the density differences of the altered rocks were caused by the mass variations along the alteration processes. The greisenization process caused a extensive loss of Na2O and K2O, while SiO2 showed a immobile behaviour in Gsl but was parcially removed in Gs2. The Al2O3 was depleted during the Gs2 formation but added in Gsl. The Fe2O3 (Fe total), Sn, S, volatiles LOl and F were the responsible by the mass increase at greisenization. In the Gsl, the chemical changes in the fiuids were caused by F activity decrease and fO2 increase during cooling. These changes also originated the differentiation between the ZT, in the inner portions of the fratures/conducts, and the ZS, nearest to surrounding gravite. The Gs3 was formed in more oxidizing conditions by F-poorer fiuids than those trapped in the ZS. The dissolution cavities generated during the episyenitization process increased the permeability of the altered rocks, providing an increase of fluid/rock ratios in the EpSK and Gs2 sites. The interaction between aqueous fluid and EpSK feldspar, during the Gs2 formation, caused a continuous salinity increase. The ZF was formed in the early stages of this interaction, at higher temperatures, while the ZC was originated by the more cold and saline, residual fluid. The latter was also trapped in the quartz filling cavities in the EpSK during the later silicification stage. In this way, the greisens and the potassic episyenites were generated from interactions among, at least, three fluids of seemingly independent origin, from a same protholith, in shallow crust conditions. The fO2, F activity and salinity variations, during the hydrothermal system cooling, and the contrast in fluid/rock ratios caused by permeability differences, were very important factors to greisen differentiation. These factors controlled greatly the fluids compositional changes, and caused the cassiterite and sulphides precipitation in the greisens and the Sn- S-enrichment during later greisenization of EpSK.
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