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La mue, l'autotomie et la régénération chez les Araignées, avec une étude des Dolomèdes d'Europe

Bonnet, Pierre. January 1930 (has links)
Thesis (Ph. D.)--Université de Toulouse, 1930. / Previously published in: Bulletin / Société d'Histoire Naturelle de Toulouse. eContent provider-neutral record in process. Description based on print version record. Includes bibliographical references (p. 443-460).
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Late season physiological adaptations of two syntopic araneid spiders

Markezich, Allan Louis. Riddle, Wayne A. January 1987 (has links)
Thesis (Ph. D.)--Illinois State University, 1987. / Title from title page screen, viewed August 16, 2005. Dissertation Committee: Wayne A. Riddle (chair), D. Reed Jensen, Steven A. Juliano, Charles F. Thompson, James N. Tone. Includes bibliographical references (leaves 103-118) and abstract. Also available in print.
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Impacts of wildlife and cattle grazing on spider (Araneae) biodiversity in a highland savanna ecosystem, in Laikipia, central Kenya

Warui, Charles Mwaura. January 2004 (has links)
Thesis (Ph. D.)--Rhodes University, 2004. / Title from PDF t.p. (viewed on May 2, 2006). Includes bibliographical references (p. 263-293).
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Revision and phylogenetic analysis of the spider genus Glenognatha Simon, 1887 (Araneae, Tetragnathidae) / Revisão e análise filogenética do gênero Glenognatha Simon, 1887 (Araneae, Tetragnathidae)

Jimmy Jair Cabra García 23 September 2013 (has links)
A taxonomic revision and phylogenetic analysis of the spider genus Glenognatha Simon, 1887 is presented. The analysis is based on a data set including 24 Glenognatha species plus eight outgroup representatives of three additional tetragnathine genera and one metaine, scored for 82 morphological characters. Eight unambiguous synapomorphies support the monophyly of Glenognatha, all free of homoplasy. Some internal clades within the genus are well-supported and its relationships are discussed. The genus Glenognatha has a broad distribution occupying the Neartic, Neotropic, Afrotropic, Indo-Malaya and Oceania ecozones. As revised here, Glenognatha comprises 27 species, four of them only know from males. New morphological data are provided for the description of thirteen previously described species. Eleven species are newly described: G. sp. nov. 1, G. sp. nov. 3, G. sp. nov. 4 and G. sp. nov. 7 from southeast Brazil, G. sp. nov. 6, G. sp. nov. 9 and G. sp. nov. 10 from the Amazonian region, G. sp. nov. 2, G. sp. nov. 5 and G. sp. nov. 8 from northern Andes and G. sp. nov. 11 from central Mexico and Southern United States. Females of G. minuta Banks, 1898, G. gaujoni Simon, 1895 and G. gloriae (Petrunkevitch, 1930) and males of G. globosa (Petrunkevitch, 1925) and G. hirsutissima (Berland, 1935) are described for the first time. Three new combinations are proposed in congruence with the phylogenetic results: G. argyrostilba (O. P.-Cambridge, 1876), G. dentata (Zhu & Wen, 1978) and G. tangi (Zhu, Song & Zhang, 2003), all previously included in Dyschiriognatha. The following taxa are newly synonymized: Dyschiriognatha montana Simon, 1897, Glenognatha mira Bryant, 1945 and Glenognatha maelfaiti Baert, 1987 with Glenognatha argyrostilba (O. P.-Cambridge, 1876) and Glenognatha centralis Chamberlin, 1925 with Glenognatha minuta Banks, 1898. A key to species of Glenognatha and distribution maps are provided. / A revisão taxonômica e análise cladística do gênero Glenognatha Simon, 1887 é apresentada. A análise é baseada em uma matriz que inclui 24 espécies de Glenognatha, oito representantes do grupo externo, incluindo três gêneros da subfamília Tetragnathinae e um de Metainae, e 82 caracteres morfológicos. Oito sinapomorfias não ambíguas sustentam a monofilia de Glenognatha, todas não homoplásticas. Alguns clados internos dentro do gênero são bem suportados e suas relações são discutidas. O gênero Glenognatha apresenta uma ampla distribuição ocupando as regiões Neártica, Neotropical, Afrotropical, Indo-Malaya, Australasia e Oceania. Vinte e sete espécies de Glenognatha são reconhecidas, quatro delas somente conhecidas por machos. Novos dados morfológicos são fornecidos para a descrição de treze espécies previamente conhecidas. Onze espécies novas são descritas: G. sp. nov. 1, G. sp. nov. 3, G. sp. nov. 4 e G. sp. nov. 7 do sudeste do Brasil, G. sp. nov. 6, G. sp. nov. 9 e G. sp. nov. 10 da região Amazônica, G. sp. nov. 2, G. sp. nov. 5 e G. sp. nov. 8 do norte da cordilheira dos Andes e G. sp. nov. 11 da região central do México e sul dos Estados Unidos. As fêmeas de G. minuta Banks, 1898, G. gaujoni Simon, 1895 e G. gloriae (Petrunkevitch, 1930) e os machos de G. globosa (Petrunkevitch, 1925) e G. hirsutissima (Berland, 1935) são descritos por primeira vez. São propostas três novas combinações em congruência com os resultados da análise cladística: Glenognatha argyrostilba (O. P.-Cambridge, 1876), Glenognatha dentata (Zhu & Wen, 1978) e Glenognatha tangi (Zhu, Song & Zhang, 2003), todas previamente incluídas no gênero Dyschiriognatha. Quatro sinonímias são propostas: Dyschiriognatha montana Simon, 1897, Glenognatha mira Bryant, 1945 e Glenognatha maelfaiti Baert, 1987 com Glenognatha argyrostilba (O. P.-Cambridge, 1876) e Glenognatha centralis Chamberlin, 1925 com Glenognatha minuta Banks, 1898. É apresentada uma chave para a identificação e mapas de distribuição para as espécies
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Análise da diversidade funcional e dos padrões de riqueza de aranhas cavernícolas do Brasil e um modelo de mapeamento / Analysis of functional diversity and richness patterns of cave spiders from Brazil and a mapping model

Igor Cizauskas 14 November 2017 (has links)
Um dos principais desafios no estudo da biodiversidade é o mapeamento de grupos faunísticos megadiversos. O mapeamento da biodiversidade auxilia na avaliação dos padrões de distribuição e riqueza de espécies e de suas comunidades, na compreensão de características ambientais e, consequentemente, dos fatores ecológicos por trás da especialização das espécies ao meio. Nesse trabalho foi avaliada a diversidade de aranhas (Araneae) coletadas em cavernas do Brasil, com o objetivo de determinar e classificar a araneofauna de cavernas. Um banco de dados composto por 29261 aranhas adultas oriundos de 3455 cavernas do Brasil foi elaborado. Foram determinadas 179 espécies nomeadas e 428 morfoespécies, totalizando 607 espécies, distribuídas em 59 famílias. Apresentamos os dados históricos dos estudos bioespeleológicos no Brasil com ênfase em aranhas entre 1972-2015, uma nova listagem das espécies nominadas e o mapeamento da distribuição dessas espécies, sendo este disponível para consulta em uma ferramenta virtual, o AppBio. Foi avaliada a diversidade funcional das espécies determinadas com base nos comportamentos de forrageamento conhecidos para as aranhas. Uma análise de guildas foi elaborada e as espécies foram classificadas ecológico-evolutiva em grupos funcionais, determinados pelo grau de relação das populações-fonte com o ambiente cavernícola (acidental, trogloxeno, troglófilo e troglóbio), categorias clássicas propostas por Schiner-Racovitza para as espécies subterrâneas. Características morfológicas que indicam preferência pelo ambiente hipógeo (ex. anoftalmia e despigmentação corporal) e especialização à vida no ambiente subterrâneo também foram avaliadas. Os padrões de riqueza tanto dos grupos funcionais como macroecológicos (ex. latitude e altitude) foram avaliados e discutidos de forma sucinta. A riqueza regional também foi avaliada sendo agrupada pela ocorrência das espécies em cavernas de diferentes Biomas brasileiros. Uma boa base de dados e um modelo de mapeamento e disponibilização desses dados de forma virtual foram elaborados para auxiliar nos estudos da fauna de aranhas cavernícolas e para definir propostas para preservação da fauna e conservação dos ambientes subterrâneos / One of the main challenges in the study of biodiversity is the mapping of megadiverse faunal groups. Biodiversity mapping assists in assessing patterns of distribution and species richness and their communities, understanding environmental characteristics and, consequently, ecological factors behind the species\' specialization to the environment. This work evaluated the diversity of spiders (Araneae) collected in caves in Brazil, with the objective of determining and classifying the araneofauna of caves. A database consisting of 29261 adult spiders from 3455 caves in Brazil was prepared. There were 179 named species and 428 morphospecies, totaling 607 species, distributed in 59 families. We present the historical data of the biospeleological studies in Brazil with a spider focus between 1972-2015, a new listing of the nominated species and the mapping of the species distribution, being available for consultation in a virtual tool, AppBio. It was evaluated the functional diversity of the determined species based on the known foraging behaviors for the spiders. An analysis of guilds was elaborated and the species were classified ecologically-evolutionary in functional groups, determined by the degrees of relation of the source populations with the cave environment (accidental, trogloxene, troglophile and troglobite), classical categories proposed by Schiner-Racovitza for subterranean species. Morphological characteristics indicating preference for the hypogeum environment (eg. anophthalmia and body depigmentation) and specialization in life in the underground environment were also evaluated. The richness patterns of both the functional and macroecological groups (eg. latitude and altitude) were evaluated and discussed succinctly. The regional richness was also evaluated by separating by the occurrence of the species in caves of different Brazilian Biomes. A good database and a model for mapping and making this data available in a virtual way were developed to assist in the study of cave spider fauna and to define proposals for preserving fauna and conserving underground environments
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Análise cladística de Dendryphantinae (Araneae: Salticidae) / Cladistic analysis of Dendryphantinae (Araneae: Salticidae)

Gustavo Rodrigo Sanches Ruiz 14 May 2010 (has links)
Análise Cladística de Dendryphantinae (Araneae: Salticidae) Gustavo R.S. Ruiz Resumo Salticidae (jumping spiders) é a família de aranhas mais diversa, contendo 5.245 espécies descritas (Platnick, 2010). A família é um dos poucos clados inquestionáveis dentro das aranhas, sendo caracterizada pelo par de olhos medianos anteriores bem desenvolvidos, que lhes permitem visão acurada e propiciam a evolução de comportamentos sexuais e estratégias de predação complexos. Apesar de sua monofilia, não há consenso sobre que grupo de aranhas seria o grupo-irmão dos salticídeos. Entretanto, espera-se que a posição filogenética das famílias do polifilético grupo Dionycha seja determinada em breve através dos estudos moleculares do projeto AToL. Embora pouco seja conhecido sobre as relações na base de Salticidae, trabalhos recentes sobre sua filogenia mostram que mais de 90% das espécies formam um único grande clado, os Salticoida, facilmente reconhecidos morfologicamente pela perda da unha tarsal dos palpos, entre outros caracteres. Dentro dos Salticoida, são reconhecidos atualmente três grandes clados. Um deles inclui os Astioida, as subfamílias Baviinae e Ballinae e os Marpissoida. O clado Marpissoida inclui as subfamílias Dendryphantinae, Marpissinae, Synagelinae e alguns gêneros pouco compreendidos, como Itata Peckham & Peckham. Dentre todos os salticídeos, a subfamília Dendryphantinae é um dos poucos grupos com limites bem estabelecidos, incluindo centenas de espécies com carenas na face retrolateral das quelíceras dos machos e palpos dos machos com êmbolos espirais reduzidos. Em geral, os machos também têm faixas longitudinais nas laterais da carapaça e abdômen, enquanto as fêmeas têm o dorso do abdômen marcado por pares de manchas escuras. As quelíceras e o primeiro par de pernas dos machos também são frequentemente robustos e alongados. Apesar de ser uma das maiores subfamílias de Salticidae, Dendryphantinae apresenta uma grande homogeneidade morfológica ao longo de todos seus subgrupos. A falta de caracteres diagnósticos para seus gêneros causou a descrição de um número indiscriminado de novos gêneros com limites pouco estabelecidos. Devido a isso, a classificação atual da subfamília encontra-se em um nível caótico e precisa ser revisada sob um ponto de vista filogenético. Em 2001, foi conduzida uma análise filogenética para a subfamília, utilizando dados moleculares, para investigar sua filogenia e evolução. A amostragem usada, entretanto, não permitiu muitas conclusões, e a posição de cerca de 30 gêneros de Dendryphantinae não incluídos nessa análise ainda é incerta. Baseando-se em uma filogenia mais inclusiva, problemas sobre a sistemática do grupo poderiam ser resolvidos; grupos naturais de gêneros poderiam ser revisados, permitindo sua simplificação e fácil reconhecimento. Devido à morfologia extremamente conservativa no grupo, dados moleculares são necessários para a reconstrução de sua filogenia. Os principais objetivos deste trabalho foi o seqüenciamento de quatro regiões de DNA (os nucleares 28S e Actina e os mitocondriais 16S e ND1) para dendrifantíneos ainda não amostrados em estudos anteriores, permitindo a reconstrução filogenética da subfamília inteira, bem como uma revisão preliminar dos gêneros da subfamília e estudos preliminares sobre biogeografia e evolução de caracteres no grupo. Neste estudo, tentamos amostrar a maior diversidade possível de linhagens de dendrifantíneos, incluindo quase todos os gêneros descritos, algumas espécies incertae sedis e linhagens de espécies não descritas. No total, 85 espécies inétidas de dendrifantíneos tiverem seu DNA sequenciado neste estudo. Desses táxons, a maioria provém da América Central e do Sul, mas alguns são de regiões do Velho Mundo, suplementando dados moleculares já acumulados para táxons da América do Norte. Além dos terminais de Dendryphantinae, utilizamos 40 terminais como grupo-externo, limitando a amostragem ao clado que inclui os Astioida, Baviinae, Ballinae e Marpissoida. No total, as análises contaram com 160 terminais. Para enraizar as árvores, utilizamos terminais de Astioida e Baviinae, nesta ordem de preferência, devido a sua próxima relação com o clado Marpissoida + Ballinae. Análises Bayesianas foram conduzidas utilizando o programa MrBayes (modelo GTR+I+). Foi permitida uma variação dos parâmetros do modelo entre partição de dados. Utilizamos dois conjuntos de partições, um com 8 e um conjunto com 4 partições. No primeiro, tratamos dados nucleares e mitocondriais independentemente. No segundo, tipos similares de DNA, nuclear ou mitocondrial, foram tratados como tendo padrões de evolução similares. Também inferimos árvores utilizando a Parcimônia Máxima para todos os genes independentemente e para a mesma matriz complete usada nas Análises Bayesianas. Análises de parcimônia foram conduzidas utilizando o programa TNT, tratando estados de caracteres como não-ordenados e gaps como missing data. Como resultado das Análises Bayesianas, os clados Ballinae, Marpissoida, Marpissinae, Synagelinae e Dendryphantinae foram recuperados como monofiléticos. A topologia geral encontrada pela Parcimônia Máxima para todos os genes concorda com as Análises Bayesianas: (Astioida (Baviinae (Ballinae (Synagelinae (Marpissinae (Dendryphantinae)))))). Dentro dos Dendryphantinae, o gênero Hentzia Marx é o grupo-irmão do restante da subfamília. Espécies deste gênero, juntamente com os gêneros Anicius Chamberlin, Macaroeris Wunderlich, Phanias F.O.P.-Cambridge, Homalattus White, Mabellina Chickering e Rudra Peckham & Peckham, são os únicos grupos de dendrifantíneos com fúsulos epiândricos. A perda desses fúsulos caracteriza um grande clado que inclui a maioria das espécies da subfamília. O clado dos dendrifantíneos infusulados inclui três grandes clados. O primeiro é representado pelo gênero Zygoballus Peckham & Peckham; o Segundo, tratado aqui como os Alcmenomorfos, é um grande clado que inclui Metaphidippus F.O.P.-Cambridge e vários gêneros sul-americanos, como Chirothecia Taczanowski, Ashtabula Peckham & Peckham, Lurio Simon, Alcmena C.L. Koch e Admirala Peckham & Peckham; o terceiro clado, tratado aqui como os Dendrifantomorfos, inclui os gêneros Ramboia Mello-Leitão, Parnaenus Peckham & Peckham, o grupo Bagheera (Bagheera Peckham & Peckham, Gastromicans Mello-Leitão, Selimus Peckham & Peckham e espécies do grupo limbata de Messua), o grupo Bellota (Bellota Peckham & Peckham, Paradamoetas Simon e Sassacus Peckham & Peckham, entre outros gêneros) e um grande clado da América do Norte. O clado da América do Norte inclui Ghelna Maddison, Terralonus Maddison, Dendryphantes C.L. Koch, Tutelina Simon, Phidippus C.L. Koch, Paraphidippus F.O.P.-Cambridge, Beata Peckham & Peckham, Eris C.L. Koch, Nagaina Peckham & Peckham e Pelegrina Franganillo. Apesar de a subfamília parecer ter tido sua origem no continente Americano, onde ela apresenta uma grande diversificação, os dendrifantíneos colonizaram o Velho Mundo pelo menos três vezes independentemente. Duas dessas invasões são provavelmente mais antigas e foram feitas por linhagens com fúsulos epiândricos (Macaroeris e Homalattus), enquanto a terceira parece ser mais recente, consuzida por um grupo infusulado, o gênero Dendryphantes, que ainda tem membros na América do Norte. Além de estudos biogeográficos, outros aspectos da evolução dos dendrifantíneos, como dimorfismo sexual secundário, mimetismo e evolução de estruturas sexuais, poderão ser inferidos com base na topologia apresentada. Esperamos que este trabalho aumente o interesse de aracnólogos no grupo e propicie revisões, novos trabalhos sobre filogenia e a descrição das centenas de espécies novas de Dendryphantinae que permanecem desconhecidas nas coleções aracnológicas. / The subfamily Dendryphantinae includes many hundreds of species with a carina on the retrolateral surface of the male chelicerae and male palps with a reduced spiral embolus. Despite being one of the largest subfamilies of jumping spiders, dendryphantine lineages present an unusual morphological homogeneity across the entire group. The lack of diagnostic characters for genera has caused the indiscriminate proposal of many genera with loose boundaries. Because of that, current classification of the group is chaotic and needs to be revised under a phylogenetic scope. Since morphology is especially conservative in Dendryphantinae, molecular data are of extreme importance for phylogenetic reconstructions in the group. The main goal of this work was to sequence four gene regions the nuclear 28S and Actin and the mitochondrial 16S and ND1 of dendryphantines in order to reconstruct the phylogeny of the entire subfamily, allowing future revisions of its systematics and the understanding of such large biodiversity. During this study, we tried to sample as great a diversity of dendryphantine lineages, including almost all described genera, some problematic incertae sedis species and some lineages of undescribed species. We sampled over 85 dendryphantine species that had never been used in molecular studies. These taxa are mostly from South and Central America, but also from regions in the Old World, supplementing previously gathered molecular data from North American taxa. In addition to the dendryphantine terminals, we used 40 terminals as outgroups, limiting sampling to the large clade that includes the Astioida, Baviinae, Ballinae and Marpissoida. In total, analyses counted with 160 terminals. To root the trees, we used terminals of Astioida and Baviinae, in this order of preference, due to their close relationship to the Marpissoida + Ballinae clade. 11 Bayesian analyses were done using MrBayes (GTR+I+ model). Model parameters were permitted to differ among data partitions. We had two sets of partitions, one set with 8 and one set with 4 partitions. For the first set, we treated nuclear data independently from mitochondrial. For the second set of partitions, similar DNA types, nuclear or mitrochondrial, were treated as having similar evolution patterns. We also inferred trees using Maximum Parsimony for all the genes independently and for the same complete matrix used in the Bayesian analyses. Parsimony analyses were done using TNT, treating character states as unordered and gaps as missing data. As the result of the Bayesian analyses, the clades Ballinae, Marpissoida, Marpissinae, Synagelinae and Dendryphantinae were recovered as monophyletic. The general topology found by Maximum Parsimony for the All-Genes matrix agrees with the Bayesian analyses: (Astioida (Baviinae (Ballinae (Synagelinae (Marpissinae (Dendryphantinae)))))). Within the Dendryphantinae, the genus Hentzia Marx is the sister to the rest of the subfamily. Species of this genus, along with those of Anicius Chamberlin, Macaroeris Wunderlich, Phanias F.O.P.-Cambridge, Homalattus White, Mabellina Chickering and Rudra Peckham & Peckham, are the only groups of dendryphantines that have epiandrous fusules. The loss of these fusules characterizes a large clade that includes most dendryphantines. The clade of the infusulate dendryphantines includes three major lineages. The first is the genus Zygoballus Peckham & Peckham; the second, treated here as the Alcmenomorphs (nom. nov.), is a huge clade that includes Metaphidippus F.O.P.-Cambridge and several South American genera, such as Chirothecia Taczanowski, Ashtabula Peckham & Peckham, Lurio Simon, Alcmena C.L. 12 Koch and Admirala Peckham & Peckham; the third lineage, treated here as the Dendryphantomorphs (nom. nov.), includes the genera Ramboia Mello-Leitão, Parnaenus Peckham & Peckham, the Bagheera group (Bagheera Peckham & Peckham, Gastromicans Mello-Leitão, Selimus Peckham & Peckham and species of the Messua limbata group), the Bellota group (Bellota Peckham & Peckham, Paradamoetas Simon and Sassacus Peckham & Peckham, among other genera) and a huge clade from North America. The North American clade includes Ghelna Maddison, Terralonus Maddison, Dendryphantes C.L. Koch, Tutelina Simon, Phidippus C.L. Koch, Paraphidippus F.O.P.-Cambridge, Beata Peckham & Peckham, Eris C.L. Koch, Nagaina Peckham & Peckham and Pelegrina Franganillo. Despite the fact that the subfamily seems to be a group originated on the American continent, where it presents a great diversification, dendryphantines have reached the Old World at least three times independently. Two of these invasions are probably older and were carried out by lineages with epiandrous fusules, namely Macaroeris and Homalattus (former Rhene Thorell), while the third seems to be a very recent invasion by an infusulate group, the genus Dendryphantes, who still has members in North America. Besides biogeographical studies, many other aspects of their evolution can be inferred based on this topology, such as the evolution of sexual secondary dimorphism (e.g. the chelicerae), mimicry (beetles/ants) or the evolution of male palp/epigynum structures. Based on this phylogenetic hypothesis, we will be able to revise natural groups of genera with criticism, allowing their taxonomic simplification and easier recognition. We hope that this work increases the interest of other arachnologists on the group and propitiates the description of the several hundred new species that remain unknown and unnamed.
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Filogeografia de duas espécies neotropicais do gênero Araneus (Araneidae) = Phylogeography of two neotropical species of the genus Araneus (Araneidae) / Phylogeography of two neotropical species of the genus Araneus (Araneidae)

Peres, Elen Arroyo, 1985- 26 August 2018 (has links)
Orientador: Vera Nisaka Solferini / Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Biologia / Made available in DSpace on 2018-08-26T20:50:57Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Peres_ElenArroyo_D.pdf: 4419188 bytes, checksum: 1e99ff3fa29d44a021ecf49304ad863b (MD5) Previous issue date: 2015 / Resumo: Neste trabalho estudamos os padrões filogeográficos de duas espécies de aranhas do gênero Araneus (Araneidae) visando contribuir para o entendimento da biogeografia da região Neotropical. Para as duas espécies, realizamos estimativas de diversidade e estrutura genética, redes de haplótipos, inferências filogenéticas e análises demográficas utilizando um marcador mitocondrial (Citocromo Oxidase I, COI) e um nuclear (Internal Transcribed Subunit II, ITS2); e apresentamos os resultados em dois manuscritos. No primeiro, "Pleistocene niche stability and lineage diversification in the subtropical spider Araneus omnicolor", testamos a influência das oscilações climáticas do Quaternário sobre a demografia de A. omnicolor, uma espécie restrita à porção subtropical da América do Sul. Modelagens paleoclimáticas indicaram que a distribuição de A. omnicolor permaneceu estável ao longo do Pleistoceno tardio. Além disso, a comparação entre 14 modelos demográficos por meio de Approximate Bayesian Computation (ABC) apontou como mais provável o modelo de panmixia com estabilidade, embora as demais análises demográficas tenham indicado expansão recente, sugerindo um cenário complexo para a espécie. No segundo manuscrito, "Conexões entre Amazônia e Mata Atlântica reveladas por Araneus venatrix", analisamos os padrões filogeográficos de A. venatrix, que ocorre em ambientes úmidos em toda a região Neotropical (Amazônia, Mata Atlântica e matas de galeria localizadas na diagonal seca entre esses biomas). Detectamos uma profunda divergência entre um clado restrito ao sul da Mata Atlântica e outro distribuído em todo o restante do Brasil datada do Mioceno tardio. Os resultados indicam que a expansão do Cerrado e consequente separação das florestas úmidas coincidem com um progressivo esfriamento e ressecamento ao longo do Terciário, ainda que certa conectividade entre esses biomas tenha permanecido. As análises mostraram que as populações da porção norte na Mata Atlântica são geneticamente mais semelhantes às da Amazônia do que às da porção sul, indicando que os processos ligados à diversificação de linhagens desses dois biomas não são completamente independentes. Este trabalho mostrou que estudos com táxons de ampla ocorrência geográfica contribuem com informações importantes sobre a história das florestas úmidas Neotropicais. Os dois manuscritos sugeriram cenários intrigantes para a América do Sul e revelam a importância de mais trabalhos com organismos como as aranhas, muito abundantes e ainda pouco explorados nos Neotrópicos. Nossos resultados contribuem para o conhecimento geral do grupo e também a compreensão da história biogeográfica da região Neotropical / Abstract: In this work, we have studied the phylogeographic patterns of two spiders of the genus Araneus (Araneidae) to contribute to the knowledge about the biogeography of the Neotropical region. For both species, we estimated the genetic diversity, the population structure, haplotype networks, phylogenetic inferences and the demographic history using one mitochondrial (Cytochrome Oxidase I, COI) and one nuclear (Internal Transcribed Subunit II, ITS2) marker; and presented the results in two separate manuscripts. In the first, "Pleistocene niche stability and lineage diversification in the subtropical spider Araneus omnicolor", we have tested the influence of the Quaternary climatic oscillations on the demography of A. omnicolor, a species restricted to South American subtropical region. The paleoclimatic modeling indicated that A. omnicolor¿s distribution remained stable during the Late Pleistocene. Besides, the comparison among 14 demographic models through an Approximate Bayesian Computation (ABC) approach pointed to panmixia with stability as the most probable model, although the other demographic analyses had indicated recent expansion, suggesting a complex scenario for this species. In the second manuscript, "Conexões entre Amazônia e Mata Atlântica reveladas por Araneus venatrix", we have analyzed the patterns of A. venatrix, a species that occurs in humid Neotropical environments (Amazonia, Atlantic Forest and gallery forests located in the dry diagonal between these biomes). We have detected a deep divergence between a clade restricted to Southern Atlantic Forest and the other, distributed in all other Brazilian regions, on Late Miocene. These results suggest that the expansion of Cerrado biome and the consequent split of rainforests are coincident with a progressive cooling and dryness that occurred during the Tertiary, although some degree of connectivity between these biomes had remained until today. The analyses showed that the northern Atlantic Forest populations are genetically more similar to Amazonian populations than to the ones from southern Atlantic Forest, indicating that the processes related to the lineages diversification in these biomes are not completely independent. This work has showed that studies focused on widely distributed taxa contribute with important information regarding the history of Neotropical Rainforests. Both manuscripts suggest intriguing scenarios for South America and reveal the importance of more research with organisms as spiders, which are abundant but scarcely explored in Neotropics. Our results contribute to the general knowledge of the group and also to a better comprehension of the biogeographic history of Neotropical region / Doutorado / Genetica Animal e Evolução / Doutora em Genética e Biologia Molecular
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Influence of Ambient Temperature on Efficacy of Signals Produced by Female Schizocosa Ocreata (Hentz, 1844) (Araneae: Lycosidae)

Campbell, Melissa, Roberts, J. Andrew 01 January 2015 (has links)
The ambient temperature of an environment has potential to influence many aspects of the behavior and physiology of small-bodied ectotherms, including brush-legged Wolf spiders Schizocosa ocreata (Hentz, 1844) (Araneae: Lycosidae). Temperature varies significantly, and often unpredictably, in their habitat throughout the spring breeding season, and is known to influence male Schizocosa courtship behavior. Currently unknown is what effect fluctuations in ambient temperature alone might have on critical, non-behavioral sexual signals such as female silk and chemical cues. We collected cues from mature, virgin females and subjected each sample to one of three thermal treatments (40°C, 20°C, or -12°C), at constant humidity. We presented treated female cues to mature males and recorded male response across treatment types as a behavioral indicator of signal degradation. There were no significant differences across treatments in the frequency or duration of male behaviors, including critical courtship and exploratory behaviors. Our results suggest that thermally induced degradation of female sexual signals is negligible for this species and likely has little or no influence on male behavior.
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Extraordinary Variation in Circadian Free-Running Periods Observed in Spiders Appears to be Limited to the Superfamily Araneoidea

Shepherd, Alexandria E, Jones, Thomas C, Moore, Darrell 07 April 2022 (has links)
Almost all organisms have approximately a 24-hour circadian rhythm that enables them to anticipate their environment’s daily rhythmicity. Anticipation increases their likelihood of success in foraging, reproduction, predation, and other life events. Therefore, a disruption of their endogenous clock results in detrimental physiological consequences that significantly impact organisms’ fitness. Surprisingly, we have found numerous spider species with free-running periods that deviate greatly from 24 hours. Free-running period (FRP) is a standard measurement of the period of an organism’s circadian rhythm found by measuring periodicity of behaviors or physiology under constant conditions (e.g., constant darkness and temperature). So far, these extreme spider FRPs have only been observed in the superfamily Araneoidea, but we have only limited sampling of species outside this clade. Therefore, we want to fill this data gap of non-araneoid spiders to deepen our understanding of the evolution of circadian clocks in spiders. Also, we will observe if significant deviation from 24 hours and wide variation in FRP are common to all spider species or are only characteristics of araneoid spiders. Here, we describe the FRPs of four non-araneoid spider species belonging to the RTA clade: Schizocosa avida, Phidippus audax, Agelenopsis pennsylvanica, and Mecaphesa celer. We detected significant free runs (mean + SD) at p<0.001 using Lomb-Scargle periodograms in three out of the four species: S. avida (23.84 ± 1.03 h); P. audax (22.67 ± 0.36 h); and A. pennsylvanica (23.97 ± 0.32 h). However, M. celer was found to be arrhythmic under constant conditions. These findings of near 24-hour FRPs with low deviation among the RTA species, along with previous data, strongly suggest that extreme FRPs are confined to the Araneoidea clade. Thus, we have phylogenetically localized a major evolutionary change in the circadian system of spiders occurring in the Araneoidea clade, approximately 170 million years ago.
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Influence of Selective Insecticides and Cropping System on Arthropod Natural Enemies in Soybean

Whalen, Rebecca Anne 28 June 2016 (has links)
Arthropod natural enemies play a key role in controlling potentially damaging pest populations in agroecosystems. An abundant and diverse natural enemy community is associated with higher yields in a variety of crops. Certain aspects of soybean production can make a field more or less amenable to a robust natural enemy community. For instance, commonly used broad-spectrum insecticides which are highly toxic to most arthropods can decrease natural enemy densities and allow for secondary pest outbreaks. Selective insecticides that have less impact on natural enemy populations allow for pest control while preserving important predators. Another production decision that could alter natural enemy communities is the choice of cropping system, specifically planting early (full season) or late, after small grain harvest (double crop). My research objectives were to examine how 1) selective insecticides and 2) cropping system affect the density and diversity of natural enemies in Virginia soybean. To address the first objective I compared the natural enemy community in soybean plots that were exposed to selective insecticides, broad-spectrum insecticides or no insecticide. I sampled insects using three different techniques and found that the two selective insecticides I tested, both from a new class called diamides, did not reduce the natural enemy community compared to controls. To examine how cropping system affects the natural enemy community I sampled full season and double crop fields during the growing season for two years. In 2014 ground-dwelling spider diversity was higher in full season soybean. In both years, double crop soybeans had higher abundance of spiders and insect natural enemies on the ground and in the foliage compared with full season soybean. This was unexpected, since double crop soybeans are planted later than full season and arthropod populations would have less time to colonize and grow. When I compared diversity of a family of predatory beetles I found higher diversity in full season soybean. The similarity in spider and insect natural enemy diversity and abundance trends suggests that a greater number of species can co-exist in full season soybean, while in double crop soybeans a few dominant natural enemies thrive. / Ph. D.

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