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TRAUMA, DESAMPARO E SOFRIMENTO PSÍQUICO NA ENFERMARIA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA. / Trauma, Helplessness and Psychological Distress in the Orthopedic Ward and Traumatology.

Prata, Márcia de Oliveira 23 February 2015 (has links)
Made available in DSpace on 2016-07-27T14:20:44Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MARCIA DE OLIVEIRA PRATA.pdf: 589299 bytes, checksum: 5bc236c47088f4e73d6f795ff5465c84 (MD5) Previous issue date: 2015-02-23 / This study was based on my experience as a psychologist in the Orthopedic and Traumatology Ward at the Clinics Hospital of the Uberlândia Federal University of (HCUUFU). This dissertation sought to answer the question "What are the implications of physical trauma on the psyche of the subject?" An investigation was carried out using the psychoanalytic literature of Sigmund Freud on psychic trauma, repetition, helplessness and the death instinct. Also, it aimed to study trauma in the medical field, as well as its relevance to contemporary psychoanalytic clinic. In terms of elaborations, the issue of pain and the body for the mexican painter Frida Kahlo and the narratives of three client sessions whose bodies bore physical and psychological trauma in clinical fragments of stories by Amanda, Mary and John were presented. The objectives of this investigation were: define the term trauma in the Freudian psychoanalytic field; differentiate the psychoanalytic concept of trauma with the medical concept of trauma; establish the relationship between trauma, repetition, drive, helplessness and psychological distress; analyze clinical fragments from life stories of three patients; discuss Psychoanalytic Listening as a possible therapeutic approach in the hospital ward of multiple trauma. In general, the following was concluded: physical trauma and its relation to psychic trauma is sustained in the unconscious logic, servicing the death instinct which enforces the initial helplessness reissue; narcissistic physical trauma scars the psyches, opening a slit which can be the advent of desire and therefore making it possible for the subject to direct his-her life beyond the traumatic episode; and finally, the necessity to discuss the place of the analyst in a hospital, who, when, proposes a singular listening of the subject of the unconscious, establishes tension between medical and psychoanalytic discourses. / O presente estudo partiu de minha experiência como psicóloga na enfermaria de ortopedia e traumatologia do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HCUUFU). Nesta dissertação, busca-se responder à questão Quais as implicações do trauma físico sobre o psiquismo do sujeito? Foi realizada uma investigação na literatura psicanalítica de Sigmund Freud sobre trauma psíquico, repetição, desamparo e pulsão de morte. Também, tratou-se do trauma na especificidade do campo médico, assim como sua pertinência na clínica contemporânea psicanalítica. Em termos de elaborações, foi apresentada a questão da dor e do corpo para a pintora mexicana Frida Kahlo e a narrativa de três encontros com três personagens cujo corpo foi palco para o trauma físico e o trauma psíquico em fragmentos clínicos recortados da história de Amanda, Maria e João. Os objetivos desta pesquisa são: delimitar o conceito de trauma no campo psicanalítico freudiano; diferenciar o conceito psicanalítico de trauma com o conceito médico de trauma; estabelecer a relação entre trauma, repetição, pulsão, desamparo e sofrimento psíquico; analisar fragmentos clínicos como recortes das narrativas de vida de três pacientes; discutir acerca da escuta psicanalítica como um possível recurso terapêutico na enfermaria hospitalar de politraumatismos. De modo geral, chegou-se às seguintes considerações finais: o trauma físico e sua relação com trauma psíquico se sustenta na lógica inconsciente à serviço pulsão de morte que impõe a reedição do desamparo inicial; o trauma físico inscreve cicatrizes narcísicas no psiquismos, abrindo uma fenda onde é possível o advento do desejo e, por conseguinte, a possibilidade de que o sujeito direcione sua vida para além do episódio traumático; e, finalizando, é preciso que se coloque em discussão o lugar do psicanalista em uma instituição hospitalar que, ao se propor à escuta do singular de um sujeito do inconsciente, instaura uma tensão entre o discurso médico e o discurso psicanalítico.
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Investigação longitudinal dos efeitos de diferentes contingências com estímulos apetitivos e aversivos sobre o desamparo aprendido / Longitudinal research on the effects of different contingencies with appetitive and aversive stimuli upon learned helplessness

Emileane Costa Assis de Oliveira 12 December 2007 (has links)
A hipótese do desamparo aprendido foi apresentada por Seligman & Maier em 1976 com uma suposta generalidade para todas as condições de estímulo, aversivos ou não e também como um modelo explicativo para a depressão humana. Esta proposição permitiu algumas manipulações experimentais no sentido de reverter o efeito do desamparo, utilizando, inclusive, reforçamento positivo na fase de \"terapia\". A partir dessas questões, o presente trabalho investigou: (a) se animais que apresentaram desamparo em teste de fuga também apresentam dificuldade de aprendizagem reforçada positivamente, envolvendo ou não controle de estímulos; (b) se a exposição ao reforço positivo elimina o desamparo e (c) se o desamparo interfere na resistência à mudança, medida sobre uma segunda aprendizagem discriminativa, reforçada positivamente, que envolve inversão do controle de estímulos. Ratos foram expostos a choques controláveis (C), incontroláveis (I) ou nenhum choque (N), e posteriormente submetidos ao teste de fuga. Foram selecionados três grupos (n=4) de animais que apresentaram desamparo (grupo I) ou aprendizagem de fuga no teste (grupos C e N). Em seguida, todos foram submetidos a (1) reforçamento positivo da resposta de pressão à barra (modelagem, CRF e 10 sessões de treino discriminativo FR/extinção), (2) re-teste de fuga, (3) 10 sessões de treino discriminativo com inversão dos estímulos sinalizadores. Outros quatro animais receberam apenas as sessões de reforçamento positivo. Obteve-se que todos os sujeitos aprenderam igualmente a discriminação e sua reversão, e que 3/4 dos animais do grupo I mantiveram o desamparo no segundo teste de fuga. Esses resultados indicam que o desamparo não se generalizou para a aprendizagem reforçada positivamente e que a exposição ao reforçamento positivo não aboliu o desamparo para a maioria dos sujeitos. Os dados foram discutidos considerando-se o efeito seletivo do desamparo, que ocorre apenas frente a algumas contingências, mas não a todas. Quanto ao fato da \"terapia\" com reforço positivo não ter modificado a dificuldade de aprender uma resposta mediante reforçamento negativo isso sugere que, se o desamparo decorre da aprendizagem de impossibilidade de controle sobre o ambiente, essa aprendizagem não abrange todos os estímulos do ambiente de forma generalizada, mas apenas a uma (ou algumas) determinada classe de estímulos. A identificação das características que definem essa(s) classe (ser choque, ser aversivo ou outras) também deve ser objeto de futuras investigações. / The learned helplessness hypothesis was put forward by Seligman & Maier in 1976 under the assumption of generality among all stimulus conditions, aversive or otherwise, and as an explanatory model of human depression. This proposition allowed for some experimental manipulations aimed at reversing the effect, using, among others things, positive reinforcement during a \"therapy\" phase. With that in mind, the present research attempted to investigate whether: (a) animals that showed signs of helplessness in an escape test also show a learning deficit with positive reinforcement, whether or not involving stimulus control; (b) the exposure to positive reinforcement may cancel out helplessness and (c) helplessness interferes with resistance to change, measured during a second, positively reinforced, discrimination learning (reversal). Rats were first exposed to controllable (C), uncontrollable (I) or no shocks (N) and then to an escape test. Three groups (n=4) were selected: one that displayed helplessness (group I) and two that learned to escape (groups C and N). After that, all subjects were exposed to (1) positive reinforcement of lever pressing (shaping, CRF and ten sessions of discrimination between FR and extinction), (2) the same escape test, (3) ten sessions of discrimination learning with reversed discriminative stimuli. Other four animals were exposed only to sessions of positive reinforcement. All animals learned discrimination and reversal, and three out of four animals of group I remained helplessness in the second escape test. These results suggest that helplessness did not generalize to a positively reinforced task and that exposure to positive reinforcement did not cancel out helplessness for most subjects. Results are discussed considering the selective effect of helplessness, which occurs under some conditions, but not under all. The fact that therapy with positive reinforcement did not reduce the learning deficit observed with negative reinforcement suggest that if helplessness result from learning that it is impossible to control the environment, this knowledge does not include all stimuli in a generalized manner, but only one (or some) certain stimuli class. The identification of the characteristics that define these classes (electric shocks, aversive stimuli, among others) should also be the purpose of future research.
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Investigação longitudinal dos efeitos de diferentes contingências com estímulos apetitivos e aversivos sobre o desamparo aprendido / Longitudinal research on the effects of different contingencies with appetitive and aversive stimuli upon learned helplessness

Oliveira, Emileane Costa Assis de 12 December 2007 (has links)
A hipótese do desamparo aprendido foi apresentada por Seligman & Maier em 1976 com uma suposta generalidade para todas as condições de estímulo, aversivos ou não e também como um modelo explicativo para a depressão humana. Esta proposição permitiu algumas manipulações experimentais no sentido de reverter o efeito do desamparo, utilizando, inclusive, reforçamento positivo na fase de \"terapia\". A partir dessas questões, o presente trabalho investigou: (a) se animais que apresentaram desamparo em teste de fuga também apresentam dificuldade de aprendizagem reforçada positivamente, envolvendo ou não controle de estímulos; (b) se a exposição ao reforço positivo elimina o desamparo e (c) se o desamparo interfere na resistência à mudança, medida sobre uma segunda aprendizagem discriminativa, reforçada positivamente, que envolve inversão do controle de estímulos. Ratos foram expostos a choques controláveis (C), incontroláveis (I) ou nenhum choque (N), e posteriormente submetidos ao teste de fuga. Foram selecionados três grupos (n=4) de animais que apresentaram desamparo (grupo I) ou aprendizagem de fuga no teste (grupos C e N). Em seguida, todos foram submetidos a (1) reforçamento positivo da resposta de pressão à barra (modelagem, CRF e 10 sessões de treino discriminativo FR/extinção), (2) re-teste de fuga, (3) 10 sessões de treino discriminativo com inversão dos estímulos sinalizadores. Outros quatro animais receberam apenas as sessões de reforçamento positivo. Obteve-se que todos os sujeitos aprenderam igualmente a discriminação e sua reversão, e que 3/4 dos animais do grupo I mantiveram o desamparo no segundo teste de fuga. Esses resultados indicam que o desamparo não se generalizou para a aprendizagem reforçada positivamente e que a exposição ao reforçamento positivo não aboliu o desamparo para a maioria dos sujeitos. Os dados foram discutidos considerando-se o efeito seletivo do desamparo, que ocorre apenas frente a algumas contingências, mas não a todas. Quanto ao fato da \"terapia\" com reforço positivo não ter modificado a dificuldade de aprender uma resposta mediante reforçamento negativo isso sugere que, se o desamparo decorre da aprendizagem de impossibilidade de controle sobre o ambiente, essa aprendizagem não abrange todos os estímulos do ambiente de forma generalizada, mas apenas a uma (ou algumas) determinada classe de estímulos. A identificação das características que definem essa(s) classe (ser choque, ser aversivo ou outras) também deve ser objeto de futuras investigações. / The learned helplessness hypothesis was put forward by Seligman & Maier in 1976 under the assumption of generality among all stimulus conditions, aversive or otherwise, and as an explanatory model of human depression. This proposition allowed for some experimental manipulations aimed at reversing the effect, using, among others things, positive reinforcement during a \"therapy\" phase. With that in mind, the present research attempted to investigate whether: (a) animals that showed signs of helplessness in an escape test also show a learning deficit with positive reinforcement, whether or not involving stimulus control; (b) the exposure to positive reinforcement may cancel out helplessness and (c) helplessness interferes with resistance to change, measured during a second, positively reinforced, discrimination learning (reversal). Rats were first exposed to controllable (C), uncontrollable (I) or no shocks (N) and then to an escape test. Three groups (n=4) were selected: one that displayed helplessness (group I) and two that learned to escape (groups C and N). After that, all subjects were exposed to (1) positive reinforcement of lever pressing (shaping, CRF and ten sessions of discrimination between FR and extinction), (2) the same escape test, (3) ten sessions of discrimination learning with reversed discriminative stimuli. Other four animals were exposed only to sessions of positive reinforcement. All animals learned discrimination and reversal, and three out of four animals of group I remained helplessness in the second escape test. These results suggest that helplessness did not generalize to a positively reinforced task and that exposure to positive reinforcement did not cancel out helplessness for most subjects. Results are discussed considering the selective effect of helplessness, which occurs under some conditions, but not under all. The fact that therapy with positive reinforcement did not reduce the learning deficit observed with negative reinforcement suggest that if helplessness result from learning that it is impossible to control the environment, this knowledge does not include all stimuli in a generalized manner, but only one (or some) certain stimuli class. The identification of the characteristics that define these classes (electric shocks, aversive stimuli, among others) should also be the purpose of future research.
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Alterações ambientais dependentes e independentes da resposta: uma investigação dos efeitos de contigüidade versus contingência / Response dependent and response independent environmental changes: a study on the effects of contiguity versus contingency

Nogara, Thaís Ferro 13 March 2006 (has links)
Made available in DSpace on 2016-04-29T13:17:56Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertacao Thais Nogara.pdf: 1558052 bytes, checksum: ccb32c051365bae930fde318c9580dd9 (MD5) Previous issue date: 2006-03-13 / Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico / The effects of presenting stimuli that are well established as reinforcers independently of responding have been studied under two different perspectives. On the first perspective, through a procedure called accidentally reinforcement, stimuli are presented non-contingently, resulting in the accidental selection of a response, an effect called superstition. On the other perspective, in a procedure called uncontrollability stimuli are presented independently of responding resulting in a difficulty in learning when another contingency is presented, a behavioral effect called learned helplessness (LH). It has been suggested that the interval from the non-contingent presentation of the stimulus and the response may have an important role in producing either one of two behavioral effects. The goal of this study was to investigate: (a) the effects of different duration of an aversive auditive stimuli on the possibility of establishing contiguity between responding and the ending of the stimulus; (b) the effects of the different stimulus-response intervals on the responding pattern; (c) the effects of different manipulations of stimuli presentation (response dependent, response independent, and delayed dependent) on the participants performances in a new escape contingency. Fifty participants were assigned to five groups: contingent (CON), yoked non-contingent (YNC), non-contingent (NC), contingent with delay (CD), and control. Four groups were exposed to two experimental phases: training and testing. In the training phase, each group experienced a different contingency: CON participants could escape from the aversive stimuli; YNC participants experienced the same aversive stimuli (order and duration) as CON participants, but could not escape; NC participants experienced 5s stimuli along the training phase and could not turn them off; CD participants could escape from the stimuli, but the emission of the response started a delay that was dependent upon the interval between the end of the stimulus and the preceding response emitted by a NC participant. The control participants were not exposed to a training phase. During test, all participants could escape from the aversive stimuli by emiting a new escape response. Results show that: a) 12 out of 40 participants showed some accidentally selected behavioral pattern during training. In the testing phase, all this 12 participants learned the new escape response. Other twenty-four participants had their performance in the testing phase classified as learned helplessness: 13 from NC and YNC groups, 4 from CON, 4 from control and 2 from CD; b) stimulus duration did not seem to determine the interval between the end of the stimuli and the preceding response; c) for some participants, temporal contiguity between the end of the stimulus and the preceding response was enough to select a behavioral pattern, but the contingent relation between these two events was a powerful variable in the selection and maintenance responding, even for those participants who were exposed to a contingent but not contiguous (delayed) stimuli-response relation / Os efeitos da apresentação independente das respostas de um sujeito de eventos ambientais bem estabelecidos como reforçadores têm sido investigados sob duas diferentes perspectivas. Para uma delas, a liberação não contingente desses eventos pode resultar na seleção acidental de respostas. O efeito em questão foi chamado de superstição e o procedimento, de reforçamento acidental. Sob uma outra perspectiva, a apresentação de estímulos independentemente do responder pode levar a uma dificuldade de aprendizagem quando uma nova contingência é apresentada. O efeito comportamental observado foi chamado de desamparo aprendido e o procedimento, de incontrolabilidade. Tem sido sugerido que o intervalo de tempo entre a apresentação não contingente do estímulo e as respostas dos sujeitos pode desempenhar um papel importante na produção desses efeitos. O objetivo do presente estudo foi investigar: (a) os efeitos de diferentes durações de um estímulo sonoro aversivo sobre o intervalo de tempo entre o seu término e a resposta precedente; (b) os efeitos desses diferentes intervalos sobre o responder dos participantes; e (c) os efeitos de diferentes arranjos experimentais (dependente, independente e dependente com atraso) sobre o desempenho dos participantes numa nova contingência de fuga. Para isso, 50 participantes foram distribuídos em seis grupos: contingente (CON), acoplado não contingente (ANC), não contingente (NC), contingente com atraso (CA) e controle. Quatro desses 5 grupos foram submetidos a duas fases experimentais: treino e teste. No treino, cada grupo passou por uma contingência diferente: ao grupo CON era dada a possibilidade de escapar do estímulo aversivo; o grupo ANC recebia os mesmos sons (mesma ordem e duração) que os participantes do grupo CON, mas não podiam escapar dos mesmos; o grupo NC experienciou sons com a duração de 5s durante toda a fase de treino e não podia desligá-los; o grupo CA podia fugir dos sons, mas a emissão da resposta de fuga iniciava um atraso que era determinado pelo intervalo entre o término do som e a resposta precedente, para o grupo NC. O grupo controle não passou pela fase de treino. No teste, todos os participantes podiam escapar dos sons por meio de uma nova resposta de fuga. Como resultado, observou-se que: a) 12 dos 40 participantes tiveram algum padrão de respostas acidentalmente selecionado no treino. No teste, esses 12 participantes aprenderam a resposta de fuga. O responder de outros 24 participantes, no teste, foi classificado como desamparo aprendido: 13 são dos grupos NC e ANC, 4, do grupo CON, 4, do grupo controle e 2, do grupo CA; b) a duração do som não foi a variável determinante do intervalo de tempo entre o término do som e a resposta precedente; c) embora, para alguns participantes, a contigüidade temporal entre o término do som e a resposta precedente tenha sido condição suficiente para selecionar um dado padrão de respostas, a relação de dependência entre esses eventos pareceu desempenhar um papel muito importante na seleção e manutenção do responder, mesmo para aqueles participantes expostos a uma relação estímulo-resposta contingente, mas não contígua (atrasada)
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Efeitos do atraso do reforço negativo na produção do desamparo aprendido em ratos / Effects of delayed negative reinforcement on the learned helplessness in rats

Souza, Eduardo José de 26 February 2018 (has links)
A dificuldade de aprendizagem de comportamentos reforçados negativamente, após uma história de exposição a estímulos aversivos incontroláveis, é denominada desamparo aprendido. Uma interpretação deste fenômeno é que a exposição à incontrolabilidade faz com que os sujeitos aprendam que não há relação entre suas respostas e o que ocorre nesse ambiente, o que posteriormente dificulta a aprendizagem sob reforçamento negativo (hipótese do desamparo aprendido). Outra é que, em função de reforçamento acidental, os sujeitos aprendem a ficar inativos (hipótese da inatividade aprendida). Alguns dados experimentais contradizem ambas as hipóteses, sendo os mesmos passíveis de serem interpretados por uma hipótese alternativa: a exposição à incontrolabilidade pode tornar mais relevante a contiguidade temporal entre resposta e eventos ambientais, facilitando ou dificultando novas aprendizagens (hipótese da contiguidade potencializada). Para testar tal hipótese, foram realizados três experimentos nos quais dezesseis grupos (n=8) de ratos Wistar foram expostos a tratamentos com choques controláveis, incontroláveis ou nenhum choque, sendo posteriormente testados em contingência de fuga com diferentes parâmetros do atraso do reforço, tais como período temporal de atraso e sua regularidade. Os resultados obtidos indicaram que atrasos variáveis entre 450 e 750ms produziram o efeito de desamparo aprendido, enquanto que atrasos fixos de 500 e 600ms não produziram esse efeito de forma consistente, a despeito da exposição prévia à incontrolabilidade dos choques. Tais resultados sugerem que o atraso na liberação do reforço negativo pode ser um fator relevante para que eventos aversivos incontroláveis produzam o desamparo aprendido. São discutidas as implicações desses dados para a manutenção ou refutação das hipóteses explicativas desse efeito comportamental. A hipótese alternativa da contiguidade potencializada testada parece ser a que melhor explica os dados experimentais aqui obtidos, bem como os da literatura. Tal hipótese pode sustentar novas possibilidades de análise experimental do fenômeno denominado desamparo aprendido. Entre as possibilidades se destaca o papel que a seleção acidental do comportamento pode exercer sobre a ocorrência deste fenômeno. / The difficulty of learning behaviors that are negatively reinforced, after a history of exposition to uncontrollable aversive stimulus, is named learned helplessness. An interpretation is that the exposition to uncontrollability makes the subjects learn that there is no relationship between their responses and what happens on this environment (learned helplessness hypothesis). Another interpretation is that, due to accidental reinforcement, the subjects learn to stay inactive (learned inactivity hypothesis). Some experimental data contradict both hypothesis, which are able to be interpreted using an alternative hypothesis: the exposition to uncontrollability can make the temporal contiguity between responses and environmental events more relevant, making new learnings easier or more difficult (potentiated contiguity hypothesis). In order to test such hypothesis, three experiments were carried out in which sixteen groups (n=8) of Wistar rats were exposed to controllable shocks, uncontrollable shocks, and none shock. Later were tested in escape contingency with different parameters of delay of reinforcement, such as the temporal period of delay and its regularity. The obtained results indicated that delays between 450 and 750ms produced the learned helplessness effect, while fixed delays of 500 and 600ms did not produce this effect in a consistent manner, despite the previous exposition to the uncontrollability. Such results suggest that the delay of the negative reinforcement may be a relevant factor to produce learned helplessness. The implications of these findings to the maintenance or denial of the hypothesis that explains this behavioral effect are discussed. The alternative hypothesis of potentiated contiguity seems to be the one that best explains the experimental data obtained, as well as from literature. Such hypothesis may support new possibilities of experimental analysis of the helplessness. Between the possibilities, stands out the role that accidental selection of the behavior can exert on the occurrence of this phenomenon.
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Efeitos do atraso do reforço negativo na produção do desamparo aprendido em ratos / Effects of delayed negative reinforcement on the learned helplessness in rats

Eduardo José de Souza 26 February 2018 (has links)
A dificuldade de aprendizagem de comportamentos reforçados negativamente, após uma história de exposição a estímulos aversivos incontroláveis, é denominada desamparo aprendido. Uma interpretação deste fenômeno é que a exposição à incontrolabilidade faz com que os sujeitos aprendam que não há relação entre suas respostas e o que ocorre nesse ambiente, o que posteriormente dificulta a aprendizagem sob reforçamento negativo (hipótese do desamparo aprendido). Outra é que, em função de reforçamento acidental, os sujeitos aprendem a ficar inativos (hipótese da inatividade aprendida). Alguns dados experimentais contradizem ambas as hipóteses, sendo os mesmos passíveis de serem interpretados por uma hipótese alternativa: a exposição à incontrolabilidade pode tornar mais relevante a contiguidade temporal entre resposta e eventos ambientais, facilitando ou dificultando novas aprendizagens (hipótese da contiguidade potencializada). Para testar tal hipótese, foram realizados três experimentos nos quais dezesseis grupos (n=8) de ratos Wistar foram expostos a tratamentos com choques controláveis, incontroláveis ou nenhum choque, sendo posteriormente testados em contingência de fuga com diferentes parâmetros do atraso do reforço, tais como período temporal de atraso e sua regularidade. Os resultados obtidos indicaram que atrasos variáveis entre 450 e 750ms produziram o efeito de desamparo aprendido, enquanto que atrasos fixos de 500 e 600ms não produziram esse efeito de forma consistente, a despeito da exposição prévia à incontrolabilidade dos choques. Tais resultados sugerem que o atraso na liberação do reforço negativo pode ser um fator relevante para que eventos aversivos incontroláveis produzam o desamparo aprendido. São discutidas as implicações desses dados para a manutenção ou refutação das hipóteses explicativas desse efeito comportamental. A hipótese alternativa da contiguidade potencializada testada parece ser a que melhor explica os dados experimentais aqui obtidos, bem como os da literatura. Tal hipótese pode sustentar novas possibilidades de análise experimental do fenômeno denominado desamparo aprendido. Entre as possibilidades se destaca o papel que a seleção acidental do comportamento pode exercer sobre a ocorrência deste fenômeno. / The difficulty of learning behaviors that are negatively reinforced, after a history of exposition to uncontrollable aversive stimulus, is named learned helplessness. An interpretation is that the exposition to uncontrollability makes the subjects learn that there is no relationship between their responses and what happens on this environment (learned helplessness hypothesis). Another interpretation is that, due to accidental reinforcement, the subjects learn to stay inactive (learned inactivity hypothesis). Some experimental data contradict both hypothesis, which are able to be interpreted using an alternative hypothesis: the exposition to uncontrollability can make the temporal contiguity between responses and environmental events more relevant, making new learnings easier or more difficult (potentiated contiguity hypothesis). In order to test such hypothesis, three experiments were carried out in which sixteen groups (n=8) of Wistar rats were exposed to controllable shocks, uncontrollable shocks, and none shock. Later were tested in escape contingency with different parameters of delay of reinforcement, such as the temporal period of delay and its regularity. The obtained results indicated that delays between 450 and 750ms produced the learned helplessness effect, while fixed delays of 500 and 600ms did not produce this effect in a consistent manner, despite the previous exposition to the uncontrollability. Such results suggest that the delay of the negative reinforcement may be a relevant factor to produce learned helplessness. The implications of these findings to the maintenance or denial of the hypothesis that explains this behavioral effect are discussed. The alternative hypothesis of potentiated contiguity seems to be the one that best explains the experimental data obtained, as well as from literature. Such hypothesis may support new possibilities of experimental analysis of the helplessness. Between the possibilities, stands out the role that accidental selection of the behavior can exert on the occurrence of this phenomenon.
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Substratos neurais envolvidos com o desenvolvimento do comportamento de desamparo em ratos: possível envolvimento do NO / Neural substrates involved with the helplessness behavior development in rats: possible involvement of nitric oxide

Vinicius Antonio Hiroaki Sato 27 November 2015 (has links)
Recentemente, o óxido nítrico (NO) tem sido relacionado com a depressão. A administração de inibidores da NO sintase (NOS) induz efeitos do tipo antidepressivo em modelos animais e há um aumento da expressão da NOS em estruturas do sistema límbico em indivíduos depressivos e em animais expostos a estresse. Além disso, sabe-se que o estresse causa um aumento da ativação de neurônios localizados em estruturas do sistema límbico e que o tratamento com antidepressivos bem como com inibidor da NOS, diminui essa marcação. Contudo, ainda não se sabe como o sistema nitrérgico dessas estruturas está relacionado com os comportamentos relacionados à depressão. Assim nosso objetivo é testar a hipótese de que o desenvolvimento do desamparo (comportamento relacionado à depressão) em ratos seria causado por um aumento de atividade de neurônios que contém nNOS em estruturas envolvidas com a resposta emocional ao estresse, e que os diferentes tratamentos induzem efeitos do tipo antidepressivo no modelo apresentando através de um efeito final comum de diminuir essa ativação e, portanto, diminuir os níveis de NO. Para isso, ratos foram submetidos ao modelo do desamparo aprendido e tratados com drogas antidepressivas. Após o teste, foi feita a imunohistoquímica com marcação para Fos (Fos-IR; marcador de atividade neuronal) e nNOS (nNOS-IR). O tratamento repetido com desipramina (DES, na dose de 25, mas não na de 12,5 mg/Kg), fluoxetina (FXT, na dose de 15, mas não na de 30 mg/Kg) e imipramina (IMI, 15mg/Kg) induziu efeito do tipo-antidepressivo no teste do desamparo aprendido (LH). O tratamento agudo apenas com imipramina, mas não com FXT ou IMI, induziu o mesmo tipo de efeito. O tratamento com DES, FXT ou IMI também aumentou o número de cruzamentos entre choques no LH, porém não induziu aumento de atividade locomotora no teste do campo aberto. O tratamento repetido com DES diminuiu a Fos-IR na amígdala basolateral (BlAm), amígdala lateral (LAm), córtex pré-frontal medial (mPFC), região CA1 e CA3 do hipocampo dorsal (dHPC) e região CA3 do hipocampo ventral (vHPC). O tratamento agudo com DES induziu um aumento de Fos-IR na amígdala central (CeAm), amígdala medial (MeAm) e CA1 e CA3 do dHPC. O tratamento repetido com FXT diminuiu Fos-IR na BlAm e LAm, enquanto o tratamento agudo aumentou Fos-IR na CeAm. O tratamento repetido com IMI aumentou nNOS-IR na MeAm e a dupla marcação no núcleo leito da estria terminal (BST); e diminuiu o Fos-IR na região CA1 do dHPC e na região parvocelular do núcleo paraventricular do hipotálamo (pPVN). Por fim, foram encontradas relações positivas entre o número de células Fos-IR e o número de falhas em fugir ou escapar dos choques no LH na BlAm, LAm, CA1 e CA3 do dHPC e CA3 do vHPC; i.e., quanto mais células ativadas nessas estruturas, maior o número de choques que os animais receberam sem consegui fugir. Os resultados aqui apresentados são, em parte, corroborados pela literatura, mostrando a participação das estruturas analisadas no comportamento do desamparo aprendido e no efeito das drogas antidepressivas. Nesse contexto, acredita-se que o BST funcionaria como um núcleo de processamento da informação vinda do mPFC, HPC e amígdala, enviando projeções para o PVN e regulando o funcionamento do eixo HPA. O trabalho abre caminho para a identificação de subpopulações específicas de neurônios que expressam a nNOS, buscando compreender o papel destas na modulação das respostas comportamentais numa situação de estresse, na busca pela formulação de um cenário cada vez mais completo da participação do sistema nitrérgico dentro do complexo neurocircuito que regula as emoções / Recently, nitric oxide (NO) has been related with the neurobiology of depression. The NO synthase (NOS) inhibition induces antidepressant-like effects in animal models and there is an increase in the NOS expression in limbic structures of depressed patients or in stress exposed animals. Besides, it is well known that stressful events causes an increase in limbic structures neuronal activation and that antidepressant treatment as well as NOS inhibition attenuates this effect. However, it is still unknown how the limbic nitrergic system is related with depression-related behaviors. Then, the aim of this work is to test the hypothesis that the helplessness behavior development (a depression-related behavior) in rats would be induced by an increased activity of nNOS-containing neurons in structures related with the neurobiology of stress responses. Furthermore, the antidepressant-like effect induced by antidepressants treatment in this model would share a final effect, decreasing the activation of such neurons, and decreasing the levels of NO in these structures. For this aim, male rats were submitted to the learned helplessness model and treated with antidepressants. After the test, immunohistochemistry assay were performed, with double labeling for c-Fos (Fos-IR; neuronal activity marker) and nNOS (nNOS-IR). The repeated treatment with desipramine (DES, 25 mg/kg but not 12,5mg/kg), fluoxetine (FXT, 15 mg/Kg, but not 30 mg/Kg) and imipramina (IMI, 15 mg/KG) induced antidepressant-like effects in the learned helplessness test (LH). The acute treatment with IMI, but not with DES or FXT, induced the same effect. The repeated treatment with DES, FXT or IMI also increased the number of intertrial crossings in the LH, but not the locomotor activity score on the open field score. The repeated treatment with DES decreased the number of Fos-IR into the basolateral amygdala (BlAm), lateral amygdala (Lam), medial prefrontal cortex (mPFC), CA1 and CA3 regions of the dorsal hippocampus (dHPC), and CA3 region of the ventral hippocampus (vHPC). The acute treatment with DES increased the Fos-IR into the central amygdale (CeAm), medial amygdala (MeAm), and CA1 and CA3 regions of the dHPC. The repeated treatment with FXT decreases the number of Fos-IR into the BlAm and Lam, while the acute treatment increases the Fos-IR into the CeAm. The repeated treatment with IMI increased the nNOS-IR into the MeAm and the double- labeled cells into the bed nucleus of stria terminalis (BST); and decreased the Fos-IR into the CA1 region of the dHPC and into the parvocellular region of the paraventricular nucleus of the hypothalamus. Finally, positive correlations between the number of Fos-IR and the number of failures in escaping or avoiding the foot shocks on the LH were found into the BlAm, Lam, CA1 and CA3 of the dHPC, and CA3 of the vHPC, i.e., with more activated cells into these structures mentioned, more foot shocks the rats received. These results are (partially) corroborated with previous scientific papers, showing the analyzed structures participation in the learned helplessness behavior as well as in the antidepressant effect of antidepressant administration. Within this context, the BST would work as a relay center, processing the information coming from the mPFC, HPC and amygdaloid nuclei, and sending the output to the PVN, modulating the HPA axis. This work open some questions about the identification of specific nNOS-containing neuronal subpopulations, aiming to clarify their role in the stress response, and searching for the formulation of a more complete scenario of the nitrergic system participation in this complex emotion-regulating neurocircuit
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Substratos neurais envolvidos com o desenvolvimento do comportamento de desamparo em ratos: possível envolvimento do NO / Neural substrates involved with the helplessness behavior development in rats: possible involvement of nitric oxide

Sato, Vinicius Antonio Hiroaki 27 November 2015 (has links)
Recentemente, o óxido nítrico (NO) tem sido relacionado com a depressão. A administração de inibidores da NO sintase (NOS) induz efeitos do tipo antidepressivo em modelos animais e há um aumento da expressão da NOS em estruturas do sistema límbico em indivíduos depressivos e em animais expostos a estresse. Além disso, sabe-se que o estresse causa um aumento da ativação de neurônios localizados em estruturas do sistema límbico e que o tratamento com antidepressivos bem como com inibidor da NOS, diminui essa marcação. Contudo, ainda não se sabe como o sistema nitrérgico dessas estruturas está relacionado com os comportamentos relacionados à depressão. Assim nosso objetivo é testar a hipótese de que o desenvolvimento do desamparo (comportamento relacionado à depressão) em ratos seria causado por um aumento de atividade de neurônios que contém nNOS em estruturas envolvidas com a resposta emocional ao estresse, e que os diferentes tratamentos induzem efeitos do tipo antidepressivo no modelo apresentando através de um efeito final comum de diminuir essa ativação e, portanto, diminuir os níveis de NO. Para isso, ratos foram submetidos ao modelo do desamparo aprendido e tratados com drogas antidepressivas. Após o teste, foi feita a imunohistoquímica com marcação para Fos (Fos-IR; marcador de atividade neuronal) e nNOS (nNOS-IR). O tratamento repetido com desipramina (DES, na dose de 25, mas não na de 12,5 mg/Kg), fluoxetina (FXT, na dose de 15, mas não na de 30 mg/Kg) e imipramina (IMI, 15mg/Kg) induziu efeito do tipo-antidepressivo no teste do desamparo aprendido (LH). O tratamento agudo apenas com imipramina, mas não com FXT ou IMI, induziu o mesmo tipo de efeito. O tratamento com DES, FXT ou IMI também aumentou o número de cruzamentos entre choques no LH, porém não induziu aumento de atividade locomotora no teste do campo aberto. O tratamento repetido com DES diminuiu a Fos-IR na amígdala basolateral (BlAm), amígdala lateral (LAm), córtex pré-frontal medial (mPFC), região CA1 e CA3 do hipocampo dorsal (dHPC) e região CA3 do hipocampo ventral (vHPC). O tratamento agudo com DES induziu um aumento de Fos-IR na amígdala central (CeAm), amígdala medial (MeAm) e CA1 e CA3 do dHPC. O tratamento repetido com FXT diminuiu Fos-IR na BlAm e LAm, enquanto o tratamento agudo aumentou Fos-IR na CeAm. O tratamento repetido com IMI aumentou nNOS-IR na MeAm e a dupla marcação no núcleo leito da estria terminal (BST); e diminuiu o Fos-IR na região CA1 do dHPC e na região parvocelular do núcleo paraventricular do hipotálamo (pPVN). Por fim, foram encontradas relações positivas entre o número de células Fos-IR e o número de falhas em fugir ou escapar dos choques no LH na BlAm, LAm, CA1 e CA3 do dHPC e CA3 do vHPC; i.e., quanto mais células ativadas nessas estruturas, maior o número de choques que os animais receberam sem consegui fugir. Os resultados aqui apresentados são, em parte, corroborados pela literatura, mostrando a participação das estruturas analisadas no comportamento do desamparo aprendido e no efeito das drogas antidepressivas. Nesse contexto, acredita-se que o BST funcionaria como um núcleo de processamento da informação vinda do mPFC, HPC e amígdala, enviando projeções para o PVN e regulando o funcionamento do eixo HPA. O trabalho abre caminho para a identificação de subpopulações específicas de neurônios que expressam a nNOS, buscando compreender o papel destas na modulação das respostas comportamentais numa situação de estresse, na busca pela formulação de um cenário cada vez mais completo da participação do sistema nitrérgico dentro do complexo neurocircuito que regula as emoções / Recently, nitric oxide (NO) has been related with the neurobiology of depression. The NO synthase (NOS) inhibition induces antidepressant-like effects in animal models and there is an increase in the NOS expression in limbic structures of depressed patients or in stress exposed animals. Besides, it is well known that stressful events causes an increase in limbic structures neuronal activation and that antidepressant treatment as well as NOS inhibition attenuates this effect. However, it is still unknown how the limbic nitrergic system is related with depression-related behaviors. Then, the aim of this work is to test the hypothesis that the helplessness behavior development (a depression-related behavior) in rats would be induced by an increased activity of nNOS-containing neurons in structures related with the neurobiology of stress responses. Furthermore, the antidepressant-like effect induced by antidepressants treatment in this model would share a final effect, decreasing the activation of such neurons, and decreasing the levels of NO in these structures. For this aim, male rats were submitted to the learned helplessness model and treated with antidepressants. After the test, immunohistochemistry assay were performed, with double labeling for c-Fos (Fos-IR; neuronal activity marker) and nNOS (nNOS-IR). The repeated treatment with desipramine (DES, 25 mg/kg but not 12,5mg/kg), fluoxetine (FXT, 15 mg/Kg, but not 30 mg/Kg) and imipramina (IMI, 15 mg/KG) induced antidepressant-like effects in the learned helplessness test (LH). The acute treatment with IMI, but not with DES or FXT, induced the same effect. The repeated treatment with DES, FXT or IMI also increased the number of intertrial crossings in the LH, but not the locomotor activity score on the open field score. The repeated treatment with DES decreased the number of Fos-IR into the basolateral amygdala (BlAm), lateral amygdala (Lam), medial prefrontal cortex (mPFC), CA1 and CA3 regions of the dorsal hippocampus (dHPC), and CA3 region of the ventral hippocampus (vHPC). The acute treatment with DES increased the Fos-IR into the central amygdale (CeAm), medial amygdala (MeAm), and CA1 and CA3 regions of the dHPC. The repeated treatment with FXT decreases the number of Fos-IR into the BlAm and Lam, while the acute treatment increases the Fos-IR into the CeAm. The repeated treatment with IMI increased the nNOS-IR into the MeAm and the double- labeled cells into the bed nucleus of stria terminalis (BST); and decreased the Fos-IR into the CA1 region of the dHPC and into the parvocellular region of the paraventricular nucleus of the hypothalamus. Finally, positive correlations between the number of Fos-IR and the number of failures in escaping or avoiding the foot shocks on the LH were found into the BlAm, Lam, CA1 and CA3 of the dHPC, and CA3 of the vHPC, i.e., with more activated cells into these structures mentioned, more foot shocks the rats received. These results are (partially) corroborated with previous scientific papers, showing the analyzed structures participation in the learned helplessness behavior as well as in the antidepressant effect of antidepressant administration. Within this context, the BST would work as a relay center, processing the information coming from the mPFC, HPC and amygdaloid nuclei, and sending the output to the PVN, modulating the HPA axis. This work open some questions about the identification of specific nNOS-containing neuronal subpopulations, aiming to clarify their role in the stress response, and searching for the formulation of a more complete scenario of the nitrergic system participation in this complex emotion-regulating neurocircuit
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Reflejos sociales del desamparo : la labor asistencial del cabildo Catedralicio y del Concejo en Murcia (1696-1753).

Fernández Palazón, José Antonio 26 April 2013 (has links)
En este trabajo se pretende analizar las medidas que diversas instituciones, tanto eclesiásticas como civiles, adoptaron para afrontar el problema social del “desamparo” durante la primera mitad del siglo XVIII en el Reino de Murcia, donde la mayor parte del estado llano sufrió durísimas condiciones de vida. La caridad era un principio vigente en la sociedad española del Antiguo Régimen y permitió que los pobres y desamparados fueran atendidos. La mayor parte de las iniciativas procedían del ámbito eclesiástico. De este modo, el cabildo catedralicio, el obispado o las órdenes religiosos pusieron parte de sus rentas al servicio de los necesitados. Pero también el concejo y los particulares contribuyeron a intentar que la situación de muchas personas mejorase. Pero lo que se ha comprobado es que, pese a todo, las rentas destinadas fueron una mínima parte de lo que se podía haber utilizado. / This paper aims to analyze the actions that various institutions, both ecclesiastical and civil, adopted to address the social problem of "helplessness" in the first half of the eighteenth century in the Kingdom of Murcia, where most of the people suffered hard conditions of life. Charity was a active principle in Spanish society of the Ancien Regime and it allowed the poor and homeless were served. Most of the initiatives came from the ecclesiastical sphere. Thus, the cathedral chapter, the bishop or religious orders used part of their income to service the needy. But the City Council and individuals contributed to attempt that the situation of many people improve. But what has been proven is that, despite everything, the rents were aimed a fraction of what they could have used
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[en] ADOLESCENCE AND SUICIDE: A JOURNEY IN ACT / [pt] ADOLESCÊNCIA E SUICÍDIO: UMA TRAVESSIA EM ATO

MARIA EDUARDA SANTOS PEREIRA SIMONSEN 10 June 2016 (has links)
[pt] A partir da constatação clínica de que muitos jovens estão hoje passando ao ato, a presente pesquisa de Mestrado explora, através da perspectiva psicanalítica, a relação entre a adolescência e a sociedade contemporânea. Partimos de uma análise de nossa sociedade comparando-a com as sociedades tradicionais para, posteriormente, buscarmos compreender como se dá a constituição psíquica na adolescência. Constatou-se que, atualmente, sem os ritos de passagem, muitos adolescentes podem se encontrar desamparados, o que abre caminho para defesas precárias como a passagem ao ato. Os cortes e o suicídio recebem especial destaque na pesquisa. A partir de casos divulgados recentemente pela mídia, onde adolescentes que sofreram bullying cometeram suicídio, foi possível articular o cenário social atual e o aumento de sofrimento psíquico entre os jovens que passam ao ato. / [en] From clinical observation that many young people today are passing to the act, this Master s research examines, through the psychoanalytic perspective, the relationship between adolescence and contemporary society. Starting from the analysis of our society compared to traditional ones, we could understand how is the psychic constitution in adolescence. It was found that, nowadays, without the rites of passage, many young people may feel helpless, paving the way for poor defenses as the passage to the act. Cuts and suicide are given special emphasis in the research. From recent facts reported by the media, where teenagers who suffered bullying committed suicide, it was possible to articulate the current social cenário with the increase of psychological distress among young people passing to the act.

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