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As representações socioespaciais dos antigos habitantes e comerciantes da Rua Grande

Regina Mesquita Santos, Célia January 2002 (has links)
Made available in DSpace on 2014-06-12T16:30:26Z (GMT). No. of bitstreams: 2 arquivo5295_1.pdf: 875754 bytes, checksum: 9dfc578836af8afd92f7051ea8163cf6 (MD5) license.txt: 1748 bytes, checksum: 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 (MD5) Previous issue date: 2002 / As intensas ligações que as pessoas estabelecem com seus lugares de convívio são aqui transladadas para uma Rua, mais precisamente a Rua Grande, símbolo de um majestoso passado, lugar de referência para a cidade de São Luís e palco de inúmeros e memoráveis acontecimentos, representando um papel fundamental em sua história. Nosso foco de interesse recai, portanto, nas apropriações e práticas socioespaciais que moradores, ex-moradores, comerciantes e excomerciantes desenvolvem com a Rua em questão. Esta pesquisa analisou o trecho da Rua Grande compreendido entre a Praça João Lisboa e a Rua do Passeio, compreendendo uma área de aproximadamente 760m, dez quadras e um acervo de 118 imóveis. A escolha desse recorte espacial ocorreu por ser este o setor mais adensado da Rua em questão, tanto para o comércio como para moradia. Cientes da importância que essa Rua determina na vida de seus usuários e buscando compreender como as alterações físicas e espaciais influenciam na constituição de sua identidade, determinando assim o seu significado, consideramos de fundamental importância o referencial teórico das Representações Sociais, que nos levaram a desvendar as razões que permitem a esses grupos agirem dessa ou outra maneira em relação ao objeto de estudo. Assim, privilegiamos um aporte na Psicologia Social , por essa possibilitar uma melhor compreensão dessas representações e sua intrínseca rede de significados
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Por que se incomodar? tem que ficar quieto mesmo! :um estudo em representações sociais sobre o silenciamento na escola /

Marques, Irani Maas, 1962-, Silva, Neide de Melo Aguiar, 1958-, Universidade Regional de Blumenau. Programa de Pós-Graduação em Educação. January 2008 (has links) (PDF)
Orientador: Neide de Melo Aguiar e Silva. / Dissertação (mestrado) - Universidade Regional de Blumenau, Centro de Ciências da Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação.
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Quero ver quem paga, pra gente ficar assim! :representação social docente sobre o financiamento da educação básica /

Chiodini, Cláudia Roberta, 1977-, Silva, Neide de Melo Aguiar, 1958-, Universidade Regional de Blumenau. Programa de Pós-Graduação em Educação. January 2008 (has links) (PDF)
Orientador: Neide de Melo Aguiar e Silva. / Dissertação (mestrado) - Universidade Regional de Blumenau, Centro de Ciências da Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação.
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Representações sociais de discentes do curso técnico de enfermagem sobre a problemática das drogas.

Rodrigues, Andréia Silva 30 April 2013 (has links)
Submitted by Hiolanda Rêgo (hiolandar@gmail.com) on 2013-04-25T17:02:23Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_Enf_ Andréia Rodrigues.pdf: 2895283 bytes, checksum: 53bf42df88f337563ef594de79d3227e (MD5) / Approved for entry into archive by Flávia Ferreira(flaviaccf@yahoo.com.br) on 2013-04-30T22:04:21Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação_Enf_ Andréia Rodrigues.pdf: 2895283 bytes, checksum: 53bf42df88f337563ef594de79d3227e (MD5) / Made available in DSpace on 2013-04-30T22:04:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertação_Enf_ Andréia Rodrigues.pdf: 2895283 bytes, checksum: 53bf42df88f337563ef594de79d3227e (MD5) / FAPESB e CAPES. / A pesquisa discute as representações sociais de discentes de enfermagem acerca da problemática das drogas. Foi desenvolvida com o pressuposto de que a(o)s técnica(o)s de enfermagem constituem maior contingente de profissionais nas equipes de saúde que atuam nos diversos setores do sistema. O contato diário desses profissionais com a clientela permite identificar situações relacionadas com a problemática das drogas, contudo as representações sociais acerca das drogas podem interferir nas suas ações de prevenção e promoção da saúde. Neste contexto foi definido como objetivo geral: analisar as representações sociais de discentes do curso técnico de enfermagem sobre a problemática das drogas, tendo como objetivos específicos apreender as representações sociais de estudantes de curso técnico de enfermagem sobre a problemática das drogas e conhecer a imagem objetivada de estudantes de curso técnico de enfermagem sobre a pessoa usuária. Trata-se de um estudo exploratório de abordagem qualitativa, fundamentada nos princípios da Teoria das Representações Sociais. O grupo social estudado foi composto por estudantes matriculada (o)s em um curso de técnico de enfermagem oferecido por uma instituição de ensino médio profissionalizante de Salvador- Ba. Os dados apresentados foram produzidos pelas técnicas: associação livre de palavras, grupo focal e entrevista semi-estruturada, envolvendo 98 discentes, no período de novembro de 2010 à fevereiro de 2011. Os dados da associação livre de palavras foram processados no software STATA, que forneceu uma análise estatística das evocações para os estímulos apresentados, permitindo articulação com os dados gerados pelas demais técnicas e favorecendo a análise de conteúdo. A triangulação dos dados evidenciou proximidade da(o)s estudantes com pessoas usuárias de drogas e com situações relacionadas ao narcotráfico. A droga é representada como objeto de destruição da pessoa, da família e da sociedade. A primeira imagem da pessoa usuária de drogas está vinculada ao sexo masculino, jovem, de cor negra, morador da periferia e pobre, contudo a realidade social vai sobrepondo outras imagens revelando o consumo e tráfico de drogas como condutas que envolvem toda sociedade de formas diferenciadas. A assistência de saúde para a pessoa usuária de drogas é representada como precária, insuficiente e superficial revelando a realidade social e sinalizando lacunas sobre a temática das drogas na formação profissional. Embora a pesquisa seja limitada a um grupo de estudantes de um curso técnico de enfermagem seus resultados assinalam a importância de intervenção na formação dessa categoria profissional visando maiores discussões sobre a temática e melhoria da assistência prestada à pessoas usuárias de drogas e seus familiares. / Salvador
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Representações sociais sobre o viver com tuberculose

Souza, Sabrina da Silva de January 2006 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Enfermagem / Made available in DSpace on 2012-10-22T12:06:54Z (GMT). No. of bitstreams: 1 232020.pdf: 1259075 bytes, checksum: d1d68bd20d455c06b325971cf481724a (MD5) / Trata-se de um estudo qualitativo do tipo convergente assistencial, que teve como objetivos: Desenvolver uma proposta educativa com um grupo de pessoas com tuberculose visando a promoção de um viver mais saudável;Compreender as representações da tuberculose de pessoas atendidas em um serviço de referência de um município de Santa Catarina acerca de sua condição de saúde; Compreender como as pessoas com tuberculose constroem a experiência de viver com essa doença. Foi utilizada como referencial a teoria das Representações Sociais proposta por Serge Moscovici (1961). A coleta de dados ocorreu através de grupos de convivência e de entrevistas individuais com 25 pessoas com tuberculose integrantes de um Programa de Controle de Tuberculose. A análise das falas nos levou a compreender que há um tema central que expressa como representam a tuberculose: viver com tuberculose é sofrido. Esta representação está apoiada em três categorias: o tratamento é difícil, a tuberculose afasta as pessoas, a tuberculose muda a percepção de si. Podemos observar que as pessoas que fizeram parte do estudo elaboram suas representações segundo seu universo vivido e experimentado, tratando-se de um conhecimento prático do senso comum, que orienta suas ações de cuidado. As pessoas com tuberculose também sofrem preconceitos devido a doença e isto faz com que mantenham segredo do diagnóstico para evitarem sofrer discriminação social. Os achados do estudo oferecem subsídios para a construção de uma proposta educativa que considera a pessoa com tuberculose em seu ambiente físico e social, visando sua reinserção social.
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Representações sociais de cura de pessoas atingidas por hanseníase multibacilar após alta por cura no nordeste brasileiro / Social representations of healing of people affected by multibacillary leprosy after discharge for cure in the Brazilian northeast

Ribeiro, Mara Dayanne Alves 12 July 2017 (has links)
RIBEIRO, M.D.A. Representações sociais de cura de pessoas atingidas por hanseníase multibacilar após alta por cura no nordeste brasileiro. 2017. 108 f. Dissertação (Mestrado em Saúde da Família) - Campus de Sobral, Universidade Federal do Ceará, Sobral, 2017. / Submitted by Mestrado Saúde da Família (saudedafamiliasobral@gmail.com) on 2017-08-01T18:20:50Z No. of bitstreams: 1 2017_dis_ribeiromda.pdf: 1898652 bytes, checksum: b46bcde226c6aaf8573363a25bbde678 (MD5) / Approved for entry into archive by Djeanne Costa (djeannecosta@gmail.com) on 2017-08-02T12:33:28Z (GMT) No. of bitstreams: 1 2017_dis_ribeiromda.pdf: 1898652 bytes, checksum: b46bcde226c6aaf8573363a25bbde678 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-08-02T12:33:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 2017_dis_ribeiromda.pdf: 1898652 bytes, checksum: b46bcde226c6aaf8573363a25bbde678 (MD5) Previous issue date: 2017-07-12 / A person who is cured on leprosy is considered a person who completes the Polychemotherapy (MDT) treatment plan, within the deadlines established by the Ministry of Health. Even after being cured, individuals may present with leprosy (HR) reactions and relapses. The inactivity of the bacillus as a parameter for discharge by cure is questioned since even with the inactive bacillus, physical and psychic sequelae remain causing suffering. Healing, or belief in it, is questioned in the literature and pointed out as relative. Analyzing the literature, we identified that the treatment and cure issue has not addressed the perception of people affected by leprosy on their own situation. Another emerging fact is that the Theory of Social Representations has been used in research on the social significance attributed to leprosy. So, we established as a research question: What are the Social Representations (RS) of healing in people affected by multibacillary leprosy who were discharged for cure? Thus, we have as general objective, smoothing the social representations of cure in people affected by multibacillary leprosy who were discharged for cure in a municipality in the Northeast of Brazil. The study was characterized as exploratory, descriptive, and qualitative, developed in Sobral/CE. Individuals of both sexes, older than 18 years old, living in the municipality of Sobral, with multibacillary form of leprosy, were discharged for 6 months or 1 year. The data collection took place through structured interview, recorded, later transcription and analysis through the Collective Subject Discourse (DSC). Ten people were interviewed, where it was found that the whole sample did not know how to define leprosy, or explain what the disease would be. As to why they had it, the explanations were diverse. None of the respondents pointed out that the disease would be caused by a bacterium, however, 30% (n = 3) stressed contact with other sick people as the cause of the transmission. The DSC denote that, compared to the present, life is different, it is no longer good and normal. Analyzing the Key Expressions (ECH) of confrontation: life before and after illness, "Life before leprosy was good" and "After illness, life is worse." The total ECH that describes each situation also tells us about the greater complexity of the association with each SR. For the Healing category there were 06 RS summarized in "People feel normal and equal to before disease", while for the category Absence of Healing there were 11 ECH related to aspects such as sequels, limitations and difficulties of adaptation to "new functionality". It is also observed that, in the absence of disability (grade 0), ECH was not observed in the absence of cure, while, with the increase of the degree of incapacity, ECH appeared related to the absence of cure. It is concluded that in individuals with leprosy reactions and degree of high disability were found, in most discourses, ECH that meant no cure. In addition, social representations of healing are complex, dynamic, and strongly associated with before and after the disease comparison, the former functioning as a reference for normal life. / Considera-se uma pessoa em alta, por cura de Hanseníase aquela que completa o esquema de tratamento Poliquimioterápico (PQT) nos prazos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Mesmo depois de curados, os indivíduos podem apresentar Reações Hansênicas (RH), incapacidades físicas e recidivas. A inatividade do bacilo como indicador de cura na percepção dos pacientes é questionada, visto que mesmo com o bacilo inativo, sequelas físicas e psíquicas permanecem provocando sofrimento. Analisando a literatura identificamos que a temática do tratamento e da cura não tem abordado a percepção das pessoas atingidas pela Hanseníase sobre como experienciam sua condição de vida após a alta por cura. Outro dado presente na literatura é que a Teoria das Representações Sociais tem sido utilizada na investigação sobre a significação social atribuída à Hanseníase. Então, estabelecemos como questão de pesquisa: Quais são as Representações Sociais (RS) de cura em pessoas atingidas por Hanseníase multibacilar que receberam alta por cura? Nosso objetivo geral foi analisar as representações sociais de cura em pessoas atingidas por Hanseníase multibacilar que receberam alta por cura, em um município do Nordeste Brasileiro. O estudo caracterizou-se como exploratório, descritivo, e qualitativo, desenvolvido em Sobral/CE. Foram incluídos indivíduos de ambos os sexos, maiores de 18 anos, residentes no município de Sobral, atingidos pela forma multibacilar de hanseníase, com alta, por cura, há 6 meses a 1 ano, antes da coleta dos dados, somando 10 participantes, número obtido a partir da saturação dos dados. A coleta de dados foi feita por meio de entrevista estruturada, gravada, com posterior transcrição e análise por meio do Discurso do Sujeito Coletivo (DSC). Como resultados, encontrou-se que a totalidade dos participantes não soube definir Hanseníase, ou explicar o que seria a doença. Sobre o porquê de a terem tido a doença, as explicações foram diversas. Nenhum dos entrevistados apontou que a doença seria provocada por uma bactéria, entretanto, 30% (n=3) ressaltaram o contato com outras pessoas doentes como a causa da transmissão. Os DSC denotam que, em comparação com o tempo antes da doença, a vida está diferente, não é mais boa e normal. Analisando as Expressões-Chave (ECH) do confronto: vida antes e depois da doença, predominaram “A vida antes da hanseníase era boa” e “ Depois da doença, a vida piora”. A totalidade de ECH que descrevem cada situação também nos diz da maior complexidade da associação a cada RS. Para a categoria Cura houve 06 RS resumidas em “As pessoas sentem-se normais e iguais a antes da doença”, enquanto para a categoria Ausência de Cura foram 11 ECH relacionadas à aspectos como sequelas, limitações e dificuldades de adaptação à “nova funcionalidade”. Observa-se ainda que, na ausência de incapacidade (grau 0) não foram observadas ECH de ausência de cura, enquanto que com o aumento do grau de incapacidade surgem ECH relacionadas à ausência de cura. Conclui-se que, em indivíduos com reações hansênicas e com grau de incapacidade elevado, foram encontradas, na maioria dos discursos, ECH que significaram ausência de cura. Além disso, as representações sociais de cura são complexas, dinâmicas e fortemente associadas a comparação antes e depois da doença, o antes funcionando como referência para a normalidade da vida.
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Representações sociais e a EaD: um estudo das representações do ensinar e do aprender

Grison, Edinei Marcos January 2016 (has links)
Submitted by Jeferson Rodrigues de Lima (jeferson.lima@uffs.edu.br) on 2017-07-06T19:10:40Z No. of bitstreams: 1 GRISON.pdf: 1927384 bytes, checksum: 7c8037a6cf8b03c1bbe94697287c1c68 (MD5) / Approved for entry into archive by Diego dos Santos Borba (dborba@uffs.edu.br) on 2017-07-07T12:52:11Z (GMT) No. of bitstreams: 1 GRISON.pdf: 1927384 bytes, checksum: 7c8037a6cf8b03c1bbe94697287c1c68 (MD5) / Made available in DSpace on 2017-07-07T12:52:12Z (GMT). No. of bitstreams: 1 GRISON.pdf: 1927384 bytes, checksum: 7c8037a6cf8b03c1bbe94697287c1c68 (MD5) Previous issue date: 2016 / Esta pesquisa se refere às representações sociais e a EaD, com o objetivo de contribuir para o conhecimento das representações sobre o ensinar e o aprender de acadêmicos de licenciaturas do ensino presencial e da EaD. A Teoria das Representações Sociais de Serge Moscovici e a Teoria Núcleo Central de Jean – Claude Abríc serviram de suportes teóricos. Como campo de realização deste estudo definiu-se a Universidade Federal da Fronteira Sul, campus de Chapecó, e a Universidade Aberta do Brasil, polos de apoio das cidades de Ponte Serrada e São Miguel do Oeste. Participaram da pesquisa 122 acadêmicos dos cursos de Letras Português/Espanhol e de Pedagogia, sendo 65 de EaD e 57 do ensino presencial. Foram utilizados como instrumentos de coleta de dados a Técnica de Associação Livre de Palavras com os seguintes termos indutores: 1. Aprendizagem; 2. Ensino; 3. Aprender numa relação a distância; 4. Aprender numa relação presencial, seguida de um questionário com questões fechadas e abertas, para a caracterização do perfil dos participantes e conhecimento de suas atitudes em relação ao tema. Os dados gerados foram submetidos ao software IRAMUTEQ que possibilitou análises prototípicas e de similitude, fundamentando-se na abordagem estrutural das representações sociais. Foram analisadas também, por meio do teste Q-quadrado, duas questões fechadas, que visavam conhecer as atitudes dos pesquisados em relação às duas modalidades de ensino. Os resultados mostraram que os dois grupos de estudantes (EaD e presencial) têm diferentes representações de aprendizagem e de ensino, embora, para ambos, a aquisição de conhecimento seja central nesses processos. Para os estudantes de EaD, a aquisição do conhecimento escolar/acadêmico é o resultado e finalidade da aprendizagem, que tem como componentes fundamentais, a dedicação do aprendiz, adicionada a outras qualidades relacionadas ao investimento individual. Para os estudantes do ensino presencial, a aprendizagem não visa apenas à aquisição do conhecimento, mas está intimamente relacionada ao desenvolvimento do sujeito. Nesse processo, são fundamentais a interação e o diálogo com professores e colegas, sem descartar a dedicação pessoal. Os estudantes de EaD têm uma atitude mais positiva em relação a essa modalidade de ensino, que os estudantes do outro grupo, o que está coerente com sua inserção acadêmica. Por outro lado, em ambos os grupos, a avaliação subjetiva sobre as duas modalidades de formação é mais extremada que a avaliação atribuída genericamente a grupos sociais envolvidos com educação. / El tema de la investigación se refiere a las representaciones sociales y la EaD, cuyo objetivo es el de contribuir para el conocimiento de las representaciones sobre los procesos de enseñar y aprender de los estudiantes de licenciaturas de la enseñanza presencial y de la EaD. La Teoría de las Representaciones Sociales de Serge Moscovíci y la Teoría de Núcleo Central de Jean – Claude Abríc sirvieron como soporte teórico. Como campo de realización de este estudio se ha definido la Universidad Federal de la Frontera Sur, campus de Chapecó y la Universidad Abierta de Brasil, centros de apoyo de las ciudades de Ponte Serrada y São Miguel do Oeste. Han participado de la investigación 122 académicos de los cursos de Letras Portugués/Español y Pedagogía, siendo 65 de EaD y 57 de la enseñanza presencial. Fueron utilizados como instrumentos de recogida de informaciones la asociación libre de palabras técnicas, que tuvo la colaboración de los siguientes términos inductores: 1. Aprendizaje; 2. Enseñanza; 3. El aprender en una relación a distancia; 4. El aprender en una relación presencial, seguida de un cuestionario con cuestiones cerradas y abiertas, para la caracterización del perfil de los participantes y conocimiento de sus actitudes en relación al tema. Las informaciones obtenidas fueron sometidas al software IRAMUTEC que posibilitó análisis prototípicos y de semejanza, basándose en el abordaje estructural de las representaciones sociales. Fueron analizadas también, por medio de la prueba Q-cuadrada, dos cuestiones cerradas, que tenían el objetivo de conocer las actitudes de los investigados en relación a las dos modalidades de enseñanza. Los resultados han mostrado que los dos grupos de estudiantes (EaD y presencial) tienen diferentes representaciones de aprendizaje y de enseñanza, aunque, para ambos, la adquisición de conocimiento sea céntrico en esos procesos. Para los estudiantes de EaD, la adquisición del conocimiento escolar/académico es el resultado y finalidad del aprendizaje, que tiene como componentes fundamentales, la dedicación del aprendiz, añadida a otras calidades relacionadas a la inversión individual. Para los estudiantes de la enseñanza presencial, el aprendizaje no visa sólo a la adquisición del conocimiento, pero está íntimamente relacionada al desarrollo del sujeto. En ese proceso, son fundamentales la interacción y el diálogo con profesores y compañeros, sin descartar la dedicación personal. Los estudiantes de EaD tienen una actitud más positiva en relación a esa modalidad de enseñanza, que los estudiantes del otro grupo, lo que está coherente con su inserción académica. Por otro lado, en ambos grupos, la evaluación subjetiva sobre las dos modalidades de formación es más extremada que la evaluación atribuida genéricamente a grupos sociales envueltos con educación.
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Mulheres Aprisionadas: Representando o Universo Prisional

Fernanda de Magalhaes Dias Frinhani 14 June 2004 (has links)
Made available in DSpace on 2016-08-29T14:10:18Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_450_.pdf: 1170985 bytes, checksum: 85764ce9d4a7ebb65ec4af0da24e953c (MD5) Previous issue date: 2004-06-14 / A violência vivenciada pelas sociedades atuais pode ser medida, entre outros fatores, pelo substancial aumento da população carcerária, aumento este que tem favorecido a violação dos direitos dos encarcerados e o descumprimento da Lei de Execução Penal. No cenário prisional brasileiro a população carcerária feminina é muito pequena se comparada à masculina e os dados sobre a criminalidade feminina são poucos e pouco esclarecedores. O objetivo desse trabalho foi investigar as representações sociais do espaço prisional de detentas de uma Penitenciária Estadual Feminina. Para este mister, optamos pela entrevista semi-estruturada como instrumento de coleta de dados. Foram entrevistadas dez detentas, dentre aquelas que cumpriam pena há pelo menos um ano, utilizando-se um roteiro que focalizou os seguintes aspectos do cotidiano: dados sócio-demográficos; momento do crime; como percebe as funções da pena; relação com a família antes e depois do encarceramento; vida antes do encarceramento; dia-a-dia na penitenciária; visão do tratamento recebido na penitenciária; quais as maiores dificuldades encontradas na prisão; projetos futuros. Os dados foram organizados a partir da análise de conteúdo das entrevistas e de sua organização em estruturas-síntese individuais. Os dados revelaram que as práticas e as vivências prisionais vivenciadas e compartilhadas pelas entrevistadas são fundamentais para a construção e transformação de suas representações sobre os diferentes aspectos do cotidiano prisional. Revelaram também que as práticas de violações de direitos, sobretudo com relação à atuação dos operadores do direito devem ser estudadas com maior profundidade, para que a atuação desses profissionais seja veículo de promoção social e não de exclusão, como comumente tem ocorrido.
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A representação do caipira no estado brasileiro moderno

Viana, Abel da Silveira January 2004 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-graduação em Literatura / Made available in DSpace on 2012-10-21T18:35:14Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / O Estado brasileiro moderno criou ou reformulou representações de grupos sociais marginalizados, entre as quais destaca-se a do caipira. Ao curso da primeira metade do século XX, o problema do campo é discutido pela maioria dos intelectuais que se interessaram pela compreensão e resolução dos problemas brasileiros. A propósito da imagem do caipira, as opiniões são diversificadas: da absoluta desconsideração como cidadão até a elevação a símbolo nacional. Todavia, estas divergências ocultam muitas vezes o mesmo procedimento opressor: a apreensão do caipira a partir da lógica homogeneizadora do Estado moderno.
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A doença do pé

Coelho, Maria Seloi January 2004 (has links)
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde. Programa de Pós-graduação em Enfermagem / Made available in DSpace on 2012-10-22T06:09:59Z (GMT). No. of bitstreams: 0 / Este é um estudo qualitativo do tipo convergente assistencial, que teve como objetivo compreender as representações sociais do "pé diabético" para pessoas com diabetes mellitus tipo 2, inspirado na Teoria das Representações Sociais, proposta por Serge Moscovici (1961). Para chegar a compreensão das representações sociais foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com 10 sujeitos com diabetes tipo 2 e a implementação de um grupo de convivência com estes sujeitos, numa proposta de educação participativa, através da qual procuramos identificar as representações sociais sobre o "pé diabético". A análise de conteúdo aconteceu em três etapas: pré-análise, exploração do material e; tratamento dos resultados obtidos e interpretação. Na representação do "pé diabético", surgiram duas categorias, que foram a "doença do pé", que inclui como subcategorias: alterações percebidas e ameaças presentes e; o cuidado com os pés, que inclui as subcategorias: o cuidado como preocupação com o futuro e não cuidado como sentimento de culpa. Estas representações estão ancoradas em informações científicas interpretadas no cotidiano do senso comum, informações dos meios de comunicação, mas, principalmente, na experiência social de convívio com pessoas que desenvolveram a "doença do pé". A representação do "pé diabético" foi objetivada pelas alterações, mas além das alterações físicas surgiu a preocupação muito representativa das ameaças de amputação e morte. Ao deparar-se com a "doença do pé", emergem muitos sentimentos que revelam preocupação com o futuro, medo de perder parte de corpo e parte da vida, há uma sensação de proximidade com a morte. Movidos pelas representações de alterações e ameaças os sujeitos buscam no cuidado uma esperança de não desenvolver "a doença do pé" ou "controlar" a situação já instalada. Quando ocorre o não cuidado, os mesmos sentem-se culpados por terem conhecimentos e não se cuidarem. O não cuidado pode, impulsionado pelo sentimento de culpa, transformar-se em cuidado. As representações sociais contribuíram na busca da compreensão do modo como os sujeitos com diabetes, enquanto grupo social, constroem um conjunto de saberes que expressam sua identidade e fundamentam seus comportamentos, especialmente vinculado ao "pé diabético". A representação da "doença do pé" busca uma reflexão sobre a importância da valorização do sujeito social, ser humano pensante, com paradigmas próprios que influenciam suas interpretações e atitudes de cuidado, conforme sua visão da realidade. A educação em diabetes somente é alcançada se considerarmos este paradigma.Este é um estudo qualitativo do tipo convergente assistencial, que teve como objetivo compreender as representações sociais do "pé diabético" para pessoas com diabetes mellitus tipo 2, inspirado na Teoria das Representações Sociais, proposta por Serge Moscovici (1961). Para chegar a compreensão das representações sociais foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com 10 sujeitos com diabetes tipo 2 e a implementação de um grupo de convivência com estes sujeitos, numa proposta de educação participativa, através da qual procuramos identificar as representações sociais sobre o "pé diabético". A análise de conteúdo aconteceu em três etapas: pré-análise, exploração do material e; tratamento dos resultados obtidos e interpretação. Na representação do "pé diabético", surgiram duas categorias, que foram a "doença do pé", que inclui como subcategorias: alterações percebidas e ameaças presentes e; o cuidado com os pés, que inclui as subcategorias: o cuidado como preocupação com o futuro e não cuidado como sentimento de culpa. Estas representações estão ancoradas em informações científicas interpretadas no cotidiano do senso comum, informações dos meios de comunicação, mas, principalmente, na experiência social de convívio com pessoas que desenvolveram a "doença do pé". A representação do "pé diabético" foi objetivada pelas alterações, mas além das alterações físicas surgiu a preocupação muito representativa das ameaças de amputação e morte. Ao deparar-se com a "doença do pé", emergem muitos sentimentos que revelam preocupação com o futuro, medo de perder parte de corpo e parte da vida, há uma sensação de proximidade com a morte. Movidos pelas representações de alterações e ameaças os sujeitos buscam no cuidado uma esperança de não desenvolver "a doença do pé" ou "controlar" a situação já instalada. Quando ocorre o não cuidado, os mesmos sentem-se culpados por terem conhecimentos e não se cuidarem. O não cuidado pode, impulsionado pelo sentimento de culpa, transformar-se em cuidado. As representações sociais contribuíram na busca da compreensão do modo como os sujeitos com diabetes, enquanto grupo social, constroem um conjunto de saberes que expressam sua identidade e fundamentam seus comportamentos, especialmente vinculado ao "pé diabético". A representação da "doença do pé" busca uma reflexão sobre a importância da valorização do sujeito social, ser humano pensante, com paradigmas próprios que influenciam suas interpretações e atitudes de cuidado, conforme sua visão da realidade. A educação em diabetes somente é alcançada se considerarmos este paradigma.

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